As coisas da vida V: Família, vida, minhas duas luas

Depois daquela noite tão intensa, quando a bebedeira passou, acordamos espalhados na cama. O cheiro de sexo e a curtição da noite foram muito gostosos de ver as duas juntas e saber que, de agora em diante, somos um só e, como tal, uma nova família. Os problemas das semanas passadas não existiam mais, o dinheiro era só um detalhe menor e não tinha segredos que nos limitassem. Eu podia falar, pensar ou dizer o que quisesse, e elas sabiam que podiam contar comigo pro que precisassem, porque são minhas mulheres. Viqui e Andrea, minhas mulheres. Ver elas assim me deixou muito excitado, mas não sabia se alguém já estava acordado, então tomei um banho no banheiro privativo do quarto e fui pra sala de jantar tomar café. Logo ali, encontro a Naty com o sorriso feliz dela, mas com um olhar inquisidor que já me fazia prever um interrogatório que eu não tava a fim de responder, porque não sabia o quão mente aberta a garota podia ser de verdade. Perguntei pelo Nico, e ela respondeu que ele tava dormindo tranquilamente por causa da bebida que tinha tomado na noite anterior. Claro que me fiz de desentendido e me servi uma xícara de café pra me revigorar um pouco. Naty perguntou pelas meninas, e eu disse que, assim como o Nico, ainda estavam dormindo. A verdade é que eu não falava muito, era uma situação meio desconfortável, como dois adversários se estudando. Tomamos café em silêncio, só nos olhando. Parecia que a boa vibe do dia anterior tinha ido embora. Num momento, quando terminei meu café e me levantei pra deixar a xícara e ir pra piscina, já que o dia tava lindo, ela me parou e disse: "Se você vai lá fora caminhar, posso te acompanhar, porque aqui parece que não vai ter movimento por um bom tempo e não quero ficar entediada." Não tive escolha a não ser aceitar de má vontade. Saímos pra caminhar pela trilha. A paisagem era realmente linda, mas nada comparado a como a garota estava vestida, algo que eu nem tinha reparado porque, com o nervosismo, nem prestei atenção na roupa dela. Ela estava com um pareo amarelo bem suave e uma camiseta. Camiseta branca solta, daquelas que tão na moda agora. Perguntei pra onde ela queria ir, e ela disse: "vamos andando pela trilha até chegar na lagoa". Fizemos isso, em silêncio. Mais desconfortável impossível. Ela tava segurando no meu braço e, de vez em quando, como quem não quer nada, eu roçava na peita dela que tava mais perto do meu braço. Coisa linda, mas eu tava cada vez mais ligado que tava afim da mina. Depois de um tempo, caminhando um bom pedaço em silêncio por uma trilha que não era a principal que a gente veio — porque ela quis pegar outra —, chegamos num lugar foda entre as árvores e a água. Como não tinha banco nem lugar pra sentar, ela se acomodou na grama perto da gente, me chamou pra sentar e, quando eu tava me ajeitando, ela soltou a primeira bomba. "Que jeito de transar vocês ontem à noite", foi o que ela soltou, sem rodeios. "Da próxima vez, fechem melhor a porta, porque o Nico pode ver vocês. E com a vontade que ele tem da Viqui, é capaz de querer comer ela." Eu congelei, não sabia como reagir. Por mais que eu fantasiava em ter uma família assim, nunca consegui processar tanta informação tão rápido. Precisava me alinhar com tudo que tava rolando e tentei montar a frase mais bem bolada que conseguisse. Soltei do jeito que deu. Falei que sim, que a verdade é que foi muito gostoso e que tava morrendo de vergonha dela ter descoberto nossa situação daquele jeito. Não queria que ela interpretasse mal, mas que a gente era um casal não convencional, por assim dizer. Mais que um casal, a gente era um trio familiar. E que, sinceramente, esperava que ela não nos julgasse como degenerados ou algo do tipo. Ela soltou uma gargalhada forte que me surpreendeu, pra ser sincero. Disse pra eu não ser besta, que não incomodava nada, muito pelo contrário, que era algo que ela achava genial. Mas me aconselhou que o Nico não deveria saber, porque pra ele eu era tipo um modelo a seguir e ela realmente não queria ter que... Lidar com ele querer me imitar, e ainda por cima ela me disse que o que tinha visto a excitou demais, a ponto de gozar numa punheta de campeonato. Esse último comentário me deixou de queixo caído, nem sei que cara eu fiz, mas ela só ria. E a estocada final foi quando ela comentou que, meio dormindo, me viu olhando pra virilha dela ontem à noite e lembrava de parte do que as meninas falavam sobre o quanto eu tava gostando do que via. Ufa, foi muito forte, não sabia nem onde me enfiar nem o que dizer. Tentei articular frases explicando que não queria que ela me interpretasse mal, que ela era muito gostosa, mas que jamais faltaria com respeito por causa do Nico, que eu realmente gostava muito dele. Ela parecia realmente estar adorando tudo, porque ria cada vez mais alto, até que numa dessas, como se estivessem contando a piada mais engraçada do mundo, ela se jogou pra trás, deixando à mostra o que se escondia debaixo do pareô. Pra ser exato, não tinha nada, ela tava sem calcinha, a filha da puta, e ver aquela linda pussy me deixou alerta em dois segundos. Quando ela se levantou, me viu olhando diretamente pra pussy pelada dela, não disse nada, só me olhava e ria, curtindo o resultado. Quando saí da hipnose, olhei pra ela e ela disse, como se nada tivesse acontecido: "Gostou da minha bucetinha?" Eu consegui dizer: "É linda". Ela comentou que quando andava assim, junto com minha sobrinha, elas gostavam de ficar livres pra aproveitar o clima, e que nem sutiã tava usando. E, como se nada, puxou a regata e apareceu a teta linda dela, coroada por um mamilo rosado lindíssimo. Ela me olhava, esperando alguma reação, e a verdade é que não tive coragem de fazer nada. Ela é a namorada do meu sobrinho, não podia fazer nada. Então ela tomou a iniciativa e disse pra eu relaxar, que ela sabia que eu tava afim e que era algo natural, afinal ela era só a namoradinha do meu sobrinho, não eram casados nem nada, e além disso o Nico não podia reclamar, já que numa festa há pouco tempo ela mesma tinha pegado ele. com a prima dela enquanto ela chupava a pica dele, os dois já com uns drinks na cabeça, na bronca ele confessou que tinham transado umas vezes e ela tinha dito que aquilo era algo que eles tinham em comum. Fiquei pasmo, comentei, porque as duas pegaram o Nico, ela ri e me fala: "olha, vocês três pegaram todo mundo, mas diferente de vocês, que foi separado, e era justamente por isso que eu não queria que o Nico soubesse, porque ele ia pedir pra gente fazer o mesmo e eu não tava a fim de assumir essa responsabilidade toda." Enquanto a gente conversava, ela continuava de pernas abertas e eu admirando a buceta dela, que já tava mostrando uma umidade da porra. Perguntei por que ela não praticava com meu sobrinho, já que tinha gostado do que viu, e ela respondeu que, diferente do que o Nico viu, ele não tava maduro pra algo assim, mal conseguia levar adiante o relacionamento que tinha com a namorada, e minha sobrinha pensava a mesma coisa. Ela precisava de alguém mais seguro de si, e o Nico tinha sérios problemas de confiança por ser gay e viciado em punheta. Disse que amava ele pra caralho, mas ele precisava crescer mais e ela não queria apressar o processo, e o que tinha visto na noite anterior era exatamente o que precisava pra aguentar esse relacionamento. Fiquei olhando meio atônito, mas o fato dela confessar que tava comendo minha sobrinha, a confissão de que tinha se masturbado vendo a gente na noite anterior, e vê-la de pernas abertas era uma combinação muito foda que tava acabando comigo. A pica tava prestes a explodir e as bolas já tavam inchadas. Ela percebeu isso e, como se nada tivesse acontecendo, perguntou se podia ver minha pica. Olhei pra ela sem acreditar na situação, mas a verdade é que sempre gostei de ser um pouco alfa, e o fato de uma garota meiga estar me colocando naquela situação me irritava pra caralho. Eu não era mais um otário qualquer, era alguém com um certo respeito por um sobrinho que realmente precisava amadurecer e tinha uma bomba como namorada. Então... Assumi o papel que me caía melhor, me levantei, tirei a pica que já tava vazando líquido pra caralho e, sem perguntar nada, enfiei nos lábios dela. Ela parece que não esperava que eu fosse tão direto, porque até então era ela quem tava no controle da situação, mas que porra, se me procura me acha, então não hesitei, coloquei bem a pica na boca doce dela e falei pra mim mesmo: vai fundo até ela se arrepender de ser puta. Ela abriu a boca sem reclamar e começou a chupar minha pica como uma expert, como aquela mina chupa é inacreditável, lembro e já fico duro. Ela babava tudo, até a garganta, sem pestanejar, e como eu disse antes, não sou nenhum superdotado, mas ela dava tudo de si, engolia e lambia como uma louca. Quando percebi que ela tava se ajeitando e que provavelmente achava que ia chupar até eu gozar, tirei a pica da boca doce dela, parei, me abaixei, virei ela e comecei a comer aquele cuzinho gostoso que me deixava louco. Lambia o cu e usava a palavra: buceta, e que usasse a palavra: buceta mais gostosa, por favor, era um manjar. Ela reclamava como se tivessem matando ela, eu mexia no clitóris dela pra ela esquentar mais e mais, apertava o cuzinho e alternava os dedos dentro dela. Ela gritava enquanto apertava os peitos com uma mão, era o paraíso. Eu tava chupando descontroladamente aquele cu que tanto me excitou, tava no meu melhor trabalho quando sinto uma mão na minha cabeça e uma voz feminina sussurrando no meu ouvido: "Até que você comeu ela, seu filho da puta." Era a Viqui. Fiquei paralisado, não sabia o que dizer ou fazer. Ela acariciou minhas costas e disse: "Continua, que essa puta vai saber o que é um homem. Depois a gente conversa, amor." Então ela continuou andando, se posicionou na frente da mina, tirou o short que tava vestindo e colocou a buceta na boca dela, ordenando: "Chupa, gostosa. Se você comeu meu marido, vai chupar a minha buceta." Ver essa nova atitude da Viqui me excitou pra caralho, então sem hesitar e no meu novo papel de macho alfa, comecei a meter o dedo nela. ano com meu dedo sem dó nem piedade, primeiro um, depois dois e assim um após o outro, quando Viqui queria reclamar eu tapava mais a boca dela com a pussy, enquanto estávamos nessa eu encaixei a cock no cu dela e comecei a colocar na entrada, huf que apertadinho tava aquilo, enfiei de pouco pra não machucar, queria que a girl curtisse, não que me odiasse, apertava e soltava, entrava devagar, até que ela mesma num movimento brusco enfiou toda a cock, que se não é extremamente longa, é mais normal mas grossa, sentir a umidade da pussy dela nos meus ovos era uma delícia, ela se mexia furiosamente, enquanto eu literalmente comia a pussy da Viqui que tava desvairada de prazer, num momento Viqui virou os olhinhos e começou a cum descomunalmente, a ponto de um jorro de líquido banhar a cara da Naty que bebeu tudo que pôde, foi tão tasty ver tudo que bati mais forte no cu da nena, os peitos balançavam pra todo lado e a gatinha bufava de prazer, Viqui me incentiva a arrebentar a Booty da nena, então bati mais forte, como a posição tava me fodendo, principalmente as pernas, virei ela e coloquei de barriga pra cima, levantei as pernas, ergui bem o cu da young lady e enfiei de novo naquele tasty cu, a girl jogou a cabeça pra trás e abriu a boca babando igual louca, começou uma cum enorme enquanto Viqui tinha tirado a regata dela pra não sujar e acariciava seus lindos peitos, jorros de fluxo e xixi saíam da pussy dela e isso me levou ao limite, anunciei que ia cum e ela pediu pra não gozar dentro do cu dela, achei estranho na real, rápido perguntei onde então porque não aguentaria muito, e ela mesma enfiou na pussy dela do jeito que tava, foi devastador sentir aquela umidade mas não queria deixar ela grávida, e ela me olhou e soltou, fica tranquilo tomo pílula há anos. Ela nem terminou de falar e eu já tava enchendo de porra a buceta apertada que ela tinha, foram rios de porra que eu descarreguei como se na noite anterior não tivesse comido ninguém, fiquei imóvel e muito cansado, me deitei no meio das duas e a Naty me fala que adora a sensação de se sentir cheia de porra, enquanto ela falava a Viqui me beijava e acariciava e, retomando o papel de nova esposa, fala: "Bom, galera, vamos que os outros já tão levantando. Imaginei que vocês dois tavam tramando alguma, já que ontem à noite te vi quando você tava batendo uma", ela fala pra Naty, "era questão de tempo até você querer comer meu marido, mas pra próxima vez — e te garanto que você vai querer mais — só pede pra gente primeiro, não nos deixe de lado." E, terminando a frase, deu um beijão nela que arrancou o sorriso mais lindo dos lábios dela.

Chegamos na cabana e o Andre e o Nico já tavam tomando café. A Naty tava andando meio torta, então falamos que ela tinha caído e que ia tomar banho. O Nico nem ligou, porque tava doido olhando pra bunda da Viqui e do Andre, óbvio que, como me conhece, sabia perfeitamente que a bunda da menina tava bem arrombada.

Pro resto dessas mini férias, a gente andou com muito mais cuidado. Comíamos no mato ou quando o Nico dormia por causa do álcool. Minha sobrinha tinha ligado avisando que vinha, mas nunca chegou, e os dias foram acabando, então voltamos pra rotina, já que, como falei antes, por causa da grana que eu tinha ganhado, a gente precisava terminar a construção da nossa nova casa. Ficamos nessa durante a semana, e nos fins de semana voltaríamos pra cabana que a gente tinha alugado pro verão inteiro. O Nico viajou com os pais, eram as férias dele, e de quebra me pediu se dava pra cuidar da namorada dele pra ela não ficar sozinha. Falei: "Sem problema, vai tranquilo que aqui a gente cuida dela." E pra completar, apareceu a Jessy e, pelo visto, a sobrinha que tanto se fez de anunciada. Tinham muitas coisas pra contar, e já tava parecendo mais um harém do que outra coisa. família, o que deixarei para outra história.

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