Erika, Límpiale Aquí…

Erika foi por muitos anos a esposa de um colega de escola e de rolê, tempo depois eles decidiram se divorciar, ele partiu em busca do sonho americano e a vida não sorriu nada pra Erika, que teve que se virar sozinha com os dois filhos, Antonio e Joselyn.

Tempo depois, quando me mudei pro novo escritório, precisei contratar alguém pra ajudar com a limpeza, então coloquei anúncios no jornal; mas não deu em nada. Uma tarde, quando passei na casa da minha mãe, vi a Erika andando na calçada, parei o carro e ofereci uma carona até a casa dela.

Durante o curto trajeto, ela me contou que tava passando por vários problemas financeiros e de trabalho, e aí vi a chance de ajudar e falei:

— Erika, tem um trampo disponível no escritório, mas não sei se você aceita, é de limpeza…

Ela, sem pensar um segundo, respondeu:

— Claro que sim, quando começo?

Combinamos que ela começaria no dia seguinte. Ela se apresentou pra mim como combinado, expliquei qual seria o salário e as atividades que ela teria que fazer no escritório, e ela ficou contente no primeiro dia de trabalho.

Mais tarde naquele dia, enquanto a Erika limpava meu escritório, ela se inclinou pra arrumar uma estante e foi aí que eu percebi a bunda enorme dela, enfiada nuns jeans brancos bem apertados. Passei um tempinho observando ela e notei que os peitos dela eram grandes, mesmo com uns quilinhos a mais, isso não importava. O rosto dela era de uma mulher madura que tinha sido maltratada pelos anos e pela vida, mas ainda assim atraente, cabelo na altura do ombro, ondulado e tingido de ruivo, olhos grandes castanhos, boca pequena e lábios finos. Como a relação com ela era bem boa e a gente se dava super de boa, falei:

— E quem é que tá regando suas plantas, amiga?

— Haha, então… um guri… tá me regando, amigo, mas parece que ele é muito novinho e não sabe muito bem, é 12 anos mais novo que eu… — respondeu ela, sem cerimônia.

— Nossa… sério… —disse eu, com um pouco de surpresa—
—Por que você pergunta? Tá se oferecendo pra regar meu jardim… ou o quê? —perguntei em tom de brincadeira—
—Kkkk, então como quiser, gordinha, cê sabe que eu tenho pra todas… —respondi—
—Ah, não se faz de besta, se quem cê tá de olho é minha irmã… ou já era? —perguntou—
—Mmm… essa Zaira… me escapou viva… —disse em resposta à pergunta dela—
A conversa parou por aí porque meu celular tocou e atendi a ligação. Erika saiu depois de terminar de limpar meu escritório, e eu a vi de novo quando ela saiu, passando pra se despedir de mim.
—Já vou, amigo. Valeu pela oportunidade, cê não vai se arrepender… —disse Erika e saiu do escritório—
Uns dias depois, chegando no escritório, vi uma bunda enorme se espremendo no vão da escada. Naquele dia, acordei com vontade de pegar alguém, então me aproximei e, ao perceber que a bunda era da Erika, me coloquei atrás dela e falei:
—Assim que eu queria te ver… amiga…
Ela pulou pra frente e, virando pra me encarar, respondeu:
—Ah, continua assim que um dia eu vou te dar uma trepada do teu tamanho…
—Kkkk, então quando quiser, amiga… cê sabe onde é meu escritório… —respondi em tom desafiador—
Não sei se ela também tava no tesão ou foi só o momento, mas quando passou por mim, deu um tapão na minha bunda e riu enquanto fazia isso.
Normalmente, Erika limpava meu escritório primeiro, mas naquele dia não foi assim. O dia passou e ela não fez o serviço; entrou quase às 13:30 e começou a limpeza. Eu tava atendendo uma ligação na hora e deixei ela trabalhar. Quando terminei a chamada, falei:
—Vamos ver a que horas…
—Tô aqui… amigo… me distraí com outras coisas… —respondeu—
Eu olhava aquela bunda grande e gorda balançando de um lado pro outro a cada movimento que ela fazia varrendo meu escritório. O tempo foi passando assim, até que a voz dos caras me trouxe de volta à realidade e percebi que já era hora de sair pra almoçar.
—Bom, amiga, chegou a hora do almoço. Cê vai sair ou trouxe comida? —perguntei—
O que Erika respondeu… Me deixou sem palavras por um instante.
- "Aonde você vai, amigão? Aqui tem muita comida..." – disse ela, se tocando nos peitos e na bunda.
- "Hahaha, sério... cê tá brincando? Amiga, cê quer mesmo transar?" – respondi.
- "Ué, se não... vamos dar uma trepadinha de amigos, né?" – respondeu, se aproximando de mim.
- "Tem certeza? Não vai se arrepender..." – falei enquanto ela chegava mais perto.

A resposta foi clara: as mãos dela pegaram meu pau por cima da calça, e devagar, a língua passava pelos lábios.
- "Tô com um tesão danado, amigo... me ajuda com isso?"

Ela começou a desabotoar minha camisa e minha calça. Segurei ela por um instante e saí pra trancar a porta.
- "Agora sim, amiguinha... vou te comer de um jeito que você vai ver estrelas" – falei, pedindo pra ela se despir.

A primeira coisa que saiu foi a blusa. Os peitões dela, cobertos por um sutiã branco, balançavam a cada movimento, enquanto eu terminava de tirar minha roupa, ficando só de cueca. A Erika tirou a calça pelos pés, e um belo púbis apareceu por baixo de uma calcinha da mesma cor do sutiã.
- "Só não olha minha barriga, amigo... é que ficou assim depois das gestações" – disse ela, tentando esconder a barriga flácida.
- "Chega mais, Erika..." – falei, estendendo a mão.

Ela se aproximou, e eu sentei ela na cadeira do meu escritório. Olhei bem nos olhos dela e falei:
- "Deixa eu enfiar meu pau no meio das suas meninas?"
- "Humrum... pode vir" – respondeu, tirando o sutiã.

Os peitões dela caíram um pouco, e ela segurou eles com as mãos, separando um pouquinho, esperando meu pau. Abaixei a cueca e, quando viu meu pau, a Erika exclamou:
- "Ai, meu Deus... onde é que você guarda essa coisa, amigão? Olha só isso..."

Peguei um pouco de saliva e passei no meu pau. Me aproximei dos peitos da Erika e coloquei meu pau no meio. Ela apertou com os seios e começou a me masturbar com eles.
- "Aaaah, Erika... hummm!! Seus peitos são tão macios, mamãe..." – falei sentindo os seios dela no meu pau.
- "Cê gosta, amigo? Quer que eu chupe a pontinha? Quando ela sair... — disse a Érika.
— Ahã... chupa um pouquinho aqui... porque não temos muito tempo... — respondi.
A boca dela se abriu devagar e minha glande entrava nela cada vez que aparecia entre os peitos dela.
— Humm, amigo... que ferramenta boa você tem, oo, oo, oo, continua assim... pega nas minhas tetas... — dizia Érika.
— Ooo!!... mmm!!... amiga... que delícia que estão... me dá mais língua na cabeça... — falei enquanto via a língua dela passando pela minha glande.
Ficamos assim por vários minutos, até que eu disse:
— Gordelícia, quero te comer... me deixa?
— Mmm!!... sim... enfia essa cock na buceta e no cu, amigo... — respondeu.
Tirei meu pau de entre os peitos dela e ela se levantou, puxando a calcinha pra baixo.
— Onde e como você quer... coração? — perguntou Érika.
— Encosta na mesa, gordelícia... quero ver essa rabuda no esplendor dela... — respondi enquanto passava um pouco de lubrificante no pau.
Ela se posicionou como eu mandei, quando fiquei atrás dela, ela arrebitou a bunda e abriu um pouco as pernas.
— Mete logo... não me faz esperar... me come com força... me faz gritar com essa cock... — disse Érika.
Enfiei meu pau na buceta dela, mas como a diferença de altura era grande, tive que dobrar mais os joelhos pra conseguir penetrar, ela ajudou subindo uma perna na mesa e abrindo uma das nádegas pra eu ver onde tava enfiando. Devagar, afundei meu pau nela e ela exclamou:
— Ooouuu!!... bebê... mmm!!... cê gosta... cê gosta da minha buceta?
— Ahã... quente e molhada... do jeito que eu amo... — respondi.
Assim que meu pau deslizou todo dentro da Érika, comecei a meter sem piedade na buceta dela, fazendo os sons do sexo ecoarem no escritório.
— Pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap... ou, ou, ou, ou, assim, assim, bebê assim... me come mais... uuuyyy!!... não para... enfia a cock até o fundo... uyy... porra, gordelícia, você tá pegando fogo... que buceta gostosa, engole meu pau como se fosse bala... — a gente falava e gemia junto.
— Me promete que isso fica entre a gente... mmm, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa... claro que sim... não te relaxa… mmm, aa, uyy, essa desgraçada da Zaira perdeu uma boa… aa, aa, aa, aa, aa… —a gente falava sem parar de gemer—
Aquela porra de penetração infernal na buceta da Erika continuou por uns 20 minutos, variando a velocidade e a dureza. Depois desse tempo, o suor da minha testa começou a cair nas bundonas e nas costas dela. Aí a Erika falou:
— Cê tá cansando, bebê, deixa eu chupar sua piroca… um pouquinho… quero sentir ela inteira na minha boca.
Tirei meu pau da buceta dela, e ela virou, se ajoelhou no chão, pegou meu pau e começou a dar umas chupadas fodidas no meu membro. Por causa do tesão que os lábios e a língua dela me davam, segurei os cabelos dela e enfiei o pau inteiro na boca dela, senti que afundou até o fundo e minha cabeça bateu em alguma coisa. Na hora, tirei e ela respirou fundo…
— Ai, caralho… foi até a garganta… pff, pff… me dá, gug, gug, gug, guuuuggg!!!... uuuugaaaggg!!!... pfff… pfff… —ela mamava e falava—
Os olhos dela encheram de lágrimas por causa da sufocação que meu pau na boca dela causava. Depois de um tempinho babando a piroca, pedi pra ela se colocar de novo de quatro, mas agora no sofá. Ela se apoiou nos braços do sofá e falou:
— Vem, enfia de novo e come meu cu também… não tira até você gozar… quero seus amiguinhos na minha boca…
Aí eu penetrei ela com força de novo pela buceta. Enquanto minhas mãos seguravam as bundonas dela, separando elas.
— Aaaaa!!... sim, sim… bebê, come a sua gorda putona… adoro sua piroca… me dá tudo… —disse a Erika quando sentiu meu pau afundar na boceta dela—
— Uyy… gordinha… cê tá toda molhada… mamãe… aja… aja… me dá mais… cospe no meu cu pra meter logo… —a gente falava os dois—
Juntei toda a saliva que ainda tinha na boca e deixei cair no cu dela, separando mais um pouco as nádegas, olhei aquele buraco escuro em forma de asterisco, parecia fechado e apertado.
— Já te meteram? por aí… gordinha…? -perguntei-
- Aham… várias vezes… não se preocupa… aaa, aa, aa, aa, aa, aa, aa, aa… já enfia no meu cu, bebê… -respondeu a Erika-
Atendendo ao pedido dela, tirei meu pau da buceta dela e coloquei no cu dela, empurrando e sem muito esforço minha cabeça enfiou nele.
- Uiii!!… bebê… me dá, me dá tudo… enfia tudo, tira meus peidos, bebê… -dizia a Erika, toda entregue ao prazer-
Então me preparei pra enterrar o pau inteiro no cu dela, e quando ele terminou de furar aquele buraco, comecei a meter e tirar devagar meu pau.
- Aa, aa, aa, aa, hum, hum, hum, mais forte… eu gosto forte… me dá forte, bebê… não importa se eu gritar… me dá forteee!!... -disse a Erika-
Fala sério, o que o cliente pede… violentamente deixei meu pau entrar e sair do cu dela, enquanto isso via o esfíncter da Erika afundar e voltar a cada metida que eu dava.
- Pap, pap, pap, pap, pap, pap, pap… au, au, au, au, assim, assim, bebê assim… me come mais… uuuyyy!!... não para… come meu cu… aa, sim, sim, mmm, hum hum, aaaa!!... é uma delícia… ter teu pau no meu cu… continua, continua… -gemeu a Erika-
- Uai, gordinha… que rabo gostoso… você tem, mamãe… é uma delícia… você gosta, bebê… você gosta… adoro teu rabo… gordinha… -dizíamos nós dois-
Ficamos vários minutos assim, até que meu pau, já sufocado pelo cu da Erika, começou a me avisar que queria respirar…
- Mamãe, vou gozar… vou gozar, gordinha…, espera… tira ele… deixa eu virar… espera… não goza… -dissemos-
Tirei meu pau do cu dela e ela virou rapidamente, ficando apoiada no apoio de braços sobre os ombros dela, e enfiando meu pau na boca dela, soltei dois jorros enormes de porra, enchendo a boca dela de porra, ela conseguiu engolir a maior parte e o resto escorreu pelos lábios dela, continuou chupando meu pau até deixar limpo e sem nenhum traço de porra.
- Que gostoso, que gostoso… mmm, bebê… que gostoso você me comeu… de verdade, me fez ver estrelas… que se repita… mais vezes, né? -disse a Erika enquanto lambia meu pau-
- Ok… a O segredo é que eu te digo… "Erika, limpa aqui pra ele." – eu falei –
Nós dois nos vestimos de novo e eu fui abrir a porta de novo. Agora, sempre que dá, é só falar "Erika, limpa aqui pra ele…" que ela já sabe que eu quero transar com ela…
Fim…

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