Domingo às 9 da manhã, a campainha tocou, era minha putinha.
Eu – Oi Mariana, não tínhamos combinado pra hora da sesta? Não quero que seus pais...
Mariana – Eles foram pra Santa Fé, buscar umas coisas que esqueceram, só voltam à noite. Ouvi você combinando com seus amigos. Falei que tinha que estudar. Só preciso ir na reunião da igreja meio-dia, caso perguntem.
Eu – Haha, parece que tá ansiosa. E o que você quer a essa hora? – Ela me olhou com cara de safada.
Mariana – Transar?
Eu – Haha, sim, é assim que se fala. – Ela ainda estava na porta, vestindo um shortinho verde e uma camiseta com um decote, dava pra ver os bicos duros e que não tava de sutiã. Tirei uma foto com o celular pra minha coleção.
Eu – Beleza, vamos. Tenho que comprar umas coisas. – Ela me olhou.
Mariana – Tá, espera que vou lá em baixo trocar de roupa.
Eu – Não, quero ver como você esquenta pinto.
Mariana – Mas no bairro...
Eu – Relaxa, vamos no Alto Rosario, ninguém vai te reconhecer. Mandei ela entrar um instante, sentei no sofá e chamei ela pra perto. Baixei um pouco o short até ver a buceta dela, que tinha os pelos da mesma cor do resto do corpo, dava pra sentir o calor que saía. Peguei um marcador e escrevi em cima da buceta dela: "slut". Levantei o short de novo, peguei as chaves do carro e saímos. Ela tava nervosa.
Mariana – Nunca saí na rua sem sutiã...
Eu – Vai ter que se acostumar. Quero que você descubra o poder que tem sobre os homens. Chegamos no shopping, subimos pela escada rolante até a seção jovem. Ela me olhou estranho. Eram nove e meia, quase não tinha ninguém. Os vendedores não demoraram nem dois minutos pra ver minha acompanhante jovem e vieram correndo, olhando disfarçadamente pros peitos dela que balançavam a cada movimento.
Vendedor – Oi, posso ajudar?
Eu – Sim, queremos umas roupas de verão pra menina. Você sabe como elas crescem nessa idade, vai ficando pequena de um ano pro outro. — O vendedor sorriu, segurando vários comentários, todos eles inadequados, com certeza. Mariana estava cada vez mais vermelha, tentava não se mexer, tinha notado que quando suas tetas jovens se mexiam, todos os olhos iam direto pra elas, sem nenhum disfarce.
Vendedor — Que tipo de roupa?
Eu — Camisetas e shorts daqueles de lycra que usam agora, ela tem um corpo bonito, gosta de exibir. — O vendedor nos levou pra uma área onde tinha montes de cabides com o que eu tinha pedido. Agradeci o vendedor e falei que a gente chamava ele.
Mariana — Acho que meu pai não vai gostar dessa roupa...
Eu — Nem que você me chupe a pica, mas não vamos contar pra ele, né? Ela sorriu, escolheu umas peças. Eram de lycra. Me olhou esperando minha aprovação.
Eu — Não, putinha, sabe o que vai acontecer se você vestir isso?
Mariana — Que vai marcar muito.
Eu — O quê?
Mariana — Meu corpo.
Eu — O quê? Ela me olhou, sabendo o que eu esperava.
Mariana — Meus peitos.
Eu — E mais o quê?
Mariana — Minha buceta e minha bunda.
Eu — Isso, já sabe como eu gosto que você fale.
Mariana — Tô muito molhada, vamos pra sua casa, por favor.
Eu — Ainda não. — Escolhi duas ou três coisas pra ela e fomos pros provadores enquanto eu falava: A ideia, putinha, é insinuar, esquentar, nunca mostrar, é muito melhor que imaginem do que verem sua buceta marcada. Isso é coisa de puta.
Mariana — E não é o que eu sou?
Eu — Não, você é uma mulherzinha. Só porque você é uma putinha pra mim, não quer dizer que seja pros outros, pelo menos nesse sentido. Mas você vai aprender a esquentar com um certo estilo, já vai ver. Mandei ela parar no corredor e tirei mais umas fotos dela. Dentro do provador, mandei ela se despir devagar enquanto eu tirava mais fotos. Quando ela tirou a camiseta, quase não me segurei, os peitos dela me deixavam louco. Continuei brincando com ela, vestindo os modelitos... posando pra mim com o melhor dos sorrisos, tirando peito, brincando com os mamilos... Quando terminei, deixei ela nua, peguei as roupas, incluindo as dela, e fiz menção de sair.
Mariana — Minha roupa, por favor.
Eu — Não, você vai ficar aqui nua por um tempo, assim vai aprender a confiar em mim.
Mariana — Mas você não pode fazer isso, nua numa loja sem celular, no centro de Rosário, e com isso escrito sobre...
Eu — Sobre o quê?
Mariana — Sobre minha buceta.
Eu — Claro que posso — Saí e deixei ela lá, ouvi ela colocar o trinco. Dei uma volta pela seção de roupas femininas por 15 minutos. O vendedor me olhava estranho, olhando pros provadores, pensando em entrar, com certeza. Escolhi mais algumas peças e fui até a Mariana. Ela abriu a porta, muito nervosa.
Mariana — Achei que você não ia voltar.
Eu — Kkkkk putinha, como eu ia te deixar aqui? Quer sua roupa?
Mariana — Sim.
Eu — Certo, a partir de agora, você vai ter que fazer alguma sacanagem sempre que quiser algo de mim.
Mariana — Quer me comer aqui?
Eu — Não, isso é depois. Quero que você chupe minha pica, e faz direito, porque depois vou limpar minha pica na sua camiseta. Se deixar o menor resquício de porra, você vai sair daqui com a camiseta manchada e vai passar a manhã no shopping pra todo mundo ver o quão puta você é. Ela se ajoelhou e colocou minha pica na boca. Mandei ela ficar de lado pro espelho. Dava pra ver os peitos dela balançando, a carinha de menina boa com minha pica na boca, a bunda dela um pouco levantada...
Eu — Olha no que você está se transformando — Ela se viu no reflexo, parou de chupar por um momento, mas depois continuou enquanto se olhava... começou a brincar com os peitos, apertando eles.
Eu — Hummm, que putinha você é, adoro isso. — Ela chupava e chupava... eu comecei a tirar fotos dela. Assim que ela viu o celular, parou de chupar e sorriu pra câmera, com a pica a dois centímetros da boca dela.
Eu — Você gosta, hein?
Mariana — Adoro, goza em mim por favor, quero sua porra...
Eu — Com prazer, chupa mais forte e acaricia bem devagar minhas bolas que vai sair. mas... Não aguentei muito mais, comecei a gozar, ela literalmente sugava minha pica. Quando terminei, ela apertou suavemente minha pica pra sair as últimas gotas...
Eu - Boa vadia, agora lambe toda minha pica e minhas bolas, deixa elas completamente limpas. Deixei ela assim uns cinco minutos, era uma delícia ver a língua rosada dela nas minhas bolas e na minha pica, comecei a esquentar de novo, então parei.
Eu - Chega. Dei dinheiro pra ela na saída do provador e falei pra pagar sozinha, já tinha três vendedores juntos, sem dúvida sabiam o que tinha rolado, a gente tinha passado mais de 45 minutos pra duas calças e duas camisetas. Ela já não tava mais envergonhada, foi até eles com toda naturalidade enquanto eles olhavam pros peitos dela quando ela se aproximou, pagou com o melhor sorriso de menina boazinha. Depois veio até mim.
Eu - Já tomou café da manhã, vadia?
Mariana - Até que sim - piscando um olho.
Eu - Hahaha, não, tô falando do outro café da manhã. Fomos pra cafeteria, eu precisava de um café, enquanto comíamos a gente conversava como dois bons amigos.
Mariana - Tô amando tudo isso.
Eu - Gostou da porra?
Mariana - É estranho, é forte, mas eu gosto, antes achava que ia sentir muito nojo quando via em fotos, mas agora tô morrendo de vontade de chupar você de novo.
Eu - Ótimo, porque assim que começarem as aulas, você vai falar pros seus pais que entra uma hora antes, vai subir no meu apê e me acordar com um boquete bem dado, quero gozar nessa boquinha toda manhã enquanto tomo meu café, que, aliás, você vai preparar.
Mariana - Vai ser um prazer, sem problema com o horário, eles saem de casa umas oito menos quinze, dá tempo.
Eu - Beleza, e tira uma cópia das chaves da sua casa pra mim.
Mariana - Pra quê?
Eu - Confiança, vadia, já te falei que você teria que confiar em mim 100%. Você é minha vadia, minha vadia, seus peitos e sua buceta são minha propriedade, ainda não entendeu?
Mariana - Cada vez que você fala essas coisas, eu fico mais molhada ainda.
Eu - Agora vou te foder essa bucetinha virgem, mas antes... vamos pra um lugar. Mandei ela entrar num banheiro e limpar aquela putaria, demorou um pouco mas no fim saiu.
Mariana - Não tinha como tirar aquilo. Levei ela num centro de depilação que tinha uns andares abaixo, mandei depilar completamente a buceta, queria igual a de uma menina, dei o dinheiro e marquei de encontrar com ela uma hora depois.
Mariana - Que vergonha, acho que a moça era sapatão, chamou uma amiga pra ajudar. Depois me deram um creme pra não irritar, e as duas passaram em mim de revezamento, acho que gozei.
Eu - Kkkk, vamos, onde você quer perder a inocência?
Mariana - Acho que já perdi.
Eu - Fala, então.
Mariana - Na cama dos meus pais.
Eu - Que puta que você é, onde seu pai come sua mãe mal?
Mariana - Era a cama da minha avó, acho que ela perdeu a virgindade nela, e minha mãe também, justo, né?
Eu - Sim, certeza que seu pai concorda que a princesinha dele seja comida na mesma cama, ligamos pra ele e perguntamos?
Mariana - Melhor não - disse rindo.
Chegamos em casa, subi no meu apê pra pegar minha câmera de vídeo, queria imortalizar o momento. Mandei ela se despir completamente e sentar na frente da câmera, indiquei o que ela devia dizer.
"Oi mãe, hoje é o dia, sei que você esperava que eu fosse virgem até casar, mas depois de ler seu diário decidi que não queria a mesma coisa, transar escondido, com roupa... sim, li, desculpa, você não escondeu muito bem. O diário não está mais, você já deve ter descoberto, entreguei pro João, sim, o vizinho. Aquele que você e papai convidaram gentilmente pra casa, aliás, obrigada. Esse dvd vai estar no lugar dele, quando você ver pode mostrar pro papai, ou subir pra pedir seu diário, daí é por sua conta. Vou indo, preciso da pica dele, desde ontem ele me usa como quer e não consigo parar, já aprendi um monte de coisas e ele me deixa melada o dia inteiro, me faz falar putaria, chupar ele, engolir o esperma, e hoje, hoje ele vai meter a pica enorme dele na minha racha, olha, me fez depilar ela completamente".
Ela se levantou mostrando o corpo nu, até aquele momento eu só focava no rostinho dela, aumentei o enquadre pra capturar a cama inteira. Ela se deitou de lado pra câmera, os peitos dela se espalharam sobre o corpo... a racha dela tava completamente molhada, me abaixei e dei uns linguados... Ela agarrou minha cabeça separando ela da buceta dela.
Mariana - Por favor, isso depois, preciso do seu pau, agora, dentro de mim.
Coloquei meu pau na buceta molhada dela, movendo a ponta pela racha até achar o buraquinho. Ela fechou os olhos, ofegando um pouco.
Eu - Não, abre os olhos, quero que veja quem tá te fodendo, quem mete o pau na sua buceta pela primeira vez... Ela abriu, eu empurrei um pouco sentindo a cabeça do meu pau entrar, ela arregalou os olhos e me olhou... continuei empurrando, tava ensopada... sentia a buceta dela se abrindo, dando passagem pro meu pau, tava apertado mas sentia que ia cedendo, não tava nervosa, cheguei no hímem dela, intacto, que delícia, não parei... empurrei um pouco mais e ela arregalou mais os olhos, a boca soltando um gemido e cravou as unhas nas minhas costas, continuei... meu pau entrou até o fundo, senti minhas bolas contra os lábios da buceta dela.
Fiquei parado um minuto. Comecei um vai e vem bem devagar, tirava ele todo e metia de novo, ela cada vez gemia mais, fui aumentando o ritmo metendo cada vez mais forte, agarrei ela pelos joelhos levantando até a altura dos ombros pra meu pau entrar mais fundo. Ela começou a gozar, continuamos assim um tempo. Ela gozou várias vezes entre gemidos, e um sim, sim, mais, por favor... não para... que pau... Gozei, como há anos não gozava, senti meu gozo saindo dentro da buceta dela lá do fundo das minhas bolas, como inundava ela, como a buceta dela já bem molhada ficava mais molhada ainda com meu gozo... caímos na cama, ela procurou minha boca e me beijou com força, nós Nós nos abraçamos... eu sentia a respiração dela ofegante, os peitos dela contra os meus...
Mariana - Obrigada - sussurrou no meu ouvido.
Eu tirei minha pica e ela se agachou pra lamber, foi deixando ela completamente limpa... O telefone na mesa de cabeceira tocou.
Mariana - Alô? - Pai? ah, oi!. Nada, eu acabei dormindo um pouco estudando. Enquanto ela falava, eu me aproximei e agarrei os peitos dela, brincando com os dois suavemente - Não, ainda não fui, vou na da uma. - Sim, com certeza, Te amo, um beijo. Ela desligou, e ver ela falando com o papai me deixou duro de novo.
Mariana - E agora?
Eu - Você sabe.
Mariana - Meu cu - disse ela me olhando com medo.
Eu - Exato.
Mariana - Vai doer?
Eu - Não, só um pouco, você está muito relaxada, eu percebi quando te desvirginei.
Mariana - Sim, não sei por quê, mas estou muito tranquila.
Eu - Bom, então vamos mostrar pra mamãe como a filhinha dela recebe pica no cu. Ela olhou pra câmera com surpresa, tinha esquecido dela. Sorriu.
Mariana - Beleza, o que eu faço?
Eu - Fica de quatro olhando pra câmera, faz um rabo de cavalo no cabelo pra você se segurar, depois quero ver sua cara e seus peitos balançando.
Mariana - Tem algum lubrificante?
Eu - Do jeito que sua buceta está escorrendo, isso é o suficiente. Comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, pegando os sucos e enfiando primeiro um dedo no cu, depois dois, tive que dar um tapa pra ela relaxar a bunda...
Eu - Boa vadia, sabe o que vem agora?
Mariana - Sim
Eu - O quê?
Mariana - Você vai desvirginar meu cu?
Eu - Com o quê?
Mariana - Essa pica que eu adoro.
Eu me coloquei atrás dela e enfiei a pica na buceta dela pra lubrificar bem...
Eu - Quem ligou antes? Ela me olhou.
Eu - Quero que você fale enquanto eu arrebento seu cu, eu gosto disso, vai te fazer sentir mais vadia, além de estar trepando na cama do papai, você está gravando e agora quero que você fale com minha pica no seu cu.
Mariana - Meu pai.
Eu coloquei minha pica na entrada do ânus dela e empurrei um pouco, custou a entrar mas no final enfiei a ponta. Mariana - Ai, dói um pouco. Eu ignorei e continuei empurrando.
Eu - E o que o papai queria da sua menina?
Mariana - Que eu fosse pra reunião da igreja.
Eu - Ah, claro, isso é bom, e o que você faz lá?
Mariana - Rezar. - A voz dela tremia.
Continuei enfiando devagar, ela continuava com a voz trêmula... às vezes eu parava e apertava os peitos dela, tirando a pica um pouco, como se preparando pra enfiar tudo de uma vez, e logo continuava... Quando já estava três quartos pra dentro, ela se calou, apertei os peitos dela... ela se virou e me olhou...
Mariana - Enfia, vai!! até o fundo!!
Eu ri, e com um empurrão forte fiz o que ela pedia. Ela uivou, eu tirei rapidamente e enfiei de novo até o fundo, ela uivou de novo, tirei de novo....
Mariana - como dói!!, não para!!! Come o meu cu!! você é um pervertido, aqui fodendo uma pobre menina!!, a puta da mãe, que delícia!! que pica!! eu adoro!! mais!! mais forte!!! arrebenta isso, filho da puta!!!! - ela se revirava - Uivava sem parar de falar - uuuuui, meu cu, você vai me rasgar!!! continua!!! come ele, pra eu não conseguir sentar por uma semana!!! -
Continuei fodendo ela cada vez mais até não aguentar mais e gozar. Ela se deixou cair na cama, tirou devagar a pica do cu e ficou um tempo quieta...
Mariana - Porra, que foda que você me deu.
Eu - É, você tá toda uma puta.
Mariana - E agora?
Eu - Agora você vai limpar minha pica como sempre.
Mariana - Do meu cu? Me dá um pouco de nojo.
Eu - Eu não ligo. Ela se abaixou e, lambendo, deixou ela impecável de novo.
Eu - Pronto, agora vai pra reunião, puta.
Mariana - Vou tomar um banho.
Eu - Não, quero que você vá com todos os seus buracos transbordando de porra. E veste uma daquelas calcinhas grandes da sua mãe, pra ficarem bem encharcadas dos seus sucos e do meu sêmen. Ela foi até uma gaveta, pegou umas que me pareceram enormes...
Mariana - Acho que não vai ser suficiente, vai escorrer pelas minhas pernas.
Eu - Ótimo, veste uma saia longa.
Mariana - Ok. Foi pro quarto dela e Pouco depois, ela apareceu vestida como uma menina recatada, se ajoelhou e me deu um beijo na pica.
Eu — Vem depois lá em casa, vou deixar o CD pronto pra tu largar no esconderijo da sua mãe junto com a calcinha dela.
continua...
Eu – Oi Mariana, não tínhamos combinado pra hora da sesta? Não quero que seus pais...
Mariana – Eles foram pra Santa Fé, buscar umas coisas que esqueceram, só voltam à noite. Ouvi você combinando com seus amigos. Falei que tinha que estudar. Só preciso ir na reunião da igreja meio-dia, caso perguntem.
Eu – Haha, parece que tá ansiosa. E o que você quer a essa hora? – Ela me olhou com cara de safada.
Mariana – Transar?
Eu – Haha, sim, é assim que se fala. – Ela ainda estava na porta, vestindo um shortinho verde e uma camiseta com um decote, dava pra ver os bicos duros e que não tava de sutiã. Tirei uma foto com o celular pra minha coleção.
Eu – Beleza, vamos. Tenho que comprar umas coisas. – Ela me olhou.
Mariana – Tá, espera que vou lá em baixo trocar de roupa.
Eu – Não, quero ver como você esquenta pinto.
Mariana – Mas no bairro...
Eu – Relaxa, vamos no Alto Rosario, ninguém vai te reconhecer. Mandei ela entrar um instante, sentei no sofá e chamei ela pra perto. Baixei um pouco o short até ver a buceta dela, que tinha os pelos da mesma cor do resto do corpo, dava pra sentir o calor que saía. Peguei um marcador e escrevi em cima da buceta dela: "slut". Levantei o short de novo, peguei as chaves do carro e saímos. Ela tava nervosa.
Mariana – Nunca saí na rua sem sutiã...
Eu – Vai ter que se acostumar. Quero que você descubra o poder que tem sobre os homens. Chegamos no shopping, subimos pela escada rolante até a seção jovem. Ela me olhou estranho. Eram nove e meia, quase não tinha ninguém. Os vendedores não demoraram nem dois minutos pra ver minha acompanhante jovem e vieram correndo, olhando disfarçadamente pros peitos dela que balançavam a cada movimento.
Vendedor – Oi, posso ajudar?
Eu – Sim, queremos umas roupas de verão pra menina. Você sabe como elas crescem nessa idade, vai ficando pequena de um ano pro outro. — O vendedor sorriu, segurando vários comentários, todos eles inadequados, com certeza. Mariana estava cada vez mais vermelha, tentava não se mexer, tinha notado que quando suas tetas jovens se mexiam, todos os olhos iam direto pra elas, sem nenhum disfarce.
Vendedor — Que tipo de roupa?
Eu — Camisetas e shorts daqueles de lycra que usam agora, ela tem um corpo bonito, gosta de exibir. — O vendedor nos levou pra uma área onde tinha montes de cabides com o que eu tinha pedido. Agradeci o vendedor e falei que a gente chamava ele.
Mariana — Acho que meu pai não vai gostar dessa roupa...
Eu — Nem que você me chupe a pica, mas não vamos contar pra ele, né? Ela sorriu, escolheu umas peças. Eram de lycra. Me olhou esperando minha aprovação.
Eu — Não, putinha, sabe o que vai acontecer se você vestir isso?
Mariana — Que vai marcar muito.
Eu — O quê?
Mariana — Meu corpo.
Eu — O quê? Ela me olhou, sabendo o que eu esperava.
Mariana — Meus peitos.
Eu — E mais o quê?
Mariana — Minha buceta e minha bunda.
Eu — Isso, já sabe como eu gosto que você fale.
Mariana — Tô muito molhada, vamos pra sua casa, por favor.
Eu — Ainda não. — Escolhi duas ou três coisas pra ela e fomos pros provadores enquanto eu falava: A ideia, putinha, é insinuar, esquentar, nunca mostrar, é muito melhor que imaginem do que verem sua buceta marcada. Isso é coisa de puta.
Mariana — E não é o que eu sou?
Eu — Não, você é uma mulherzinha. Só porque você é uma putinha pra mim, não quer dizer que seja pros outros, pelo menos nesse sentido. Mas você vai aprender a esquentar com um certo estilo, já vai ver. Mandei ela parar no corredor e tirei mais umas fotos dela. Dentro do provador, mandei ela se despir devagar enquanto eu tirava mais fotos. Quando ela tirou a camiseta, quase não me segurei, os peitos dela me deixavam louco. Continuei brincando com ela, vestindo os modelitos... posando pra mim com o melhor dos sorrisos, tirando peito, brincando com os mamilos... Quando terminei, deixei ela nua, peguei as roupas, incluindo as dela, e fiz menção de sair.
Mariana — Minha roupa, por favor.
Eu — Não, você vai ficar aqui nua por um tempo, assim vai aprender a confiar em mim.
Mariana — Mas você não pode fazer isso, nua numa loja sem celular, no centro de Rosário, e com isso escrito sobre...
Eu — Sobre o quê?
Mariana — Sobre minha buceta.
Eu — Claro que posso — Saí e deixei ela lá, ouvi ela colocar o trinco. Dei uma volta pela seção de roupas femininas por 15 minutos. O vendedor me olhava estranho, olhando pros provadores, pensando em entrar, com certeza. Escolhi mais algumas peças e fui até a Mariana. Ela abriu a porta, muito nervosa.
Mariana — Achei que você não ia voltar.
Eu — Kkkkk putinha, como eu ia te deixar aqui? Quer sua roupa?
Mariana — Sim.
Eu — Certo, a partir de agora, você vai ter que fazer alguma sacanagem sempre que quiser algo de mim.
Mariana — Quer me comer aqui?
Eu — Não, isso é depois. Quero que você chupe minha pica, e faz direito, porque depois vou limpar minha pica na sua camiseta. Se deixar o menor resquício de porra, você vai sair daqui com a camiseta manchada e vai passar a manhã no shopping pra todo mundo ver o quão puta você é. Ela se ajoelhou e colocou minha pica na boca. Mandei ela ficar de lado pro espelho. Dava pra ver os peitos dela balançando, a carinha de menina boa com minha pica na boca, a bunda dela um pouco levantada...
Eu — Olha no que você está se transformando — Ela se viu no reflexo, parou de chupar por um momento, mas depois continuou enquanto se olhava... começou a brincar com os peitos, apertando eles.
Eu — Hummm, que putinha você é, adoro isso. — Ela chupava e chupava... eu comecei a tirar fotos dela. Assim que ela viu o celular, parou de chupar e sorriu pra câmera, com a pica a dois centímetros da boca dela.
Eu — Você gosta, hein?
Mariana — Adoro, goza em mim por favor, quero sua porra...
Eu — Com prazer, chupa mais forte e acaricia bem devagar minhas bolas que vai sair. mas... Não aguentei muito mais, comecei a gozar, ela literalmente sugava minha pica. Quando terminei, ela apertou suavemente minha pica pra sair as últimas gotas...
Eu - Boa vadia, agora lambe toda minha pica e minhas bolas, deixa elas completamente limpas. Deixei ela assim uns cinco minutos, era uma delícia ver a língua rosada dela nas minhas bolas e na minha pica, comecei a esquentar de novo, então parei.
Eu - Chega. Dei dinheiro pra ela na saída do provador e falei pra pagar sozinha, já tinha três vendedores juntos, sem dúvida sabiam o que tinha rolado, a gente tinha passado mais de 45 minutos pra duas calças e duas camisetas. Ela já não tava mais envergonhada, foi até eles com toda naturalidade enquanto eles olhavam pros peitos dela quando ela se aproximou, pagou com o melhor sorriso de menina boazinha. Depois veio até mim.
Eu - Já tomou café da manhã, vadia?
Mariana - Até que sim - piscando um olho.
Eu - Hahaha, não, tô falando do outro café da manhã. Fomos pra cafeteria, eu precisava de um café, enquanto comíamos a gente conversava como dois bons amigos.
Mariana - Tô amando tudo isso.
Eu - Gostou da porra?
Mariana - É estranho, é forte, mas eu gosto, antes achava que ia sentir muito nojo quando via em fotos, mas agora tô morrendo de vontade de chupar você de novo.
Eu - Ótimo, porque assim que começarem as aulas, você vai falar pros seus pais que entra uma hora antes, vai subir no meu apê e me acordar com um boquete bem dado, quero gozar nessa boquinha toda manhã enquanto tomo meu café, que, aliás, você vai preparar.
Mariana - Vai ser um prazer, sem problema com o horário, eles saem de casa umas oito menos quinze, dá tempo.
Eu - Beleza, e tira uma cópia das chaves da sua casa pra mim.
Mariana - Pra quê?
Eu - Confiança, vadia, já te falei que você teria que confiar em mim 100%. Você é minha vadia, minha vadia, seus peitos e sua buceta são minha propriedade, ainda não entendeu?
Mariana - Cada vez que você fala essas coisas, eu fico mais molhada ainda.
Eu - Agora vou te foder essa bucetinha virgem, mas antes... vamos pra um lugar. Mandei ela entrar num banheiro e limpar aquela putaria, demorou um pouco mas no fim saiu.
Mariana - Não tinha como tirar aquilo. Levei ela num centro de depilação que tinha uns andares abaixo, mandei depilar completamente a buceta, queria igual a de uma menina, dei o dinheiro e marquei de encontrar com ela uma hora depois.
Mariana - Que vergonha, acho que a moça era sapatão, chamou uma amiga pra ajudar. Depois me deram um creme pra não irritar, e as duas passaram em mim de revezamento, acho que gozei.
Eu - Kkkk, vamos, onde você quer perder a inocência?
Mariana - Acho que já perdi.
Eu - Fala, então.
Mariana - Na cama dos meus pais.
Eu - Que puta que você é, onde seu pai come sua mãe mal?
Mariana - Era a cama da minha avó, acho que ela perdeu a virgindade nela, e minha mãe também, justo, né?
Eu - Sim, certeza que seu pai concorda que a princesinha dele seja comida na mesma cama, ligamos pra ele e perguntamos?
Mariana - Melhor não - disse rindo.
Chegamos em casa, subi no meu apê pra pegar minha câmera de vídeo, queria imortalizar o momento. Mandei ela se despir completamente e sentar na frente da câmera, indiquei o que ela devia dizer.
"Oi mãe, hoje é o dia, sei que você esperava que eu fosse virgem até casar, mas depois de ler seu diário decidi que não queria a mesma coisa, transar escondido, com roupa... sim, li, desculpa, você não escondeu muito bem. O diário não está mais, você já deve ter descoberto, entreguei pro João, sim, o vizinho. Aquele que você e papai convidaram gentilmente pra casa, aliás, obrigada. Esse dvd vai estar no lugar dele, quando você ver pode mostrar pro papai, ou subir pra pedir seu diário, daí é por sua conta. Vou indo, preciso da pica dele, desde ontem ele me usa como quer e não consigo parar, já aprendi um monte de coisas e ele me deixa melada o dia inteiro, me faz falar putaria, chupar ele, engolir o esperma, e hoje, hoje ele vai meter a pica enorme dele na minha racha, olha, me fez depilar ela completamente".
Ela se levantou mostrando o corpo nu, até aquele momento eu só focava no rostinho dela, aumentei o enquadre pra capturar a cama inteira. Ela se deitou de lado pra câmera, os peitos dela se espalharam sobre o corpo... a racha dela tava completamente molhada, me abaixei e dei uns linguados... Ela agarrou minha cabeça separando ela da buceta dela.
Mariana - Por favor, isso depois, preciso do seu pau, agora, dentro de mim.
Coloquei meu pau na buceta molhada dela, movendo a ponta pela racha até achar o buraquinho. Ela fechou os olhos, ofegando um pouco.
Eu - Não, abre os olhos, quero que veja quem tá te fodendo, quem mete o pau na sua buceta pela primeira vez... Ela abriu, eu empurrei um pouco sentindo a cabeça do meu pau entrar, ela arregalou os olhos e me olhou... continuei empurrando, tava ensopada... sentia a buceta dela se abrindo, dando passagem pro meu pau, tava apertado mas sentia que ia cedendo, não tava nervosa, cheguei no hímem dela, intacto, que delícia, não parei... empurrei um pouco mais e ela arregalou mais os olhos, a boca soltando um gemido e cravou as unhas nas minhas costas, continuei... meu pau entrou até o fundo, senti minhas bolas contra os lábios da buceta dela.
Fiquei parado um minuto. Comecei um vai e vem bem devagar, tirava ele todo e metia de novo, ela cada vez gemia mais, fui aumentando o ritmo metendo cada vez mais forte, agarrei ela pelos joelhos levantando até a altura dos ombros pra meu pau entrar mais fundo. Ela começou a gozar, continuamos assim um tempo. Ela gozou várias vezes entre gemidos, e um sim, sim, mais, por favor... não para... que pau... Gozei, como há anos não gozava, senti meu gozo saindo dentro da buceta dela lá do fundo das minhas bolas, como inundava ela, como a buceta dela já bem molhada ficava mais molhada ainda com meu gozo... caímos na cama, ela procurou minha boca e me beijou com força, nós Nós nos abraçamos... eu sentia a respiração dela ofegante, os peitos dela contra os meus...
Mariana - Obrigada - sussurrou no meu ouvido.
Eu tirei minha pica e ela se agachou pra lamber, foi deixando ela completamente limpa... O telefone na mesa de cabeceira tocou.
Mariana - Alô? - Pai? ah, oi!. Nada, eu acabei dormindo um pouco estudando. Enquanto ela falava, eu me aproximei e agarrei os peitos dela, brincando com os dois suavemente - Não, ainda não fui, vou na da uma. - Sim, com certeza, Te amo, um beijo. Ela desligou, e ver ela falando com o papai me deixou duro de novo.
Mariana - E agora?
Eu - Você sabe.
Mariana - Meu cu - disse ela me olhando com medo.
Eu - Exato.
Mariana - Vai doer?
Eu - Não, só um pouco, você está muito relaxada, eu percebi quando te desvirginei.
Mariana - Sim, não sei por quê, mas estou muito tranquila.
Eu - Bom, então vamos mostrar pra mamãe como a filhinha dela recebe pica no cu. Ela olhou pra câmera com surpresa, tinha esquecido dela. Sorriu.
Mariana - Beleza, o que eu faço?
Eu - Fica de quatro olhando pra câmera, faz um rabo de cavalo no cabelo pra você se segurar, depois quero ver sua cara e seus peitos balançando.
Mariana - Tem algum lubrificante?
Eu - Do jeito que sua buceta está escorrendo, isso é o suficiente. Comecei a enfiar dois dedos na buceta dela, pegando os sucos e enfiando primeiro um dedo no cu, depois dois, tive que dar um tapa pra ela relaxar a bunda...
Eu - Boa vadia, sabe o que vem agora?
Mariana - Sim
Eu - O quê?
Mariana - Você vai desvirginar meu cu?
Eu - Com o quê?
Mariana - Essa pica que eu adoro.
Eu me coloquei atrás dela e enfiei a pica na buceta dela pra lubrificar bem...
Eu - Quem ligou antes? Ela me olhou.
Eu - Quero que você fale enquanto eu arrebento seu cu, eu gosto disso, vai te fazer sentir mais vadia, além de estar trepando na cama do papai, você está gravando e agora quero que você fale com minha pica no seu cu.
Mariana - Meu pai.
Eu coloquei minha pica na entrada do ânus dela e empurrei um pouco, custou a entrar mas no final enfiei a ponta. Mariana - Ai, dói um pouco. Eu ignorei e continuei empurrando.
Eu - E o que o papai queria da sua menina?
Mariana - Que eu fosse pra reunião da igreja.
Eu - Ah, claro, isso é bom, e o que você faz lá?
Mariana - Rezar. - A voz dela tremia.
Continuei enfiando devagar, ela continuava com a voz trêmula... às vezes eu parava e apertava os peitos dela, tirando a pica um pouco, como se preparando pra enfiar tudo de uma vez, e logo continuava... Quando já estava três quartos pra dentro, ela se calou, apertei os peitos dela... ela se virou e me olhou...
Mariana - Enfia, vai!! até o fundo!!
Eu ri, e com um empurrão forte fiz o que ela pedia. Ela uivou, eu tirei rapidamente e enfiei de novo até o fundo, ela uivou de novo, tirei de novo....
Mariana - como dói!!, não para!!! Come o meu cu!! você é um pervertido, aqui fodendo uma pobre menina!!, a puta da mãe, que delícia!! que pica!! eu adoro!! mais!! mais forte!!! arrebenta isso, filho da puta!!!! - ela se revirava - Uivava sem parar de falar - uuuuui, meu cu, você vai me rasgar!!! continua!!! come ele, pra eu não conseguir sentar por uma semana!!! -
Continuei fodendo ela cada vez mais até não aguentar mais e gozar. Ela se deixou cair na cama, tirou devagar a pica do cu e ficou um tempo quieta...
Mariana - Porra, que foda que você me deu.
Eu - É, você tá toda uma puta.
Mariana - E agora?
Eu - Agora você vai limpar minha pica como sempre.
Mariana - Do meu cu? Me dá um pouco de nojo.
Eu - Eu não ligo. Ela se abaixou e, lambendo, deixou ela impecável de novo.
Eu - Pronto, agora vai pra reunião, puta.
Mariana - Vou tomar um banho.
Eu - Não, quero que você vá com todos os seus buracos transbordando de porra. E veste uma daquelas calcinhas grandes da sua mãe, pra ficarem bem encharcadas dos seus sucos e do meu sêmen. Ela foi até uma gaveta, pegou umas que me pareceram enormes...
Mariana - Acho que não vai ser suficiente, vai escorrer pelas minhas pernas.
Eu - Ótimo, veste uma saia longa.
Mariana - Ok. Foi pro quarto dela e Pouco depois, ela apareceu vestida como uma menina recatada, se ajoelhou e me deu um beijo na pica.
Eu — Vem depois lá em casa, vou deixar o CD pronto pra tu largar no esconderijo da sua mãe junto com a calcinha dela.
continua...
7 comentários - Minhas Vizinhas Gêmeas 2