Minhas Vizinhas Gêmeas 1

Como já contei em várias histórias anteriores, me chamo Juan, moro em Rosário, trabalho num data center e também desenvolvo sites. Tô na casa dos 42 anos e faz só algumas semanas que tudo foi pro caralho com a minha família, que mora em outra província, a uns mil quilômetros daqui, porque descobriram que eu tava transando com a minha sobrinha. Um dia os pais dela vieram fazer uma visita surpresa e nos pegaram no flagra (leia-se minha sobrinha Gisele).

Fiquei várias semanas muito focado no trabalho, queria esquecer um pouco a minha sobrinha, por quem eu tinha me apaixonado, pra que negar? Com ela não era só sexo, era tudo: chegar em casa e sentir cheiro de flores, ela me esperando vestida de empregadinha, sempre estimulando meus sentidos pra gente transar sem controle onde quer que fosse, nossos encontros românticos. Mas tudo isso acabou quando o pai dela, um primo meu, nos descobriu.

Voltando ao assunto, tava muito enfiado no trabalho, tinha sido promovido fazia pouco e as responsabilidades eram enormes, e várias vezes eu tinha que ficar depois do expediente, então esperava os fins de semana desesperadamente.

Foi exatamente numa sexta-feira que ouvi um monte de barulho no apartamento debaixo do meu. Lembrei que tava desocupado há meses, e parecia que tinham chegado novos vizinhos.

Saí até a entrada do prédio e lá estava meu novo vizinho, tentando subir um móvel pesado pra caralho, sem nem pedir ajuda. Ajudei ele a subir e ele, muito educado, se apresentou como Manuel e agradeceu pela mão. Não sou muito de socializar, ainda mais com vizinhos, mas no dia anterior tinha fechado um bom negócio.

Me despedi e fui alugar um filme bom que um colega de trabalho tinha recomendado. Mas meus planos iam mudar radicalmente. Tinha chegado fazia meia hora quando tocam a campainha do apê. Era a Ana, esposa do Manuel, uma senhora na casa dos 45 anos, por baixo de toda aquela roupa larga se Adivinhava um corpo bonito, principalmente uns peitões. Ela veio me convidar pra jantar por causa da ajuda que dei ao marido dela com o móvel.

Tomei um banho e me vesti num esporte casual, peguei uma garrafa de vinho bom que sempre tenho e fui pro apartamento de baixo. Toquei a campainha e quem atendeu foi a filha do casal, porque era filha da mãe, mesma cara, mesmos olhos azuis, se apresentou como Mariana.

Me fizeram entrar e a Ana veio rapidamente me cumprimentar, e chamou o Manuel, avisando que a visita tinha chegado. Ficamos uns minutos conversando e por um momento achei que tava vendo dobro, mas não, eram gêmeas, elas, diante da minha cara de espanto, sorriram e o Manuel chamou elas pra se apresentarem, a Mariana eu já conhecia, mas a Marina não. Ruivas, com umas sardas no rosto, debaixo daquelas roupas largas, dava pra adivinhar uns peitos mais que enormes; herdados sem dúvida da mãe; baixando o olhar, fiquei pensando se todos os pelos do corpo teriam a mesma cor.

Abençoaram a mesa e jantamos, a Ana era uma cozinheira foda, jantamos e as duas vadias me olhavam e riam entre si; antes da mãe falar, elas, bem solícitas, levantaram a mesa e em minutos voltaram com xícaras de café. Sentamos no sofá e ficamos um tempão conversando, ele era executivo de RH de uma multinacional importante e de quebra me encheu o saco com o tema religião, por uns momentos pensei em me matar ali mesmo, mas aguentei, porque as duas vadias não paravam de cochichar entre si.

Contei sobre meu trabalho com computadores e o Manuel me pediu um favor:

- Você poderia dar uma olhada no notebook da Mariana, ela tá reclamando que não tá funcionando direito – disse o Manuel.

- Sem problema – respondi.

Pude ver como as duas irmãs se olharam e ficaram sérias;

- Não precisa, pai, já melhorou – disse a Mariana. Manuel, levantando o tom, disse que já fazia mais de um mês que ela tava reclamando e pedindo um novo; Mariana cedeu:

- Tá bom, pai, segunda-feira de manhã cedo eu levo ele pra você – disse Mariana.

- Que pena, semana que vem tô bem enrolada, se me derem agora, entre amanhã e domingo eu termino – falei olhando pra ela.

A garota tentou resistir, mas o pai mandou ela trazer o computador na hora, dava pra ver quem mandava na casa. Ela olhou pro chão e voltou num minuto com o notebook, era um HP normal com uns adesivos de criança. Ela me entregou olhando nos meus olhos.

Depois de um tempo, me despedi e subi correndo pra minha casa. Liguei o notebook e conectei um HD pra copiar tudo antes de qualquer coisa. Instalei uns programas pra limpar ele e, com a cópia ligada no meu, comecei a explorar. A primeira coisa que procurei foram os logs do MSN, ela tinha todas as conversas salvas, essa mania dos adolescentes de guardar tudo... Fiz uma busca por fotos e encontrei as típicas fotos de família, com amigos, tinha umas em Punta del Este onde dava pra ver ela, a irmã e a mãe de biquíni, eram exageradamente grandes, mas os corpos das três eram impressionantes.

Me imaginei o pai metendo a pica na mãe, adorava. Explorei um pouco mais e encontrei o que procurava, uma pasta com senha, chamada "trabalhos de física da escola", onde os pais nunca iriam procurar, imagino. Pular a senha não foi nada difícil.

A garota era organizada até pra isso, tudo estava super arrumado, tinha uma pasta chamada "fotinhas"; onde havia duas dúzias de fotos dela com a Marina de lingerie, sem sutiã, posando na frente do espelho ou em cima da cama de quatro, mostrando a bunda e a buceta, não dava pra ver nenhum pelo, então fiquei na curiosidade da cor dos pentelhos das irmãs.

Na manhã seguinte, umas onze e meia, bateram na porta. Era a Mariana com a mãe dela. Ela se desculpou dizendo que a menina tava Teimosa que precisava do notebook. Falei que claro, que me dessem uns minutos que um programa tava terminando, ofereci um café e, deixando elas na cozinha, fui pro meu escritório. Liguei a câmera pra gravar o que ia rolar e coloquei na tela de descanso do meu computador a galeria de fotos da Mariana. Tenho um monitor de 32 polegadas, então dava pra ver ela clarinho. Fiquei de olho pra se ela viesse com a mãe, desativar a tela de descanso. A mãe decidiu, pelo visto, terminar o café dela sossegada. Quando a Mariana entrou no escritório, ficou branca que nem papel olhando pro meu monitor.

Eu: — E aí, Mariana?

Mariana: — O quê? O que você quer dizer?

Eu: — Bom, você tira fotos pornô, tem brincadeiras sexuais com sapatão e fala uma linguagem que duvido que aprendeu na escola. — Ela ficou mais pálida ainda.

Mariana: — Pelo amor de Deus, não.

Eu: — Pelo amor de Deus não, o quê, Marianinha? Não tenho outra escolha a não ser contar pros seus pais. Não se preocupa, quando você se recuperar da surra que seu pai vai te dar, eles vão te mandar pra um daqueles internatos religiosos onde você vai rezar quatro vezes por dia.

Mariana: — Não, por favor, não faz isso — ela sussurrava, a mãe dela tava perto e a gente só tinha uns minutos.

Eu: — Vai fazer tudo que eu mandar?

Mariana: — Tudo? O que você quer dizer?

Eu: — Fica aqui às quatro, fala que vai dar uma volta no bairro ou algo assim.

Mariana: — Sozinha? Pra quê? — Ela me olhava preocupada.

Eu: — Faz o que eu falo ou às quatro e quinze seu pai e toda a agenda dele, além das suas amigas, incluindo as sapatão, vão receber uma coleção de fotos suas junto com suas conversas quentes. Em uns dias, com essa cara de gostosa, você vira a rainha dos sites de adolescente.

Eu: — Aliás, apaguei tudo, agora só existe minha cópia, não queremos que te peguem sendo uma menina má, né? Ah, e esquece isso, nada nada pra sua “irmãzinha”.

Dei o notebook pra ela e acompanhei até onde a mãe dela tava. Mariana ficou bem quietinha, na porta a mãe. Ela me agradeceu pelo favor e disse pra filha dela me agradecer. Mariana me olhou com ódio.

Mariana.- Muito obrigada, Juan.

Eu sorri e falei que tinha sido um prazer.

A manhã foi interminável, me distraí colocando meu notebook gravando vídeo na sala e outra câmera escondida no canto. Às quatro em ponto ouvi o elevador e alguém batendo na porta com os nós dos dedos. Abri, ela entrou rápido e fechou a porta.

Mariana.- E aí, o que você quer? Falou quase chorando.

Eu.- É fácil, o que todo homem quer de você desde que esses peitos cresceram.

Mariana.- Eu não sou uma puta, já tava chorando.

Eu.- Já sei, você não é uma puta, é uma garota normal que quer experimentar e provar.

Mariana.- Sim, mas não com você, você é muito mais velho e um degenerado. Ontem você me agradou, mas hoje te odeio.

Eu.- Certo, bom, então amadurece.

Mariana.- Sério? E o que vai acontecer com tudo que você roubou de mim?

Eu.- Bom, teria que falar com seu pai, mas talvez eu tente com sua mãe, ela é tão gostosa quanto você e com certeza não vai ter problema em te substituir pra seu pai não descobrir.

Mariana.- Ele me daria uma surra se descobrisse, e na minha mãe também por não evitar. Ele é muito rígido.

Eu.- Melhor, assim sua mãe não vai ter problema em me atender.

Mariana.- Não, tá bom, a coitada já tem o suficiente, o que você quer?

Eu.- Primeiro lava o rosto, depois vem, vou estar sentado naquele sofá, você vai montar em mim de frente e fazendo carinho vai me implorar pra ser sua namorada, eu vou resistir mas você tem que tentar me convencer a qualquer preço, entendeu?

Mariana.- Me olhou com cara de dúvida e foi pro banheiro.

Eu coloquei o notebook de um jeito que gravasse a cena, tava a menos de um metro, não teria problema com o som.

Ela voltou e sentou em cima de mim, começou a acariciar meu cabelo. Levou uns dez minutos pra entrar no papel, mas como eu não falava nada, acabou aceitando que não tinha outra escolha.

Mariana.- Juan , por favor, ontem eu me apaixonei por você, quero…

Eu.- O que você quer, Mariana?

Mariana.- Ser sua namorada.

Eu.- O quê?? O que eu vou fazer com uma namorada de 18 anos? Você é louca?

Ela me olhou com cara de surpresa, esperava que eu pulasse nela, não esses jogos.

Mariana.- Qual é, eu sei que você gosta de mim, ontem você ficou me olhando muito.

Eu.- Claro, porque você é uma gostosa, mas eu procuro outras coisas numa mulher.

Mariana.- O que você procura? Sexo? Não sei muito, mas aprendo rápido. Minha mãe diz que eu tenho um corpo muito bonito.

Eu.- E você tem, e ela também. Viu, eu devia ir atrás dela, com certeza ela me daria o que eu quero muito melhor que você. Seu pai é sortudo, com certeza ele fode ela todo dia.

Ela fez cara de raiva.

Eu.- Viu, eu falo transar e você se assusta, e se eu te disser que o papai enfia o pau dele todo dia na buceta da sua mãe? Que com certeza eles estão aproveitando agora que você não está pra ela chupar bem o pau e engolir o leite?

Mariana ficou excitada, pegou minhas mãos e colocou sobre os peitos dela.

Mariana.- Tô te falando que o que você quiser, e não, minha mãe não faz essas coisas. Ela tem um diário bem detalhado escondido, por isso eu olhava pra você ontem, você é o primeiro homem que não é da família ou da igreja que deixam chegar perto de mim. Ela é muito infeliz, meu pai só dorme com ela no dia antes da menstruação pra ela não engravidar, e nem tira a roupa dela. Ela tem uns camisões horríveis daqueles da idade média. Quando eu li, decidi que não queria ser tão infeliz quanto ela.

Eu.- Hahaha, então no final você queria, hein, putinha!

Mariana.- Não me chama assim! Não sou nenhuma putinha!

Apertei bem forte os dois peitos dela… Ela suspirou.

Eu.- Sim, sim, você é, você é minha putinha. Vou fazer com você o que eu quiser e você não só vai obedecer, como depois vai me agradecer, igual fez hoje de manhã.

Enfiei as mãos dentro do decote dela, os peitos dela estavam muito quentes e os bicos duros. Brinquei com eles um tempo, amassando e beliscando os mamilos. Ela tava cada vez mais excitada, lambia os lábios e soltava uns gemidinhos. Tava adorando.

Eu. – Beleza, quem é você?

Mariana. – Mariana

Eu. – Quem??

Mariana. – Sua putinha?

Eu. – Beleza, e agora me diz por que quer ser isso.

Mariana. – Porque não quero terminar igual minha mãe?

Eu. – E o que falta pra sua mãe?

Mariana. – Transar mais…

Eu. – Perdão??

Mariana. – Que meu pai coma ela mais?

Eu. – Com o quê?

Mariana. – Com o pau dele!

Eu. – Beleza, e se eu disser que vou te transformar numa chupadora de primeira e que um desses dias vou te foder no meu quarto, em cima do dos seus pais pra eles te ouvirem trepando e pensarem que tô com alguma puta?

Mariana. – Ummmmmmmm

Eu. – O que isso significa?

Mariana. – Que eu gosto!

Eu. – O que você gosta?

Mariana. – Que me ensine a chupar seu pau e que me coma pra meus pais me ouvirem gemer que nem uma puta

Eu. – Beleza, procura meu pau.

Ela baixou as mãos, colocou na minha cintura e puxou pra baixo a calça do pijama que eu tava usando. Meu pau, que já tava duro há um tempão, pulou pra fora. Ela pegou bem de leve.

Eu. – Segura com força.

Ela apertou com uma mão, me masturbando sem jeito, e com a outra acariciava a ponta da cabeça. Eu já tinha soltado um pouco de líquido. Ela levou os dedos ao nariz e cheirou…

Eu. – Chupa eles.

Ela enfiou os dedos na boca.

Eu. – O que achou?

Mariana. – Cheira forte e tem o mesmo gosto, mas acho que gostei. Isso que engravida?

Eu. – Não, isso sai depois. Mais tarde você vai provar com calma.

Ela sorriu.

Eu. – Beleza, segura meu pau firme pela base e com a outra mão acaricia minhas bolas, bem de leve.

Mariana. – Assim? Tá tão duro e quente, eu gosto, e essa parte tão macia…

Eu. – Tira a blusa e o sutiã, quero brincar com seus peitos enquanto você me chupa.

Ela passou as mãos nas costas pra se desabotoar e, num movimento só, tirou tudo.

Eu. – Ummm, você tem uns peitos Realmente gostosas. – Enquanto segurava elas com as mãos apertando.

Mariana.- Obrigada, às vezes me dá vergonha, os homens me olham muito na rua, e as caras deles… bom, às vezes dão medo.

Eu.- Isso é porque eles ficam de pau duro, querem te comer como animais. Não importa se você é simpática ou não. Só querem te foder.

Mariana.- Pois é, acho que não ia gostar disso.

Eu.- Bom, meu pau parece que você gosta, não solta ele.

Mariana.- É, o seu eu gosto, o que eu faço agora?

Eu.- Fica de joelhos, e olhando nos meus olhos, passa a língua na base do meu pau e nas minhas bolas, bem devagar…

Ela se ajoelhou e começou a lamber como uma putinha.

Eu.- Você está linda de joelhos com essas tetonas lambendo minhas bolas, puta.

Ela me olhou com um brilho de rebeldia nos olhos e de repente enfiou quase todo meu pau na boca de uma vez.

Eu.- Vou descobrindo o que você gosta, puta, gosta, né? Gosta que eu te chame de puta – ela chupava cada vez mais forte. – Você é bem safada, aí de joelhos, chupando o pau de um desconhecido em vez de estar estudando – ela enfiou a mão na calça e começou a se masturbar. – Olha ela, que safadinha, se tocando… o que será que o papai diria se visse a princesinha dele chupando meu pau? Você acha que ele já imaginou isso? – ela tirava o pau da boca e lambia ele inteiro, o olhar dela já não era mais de menina boazinha.

Eu.- Quer que eu ensine a mamãe a chupar pau igual a você? Assim eu teria duas putas na mesma casa.

Mariana.- Sim, por favor, ensina ela, que ela curta igual a mim, a vida dela é muito triste e ela é tão gostosa…

Eu.- Tá bom, mas você vai me ajudar, sabe no que seu pai vai se transformar?

Mariana.- Num corno – e enfiou o pau de novo até o fundo.

Eu já estava quase gozando tudo. Tirei o pau da boca dela.

Eu.- Beleza, puta, agora você pode escolher: pode levantar e ir embora e eu não vou mais te chantagear, ou pode continuar chupando meu pau até eu encher essa sua boca de puta de leite. você decide com o meu gozo.

Mariana – Não posso ir embora… se for agora, depois não vou poder te agradecer – disse ela, piscando um olho.

Eu – Beleza, então engole tudo e olhando nos meus olhos –

Meu pau já tava no ponto, as cócegas tavam a mil, comecei a soltar um jorro de gozo direto na boquinha dela. Ela colou os lábios em volta da minha cabeça pra não escapar nada, coloquei a mão na garganta dela, sentir ela engolindo era uma delícia. Quando o sêmen acabou de sair, ela ficou mais uns minutos lambendo meu pau até deixar bem limpinho. Ela também tinha gozado, tirei a calça dela e chupei a buceta dela como um louco, tava uma delícia, uma buceta virgem, minha propriedade, de uma menina linda. Ela gozou mais três vezes.

Mariana – Porra! Não acredito nisso.

Eu – Gostou, né, sua putinha?

Mariana – Acho que até já tô gostando de você me chamar assim.

Eu – hahaha

Eu – Beleza, você tem que ir. Já faz uma hora que você tá fora, vão ficar bravos, né?

Mariana – É, mais ou menos.

Eu – Certo, seus pais dormem a sesta?

Mariana – Sim, de manhã tem missa e depois do almoço eles dormem um pouco.

Eu – Beleza, fala pra eles que vai ao cinema. Amanhã vou desvirginar essa buceta linda e esse cuzinho.

Mariana – O cu? Vai doer?

Eu – Sim, um pouco. Mas uma boa putinha tem que receber por todos os buracos. Gostou de chupar pau, né? Então o resto você vai amar, fica tranquila.

Mariana – Tá bom, sou sua putinha, né? Supostamente você pode fazer o que quiser comigo, não é? Essa é a ideia.

Eu – Sim, e você adora.

Mariana – Acho que sim.

Eu – Beleza, agora chega perto da tela do computador e diz…

Ela ficou vermelha.

Mariana – Você me gravou?

Eu – Sempre vou fazer isso. Agora, o que eu falei. – e dei um tapa na bunda dela.

Ela chegou perto da tela, quando mexeu o mouse, o rosto dela apareceu em tela cheia, ainda tinha um pouco de gozo nos lábios, me olhou, passou a língua nos lábios e, olhando pra tela…

Mariana – Oi, mãe, acabei de aprender a chupar pau. e me chuparam a pussy como nunca o papai fez em você, espero que em breve você esteja com essa cock na sua pussy, te quero.

continuará

11 comentários - Minhas Vizinhas Gêmeas 1

Simplemente genial, la calidad de a narración hizo que me imagine con total facilidad cada detalle. Muy buen relato.
No se si es real o no, pero es muy bueno....ahora voy a leer la dos porque tengo la chota como un mastil....y por lo q vi, tampoco hay foto de esta putita...por eso puse 9....ojalá puedas mostrarme alguna en privado o en una tercera parte
bier324 +1
Muy buen relato... o tienes una imaginación excelente o una vida de maravilla
kramalo +1
muy bueno...!! voy a seguir leyendo ...saludos.