Chapeuzinho Vermelho e o Lobo 33
E no sábado de manhã fomos juntos depilar. Que sensação estranha, ela quis que eu fosse jogar futebol, pra não ficar tão tenso.
Ela foi fazer compras, um vestido novo, curto e justo, meia com liga, tava uma delícia, mas puta demais pra ir na casa dos meus pais, mas fazer o quê, minha mãe conhecia ela desde pequena e também amava ela pra caralho. Ela tava dirigindo e na viagem me disse que tava um pouco preocupada com a minha mãe, sempre tinha gostado muito dela.
— Bom... mas de algum lugar você tira esse cuck... né...?
— Tá nervoso...?
— Tô me sentindo nervoso e angustiado... e ao mesmo tempo tô com a pica dura pra caralho...
— Trouxe camisinha...?
— Sim.
— Coloca uma que eu vou te punhetar um pouco... você não pode chegar assim na casa dos seus pais...
Enquanto dirigia, ela me punhetava de vez em quando, falando comigo.
— Nunca pensei que a gente ia chegar tão longe... hoje a gente vai dar um passo pro desconhecido... acho que você não vai ter limites na sua chifrada... hoje você se forma, hein...?
E ela me masturbou até eu gozar, peguei um lenço, tirei a camisinha e me limpei um pouco, ajeitei minha pica agora mais tranquila dentro da calcinha fio dental.
— Que linda fica essa fio dental branca em você... quando você falar com seu pai... se bater aquela pontinha de orgulho de machão... sente a tirinha da fio dental no seu cu... assim você se toca rapidinho...
Quando chegamos na casa dos meus pais, minha mãe abriu a porta, primeiro abraçou a Denisse, com muito carinho, não soltava ela e as duas estavam chorando. Depois me abraçou e também começou a chorar, meu pai tava no jardim fazendo o churrasco, a gente foi pra lá, minha mãe ficou na cozinha. Denisse andava na frente rebolando a bunda, parecia que tava numa passarela, ele beijou ela no canto dos lábios, e me disse que não me dava a mão porque tava suja.
— Que linda você tá, Denisse... que sorte que meu filho tem...
— Ele não aproveita muito, seu Paulo... olha como eu me visto pra ver se animo ele um pouco — disse ela, dando uma voltinha pra ele. —Do jeito que você tá vestida, até os mortos se levantam...
Ela apoiou a mão suave, mas firme, no antebraço dele, dizendo:
—Ai, Pablo, sempre tão bonitão e galanteador... não muda mesmo... bom, vou pra cozinha ajudar a Mônica...
Meu pai ficou olhando ela caminhar.
—Que rabão que a tua esposa tem, filho... se com uma mulher dessas você tem problema... é melhor se consultar...
Eu me liguei na sensação da minha calcinha fio dental no cu, queria mandar ele pra puta que pariu na hora, mas sabia bem qual era o lugar que eu mesmo tinha criado e escolhido.
—Ela é linda mesmo... mas tenho medo de machucar ela...
—Tá tranquilo, filho... vou te ajudar...
Depois veio o churrasco, o jantar calmo, minha mãe falando da minha irmã, que tava morando em Córdoba e parecia que tava grávida, pra ela era tudo notícia boa, não acreditava em tanta felicidade. Denisse chegou perto do meu ouvido e falou:
—Fala pro teu pai que preciso de um conselho sobre uns assuntos... se pudesse falar com ele a sós...
—Pai... a Denisse tem uns problemas e acha que você pode ajudar ela... dava pra conversar com ela?
—Claro... se sua mãe não se ofender... vamos pro meu escritório...
—Por favor, Pablo... essa menina é como uma filha pra gente... se puder ajudar ela...
Foram pro escritório. Ficaram uns quarenta minutos lá dentro. Minha mãe não parava de falar.
Eu pensava: corna de merda, não percebe o que tá rolando, mas não, minha mãe tava como se estivesse num parque de diversões. Depois saíram do escritório e vieram pra sala. Denisse disse:
—Obrigada, Pablo... que bom saber que posso contar com o senhor... agradece ao teu pai, amor... foi de grande ajuda... e prometeu continuar me apoiando...
—Valeu, pai... a Denisse é muito importante pra mim.
—Filho... tô aqui pra servir ela — disse, e sorriu com malícia.
Depois fomos no carro. Denisse, num sinal, virou de lado, pegou minha mão e levou até a bunda dela. A calcinha fio dental não tava mais.
—Enfia o dedinho... no meu cu... tem leitinho... gozo do papai Pablo aí... não me pediu permissão... pegou como se fosse dele... pedi pra ele vir quando você estiver de plantão... tenho medo de dormir sozinha... coloca uma camisinha que eu vou te punhetar...
como a gente chegou longe... e isso é só o começo... -começou a me punhetar.- que amante bom que é seu pai... e tem uma piroca deliciosa... a gente vai se divertir pra caralho... em família... eh cuck... e minha piroca cuspiu de novo jatos de gozo, enquanto a Denisse ria sarcasticamente.
E no sábado de manhã fomos juntos depilar. Que sensação estranha, ela quis que eu fosse jogar futebol, pra não ficar tão tenso.
Ela foi fazer compras, um vestido novo, curto e justo, meia com liga, tava uma delícia, mas puta demais pra ir na casa dos meus pais, mas fazer o quê, minha mãe conhecia ela desde pequena e também amava ela pra caralho. Ela tava dirigindo e na viagem me disse que tava um pouco preocupada com a minha mãe, sempre tinha gostado muito dela.
— Bom... mas de algum lugar você tira esse cuck... né...?
— Tá nervoso...?
— Tô me sentindo nervoso e angustiado... e ao mesmo tempo tô com a pica dura pra caralho...
— Trouxe camisinha...?
— Sim.
— Coloca uma que eu vou te punhetar um pouco... você não pode chegar assim na casa dos seus pais...
Enquanto dirigia, ela me punhetava de vez em quando, falando comigo.
— Nunca pensei que a gente ia chegar tão longe... hoje a gente vai dar um passo pro desconhecido... acho que você não vai ter limites na sua chifrada... hoje você se forma, hein...?
E ela me masturbou até eu gozar, peguei um lenço, tirei a camisinha e me limpei um pouco, ajeitei minha pica agora mais tranquila dentro da calcinha fio dental.
— Que linda fica essa fio dental branca em você... quando você falar com seu pai... se bater aquela pontinha de orgulho de machão... sente a tirinha da fio dental no seu cu... assim você se toca rapidinho...
Quando chegamos na casa dos meus pais, minha mãe abriu a porta, primeiro abraçou a Denisse, com muito carinho, não soltava ela e as duas estavam chorando. Depois me abraçou e também começou a chorar, meu pai tava no jardim fazendo o churrasco, a gente foi pra lá, minha mãe ficou na cozinha. Denisse andava na frente rebolando a bunda, parecia que tava numa passarela, ele beijou ela no canto dos lábios, e me disse que não me dava a mão porque tava suja.
— Que linda você tá, Denisse... que sorte que meu filho tem...
— Ele não aproveita muito, seu Paulo... olha como eu me visto pra ver se animo ele um pouco — disse ela, dando uma voltinha pra ele. —Do jeito que você tá vestida, até os mortos se levantam...
Ela apoiou a mão suave, mas firme, no antebraço dele, dizendo:
—Ai, Pablo, sempre tão bonitão e galanteador... não muda mesmo... bom, vou pra cozinha ajudar a Mônica...
Meu pai ficou olhando ela caminhar.
—Que rabão que a tua esposa tem, filho... se com uma mulher dessas você tem problema... é melhor se consultar...
Eu me liguei na sensação da minha calcinha fio dental no cu, queria mandar ele pra puta que pariu na hora, mas sabia bem qual era o lugar que eu mesmo tinha criado e escolhido.
—Ela é linda mesmo... mas tenho medo de machucar ela...
—Tá tranquilo, filho... vou te ajudar...
Depois veio o churrasco, o jantar calmo, minha mãe falando da minha irmã, que tava morando em Córdoba e parecia que tava grávida, pra ela era tudo notícia boa, não acreditava em tanta felicidade. Denisse chegou perto do meu ouvido e falou:
—Fala pro teu pai que preciso de um conselho sobre uns assuntos... se pudesse falar com ele a sós...
—Pai... a Denisse tem uns problemas e acha que você pode ajudar ela... dava pra conversar com ela?
—Claro... se sua mãe não se ofender... vamos pro meu escritório...
—Por favor, Pablo... essa menina é como uma filha pra gente... se puder ajudar ela...
Foram pro escritório. Ficaram uns quarenta minutos lá dentro. Minha mãe não parava de falar.
Eu pensava: corna de merda, não percebe o que tá rolando, mas não, minha mãe tava como se estivesse num parque de diversões. Depois saíram do escritório e vieram pra sala. Denisse disse:
—Obrigada, Pablo... que bom saber que posso contar com o senhor... agradece ao teu pai, amor... foi de grande ajuda... e prometeu continuar me apoiando...
—Valeu, pai... a Denisse é muito importante pra mim.
—Filho... tô aqui pra servir ela — disse, e sorriu com malícia.
Depois fomos no carro. Denisse, num sinal, virou de lado, pegou minha mão e levou até a bunda dela. A calcinha fio dental não tava mais.
—Enfia o dedinho... no meu cu... tem leitinho... gozo do papai Pablo aí... não me pediu permissão... pegou como se fosse dele... pedi pra ele vir quando você estiver de plantão... tenho medo de dormir sozinha... coloca uma camisinha que eu vou te punhetar...
como a gente chegou longe... e isso é só o começo... -começou a me punhetar.- que amante bom que é seu pai... e tem uma piroca deliciosa... a gente vai se divertir pra caralho... em família... eh cuck... e minha piroca cuspiu de novo jatos de gozo, enquanto a Denisse ria sarcasticamente.
5 comentários - Minha esposa, meu pai...
sexo con Denisse...que lástima....!!!! y eso que te pedi en comentarios anteriores nos brindaras
esos detallecitos...como se la llevaba...besaba...apoyaba...y al fin se la cogia..sin condon..obvio...pero bueno a nuestro favor esta que sabras leer a tus lectores..de lo que te decimos y tomaras nota..y nos deleitaras ...con lo que se viene...cuando El Suegro vaya a dormir con Denisse....por favor tenlo en cuenta y muestranos con tus palabras...como este hombre hace de Denisse su mujer...su hembra...su put....entiendes...?? por favor...sabemos
que sabras hacerlo y nos deleitaras con ello......(Cuentanos de la misma manera que el negro
Alfredo la apoyaba en el pub...hasta llevarsela y tener sexo con ella...recuerdas?..bueno..porfis
recreanos algo similar...nada mas que ahora sera con su suegro.........tambien..puede estar la
ruleta rusa de tomarla sin condon y preñarla...ojo....o que le guste...mucho el sexo con ella..y se instale en su casa como el nuevo macho Alfha y envie a su hijo a hacerle compañia a su madre..) como ves...esperamos ansiosos la continuidad...y ay muchas variantes a cada cual mas morboza y fuerte...........un abrazo...