Cogiéndome a Una Colegiala.

6 da manhã, horário de pico pra pegar qualquer transporte público.
Minha escolha é sempre o trem. No meu país, viajar é um inferno, embora ultimamente tivesse melhorando, a gente sempre vai espremido.

Morando a duas quadras da estação de trem, minha viagem pro trabalho durava 15 minutos, e eu curtia de qualquer jeito.

Meu nome é Lautaro, tenho 41 anos, moro sozinho e sou solteiro. Tenho 1,87m de altura, pele morena e cabelo curto. Fã de tênis e outros esportes, sempre me mantenho em forma – é quase uma obrigação pra mim. Meu rosto é normal, mas compensava com roupas boas e um shape maneiro.

O dia em que rolou o que vou contar foi uns meses atrás. Era primavera no meu país, e o clima tava super agradável. Trabalho como vendedor numa vinícola importante, e meu visual tinha que estar sempre impecável.

Terno e gravata, sapatos brilhando. Eu tinha um salário foda e até carro, mas a bagunça do trânsito sempre me fazia escolher o transporte público.

Naquele dia, tava tudo normal até que, pelos alto-falantes da estação, anunciaram que os trens iam atrasar por tempo indeterminado. Com a reclamação geral da galera, decidi ir pegar o ônibus que me deixava mais perto do trabalho.

E foi aí que eu vi ela…

Cabelo nos ombros, com um mechão loiro numa cabeleira castanha. Óculos escuros e lábios pintados de vermelho furioso. Traços lindos. O vestido justinho que chegava no meio das coxas e os sapatos eram um combo difícil de ignorar. Muitos caras de todas as idades olhavam pra ela – era uma gostosa.

Caminhei até onde ela tava pra examinar melhor. A beleza dela era tão grande que me senti na obrigação de contemplar o máximo que pudesse.

Com toda a sorte do mundo, ela tava indo pra parada de ônibus que eu também ia. Fiquei atrás dela na fila e esperamos o ônibus. Quando, de repente, ela se vira e fala comigo.

– Oi, desculpa te incomodar, Mas me mudei pra cá faz pouco tempo e não conheço a cidade. Você pode me ajudar?

A vozinha dela era linda e celestial.

— Sim, claro. O que você precisa, se perdeu? — Respondi com toda cordialidade, como um cavalheiro.

— Não, não é que eu me perdi, mas preciso chegar ao centro e não sei como ir de ônibus. Pode me explicar?

— Olha, eu vou pro centro, se quiser a gente vai junto e vou te explicando. Que tal?

— Ai, que bom!!! Muito obrigada.

Subimos no ônibus e fui explicando as ruas pra ela não se perder. Ela me encheu de perguntas e eu tentava responder tudo.

Ela me contou que tinha vindo morar em Buenos Aires há pouco tempo, que tinha nascido e vivido a vida toda em Rosário, província de Santa Fé, e que por motivos de família tinha decidido, junto com a mãe, vir morar nessa cidade. Não quis perguntar o motivo, não queria entrar num terreno sensível, já que podia ser alguma separação ou, pior, alguma morte...

Chegamos no destino e decidi acompanhá-la até a porta da escola dela.

— Bom, muito obrigada. Sério, você é um cavalheiro e agradeço por tudo que fez por mim hoje. — Disse com aquela vozinha linda de menina que ela tinha. Tirou os óculos pra me deixar ver os olhos dela.

Eram azuis claros como o céu mais lindo que vocês podem imaginar.

— Não, por favor, foi um prazer. A gente conversou a viagem toda e eu nem perguntei seu nome.

— Ai, me desculpa, meu nome é Candelaria. E o seu?

— Lautaro. Então, Cande, prazer em te ajudar. E, bom, se me ver na estação de novo, me cumprimenta, hein? Haha.

Dei um beijo na bochecha dela e pude sentir o perfume. Minha pica já queria se entregar pela calça. Nos despedimos cordialmente e fui pro meu trabalho, que não ficava longe da escola dela.

Fiquei o dia todo pensando nela. Não tinha pedido o número dela nem nada, além disso não achei certo fazer isso — eu sou um homem mais velho e ela uma adolescente, o que iam pensar?

Cheguei em casa à tarde, cansado como Sempre, mas me invadia uma sensação de felicidade.

Não sabia o que era, e quando lembrei, soube que era por causa dela. Parece bem idiota, mas só de lembrar dela já me deixava feliz. Não sabia se ia vê-la de novo, mas a beleza e naturalidade dela tinham me deixado pasmo.

Os dias passavam normais na minha vida, mas toda manhã eu levantava a cabeça na estação esperando vê-la. Me traía o dilema moral de que ela era uma adolescente, mas eu mentia pra mim mesmo, dizendo que queria encontrá-la só pra cumprimentar e perguntar como ela tava.

O dia chegou. Ela tava com o jumper dela, linda, radiante, sufocantemente gostosa. O cabelo castanho com mechas loiras de um lado e os olhos azuis. Era como se um halo brilhasse em volta dela, só destacando a beleza dela.

Me aproximei dela, fingindo que não tava nem aí. Fiquei a uns 5 metros, olhando pra outro lado. Quando ouço…

— Oi, Lautaro!! Que alegria te ver!!!!

Ali estava ela, me torturando com esses olhões que fariam até um faraó egípcio ressuscitar.

— Oi, Cande, que bom te ver, o que me conta?

— Nada, só que como sempre esse trem não vem e a gente tem que esperar, hahaha.

— Ainda é cedo. E os estudos, como vão?

— Nem me pergunta, não vejo a hora de chegar o fim de semana. Haha.

Nessa hora, a gente vê o trem chegando e se posiciona pra subir. As entradas dos trens no meu país costumam ser bem violentas.

Candelaria entrou depois de mim e ficou parada bem na minha frente, de costas pra mim. O trem continuou enchendo até que ficamos colados um no outro. Virando-se, ela me diz:

— Hoje sim vamos viajar no estilo Buenos Aires! Haha!

— Como manda o figurino nessa cidade.

Tentei fazer graça, mas a proximidade tava me deixando nervoso. Dava pra sentir o calor do corpo dela e, pior, a curva da bunda dela roçando no meu pau, que obviamente não ia demorar pra entrar em ação.

O movimento e a vibração da viagem faziam a bunda dela balançar, e parecia que ela queria se agarrar em algo pra não cair, porque a gente ficou no meio sem conseguir pegar nos corrimãos.

O cheiro do cabelo dela tava me embriagando. Eu me sentia flutuando. Ficava repetindo pra mim mesmo que ela era uma menina, mas meu pau tava sem controle. Subiu ao máximo. Doía de tão duro que tava, e ela, toda tranquila, quase se jogando em cima de mim. Nessa altura, eu já tava sofrendo a viagem, e só tinham passado 10 minutos.

Quando, de repente, sinto algo tateando meu pau. Não dava pra ver de onde vinha a mão que tava tocando minha parte mais íntima. A mão subia e descia sem parar, percorrendo meu pau inteiro.

Eu baixei minha mão pra descobrir quem era a pessoa que tava fazendo aquilo, e minhas dúvidas viraram certezas: era a Cande que tava praticamente me masturbando.

Ela se virou e me olhou com um sorriso debochado, tipo uma menina fazendo uma travessura. Quando vejo que a gente tava chegando na penúltima estação antes da Estação Central. Comecei a pedir licença pra descer, a Cande me olhou meio surpresa, minha ação imediata deixou ela perplexa, peguei a mão dela e descemos.

Andamos rápido até os banheiros da estação, que geralmente são meio desertos, entramos no banheiro feminino — quem viaja de trem sabe que nunca tem ninguém lá. A gente se enfia num banheiro privativo e eu viro ela com força, fazendo ela abrir as pernas e colocar as mãos na parede.

— Ai, o que você vai fazer comigo, quer me estuprar, degenerado? — Ela falou num tom debochado e irônico, com voz de menininha.

— Sim, se quiser ir embora, com certeza vou te estuprar, garota.

Abri mais as pernas dela e levantei a saia. Encontrei uma calcinha branca linda, enfiei meu nariz entre as nádegas dela sem tirar a calcinha. Aspirei com luxúria aquele aroma, eu não aguentava mais de tesão. Aquela menina ameaçava manchar minha honra de cavalheiro, nunca tinha estado tão excitado na minha vida.

— Ai sim, me cheira toda, com certeza tô toda molhadinha, tocar naquele pau duro me deixou a mil.
Continuei. cheirando a bundinha dela e a buceta dela, era tão gostoso sentir no meu nariz.

Meu pau tava explodindo dentro da calça. Comecei a beijar a bunda dela e ela começou a gemer baixinho. Não aguentei mais e comecei a puxar a calcinha dela pra baixo, enquanto tirava, enfiava minha língua na bunda dela, os gemidos dela ficavam cada vez mais fortes, quase gritava. Minha língua percorria a bunda dela e parava no furinho, que tava bem fechadinho. Mandei ela se inclinar mais pra frente pra poder chupar a buceta dela.

E aí sim ela começou a gritar mais alto do que nunca. Enfiava minha língua na buceta como se tivesse comendo ela. O melzinho dela molhava minha cara toda e os gritos dela me obrigavam a continuar.

- Mete em mim por favor, não aguento mais! Por favor, me come!!!!!

Essa mina de Rosário teve o que queria na hora, levantei e baixei a calça numa velocidade do caralho, meu pau mais duro impossível, imaginem como vocês reagiriam ao ver uma mina com as mãos apoiadas na parede, pernas abertinhas, com aquelas meias e aqueles sapatinhos, a calcinha jogada no chão e se virando pedindo pra ser comida, me digam se um homem consegue se segurar e não pecar com um cenário desses.

E aí eu penetrei ela, violentamente. Ela tava tão molhada que não teve resistência na entrada do meu pau. Entrava e saía com velocidade, nossos gemidos com certeza dava pra ouvir na estação inteira. Ainda bem que quase não tem gente por esses lados.

Segurava a bunda dela pra aumentar a violência das minhas estocadas. Ela gemia com voz de puta e isso me deixava mais tesudo.

- Pra que vou querer ficar por cima de você. Deixa eu montar em você, gozar assim – A voz dela tinha um tom de súplica, a situação era obscena por qualquer ângulo que olhasse.
- Sim, vai fundo, quero encher sua buceta de porra.

Sentei no vaso e ela ficou de pé na minha frente, passou as pernas pros lados e se abaixou como se tivesse de cócoras. Meu pau cravou bem fundo na buceta dela que tava escorrendo suco.

Ela começou a subir e descer e as Os gemidos eram quase um choro, meu orgasmo estava perto. Ela cavalgava e nossos corpos se chocavam, fazendo aquele barulhinho característico.

Enquanto isso, eu chupava seus peitos lindos, eram uma delícia, pra uma garota da idade dela.

— Ai, vou gozar, vou gozar!!! Me enche de leiteeeeeee!!!!

E foi o que eu fiz. As palavras dela foram o estopim pra encher a buceta dela de porra, os espasmos eram gigantes, ela tremia e eu também, o orgasmo foi intenso e longo.

Depois, um silêncio, nos olhando.

— Fica tranquilo, hein, já tenho 18... — a voz dela estava ofegante e quase rouca.

— Me deixa meio tranquilo, mas o pecado já foi cometido, né? Kkkkkk.

E aí nos vestimos e saímos daquele banheiro.
A verdade é que não era o lugar mais romântico pra transar com uma colegial, mas cê sabe, a situação pede.

7 comentários - Cogiéndome a Una Colegiala.

Hermoso texto, me encanto. se me re paro imaginando todo eso!
Sos un maestro!... Me dejas en parte tranquilo, pero el pecado ya esta hecho no? Jajajaja.
grande Capo!...
que hdp ami me paso algo parecido pero no era colegiala el estudiante era yo jaja