Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 34
Quando chegamos em casa, ficamos nos beijando um tempão na sala. Depois ela tirou o vestido sensualmente e o sutiã, ficou só com as meias de liga. O tapa-sexo tinha ficado na casa dos meus pais. Ela subiu a escada rebolando devagar.
— Vem... te espero... preciso que você me dê língua na minha bucetinha... vai, se despe e vem... deixa o tapa-sexo, óbvio... sua puta... ha... ha...
Eu já tinha gozado duas vezes e tava duro de novo. Quando subi, ela tava deitada na cama de quatro, com um travesseiro embaixo da bacia.
— Vem mexer a linguinha... vai, sua maricona... papai deixou o pote cheio... pra você, sua maricona...
Praticamente caí deitado entre as pernas dela. Minha língua começou a trabalhar. Eu amo a bunda da Denisse. De novo me sentia angustiado, mas minha língua parecia ter vida própria. Denisse se acariciava a bocetinha até gozar gemendo bem sensual.
— É gostoso demais... que combinação boa... o pau do pai e a língua do filho... isso... continua assim... depois te faço mais uma punheta... hoje só isso que você merece... vai, capricha, sua chupadora... lambe tudo... ahhhh... siiiim... que delícia... enfia um dedo também... é gostoso, né...? Imagina como vai ser ter o pau aqui... ahhhh... sim... que delícia tudo hoje...
Depois, mais calma, ela mandou eu sair e ficar de pé ao lado da cama. Ela se colocou atrás de mim, os dois de frente pro espelho. Ela me abraçou por trás, a cabeça dela aparecia do meu lado direito. A gente se olhava no espelho e ela me masturbava devagar.
— Foi gostoso, né...? Pobre da sua mãe... corna como a puta do filho... não é?
— Sim... a... sim...
Ela parou de me masturbar, mas não de falar.
— Quando é sua próxima guarda?
— Ainda não comecei a trabalhar... começo segunda... mas acho que quinta...
— Assim vou avisando o Dom Pablo... nosso papai... quero que você me avise quando estiver chegando... pra ver se ele pode te deixar algum presentinho de última hora.
E foi assim que começamos essa nova fase. Meu pai costumava... visitar a Denisse umas duas vezes por semana, além dos dias que ela estava de plantão e eu dormia com ela. Minha mãe sempre esteve acostumada que ele fizesse do jeito dele, desde jovens. Sempre Denisse me fazia avisar quando eu estava chegando, e meu pai costumava gozar em alguma das lindas dobras do corpo da minha mulher. Denisse pediu demissão do trabalho na escola e nunca mais viu o Sergio, começou a cursar Direito. Meu pai a incentivava a estudar. Ela costumava me bater punheta bastante, algumas vezes eu a penetrava com camisinha, ou pra sentir a gozada do meu pai nela. Aos sábados costumava ser nossa noite, e ela me comia em cima do sofá da sala com minha bunda oferecida, a calcinha fio dental puxada pro lado e uma camisinha colocada.
Uma noite de sábado ela tirou umas fotos minhas assim apoiado no sofá, perguntei o que ela tava fazendo e ela só me deu um tapa sonoro numa das minhas nádegas enquanto dizia que não tinha autorizado nenhum momento de perguntas. Me mandou ficar de pé e tirou várias fotos mais, de frente, de perfil e de lado. Depois me mandou voltar a me apoiar no sofá e me penetrou com a porra daquela pica de borracha, ou látex, ou o que diabos fosse.
— Que bunda linda, putinha... cê gosta, hein...?
— Você me deixa louco...
— Que bom... é uma boa fase essa... cada vez tô mais feliz... viu que não tô vendo nenhum machinho por aí... tenho um macho de verdade... hein, promíscua...? cê gosta quando me chupa usadinha...?
— Você me gusta...
— Já sei, bobinho... mexe a bunda, vai... isso assim... que marido ideal que você é... como eu gosto de te comer assim... e você sente o contato profundo, hein...? não é igual bater punheta... a Myr tava certa... hein...
— Tô muito perto...
Ela acelerou a comilança, chegou perto do meu ouvido, os peitões apoiados nas minhas costas, chupando meu ouvido e falando comigo.
— Se gozar muito pra mim, vai, putinha... que gostoso poder encher teu cu de gozo...
— Aaaaa... sim... te amo...
— Isso, putinha, goza... vai... vadiazinha... você é uma boa putinha...
Quando chegamos em casa, ficamos nos beijando um tempão na sala. Depois ela tirou o vestido sensualmente e o sutiã, ficou só com as meias de liga. O tapa-sexo tinha ficado na casa dos meus pais. Ela subiu a escada rebolando devagar.
— Vem... te espero... preciso que você me dê língua na minha bucetinha... vai, se despe e vem... deixa o tapa-sexo, óbvio... sua puta... ha... ha...
Eu já tinha gozado duas vezes e tava duro de novo. Quando subi, ela tava deitada na cama de quatro, com um travesseiro embaixo da bacia.
— Vem mexer a linguinha... vai, sua maricona... papai deixou o pote cheio... pra você, sua maricona...
Praticamente caí deitado entre as pernas dela. Minha língua começou a trabalhar. Eu amo a bunda da Denisse. De novo me sentia angustiado, mas minha língua parecia ter vida própria. Denisse se acariciava a bocetinha até gozar gemendo bem sensual.
— É gostoso demais... que combinação boa... o pau do pai e a língua do filho... isso... continua assim... depois te faço mais uma punheta... hoje só isso que você merece... vai, capricha, sua chupadora... lambe tudo... ahhhh... siiiim... que delícia... enfia um dedo também... é gostoso, né...? Imagina como vai ser ter o pau aqui... ahhhh... sim... que delícia tudo hoje...
Depois, mais calma, ela mandou eu sair e ficar de pé ao lado da cama. Ela se colocou atrás de mim, os dois de frente pro espelho. Ela me abraçou por trás, a cabeça dela aparecia do meu lado direito. A gente se olhava no espelho e ela me masturbava devagar.
— Foi gostoso, né...? Pobre da sua mãe... corna como a puta do filho... não é?
— Sim... a... sim...
Ela parou de me masturbar, mas não de falar.
— Quando é sua próxima guarda?
— Ainda não comecei a trabalhar... começo segunda... mas acho que quinta...
— Assim vou avisando o Dom Pablo... nosso papai... quero que você me avise quando estiver chegando... pra ver se ele pode te deixar algum presentinho de última hora.
E foi assim que começamos essa nova fase. Meu pai costumava... visitar a Denisse umas duas vezes por semana, além dos dias que ela estava de plantão e eu dormia com ela. Minha mãe sempre esteve acostumada que ele fizesse do jeito dele, desde jovens. Sempre Denisse me fazia avisar quando eu estava chegando, e meu pai costumava gozar em alguma das lindas dobras do corpo da minha mulher. Denisse pediu demissão do trabalho na escola e nunca mais viu o Sergio, começou a cursar Direito. Meu pai a incentivava a estudar. Ela costumava me bater punheta bastante, algumas vezes eu a penetrava com camisinha, ou pra sentir a gozada do meu pai nela. Aos sábados costumava ser nossa noite, e ela me comia em cima do sofá da sala com minha bunda oferecida, a calcinha fio dental puxada pro lado e uma camisinha colocada.
Uma noite de sábado ela tirou umas fotos minhas assim apoiado no sofá, perguntei o que ela tava fazendo e ela só me deu um tapa sonoro numa das minhas nádegas enquanto dizia que não tinha autorizado nenhum momento de perguntas. Me mandou ficar de pé e tirou várias fotos mais, de frente, de perfil e de lado. Depois me mandou voltar a me apoiar no sofá e me penetrou com a porra daquela pica de borracha, ou látex, ou o que diabos fosse.
— Que bunda linda, putinha... cê gosta, hein...?
— Você me deixa louco...
— Que bom... é uma boa fase essa... cada vez tô mais feliz... viu que não tô vendo nenhum machinho por aí... tenho um macho de verdade... hein, promíscua...? cê gosta quando me chupa usadinha...?
— Você me gusta...
— Já sei, bobinho... mexe a bunda, vai... isso assim... que marido ideal que você é... como eu gosto de te comer assim... e você sente o contato profundo, hein...? não é igual bater punheta... a Myr tava certa... hein...
— Tô muito perto...
Ela acelerou a comilança, chegou perto do meu ouvido, os peitões apoiados nas minhas costas, chupando meu ouvido e falando comigo.
— Se gozar muito pra mim, vai, putinha... que gostoso poder encher teu cu de gozo...
— Aaaaa... sim... te amo...
— Isso, putinha, goza... vai... vadiazinha... você é uma boa putinha...
2 comentários - Otra vez el cornudo sodomizado...
ya el anterior relato, varios de tus seguidores te pediamos viraras el relato a como venias antes..
pero se ve que..tu pluma o esta agotada.o..se te termino la historia...o no.se...pero..nada que
ver a como venias...y sino repasa..Tu mismo, cuando Denisse se encontro con el negro en la
Disco...nos relatabas hasta con lujos de detalles..como el negro la apoyaba...besaba...y luego
como se la cogio...prometiendole..hacerla su mujer...venias muy bien...luego..aparece el padre
TODOS pensamos..bueno aca se viene el Morbazo...con escenas calientes con el Padre.....
nada de eso...solo breves..comentarios de que ella estuvo con el...nada mas...que lastima...
una verdadera lastima, porque si revisas todos tus lectores esperabamos algo mas de morbo-
erotismo-sexo prohibido y de cuernos..con su padre..pero nos quitaste ese placer y lo dejaste
como expresas a nuestra imaginacion...Obviamente no te doy ningun punto... y espero..esta
CRITICA la tomes realmente como constructiva..cambies la direccion del relato y nos devuelvas a
la Denisse erotica y porno que nos hiciste conocer...y que quedo de la mujer que no usaba pro-
teccion y lo hacia solo con forros con su marido, para dejarse preñar por su amante...?....por
favor...deleitanos como supiste hacerlo....devuelvenos los detallecitos...cuentanos como el
Suegro tiene sexo con su nuera...de la posibilidad cierta de preñarla....eso claro....si deseas
cambiar...si deseas seguir como hasta ahora pues entonces ignora este comentario....este
lector entonces, como supongo muchos otros mas, buscaremos otras historias...esperando
reveas la forma en que subes la historia, me despido de vos con un abrazo. DAVID