Doutora, esposa... e agora infiel 2
Na quinta-feira acordei cedo, não queria ir pro hospital, liguei e falei que não tava me sentindo bem, melhoras. Fui andando pelada pro banheiro, vi a calcinha fio dental e achei que tava do jeito que deixei, me arrependi de ter deixado ela ali, mas não liguei muito. Me senti estranha, geralmente sou bem culpada, mas não senti um pingo de culpa. Olhei a calcinha e dava pra ver os restos de porra seca, me deu tesão e coloquei ela, fui pro quarto, calcei uns saltos e caminhei sensual pela sala me olhando no espelho, amei como eu tava. Joguei os sapatos pra lá e fui descalça pra cozinha fazer um chá com mel, de vez em quando me acariciava por cima da calcinha suja, me excitava estar usando ela. Me peguei pensando em ligar pro Carlos, não pro meu marido, e percebi que não trocamos os números. Levei o chá pra sala e me joguei no sofá de três lugares, peguei o celular e liguei pro meu marido.
-Oi, amor... como cê tá? -falei
-Oi, querida... tô aqui... e você?
-Por que "tô aqui"... o que rolou?
-Nada, o filho da puta do Ariel, quer se juntar com o Juan, os dois tão querendo...
Ele continuou falando enquanto eu pensava, homens, sempre competindo, pra ver quem tem a maior, insuportáveis, pensei, comecei a me acariciar por cima da calcinha e pensava se eu te contasse que alguém que acabei de conhecer gozou pra caralho em mim, teu orgulho de macho...
-... Desculpa, amor, tô te enchendo com minhas coisas -ele disse, interrompendo o discurso- como foi ontem no hospital?
-Um garoto jovem... morreu... -um silêncio pesado se fez-
-Desculpa, amor, e eu com besteiras...
-Um beijo, amor, depois a gente fala...
Comecei a chorar, pensava no Carlos, perder a família toda assim, de repente, chorei pra valer, muitas emoções juntas. Em só 30 minutos daquele dia percebi que conseguia mentir com facilidade e não sentir culpa nenhuma.
De tarde fui comprar roupa, muita saia curta, vestidos justinhos e muita lingerie sexy.
O Sexta-feira acordei nervosa, coloquei uma calcinha nova, fui pro hospital, de tarde cheguei atrasada na empresa, nada de trabalho, no refeitório tava o Carlos que nem me olhou, por sorte tudo normal mas quando é que eu te vejo? pensei, a gente saía às seis, fui ler no consultório. 5 e meia batem na porta
-oi?
Carlos aparece, seis e meia na porta do hotel.
Fiquei nervosa. Entrei no carro, matei tempo, ele subiu na esquina do hotel, a gente se beijou e entrou junto. Me senti feliz e excitada.
De novo a gente durou pouco vestido.
Logo tava montando em cima, senti que a conexão tava melhor, percebi que ele adorava quando eu apertava a bunda dele e ficava louco se eu cravava as unhas, ele metia bem forte, notei meu tesão quando ele imobilizou minhas mãos com uma só, enquanto com a outra ele amassava meus peitos. A gente continuou se pegando, se conhecendo, amava como o pau dele me preenchia, sentia que envolvia ele perfeitamente.
— Você devia colocar camisinha, olha que eu não me cuido...
A bombada dele acelerou e pareceu que o pau dele ficou ainda mais duro, minhas pernas agarraram ele forte de novo por trás das coxas, me oferecendo bem aberta. Cravei as unhas fundo na bunda dele e senti aquele pistão endurecer, pulsar e começar a tremer, cuspindo a descarga dele, gritei meu orgasmo, fazia tempo que não gozava assim. A gente ficou descansando um pouco, o pau dele continuava duro, agora vou chupar ele e fui, amava aquele pau venoso, os dedos do Carlos brincavam na minha buceta, nisso meu celular tocou, Carlos pegou e me passou
— Diz love... — falou irônico
Minha mão esquerda ficou rodeando a base do pau dele e as bolas, meti na boca antes de atender, tirei e atendi,
— Oi love...
— Oi, tô indo pra casa... e você?
Dei um beijinho na ponta e respondi
— Tô indo buscar uns apontamentos na casa de uma colega... depois vou pra casa...
— Beleza, aí a gente sai pra jantar...
— Beleza love... daqui a pouco vou...
Na hora me Monto por trás, eu tava de bruços na cama, senti ele e amei, nessa posição sentia que ele me preenchia mais. Tive um surto de maldade,
– Anda logo que meu marido tá me esperando pra me levar pra jantar...
Ele me agarrou forte pelo cabelo, fez um rabo de cavalo e começou a meter bem forte.
– Ele vai te receber bem cheia...
– Adoraria que você metesse na minha boquinha... – falei exagerando minha voz de putinha
Ele parou no pé da cama e enfiou na minha boca, eu me masturbava freneticamente
– Você vai dar beijinhos no seu amorzinho depois...
E logo a gente gozou junto de novo. Foi uma experiência intensa pra nós dois. Fui no banheiro tentar me arrumar. Trocamos os celulares. Ele me salvou como Dra. ... e meu nome, eu falei pra salvar ele como Carmen, que era a gatinha que sempre me chamava pra ir em alguma emergência, mas ela não tinha telefone fixo, ligava de lugares diferentes, meu marido tava acostumado a ela me ligar a qualquer hora. Carlos tava encantado. Saímos do hotel e fui com ele até o ponto, nos beijamos e ele enfiou a mão na minha bucetinha, me beijou perto da orelha falando.
– Cuidado que seu marido pode encontrar uma surpresa por aqui...
– É, filho da puta, você me encheu toda... e nos beijamos apaixonadamente.
Saí correndo pra casa, me sentia excitada com a situação, me sentia suja mas adorava. Por sorte quando cheguei meu marido tava tomando banho, fui pro banheiro de cima. Tirei a calcinha e joguei bem no fundo do cesto de roupa suja, escovei os dentes e entrei no chuveiro, que prazer a água quente no meu corpo. Fiquei um tempão, ouvi meu marido gritando perguntando se eu tava tomando banho lá em cima e gritei um sim.
– Então vamos logo pra gente sair...
Coloquei um conjunto de lingerie novo e um dos vestidos, o mais justo de todos, vestia como uma luva, salto alto, brincos discretos e maquiagem leve. Desci as escadas, a cara do meu marido foi um poema, boca aberta.
– Vai engolir uma mosca... te Gostou? Comprei ontem, quero me vestir mais gostosa pro meu marido...
- Mas os caras vão querer te comer...
- E é por isso que me visto assim pra sair com você... você me protege.
Pela primeira vez no meu relacionamento, não tava preocupada com o olhar do meu marido, mas sim atenta aos olhares de outros homens que eram carícias pra mim. Deixamos o carro a umas quadras e fomos andando, de um carro onde iam uns caras gritaram pra gente.
- Como roubou, gordão!!!!!
No restaurante, uns caras me olhavam descaradamente, o que antes me irritava, agora me dava tesão. Me senti muito excitada com tudo do dia.
Num momento do jantar, ele me perguntou.
- Tô muito gordo, amor?
- Cê tá gordinho, um pouco flácido... - falei com muita maldade, mas consertei com um... mas te amo. Ele acariciou minha mão. De volta em casa, tirei o vestido no pé da escada e subi andando de forma sensual.
- Te espero na cama... gordão...
Me joguei na cama e comecei a me acariciar, me sentia em chamas, ele subiu, se despiu e colocou uma camisinha.
- Por que você coloca camisinha na hora? ... tem medo de pegar alguma coisa de mim...
- Não, amor... a gente não quer filhos ainda...
Ele me penetrou e começou a meter forte. Me senti malvada e irritada.
- Cê acha que se seus inimigos Ariel ou Juan me comessem, eles colocariam camisinha? - e mordi a orelha dele. Na hora ele gozou jorrando, eu sentia dentro da camisinha.
- Já gozou...? e eu fico aqui com tesão...?
Ele foi me chupar, eu pensava que Carlos tinha deixado a descarga dele em mim e isso me deixou com mais tesão.
- Mexe bem a língua... vai...
E meu orgasmo foi uma explosão, ele me beijou e disse que me amava. Pela primeira vez, não respondi.
Na quinta-feira acordei cedo, não queria ir pro hospital, liguei e falei que não tava me sentindo bem, melhoras. Fui andando pelada pro banheiro, vi a calcinha fio dental e achei que tava do jeito que deixei, me arrependi de ter deixado ela ali, mas não liguei muito. Me senti estranha, geralmente sou bem culpada, mas não senti um pingo de culpa. Olhei a calcinha e dava pra ver os restos de porra seca, me deu tesão e coloquei ela, fui pro quarto, calcei uns saltos e caminhei sensual pela sala me olhando no espelho, amei como eu tava. Joguei os sapatos pra lá e fui descalça pra cozinha fazer um chá com mel, de vez em quando me acariciava por cima da calcinha suja, me excitava estar usando ela. Me peguei pensando em ligar pro Carlos, não pro meu marido, e percebi que não trocamos os números. Levei o chá pra sala e me joguei no sofá de três lugares, peguei o celular e liguei pro meu marido.
-Oi, amor... como cê tá? -falei
-Oi, querida... tô aqui... e você?
-Por que "tô aqui"... o que rolou?
-Nada, o filho da puta do Ariel, quer se juntar com o Juan, os dois tão querendo...
Ele continuou falando enquanto eu pensava, homens, sempre competindo, pra ver quem tem a maior, insuportáveis, pensei, comecei a me acariciar por cima da calcinha e pensava se eu te contasse que alguém que acabei de conhecer gozou pra caralho em mim, teu orgulho de macho...
-... Desculpa, amor, tô te enchendo com minhas coisas -ele disse, interrompendo o discurso- como foi ontem no hospital?
-Um garoto jovem... morreu... -um silêncio pesado se fez-
-Desculpa, amor, e eu com besteiras...
-Um beijo, amor, depois a gente fala...
Comecei a chorar, pensava no Carlos, perder a família toda assim, de repente, chorei pra valer, muitas emoções juntas. Em só 30 minutos daquele dia percebi que conseguia mentir com facilidade e não sentir culpa nenhuma.
De tarde fui comprar roupa, muita saia curta, vestidos justinhos e muita lingerie sexy.
O Sexta-feira acordei nervosa, coloquei uma calcinha nova, fui pro hospital, de tarde cheguei atrasada na empresa, nada de trabalho, no refeitório tava o Carlos que nem me olhou, por sorte tudo normal mas quando é que eu te vejo? pensei, a gente saía às seis, fui ler no consultório. 5 e meia batem na porta
-oi?
Carlos aparece, seis e meia na porta do hotel.
Fiquei nervosa. Entrei no carro, matei tempo, ele subiu na esquina do hotel, a gente se beijou e entrou junto. Me senti feliz e excitada.
De novo a gente durou pouco vestido.
Logo tava montando em cima, senti que a conexão tava melhor, percebi que ele adorava quando eu apertava a bunda dele e ficava louco se eu cravava as unhas, ele metia bem forte, notei meu tesão quando ele imobilizou minhas mãos com uma só, enquanto com a outra ele amassava meus peitos. A gente continuou se pegando, se conhecendo, amava como o pau dele me preenchia, sentia que envolvia ele perfeitamente.
— Você devia colocar camisinha, olha que eu não me cuido...
A bombada dele acelerou e pareceu que o pau dele ficou ainda mais duro, minhas pernas agarraram ele forte de novo por trás das coxas, me oferecendo bem aberta. Cravei as unhas fundo na bunda dele e senti aquele pistão endurecer, pulsar e começar a tremer, cuspindo a descarga dele, gritei meu orgasmo, fazia tempo que não gozava assim. A gente ficou descansando um pouco, o pau dele continuava duro, agora vou chupar ele e fui, amava aquele pau venoso, os dedos do Carlos brincavam na minha buceta, nisso meu celular tocou, Carlos pegou e me passou
— Diz love... — falou irônico
Minha mão esquerda ficou rodeando a base do pau dele e as bolas, meti na boca antes de atender, tirei e atendi,
— Oi love...
— Oi, tô indo pra casa... e você?
Dei um beijinho na ponta e respondi
— Tô indo buscar uns apontamentos na casa de uma colega... depois vou pra casa...
— Beleza, aí a gente sai pra jantar...
— Beleza love... daqui a pouco vou...
Na hora me Monto por trás, eu tava de bruços na cama, senti ele e amei, nessa posição sentia que ele me preenchia mais. Tive um surto de maldade,
– Anda logo que meu marido tá me esperando pra me levar pra jantar...
Ele me agarrou forte pelo cabelo, fez um rabo de cavalo e começou a meter bem forte.
– Ele vai te receber bem cheia...
– Adoraria que você metesse na minha boquinha... – falei exagerando minha voz de putinha
Ele parou no pé da cama e enfiou na minha boca, eu me masturbava freneticamente
– Você vai dar beijinhos no seu amorzinho depois...
E logo a gente gozou junto de novo. Foi uma experiência intensa pra nós dois. Fui no banheiro tentar me arrumar. Trocamos os celulares. Ele me salvou como Dra. ... e meu nome, eu falei pra salvar ele como Carmen, que era a gatinha que sempre me chamava pra ir em alguma emergência, mas ela não tinha telefone fixo, ligava de lugares diferentes, meu marido tava acostumado a ela me ligar a qualquer hora. Carlos tava encantado. Saímos do hotel e fui com ele até o ponto, nos beijamos e ele enfiou a mão na minha bucetinha, me beijou perto da orelha falando.
– Cuidado que seu marido pode encontrar uma surpresa por aqui...
– É, filho da puta, você me encheu toda... e nos beijamos apaixonadamente.
Saí correndo pra casa, me sentia excitada com a situação, me sentia suja mas adorava. Por sorte quando cheguei meu marido tava tomando banho, fui pro banheiro de cima. Tirei a calcinha e joguei bem no fundo do cesto de roupa suja, escovei os dentes e entrei no chuveiro, que prazer a água quente no meu corpo. Fiquei um tempão, ouvi meu marido gritando perguntando se eu tava tomando banho lá em cima e gritei um sim.
– Então vamos logo pra gente sair...
Coloquei um conjunto de lingerie novo e um dos vestidos, o mais justo de todos, vestia como uma luva, salto alto, brincos discretos e maquiagem leve. Desci as escadas, a cara do meu marido foi um poema, boca aberta.
– Vai engolir uma mosca... te Gostou? Comprei ontem, quero me vestir mais gostosa pro meu marido...
- Mas os caras vão querer te comer...
- E é por isso que me visto assim pra sair com você... você me protege.
Pela primeira vez no meu relacionamento, não tava preocupada com o olhar do meu marido, mas sim atenta aos olhares de outros homens que eram carícias pra mim. Deixamos o carro a umas quadras e fomos andando, de um carro onde iam uns caras gritaram pra gente.
- Como roubou, gordão!!!!!
No restaurante, uns caras me olhavam descaradamente, o que antes me irritava, agora me dava tesão. Me senti muito excitada com tudo do dia.
Num momento do jantar, ele me perguntou.
- Tô muito gordo, amor?
- Cê tá gordinho, um pouco flácido... - falei com muita maldade, mas consertei com um... mas te amo. Ele acariciou minha mão. De volta em casa, tirei o vestido no pé da escada e subi andando de forma sensual.
- Te espero na cama... gordão...
Me joguei na cama e comecei a me acariciar, me sentia em chamas, ele subiu, se despiu e colocou uma camisinha.
- Por que você coloca camisinha na hora? ... tem medo de pegar alguma coisa de mim...
- Não, amor... a gente não quer filhos ainda...
Ele me penetrou e começou a meter forte. Me senti malvada e irritada.
- Cê acha que se seus inimigos Ariel ou Juan me comessem, eles colocariam camisinha? - e mordi a orelha dele. Na hora ele gozou jorrando, eu sentia dentro da camisinha.
- Já gozou...? e eu fico aqui com tesão...?
Ele foi me chupar, eu pensava que Carlos tinha deixado a descarga dele em mim e isso me deixou com mais tesão.
- Mexe bem a língua... vai...
E meu orgasmo foi uma explosão, ele me beijou e disse que me amava. Pela primeira vez, não respondi.
26 comentários - Doutora, esposa... e agora infiel 2
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