Como já disse em vários relatos anteriores, me chamo Juan, moro em Rosario, trabalho em um data center e além disso desenvolvo sites. Estou com uns 42 anos e há poucas semanas tudo desandou com minha família, que mora em outra província a uns mil quilômetros, porque descobriram que eu mantinha relações sexuais com minha sobrinha. Um dia, os pais dela apareceram de surpresa e nos pegaram no flagra (leia-se minha sobrinha Gisele).
Fiquei várias semanas muito focado no trabalho, queria esquecer um pouco minha sobrinha, por quem eu tinha me apaixonado, pra que negar? Com ela não era só sexo, era tudo: chegar em casa e sentir cheiro de flores, ela me esperar vestida de empregadinha, sempre estimulando meus sentidos pra gente fazer amor descontroladamente em qualquer lugar, nossos encontros românticos. Mas tudo isso acabou quando o pai dela, um primo meu, nos descobriu.
Voltando ao assunto, eu estava muito imerso no trabalho. Tinha sido promovido recentemente e as responsabilidades eram muitas, várias vezes tinha que ficar depois do horário trabalhando, então esperava os fins de semana desesperadamente.
Foi justamente numa sexta-feira que senti muito barulho no apartamento debaixo do meu. Lembrei que estava vazio há meses, e parece que tinham chegado novos vizinhos.
Saí até a entrada do prédio e lá estava meu novo vizinho, tentando subir um móvel pesadíssimo. Sem que ele pedisse ajuda, ajudei a subir e ele, muito educado, se apresentou como Manuel e agradeceu pela ajuda. Não costumo ser muito sociável, ainda menos com vizinhos, mas no dia anterior tinha fechado um bom negócio.
Me despedi e fui alugar um bom filme que um colega de trabalho tinha recomendado. Mas meus planos iam mudar radicalmente. Havia chegado há meia hora quando tocaram a campainha. Era Ana, a esposa do Manuel, uma senhora de uns 45 anos. Por baixo daquela roupa larga toda... Dava pra adivinhar um corpo bonito, principalmente uns peitões gostosos. Ela veio me convidar pra jantar pela ajuda que dei ao marido dela com o móvel.
Tomei um banho e me vesti com um esporte fino, peguei uma garrafa de vinho bom que sempre tenho e desci pro apartamento de baixo. Toquei a campainha e fui atendido pela que devia ser a filha do casal, porque era digna filha da mãe, as mesmas feições e os mesmos olhos azuis da mãe, se apresentou como Mariana.
Me fazem entrar e Ana rapidamente me cumprimenta, e chama Manuel, avisando que a visita tinha chegado. Ficamos alguns minutos conversando e por um momento achei que estava vendo em dobro, mas não, eram gêmeas, elas, diante da minha cara de espanto sorriram e Manuel as chamou pra se apresentarem, a Mariana eu já conhecia mas a Marina não. Ruivas, com algumas sardas no rosto, por baixo daquelas roupas largas, dava pra adivinhar uns peitos mais que proeminentes; herdados sem dúvida da mãe; baixando meu olhar, fiquei pensando se todos os pelos do corpo teriam a mesma cor.
Abençoaram a mesa e jantamos, Ana era realmente uma excelente cozinheira, jantamos e as duas piranhas me olhavam e sorriam entre si; antes que a mãe falasse elas muito solícitas, levantaram a mesa e minutos depois vinham com xícaras de café. Nos acomodamos no sofá e ficamos um bom tempo conversando, ele era um executivo de recursos humanos de uma importante multinacional e de quebra me deu uma treta tremenda com o tema da religião, por momentos me passou a ideia de me suicidar ali mesmo, mas aguentei, porque as duas piranhas não paravam de cochichar entre elas.
Comentei sobre meu trabalho com computadores e Manuel me pediu um favor:
- Você poderia me fazer o favor de dar uma olhada no notebook da Mariana, que ela está reclamando que não está funcionando bem – disse Manuel.
- Nenhum problema – respondi.
Pude ver como as duas irmãs se olharam e ficaram sérias;
- Não precisa, pai, já está melhor – disse Mariana. Manuel, erguendo a voz, disse que ela vinha reclamando e pedindo um novo há mais de um mês; Mariana cedeu:
- Tá bom, pai, segunda-feira de manhã cedo eu baixo pra ele – disse Mariana.
- Que pena, semana que vem minha agenda tá bem complicada. Se me derem agora, entre amanhã e domingo eu deixo pronto – falei, olhando pra ela.
A garota tentou resistir, mas o pai mandou ela trazer o computador na hora. Dava pra ver quem mandava naquela casa. Ela baixou os olhos e voltou um minuto depois com o notebook, um HP comum com uns adesivos infantis. Ela me entregou, me encarando.
Depois de um tempo, me despedi e subi correndo pro meu apartamento. Liguei o notebook e conectei um HD externo pra copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei uns programas pra limpar e, com a cópia conectada no meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN. Ela tinha todas as conversas salvas, esse vício de adolescente de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Punta del Este onde dava pra ver ela, a irmã e a mãe de biquíni. Eram excessivamente grandes, mas os corpos das três eram impressionantes.
Já imaginei o papai dando rola na mamãe, adorei. Explorei mais um pouco e encontrei o que procurava: uma pasta com senha, chamada "trabalhos colégio física" – onde os pais nunca iriam procurar nada, imagino. Burlar a senha não foi nada difícil.
A garota era organizada até nisso, tudo estava bem arrumado. Tinha uma pasta chamada "fotis"; onde havia duas dúzias de fotos dela com Marina em roupa íntima, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama, mostrando a bunda e a buceta. Não dava pra ver nada de pelo, então fiquei com a curiosidade sobre a cor dos pentelhos das irmãs.
Na manhã seguinte, por volta das onze e meia, bateram na porta. Era Mariana com a mãe. Ela se desculpou dizendo que a menina estava teimada em dizer que precisava do notebook. Eu disse que claro, que me dessem uns minutos porque um programa estava terminando, ofereci um café e deixando-as na cozinha fui ao meu escritório. Ativei a webcam para gravar o que ia acontecer e coloquei no protetor de tela do meu computador a galeria de fotos da Mariana. Tenho um monitor de 32 polegadas, então dava pra ver perfeitamente. Chamei ela, atento se vinha com a mãe para desativar o protetor de tela. A mãe decidiu, pelo visto, terminar seu café tranquilamente. Ao entrar no escritório, Mariana ficou pálida olhando pro meu monitor.
Eu – E então, Mariana?
Mariana – O quê? O que você quer dizer?
Eu – Bom, você tira fotos pornô, tem joguinhos sexuais com lésbicas e fala com um linguajar que duvido que tenha aprendido na "escolinha". – Ela ficou ainda mais branca –
Mariana – Por favor, não.
Eu – Por favor não o quê, Marianinha? Não tenho outro remédio senão contar pros seus pais. Não se preocupe, quando se recuperar da surra que seu pai vai te dar, vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde vai rezar quatro vezes por dia.
Mariana – Não, por favor, não faça isso – sussurrava, a mãe dela estava perto e só tínhamos alguns minutos.
Eu – Vai fazer tudo que eu mandar?
Mariana – Tudo? O que você quer dizer?
Eu – Esteja aqui às quatro, diga que vai dar uma volta pelo bairro ou algo assim.
Mariana – Sozinha? Pra quê? – Ela me olhava preocupada.
Eu – Faça o que eu digo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, lésbicas incluídas, vão receber uma coleção das suas fotos junto com suas conversas quentes. Em alguns dias, sendo tão gostosa, você vai virar a rainha dos sites de adolescentes.
Eu – Ah, e já apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma garotinha safada, né? Ah, ia me esquecendo: nada, absolutamente nada pra sua "irmãzinha".
Devolvi o notebook dela e a acompanhei até onde estava a mãe. Mariana estava muito quieta. Na porta, a mãe... Ela agradeceu o favor e disse à filha para me agradecer. Mariana me olhou com ódio.
Mariana. - Muito obrigada, Juan.
Sorri e disse que tinha sido um prazer.
A manhã ficou eterna, me distraí posicionando meu notebook para gravar vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém batendo na porta com os nós dos dedos. Abri, ela entrou rapidamente e fechou a porta.
Mariana. - E aí, o que você quer? - Ela disse quase chorando.
Eu. - É fácil, o que todos os homens querem de você desde que esses peitos cresceram.
Mariana. - Eu não sou uma puta - já estava chorando.
Eu. - Tá, eu sei, você não é uma puta, é uma garota normal com vontade de experimentar e explorar.
Mariana. - Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um degenerado. Ontem eu gostei de você, mas hoje te odeio.
Eu. - Verdade, bom, então amadurece.
Mariana. - Sério? E o que vai acontecer com tudo que você roubou de mim?
Eu. - Bom, eu teria que falar com seu pai, mas talvez eu tente com sua mãe, ela é tão gostosa quanto você e com certeza não teria problema em te substituir para seu pai não descobrir.
Mariana. - Ele me bateria se descobrisse, e minha mãe também por não evitar. Ele é muito rígido.
Eu. - Melhor ainda, assim sua mãe não terá problema em me atender.
Mariana. - Não, tá bom, ela já tem problemas demais, pobre coitada. O que você quer?
Eu. - Primeiro lava o rosto, depois vem aqui, vou estar sentado naquele sofá, você vai sentar de cavalinho em cima de mim e, fazendo carinho, vai me implorar para ser minha namorada. Eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?
Mariana. - Ela me olhou com cara de dúvida e foi ao banheiro.
Eu posicionei o notebook para gravar a cena, estava a menos de um metro, não haveria problemas com o som.
Ela voltou e sentou em cima de mim, começou a acariciar meu cabelo. Demorou uns dez minutos para assumir o papel, mas como eu não dizia nada, acabou assumindo que não tinha alternativa.
Mariana. - Juan... por favor, ontem eu me apaixonei por você, eu quero…
Eu.- O que você quer, Mariana?
Mariana.- Ser sua namorada.
Eu.- O quê?? O que eu faço com uma namorada de 18 anos? Você tá louca?
Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não esses joguinhos.
Mariana.- Vamos, eu sei que você me quer, ontem você ficou me olhando muito.
Eu.- Claro, porque você é um bombom, mas eu busco outras coisas numa mulher.
Mariana.- O que você busca? Sexo? Eu não sei muito, mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito bonito.
Eu.- E tem mesmo, e ela também. Viu, eu devia ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, certeza que ele come ela todo dia.
Ela fez cara de raiva.
Eu.- Viu, eu digo "comer" e você já se assusta, e se eu te disser que o papai enfia o pau dele todo dia na buceta da sua mãe? Certeza que tão aproveitando agora que você não tá aí pra ela chupar bem o pau dele e engolir a porra?
Mariana ficou excitada, agarrou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela.
Mariana.- Tô te dizendo que eu faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário muito detalhado escondido, por isso eu te olhava ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja que deixam se aproximar de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só transa com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem tira a roupa dela. Ela tem uns camisolões horríveis, daqueles da idade média. Quando eu li, decidi que não queria ser tão infeliz quanto ela.
Eu.- Hahaha, então no final você queria mesmo, hein, putinha!
Mariana.- Não me chama assim! Eu não sou puta nenhuma!
Apertei bem forte os dois peitos dela… Ela suspirou.
Eu.- É, é sim, você é a minha putinha. Vou fazer o que eu quiser com você e você não só vai obedecer, como depois ainda vai me agradecer, igual essa manhã.
Meti as mãos dentro do decote dela, os peitos dela estavam bem quentes e os mamilos duros. Brinquei com eles um tempo, amassando e apertando. mamilos. Ela estava ficando cada vez mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidinhos. Estava adorando.
Eu. – Certo, quem é você?
Mariana. – Mariana.
Eu. – Quem??
Mariana. – Sua putinha?
Eu. – Certo, e agora me diz por que você quer ser.
Mariana. – Porque não quero acabar como minha mãe?
Eu. – E o que falta pra sua mãe?
Mariana. – Fazer mais amor…
Eu. – Como é??
Mariana. – Que o papai coma ela mais?
Eu. – Com o quê?
Mariana. – Com o pau dele!
Eu. – Certo, e se eu disser que vou te transformar numa chupadora de pau de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, em cima do dos seus pais, pra que eles te escutem transando e pensem que estou com alguma puta?
Mariana. – Ummmmmmmm
Eu. – O que isso significa?
Mariana. – Que eu gostei!
Eu. – O que você gostou?
Mariana. – De você me ensinar a chupar seu pau e me comer pra meus pais me ouvirem gemer como uma puta.
Eu. – Certo, procura meu pau.
Ela baixou as mãos, colocou na minha cintura e puxou pra baixo o pijama que eu estava usando. Meu pau, que já estava duro há um tempo, saltou pra fora. Ela o pegou bem devagar.
Eu. – Segura com força.
Ela apertou com uma mão, me masturbando desajeitadamente, e com a outra acariciou a cabeça. Eu já tinha soltado um pouco de líquido. Ela levou os dedos ao nariz e cheirou…
Eu. – Chupa eles.
Ela os colocou na boca.
Eu. – O que achou?
Mariana. – Tem um cheiro forte e o gosto é igual, mas acho que gostei. É isso que engravida?
Eu. – Não, isso sai mais tarde. Você vai provar com calma depois.
Ela sorriu.
Eu. – Certo, segura meu pau com força pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem devagar.
Mariana. – Assim? Está tão duro e quente, gostei. E essa parte tão macia…
Eu. – Tira o top e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.
Ela passou as mãos pelas costas para desabotoar e, com um movimento, tirou tudo.
Eu. – Ummm, você tem uns peitos… realmente gostosas. – Enquanto as segurava com as mãos apertando-as.
Mariana. – Obrigada, às vezes fico com vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles… bom, às vezes dão medo.
Eu. – Isso é porque você dá pau duro neles, querem te comer como animais. Não importa se você é legal ou não. Só querem te foder.
Mariana. – É, acho que não ia gostar.
Eu. – Bom, meu pau parece que você gosta, não solta ele.
Mariana. – Bom, o seu eu gosto, o que faço agora?.
Eu. – Fica de joelhos, e me olhando nos olhos, passa a língua na base do meu pau e nas minhas bolas, bem devagar…
Ela se ajoelhou e começou a lamber como uma putinha.
Eu. – Você fica linda de joelhos com esses peitões lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e de repente enfiou quase todo meu pau na boca de uma vez.
Eu. – Tô descobrindo o que você gosta, puta, você gosta né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – você é bem atrevida, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela meteu a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha só que atrevida, se punhetando… o que será que o papai diria se visse sua princesinha chupando meu pau? Acha que ele já imaginou isso? –, ela tirou o pau da boca, e lambeu ele todo, seu olhar já não era de menina direita.
Eu. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim teria duas putas na mesma casa.
Mariana – Sim por favor, ensina ela, que ela aproveite igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão bonita…
Eu. – Bom, mas você vai me ajudar, sabe no que vai transformar seu pai?.
Mariana – Em um corno manso – e enfiou o pau de novo até o fundo.
Eu já estava quase pra gozar tudo. Tirei o pau da boca dela.
Eu. – Beleza, puta, agora você pode escolher, pode se levantar e ir embora e não vou te chantagear mais ou pode continuar chupando meu pau até encher essa boca de puta que você tem com meu leite, você escolhe.
Mariana - Não posso ir embora… se eu for depois não poderia te agradecer – disse piscando o olho para mim. –
Eu - Bom, então engole tudo e me olhando nos olhos -
Minha rola estava no ponto, as cócegas estavam no máximo, comecei a soltar um jorro de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios em volta da minha glande para não escapar nada, coloquei a mão na garganta dela, sentir como ela ia engolindo era delicioso, quando terminou de sair o gozo ela ficou mais uns minutos lambendo minha rola até deixar bem limpa. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e chupei sua buceta como um louco, estava deliciosa, uma buceta virgem, de minha propriedade e de uma garota linda. Ela gozou mais três vezes.
Mariana - Caralho! Não acredito
Eu - Você gostou, né putinha?
Mariana - Acho que até já gosto que você me chame assim.
Eu - hahaha
Eu - Bom, você tem que ir embora. Faz uma hora que você está fora, vão ficar bravos, né?
Mariana - É, provavelmente.
Eu - Bom, seus pais dormem a sesta?
Mariana - Sim, de manhã missa e depois de almoçar dormem um pouco.
Eu - Bom, fala que vai ao cinema, amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse bumbum.
Mariana - A bunda? Vai doer?
Eu - Vai, um pouco. Mas uma boa putinha tem que receber por todos os buracos. Você gostou de chupar rola, né? Então o resto você vai adorar, relaxa.
Mariana - Bom, sou sua putinha, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, né? Essa é a ideia.
Eu - Sim, e você adora
Mariana - Acho que sim.
Eu - Bom, agora chega perto da tela do computador e fala…
Ela ficou corada.
Mariana - Você me gravou?
Eu - Sempre vou gravar, agora o que eu te falei. – e dei um tapa na bunda dela.
Ela chegou perto da tela, ao mover o mouse apareceu o rosto dela em tela cheia, ainda tinha um pouco de porra nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e olhando para a tela…
Mariana - Oi mãe, acabei de aprender a chupar rola e me chuparam a buceta como nunca, nem mesmo seu papai fez assim, espero que logo você também esteja com esse pau na sua buceta, te amo.
continua...
Fiquei várias semanas muito focado no trabalho, queria esquecer um pouco minha sobrinha, por quem eu tinha me apaixonado, pra que negar? Com ela não era só sexo, era tudo: chegar em casa e sentir cheiro de flores, ela me esperar vestida de empregadinha, sempre estimulando meus sentidos pra gente fazer amor descontroladamente em qualquer lugar, nossos encontros românticos. Mas tudo isso acabou quando o pai dela, um primo meu, nos descobriu.
Voltando ao assunto, eu estava muito imerso no trabalho. Tinha sido promovido recentemente e as responsabilidades eram muitas, várias vezes tinha que ficar depois do horário trabalhando, então esperava os fins de semana desesperadamente.
Foi justamente numa sexta-feira que senti muito barulho no apartamento debaixo do meu. Lembrei que estava vazio há meses, e parece que tinham chegado novos vizinhos.
Saí até a entrada do prédio e lá estava meu novo vizinho, tentando subir um móvel pesadíssimo. Sem que ele pedisse ajuda, ajudei a subir e ele, muito educado, se apresentou como Manuel e agradeceu pela ajuda. Não costumo ser muito sociável, ainda menos com vizinhos, mas no dia anterior tinha fechado um bom negócio.
Me despedi e fui alugar um bom filme que um colega de trabalho tinha recomendado. Mas meus planos iam mudar radicalmente. Havia chegado há meia hora quando tocaram a campainha. Era Ana, a esposa do Manuel, uma senhora de uns 45 anos. Por baixo daquela roupa larga toda... Dava pra adivinhar um corpo bonito, principalmente uns peitões gostosos. Ela veio me convidar pra jantar pela ajuda que dei ao marido dela com o móvel.
Tomei um banho e me vesti com um esporte fino, peguei uma garrafa de vinho bom que sempre tenho e desci pro apartamento de baixo. Toquei a campainha e fui atendido pela que devia ser a filha do casal, porque era digna filha da mãe, as mesmas feições e os mesmos olhos azuis da mãe, se apresentou como Mariana.
Me fazem entrar e Ana rapidamente me cumprimenta, e chama Manuel, avisando que a visita tinha chegado. Ficamos alguns minutos conversando e por um momento achei que estava vendo em dobro, mas não, eram gêmeas, elas, diante da minha cara de espanto sorriram e Manuel as chamou pra se apresentarem, a Mariana eu já conhecia mas a Marina não. Ruivas, com algumas sardas no rosto, por baixo daquelas roupas largas, dava pra adivinhar uns peitos mais que proeminentes; herdados sem dúvida da mãe; baixando meu olhar, fiquei pensando se todos os pelos do corpo teriam a mesma cor.
Abençoaram a mesa e jantamos, Ana era realmente uma excelente cozinheira, jantamos e as duas piranhas me olhavam e sorriam entre si; antes que a mãe falasse elas muito solícitas, levantaram a mesa e minutos depois vinham com xícaras de café. Nos acomodamos no sofá e ficamos um bom tempo conversando, ele era um executivo de recursos humanos de uma importante multinacional e de quebra me deu uma treta tremenda com o tema da religião, por momentos me passou a ideia de me suicidar ali mesmo, mas aguentei, porque as duas piranhas não paravam de cochichar entre elas.
Comentei sobre meu trabalho com computadores e Manuel me pediu um favor:
- Você poderia me fazer o favor de dar uma olhada no notebook da Mariana, que ela está reclamando que não está funcionando bem – disse Manuel.
- Nenhum problema – respondi.
Pude ver como as duas irmãs se olharam e ficaram sérias;
- Não precisa, pai, já está melhor – disse Mariana. Manuel, erguendo a voz, disse que ela vinha reclamando e pedindo um novo há mais de um mês; Mariana cedeu:
- Tá bom, pai, segunda-feira de manhã cedo eu baixo pra ele – disse Mariana.
- Que pena, semana que vem minha agenda tá bem complicada. Se me derem agora, entre amanhã e domingo eu deixo pronto – falei, olhando pra ela.
A garota tentou resistir, mas o pai mandou ela trazer o computador na hora. Dava pra ver quem mandava naquela casa. Ela baixou os olhos e voltou um minuto depois com o notebook, um HP comum com uns adesivos infantis. Ela me entregou, me encarando.
Depois de um tempo, me despedi e subi correndo pro meu apartamento. Liguei o notebook e conectei um HD externo pra copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei uns programas pra limpar e, com a cópia conectada no meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN. Ela tinha todas as conversas salvas, esse vício de adolescente de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Punta del Este onde dava pra ver ela, a irmã e a mãe de biquíni. Eram excessivamente grandes, mas os corpos das três eram impressionantes.
Já imaginei o papai dando rola na mamãe, adorei. Explorei mais um pouco e encontrei o que procurava: uma pasta com senha, chamada "trabalhos colégio física" – onde os pais nunca iriam procurar nada, imagino. Burlar a senha não foi nada difícil.
A garota era organizada até nisso, tudo estava bem arrumado. Tinha uma pasta chamada "fotis"; onde havia duas dúzias de fotos dela com Marina em roupa íntima, sem sutiã, posando na frente do espelho ou de quatro na cama, mostrando a bunda e a buceta. Não dava pra ver nada de pelo, então fiquei com a curiosidade sobre a cor dos pentelhos das irmãs.
Na manhã seguinte, por volta das onze e meia, bateram na porta. Era Mariana com a mãe. Ela se desculpou dizendo que a menina estava teimada em dizer que precisava do notebook. Eu disse que claro, que me dessem uns minutos porque um programa estava terminando, ofereci um café e deixando-as na cozinha fui ao meu escritório. Ativei a webcam para gravar o que ia acontecer e coloquei no protetor de tela do meu computador a galeria de fotos da Mariana. Tenho um monitor de 32 polegadas, então dava pra ver perfeitamente. Chamei ela, atento se vinha com a mãe para desativar o protetor de tela. A mãe decidiu, pelo visto, terminar seu café tranquilamente. Ao entrar no escritório, Mariana ficou pálida olhando pro meu monitor.
Eu – E então, Mariana?
Mariana – O quê? O que você quer dizer?
Eu – Bom, você tira fotos pornô, tem joguinhos sexuais com lésbicas e fala com um linguajar que duvido que tenha aprendido na "escolinha". – Ela ficou ainda mais branca –
Mariana – Por favor, não.
Eu – Por favor não o quê, Marianinha? Não tenho outro remédio senão contar pros seus pais. Não se preocupe, quando se recuperar da surra que seu pai vai te dar, vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde vai rezar quatro vezes por dia.
Mariana – Não, por favor, não faça isso – sussurrava, a mãe dela estava perto e só tínhamos alguns minutos.
Eu – Vai fazer tudo que eu mandar?
Mariana – Tudo? O que você quer dizer?
Eu – Esteja aqui às quatro, diga que vai dar uma volta pelo bairro ou algo assim.
Mariana – Sozinha? Pra quê? – Ela me olhava preocupada.
Eu – Faça o que eu digo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, lésbicas incluídas, vão receber uma coleção das suas fotos junto com suas conversas quentes. Em alguns dias, sendo tão gostosa, você vai virar a rainha dos sites de adolescentes.
Eu – Ah, e já apaguei tudo, agora só existe minha cópia. Não queremos que te peguem sendo uma garotinha safada, né? Ah, ia me esquecendo: nada, absolutamente nada pra sua "irmãzinha".
Devolvi o notebook dela e a acompanhei até onde estava a mãe. Mariana estava muito quieta. Na porta, a mãe... Ela agradeceu o favor e disse à filha para me agradecer. Mariana me olhou com ódio.
Mariana. - Muito obrigada, Juan.
Sorri e disse que tinha sido um prazer.
A manhã ficou eterna, me distraí posicionando meu notebook para gravar vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém batendo na porta com os nós dos dedos. Abri, ela entrou rapidamente e fechou a porta.
Mariana. - E aí, o que você quer? - Ela disse quase chorando.
Eu. - É fácil, o que todos os homens querem de você desde que esses peitos cresceram.
Mariana. - Eu não sou uma puta - já estava chorando.
Eu. - Tá, eu sei, você não é uma puta, é uma garota normal com vontade de experimentar e explorar.
Mariana. - Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um degenerado. Ontem eu gostei de você, mas hoje te odeio.
Eu. - Verdade, bom, então amadurece.
Mariana. - Sério? E o que vai acontecer com tudo que você roubou de mim?
Eu. - Bom, eu teria que falar com seu pai, mas talvez eu tente com sua mãe, ela é tão gostosa quanto você e com certeza não teria problema em te substituir para seu pai não descobrir.
Mariana. - Ele me bateria se descobrisse, e minha mãe também por não evitar. Ele é muito rígido.
Eu. - Melhor ainda, assim sua mãe não terá problema em me atender.
Mariana. - Não, tá bom, ela já tem problemas demais, pobre coitada. O que você quer?
Eu. - Primeiro lava o rosto, depois vem aqui, vou estar sentado naquele sofá, você vai sentar de cavalinho em cima de mim e, fazendo carinho, vai me implorar para ser minha namorada. Eu vou resistir, mas você tem que tentar me convencer a qualquer custo, entendeu?
Mariana. - Ela me olhou com cara de dúvida e foi ao banheiro.
Eu posicionei o notebook para gravar a cena, estava a menos de um metro, não haveria problemas com o som.
Ela voltou e sentou em cima de mim, começou a acariciar meu cabelo. Demorou uns dez minutos para assumir o papel, mas como eu não dizia nada, acabou assumindo que não tinha alternativa.
Mariana. - Juan... por favor, ontem eu me apaixonei por você, eu quero…
Eu.- O que você quer, Mariana?
Mariana.- Ser sua namorada.
Eu.- O quê?? O que eu faço com uma namorada de 18 anos? Você tá louca?
Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não esses joguinhos.
Mariana.- Vamos, eu sei que você me quer, ontem você ficou me olhando muito.
Eu.- Claro, porque você é um bombom, mas eu busco outras coisas numa mulher.
Mariana.- O que você busca? Sexo? Eu não sei muito, mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito bonito.
Eu.- E tem mesmo, e ela também. Viu, eu devia ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, certeza que ele come ela todo dia.
Ela fez cara de raiva.
Eu.- Viu, eu digo "comer" e você já se assusta, e se eu te disser que o papai enfia o pau dele todo dia na buceta da sua mãe? Certeza que tão aproveitando agora que você não tá aí pra ela chupar bem o pau dele e engolir a porra?
Mariana ficou excitada, agarrou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela.
Mariana.- Tô te dizendo que eu faço o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário muito detalhado escondido, por isso eu te olhava ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja que deixam se aproximar de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só transa com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem tira a roupa dela. Ela tem uns camisolões horríveis, daqueles da idade média. Quando eu li, decidi que não queria ser tão infeliz quanto ela.
Eu.- Hahaha, então no final você queria mesmo, hein, putinha!
Mariana.- Não me chama assim! Eu não sou puta nenhuma!
Apertei bem forte os dois peitos dela… Ela suspirou.
Eu.- É, é sim, você é a minha putinha. Vou fazer o que eu quiser com você e você não só vai obedecer, como depois ainda vai me agradecer, igual essa manhã.
Meti as mãos dentro do decote dela, os peitos dela estavam bem quentes e os mamilos duros. Brinquei com eles um tempo, amassando e apertando. mamilos. Ela estava ficando cada vez mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidinhos. Estava adorando.
Eu. – Certo, quem é você?
Mariana. – Mariana.
Eu. – Quem??
Mariana. – Sua putinha?
Eu. – Certo, e agora me diz por que você quer ser.
Mariana. – Porque não quero acabar como minha mãe?
Eu. – E o que falta pra sua mãe?
Mariana. – Fazer mais amor…
Eu. – Como é??
Mariana. – Que o papai coma ela mais?
Eu. – Com o quê?
Mariana. – Com o pau dele!
Eu. – Certo, e se eu disser que vou te transformar numa chupadora de pau de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, em cima do dos seus pais, pra que eles te escutem transando e pensem que estou com alguma puta?
Mariana. – Ummmmmmmm
Eu. – O que isso significa?
Mariana. – Que eu gostei!
Eu. – O que você gostou?
Mariana. – De você me ensinar a chupar seu pau e me comer pra meus pais me ouvirem gemer como uma puta.
Eu. – Certo, procura meu pau.
Ela baixou as mãos, colocou na minha cintura e puxou pra baixo o pijama que eu estava usando. Meu pau, que já estava duro há um tempo, saltou pra fora. Ela o pegou bem devagar.
Eu. – Segura com força.
Ela apertou com uma mão, me masturbando desajeitadamente, e com a outra acariciou a cabeça. Eu já tinha soltado um pouco de líquido. Ela levou os dedos ao nariz e cheirou…
Eu. – Chupa eles.
Ela os colocou na boca.
Eu. – O que achou?
Mariana. – Tem um cheiro forte e o gosto é igual, mas acho que gostei. É isso que engravida?
Eu. – Não, isso sai mais tarde. Você vai provar com calma depois.
Ela sorriu.
Eu. – Certo, segura meu pau com força pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem devagar.
Mariana. – Assim? Está tão duro e quente, gostei. E essa parte tão macia…
Eu. – Tira o top e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.
Ela passou as mãos pelas costas para desabotoar e, com um movimento, tirou tudo.
Eu. – Ummm, você tem uns peitos… realmente gostosas. – Enquanto as segurava com as mãos apertando-as.
Mariana. – Obrigada, às vezes fico com vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles… bom, às vezes dão medo.
Eu. – Isso é porque você dá pau duro neles, querem te comer como animais. Não importa se você é legal ou não. Só querem te foder.
Mariana. – É, acho que não ia gostar.
Eu. – Bom, meu pau parece que você gosta, não solta ele.
Mariana. – Bom, o seu eu gosto, o que faço agora?.
Eu. – Fica de joelhos, e me olhando nos olhos, passa a língua na base do meu pau e nas minhas bolas, bem devagar…
Ela se ajoelhou e começou a lamber como uma putinha.
Eu. – Você fica linda de joelhos com esses peitões lambendo minhas bolas, puta.
Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e de repente enfiou quase todo meu pau na boca de uma vez.
Eu. – Tô descobrindo o que você gosta, puta, você gosta né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – você é bem atrevida, aqui de joelhos, lambendo o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela meteu a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha só que atrevida, se punhetando… o que será que o papai diria se visse sua princesinha chupando meu pau? Acha que ele já imaginou isso? –, ela tirou o pau da boca, e lambeu ele todo, seu olhar já não era de menina direita.
Eu. – Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim teria duas putas na mesma casa.
Mariana – Sim por favor, ensina ela, que ela aproveite igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão bonita…
Eu. – Bom, mas você vai me ajudar, sabe no que vai transformar seu pai?.
Mariana – Em um corno manso – e enfiou o pau de novo até o fundo.
Eu já estava quase pra gozar tudo. Tirei o pau da boca dela.
Eu. – Beleza, puta, agora você pode escolher, pode se levantar e ir embora e não vou te chantagear mais ou pode continuar chupando meu pau até encher essa boca de puta que você tem com meu leite, você escolhe.
Mariana - Não posso ir embora… se eu for depois não poderia te agradecer – disse piscando o olho para mim. –
Eu - Bom, então engole tudo e me olhando nos olhos -
Minha rola estava no ponto, as cócegas estavam no máximo, comecei a soltar um jorro de porra direto na boquinha dela. Ela apertou os lábios em volta da minha glande para não escapar nada, coloquei a mão na garganta dela, sentir como ela ia engolindo era delicioso, quando terminou de sair o gozo ela ficou mais uns minutos lambendo minha rola até deixar bem limpa. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e chupei sua buceta como um louco, estava deliciosa, uma buceta virgem, de minha propriedade e de uma garota linda. Ela gozou mais três vezes.
Mariana - Caralho! Não acredito
Eu - Você gostou, né putinha?
Mariana - Acho que até já gosto que você me chame assim.
Eu - hahaha
Eu - Bom, você tem que ir embora. Faz uma hora que você está fora, vão ficar bravos, né?
Mariana - É, provavelmente.
Eu - Bom, seus pais dormem a sesta?
Mariana - Sim, de manhã missa e depois de almoçar dormem um pouco.
Eu - Bom, fala que vai ao cinema, amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse bumbum.
Mariana - A bunda? Vai doer?
Eu - Vai, um pouco. Mas uma boa putinha tem que receber por todos os buracos. Você gostou de chupar rola, né? Então o resto você vai adorar, relaxa.
Mariana - Bom, sou sua putinha, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, né? Essa é a ideia.
Eu - Sim, e você adora
Mariana - Acho que sim.
Eu - Bom, agora chega perto da tela do computador e fala…
Ela ficou corada.
Mariana - Você me gravou?
Eu - Sempre vou gravar, agora o que eu te falei. – e dei um tapa na bunda dela.
Ela chegou perto da tela, ao mover o mouse apareceu o rosto dela em tela cheia, ainda tinha um pouco de porra nos lábios, me olhou, lambeu os lábios e olhando para a tela…
Mariana - Oi mãe, acabei de aprender a chupar rola e me chuparam a buceta como nunca, nem mesmo seu papai fez assim, espero que logo você também esteja com esse pau na sua buceta, te amo.
continua...
11 comentários - Minhas Vizinhas Gêmeas 1