Valeu a todos que curtem meus contos, e também pelos agradecimentos e pontos. É um prazer saber que vocês ficam muito excitados lendo as histórias das experiências de corno que eu tenho com a minha mulher.
Depois do último encontro entre a minha mulher e o Nicolás, ficamos mais um mês sem contato com ele e continuávamos lembrando de tudo que vivemos com nosso amante toda vez que transávamos. No auge da excitação, confessávamos um para o outro a vontade de repetir um encontro com o Nicolás.
Uma tarde, recebi uma ligação do Nicolás. Ele nos convidava para passar um fim de semana num sítio de um amigo, explicando que também estaria lá o amigo dele, Juan (que já conhecíamos individualmente), e o dono da propriedade, Fernando, sobre quem ele disse que gostava muito mais de homens do que de mulheres (isso ele falou com uma risadinha debochada).
O Juan, de novo, tentava nos fazer ultrapassar nossos próprios limites. Agora ele propunha a gente ficar com três homens, e a verdade é que a ideia me deixou doido.
Falei que ia consultar a Mariana e depois respondia.
“Acha que ela vai dizer não? haha” ele disse, de novo com aquele tom de gozação.
Consultei minha esposa, que não se animava a me dar um sim, mas dava pra ver que tava morrendo de vontade.
“Sei lá”, ela falava, se fazendo de sonsa, “você quer?”
“Se você não tá muito convencida, eu falo que não, sem problema”, falei pra testar a reação dela…
“Não, não é isso! Só não quero que isso saia do controle ou que você se sinta mal. Vamos, e qualquer coisa, se não estivermos à vontade, a gente volta”, respondeu, deixando claro a vontade que tava de farra….
Eu não parava de rir da reação dela enquanto dizia: “Ah, pensei que você não tivesse tão segura, haha”
No sábado de manhã, deixamos nossos filhos com os avós e partimos pro sítio dos “nossos amigos”. Era janeiro, então fomos preparados com sunga e biquíni porque tinha piscina no sítio.
Quando chegamos, o Nicolás nos recebeu abrindo o portão do sítio. Era um Terreno amplo e verde, com uma casa média e uma piscina não muito grande.
Juan estava sentado numa espreguiçadeira ao lado da piscina, só de sunga e óculos escuros. Da porta da casa apareceu Fernando, o anfitrião, de 43 anos, castanho, gato, com um corpo atlético. Logo se aproximou de nós e nos cumprimentou com calor, Juan também se levantou para nos cumprimentar afetuosamente, e todos elogiaram Mariana, que usava um vestido leve, de bambula, que a deixava bem sensual.
Tanto Mariana quanto eu estávamos bem tensos, de certa forma éramos novos nesse ambiente, e a situação nos causava um certo desconforto. Eu não conseguia parar de observar com certo receio as aproximações e cantadas dos nossos três amigos em relação à Mariana, e dava pra perceber que ela se sentia lisonjeada, mas meio desconfortável.
Fernando preparou daikiris para todos, o que ajudou a relaxar um pouco, enquanto nos acomodávamos nas espreguiçadeiras pra pegar sol.
Aos poucos fui relaxando e me permitindo aproveitar o dia. Tanto Nicolau, quanto Juan e Fernando são pessoas agradáveis, daqueles caras que tentam te fazer sentir bem o tempo todo, então um tempo depois, ajudados pelos drinks, conversávamos animados sobre vários assuntos.
Mariana tirou o vestido e ficou só de fio dental e sutiã, despertando o tempo todo os olhares dos nossos amigos. Quando ela pegou o protetor solar, Juan se ofereceu na hora pra passar, perguntando se eu não me importava, e eu respondi que não tinha problema.
Bem devagar, ele foi espalhando o creme pelas costas dela, fazendo uma massagem suave que arrancou mais de um gemido de prazer da Mariana. Juan soltou o sutiã (Mariana estava de bruços) pra ter mais liberdade na massagem e foi descendo até chegar nas nádegas (o ponto fraco da minha mulher).
Quando as mãos dele pousaram suavemente na bunda da Mariana, ela não conseguiu evitar um suspiro, e foi abrindo um pouco as pernas enquanto Juan continuava descendo pelas pernas dela e pela parte interna. das coxas e das virilhas, quase roçando os lábios da buceta dela.
Dava pra ver que a Mariana tava ficando com tesão, e eu nem vou contar, a pica já tinha subido meio dura e tava toda molhada de líquido pré-seminal.
O Juan pediu pra Mariana virar de costas pra passar o protetor na parte da frente. Ela deitou de barriga pra cima, segurando o sutiã com as mãos, já que tava desabotoado.
“Não quer ficar de topless pra ficar mais à vontade?” perguntou o Juan “Até porque o Nicolau e eu já te conhecemos pelada, e o Fernando vai te ver nua antes do dia acabar, ha, ha”
A Mariana pensou por uns segundos, me olhou como quem pedia minha opinião, e com um sinal de aprovação meu, tirou o sutiã, deixando as tetas lindas dela no ar e à disposição do Juan, que, passando uma boa quantidade de protetor na mão, aproveitou pra espalhar à vontade e com gosto pelos peitos dela, continuando pelo corpo todo, como uma massagem relaxante.
Aquela situação acabou ali, a Mariana continuou tomando sol, totalmente relaxada, e a gente seguiu conversando sobre tudo um pouco, com umas boas ereções que a gente acalmava se jogando na piscina de vez em quando.
O Fernando foi pra dentro buscar mais bebidas e algo pra petiscar, e eu me ofereci pra ajudar. Enquanto a gente preparava tudo numa bandeja, comecei a observar pela janela que o Juan tava se aproximando mais da Mariana e fazendo piadas enquanto acariciava discretamente a perna dela.
Aquela situação não parava de me causar uma certa tensão, ou ciúmes. O Fernando falava comigo e eu não conseguia prestar muita atenção no que ele dizia, olhando a cada dois segundos pela janela pra ver o que rolava entre o Juan e minha esposa.
De repente, sinto as mãos do Fernando pousarem nos meus ombros, me massageando, o que me arrancou um suspiro de relaxamento.
“Relaxa um pouco, Dario” disse o Fernando enquanto continuava a massagem, que, pra ser sincero, tava me fazendo muito bem...
“Aqui não tem nada pra esconder” continuou o Fernando, “todos nós estamos aqui pra curtir um fim de semana com muito sexo...” enquanto dizia isso, ele encostou todo o volume na minha bunda, me causando surpresa e um arrepio que percorreu meu corpo inteiro. E continuou esfregando devagar o pau duro dele por todo o meu cu, enquanto ainda falava no meu ouvido.
“Será que você não gosta que outros aproveitem a sua mulher? Ver como acariciam ela, beijam, como ela treme nos braços de outro homem? Vai negar que não te excita pra caralho ver ela saborear outra pica e que não te deixa louco de tesão o momento em que ela é penetrada por outro?”
“Sim, claro que gosto de tudo isso”, respondi quase num suspiro, “mas é tudo novo pra gente. Claro que adoro ver outros comendo minha mulher, gosto de ver, de ouvir ela contar, me excita falar disso...! Mas ainda é difícil pra mim, faz pouco tempo que assumi isso, e não é muito comum ouvir que um homem gosta que comam a própria esposa.”
“Socialmente, esse desejo é visto como desprezível, e de certa forma eu também sou afetado por essa moral. Mas claro que gosto, e cada vez gosto mais, só que tudo isso é muito novo pra mim e, assim como me dá muito prazer, também me dá medo e angústia...”
“Não se preocupe”, disse Fernando, “quase todos os homens que curtem a mesma coisa passam por isso no começo, mas você vai ver que cada vez vai viver isso com mais naturalidade e, ao mesmo tempo, mais prazer.”
Dito isso, Fernando se afastou de mim e fomos para o jardim com as bebidas, onde estavam os outros.
Assim que nos aproximamos, dava pra perceber que o clima já estava esquentando entre Mariana, Nicolau e João. O sol estava muito forte e João continuava ao lado da minha mulher, falando quase no ouvido dela e acariciando ela suavemente com um dedo.
Terminamos as bebidas e Fernando nos convidou pra entrar na casa dele pra começar a “brincar um pouco”.
João acompanhou minha mulher segurando ela pela cintura e fomos direto pro quarto do Fernando, que era bem espaçoso, com uma cama de casal king size e um sofá tipo futon bem grande. Também.
Fernando colocou uma música suave, Juan se aproximou por trás da minha mulher e começou a acariciar bem devagar os ombros dela enquanto dava beijos no pescoço e apoiava o volume na bunda dela sutilmente. Ela começou a suspirar devagar, de olhos fechados, curtindo as carícias do Juan.
Nicolás se pelou e se acomodou no sofá, se masturbando, enquanto via o Juan esquentando a minha mulher.
Juan foi descendo com as carícias, apalpando os peitos da minha mulher com uma mão, esfregando descaradamente o volume contra a bunda dela, e com a outra mão começou a punhetar ela por baixo da calcinha fio dental. Minha mulher suspirava e gemia baixinho enquanto acompanhava com a bunda os movimentos do Juan, que continuava esfregando o pau duro nas nádegas dela.
Fernando se aproximou por trás e começou a me apoiar e acariciar do mesmo jeito que o Juan fazia com a minha mulher. Ele apalpava meu peito como se eu tivesse tetas, e eu sentia o pau dele todo duro se esfregando no meio das minhas nádegas.
Juan virou a minha mulher e eles começaram a se beijar apaixonadamente, como dois amantes. Se apalpavam igual uns loucos, se beijando com muito tesão. Aquela imagem me causou um impacto primeiro e um tesão danado!
Nicolás se aproximou por trás da minha mulher e entrou nas carícias junto com o Juan, enquanto a Mariana se virava beijando um e outro, apalpando os paus deles com tesão!
Juan agarrou ela pela nuca e foi guiando até o pau dele. Minha mulher tava muito excitada e já pegou de cara, lambendo e chupando como se não houvesse amanhã. Nicolás se colocou do lado, e ela começou a alternar entre um pau e outro.
Fernando me disse: "Não quer imitar sua mulherzinha?"
Eu, com o tesão que tava naquela altura, automaticamente me ajoelhei e comecei a devorar o pau do Fernando. Naquela altura, eu não aguentava mais de tesão! E chupava aquele pau como se fosse o fim do mundo, enquanto de vez em quando olhava de canto como minha amada mulherzinha chupava dois paus!
Juan me olhava com um sorriso debochado. enquanto minha mulher devorava a pica e eu chupava que nem uma puta a pica do Fernando.
Juan e Nicolás colocaram minha mulher na cama, de quatro, e Juan foi o primeiro a penetrar ela depois de colocar uma camisinha. “MMMMMM! Que pirocaaaaa!” disse minha mulher, que nessa altura já tava bem mais solta do que nos primeiros encontros, e na mesma hora engoliu inteira a vara do Nicolás, que tinha se posicionado na frente.
“Olha que putona que sua mulher virou, Darío”, me disse Nicolás, “E pensar que quando conheci vocês, nem sabiam se ela ia ter coragem de experimentar outra pica, haha”
“Cê gosta de como a gente come sua mulher, corno?”
Eu olhava pra ele, com a pica do Fernando na boca, e balançava a cabeça que sim.
“Agora é sua vez, puta”, me disse Fernando, me guiando até a cama e me fazendo ficar de quatro, de frente pra minha mulher, e começou a lamber meu cu de um jeito que me fazia gemer. E depois de um tempo, me lubrificou e começou a me penetrar devagar até as bolas dele baterem no meu cu. Essa sensação me deixava louco, sentir meu cu cheio de pica quente enquanto via minha docinha e tímida mulher totalmente putona comendo dois caras como a melhor das vadias!
Fernando deixou a pica enfiada até o fundo por um tempo enquanto massageava minhas nádegas. “Que cu de puta que o corno tem”, disse Fernando olhando pra todo mundo. “Vai, mexe e come ela sozinho… Isso, puta, haaa!!” eu comecei a mexer o cu bem devagar, indo e voltando. Eu percebia que ser tratado como puta me dava um tesão do caralho, que me fazia agir realmente como uma puta. Arqueava as costas o máximo que podia pra deixar minha raba empinada, com as pernas e as nádegas abertas que nem uma vagabunda, e gozava como uma louca recebendo as pirocadas de macho quente do Fernando.
Juan e Nicolás se revezavam pra comer minha mulher e fazer ela chupar pica, e Juan começou a lubrificar o cu dela enquanto me dizia: “Corno, me pede pra arrombar o cu da sua mulherzinha”
“mmmmm, sim Goza o cu da minha esposa, Juan! E como pude, me estiquei até o pau dele e comecei a chupar com devoção! Abrindo as nádegas da minha mulher com as mãos, e recebendo o pau de Fernando, que me dava a foda da minha vida.
Mariana virou a cabeça e me olhava como quem diz que não podia ser tão corno e puta ao mesmo tempo, e como me desafiando no jogo de quem era mais vadia, disse pro Juan: “quero que você meta sem camisinha……….”
Ao ouvir isso, quase gozei sem me tocar! E Juan quase gozou na minha boca.
Quando o cu da minha mulher ficou pronto, guiei o pau de Juan até o buraco dela e curti vendo como ela engolia cada centímetro de pau do nosso amigo na minha própria cara.
Fernando me colocou do lado da minha mulher e ficamos os dois de quatro, recebendo pau no cu e chupando juntos o pau de Nicolás, enquanto gemíamos como putas e lambíamos aquele pau como desesperadas.
Depois de uns minutos, Nicolás se deitou debaixo da minha mulher e a penetrou pela buceta, fazendo uma dupla com Juan. A Mariana doía, mas gozava como uma vagabunda com tanto pau dentro, e enquanto eu via como ela comia os dois paus ao mesmo tempo, percebi que Nicolás também estava metendo sem camisinha.
Nessa bagunça toda, minha mulher gozou duas vezes, e com o segundo orgasmo, Nicolás descarregou todo o leite dentro da buceta dela!
“Aí te deixei um presentinho, corno”, disse Nicolás, e eu sem pensar muito, tirei o pau de Fernando do cu, me coloquei debaixo da minha mulher, de 69, e comecei a lamber toda a buceta dela cheia de leite, até deixar limpinha.
Lambia o leite da buceta da minha mulher enquanto via o pau de Juan furando o cu dela a um centímetro do meu nariz, e Mariana se agarrou no meu pau, me chupando maravilhosamente.
Juan tirou o pau do cu, foi lavar o pau dele, porque tava sem camisinha, e quando voltou, deitou minha mulher de barriga pra cima e meteu até o talo, começando uma serrada de campeonato, metendo nela tava comendo ela com tudo, quase rachando a buceta. Mariana passou de gemer pra gritar com a fodida que tava levando, e Juan falou pro Fernando: "vem, dá o pau nessa gostosa, vamos nos intercalar pra dar a foda da vida dela". Na hora trocaram, e Fernando penetrou minha mulher pela primeira vez, continuando no ritmo que Juan tava. Juan, sem falar nada, me pegou pela nuca e me fez chupar o pau dele, e eu obedeci na hora... O pau de Nicolás subiu de novo e ele entrou na fila pra comer minha mulherzinha. Eu também quis comer um pouco, mas Nicolás me parou na hora, e com aquele tom debochado dele falou: "não, corno, agora é a vez dos machos. Sê um bom cuckold e chupa bem o nosso pau enquanto esperamos pra dar o pau na tua mulher como ela nunca levou na vida". A rodada de foda que deram na minha mulher durou uns 45 minutos, ela gemeu e gritou até ficar rouca. Aproveitando a putaria que ela tava, fizeram ela falar um monte de sacanagem. Fizeram ela dizer que era uma puta oferecida, que adorava pau, que gostava de ser cheia de pau na frente do corno, que deixava arrombarem o cu dela quantas vezes quisessem, e um monte de outras putarias que eu nunca imaginei ouvir da boca da princesa da minha amada esposa, entre um orgasmo e outro, até ela pedir por favor pra eles gozarem porque não aguentava mais tanto pau. Um por um começaram a gozar na boca da Mariana, e depois me faziam beijar ela com a boca cheia de porra, até que foi a vez do Nicolás, o último. Enquanto a gente saboreava a porra dele, eu quis meter em Mariana pra gozar, mas Nicolás falou: "não, corno, te falei que hoje os machos somos nós e você aceitou o jogo. Você tá no time das putinhas, e tem que gozar como uma". Aí me mandou ficar de quatro e Fernando meteu de novo até o fundo. Acho que tinham tomado viagra, porque recuperavam na hora depois de gozar, e me deram uma fodida parecido com o que fizeram com a Mariana, se revezando os três, e me metendo a pica até deixar meu cu em carne viva. Aí não aguentei mais e implorei pra eles gozarem.
Os três tiraram as camisinhas, bateram uma por cima dos peitos da Mariana, enchendo ela de porra, e me fizeram bater uma enquanto limpava ela. E assim gozei que nem um bicho, me masturbando enquanto lambia a porra de três caras que acabaram de foder eu e minha mulher como se fôssemos duas putas a serviço deles.
Depois do último encontro entre a minha mulher e o Nicolás, ficamos mais um mês sem contato com ele e continuávamos lembrando de tudo que vivemos com nosso amante toda vez que transávamos. No auge da excitação, confessávamos um para o outro a vontade de repetir um encontro com o Nicolás.
Uma tarde, recebi uma ligação do Nicolás. Ele nos convidava para passar um fim de semana num sítio de um amigo, explicando que também estaria lá o amigo dele, Juan (que já conhecíamos individualmente), e o dono da propriedade, Fernando, sobre quem ele disse que gostava muito mais de homens do que de mulheres (isso ele falou com uma risadinha debochada).
O Juan, de novo, tentava nos fazer ultrapassar nossos próprios limites. Agora ele propunha a gente ficar com três homens, e a verdade é que a ideia me deixou doido.
Falei que ia consultar a Mariana e depois respondia.
“Acha que ela vai dizer não? haha” ele disse, de novo com aquele tom de gozação.
Consultei minha esposa, que não se animava a me dar um sim, mas dava pra ver que tava morrendo de vontade.
“Sei lá”, ela falava, se fazendo de sonsa, “você quer?”
“Se você não tá muito convencida, eu falo que não, sem problema”, falei pra testar a reação dela…
“Não, não é isso! Só não quero que isso saia do controle ou que você se sinta mal. Vamos, e qualquer coisa, se não estivermos à vontade, a gente volta”, respondeu, deixando claro a vontade que tava de farra….
Eu não parava de rir da reação dela enquanto dizia: “Ah, pensei que você não tivesse tão segura, haha”
No sábado de manhã, deixamos nossos filhos com os avós e partimos pro sítio dos “nossos amigos”. Era janeiro, então fomos preparados com sunga e biquíni porque tinha piscina no sítio.
Quando chegamos, o Nicolás nos recebeu abrindo o portão do sítio. Era um Terreno amplo e verde, com uma casa média e uma piscina não muito grande.
Juan estava sentado numa espreguiçadeira ao lado da piscina, só de sunga e óculos escuros. Da porta da casa apareceu Fernando, o anfitrião, de 43 anos, castanho, gato, com um corpo atlético. Logo se aproximou de nós e nos cumprimentou com calor, Juan também se levantou para nos cumprimentar afetuosamente, e todos elogiaram Mariana, que usava um vestido leve, de bambula, que a deixava bem sensual.
Tanto Mariana quanto eu estávamos bem tensos, de certa forma éramos novos nesse ambiente, e a situação nos causava um certo desconforto. Eu não conseguia parar de observar com certo receio as aproximações e cantadas dos nossos três amigos em relação à Mariana, e dava pra perceber que ela se sentia lisonjeada, mas meio desconfortável.
Fernando preparou daikiris para todos, o que ajudou a relaxar um pouco, enquanto nos acomodávamos nas espreguiçadeiras pra pegar sol.
Aos poucos fui relaxando e me permitindo aproveitar o dia. Tanto Nicolau, quanto Juan e Fernando são pessoas agradáveis, daqueles caras que tentam te fazer sentir bem o tempo todo, então um tempo depois, ajudados pelos drinks, conversávamos animados sobre vários assuntos.
Mariana tirou o vestido e ficou só de fio dental e sutiã, despertando o tempo todo os olhares dos nossos amigos. Quando ela pegou o protetor solar, Juan se ofereceu na hora pra passar, perguntando se eu não me importava, e eu respondi que não tinha problema.
Bem devagar, ele foi espalhando o creme pelas costas dela, fazendo uma massagem suave que arrancou mais de um gemido de prazer da Mariana. Juan soltou o sutiã (Mariana estava de bruços) pra ter mais liberdade na massagem e foi descendo até chegar nas nádegas (o ponto fraco da minha mulher).
Quando as mãos dele pousaram suavemente na bunda da Mariana, ela não conseguiu evitar um suspiro, e foi abrindo um pouco as pernas enquanto Juan continuava descendo pelas pernas dela e pela parte interna. das coxas e das virilhas, quase roçando os lábios da buceta dela.
Dava pra ver que a Mariana tava ficando com tesão, e eu nem vou contar, a pica já tinha subido meio dura e tava toda molhada de líquido pré-seminal.
O Juan pediu pra Mariana virar de costas pra passar o protetor na parte da frente. Ela deitou de barriga pra cima, segurando o sutiã com as mãos, já que tava desabotoado.
“Não quer ficar de topless pra ficar mais à vontade?” perguntou o Juan “Até porque o Nicolau e eu já te conhecemos pelada, e o Fernando vai te ver nua antes do dia acabar, ha, ha”
A Mariana pensou por uns segundos, me olhou como quem pedia minha opinião, e com um sinal de aprovação meu, tirou o sutiã, deixando as tetas lindas dela no ar e à disposição do Juan, que, passando uma boa quantidade de protetor na mão, aproveitou pra espalhar à vontade e com gosto pelos peitos dela, continuando pelo corpo todo, como uma massagem relaxante.
Aquela situação acabou ali, a Mariana continuou tomando sol, totalmente relaxada, e a gente seguiu conversando sobre tudo um pouco, com umas boas ereções que a gente acalmava se jogando na piscina de vez em quando.
O Fernando foi pra dentro buscar mais bebidas e algo pra petiscar, e eu me ofereci pra ajudar. Enquanto a gente preparava tudo numa bandeja, comecei a observar pela janela que o Juan tava se aproximando mais da Mariana e fazendo piadas enquanto acariciava discretamente a perna dela.
Aquela situação não parava de me causar uma certa tensão, ou ciúmes. O Fernando falava comigo e eu não conseguia prestar muita atenção no que ele dizia, olhando a cada dois segundos pela janela pra ver o que rolava entre o Juan e minha esposa.
De repente, sinto as mãos do Fernando pousarem nos meus ombros, me massageando, o que me arrancou um suspiro de relaxamento.
“Relaxa um pouco, Dario” disse o Fernando enquanto continuava a massagem, que, pra ser sincero, tava me fazendo muito bem...
“Aqui não tem nada pra esconder” continuou o Fernando, “todos nós estamos aqui pra curtir um fim de semana com muito sexo...” enquanto dizia isso, ele encostou todo o volume na minha bunda, me causando surpresa e um arrepio que percorreu meu corpo inteiro. E continuou esfregando devagar o pau duro dele por todo o meu cu, enquanto ainda falava no meu ouvido.
“Será que você não gosta que outros aproveitem a sua mulher? Ver como acariciam ela, beijam, como ela treme nos braços de outro homem? Vai negar que não te excita pra caralho ver ela saborear outra pica e que não te deixa louco de tesão o momento em que ela é penetrada por outro?”
“Sim, claro que gosto de tudo isso”, respondi quase num suspiro, “mas é tudo novo pra gente. Claro que adoro ver outros comendo minha mulher, gosto de ver, de ouvir ela contar, me excita falar disso...! Mas ainda é difícil pra mim, faz pouco tempo que assumi isso, e não é muito comum ouvir que um homem gosta que comam a própria esposa.”
“Socialmente, esse desejo é visto como desprezível, e de certa forma eu também sou afetado por essa moral. Mas claro que gosto, e cada vez gosto mais, só que tudo isso é muito novo pra mim e, assim como me dá muito prazer, também me dá medo e angústia...”
“Não se preocupe”, disse Fernando, “quase todos os homens que curtem a mesma coisa passam por isso no começo, mas você vai ver que cada vez vai viver isso com mais naturalidade e, ao mesmo tempo, mais prazer.”
Dito isso, Fernando se afastou de mim e fomos para o jardim com as bebidas, onde estavam os outros.
Assim que nos aproximamos, dava pra perceber que o clima já estava esquentando entre Mariana, Nicolau e João. O sol estava muito forte e João continuava ao lado da minha mulher, falando quase no ouvido dela e acariciando ela suavemente com um dedo.
Terminamos as bebidas e Fernando nos convidou pra entrar na casa dele pra começar a “brincar um pouco”.
João acompanhou minha mulher segurando ela pela cintura e fomos direto pro quarto do Fernando, que era bem espaçoso, com uma cama de casal king size e um sofá tipo futon bem grande. Também.
Fernando colocou uma música suave, Juan se aproximou por trás da minha mulher e começou a acariciar bem devagar os ombros dela enquanto dava beijos no pescoço e apoiava o volume na bunda dela sutilmente. Ela começou a suspirar devagar, de olhos fechados, curtindo as carícias do Juan.
Nicolás se pelou e se acomodou no sofá, se masturbando, enquanto via o Juan esquentando a minha mulher.
Juan foi descendo com as carícias, apalpando os peitos da minha mulher com uma mão, esfregando descaradamente o volume contra a bunda dela, e com a outra mão começou a punhetar ela por baixo da calcinha fio dental. Minha mulher suspirava e gemia baixinho enquanto acompanhava com a bunda os movimentos do Juan, que continuava esfregando o pau duro nas nádegas dela.
Fernando se aproximou por trás e começou a me apoiar e acariciar do mesmo jeito que o Juan fazia com a minha mulher. Ele apalpava meu peito como se eu tivesse tetas, e eu sentia o pau dele todo duro se esfregando no meio das minhas nádegas.
Juan virou a minha mulher e eles começaram a se beijar apaixonadamente, como dois amantes. Se apalpavam igual uns loucos, se beijando com muito tesão. Aquela imagem me causou um impacto primeiro e um tesão danado!
Nicolás se aproximou por trás da minha mulher e entrou nas carícias junto com o Juan, enquanto a Mariana se virava beijando um e outro, apalpando os paus deles com tesão!
Juan agarrou ela pela nuca e foi guiando até o pau dele. Minha mulher tava muito excitada e já pegou de cara, lambendo e chupando como se não houvesse amanhã. Nicolás se colocou do lado, e ela começou a alternar entre um pau e outro.
Fernando me disse: "Não quer imitar sua mulherzinha?"
Eu, com o tesão que tava naquela altura, automaticamente me ajoelhei e comecei a devorar o pau do Fernando. Naquela altura, eu não aguentava mais de tesão! E chupava aquele pau como se fosse o fim do mundo, enquanto de vez em quando olhava de canto como minha amada mulherzinha chupava dois paus!
Juan me olhava com um sorriso debochado. enquanto minha mulher devorava a pica e eu chupava que nem uma puta a pica do Fernando.
Juan e Nicolás colocaram minha mulher na cama, de quatro, e Juan foi o primeiro a penetrar ela depois de colocar uma camisinha. “MMMMMM! Que pirocaaaaa!” disse minha mulher, que nessa altura já tava bem mais solta do que nos primeiros encontros, e na mesma hora engoliu inteira a vara do Nicolás, que tinha se posicionado na frente.
“Olha que putona que sua mulher virou, Darío”, me disse Nicolás, “E pensar que quando conheci vocês, nem sabiam se ela ia ter coragem de experimentar outra pica, haha”
“Cê gosta de como a gente come sua mulher, corno?”
Eu olhava pra ele, com a pica do Fernando na boca, e balançava a cabeça que sim.
“Agora é sua vez, puta”, me disse Fernando, me guiando até a cama e me fazendo ficar de quatro, de frente pra minha mulher, e começou a lamber meu cu de um jeito que me fazia gemer. E depois de um tempo, me lubrificou e começou a me penetrar devagar até as bolas dele baterem no meu cu. Essa sensação me deixava louco, sentir meu cu cheio de pica quente enquanto via minha docinha e tímida mulher totalmente putona comendo dois caras como a melhor das vadias!
Fernando deixou a pica enfiada até o fundo por um tempo enquanto massageava minhas nádegas. “Que cu de puta que o corno tem”, disse Fernando olhando pra todo mundo. “Vai, mexe e come ela sozinho… Isso, puta, haaa!!” eu comecei a mexer o cu bem devagar, indo e voltando. Eu percebia que ser tratado como puta me dava um tesão do caralho, que me fazia agir realmente como uma puta. Arqueava as costas o máximo que podia pra deixar minha raba empinada, com as pernas e as nádegas abertas que nem uma vagabunda, e gozava como uma louca recebendo as pirocadas de macho quente do Fernando.
Juan e Nicolás se revezavam pra comer minha mulher e fazer ela chupar pica, e Juan começou a lubrificar o cu dela enquanto me dizia: “Corno, me pede pra arrombar o cu da sua mulherzinha”
“mmmmm, sim Goza o cu da minha esposa, Juan! E como pude, me estiquei até o pau dele e comecei a chupar com devoção! Abrindo as nádegas da minha mulher com as mãos, e recebendo o pau de Fernando, que me dava a foda da minha vida.
Mariana virou a cabeça e me olhava como quem diz que não podia ser tão corno e puta ao mesmo tempo, e como me desafiando no jogo de quem era mais vadia, disse pro Juan: “quero que você meta sem camisinha……….”
Ao ouvir isso, quase gozei sem me tocar! E Juan quase gozou na minha boca.
Quando o cu da minha mulher ficou pronto, guiei o pau de Juan até o buraco dela e curti vendo como ela engolia cada centímetro de pau do nosso amigo na minha própria cara.
Fernando me colocou do lado da minha mulher e ficamos os dois de quatro, recebendo pau no cu e chupando juntos o pau de Nicolás, enquanto gemíamos como putas e lambíamos aquele pau como desesperadas.
Depois de uns minutos, Nicolás se deitou debaixo da minha mulher e a penetrou pela buceta, fazendo uma dupla com Juan. A Mariana doía, mas gozava como uma vagabunda com tanto pau dentro, e enquanto eu via como ela comia os dois paus ao mesmo tempo, percebi que Nicolás também estava metendo sem camisinha.
Nessa bagunça toda, minha mulher gozou duas vezes, e com o segundo orgasmo, Nicolás descarregou todo o leite dentro da buceta dela!
“Aí te deixei um presentinho, corno”, disse Nicolás, e eu sem pensar muito, tirei o pau de Fernando do cu, me coloquei debaixo da minha mulher, de 69, e comecei a lamber toda a buceta dela cheia de leite, até deixar limpinha.
Lambia o leite da buceta da minha mulher enquanto via o pau de Juan furando o cu dela a um centímetro do meu nariz, e Mariana se agarrou no meu pau, me chupando maravilhosamente.
Juan tirou o pau do cu, foi lavar o pau dele, porque tava sem camisinha, e quando voltou, deitou minha mulher de barriga pra cima e meteu até o talo, começando uma serrada de campeonato, metendo nela tava comendo ela com tudo, quase rachando a buceta. Mariana passou de gemer pra gritar com a fodida que tava levando, e Juan falou pro Fernando: "vem, dá o pau nessa gostosa, vamos nos intercalar pra dar a foda da vida dela". Na hora trocaram, e Fernando penetrou minha mulher pela primeira vez, continuando no ritmo que Juan tava. Juan, sem falar nada, me pegou pela nuca e me fez chupar o pau dele, e eu obedeci na hora... O pau de Nicolás subiu de novo e ele entrou na fila pra comer minha mulherzinha. Eu também quis comer um pouco, mas Nicolás me parou na hora, e com aquele tom debochado dele falou: "não, corno, agora é a vez dos machos. Sê um bom cuckold e chupa bem o nosso pau enquanto esperamos pra dar o pau na tua mulher como ela nunca levou na vida". A rodada de foda que deram na minha mulher durou uns 45 minutos, ela gemeu e gritou até ficar rouca. Aproveitando a putaria que ela tava, fizeram ela falar um monte de sacanagem. Fizeram ela dizer que era uma puta oferecida, que adorava pau, que gostava de ser cheia de pau na frente do corno, que deixava arrombarem o cu dela quantas vezes quisessem, e um monte de outras putarias que eu nunca imaginei ouvir da boca da princesa da minha amada esposa, entre um orgasmo e outro, até ela pedir por favor pra eles gozarem porque não aguentava mais tanto pau. Um por um começaram a gozar na boca da Mariana, e depois me faziam beijar ela com a boca cheia de porra, até que foi a vez do Nicolás, o último. Enquanto a gente saboreava a porra dele, eu quis meter em Mariana pra gozar, mas Nicolás falou: "não, corno, te falei que hoje os machos somos nós e você aceitou o jogo. Você tá no time das putinhas, e tem que gozar como uma". Aí me mandou ficar de quatro e Fernando meteu de novo até o fundo. Acho que tinham tomado viagra, porque recuperavam na hora depois de gozar, e me deram uma fodida parecido com o que fizeram com a Mariana, se revezando os três, e me metendo a pica até deixar meu cu em carne viva. Aí não aguentei mais e implorei pra eles gozarem.
Os três tiraram as camisinhas, bateram uma por cima dos peitos da Mariana, enchendo ela de porra, e me fizeram bater uma enquanto limpava ela. E assim gozei que nem um bicho, me masturbando enquanto lambia a porra de três caras que acabaram de foder eu e minha mulher como se fôssemos duas putas a serviço deles.
8 comentários - Assumindo meu papel de corno manso