Depois daquele incidente, os olhares que eu trocava com a Guadalupe eram tensos pra caralho. Chegou a hora do jantar e, entre meus pais, ela e o marido, todo mundo falava cheio de duplo sentido. Quando a gente se despediu pra "ir dormir", a Guadalupe sussurrou no meu ouvido: "Não quero te ver rondando a sala..."
Dito isso, não fui dormir, fiquei andando pela casa. Umas 2 da manhã. Do nada, vejo um corredor estranho, perto da escada, entrei e descobri um tipo de esconderijo que tinha um buraco pra espiar, justamente, a sala.
Aí ouço um barulho e quero vazar, mas era impossível, então fico. O espaço que aquele corredor oferecia era médio, talvez pra guardar tralha debaixo da escada...
Começo a olhar pelo buraco e a Guadalupe já tava pelada, chupando uma pica enorme. A filha da puta me descobriu – ou não – porque tava chupando aquela rola olhando fixo pra parede atrás da qual eu tava.
Com a luz fraca, só via a cara da Guada e aquela pica, até que ela mudou de posição pra lamber o cu do marido, que levantou a cabeça e falou alguma coisa. Nisso, chega mais alguém pra entrar na parada... era minha mãe!! Minha mãe, minha mamãe se ajeitou pra que o Enrique chupasse a buceta dela!!!! A Guadalupe começou a chupar os peitos dela enquanto era punhetada pela minha mãe. Foda demais. Apesar do choque, eu continuava com a pica dura pra caralho. A Guada e minha mãe se beijando, era demais.
Depois, minha mãe se ajeitou pra que o Enrique comesse ela enquanto chupava a xota daquela negra putíssima.
Uns minutos depois, o Enrique gozou no cu da mulher dele. Eu já tinha gozado também, com um sentimento estranhíssimo de ver minha mãe num menage. Ela foi embora com o Enrique. A Guadalupe ficou mais um tempo, pelada, de pernas abertas, se masturbando.
"Vem aqui, gostoso, goza nos meus peitos."
Saí do meu esconderijo, com a pica dura de novo. Era sexo pra caralho. Gozei nela e ela me deu um beijo na pica... a noite tava só começando pra mim, que percebi que tava num puteiro, um delírio sexual...
Dito isso, não fui dormir, fiquei andando pela casa. Umas 2 da manhã. Do nada, vejo um corredor estranho, perto da escada, entrei e descobri um tipo de esconderijo que tinha um buraco pra espiar, justamente, a sala.
Aí ouço um barulho e quero vazar, mas era impossível, então fico. O espaço que aquele corredor oferecia era médio, talvez pra guardar tralha debaixo da escada...
Começo a olhar pelo buraco e a Guadalupe já tava pelada, chupando uma pica enorme. A filha da puta me descobriu – ou não – porque tava chupando aquela rola olhando fixo pra parede atrás da qual eu tava.
Com a luz fraca, só via a cara da Guada e aquela pica, até que ela mudou de posição pra lamber o cu do marido, que levantou a cabeça e falou alguma coisa. Nisso, chega mais alguém pra entrar na parada... era minha mãe!! Minha mãe, minha mamãe se ajeitou pra que o Enrique chupasse a buceta dela!!!! A Guadalupe começou a chupar os peitos dela enquanto era punhetada pela minha mãe. Foda demais. Apesar do choque, eu continuava com a pica dura pra caralho. A Guada e minha mãe se beijando, era demais.
Depois, minha mãe se ajeitou pra que o Enrique comesse ela enquanto chupava a xota daquela negra putíssima.
Uns minutos depois, o Enrique gozou no cu da mulher dele. Eu já tinha gozado também, com um sentimento estranhíssimo de ver minha mãe num menage. Ela foi embora com o Enrique. A Guadalupe ficou mais um tempo, pelada, de pernas abertas, se masturbando.
"Vem aqui, gostoso, goza nos meus peitos."
Saí do meu esconderijo, com a pica dura de novo. Era sexo pra caralho. Gozei nela e ela me deu um beijo na pica... a noite tava só começando pra mim, que percebi que tava num puteiro, um delírio sexual...
5 comentários - Gándara (parte 2)