Meu nome é Feliciano, tenho 18 anos, cabelo curto, loiro e olhos castanhos.
Minha prima se chama Jacqueline, tem 22 anos, mede 1,80, cabelo comprido e castanho.
Neste link a foto da minha prima:
http://www.imagebam.com/image/ca0b6f140618703
A verdade é que desde criança eu gosto da minha prima. Só que antes era só um gostar, mas agora é mais que isso. Tô completamente louco pela minha prima linda. Não sinto amor, e sim uma vontade do caralho de transar com ela. O que nossas famílias têm em comum é que ela mora sozinha com a mãe dela e eu só com a minha mãe também.
No verão de 2010, as duas famílias foram de férias pras praias do Rio de Janeiro. No total, éramos 4 pessoas: minha mãe Analía (42), minha tia Teresa (48), minha prima Jacqueline (22) e eu (18).
Felizmente, já tínhamos alugado um apartamento a 3 quadras da praia, pra deixar tudo mais confortável. Chegamos à noite depois de dois dias de viagem, e a primeira coisa que fizemos foi descansar a noite toda. Teve um problema de tradução e prepararam só duas camas de casal, então tivemos que dormir de dois em dois. Minha mãe e eu dormimos numa, e minha tia junto com minha prima na outra.
No dia seguinte, começamos a desfazer as malas e fazer algumas compras. De tarde, fomos pra praia. O sol tava brilhando com muita força, enfim, dia ideal de praia. Eu era o único entre 3 mulheres, e quando via minha prima Jacqueline com seu biquíni azul, passava todo tipo de pensamento quente pela minha cabeça. Eu era virgem, já tinha namoradas, mas nunca consegui transar com elas.
Eu tava sentado e do meu lado esquerdo estava minha mãe, do direito minha tia Teresa passando bronzeador na minha prima por toda aquela costa linda dela. Não consegui evitar ter uma ereção naquele momento, enquanto observava aquela bunda enorme da minha prima. Tentei relaxar e pensar em outras coisas, pra não dar chance de minhas parentes perceberem que eu fico excitado pensando nelas. Nós quatro entramos na água e nos brincamos um pouco lá dentro, depois as duas mães foram embora e fiquei só com minha prima no mar. Ficamos falando um monte de besteira, até que, de um assunto pra outro, perguntei se ela ainda tinha namorado. Ela respondeu que já tinha terminado fazia 1 ano! Notícia interessante, pensei.
Saímos da água, passamos um tempo bem divertido, rindo pra caralho, e fomos pro apartamento. Tomamos banho todo mundo e jantamos. Na janta, eu e minha prima sentamos de frente, e nos olhamos várias vezes. Não eram olhares inocentes, não sei explicar, mas a gente percebe quando por trás de um olhar tem algo a mais.
Segundo dia de manhã, fomos visitar uns lugares turísticos, algo que não me animava muito, o que eu queria mesmo era estar na praia de novo pra ver o corpo da minha prima de biquíni. Mas fazer o quê, estávamos numa espécie de montanha, subindo umas escadas, eu ia por último e na minha frente a minha priminha. O que dizer daquela bunda enorme que eu via subindo degrau por degrau na escada, bem na minha frente. Ela tava usando uma legging curta, marcava bem aquela bunda linda que eu não conseguia parar de olhar. Enquanto isso, meu pau já tava estourando a calça, mas por sorte não dava pra perceber muito.
Chegamos no topo e minha prima, cansada daquelas escadas, me abraça pra descansar uns segundos. Que delícia foi sentir o corpo dela colado no meu, depois ela me soltou e ficamos nos olhando nos olhos por uns segundos sem falar nada. Descemos e fomos direto pra praia passar a tarde. Foi uma tarde bem normal, sem muita história, meu pau não cabia dentro da sunga quando eu olhava o corpo da Jacqueline. Minha tia não era exatamente uma modelo, mas também tinha um corpo espetacular aos 48 anos, que dava vontade de comer também.
Chegamos em casa e fui tomar banho. Encontrei umas calcinhas da minha tia Teresa. Cheirei elas e o cheiro de buceta me deixou louco, tive que bater uma punheta no chuveiro enquanto aspirava aquele cheiro delicioso. feminino. Minha porra foi bestial, já vinha carregada da minha prima e agora com aquela calcinha fiquei exausto depois da gozada.
Jantamos e novamente os olhares se cruzaram com minha doce prima. Antes de irmos dormir, nossas mães foram para a cama e nós ficamos no sofá vendo algum filme ruim. Minha prima passava canal por canal até que apareceu um canal pornô. Nos olhamos instantaneamente e ficamos em silêncio vendo como um ator metia e tirava seu enorme pau da buceta de uma atriz.
— Deus, é muito grande esse troço. — Disse minha prima.
— Sim, por isso são atores, né. — Consegui responder. Aí ela diz:
— Isso deve doer pra caralho na hora de entrar.
— Mas seu namorado tinha bem menor que esse? — Falei apontando pro pau do ator.
— Pois é, bem menor, diria eu.
Meu pau não era tão grande quanto o do ator, mas não era nada mal, com 17 cm de comprimento e bem grosso. Minha prima continuou:
— E você já fez isso?
— Fazer o quê? — Respondi, mas já sabendo o que ela perguntava.
— Se você já transou com alguma garota.
— Hmm... não. Fiquei com muitas garotas, mas nunca transei.
Fui sincero com ela, e a conversa, mais a foda que eu via na TV, fez meu pau ganhar vida de novo, e não passou despercebido por Jacqueline.
— Tô vendo que você tá meio excitado.
— Hmm sim, bom, é que a TV, você, digo...
— Já, fica tranquilo. É totalmente normal que seu... bem, seu pau fique duro.
— E você não fica excitada? — Perguntei.
— Mmm, bom, sim, um pouco. Mas vamos dormir que já é tarde. — Disse pra fugir do assunto.
Já na cama com minha mãe, não parava de pensar na conversa que tivemos, tava a mil mesmo tendo gozado horas antes no chuveiro, mas tive que me segurar porque tava com minha mãe na cama.
Novo dia, chuvoso dessa vez, então minha mãe e minha tia disseram que iam fazer compras a manhã toda, e obviamente ficamos sozinhos “Jacky” e eu. Acordei ela com o café na cama, uma surpresa gostosa que ela agradeceu. Com um beijo na bochecha, contei pra onde as mães tinham ido e começamos a conversar sobre o que aconteceu ontem à noite.
— Jacky, desculpa ter te deixado desconfortável com a conversa de ontem.
— Que isso, Feli? Eu me diverti com aquilo. Não se preocupa, a gente pode falar sobre qualquer dúvida que você tiver sobre sexo.
— Nossa, muito obrigado, prima, você é um amor!
Em seguida, ela tentou me dar outro beijo na bochecha, mas não sei se calculou errado ou o que aconteceu, mas acabou me dando um selinho.
— Me desculpa — ela disse.
— Não, tudo bem, foi culpa minha.
Ficamos em total silêncio até que eu falei que ia preparar umas coisas pra sair daquela saia justa.
De tarde, o sol já brilhava de novo e fomos pra praia. Nossas mães foram caminhar na areia à beira-mar, se afastando da gente. Minha prima estava passando bronzeador e pedi pra ela passar nas minhas costas, porque o sol tava me torrando. Deitei de bruços e Jacky começou a passar as mãos doces e delicadas nas minhas costas.
— Que pele linda você tem, Feli, bem macia.
— Suas mãos são tão gostosas… — respondi.
Meu pau tava duro que nem pedra debaixo da sunga, fiquei de bruços pra minha priminha não perceber o quanto ela me deixa excitado.
Depois de um tempo, ela sugeriu a gente entrar na água e eu aceitei. Dentro d’água, a gente se divertiu um pouco até que ela me perguntou algo que daria início às nossas aventuras.
— E você gosta de peitudas ou mais pequenininhas?
— Pff, peitudas, óbvio, haha!
— Tipo as minhas?
— Exato! As suas são ideais!
Aquilo passou dos meus limites de tesão e eu fui com tudo:
— Que tal eu te mostrar meu pau e você ver se o tamanho tá bom?
— Tá falando sério, Feli???!!!
— Claro, Jacky. Você me perguntou se eu gostava das suas tetas e acho que posso perguntar como tá meu pau.
— Não sei… sou sua prima.
— Hoje de manhã você disse que qualquer pergunta sobre sexo você responderia, ou não lembra?
— Bom… sim, mas… não esperava algo assim.
— Por favor, priminha, vamos lá. Respondi sua pergunta.
— Beleza, então como a gente faz?
— Olha, chega aqui perto de mim. Eu vou baixar a sunga e você pega na minha rola e me diz o que acha.
— Tem certeza?? Vale, mas rápido, que tem muita gente.
Eu baixei a sunga debaixo d'água, com cuidado peguei a mão da minha prima e levei até minha rola dura. Ela tocou com os dedos e logo agarrou com a mão toda.
— E aí, o que achou, Jacky?
— Nossa, é bem grande, Feli… nem meu namorado tinha uma assim.
Minha prima lentamente subiu e desceu meu prepúcio duas vezes e soltou.
— Beleza, guarda isso aí que daqui a pouco vão nos ver aqui, eu te fazendo uma punheta kkkk.
— Kkkk, valeu, prima. Você deixou ela bem dura.
— Mas foi você que pediu, hein!! Agora não reclama.
— Já sei, tava brincando.
Esperamos a excitação baixar e fomos pra areia de novo. Deitamos e eu não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido minutos atrás.
— Vendo seu corpo, tô de novo com a rola dura. Não sei como fazer ela baixar.
— Não pense que você é o único. Eu também tô excitada.
— Sério??
— Claro, cê acha que as garotas não ficam excitadas?
— Vale, não tinha pensado nisso. Sabe o que seria bom?
— O quê? – Jacky me perguntou.
— Seria ótimo se você tocasse na minha rola de novo.
— Tá falando sério?
— Ué, você não disse que também tava excitada?
— Sim, mas… sou sua prima e já foi o suficiente com o que rolou na água.
— Vamos, Jacky…, só toca mais um pouco pra baixar minha ereção.
— Nossa, menino, o que você me faz fazer. Sou sua prima e você não tem vergonha nenhuma.
— É que você é linda, Jacky… olha, eu gosto muito de você.
— Puxa, você me lisonjeia, você também é bonito, mas é meu primo.
— Que isso, vai pegar na minha rola ou não?
— Vale, mas vai ser a última vez que faço isso, nunca mais me peça uma coisa dessas. Eu comecei tudo com aquela história dos meus peitos, então vou te fazer uma punheta pra baixar isso, mas nunca mais vai rolar nada, combinado?
— Sim, Jacky! Entendo perfeitamente.
— Pra onde a gente vai?
— Hmm, sei lá… ah! Ali tem uns arbustos e umas pedras.
—Tem certeza? Podem nos ver.
—Vamos.
Finalmente pensei! Fui com a Jacky atrás de uns arbustos grandes e algumas pedras onde ninguém pudesse nos ver. Eu não aguentava mais e meu coração batia a mil.
—Aqui? — perguntei pra minha priminha.
—Sim, esse é um bom lugar.
Eu baixei a sunga e meu pau pulou pra fora, duro e ereto.
—Aii, você tem um pau muito grande, Feli.
—Toca ele pra mim, por favor.
—Ok, vou fazer uma punheta pra te agradar e só, tá bom?
—Sim. — consegui responder. Obviamente que tudo iria além.
Minha prima pegou meu pau com a mão direita e começou a bater uma lentamente, subindo e descendo a pele do meu pênis.
—Nossa, primo… como você fica, tá gostando do jeito que eu tô fazendo?
—Ahh sim, sim, Jacky, continua por favor, assim, assim.
—Você é um tarado, sua prima te deixa tão excitado assim?
—Sim, Jacky, você me deixa do jeito que você nem imagina… Ahhh uhhh.
—Eu também sou uma tarada, tô batendo uma pro meu priminho na praia gostosa.
Jacqueline batia uma pra mim com uma mão cada vez mais rápido, e com a outra se tocava nos peitos.
—Ahhh Jacky, já vou gozar… aahh aaahhhhh.
—Sim, solta a porra, vai, goza.
—Ahhhhhh Jacky… ahhhh….
A porra jorrou do meu pau como a correnteza de um rio.
—Nossa, primo, você encheu minha mão de porra… tava tão excitado assim?
—É assim que você me deixa, minha vida…
Depois dessa punheta gostosa que a Jacky me deu, voltamos pra casa. Estávamos sentados no jantar, eu e minha prima lado a lado, e na frente nossas mães. A Jacky estava de biquíni, do meu lado, tinha uma toalha que cobria a mesa e chegava até os pés. Enquanto jantávamos, com a mão esquerda peguei o garfo pra comer a massa, e com a direita desci devagar e coloquei a mão na coxa da minha prima. Queria aproveitar aquele momento, a Jacky não podia falar nada porque nossas mães estavam na nossa frente. Na hora ela tirou minha mão, mas segundos depois coloquei de novo no mesmo lugar. Fui subindo devagar pela coxa dela até chegar na buceta dela. Não quis Tocar ela, porque tava com medo da reação dela, e como era de se esperar, Jacqueline tirou minha mão apertando ela, sinal pra eu não fazer mais. Terminamos de jantar e depois minha prima foi pro jardim, 10 minutos depois eu fui também.
— Cê tá louco?! — ela exclamou.
— Por quê? — respondi.
— Como você se atreve a me tocar enquanto a gente janta com nossas mães na nossa frente?
— Elas não perceberam, achei que você ia gostar.
— Você me pediu pra pegar na sua piroca debaixo d’água e eu fiz, me pediu pra te masturbar na praia e também te agradei, mas já chega, a gente é primo e você tem que arrumar outra mina.
— Jacky... pelo amor, me desculpa, eu... eu sinto que gosto tanto de você que não consigo me segurar, agradeço pelo que fez por mim, mas cê não acha que a gente pode aproveitar mais?
— Não, chega, até aqui foi longe demais. Cala a boca que as mães tão vindo.
A conversa cortou com a chegada da Analía e da Teresa, eu tava desiludido e triste, os sonhos de foder minha priminha pareciam ter ido embora, mas eu tinha uma semana e meia pra seduzir ela e convencer, não ia desistir.
Passaram dois dias quase sem a gente se falar, quando eu queria dizer algo ela respondia com um gesto e saía pra outro lado, verdade, senti que minhas férias tinham acabado e não tava mais afim de fazer nada.
Sábado de manhã as três mulheres foram pra praia, mas eu inventei que tava com sono e outras histórias pra ficar sozinho em casa. Elas saíram e pra não ficar na cama sem fazer nada, fui no cesto de roupa suja, comecei a procurar até achar uma calcinha fio dental rosa que sei que é da minha prima, porque tinha visto ela no dia anterior quando se abaixou pra pegar algo que caiu no chão, a calça dela desceu um pouco e eu vi essa calcinha que agora tava na minha mão.
Procurei rápido a parte fina, e levei no meu nariz, louco pra sentir aquele cheiro tão característico. Esta tanga tinha um cheiro de buceta penetrante, tirei meu pau e comecei a bater uma rapidinho, sentindo o cheiro da buceta da minha prima, e gozei pra caralho, tive que limpar toda a porra que ficou no chão do banheiro.
Ao meio-dia, elas já tinham chegado da praia, trouxeram a comida, era um frango com um creme bem gostoso, mas nossas mães disseram que voltariam pra praia e a Jacqueline ia ficar pra almoçar comigo e depois descansar, já que ela reclamou de uma dor nas costas bem forte e queria dormir.
O almoço foi bem bom, conversei com minha prima sobre como tinha sido a manhã delas, o tempo, e um monte de besteira. Quando acabamos o frango, ela falou:
— Vou dormir, quando acordar, lavo a louça.
— Relaxa, eu lavo agora, vai descansar tranquila que eu cuido disso.
— Valeu, você é um bom garoto.
E me deu outro beijo na bochecha. Fui lavar a porra da louça, uma tarefa nada a ver pra mim, mas fazer o quê… se eu queria comer minha prima, tinha que fazer essas coisas.
Uns 45 minutos depois que a Jacqueline tinha ido pra cama, resolvi ir até onde ela tava, deitar do lado dela. Ia ser bem arriscado, porque se nossas mães voltassem e nos vissem na mesma cama… não sei a merda que ia dar. Mas lembrei que antes de sair elas disseram que voltariam umas 6 da tarde, então não tinha problema. Mas precisava avisar minha irmã que ia me meter do lado dela, senão a reação dela podia ser pior.
Fui até a cama dela, ela tava do lado direito, de barriga pra cima, e entrei devagar do lado dela. Deitei e, já de cara a cara, acordei ela falando bem baixinho.
— Jacky… Jacky?
— Mmmhhh o quê? Que foi? — Ela respondeu quase dormindo, de olhos fechados.
— Vou dormir também, tem problema eu deitar aqui?
— Não, desde que não faça nada, tá de boa. Mas e se nossas mães voltarem e nos verem aqui?
— Relaxa, lembra que elas voltam perto das 6 e já coloquei o alarme pras 5. — Vale, descansa.
— Igualmente.
Mal consegui dormir. Em cinco minutos, parecia que minha prima já tava dormindo, e eu não conseguia pegar no sono. Comecei a imaginar situações de como eu tava comendo a Jacqueline. Tava de lado, olhando o corpo da minha prima, e ela de barriga pra cima, mais dormindo do que acordada. Ficava pensando nas coxas dela, na minha mão passando devagar pelas coxas delicadas, nos peitos lindos dela que eu mesmo falei que gostava… minha pica tava doendo de tão dura dentro da calça, mas depois de meia hora, mais ou menos, não sei como, consegui dormir.
Não faço ideia de quanto tempo fiquei dormindo, mas acordei e a primeira coisa que vi foi minha prima na mesma posição que eu, com a bunda quase encostando na minha pica!! Não acreditava que tava acontecendo. Com certeza ela virou dormindo sem perceber. Olhei o relógio: 4 da tarde. Tava dormindo há duas horas, e agora tinha minha prima quase colada em mim. Não aguentei mais e me mexi devagar que nem um caracol, até minha pica encostar na bunda dela… Deus, que loucura isso… me encostei cada vez mais até nossos corpos ficarem bem juntinhos. Fiquei parado um tempo sentindo a bunda gostosa dela na minha pica, que ia explodir toda…
Depois de um tempo, minha querida priminha acordou. Eu na hora fingi que tava dormindo. Ela tirou a bunda dali e, depois de alguns segundos, me chamou.
— Feli..? Primo?.. Tá acordado?.. Ei?
Falou baixinho, eu ouvia tudo, mas fingi que tava dormindo, nem me mexia, e ela acreditou que eu tava completamente apagado.
Ela deitou de novo e colocou a bunda de volta no meu volume, dessa vez mais colada. Ela se mexia um pouco em cima da minha pica e parecia que tava gostando.
O alarme tocou e a gente acordou. Eu falei que ia pro refeitório, ela disse que queria ficar dormindo mais um pouco.
E isso?... pensei comigo. Como é que dois dias atrás ela falou que não queria mais saber de mim e agora esfrega a bunda na minha pica? Tenho que aproveitar isso o mais rápido possível… a menos que a tal da foxy só quisesse me esquentar à toa.
Nossas mães chegaram, tomamos banho todos juntos e elas três foram comprar umas coisas pro carro, coisa de 15 minutos.
Assim que saíram, na mesma sala de jantar, eu tirei meu pau e comecei a bater uma rapidão, lembrando da sesta com minha prima… mas logo ouvi a porta abrir e era a Jacqueline!!!
— Mas o que você tá fazendo??? (Ela se virou)
— Jacky… desculpa, foi mal, não pensei que… que…
— Guarda isso agora!!!
— Já foi, já foi. O que cê tá fazendo aqui, não ia sair?
— Ia, mas decidi voltar, tá ventando muito e não quero ficar doente.
— Ahh, entendi.
— Como é que você se masturba no meio da sala de jantar? Não tem vergonha?
— Você não pode me falar isso!
— Como não, por quê? — ela perguntou, bem preocupada.
— Por acaso você não sabe que eu percebi que durante a sesta você enfiou a bunda no meu volume e ficou se mexendo?
— Mas o quê? Seu idiota, pensei que você tava dormindo!!! Imbecil!!
— Calma, calma, por favor, não grita.
— É que você é um otário, Feliciano!!!!
— Fica tranquila, priminha… se você gostou tanto, pode fazer de novo…?
— Esquece. Sim, admito que gostei, mas tira da cabeça que vai ter algo entre a gente.
— Vamos, Jacky… se você mesma diz que gostou, por que não rola?
Ela veio até mim e sentou no meu pau, falando cara a cara:
— Olha, priminho, eu sei que te deixo com tesão e você em mim também, mas a gente não pode, primos não fazem essas coisas.
— Jacky, que voz doce você tem, não consigo resistir, preciso te foder.
— Cala a boca, Feli, cala a boca, a gente não pode fazer isso.
A gente começou a se mexer, meu pau saía da calça e roçava na buceta da minha prima enquanto a gente se movia.
— Aii, priminho, que tesão você me dá
— Jacky, não aguento mais, por favor, quero que a gente foda logo, mmmhhh.
A gente se beijou por um tempão, ela enfiava a língua na minha boca com paixão, eu apalpava os peitos dela, mas ela tirava minhas mãos com as dela. Mas Mais uma vez minha prima desistiu de última hora…
— Ahh, chega, primo, chega. — Ela parou e ficou me encarando.
— Ohh, por favor, Jacky…
— Olha, pra você não ficar assim, vou te dar a calcinha fio dental que eu tô usando pra você bater uma punheta. Eu também sei que você se masturba com as minhas calcinhas, sempre deixa um pouco de porra nelas.
— Ehh, nossa, prima… não sabia disso… me desculpa.
— Já foi, não precisa se desculpar.
Minha prima entrou no banheiro e saiu com o mesmo shortinho que estava usando, mas dessa vez com a calcinha fio dental na mão.
— Toma. — Ela jogou pra mim.
— Valeu, priminha.
Sem pensar duas vezes, entrei no banheiro, desenrolei a calcinha e ela estava bem molhada. Procurei a parte mais fina, onde ficaria a buceta dela, e estava toda melada… minha prima tinha ficado tão tesuda quanto eu. Rapidamente levei ela ao nariz e, com três ou quatro bombadas no meu pau, gozei, inundando o chuveiro de porra morna.
Depois disso, limpei o banheiro abrindo a torneira. Guardei o pau e saí. Minha prima estava sentada na sala de jantar.
— Já terminou, Feli?
— Sim, priminha… tava muito excitado e só precisei de uns segundos pra gozar graças à sua calcinha. Aqui, devolvendo.
— Valeu, vou colocar na máquina de lavar.
Jacky foi até o tanque e voltou rapidinho, com um sorrisão no rosto:
— Agora é a minha vez de entrar no banheiro!
E sem me deixar perguntar nada, entrou no mesmo lugar onde eu tinha me masturbado minutos antes. Ouvi a água do chuveiro caindo e fiquei vendo TV na sala, esperando nossas mães voltarem. Mas, com a água caindo, comecei a ouvir uns gemidinhos baixinhos vindo do banheiro. Encostei na porta e tentei escutar mais, mas era sempre a mesma coisa: uns gemidos bem abafados. Mas tive a confirmação de que minha priminha estava se masturbando depois de eu ter deixado ela tão excitada! Ainda dava pra comer ela, só precisava ir com calma.
Minha prima saiu do banheiro com um roupão cobrindo o corpo e eu perguntei na hora:
— Curtiu o banho?
— Normal, um banho, por quê? - Da próxima vez você tem que gemer mais baixo pra eu não perceber, hahaha.
- Ah, então você me ouviu? Não posso me masturbar?
- Claro, claro! Quem disse o contrário? Só que se não, você ia se fazer de sonsa…
- Se não me fizesse de sonsa, o quê?
- Que a gente podia se divertir muito mais…
- Já te falei que de foder nada, somos primos, então grava isso na sua mente.
Ela foi pro quarto dela, não restavam dúvidas de que se eu quisesse foder com ela, tinha que deixá-la louca de prazer. As mães chegaram e fomos a um restaurante no centro da cidade, minha prima estava lindíssima, mais do que de costume, e minhas férias só giravam em torno dela, do corpo dela, dos beijos dela, dos carinhos dela…
O jantar foi legal, chato, de novo sentei do lado da Jacqueline, mesmo com as coxas dela à mostra, não tive coragem de tocá-las. Voltamos pra casa e fomos todos direto dormir depois de uma noite longa.
Domingo de manhã, todo mundo dormindo. Levantamos lá pro meio-dia, comemos algo e fomos todos passar a tarde ensolarada e quente na praia. Dessa vez minha prima usava um biquíni vermelho com detalhes amarelos, os peitos dela balançavam quando ela caminhava pra praia, e a bunda redonda dela me deixava cada vez mais louco.
Depois de pegar um sol por cerca de uma hora, minha prima diz:
- Feli, vem comigo na água? Tô entediada sozinha.
- Sim, como você quiser, vamos.
Fiquei felizão da Jacky ter me chamado pra entrar na água só nós dois, enquanto nossas mães continuavam deitadas.
No caminho pra água, meu amigão começou a subir, de novo no mar com ela, sozinhos, tinha que aproveitar com certeza. Na praia não tinha muita gente, ainda era cedo, então na água éramos poucos.
Entramos no mar, até onde a água batia no peito, minha prima parou e me disse:
- Sabe? Ontem à noite sonhei com você.
- Sério? E o que você sonhou?
- A mesma coisa que aconteceu ontem à noite, sonhei que a gente se beijava.
- Mais alguma coisa?
- Não! Só isso…
- Ah, e você gostou, né?
- Sim, mas a gente não devia pensar mais nessas coisas.
Ela se virou e começou a… nadar um pouco, eu segui ela e peguei por trás, abraçando ela e colocando minhas mãos na barriguinha dela, enquanto a gente conversava:
-Priminha, eu não consigo parar de pensar em você e você sabe disso…
-Mmm, primo, você tem que parar com isso…
-Jacky, você me enlouquece, quantas vezes eu tenho que repetir… e você também gosta de mim, mas não quer aproveitar…
-Feli, me solta que nossas mães podem nos ver!
-Fica tranquila… elas estão longe demais pra nos ver.
Naquela hora, meu pau de novo queria explodir, apertado, saindo da sunga, eu apertei ele contra a bunda da minha prima.
-Ahh, priminho, sabe que se nos verem estamos ferrados?
-Sim, eu sei, mas você me domina, quero te foder, Jacky…
Comecei a esfregar meu pau na bunda dela cada vez mais rápido debaixo d'água.
-Ahh, você tá muito duro, Feli, tá me deixando com tesão.
-Você gosta do meu pau, Jacky?
-Mmmhh, sim, aperta ele mais forte na minha bunda, assim, assim. Ahhh.
Minha prima tava adorando aquilo, eu tava deixando ela no ponto. Agora eu fingia que a gente tava fodendo, só que de roupa, ia pra trás e pra frente batendo a bunda da Jacqueline com meu pau.
-Ai, priminho, isso é uma loucura, mas quero que você continue assim, ahhh
-Vou fazer tudo que você pedir, Jacky, uhhh ufff, meu pau vai estourar.
Naquele momento de tesão extremo, na mesma posição que a gente tava, ela na frente e eu atrás, Jacqueline abaixou minha sunga e pegou meu pau com a mão direita dela.
-Mmm, priminho, seu pau é bem grosso.
-Aaahhhh, faz uma punheta pra mim, por favor, Jacky… Ahhhh ahhhh.
Minha prima pegou meu pau e passou ele na bunda toda dela como antes, só que dessa vez meu troço tava solto e muito mais confortável pra bunda redonda dela.
-Ahh, Feli, cê tá preparado pra punheta que sua priminha vai te dar?
-Mmmhh, sim, sim, sim, como você é gostosa, Jacky, que gozada que eu te dariaaaahhhh….
Jacqueline se virou, ficando de frente pra mim, e começou a subir e descer minha pele devagar, queria me fazer gozar aos poucos.
-Deus, que pau mais lindo, primo.
-É todo seu. Jacky... aaaahhhhhh.
Ela acelerou o ritmo agora, a mão direita dela subia e descia cada vez mais rápido no meu pau, enquanto com a outra mão, ela pegou a minha e colocou nos peitos dela.
— Cê gosta dos meus peitos, priminho??? Mmm, que delícia de sentir...
— São espetaculares, deixa eu ver eles, Jacky, ahhh, que gostoso você me bate uma punheta, gata...
— Ahhhhhhh, puxa o biquíni pra baixo pra você ver meus peitos...
Com minhas mãos, obedeci e soltei aquele par de limões que pularam quando saíram do biquíni dela.
— Nossa, priminha, que peitos lindos, quero apalpar eles, mmmmmhhhh
— Apalpa os dois, seu pau me deixou louca, primo... mmmhhhhmmmm
Eu tava apalpando os dois peitos dela, e a punheta que minha prima tava me batendo era o auge... já ia gozar.
— Ahhh Jacky, vou gozar, já, já aahhhhh
— Isso, isso, priminho, goza, vamosssss
— Ahhhhh ahh ahhhh uhhhh mmmmmhhhhhhh
— Uff... uff Feli... caralho... mmm
— Ahh Jacky, você mandou muito bem... me deixou igual um jumento...
— Espera aí, vou ajeitar o biquíni. Pronto.
— Nossa, prima...
— Cê gostou?
— Claro!! Foi foda, uff.
— Olha que você me deixa com tesão, hein!
— Eu te deixaria molhadinha todo dia, meu amor...
— Vamos sair da água, que nossas mães devem estar preocupadas, e a gente aqui se tocando... não é bom que nos descubram.
É, vamos voltar.
Chegamos na areia e nossas mães nos receberam com perguntas:
— Tanto tempo assim? Se divertiram?
— Sim.
— Sim.
Respondemos os dois. Elas não deviam imaginar as coisas que os filhinhos fazem dentro d'água...
Ficamos pegando sol por umas horas, comemos alguma coisa e o entardecer chegou. Eu e minha prima nos olhávamos a cada minuto, os dois com vontade de continuar aumentando a safadeza que já tínhamos.
— Feli... vamos pra água de novo? Tô entediada.
— Tá bom.
Poucas vezes senti tanta alegria, minha priminha queria continuar com isso... já dentro d'água de novo, dessa vez com muita gente ao redor:
— Já tô duro de novo, Jacky...
— Pff, cê fica com tesão rápido, hein, priminho?
— É você que me deixa assim, linda...
Eu agarrei ela da cintura e a beijei, ela aceitou meu beijo e começamos a meter as línguas à vontade… parecíamos um casal de namorados ali no meio da água, mas nada importou pra gente.
—Primo… que tal isso? Me dá sua mão…
Eu dei minha mão direita e ela, com a dela, levou a minha até a buceta dela por cima do biquíni.
—Mmm, que macio que é, Jacky…
—Agora mexe sua mão na minha buceta, priminho… me faz gozar igual eu fiz com você.
Comecei a mexer meus dedos sobre a rachinha dela, é indescritível o quanto ela tava quente, minha própria prima queria que eu passasse a mão na racha dela à vontade… mmm.
—Assim você gosta, Jacky..?
—Sim, priminho, mexe mais rápido, ahh sim, sim.
Passei meus dedos pelo clitóris dela, mexi rápido, percebia como Jacky suspirava cada vez mais, não podia gemer porque tava cheio de gente.
—Jacky, posso tirar o biquíni de lado e tocar sua buceta à vontade?
—Tá bom, faz logo, Feli, vamos… mmmmhhhhh
Puxei a calcinha do biquíni pro lado e toquei a rachinha dela finalmente, dava pra sentir um pouco de pelo no púbis, tocava o clitóris e depois a rachinha, minha prima tava louca de prazer.
—Ahhh priminho, continua assim… continua assim, você gosta de masturbar sua prima???
—Mmmhh adoro, Jacky, adoro, quero fazer isso todo dia…
Passei meus dedos mais algumas vezes pelos lábios da buceta dela, até que ela gozou.
—Vou gozar, ahhhh ahhh Feli… ahhhhhh ahhhh
—Isso, goza, priminha, goza agoraaaa
—Uhhh uuummm que bem que você fez, primo… foi um orgasmo incrível, você me fez gozar igual uma louca… tive que segurar os gemidos.
Voltamos pra casa depois de uma tarde maravilhosa, algo que nunca imaginei… tava cada vez mais perto de realizar o que tanto queria, mas isso era levar minha sacanagem ao extremo. Chegamos em casa, primeiro minha tia disse, depois minha mãe, que iam tomar banho, no terceiro turno foi minha prima, ela tomou banho e quando saiu garantiu que nossas mães não ouvissem o que ela ia me dizer.
—Feli, no cesto tá a calcinha com que eu sonhei com você ontem à noite. É branca.
—Valeu, priminha, você é a mais gostosa do mundo.
Entrei rápido no chuveiro e revirei o cesto, não foi difícil achar, estava bem em cima. Peguei e desembrulhei, procurando o lugar da buceta dela que horas antes eu tinha tocado. Tinha uma manchinha naquele lugar. Abri a torneira e comecei a me masturbar, senti o cheiro forte que aquela calcinha tinha, um cheirinho delicioso. Também pensei no que tinha rolado à tarde na água, quando ela pediu pra eu masturbá-la, e o orgasmo não demorou, gozei de novo derramando a porra na banheira. Depois, já me secando, pensei que ela devia ter se molhado de tesão no sonho que teve comigo, por causa das manchas na calcinha dela.
Saí do banheiro e fui até onde ela estava.
— Valeu pela calcinha, Jacky, tinha um cheiro delicioso. Tenho certeza de que você sonhou com algo mais que beijos pra ter molhado assim.
— Shh, nossas mães podem ouvir. Sim… na verdade, sonhei que te chupava.
— Pô, que surpresa. Ficou com muito tesão?
— Sim..
Sentei do lado dela, aproveitando que estávamos sozinhos na sala.
— Jacky, quero algo mais com você..
— Quer me foder? Isso aí não pode.
— E de novo com isso… cê não curte tudo isso?
— Claro que curto, priminho, podemos nos tocar, mas foder não, isso é passar dos limites que não podemos.
— Mas se você gosta de me masturbar, gosta que eu toque na sua bucetinha, quero te foder, priminha.
— Shhh… já chega, podemos nos tocar, mas foder é um limite que não vamos quebrar.
Jantamos e fomos descansar. Começava a última semana e eu não ia sair do Brasil sem comer a minha querida Jacqueline.
Segunda foi um dia chuvoso, passamos o dia caminhando e passeando. Um dia ruim, em que não consegui fazer nada com a minha prima. Chegamos tarde em casa… jantamos todos depois de um banho e fomos pra cama. Antes de dormir, minha prima me disse sorrindo que de manhã a gente fingisse que estava cansado pra ficar sozinho em casa, enquanto nossas mães fossem pra praia. Aceitei de bom grado, sabendo que meu Priminha já tava no comando.
Chegou a manhã e nós dois sentimos o cansaço combinado. Nossas mães se despediram, falando pra gente descansar bem… nunca iam imaginar o que a gente ia fazer naquela manhã.
Jacqueline veio correndo pra minha cama e se jogou em cima de mim.
— Sentiu minha falta, priminho? — Me deu um beijo na boca.
— Mmmh, que lábios gostosos, Jacky… senti muito a sua falta…
— Mmmhh, já tá dura, hein? — Falou passando a mão no meu pau.
— Sim, priminha… abaixa minha cueca…
— Deixa eu ver… mmm, que pau grande e grosso… finalmente posso ver ele de novo…
— Você topa chupar ele como sonhou, Jacky?
— Claro que topo, priminho…
Jacqueline começou a subir e descer meu prepúcio, minha prima me masturbando de novo, mas agora ela começa a lamber a cabeça do meu pau.
— Mmmhh, que gostoso que tá, Feli…
— Você gosta de chupar meu pau, putinha?
— Ahhh, adoro, priminho…
Jacky enfiou metade do meu pau na boca, subia e descia com a boca, eu tava gozando como nunca, sentindo o calor da boca doce dela…
— Uhhh, Jacky, você tá chupando tão gostoso, ahhh
— Te deixa com tesão sua priminha chupar teu pau? — Falou me olhando com cara de safada e um sorriso.
— Deus, claro que sim… já vou gozar, Jacky, já, ahhhhhh
— Mmm, goza na minha língua, primo, vai, mmmm. — Continuava chupando meu pau.
— Ahhhhhhhh ahhhhhhh mmmmmhhhh uhhhhhhh — Gozei pra caralho na boquinha gostosa dela.
— Mmmmhhh mmmhh. — Minha prima lambia todo o leite que saía do meu pau duro.
— Affff, que delícia, priminha… que boquete gostoso…
— Eu também gostei, Feli… — Continuava me masturbando devagar até tirar a última gota de porra e lamber a cabeça do meu pau.
— Deus, vamos descansar um pouco… tô me sentindo exausto.
— Não vamos descansar nada! — Exclamou minha prima.
Cruzando as mãos, tirou a camiseta, não tinha sutiã, os peitos pularam pra fora! Depois abaixou a legging, ficando só de calcinha fio dental.
— Cê me acha atraente?
— Ufff, nem imagina como você é linda pra mim.
Ela se inclinou, mostrando toda a bunda, e começou a abaixar su thong, dava pra ver a buceta dela aparecendo, ufff.
Já pelada, veio pra cama e abriu as pernas na minha frente. Consegui ver a buceta linda dela.. era rosada com uns lábios que pediam por uma pica!
- Cê quer chupar a buceta da sua prima?
- Uff, claro…
Me aproximei da bucetinha dela e comecei a lamber o clitóris, com cada lambida eu notava como ele ficava cada vez mais durinho, minha prima gemia tão alto que eu tinha medo de ouvirem da rua.
- Ahhh, primo, come minha buceta, mais, mais… ahhhhh
Minha prima tava gozando, desci com minha língua na rachinha dela, lambi os lábios da buceta dela, escorria de tesão, a buceta da Jacky tava cada vez mais molhada, enfiei minha língua na rachinha dela aproveitando todo o suco que saía daquela bucetinha.
- Que gostoso o sabor da sua bucetinha, priminha, cê tá molhadíssima.
- Ahhh, vou gozar já.. já.. ahhhhh
Minha prima tava gozando na minha boca, chupei tudo que a buceta da minha prima soltava, era aquele cheiro de buceta que eu tanto gostava nas calcinhas dela, e um sabor incrível dos sucos dela.
- Cê gostou, Jacky?
- Sim.. sim, priminho… que orgasmo foda… cê sabe fazer muito bem pra ser sua primeira vez… ahhh (Ela continuava gemendo)
- Tô duro de novo..
- Puxa, te falei que a gente não ia descansar! - Ela exclamou sabendo que minha pica ia crescer de novo na hora.
A vontade de enfiar minha pica dura na bucetinha dela era maior do que nunca.
- Jacky, posso meter?
- Não, não.. já te falei que isso não.
- Por favor, olha como a gente tá… tô doido pra ter ela dentro de você…
- Vem, vou deixar cê brincar com sua pica na minha buceta, mas nem pense em meter, porque juro que nunca mais cê vai poder encostar um dedo em mim.
Ok, obrigado, prima, não vou fazer.
Ela continuou na mesma posição deitada e de pernas abertas, eu me ajoelhei e minha pica apontava direto pra buceta dela, mas tive que me segurar pra não enfiar, então fiz o que ela pediu. Comecei a passar minha pica por toda a bucetinha molhada dela, era uma sensação única, que aumentou meu tesão, enquanto esfregava minha pica na rachinha dela. - Sim, sim, passa assim.
- Gemeu minha prima.
Dei umas batidas com meu pau na buceta dela e gozei de novo, derramei meu leite no púbis da Jacqueline.
- Ahhhhhhhh Jacky…
- Olha, me deixou toda cheia de porra! (Ela mexia com os dedos na minha porra no púbis dela)
- É que… desculpa…
- Não se desculpa, adorei, agora vamos preparar o almoço.
Minha prima se levantou e o sêmen que estava no púbis dela começou a escorrer pelas coxas.
- Olha, tá escorrendo sua porra, priminho.
- Vou pegar um guardanapo pra você se limpar.
Fui até a cozinha e voltei com o dito papel nas mãos.
- Deixa que eu limpo você.
Assim, passei o guardanapo pelas coxas da minha prima, limpando a porra que eu mesmo tinha espalhado. Subi pra limpar o púbis dela, mas o sêmen grudou nos pelos.
- Opa, vai ter que tomar um banho!
- Sim, vou entrar no chuveiro agora… vem comigo?
- Quer que a gente entre junto?
- Claro, priminho, sou uma boa prima e deixo você tomar banho comigo.
Estávamos pelados, então entramos juntos no chuveiro, eu atrás dela, e ela pediu pra passar sabão nas costas dela. Aceitei de bom grado, percorri aquele corpo gostoso, passei o sabão até o quadril, e depois passei por toda a bunda dela. Meu pau, apesar das duas gozadas anteriores, ficou duro de novo, igual um mastro apontando pra bunda dela. Comecei a passar meu pau na racha da bunda dela, esfregando perto do buraquinho.
- Mmm, de novo esse pau grosso e duro… coloca na entrada do cu e passa por ali…
Abri a bunda da minha prima e coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela… me mexi bastante e isso parecia excitar demais a Jacqueline.
- Jacky, posso meter?
- Que parte de "não pode me penetrar" você não entende??? – Ela disse, irritada.
- É que não aguento mais…
Ela pegou meu pau, na mesma posição, eu atrás dela, e colocou entre as coxas dela, de modo que meu pau ficou preso: dos lados, as coxas dela, e em cima, a buceta.
- Mexe, faz de conta que tá me fodendo. Mmmmmhmhhhhhh. Comecei a me mexer como se estivesse metendo nela, meu pau esfregava na buceta ardente dela, e com as coxas dela, mesmo sem estar fodendo, aqueles movimentos e ver meu pau desaparecer debaixo da bunda dela, e o contato com a bocetinha dela, fez eu gozar de novo.
-Ahhhh Jacky,, ahhhhh
-Mmm vamos, solta toda essa porra, solta priminho… pensa que você tá fodendo sua prima… mmmm
-Ahhhhhh ahhhhhhh ahhhhhhhh –Meu pau soltou outra quantidade enorme de leite, com as palavras quentes que minha prima falava…
-Uff você continua soltando essas quantidades.! Vamos sair antes que nossas mães cheguem e nos vejam pelados no chuveiro…
A gente se secou junto e se vestiu, preparamos a comida e almoçamos.
-Como foi a manhã de vocês, galera?-Pergunta minha tia.
-Bem, a gente acordou há pouco –Disse minha prima.
A gente se olhou e sorriu.
Passou a terça, a quarta, e esses dias infelizmente não conseguimos achar nenhuma brecha pra curtir juntos. Nossas mães estavam sempre por perto, e não dava pra arrumar um tempo pra gente.
Mas obviamente minha prima, que tava mais tarada do que eu, inventou outra ideia pra ficarmos sozinhos. O que uma garota com vontade de se divertir não faz, qualquer desculpa serve. Embora ela tivesse uma certa dor na coluna por dormir em colchões muito moles, aproveitando que eu também tava na mesma, ela reclamou de uma dor na coluna por causa do maldito colchão.
-Mãe, tô com dor nas costas por causa desse colchão tão mole.-Disse minha prima pra tia dela.
-Bom, você quer dormir no outro que é mais duro?
-Sim.
-Feli também tem esse problema, vocês vão ter que dormir no mesmo colchão.-Disse minha mãe.
-Bom, isso não vai ser problema, né?-Perguntou minha tia.
-Pra mim, nenhum.-Respondi.
-Não, pra mim também não.-Disse minha prima.
Sim! O trabalho tava feito… eu ia dormir com minha priminha a noite toda, mais os 3 dias que faltavam.
O jantar foi normal, todo mundo foi pra cama e eu não via a hora de ficar com a Jacqueline. Deitamos, apagamos as luzes e tudo ficou em silêncio. Por sorte, nosso quarto era longe do outro, onde nossas mães estavam dormindo.
Já na cama:
— Quero te fazer gozar, Jacky, quero tocar essa bucetinha agora.
— Feli, vamos encher os lençóis de porra e fluidos... não acho que seja uma boa ideia isso tudo.
— Vamos... a gente esperou esse momento pra aproveitar.
— Sim, eu sei, mas agora que penso, vão nos descobrir quando virem os lençóis todos manchados.
Me resignei e só falei pra ela se colocar na posição pra apoiar minha pica no cu dela.
Ela aceitou e rapidamente se colocou naquela posição tão excitante. Minha pica dura batia naquele cu que eu queria foder.
Depois de uns minutos, não aguentei e abaixei a calça junto com a cueca. Deixei minha pica livre na cama. Passei ela pelo cu da Jacky, coberto com um shortinho de dormir.
— Jacky... Jacky...?
— O que foi?
— Posso abaixar sua calça?
— Mmhh, ok...
Não parecia falar com muita vontade, mas enfim, abaixei o shortinho da minha prima e a única coisa que separava minha pica da buceta dela era uma calcinha fio dental fininha.
Comecei a passar minha pica naquela vagina, e puxei a calcinha pro lado, deixando a perereca da Jacqueline livre.
Ela gemia baixinho, quase sem fazer barulho, sabia que ela tava gostando, então continuei roçando a cabeça do meu pau na bucetinha dela.
Notava como minha priminha ficava cada vez mais molhada, dois dias sem se masturbar estavam fazendo a Jacqueline escorrer direto. Com minha pica, eu sentia a vagina dela tão molhada como nunca antes, parecia uma substância viscosa e abundante saindo da buceta dela enquanto eu continuava roçando minha pica, molhando ela cada vez mais, minha pica já tava toda coberta por aquela substância tão viscosa, tava deixando a Jacky como nunca antes esteve.
De repente, me surpreende a voz dela bem baixinha falando comigo, pra não acordar ninguém:
— Me fode, priminho.
Não ouvi direito ou ouvi algo que não era...
— O que você disse, Jacky? Acho que te ouvi mal.
— Falei que me fode. fode primo, me fode, enfia esse pau em mim agora.
-O quê?? Mas.. você disse que.. não.. podia
-Não importa o que eu disse, enfia esse pau em mim agora que você me deixou com um tesão danado.
-Tá.. tá bom..
Não podia acreditar no que minha docinha priminha de 22 anos estava me pedindo.. sim, finalmente vou poder foder a Jacqueline.
Coloquei a cabeça do meu pau na boceta dela, empurrei contra o corpo dela e entrou com uma facilidade incrível, graças à lubrificação toda. Meu pau inteiro entrou de uma vez, enfiei até o fundo num instante.
-Mmmmmmmmhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhh-Ela gemeu baixinho, minha prima.
Finalmente meu pau estava dentro da buceta dela, sentia tanta umidade e um lugar quentinho, logo comecei a bombar a rachinha dela.
-Ahhhhhhhhhhhhh Jacky…….. que delícia, que delícia que é sua bucetinha….
-Vamos priminho me fode, me fode…. Mmmhhhh ahhhhhh ahhhhhh
Comecei a me mexer, metendo e tirando meu pau daquela buceta melada, estava aproveitando cada centímetro da enfiada, aquela caverninha era tão quentinha e molhada que depois de cinco ou seis bombadas eu ia gozar.
-Uhhhh Jacky já vou gozar, vou gozar agora aaaaaahhhhh
-Gosa dentro priminho, goza dentro de mim… mmmmhhhhhh ahhhhhhhh
-Vo..cê tem ce..rteza??
-Ahhh sim, sim, não se preocupa, goza aaaaaahhhhhhh
-Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Nessa hora meu pau soltou toda a porra dentro da buceta da minha prima, tinha sido uma foda espetacular, e ela pediu pra eu gozar dentro.
-Mmmmmhhhhhh Deus priminho… essa porra é tão quente, sinto queimando por dentro oohhhh uhhhhh.
-Jacky você é tão.. ahhhh você é tão gostosa prima… mmmmmhhhhhh
Deixei meu pau dentro dela depois da gozada, fiquei extasiado depois daquela foda, suspirei e fiquei parado.
-Agora continua priminho, ou você acha que vou deixar você me foder e só vai fazer por uns segundos? Vamos, continua se mexendo dentro de mim, vamos, continua fodendo sua priminha mmmmmhhhhhhh
Essas palavras começaram a despertar meu pau de novo, eu ainda estava enfiado Ainda, comecei a me mexer de novo e meu pau crescia e crescia de novo dentro da buceta dela, já estava de novo até o talo penetrando minha prima.
-Ahhhh Jacky já endureceu de novo, quer mais, putinha?
-Sim, siiiim, me dá mais, enfia, me fode mais ahhhhhhhhh
Dessa vez eu enfiava mais rápido que da vez anterior, por sorte a cama não fazia barulho, eu tava me mexendo bastante enterrando meu pau naquela buceta a toda velocidade, minha prima não parava de gemer baixinho.
-Minha mãe ahhhh como entra esse pedaço de pau... Ahhhhhhh
Eu não acreditava no que minha prima sussurrava.
-Mete mais fundo.. aaaahhhhhh você gosta de foder sua primaaahh?
-Sim mmmhhhhh-
-Aaaaahhhh você gosta da bucetinha da sua prima???
-Mmmhhh sim, sim, ahhhhhh.
Essas perguntas junto com a minha bombada na buceta molhada dela, eu gozei de novo.
-Vou gozar de novo Jacky.. vou gozar ahhhhhh
-Dentro da bucetinha, dentro da bucetinhaahhhhh
-Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh uuuuhhhhhhhhhmmmmmmm mmmmmmmmmmm, ahhhhh Jackyyyyhhh... Ahhhhhh
Mais uma vez eu tinha descarregado todo meu esperma dentro dela, sentia meu pau extremamente molhado dentro da Jacqueline, de novo minha prima disse que meu gozo tava bem quentinho.
Tirei meu pau da buceta dela e passei umas duas vezes pelos lábios vaginais dela, derramando até as últimas gotas de esperma.
-Mmm tô exausto Jacky...
-Não priminho... você tanto queria me foder? Aqui tem minha bucetinha, além disso eu quase gozei mas ainda não me acabei...
-Cê tá me pedindo pra continuar te fodendo???
-Claro que sim...
Jacqueline queria mais, se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas.
-Tô com a bucetinha toda melada priminho, vem por cima de mim e enfia de novo.
Eu me ajoelhei na frente dela, me masturbei uns segundos até meu pau endurecer de novo.
-Já tô dura pra você priminha.
Coloquei meu pau na entrada da vagina dela, era realmente alucinante a umidade, até as coxas dela estavam molhadas. Entre toda a porra que eu tinha deixado dentro da buceta mais o fluxo dela, meu pau abriu caminho por — Caralho, Jacky suspirou e pediu pra eu me mexer rápido.
— Vai, priminho, me fode gostoso, enfia essa pica que vou gozar como nunca na minha vida, ahhhhhhhhh
Ela tava do jeito que eu queria, de pernas abertas e implorando pra eu foder ela. Eu metia e tirava minha pica daquela bucetinha já toda molhada, sentia cada pedaço entrando e deslizando com todo aquele mel escorrendo. A respiração da minha prima começou a acelerar, ela já tava perto de gozar…
— Continua, continua, priminho, mais, mais, mais ahhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhh ahhhh já vou gozar, vou gozar agora, ohhhhhhhhhh
Minha prima dava pequenos pulos na cama enquanto eu continuava furando o buraco dela. As mãos dela agarraram minha bunda pra eu meter mais fundo, dava pra sentir ela tremendo da gozada violenta que teve.
Depois da gozada dela, eu também tava quase lá. Dessa vez não avisei nada e joguei a porra toda dentro mais uma vez.
— Nossa, priminho… que foda… que… que prazer ahhhh mmmhhhh.
Tirei minha pica daquela bucetinha que já tinha aguentado o bastante, nos abraçamos e dormimos ali mesmo.
Já de manhã…
— Feli?… Feli?
Minha prima tava me acordando com um beijo.
— Mmm Jacky, tô morto…
— Nossa, não acredito no que a gente fez ontem à noite… você me deixou tão tesuda que tive que pedir pra você me foder… e você gozou dentro da minha buceta três vezes… que noite deliciosa…
— Priminha, sabia que te comi todo dia, né?
— Sei. — Respondeu Jacqueline, sorrindo e me beijando.
Minha prima se chama Jacqueline, tem 22 anos, mede 1,80, cabelo comprido e castanho.
Neste link a foto da minha prima:
http://www.imagebam.com/image/ca0b6f140618703
A verdade é que desde criança eu gosto da minha prima. Só que antes era só um gostar, mas agora é mais que isso. Tô completamente louco pela minha prima linda. Não sinto amor, e sim uma vontade do caralho de transar com ela. O que nossas famílias têm em comum é que ela mora sozinha com a mãe dela e eu só com a minha mãe também.
No verão de 2010, as duas famílias foram de férias pras praias do Rio de Janeiro. No total, éramos 4 pessoas: minha mãe Analía (42), minha tia Teresa (48), minha prima Jacqueline (22) e eu (18).
Felizmente, já tínhamos alugado um apartamento a 3 quadras da praia, pra deixar tudo mais confortável. Chegamos à noite depois de dois dias de viagem, e a primeira coisa que fizemos foi descansar a noite toda. Teve um problema de tradução e prepararam só duas camas de casal, então tivemos que dormir de dois em dois. Minha mãe e eu dormimos numa, e minha tia junto com minha prima na outra.
No dia seguinte, começamos a desfazer as malas e fazer algumas compras. De tarde, fomos pra praia. O sol tava brilhando com muita força, enfim, dia ideal de praia. Eu era o único entre 3 mulheres, e quando via minha prima Jacqueline com seu biquíni azul, passava todo tipo de pensamento quente pela minha cabeça. Eu era virgem, já tinha namoradas, mas nunca consegui transar com elas.
Eu tava sentado e do meu lado esquerdo estava minha mãe, do direito minha tia Teresa passando bronzeador na minha prima por toda aquela costa linda dela. Não consegui evitar ter uma ereção naquele momento, enquanto observava aquela bunda enorme da minha prima. Tentei relaxar e pensar em outras coisas, pra não dar chance de minhas parentes perceberem que eu fico excitado pensando nelas. Nós quatro entramos na água e nos brincamos um pouco lá dentro, depois as duas mães foram embora e fiquei só com minha prima no mar. Ficamos falando um monte de besteira, até que, de um assunto pra outro, perguntei se ela ainda tinha namorado. Ela respondeu que já tinha terminado fazia 1 ano! Notícia interessante, pensei.
Saímos da água, passamos um tempo bem divertido, rindo pra caralho, e fomos pro apartamento. Tomamos banho todo mundo e jantamos. Na janta, eu e minha prima sentamos de frente, e nos olhamos várias vezes. Não eram olhares inocentes, não sei explicar, mas a gente percebe quando por trás de um olhar tem algo a mais.
Segundo dia de manhã, fomos visitar uns lugares turísticos, algo que não me animava muito, o que eu queria mesmo era estar na praia de novo pra ver o corpo da minha prima de biquíni. Mas fazer o quê, estávamos numa espécie de montanha, subindo umas escadas, eu ia por último e na minha frente a minha priminha. O que dizer daquela bunda enorme que eu via subindo degrau por degrau na escada, bem na minha frente. Ela tava usando uma legging curta, marcava bem aquela bunda linda que eu não conseguia parar de olhar. Enquanto isso, meu pau já tava estourando a calça, mas por sorte não dava pra perceber muito.
Chegamos no topo e minha prima, cansada daquelas escadas, me abraça pra descansar uns segundos. Que delícia foi sentir o corpo dela colado no meu, depois ela me soltou e ficamos nos olhando nos olhos por uns segundos sem falar nada. Descemos e fomos direto pra praia passar a tarde. Foi uma tarde bem normal, sem muita história, meu pau não cabia dentro da sunga quando eu olhava o corpo da Jacqueline. Minha tia não era exatamente uma modelo, mas também tinha um corpo espetacular aos 48 anos, que dava vontade de comer também.
Chegamos em casa e fui tomar banho. Encontrei umas calcinhas da minha tia Teresa. Cheirei elas e o cheiro de buceta me deixou louco, tive que bater uma punheta no chuveiro enquanto aspirava aquele cheiro delicioso. feminino. Minha porra foi bestial, já vinha carregada da minha prima e agora com aquela calcinha fiquei exausto depois da gozada.
Jantamos e novamente os olhares se cruzaram com minha doce prima. Antes de irmos dormir, nossas mães foram para a cama e nós ficamos no sofá vendo algum filme ruim. Minha prima passava canal por canal até que apareceu um canal pornô. Nos olhamos instantaneamente e ficamos em silêncio vendo como um ator metia e tirava seu enorme pau da buceta de uma atriz.
— Deus, é muito grande esse troço. — Disse minha prima.
— Sim, por isso são atores, né. — Consegui responder. Aí ela diz:
— Isso deve doer pra caralho na hora de entrar.
— Mas seu namorado tinha bem menor que esse? — Falei apontando pro pau do ator.
— Pois é, bem menor, diria eu.
Meu pau não era tão grande quanto o do ator, mas não era nada mal, com 17 cm de comprimento e bem grosso. Minha prima continuou:
— E você já fez isso?
— Fazer o quê? — Respondi, mas já sabendo o que ela perguntava.
— Se você já transou com alguma garota.
— Hmm... não. Fiquei com muitas garotas, mas nunca transei.
Fui sincero com ela, e a conversa, mais a foda que eu via na TV, fez meu pau ganhar vida de novo, e não passou despercebido por Jacqueline.
— Tô vendo que você tá meio excitado.
— Hmm sim, bom, é que a TV, você, digo...
— Já, fica tranquilo. É totalmente normal que seu... bem, seu pau fique duro.
— E você não fica excitada? — Perguntei.
— Mmm, bom, sim, um pouco. Mas vamos dormir que já é tarde. — Disse pra fugir do assunto.
Já na cama com minha mãe, não parava de pensar na conversa que tivemos, tava a mil mesmo tendo gozado horas antes no chuveiro, mas tive que me segurar porque tava com minha mãe na cama.
Novo dia, chuvoso dessa vez, então minha mãe e minha tia disseram que iam fazer compras a manhã toda, e obviamente ficamos sozinhos “Jacky” e eu. Acordei ela com o café na cama, uma surpresa gostosa que ela agradeceu. Com um beijo na bochecha, contei pra onde as mães tinham ido e começamos a conversar sobre o que aconteceu ontem à noite.
— Jacky, desculpa ter te deixado desconfortável com a conversa de ontem.
— Que isso, Feli? Eu me diverti com aquilo. Não se preocupa, a gente pode falar sobre qualquer dúvida que você tiver sobre sexo.
— Nossa, muito obrigado, prima, você é um amor!
Em seguida, ela tentou me dar outro beijo na bochecha, mas não sei se calculou errado ou o que aconteceu, mas acabou me dando um selinho.
— Me desculpa — ela disse.
— Não, tudo bem, foi culpa minha.
Ficamos em total silêncio até que eu falei que ia preparar umas coisas pra sair daquela saia justa.
De tarde, o sol já brilhava de novo e fomos pra praia. Nossas mães foram caminhar na areia à beira-mar, se afastando da gente. Minha prima estava passando bronzeador e pedi pra ela passar nas minhas costas, porque o sol tava me torrando. Deitei de bruços e Jacky começou a passar as mãos doces e delicadas nas minhas costas.
— Que pele linda você tem, Feli, bem macia.
— Suas mãos são tão gostosas… — respondi.
Meu pau tava duro que nem pedra debaixo da sunga, fiquei de bruços pra minha priminha não perceber o quanto ela me deixa excitado.
Depois de um tempo, ela sugeriu a gente entrar na água e eu aceitei. Dentro d’água, a gente se divertiu um pouco até que ela me perguntou algo que daria início às nossas aventuras.
— E você gosta de peitudas ou mais pequenininhas?
— Pff, peitudas, óbvio, haha!
— Tipo as minhas?
— Exato! As suas são ideais!
Aquilo passou dos meus limites de tesão e eu fui com tudo:
— Que tal eu te mostrar meu pau e você ver se o tamanho tá bom?
— Tá falando sério, Feli???!!!
— Claro, Jacky. Você me perguntou se eu gostava das suas tetas e acho que posso perguntar como tá meu pau.
— Não sei… sou sua prima.
— Hoje de manhã você disse que qualquer pergunta sobre sexo você responderia, ou não lembra?
— Bom… sim, mas… não esperava algo assim.
— Por favor, priminha, vamos lá. Respondi sua pergunta.
— Beleza, então como a gente faz?
— Olha, chega aqui perto de mim. Eu vou baixar a sunga e você pega na minha rola e me diz o que acha.
— Tem certeza?? Vale, mas rápido, que tem muita gente.
Eu baixei a sunga debaixo d'água, com cuidado peguei a mão da minha prima e levei até minha rola dura. Ela tocou com os dedos e logo agarrou com a mão toda.
— E aí, o que achou, Jacky?
— Nossa, é bem grande, Feli… nem meu namorado tinha uma assim.
Minha prima lentamente subiu e desceu meu prepúcio duas vezes e soltou.
— Beleza, guarda isso aí que daqui a pouco vão nos ver aqui, eu te fazendo uma punheta kkkk.
— Kkkk, valeu, prima. Você deixou ela bem dura.
— Mas foi você que pediu, hein!! Agora não reclama.
— Já sei, tava brincando.
Esperamos a excitação baixar e fomos pra areia de novo. Deitamos e eu não conseguia tirar da cabeça o que tinha acontecido minutos atrás.
— Vendo seu corpo, tô de novo com a rola dura. Não sei como fazer ela baixar.
— Não pense que você é o único. Eu também tô excitada.
— Sério??
— Claro, cê acha que as garotas não ficam excitadas?
— Vale, não tinha pensado nisso. Sabe o que seria bom?
— O quê? – Jacky me perguntou.
— Seria ótimo se você tocasse na minha rola de novo.
— Tá falando sério?
— Ué, você não disse que também tava excitada?
— Sim, mas… sou sua prima e já foi o suficiente com o que rolou na água.
— Vamos, Jacky…, só toca mais um pouco pra baixar minha ereção.
— Nossa, menino, o que você me faz fazer. Sou sua prima e você não tem vergonha nenhuma.
— É que você é linda, Jacky… olha, eu gosto muito de você.
— Puxa, você me lisonjeia, você também é bonito, mas é meu primo.
— Que isso, vai pegar na minha rola ou não?
— Vale, mas vai ser a última vez que faço isso, nunca mais me peça uma coisa dessas. Eu comecei tudo com aquela história dos meus peitos, então vou te fazer uma punheta pra baixar isso, mas nunca mais vai rolar nada, combinado?
— Sim, Jacky! Entendo perfeitamente.
— Pra onde a gente vai?
— Hmm, sei lá… ah! Ali tem uns arbustos e umas pedras.
—Tem certeza? Podem nos ver.
—Vamos.
Finalmente pensei! Fui com a Jacky atrás de uns arbustos grandes e algumas pedras onde ninguém pudesse nos ver. Eu não aguentava mais e meu coração batia a mil.
—Aqui? — perguntei pra minha priminha.
—Sim, esse é um bom lugar.
Eu baixei a sunga e meu pau pulou pra fora, duro e ereto.
—Aii, você tem um pau muito grande, Feli.
—Toca ele pra mim, por favor.
—Ok, vou fazer uma punheta pra te agradar e só, tá bom?
—Sim. — consegui responder. Obviamente que tudo iria além.
Minha prima pegou meu pau com a mão direita e começou a bater uma lentamente, subindo e descendo a pele do meu pênis.
—Nossa, primo… como você fica, tá gostando do jeito que eu tô fazendo?
—Ahh sim, sim, Jacky, continua por favor, assim, assim.
—Você é um tarado, sua prima te deixa tão excitado assim?
—Sim, Jacky, você me deixa do jeito que você nem imagina… Ahhh uhhh.
—Eu também sou uma tarada, tô batendo uma pro meu priminho na praia gostosa.
Jacqueline batia uma pra mim com uma mão cada vez mais rápido, e com a outra se tocava nos peitos.
—Ahhh Jacky, já vou gozar… aahh aaahhhhh.
—Sim, solta a porra, vai, goza.
—Ahhhhhh Jacky… ahhhh….
A porra jorrou do meu pau como a correnteza de um rio.
—Nossa, primo, você encheu minha mão de porra… tava tão excitado assim?
—É assim que você me deixa, minha vida…
Depois dessa punheta gostosa que a Jacky me deu, voltamos pra casa. Estávamos sentados no jantar, eu e minha prima lado a lado, e na frente nossas mães. A Jacky estava de biquíni, do meu lado, tinha uma toalha que cobria a mesa e chegava até os pés. Enquanto jantávamos, com a mão esquerda peguei o garfo pra comer a massa, e com a direita desci devagar e coloquei a mão na coxa da minha prima. Queria aproveitar aquele momento, a Jacky não podia falar nada porque nossas mães estavam na nossa frente. Na hora ela tirou minha mão, mas segundos depois coloquei de novo no mesmo lugar. Fui subindo devagar pela coxa dela até chegar na buceta dela. Não quis Tocar ela, porque tava com medo da reação dela, e como era de se esperar, Jacqueline tirou minha mão apertando ela, sinal pra eu não fazer mais. Terminamos de jantar e depois minha prima foi pro jardim, 10 minutos depois eu fui também.
— Cê tá louco?! — ela exclamou.
— Por quê? — respondi.
— Como você se atreve a me tocar enquanto a gente janta com nossas mães na nossa frente?
— Elas não perceberam, achei que você ia gostar.
— Você me pediu pra pegar na sua piroca debaixo d’água e eu fiz, me pediu pra te masturbar na praia e também te agradei, mas já chega, a gente é primo e você tem que arrumar outra mina.
— Jacky... pelo amor, me desculpa, eu... eu sinto que gosto tanto de você que não consigo me segurar, agradeço pelo que fez por mim, mas cê não acha que a gente pode aproveitar mais?
— Não, chega, até aqui foi longe demais. Cala a boca que as mães tão vindo.
A conversa cortou com a chegada da Analía e da Teresa, eu tava desiludido e triste, os sonhos de foder minha priminha pareciam ter ido embora, mas eu tinha uma semana e meia pra seduzir ela e convencer, não ia desistir.
Passaram dois dias quase sem a gente se falar, quando eu queria dizer algo ela respondia com um gesto e saía pra outro lado, verdade, senti que minhas férias tinham acabado e não tava mais afim de fazer nada.
Sábado de manhã as três mulheres foram pra praia, mas eu inventei que tava com sono e outras histórias pra ficar sozinho em casa. Elas saíram e pra não ficar na cama sem fazer nada, fui no cesto de roupa suja, comecei a procurar até achar uma calcinha fio dental rosa que sei que é da minha prima, porque tinha visto ela no dia anterior quando se abaixou pra pegar algo que caiu no chão, a calça dela desceu um pouco e eu vi essa calcinha que agora tava na minha mão.
Procurei rápido a parte fina, e levei no meu nariz, louco pra sentir aquele cheiro tão característico. Esta tanga tinha um cheiro de buceta penetrante, tirei meu pau e comecei a bater uma rapidinho, sentindo o cheiro da buceta da minha prima, e gozei pra caralho, tive que limpar toda a porra que ficou no chão do banheiro.
Ao meio-dia, elas já tinham chegado da praia, trouxeram a comida, era um frango com um creme bem gostoso, mas nossas mães disseram que voltariam pra praia e a Jacqueline ia ficar pra almoçar comigo e depois descansar, já que ela reclamou de uma dor nas costas bem forte e queria dormir.
O almoço foi bem bom, conversei com minha prima sobre como tinha sido a manhã delas, o tempo, e um monte de besteira. Quando acabamos o frango, ela falou:
— Vou dormir, quando acordar, lavo a louça.
— Relaxa, eu lavo agora, vai descansar tranquila que eu cuido disso.
— Valeu, você é um bom garoto.
E me deu outro beijo na bochecha. Fui lavar a porra da louça, uma tarefa nada a ver pra mim, mas fazer o quê… se eu queria comer minha prima, tinha que fazer essas coisas.
Uns 45 minutos depois que a Jacqueline tinha ido pra cama, resolvi ir até onde ela tava, deitar do lado dela. Ia ser bem arriscado, porque se nossas mães voltassem e nos vissem na mesma cama… não sei a merda que ia dar. Mas lembrei que antes de sair elas disseram que voltariam umas 6 da tarde, então não tinha problema. Mas precisava avisar minha irmã que ia me meter do lado dela, senão a reação dela podia ser pior.
Fui até a cama dela, ela tava do lado direito, de barriga pra cima, e entrei devagar do lado dela. Deitei e, já de cara a cara, acordei ela falando bem baixinho.
— Jacky… Jacky?
— Mmmhhh o quê? Que foi? — Ela respondeu quase dormindo, de olhos fechados.
— Vou dormir também, tem problema eu deitar aqui?
— Não, desde que não faça nada, tá de boa. Mas e se nossas mães voltarem e nos verem aqui?
— Relaxa, lembra que elas voltam perto das 6 e já coloquei o alarme pras 5. — Vale, descansa.
— Igualmente.
Mal consegui dormir. Em cinco minutos, parecia que minha prima já tava dormindo, e eu não conseguia pegar no sono. Comecei a imaginar situações de como eu tava comendo a Jacqueline. Tava de lado, olhando o corpo da minha prima, e ela de barriga pra cima, mais dormindo do que acordada. Ficava pensando nas coxas dela, na minha mão passando devagar pelas coxas delicadas, nos peitos lindos dela que eu mesmo falei que gostava… minha pica tava doendo de tão dura dentro da calça, mas depois de meia hora, mais ou menos, não sei como, consegui dormir.
Não faço ideia de quanto tempo fiquei dormindo, mas acordei e a primeira coisa que vi foi minha prima na mesma posição que eu, com a bunda quase encostando na minha pica!! Não acreditava que tava acontecendo. Com certeza ela virou dormindo sem perceber. Olhei o relógio: 4 da tarde. Tava dormindo há duas horas, e agora tinha minha prima quase colada em mim. Não aguentei mais e me mexi devagar que nem um caracol, até minha pica encostar na bunda dela… Deus, que loucura isso… me encostei cada vez mais até nossos corpos ficarem bem juntinhos. Fiquei parado um tempo sentindo a bunda gostosa dela na minha pica, que ia explodir toda…
Depois de um tempo, minha querida priminha acordou. Eu na hora fingi que tava dormindo. Ela tirou a bunda dali e, depois de alguns segundos, me chamou.
— Feli..? Primo?.. Tá acordado?.. Ei?
Falou baixinho, eu ouvia tudo, mas fingi que tava dormindo, nem me mexia, e ela acreditou que eu tava completamente apagado.
Ela deitou de novo e colocou a bunda de volta no meu volume, dessa vez mais colada. Ela se mexia um pouco em cima da minha pica e parecia que tava gostando.
O alarme tocou e a gente acordou. Eu falei que ia pro refeitório, ela disse que queria ficar dormindo mais um pouco.
E isso?... pensei comigo. Como é que dois dias atrás ela falou que não queria mais saber de mim e agora esfrega a bunda na minha pica? Tenho que aproveitar isso o mais rápido possível… a menos que a tal da foxy só quisesse me esquentar à toa.
Nossas mães chegaram, tomamos banho todos juntos e elas três foram comprar umas coisas pro carro, coisa de 15 minutos.
Assim que saíram, na mesma sala de jantar, eu tirei meu pau e comecei a bater uma rapidão, lembrando da sesta com minha prima… mas logo ouvi a porta abrir e era a Jacqueline!!!
— Mas o que você tá fazendo??? (Ela se virou)
— Jacky… desculpa, foi mal, não pensei que… que…
— Guarda isso agora!!!
— Já foi, já foi. O que cê tá fazendo aqui, não ia sair?
— Ia, mas decidi voltar, tá ventando muito e não quero ficar doente.
— Ahh, entendi.
— Como é que você se masturba no meio da sala de jantar? Não tem vergonha?
— Você não pode me falar isso!
— Como não, por quê? — ela perguntou, bem preocupada.
— Por acaso você não sabe que eu percebi que durante a sesta você enfiou a bunda no meu volume e ficou se mexendo?
— Mas o quê? Seu idiota, pensei que você tava dormindo!!! Imbecil!!
— Calma, calma, por favor, não grita.
— É que você é um otário, Feliciano!!!!
— Fica tranquila, priminha… se você gostou tanto, pode fazer de novo…?
— Esquece. Sim, admito que gostei, mas tira da cabeça que vai ter algo entre a gente.
— Vamos, Jacky… se você mesma diz que gostou, por que não rola?
Ela veio até mim e sentou no meu pau, falando cara a cara:
— Olha, priminho, eu sei que te deixo com tesão e você em mim também, mas a gente não pode, primos não fazem essas coisas.
— Jacky, que voz doce você tem, não consigo resistir, preciso te foder.
— Cala a boca, Feli, cala a boca, a gente não pode fazer isso.
A gente começou a se mexer, meu pau saía da calça e roçava na buceta da minha prima enquanto a gente se movia.
— Aii, priminho, que tesão você me dá
— Jacky, não aguento mais, por favor, quero que a gente foda logo, mmmhhh.
A gente se beijou por um tempão, ela enfiava a língua na minha boca com paixão, eu apalpava os peitos dela, mas ela tirava minhas mãos com as dela. Mas Mais uma vez minha prima desistiu de última hora…
— Ahh, chega, primo, chega. — Ela parou e ficou me encarando.
— Ohh, por favor, Jacky…
— Olha, pra você não ficar assim, vou te dar a calcinha fio dental que eu tô usando pra você bater uma punheta. Eu também sei que você se masturba com as minhas calcinhas, sempre deixa um pouco de porra nelas.
— Ehh, nossa, prima… não sabia disso… me desculpa.
— Já foi, não precisa se desculpar.
Minha prima entrou no banheiro e saiu com o mesmo shortinho que estava usando, mas dessa vez com a calcinha fio dental na mão.
— Toma. — Ela jogou pra mim.
— Valeu, priminha.
Sem pensar duas vezes, entrei no banheiro, desenrolei a calcinha e ela estava bem molhada. Procurei a parte mais fina, onde ficaria a buceta dela, e estava toda melada… minha prima tinha ficado tão tesuda quanto eu. Rapidamente levei ela ao nariz e, com três ou quatro bombadas no meu pau, gozei, inundando o chuveiro de porra morna.
Depois disso, limpei o banheiro abrindo a torneira. Guardei o pau e saí. Minha prima estava sentada na sala de jantar.
— Já terminou, Feli?
— Sim, priminha… tava muito excitado e só precisei de uns segundos pra gozar graças à sua calcinha. Aqui, devolvendo.
— Valeu, vou colocar na máquina de lavar.
Jacky foi até o tanque e voltou rapidinho, com um sorrisão no rosto:
— Agora é a minha vez de entrar no banheiro!
E sem me deixar perguntar nada, entrou no mesmo lugar onde eu tinha me masturbado minutos antes. Ouvi a água do chuveiro caindo e fiquei vendo TV na sala, esperando nossas mães voltarem. Mas, com a água caindo, comecei a ouvir uns gemidinhos baixinhos vindo do banheiro. Encostei na porta e tentei escutar mais, mas era sempre a mesma coisa: uns gemidos bem abafados. Mas tive a confirmação de que minha priminha estava se masturbando depois de eu ter deixado ela tão excitada! Ainda dava pra comer ela, só precisava ir com calma.
Minha prima saiu do banheiro com um roupão cobrindo o corpo e eu perguntei na hora:
— Curtiu o banho?
— Normal, um banho, por quê? - Da próxima vez você tem que gemer mais baixo pra eu não perceber, hahaha.
- Ah, então você me ouviu? Não posso me masturbar?
- Claro, claro! Quem disse o contrário? Só que se não, você ia se fazer de sonsa…
- Se não me fizesse de sonsa, o quê?
- Que a gente podia se divertir muito mais…
- Já te falei que de foder nada, somos primos, então grava isso na sua mente.
Ela foi pro quarto dela, não restavam dúvidas de que se eu quisesse foder com ela, tinha que deixá-la louca de prazer. As mães chegaram e fomos a um restaurante no centro da cidade, minha prima estava lindíssima, mais do que de costume, e minhas férias só giravam em torno dela, do corpo dela, dos beijos dela, dos carinhos dela…
O jantar foi legal, chato, de novo sentei do lado da Jacqueline, mesmo com as coxas dela à mostra, não tive coragem de tocá-las. Voltamos pra casa e fomos todos direto dormir depois de uma noite longa.
Domingo de manhã, todo mundo dormindo. Levantamos lá pro meio-dia, comemos algo e fomos todos passar a tarde ensolarada e quente na praia. Dessa vez minha prima usava um biquíni vermelho com detalhes amarelos, os peitos dela balançavam quando ela caminhava pra praia, e a bunda redonda dela me deixava cada vez mais louco.
Depois de pegar um sol por cerca de uma hora, minha prima diz:
- Feli, vem comigo na água? Tô entediada sozinha.
- Sim, como você quiser, vamos.
Fiquei felizão da Jacky ter me chamado pra entrar na água só nós dois, enquanto nossas mães continuavam deitadas.
No caminho pra água, meu amigão começou a subir, de novo no mar com ela, sozinhos, tinha que aproveitar com certeza. Na praia não tinha muita gente, ainda era cedo, então na água éramos poucos.
Entramos no mar, até onde a água batia no peito, minha prima parou e me disse:
- Sabe? Ontem à noite sonhei com você.
- Sério? E o que você sonhou?
- A mesma coisa que aconteceu ontem à noite, sonhei que a gente se beijava.
- Mais alguma coisa?
- Não! Só isso…
- Ah, e você gostou, né?
- Sim, mas a gente não devia pensar mais nessas coisas.
Ela se virou e começou a… nadar um pouco, eu segui ela e peguei por trás, abraçando ela e colocando minhas mãos na barriguinha dela, enquanto a gente conversava:
-Priminha, eu não consigo parar de pensar em você e você sabe disso…
-Mmm, primo, você tem que parar com isso…
-Jacky, você me enlouquece, quantas vezes eu tenho que repetir… e você também gosta de mim, mas não quer aproveitar…
-Feli, me solta que nossas mães podem nos ver!
-Fica tranquila… elas estão longe demais pra nos ver.
Naquela hora, meu pau de novo queria explodir, apertado, saindo da sunga, eu apertei ele contra a bunda da minha prima.
-Ahh, priminho, sabe que se nos verem estamos ferrados?
-Sim, eu sei, mas você me domina, quero te foder, Jacky…
Comecei a esfregar meu pau na bunda dela cada vez mais rápido debaixo d'água.
-Ahh, você tá muito duro, Feli, tá me deixando com tesão.
-Você gosta do meu pau, Jacky?
-Mmmhh, sim, aperta ele mais forte na minha bunda, assim, assim. Ahhh.
Minha prima tava adorando aquilo, eu tava deixando ela no ponto. Agora eu fingia que a gente tava fodendo, só que de roupa, ia pra trás e pra frente batendo a bunda da Jacqueline com meu pau.
-Ai, priminho, isso é uma loucura, mas quero que você continue assim, ahhh
-Vou fazer tudo que você pedir, Jacky, uhhh ufff, meu pau vai estourar.
Naquele momento de tesão extremo, na mesma posição que a gente tava, ela na frente e eu atrás, Jacqueline abaixou minha sunga e pegou meu pau com a mão direita dela.
-Mmm, priminho, seu pau é bem grosso.
-Aaahhhh, faz uma punheta pra mim, por favor, Jacky… Ahhhh ahhhh.
Minha prima pegou meu pau e passou ele na bunda toda dela como antes, só que dessa vez meu troço tava solto e muito mais confortável pra bunda redonda dela.
-Ahh, Feli, cê tá preparado pra punheta que sua priminha vai te dar?
-Mmmhh, sim, sim, sim, como você é gostosa, Jacky, que gozada que eu te dariaaaahhhh….
Jacqueline se virou, ficando de frente pra mim, e começou a subir e descer minha pele devagar, queria me fazer gozar aos poucos.
-Deus, que pau mais lindo, primo.
-É todo seu. Jacky... aaaahhhhhh.
Ela acelerou o ritmo agora, a mão direita dela subia e descia cada vez mais rápido no meu pau, enquanto com a outra mão, ela pegou a minha e colocou nos peitos dela.
— Cê gosta dos meus peitos, priminho??? Mmm, que delícia de sentir...
— São espetaculares, deixa eu ver eles, Jacky, ahhh, que gostoso você me bate uma punheta, gata...
— Ahhhhhhh, puxa o biquíni pra baixo pra você ver meus peitos...
Com minhas mãos, obedeci e soltei aquele par de limões que pularam quando saíram do biquíni dela.
— Nossa, priminha, que peitos lindos, quero apalpar eles, mmmmmhhhh
— Apalpa os dois, seu pau me deixou louca, primo... mmmhhhhmmmm
Eu tava apalpando os dois peitos dela, e a punheta que minha prima tava me batendo era o auge... já ia gozar.
— Ahhh Jacky, vou gozar, já, já aahhhhh
— Isso, isso, priminho, goza, vamosssss
— Ahhhhh ahh ahhhh uhhhh mmmmmhhhhhhh
— Uff... uff Feli... caralho... mmm
— Ahh Jacky, você mandou muito bem... me deixou igual um jumento...
— Espera aí, vou ajeitar o biquíni. Pronto.
— Nossa, prima...
— Cê gostou?
— Claro!! Foi foda, uff.
— Olha que você me deixa com tesão, hein!
— Eu te deixaria molhadinha todo dia, meu amor...
— Vamos sair da água, que nossas mães devem estar preocupadas, e a gente aqui se tocando... não é bom que nos descubram.
É, vamos voltar.
Chegamos na areia e nossas mães nos receberam com perguntas:
— Tanto tempo assim? Se divertiram?
— Sim.
— Sim.
Respondemos os dois. Elas não deviam imaginar as coisas que os filhinhos fazem dentro d'água...
Ficamos pegando sol por umas horas, comemos alguma coisa e o entardecer chegou. Eu e minha prima nos olhávamos a cada minuto, os dois com vontade de continuar aumentando a safadeza que já tínhamos.
— Feli... vamos pra água de novo? Tô entediada.
— Tá bom.
Poucas vezes senti tanta alegria, minha priminha queria continuar com isso... já dentro d'água de novo, dessa vez com muita gente ao redor:
— Já tô duro de novo, Jacky...
— Pff, cê fica com tesão rápido, hein, priminho?
— É você que me deixa assim, linda...
Eu agarrei ela da cintura e a beijei, ela aceitou meu beijo e começamos a meter as línguas à vontade… parecíamos um casal de namorados ali no meio da água, mas nada importou pra gente.
—Primo… que tal isso? Me dá sua mão…
Eu dei minha mão direita e ela, com a dela, levou a minha até a buceta dela por cima do biquíni.
—Mmm, que macio que é, Jacky…
—Agora mexe sua mão na minha buceta, priminho… me faz gozar igual eu fiz com você.
Comecei a mexer meus dedos sobre a rachinha dela, é indescritível o quanto ela tava quente, minha própria prima queria que eu passasse a mão na racha dela à vontade… mmm.
—Assim você gosta, Jacky..?
—Sim, priminho, mexe mais rápido, ahh sim, sim.
Passei meus dedos pelo clitóris dela, mexi rápido, percebia como Jacky suspirava cada vez mais, não podia gemer porque tava cheio de gente.
—Jacky, posso tirar o biquíni de lado e tocar sua buceta à vontade?
—Tá bom, faz logo, Feli, vamos… mmmmhhhhh
Puxei a calcinha do biquíni pro lado e toquei a rachinha dela finalmente, dava pra sentir um pouco de pelo no púbis, tocava o clitóris e depois a rachinha, minha prima tava louca de prazer.
—Ahhh priminho, continua assim… continua assim, você gosta de masturbar sua prima???
—Mmmhh adoro, Jacky, adoro, quero fazer isso todo dia…
Passei meus dedos mais algumas vezes pelos lábios da buceta dela, até que ela gozou.
—Vou gozar, ahhhh ahhh Feli… ahhhhhh ahhhh
—Isso, goza, priminha, goza agoraaaa
—Uhhh uuummm que bem que você fez, primo… foi um orgasmo incrível, você me fez gozar igual uma louca… tive que segurar os gemidos.
Voltamos pra casa depois de uma tarde maravilhosa, algo que nunca imaginei… tava cada vez mais perto de realizar o que tanto queria, mas isso era levar minha sacanagem ao extremo. Chegamos em casa, primeiro minha tia disse, depois minha mãe, que iam tomar banho, no terceiro turno foi minha prima, ela tomou banho e quando saiu garantiu que nossas mães não ouvissem o que ela ia me dizer.
—Feli, no cesto tá a calcinha com que eu sonhei com você ontem à noite. É branca.
—Valeu, priminha, você é a mais gostosa do mundo.
Entrei rápido no chuveiro e revirei o cesto, não foi difícil achar, estava bem em cima. Peguei e desembrulhei, procurando o lugar da buceta dela que horas antes eu tinha tocado. Tinha uma manchinha naquele lugar. Abri a torneira e comecei a me masturbar, senti o cheiro forte que aquela calcinha tinha, um cheirinho delicioso. Também pensei no que tinha rolado à tarde na água, quando ela pediu pra eu masturbá-la, e o orgasmo não demorou, gozei de novo derramando a porra na banheira. Depois, já me secando, pensei que ela devia ter se molhado de tesão no sonho que teve comigo, por causa das manchas na calcinha dela.
Saí do banheiro e fui até onde ela estava.
— Valeu pela calcinha, Jacky, tinha um cheiro delicioso. Tenho certeza de que você sonhou com algo mais que beijos pra ter molhado assim.
— Shh, nossas mães podem ouvir. Sim… na verdade, sonhei que te chupava.
— Pô, que surpresa. Ficou com muito tesão?
— Sim..
Sentei do lado dela, aproveitando que estávamos sozinhos na sala.
— Jacky, quero algo mais com você..
— Quer me foder? Isso aí não pode.
— E de novo com isso… cê não curte tudo isso?
— Claro que curto, priminho, podemos nos tocar, mas foder não, isso é passar dos limites que não podemos.
— Mas se você gosta de me masturbar, gosta que eu toque na sua bucetinha, quero te foder, priminha.
— Shhh… já chega, podemos nos tocar, mas foder é um limite que não vamos quebrar.
Jantamos e fomos descansar. Começava a última semana e eu não ia sair do Brasil sem comer a minha querida Jacqueline.
Segunda foi um dia chuvoso, passamos o dia caminhando e passeando. Um dia ruim, em que não consegui fazer nada com a minha prima. Chegamos tarde em casa… jantamos todos depois de um banho e fomos pra cama. Antes de dormir, minha prima me disse sorrindo que de manhã a gente fingisse que estava cansado pra ficar sozinho em casa, enquanto nossas mães fossem pra praia. Aceitei de bom grado, sabendo que meu Priminha já tava no comando.
Chegou a manhã e nós dois sentimos o cansaço combinado. Nossas mães se despediram, falando pra gente descansar bem… nunca iam imaginar o que a gente ia fazer naquela manhã.
Jacqueline veio correndo pra minha cama e se jogou em cima de mim.
— Sentiu minha falta, priminho? — Me deu um beijo na boca.
— Mmmh, que lábios gostosos, Jacky… senti muito a sua falta…
— Mmmhh, já tá dura, hein? — Falou passando a mão no meu pau.
— Sim, priminha… abaixa minha cueca…
— Deixa eu ver… mmm, que pau grande e grosso… finalmente posso ver ele de novo…
— Você topa chupar ele como sonhou, Jacky?
— Claro que topo, priminho…
Jacqueline começou a subir e descer meu prepúcio, minha prima me masturbando de novo, mas agora ela começa a lamber a cabeça do meu pau.
— Mmmhh, que gostoso que tá, Feli…
— Você gosta de chupar meu pau, putinha?
— Ahhh, adoro, priminho…
Jacky enfiou metade do meu pau na boca, subia e descia com a boca, eu tava gozando como nunca, sentindo o calor da boca doce dela…
— Uhhh, Jacky, você tá chupando tão gostoso, ahhh
— Te deixa com tesão sua priminha chupar teu pau? — Falou me olhando com cara de safada e um sorriso.
— Deus, claro que sim… já vou gozar, Jacky, já, ahhhhhh
— Mmm, goza na minha língua, primo, vai, mmmm. — Continuava chupando meu pau.
— Ahhhhhhhh ahhhhhhh mmmmmhhhh uhhhhhhh — Gozei pra caralho na boquinha gostosa dela.
— Mmmmhhh mmmhh. — Minha prima lambia todo o leite que saía do meu pau duro.
— Affff, que delícia, priminha… que boquete gostoso…
— Eu também gostei, Feli… — Continuava me masturbando devagar até tirar a última gota de porra e lamber a cabeça do meu pau.
— Deus, vamos descansar um pouco… tô me sentindo exausto.
— Não vamos descansar nada! — Exclamou minha prima.
Cruzando as mãos, tirou a camiseta, não tinha sutiã, os peitos pularam pra fora! Depois abaixou a legging, ficando só de calcinha fio dental.
— Cê me acha atraente?
— Ufff, nem imagina como você é linda pra mim.
Ela se inclinou, mostrando toda a bunda, e começou a abaixar su thong, dava pra ver a buceta dela aparecendo, ufff.
Já pelada, veio pra cama e abriu as pernas na minha frente. Consegui ver a buceta linda dela.. era rosada com uns lábios que pediam por uma pica!
- Cê quer chupar a buceta da sua prima?
- Uff, claro…
Me aproximei da bucetinha dela e comecei a lamber o clitóris, com cada lambida eu notava como ele ficava cada vez mais durinho, minha prima gemia tão alto que eu tinha medo de ouvirem da rua.
- Ahhh, primo, come minha buceta, mais, mais… ahhhhh
Minha prima tava gozando, desci com minha língua na rachinha dela, lambi os lábios da buceta dela, escorria de tesão, a buceta da Jacky tava cada vez mais molhada, enfiei minha língua na rachinha dela aproveitando todo o suco que saía daquela bucetinha.
- Que gostoso o sabor da sua bucetinha, priminha, cê tá molhadíssima.
- Ahhh, vou gozar já.. já.. ahhhhh
Minha prima tava gozando na minha boca, chupei tudo que a buceta da minha prima soltava, era aquele cheiro de buceta que eu tanto gostava nas calcinhas dela, e um sabor incrível dos sucos dela.
- Cê gostou, Jacky?
- Sim.. sim, priminho… que orgasmo foda… cê sabe fazer muito bem pra ser sua primeira vez… ahhh (Ela continuava gemendo)
- Tô duro de novo..
- Puxa, te falei que a gente não ia descansar! - Ela exclamou sabendo que minha pica ia crescer de novo na hora.
A vontade de enfiar minha pica dura na bucetinha dela era maior do que nunca.
- Jacky, posso meter?
- Não, não.. já te falei que isso não.
- Por favor, olha como a gente tá… tô doido pra ter ela dentro de você…
- Vem, vou deixar cê brincar com sua pica na minha buceta, mas nem pense em meter, porque juro que nunca mais cê vai poder encostar um dedo em mim.
Ok, obrigado, prima, não vou fazer.
Ela continuou na mesma posição deitada e de pernas abertas, eu me ajoelhei e minha pica apontava direto pra buceta dela, mas tive que me segurar pra não enfiar, então fiz o que ela pediu. Comecei a passar minha pica por toda a bucetinha molhada dela, era uma sensação única, que aumentou meu tesão, enquanto esfregava minha pica na rachinha dela. - Sim, sim, passa assim.
- Gemeu minha prima.
Dei umas batidas com meu pau na buceta dela e gozei de novo, derramei meu leite no púbis da Jacqueline.
- Ahhhhhhhh Jacky…
- Olha, me deixou toda cheia de porra! (Ela mexia com os dedos na minha porra no púbis dela)
- É que… desculpa…
- Não se desculpa, adorei, agora vamos preparar o almoço.
Minha prima se levantou e o sêmen que estava no púbis dela começou a escorrer pelas coxas.
- Olha, tá escorrendo sua porra, priminho.
- Vou pegar um guardanapo pra você se limpar.
Fui até a cozinha e voltei com o dito papel nas mãos.
- Deixa que eu limpo você.
Assim, passei o guardanapo pelas coxas da minha prima, limpando a porra que eu mesmo tinha espalhado. Subi pra limpar o púbis dela, mas o sêmen grudou nos pelos.
- Opa, vai ter que tomar um banho!
- Sim, vou entrar no chuveiro agora… vem comigo?
- Quer que a gente entre junto?
- Claro, priminho, sou uma boa prima e deixo você tomar banho comigo.
Estávamos pelados, então entramos juntos no chuveiro, eu atrás dela, e ela pediu pra passar sabão nas costas dela. Aceitei de bom grado, percorri aquele corpo gostoso, passei o sabão até o quadril, e depois passei por toda a bunda dela. Meu pau, apesar das duas gozadas anteriores, ficou duro de novo, igual um mastro apontando pra bunda dela. Comecei a passar meu pau na racha da bunda dela, esfregando perto do buraquinho.
- Mmm, de novo esse pau grosso e duro… coloca na entrada do cu e passa por ali…
Abri a bunda da minha prima e coloquei a cabeça do meu pau na entrada do cu dela… me mexi bastante e isso parecia excitar demais a Jacqueline.
- Jacky, posso meter?
- Que parte de "não pode me penetrar" você não entende??? – Ela disse, irritada.
- É que não aguento mais…
Ela pegou meu pau, na mesma posição, eu atrás dela, e colocou entre as coxas dela, de modo que meu pau ficou preso: dos lados, as coxas dela, e em cima, a buceta.
- Mexe, faz de conta que tá me fodendo. Mmmmmhmhhhhhh. Comecei a me mexer como se estivesse metendo nela, meu pau esfregava na buceta ardente dela, e com as coxas dela, mesmo sem estar fodendo, aqueles movimentos e ver meu pau desaparecer debaixo da bunda dela, e o contato com a bocetinha dela, fez eu gozar de novo.
-Ahhhh Jacky,, ahhhhh
-Mmm vamos, solta toda essa porra, solta priminho… pensa que você tá fodendo sua prima… mmmm
-Ahhhhhh ahhhhhhh ahhhhhhhh –Meu pau soltou outra quantidade enorme de leite, com as palavras quentes que minha prima falava…
-Uff você continua soltando essas quantidades.! Vamos sair antes que nossas mães cheguem e nos vejam pelados no chuveiro…
A gente se secou junto e se vestiu, preparamos a comida e almoçamos.
-Como foi a manhã de vocês, galera?-Pergunta minha tia.
-Bem, a gente acordou há pouco –Disse minha prima.
A gente se olhou e sorriu.
Passou a terça, a quarta, e esses dias infelizmente não conseguimos achar nenhuma brecha pra curtir juntos. Nossas mães estavam sempre por perto, e não dava pra arrumar um tempo pra gente.
Mas obviamente minha prima, que tava mais tarada do que eu, inventou outra ideia pra ficarmos sozinhos. O que uma garota com vontade de se divertir não faz, qualquer desculpa serve. Embora ela tivesse uma certa dor na coluna por dormir em colchões muito moles, aproveitando que eu também tava na mesma, ela reclamou de uma dor na coluna por causa do maldito colchão.
-Mãe, tô com dor nas costas por causa desse colchão tão mole.-Disse minha prima pra tia dela.
-Bom, você quer dormir no outro que é mais duro?
-Sim.
-Feli também tem esse problema, vocês vão ter que dormir no mesmo colchão.-Disse minha mãe.
-Bom, isso não vai ser problema, né?-Perguntou minha tia.
-Pra mim, nenhum.-Respondi.
-Não, pra mim também não.-Disse minha prima.
Sim! O trabalho tava feito… eu ia dormir com minha priminha a noite toda, mais os 3 dias que faltavam.
O jantar foi normal, todo mundo foi pra cama e eu não via a hora de ficar com a Jacqueline. Deitamos, apagamos as luzes e tudo ficou em silêncio. Por sorte, nosso quarto era longe do outro, onde nossas mães estavam dormindo.
Já na cama:
— Quero te fazer gozar, Jacky, quero tocar essa bucetinha agora.
— Feli, vamos encher os lençóis de porra e fluidos... não acho que seja uma boa ideia isso tudo.
— Vamos... a gente esperou esse momento pra aproveitar.
— Sim, eu sei, mas agora que penso, vão nos descobrir quando virem os lençóis todos manchados.
Me resignei e só falei pra ela se colocar na posição pra apoiar minha pica no cu dela.
Ela aceitou e rapidamente se colocou naquela posição tão excitante. Minha pica dura batia naquele cu que eu queria foder.
Depois de uns minutos, não aguentei e abaixei a calça junto com a cueca. Deixei minha pica livre na cama. Passei ela pelo cu da Jacky, coberto com um shortinho de dormir.
— Jacky... Jacky...?
— O que foi?
— Posso abaixar sua calça?
— Mmhh, ok...
Não parecia falar com muita vontade, mas enfim, abaixei o shortinho da minha prima e a única coisa que separava minha pica da buceta dela era uma calcinha fio dental fininha.
Comecei a passar minha pica naquela vagina, e puxei a calcinha pro lado, deixando a perereca da Jacqueline livre.
Ela gemia baixinho, quase sem fazer barulho, sabia que ela tava gostando, então continuei roçando a cabeça do meu pau na bucetinha dela.
Notava como minha priminha ficava cada vez mais molhada, dois dias sem se masturbar estavam fazendo a Jacqueline escorrer direto. Com minha pica, eu sentia a vagina dela tão molhada como nunca antes, parecia uma substância viscosa e abundante saindo da buceta dela enquanto eu continuava roçando minha pica, molhando ela cada vez mais, minha pica já tava toda coberta por aquela substância tão viscosa, tava deixando a Jacky como nunca antes esteve.
De repente, me surpreende a voz dela bem baixinha falando comigo, pra não acordar ninguém:
— Me fode, priminho.
Não ouvi direito ou ouvi algo que não era...
— O que você disse, Jacky? Acho que te ouvi mal.
— Falei que me fode. fode primo, me fode, enfia esse pau em mim agora.
-O quê?? Mas.. você disse que.. não.. podia
-Não importa o que eu disse, enfia esse pau em mim agora que você me deixou com um tesão danado.
-Tá.. tá bom..
Não podia acreditar no que minha docinha priminha de 22 anos estava me pedindo.. sim, finalmente vou poder foder a Jacqueline.
Coloquei a cabeça do meu pau na boceta dela, empurrei contra o corpo dela e entrou com uma facilidade incrível, graças à lubrificação toda. Meu pau inteiro entrou de uma vez, enfiei até o fundo num instante.
-Mmmmmmmmhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhh-Ela gemeu baixinho, minha prima.
Finalmente meu pau estava dentro da buceta dela, sentia tanta umidade e um lugar quentinho, logo comecei a bombar a rachinha dela.
-Ahhhhhhhhhhhhh Jacky…….. que delícia, que delícia que é sua bucetinha….
-Vamos priminho me fode, me fode…. Mmmhhhh ahhhhhh ahhhhhh
Comecei a me mexer, metendo e tirando meu pau daquela buceta melada, estava aproveitando cada centímetro da enfiada, aquela caverninha era tão quentinha e molhada que depois de cinco ou seis bombadas eu ia gozar.
-Uhhhh Jacky já vou gozar, vou gozar agora aaaaaahhhhh
-Gosa dentro priminho, goza dentro de mim… mmmmhhhhhh ahhhhhhhh
-Vo..cê tem ce..rteza??
-Ahhh sim, sim, não se preocupa, goza aaaaaahhhhhhh
-Aaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
Nessa hora meu pau soltou toda a porra dentro da buceta da minha prima, tinha sido uma foda espetacular, e ela pediu pra eu gozar dentro.
-Mmmmmhhhhhh Deus priminho… essa porra é tão quente, sinto queimando por dentro oohhhh uhhhhh.
-Jacky você é tão.. ahhhh você é tão gostosa prima… mmmmmhhhhhh
Deixei meu pau dentro dela depois da gozada, fiquei extasiado depois daquela foda, suspirei e fiquei parado.
-Agora continua priminho, ou você acha que vou deixar você me foder e só vai fazer por uns segundos? Vamos, continua se mexendo dentro de mim, vamos, continua fodendo sua priminha mmmmmhhhhhhh
Essas palavras começaram a despertar meu pau de novo, eu ainda estava enfiado Ainda, comecei a me mexer de novo e meu pau crescia e crescia de novo dentro da buceta dela, já estava de novo até o talo penetrando minha prima.
-Ahhhh Jacky já endureceu de novo, quer mais, putinha?
-Sim, siiiim, me dá mais, enfia, me fode mais ahhhhhhhhh
Dessa vez eu enfiava mais rápido que da vez anterior, por sorte a cama não fazia barulho, eu tava me mexendo bastante enterrando meu pau naquela buceta a toda velocidade, minha prima não parava de gemer baixinho.
-Minha mãe ahhhh como entra esse pedaço de pau... Ahhhhhhh
Eu não acreditava no que minha prima sussurrava.
-Mete mais fundo.. aaaahhhhhh você gosta de foder sua primaaahh?
-Sim mmmhhhhh-
-Aaaaahhhh você gosta da bucetinha da sua prima???
-Mmmhhh sim, sim, ahhhhhh.
Essas perguntas junto com a minha bombada na buceta molhada dela, eu gozei de novo.
-Vou gozar de novo Jacky.. vou gozar ahhhhhh
-Dentro da bucetinha, dentro da bucetinhaahhhhh
-Aaaaaaaaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhhhhhhh uuuuhhhhhhhhhmmmmmmm mmmmmmmmmmm, ahhhhh Jackyyyyhhh... Ahhhhhh
Mais uma vez eu tinha descarregado todo meu esperma dentro dela, sentia meu pau extremamente molhado dentro da Jacqueline, de novo minha prima disse que meu gozo tava bem quentinho.
Tirei meu pau da buceta dela e passei umas duas vezes pelos lábios vaginais dela, derramando até as últimas gotas de esperma.
-Mmm tô exausto Jacky...
-Não priminho... você tanto queria me foder? Aqui tem minha bucetinha, além disso eu quase gozei mas ainda não me acabei...
-Cê tá me pedindo pra continuar te fodendo???
-Claro que sim...
Jacqueline queria mais, se deitou de barriga pra cima e abriu as pernas.
-Tô com a bucetinha toda melada priminho, vem por cima de mim e enfia de novo.
Eu me ajoelhei na frente dela, me masturbei uns segundos até meu pau endurecer de novo.
-Já tô dura pra você priminha.
Coloquei meu pau na entrada da vagina dela, era realmente alucinante a umidade, até as coxas dela estavam molhadas. Entre toda a porra que eu tinha deixado dentro da buceta mais o fluxo dela, meu pau abriu caminho por — Caralho, Jacky suspirou e pediu pra eu me mexer rápido.
— Vai, priminho, me fode gostoso, enfia essa pica que vou gozar como nunca na minha vida, ahhhhhhhhh
Ela tava do jeito que eu queria, de pernas abertas e implorando pra eu foder ela. Eu metia e tirava minha pica daquela bucetinha já toda molhada, sentia cada pedaço entrando e deslizando com todo aquele mel escorrendo. A respiração da minha prima começou a acelerar, ela já tava perto de gozar…
— Continua, continua, priminho, mais, mais, mais ahhhhhhhh ahhhhhhhhhhhhh ahhhh já vou gozar, vou gozar agora, ohhhhhhhhhh
Minha prima dava pequenos pulos na cama enquanto eu continuava furando o buraco dela. As mãos dela agarraram minha bunda pra eu meter mais fundo, dava pra sentir ela tremendo da gozada violenta que teve.
Depois da gozada dela, eu também tava quase lá. Dessa vez não avisei nada e joguei a porra toda dentro mais uma vez.
— Nossa, priminho… que foda… que… que prazer ahhhh mmmhhhh.
Tirei minha pica daquela bucetinha que já tinha aguentado o bastante, nos abraçamos e dormimos ali mesmo.
Já de manhã…
— Feli?… Feli?
Minha prima tava me acordando com um beijo.
— Mmm Jacky, tô morto…
— Nossa, não acredito no que a gente fez ontem à noite… você me deixou tão tesuda que tive que pedir pra você me foder… e você gozou dentro da minha buceta três vezes… que noite deliciosa…
— Priminha, sabia que te comi todo dia, né?
— Sei. — Respondeu Jacqueline, sorrindo e me beijando.
7 comentários - Mi primera vez fue con mi prima Jacqueline
(Te dejo 8 puntos y te sigo)