Parecia uma noite normal como tantas outras, uma festa na casa de um amigo e depois a gente ia pra balada ou pros bares beber algo, com um pouco de sorte eu ia pegar alguém na festa e levar uma mina pra cama.
Tenho uma irmã dois anos mais nova que eu, com meus 21 anos achei que não precisaria mais cuidar dela, capricho da natureza, que fez minha irmã ser uma garota bem gostosa e muito assediada por vários babacas, que eu conhecia bem as intenções. Não conseguia evitar ficar puto vendo a minha irmã, toda fogosa, se vestindo provocante e cagando pros meus conselhos, sempre ia atrás dos meus amigos. Jurava que até já tinha dado em cima de mim umas vezes, mas sempre atribuí isso aos hormônios descontrolados típicos da idade dela. Era minha irmã e, por mais gostosa que fosse, nunca ia comer ela… nunca?
A festa era na casa do Richi, o filhinho de papai e, pra nossa sorte, mimado no quesito festas sociais. A mãe dele deixava tudo desde que o pai milionário tinha morrido. Naquele fim de semana, a mãe do nosso amigo foi visitar uns parentes, desculpa perfeita pra fazer uma festa no meu lugar favorito, a casa do Richi significava que não ia faltar nada pra beber nem comer. Tava lá nós 4 de sempre, aos poucos foram chegando mais convidados, os convidados traziam amigos e amigas e foram enchendo o jardim da casa do meu parceiro. Tinha um barril de cerveja igual nos bares, uns baldes de sangria e uma mesa enorme cheia de batatas, castanhas, frios… Até se deu ao luxo de montar uma churrasqueira. As festas na casa do Richi eram sempre as melhores porque ele não economizava na hora de agradar os amigos.
Me deixei levar pela empolgação de estar rodeado de tanta gente, bebi bastante cerveja e não comi quase nada, então o álcool não demorou pra fazer efeito. De repente, Toni, meu vizinho, vem rindo e dizendo que duas minas queriam me conhecer. Olhei pra onde ela apontava e uma mina começou a me cumprimentar, levantei a mão devolvendo o aceno e ela veio na minha direção com uma dose de uísque com Booty, meu “cubão” favorito. Tomei aquele copo quase de um gole só, a mina que se chamava Patrícia começou a se esfregar em mim e me trouxe outro cubão. Eu tinha pegado alguém sem precisar me esforçar pra conquistar ninguém. Acho que tomei uns quatro cubões enquanto a Patri não parava de se roçar em mim dançando, colava os peitos nos meus, me dava beijinhos na boca, apertava a bunda dela no meu pau. Eu tava completamente bêbado, mas ligado que aquela mina queria transar. Que coincidência, eu também queria. De repente, a Patrícia sumiu e depois de cinco minutos voltou com a bolsa dela, me perguntou se eu tava em condições de transar, me surpreendeu ela ser tão direta apesar do tesão que eu tava sentindo com as roçadas dela. Claro que falei que sim, então ela me pegou pela mão e me levou até os quartos de hóspedes.
Meu amigo Richi sempre deixava esses quartos pros casais que conseguiam se dar bem nas festas dele. Com a bebedeira que eu tava, tava difícil acompanhar o ritmo dela, mas chegamos no quarto sem problemas, ela trancou a porta por dentro pra ninguém nos pegar de surpresa e começou a se despir. Ficou só de lingerie enquanto eu, com uma cara de bobo, olhava pra ela. Ela começou a rir e me jogou na cama pra me despir, percebeu que eu não tava em condições de me virar sozinho. Me deitou de barriga pra cima na cama e, como se fosse uma profissional, tirou toda a minha roupa em dois minutos. Deitou em cima de mim e começou a me beijar de língua, eu ainda tava de cueca e ela de lingerie. Com dificuldade, consegui desabotoar o sutiã dela e os peitos dela apareceram na minha frente. Pareciam duas laranjas grandes, redondinhas e firmes. Me apeguei a eles e comecei a apalpar enquanto ela mexia a bunda em cima do meu pau, a cueca não deixava eu penetrar ela e Morria de vontade de fazer isso. Patricia começou a me beijar na boca várias vezes, de repente parou e tirou minha cueca. Viu que meu pau não estava totalmente duro, então começou a lamber e depois enfiou ele inteiro na boca. Apesar do álcool correndo nas minhas veias, meu pau não era alheio ao que estava vivendo, não demorou muito para ficar devidamente ereto. Patri se jogou em cima de mim de novo e, me dando um beijo, disse que queria foder no escuro. Eu respondi que queria foder, não ligava se fosse com luz ou sem, então entre risadas ela se levantou e apagou a luz.
Não demorou para voltar até mim, tateando me encontrou deitado no meio da cama, senti as mãos dela tocando meu corpo, procurando primeiro meu pau e depois minha boca. Começou a me beijar com uma paixão que não tinha antes, os lábios dela foram descendo até meu pau. Pegou ele com a mão e deu uma massagem suave, depois começou a lamber devagar, só por fora. Eu ainda estava sob efeito do álcool que tinha bebido, mas sentia aquela sensação gostosa de uns lábios carnudos tocando meu rabo. Os lábios daquela mulher se abriram, deixando meu pau entrar, ela tinha a língua molhada de saliva e ficou lubrificando toda a minha glande. Os lábios dela foram acompanhados pela mão, me proporcionou uma punheta prazerosa junto com boquetes sem parar. Ficou assim por um bom tempo, descendo e subindo a cabeça, punhetando meu pau com os lábios e a mão, fazendo eu aproveitar, meio inibido pelo álcool, mas isso só fazia minha gozada demorar ainda mais. O prazer era igualmente sentido.
Sem dizer nada, parou de chupar meu rabo e sentou em cima de mim, senti ela pegar meu pau com as mãos e deixar a ponta bem entre os lábios da buceta dela. Aos poucos foi descendo, até enfiar ele inteiro dentro, depois pegou minhas mãos e levou até os peitos dela, que já estavam mais macios, eu gostava mais assim, podia apalpar à vontade. Começou a se mexer, fazendo meu pau entrar e sair dela, no começo Era um movimento suave, mas não demorou pra acelerar. Minhas mãos desceram dos peitos dela pra bunda, acompanhando os movimentos do quadril dela pra deixar as penetrações mais fortes. O ritmo foi aumentando cada vez mais, minhas mãos seguravam ela com força e, toda vez que ela descia, eu subia minha bacia de uma vez. Tava metendo com força nela, embora ela parecesse não reclamar; pelo contrário, apertava minhas mãos contra a bunda dela pra eu segurar mais forte. Ela também fazia questão de aumentar a violência das penetrações, subia e se deixava cair com tudo, parecia que adorava aquilo. Apesar da minha bebedeira, o orgasmo tava chegando; os movimentos daquela foxy estavam fazendo meu pau se deliciar pra caralho.
Comecei a gemer, e meus gemidos foram abafados pelos dela; ela também tava prestes a gozar. Eu ouvia ela ofegar enquanto apertava minhas mãos com mais força contra os quadris dela, parecia que não queria que eu soltasse nunca. Minha respiração tava acelerando, eu tava quase gozando. Senti no meu pau que a buceta que eu tava comendo começava a ficar mais molhada do que o normal. Os gritos dela soavam familiares, embora fosse a primeira vez que eu transava com essa mina. Comecei a gozar, e quando ela sentiu a primeira onda de porra dentro da buceta dela, gritou entre gemidos: "Agora!".
É verdade, meu sêmen tava se espalhando dentro dela, mas aquele grito não era sobre o anúncio da minha gozada. A voz que gritou me pareceu muito familiar; de repente, um clarão me cegou — a luz tinha sido acesa. Pisquei várias vezes e, em poucos segundos, quando consegui enxergar direito, senti como se um raio atravessasse meu pau. Aquela mina que tava me montando não era a Patrícia; quem tava em cima de mim cavalgando que nem uma selvagem e fodendo que nem uma louca era minha irmã. A filha da puta não soltava minhas mãos, continuava apertando elas contra os quadris dela enquanto a buceta dela subia e descia, espremendo minhas bolas que não paravam de derramar toda a porra lá dentro. da buceta dela.
Patrícia nos olhou de onde estava o interruptor de luz, tinha sido ela quem combinou com minha irmã pra eu comer ela. A puta da minha irmã não parava de rebolar com meu pau dentro. Olhei pra ela com cara de ódio e ela me encarava mordendo os lábios com uma cara misturada de prazer e maldade. Me cumprimentou dizendo "oi, irmãozinho" enquanto continuava apertando minhas mãos contra os quadris dela no ritmo das metidas. Não acreditei, me enganaram feito um otário, passei de estar deitado com uma mina bem gostosa, até que ela apagou a luz e entrou minha irmã, acho que tava escondida no armário. A filha da puta tinha me beijado de língua como se não houvesse amanhã, me feito um boquete incrível e dado uma trepada do caralho. Tava surpreso e puto, ainda tinha minha irmã em cima de mim, embora já tivesse gozado e parado de pular. Tava cansada e se largou em cima de mim, me abraçou e tentou me beijar, mas no lugar disso eu dei um tapa com as costas da mão na cara dela.
Tava puto com ela. Tirei ela de cima de mim e ela caiu do meu lado entre risadas e lágrimas. Eu tava tomado pela raiva e subi em cima dela gritando o quanto ela era safada, xinguei ela com todas as palavras e sinônimos de puta e vadia que me vieram na cabeça. As risadas dela me deixavam nervoso, então agarrei ela pelos pulsos e comecei a gritar se ela sabia o que tinha acabado de fazer. — "Sim, dar uma trepada gostosa contigo, assume que você gostou."
Não mentia, tinha curtido desde o primeiro boquete, mas tava muito puto com ela, então dei outro tapa com a outra mão. Em vez de chorar, ela começou a rir, então me ajoelhei na frente dela, que tava deitada de barriga pra cima, e dei mais uns tapas. Patrícia levou as mãos à cabeça ao ver aquela cena, mas minha irmã, em vez de chorar, abriu as pernas e me prendeu entre elas. Tava claro que queria me foder de novo. Meu ódio foi maior, mas em vez de continuar dando tapas nela, o que fiz foi penetrá-la, penetrá-la uma e outra vez enquanto a segurava pelos quadris. Tive que levantá-la um pouco para poder foder ela, já que eu estava de joelhos entre as pernas dela. Agarrei ela pela cintura e puxei o corpo dela contra o meu repetidamente, tentando causar o máximo de dor possível. Eu estava metendo com força e ela reclamava entre gemidos de prazer.
De repente, ela ergueu o corpo até colar o peito no meu, e eu percebi que meu pau tinha ficado enterrado dentro dela até o fundo, não conseguia tirar. O corpo dela estava em cima do meu e a desgraçada começou a me beijar. Dei um empurrão com as mãos e ela caiu de lado, de bruços. Eu ouvia os gemidos dela, entre prazer e dor, enquanto ela dizia que eu sabia tratar uma mulher. A cara dela estava colada nos lençóis, e eu via a bunda dela subindo e descendo no ritmo da respiração. Era hora de castigar ela de verdade.
Olhei pra bunda dela, estava molhada com os próprios fluidos e o resto da porra que eu tinha gozado antes. Cuspi na minha mão e lubrifiquei meu pau com minha saliva. Peguei minha irmã pelos quadris e fiquei atrás dela. Ela sabia o que ia acontecer e começou a se debater comigo. Consegui enfiar a ponta do pau, mas ela deu um grito e se jogou pra frente. Isso me irritou ainda mais, e o que fiz foi me jogar em cima dela. Ela estava de bruços e não tinha saída. Coloquei a ponta do pau no cu dela e comecei a empurrar, enquanto ela, presa pelas minhas mãos e meu corpo, tentava em vão evitar ser fodida pelo rabo.
Aos poucos, meu pau foi entrando no buraco traseiro dela entre gemidos de dor. Minha irmã deu um grito quando enfiei tudo até o fundo, e eu respondi dando um tapa na bunda dela. Patrícia nos olhava do lugar dela, numa mistura de excitação e susto pela cena violenta que estava presenciando. Eu estava fodendo minha irmã pelo cu contra a vontade dela. "Agora não tá rindo, né? Foxy", comecei a me mover devagar, enfiando e tirando minha pica do cu dela. No começo, ela tentava evitar que eu a penetrasse, mas cada movimento dela era respondido com um tapa na bunda. No fim, ela acabou cedendo entre lágrimas, com o cu vermelho das palmadas que eu tava dando. Tava dando o que ela merecia pra aquela foxy, assim ela aprendia a não me enganar igual fazia com os otários.
Cansei de fazer flexão em cima da minha irmã enquanto a penetrava, então agarrei ela pelos quadris e puxei até deixar ela de quatro. Minha pica entrou no cu dela de novo, e ela gritou de dor outra vez, grito que foi respondido com mais um tapa bem forte. Comecei a mover ela pra frente e pra trás, enquanto minha pica entrava e saía daquele cu, um cu que já não oferecia resistência pra foda que tava levando. Olhei pra minha irmã e vi ela chorando enquanto as tetas dela balançavam no ritmo das estocadas que eu tava dando. Agarrei os peitos dela e colei meu peito nas costas dela, depois puxei ela pra cima enquanto continuava penetrando ela pelo cu. Dei um beijo na orelha dela e sussurrei algo que ela nunca esqueceria.
"Isso é por me enganar, foxy. Da próxima vez que eu quiser te comer, é melhor você estar pronta."
Continuei bombando minha pica dentro do cu dela uma vez e outra até minhas bolas esvaziarem a carga dentro dela. Parei de apertar os peitos dela e joguei ela de bruços na cama. Ela se virou e me olhou com os olhos cheios de lágrimas, mas sorrindo. Ela tinha entendido que não devia me enganar, mas acima de tudo, tinha entendido que essa cena um dia ia se repetir. Pelo menos quando eu tivesse vontade de comer a foxy da minha irmã.
Tenho uma irmã dois anos mais nova que eu, com meus 21 anos achei que não precisaria mais cuidar dela, capricho da natureza, que fez minha irmã ser uma garota bem gostosa e muito assediada por vários babacas, que eu conhecia bem as intenções. Não conseguia evitar ficar puto vendo a minha irmã, toda fogosa, se vestindo provocante e cagando pros meus conselhos, sempre ia atrás dos meus amigos. Jurava que até já tinha dado em cima de mim umas vezes, mas sempre atribuí isso aos hormônios descontrolados típicos da idade dela. Era minha irmã e, por mais gostosa que fosse, nunca ia comer ela… nunca?
A festa era na casa do Richi, o filhinho de papai e, pra nossa sorte, mimado no quesito festas sociais. A mãe dele deixava tudo desde que o pai milionário tinha morrido. Naquele fim de semana, a mãe do nosso amigo foi visitar uns parentes, desculpa perfeita pra fazer uma festa no meu lugar favorito, a casa do Richi significava que não ia faltar nada pra beber nem comer. Tava lá nós 4 de sempre, aos poucos foram chegando mais convidados, os convidados traziam amigos e amigas e foram enchendo o jardim da casa do meu parceiro. Tinha um barril de cerveja igual nos bares, uns baldes de sangria e uma mesa enorme cheia de batatas, castanhas, frios… Até se deu ao luxo de montar uma churrasqueira. As festas na casa do Richi eram sempre as melhores porque ele não economizava na hora de agradar os amigos.
Me deixei levar pela empolgação de estar rodeado de tanta gente, bebi bastante cerveja e não comi quase nada, então o álcool não demorou pra fazer efeito. De repente, Toni, meu vizinho, vem rindo e dizendo que duas minas queriam me conhecer. Olhei pra onde ela apontava e uma mina começou a me cumprimentar, levantei a mão devolvendo o aceno e ela veio na minha direção com uma dose de uísque com Booty, meu “cubão” favorito. Tomei aquele copo quase de um gole só, a mina que se chamava Patrícia começou a se esfregar em mim e me trouxe outro cubão. Eu tinha pegado alguém sem precisar me esforçar pra conquistar ninguém. Acho que tomei uns quatro cubões enquanto a Patri não parava de se roçar em mim dançando, colava os peitos nos meus, me dava beijinhos na boca, apertava a bunda dela no meu pau. Eu tava completamente bêbado, mas ligado que aquela mina queria transar. Que coincidência, eu também queria. De repente, a Patrícia sumiu e depois de cinco minutos voltou com a bolsa dela, me perguntou se eu tava em condições de transar, me surpreendeu ela ser tão direta apesar do tesão que eu tava sentindo com as roçadas dela. Claro que falei que sim, então ela me pegou pela mão e me levou até os quartos de hóspedes.
Meu amigo Richi sempre deixava esses quartos pros casais que conseguiam se dar bem nas festas dele. Com a bebedeira que eu tava, tava difícil acompanhar o ritmo dela, mas chegamos no quarto sem problemas, ela trancou a porta por dentro pra ninguém nos pegar de surpresa e começou a se despir. Ficou só de lingerie enquanto eu, com uma cara de bobo, olhava pra ela. Ela começou a rir e me jogou na cama pra me despir, percebeu que eu não tava em condições de me virar sozinho. Me deitou de barriga pra cima na cama e, como se fosse uma profissional, tirou toda a minha roupa em dois minutos. Deitou em cima de mim e começou a me beijar de língua, eu ainda tava de cueca e ela de lingerie. Com dificuldade, consegui desabotoar o sutiã dela e os peitos dela apareceram na minha frente. Pareciam duas laranjas grandes, redondinhas e firmes. Me apeguei a eles e comecei a apalpar enquanto ela mexia a bunda em cima do meu pau, a cueca não deixava eu penetrar ela e Morria de vontade de fazer isso. Patricia começou a me beijar na boca várias vezes, de repente parou e tirou minha cueca. Viu que meu pau não estava totalmente duro, então começou a lamber e depois enfiou ele inteiro na boca. Apesar do álcool correndo nas minhas veias, meu pau não era alheio ao que estava vivendo, não demorou muito para ficar devidamente ereto. Patri se jogou em cima de mim de novo e, me dando um beijo, disse que queria foder no escuro. Eu respondi que queria foder, não ligava se fosse com luz ou sem, então entre risadas ela se levantou e apagou a luz.
Não demorou para voltar até mim, tateando me encontrou deitado no meio da cama, senti as mãos dela tocando meu corpo, procurando primeiro meu pau e depois minha boca. Começou a me beijar com uma paixão que não tinha antes, os lábios dela foram descendo até meu pau. Pegou ele com a mão e deu uma massagem suave, depois começou a lamber devagar, só por fora. Eu ainda estava sob efeito do álcool que tinha bebido, mas sentia aquela sensação gostosa de uns lábios carnudos tocando meu rabo. Os lábios daquela mulher se abriram, deixando meu pau entrar, ela tinha a língua molhada de saliva e ficou lubrificando toda a minha glande. Os lábios dela foram acompanhados pela mão, me proporcionou uma punheta prazerosa junto com boquetes sem parar. Ficou assim por um bom tempo, descendo e subindo a cabeça, punhetando meu pau com os lábios e a mão, fazendo eu aproveitar, meio inibido pelo álcool, mas isso só fazia minha gozada demorar ainda mais. O prazer era igualmente sentido.
Sem dizer nada, parou de chupar meu rabo e sentou em cima de mim, senti ela pegar meu pau com as mãos e deixar a ponta bem entre os lábios da buceta dela. Aos poucos foi descendo, até enfiar ele inteiro dentro, depois pegou minhas mãos e levou até os peitos dela, que já estavam mais macios, eu gostava mais assim, podia apalpar à vontade. Começou a se mexer, fazendo meu pau entrar e sair dela, no começo Era um movimento suave, mas não demorou pra acelerar. Minhas mãos desceram dos peitos dela pra bunda, acompanhando os movimentos do quadril dela pra deixar as penetrações mais fortes. O ritmo foi aumentando cada vez mais, minhas mãos seguravam ela com força e, toda vez que ela descia, eu subia minha bacia de uma vez. Tava metendo com força nela, embora ela parecesse não reclamar; pelo contrário, apertava minhas mãos contra a bunda dela pra eu segurar mais forte. Ela também fazia questão de aumentar a violência das penetrações, subia e se deixava cair com tudo, parecia que adorava aquilo. Apesar da minha bebedeira, o orgasmo tava chegando; os movimentos daquela foxy estavam fazendo meu pau se deliciar pra caralho.
Comecei a gemer, e meus gemidos foram abafados pelos dela; ela também tava prestes a gozar. Eu ouvia ela ofegar enquanto apertava minhas mãos com mais força contra os quadris dela, parecia que não queria que eu soltasse nunca. Minha respiração tava acelerando, eu tava quase gozando. Senti no meu pau que a buceta que eu tava comendo começava a ficar mais molhada do que o normal. Os gritos dela soavam familiares, embora fosse a primeira vez que eu transava com essa mina. Comecei a gozar, e quando ela sentiu a primeira onda de porra dentro da buceta dela, gritou entre gemidos: "Agora!".
É verdade, meu sêmen tava se espalhando dentro dela, mas aquele grito não era sobre o anúncio da minha gozada. A voz que gritou me pareceu muito familiar; de repente, um clarão me cegou — a luz tinha sido acesa. Pisquei várias vezes e, em poucos segundos, quando consegui enxergar direito, senti como se um raio atravessasse meu pau. Aquela mina que tava me montando não era a Patrícia; quem tava em cima de mim cavalgando que nem uma selvagem e fodendo que nem uma louca era minha irmã. A filha da puta não soltava minhas mãos, continuava apertando elas contra os quadris dela enquanto a buceta dela subia e descia, espremendo minhas bolas que não paravam de derramar toda a porra lá dentro. da buceta dela.
Patrícia nos olhou de onde estava o interruptor de luz, tinha sido ela quem combinou com minha irmã pra eu comer ela. A puta da minha irmã não parava de rebolar com meu pau dentro. Olhei pra ela com cara de ódio e ela me encarava mordendo os lábios com uma cara misturada de prazer e maldade. Me cumprimentou dizendo "oi, irmãozinho" enquanto continuava apertando minhas mãos contra os quadris dela no ritmo das metidas. Não acreditei, me enganaram feito um otário, passei de estar deitado com uma mina bem gostosa, até que ela apagou a luz e entrou minha irmã, acho que tava escondida no armário. A filha da puta tinha me beijado de língua como se não houvesse amanhã, me feito um boquete incrível e dado uma trepada do caralho. Tava surpreso e puto, ainda tinha minha irmã em cima de mim, embora já tivesse gozado e parado de pular. Tava cansada e se largou em cima de mim, me abraçou e tentou me beijar, mas no lugar disso eu dei um tapa com as costas da mão na cara dela.
Tava puto com ela. Tirei ela de cima de mim e ela caiu do meu lado entre risadas e lágrimas. Eu tava tomado pela raiva e subi em cima dela gritando o quanto ela era safada, xinguei ela com todas as palavras e sinônimos de puta e vadia que me vieram na cabeça. As risadas dela me deixavam nervoso, então agarrei ela pelos pulsos e comecei a gritar se ela sabia o que tinha acabado de fazer. — "Sim, dar uma trepada gostosa contigo, assume que você gostou."
Não mentia, tinha curtido desde o primeiro boquete, mas tava muito puto com ela, então dei outro tapa com a outra mão. Em vez de chorar, ela começou a rir, então me ajoelhei na frente dela, que tava deitada de barriga pra cima, e dei mais uns tapas. Patrícia levou as mãos à cabeça ao ver aquela cena, mas minha irmã, em vez de chorar, abriu as pernas e me prendeu entre elas. Tava claro que queria me foder de novo. Meu ódio foi maior, mas em vez de continuar dando tapas nela, o que fiz foi penetrá-la, penetrá-la uma e outra vez enquanto a segurava pelos quadris. Tive que levantá-la um pouco para poder foder ela, já que eu estava de joelhos entre as pernas dela. Agarrei ela pela cintura e puxei o corpo dela contra o meu repetidamente, tentando causar o máximo de dor possível. Eu estava metendo com força e ela reclamava entre gemidos de prazer.
De repente, ela ergueu o corpo até colar o peito no meu, e eu percebi que meu pau tinha ficado enterrado dentro dela até o fundo, não conseguia tirar. O corpo dela estava em cima do meu e a desgraçada começou a me beijar. Dei um empurrão com as mãos e ela caiu de lado, de bruços. Eu ouvia os gemidos dela, entre prazer e dor, enquanto ela dizia que eu sabia tratar uma mulher. A cara dela estava colada nos lençóis, e eu via a bunda dela subindo e descendo no ritmo da respiração. Era hora de castigar ela de verdade.
Olhei pra bunda dela, estava molhada com os próprios fluidos e o resto da porra que eu tinha gozado antes. Cuspi na minha mão e lubrifiquei meu pau com minha saliva. Peguei minha irmã pelos quadris e fiquei atrás dela. Ela sabia o que ia acontecer e começou a se debater comigo. Consegui enfiar a ponta do pau, mas ela deu um grito e se jogou pra frente. Isso me irritou ainda mais, e o que fiz foi me jogar em cima dela. Ela estava de bruços e não tinha saída. Coloquei a ponta do pau no cu dela e comecei a empurrar, enquanto ela, presa pelas minhas mãos e meu corpo, tentava em vão evitar ser fodida pelo rabo.
Aos poucos, meu pau foi entrando no buraco traseiro dela entre gemidos de dor. Minha irmã deu um grito quando enfiei tudo até o fundo, e eu respondi dando um tapa na bunda dela. Patrícia nos olhava do lugar dela, numa mistura de excitação e susto pela cena violenta que estava presenciando. Eu estava fodendo minha irmã pelo cu contra a vontade dela. "Agora não tá rindo, né? Foxy", comecei a me mover devagar, enfiando e tirando minha pica do cu dela. No começo, ela tentava evitar que eu a penetrasse, mas cada movimento dela era respondido com um tapa na bunda. No fim, ela acabou cedendo entre lágrimas, com o cu vermelho das palmadas que eu tava dando. Tava dando o que ela merecia pra aquela foxy, assim ela aprendia a não me enganar igual fazia com os otários.
Cansei de fazer flexão em cima da minha irmã enquanto a penetrava, então agarrei ela pelos quadris e puxei até deixar ela de quatro. Minha pica entrou no cu dela de novo, e ela gritou de dor outra vez, grito que foi respondido com mais um tapa bem forte. Comecei a mover ela pra frente e pra trás, enquanto minha pica entrava e saía daquele cu, um cu que já não oferecia resistência pra foda que tava levando. Olhei pra minha irmã e vi ela chorando enquanto as tetas dela balançavam no ritmo das estocadas que eu tava dando. Agarrei os peitos dela e colei meu peito nas costas dela, depois puxei ela pra cima enquanto continuava penetrando ela pelo cu. Dei um beijo na orelha dela e sussurrei algo que ela nunca esqueceria.
"Isso é por me enganar, foxy. Da próxima vez que eu quiser te comer, é melhor você estar pronta."
Continuei bombando minha pica dentro do cu dela uma vez e outra até minhas bolas esvaziarem a carga dentro dela. Parei de apertar os peitos dela e joguei ela de bruços na cama. Ela se virou e me olhou com os olhos cheios de lágrimas, mas sorrindo. Ela tinha entendido que não devia me enganar, mas acima de tudo, tinha entendido que essa cena um dia ia se repetir. Pelo menos quando eu tivesse vontade de comer a foxy da minha irmã.
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