Olha, essa história já aconteceu comigo faz um tempão. Eu tava no primeiro ano da faculdade, morava na casa dos meus pais e eles cuidavam da minha avó.
A gente não é daqui, e meus pais viviam dando um jeito de fugir pra cuidar das nossas propriedades na minha cidade natal, aluguéis e tal.
Minha avó, claro, não podia ir com eles. Então deixavam ela na casa da minha irmã, que morava a poucas quadras.
A gente tinha trocado de empregada, a anterior era um desastre de feia. Ela era alguns anos mais velha que eu, não era bonita, mas tinha algo espetacular: aquela cara de putinha e umas tetas lindas. Morava perto de casa e era solteira. Sempre me zuava, dizendo que ia me apresentar uma amiga, que com aqueles olhos eu não podia ficar solteiro.
Naquele dia que meus velhos foram embora, ela tava levando umas coisas da minha avó pra casa da minha irmã, e eu falei:
— Vamos tomar umas cervejas, quer? (ela sempre dizia que gostava).
Ela ficou meio doida quando eu joguei a ideia. Achei que ia me mandar tomar no cu ou me dar um fora, mas não, ela disse:
— Deixo isso aqui e volto.
Se tem alguém que é otário com as gostosas, sou eu, então minha intenção aqui é contar a verdade.
Comprei as cervejas e fomos pro meu quarto ouvir música e conversar. Eu me fiz de bobo e quase não bebi, ela parecia que tinha bebido tudo sozinha. Me perguntou se podia fumar, eu falei que sem problema. Aí a conversa esquentou mais.
Num momento, surgiu o assunto de se depilar e tal. Eu falei que me irritava me depilar todo dia, mas que nasci peludo.
Ela levantou a calça e mandou eu tocar as pernas dela.
— Em mim quase não cresce. Toca, vê, e olha que nem me depilei.
Ela levantou a perna e apoiou na minha cadeira. Enquanto eu acariciava a perna dela, ela começou a me tocar a bunda com o pé. Já tava começando a me irritar aquilo. Até que num momento ela se ajeitou na conversa e levantou o outro pé. Obviamente, o lugar que sobrou foi minha entreperna. Começou a esfregar nas minhas bolas. Eu tava de short, daqueles de surfista. Imagina, eu sentia cada movimento. A pica começou a ficar dura pra caralho.
Ela já tava pronta e se aproximou do PC.
— Vamos ver que temas você tem? Deixa eu colocar um aqui.
Ela chegou tão perto de mim que não teve jeito, só uma boa transa. Sentei ela na cadeira e comecei a apalpar aqueles peitos lindos. Tirei a roupa dela e comecei a chupar, por Deus, que tetas maravilhosas. Sempre chupo por fora, devagar, e no final o mamilo, isso a maioria adora. Minha pica tava prestes a explodir. Eu, ajoelhado, chupando o peito dela, já tava cansando. Levantei e, sem pedir ou insinuar, ela mordeu devagar minha pica por cima do short. Uhh, como me deixou com tesão. Tirei o short e ela olhava pra minha pica como uma criança olhando pra um doce. Começou a fazer um boquete, desde as bolas até a ponta da pica.
Ela me disse:
— Deixa eu avisar minha amiga que mora comigo que não vou dormir em casa hoje, tá?
Eu: — Pode ir, vou pegar minhas camisinhas.
Do lado tinha a cama. Fui tirando a roupa dela e chupei a buceta dela por um bom tempo. Ela não aguentava mais.
— Vai, vem aqui, cara, e me come, vai, não aguento mais.
Começamos a transar e logo encontrei as zonas mais erógenas dela, uma era o pescoço, ela derretia quando eu passava a língua.
Coloquei ela de quatro e aquela bunda gordinha linda ficou na minha frente. Enquanto metia, escapavam uns dedinhos. Ela gemia como uma louca.
— Essa bundinha também vai ser minha?
— Não, não faço por aí, dói muito.
Continuei com os dedos, ela toda empolgada e cheia de tesão. Até que ela disse:
— Não aguento mais, pega um creme da sua mãe e faz a minha bunda.
Flash ficou pequeno do rápido que fui pegar aquele creme. Passei na pica e lubrifiquei a bundinha dela, verdade que foi meio chato, ela tava desconfortável, doía bastante. Depois de um tempo, tirei e segui só pela frente. Ela me dizia:
— Você nunca vai gozar, cara? Quero que tire todo o leite, quero esse leite.
— Onde você quer, bebê?
— Na minha boca, quero te provar. Ela terminou de falar e eu tive que encher a boquinha dela, foi a primeira vez que fiz isso, eu era o homem mais feliz do mundo naquele momento.
Com Nós pegamos por três anos e as histórias que tenho com essa puta são bem gostosas. Depois vêm mais.
A gente não é daqui, e meus pais viviam dando um jeito de fugir pra cuidar das nossas propriedades na minha cidade natal, aluguéis e tal.
Minha avó, claro, não podia ir com eles. Então deixavam ela na casa da minha irmã, que morava a poucas quadras.
A gente tinha trocado de empregada, a anterior era um desastre de feia. Ela era alguns anos mais velha que eu, não era bonita, mas tinha algo espetacular: aquela cara de putinha e umas tetas lindas. Morava perto de casa e era solteira. Sempre me zuava, dizendo que ia me apresentar uma amiga, que com aqueles olhos eu não podia ficar solteiro.
Naquele dia que meus velhos foram embora, ela tava levando umas coisas da minha avó pra casa da minha irmã, e eu falei:
— Vamos tomar umas cervejas, quer? (ela sempre dizia que gostava).
Ela ficou meio doida quando eu joguei a ideia. Achei que ia me mandar tomar no cu ou me dar um fora, mas não, ela disse:
— Deixo isso aqui e volto.
Se tem alguém que é otário com as gostosas, sou eu, então minha intenção aqui é contar a verdade.
Comprei as cervejas e fomos pro meu quarto ouvir música e conversar. Eu me fiz de bobo e quase não bebi, ela parecia que tinha bebido tudo sozinha. Me perguntou se podia fumar, eu falei que sem problema. Aí a conversa esquentou mais.
Num momento, surgiu o assunto de se depilar e tal. Eu falei que me irritava me depilar todo dia, mas que nasci peludo.
Ela levantou a calça e mandou eu tocar as pernas dela.
— Em mim quase não cresce. Toca, vê, e olha que nem me depilei.
Ela levantou a perna e apoiou na minha cadeira. Enquanto eu acariciava a perna dela, ela começou a me tocar a bunda com o pé. Já tava começando a me irritar aquilo. Até que num momento ela se ajeitou na conversa e levantou o outro pé. Obviamente, o lugar que sobrou foi minha entreperna. Começou a esfregar nas minhas bolas. Eu tava de short, daqueles de surfista. Imagina, eu sentia cada movimento. A pica começou a ficar dura pra caralho.
Ela já tava pronta e se aproximou do PC.
— Vamos ver que temas você tem? Deixa eu colocar um aqui.
Ela chegou tão perto de mim que não teve jeito, só uma boa transa. Sentei ela na cadeira e comecei a apalpar aqueles peitos lindos. Tirei a roupa dela e comecei a chupar, por Deus, que tetas maravilhosas. Sempre chupo por fora, devagar, e no final o mamilo, isso a maioria adora. Minha pica tava prestes a explodir. Eu, ajoelhado, chupando o peito dela, já tava cansando. Levantei e, sem pedir ou insinuar, ela mordeu devagar minha pica por cima do short. Uhh, como me deixou com tesão. Tirei o short e ela olhava pra minha pica como uma criança olhando pra um doce. Começou a fazer um boquete, desde as bolas até a ponta da pica.
Ela me disse:
— Deixa eu avisar minha amiga que mora comigo que não vou dormir em casa hoje, tá?
Eu: — Pode ir, vou pegar minhas camisinhas.
Do lado tinha a cama. Fui tirando a roupa dela e chupei a buceta dela por um bom tempo. Ela não aguentava mais.
— Vai, vem aqui, cara, e me come, vai, não aguento mais.
Começamos a transar e logo encontrei as zonas mais erógenas dela, uma era o pescoço, ela derretia quando eu passava a língua.
Coloquei ela de quatro e aquela bunda gordinha linda ficou na minha frente. Enquanto metia, escapavam uns dedinhos. Ela gemia como uma louca.
— Essa bundinha também vai ser minha?
— Não, não faço por aí, dói muito.
Continuei com os dedos, ela toda empolgada e cheia de tesão. Até que ela disse:
— Não aguento mais, pega um creme da sua mãe e faz a minha bunda.
Flash ficou pequeno do rápido que fui pegar aquele creme. Passei na pica e lubrifiquei a bundinha dela, verdade que foi meio chato, ela tava desconfortável, doía bastante. Depois de um tempo, tirei e segui só pela frente. Ela me dizia:
— Você nunca vai gozar, cara? Quero que tire todo o leite, quero esse leite.
— Onde você quer, bebê?
— Na minha boca, quero te provar. Ela terminou de falar e eu tive que encher a boquinha dela, foi a primeira vez que fiz isso, eu era o homem mais feliz do mundo naquele momento.
Com Nós pegamos por três anos e as histórias que tenho com essa puta são bem gostosas. Depois vêm mais.
6 comentários - Nova empregada doméstica gostosa