Olá, comunidade Poringa Girl! Hoje quero contar pra vocês sobre um relacionamento meio intenso que tive há uns anos. Então, vamos lá...
O nome dela era Tânia, a gente estudava na mesma escola. Eu tinha 19 e ela 18. O corpo dela, na minha opinião, era lindo: quadris largos, uma bunda enorme e bem desenhada, morena de 1,79, com uns olhos castanhos grandes e bem expressivos. Minha história se passa no laboratório de química. O professor foi embora cedo, e todos os nossos colegas foram pro sinuca mais perto, mas eu e ela ficamos na sala. Enquanto a gente se beijava, ela começou a ficar cada vez mais vermelha e os beijos ficavam mais intensos. Aos poucos, fui beijando ela até chegar no pescoço, e senti ela tremer. Coloquei minhas mãos por baixo da blusa dela e comecei a acariciar as costas dela até chegar na bunda. Ela desabotoou a calça jeans, pegou meu pau e começou a me masturbar com a mão direita, enquanto com a esquerda pegou minha mão e levou até as coxas dela. Afastei a saia dela e comecei a acariciar a buceta dela devagar, só nos lábios maiores e no clitóris. Aos poucos, ela ficava mais e mais molhada. De repente, ouvimos um barulho e, como qualquer um, a gente sentou rápido nos lugares. O barulho vinha do depósito de materiais; o cara que entregava tava terminando o turno. Quando vimos que ele tinha ido embora, a gente tava mais quente do que antes. Não dava pra fechar a porta e não sabíamos se tinha outra aula, isso deixou a gente ainda mais excitado. Ela subiu rapidinho nos meus ombros e implorou por um oral. Lambi tudo como um bicho que fica dias sem comer. Levantei e, com ela ainda nos meus ombros, deixei ela cair de leve em cima da mesa da sala. Tirei a calça e comecei a meter nela desesperadamente. Sentia minhas bolas enchendo dos fluidos dela, e a cara dela mostrava um prazer imenso, quase incontrolável. Peguei os peitos dela com as duas mãos, e ela começou a gritar que ia gozar logo. Ainda sentia que iam nos pegar... descobrir, mas a emoção do medo de sermos pegos no ato nos excitava ainda mais. Ela, de costas sobre a mesa, só se entregava ao prazer. A barriga dela tremia, anunciando a chegada do orgasmo, e finalmente aconteceu. Ela gozou de um jeito que me respingou na cara e no chão, ficou tudo encharcado. Isso me excitou ainda mais, e mesmo ela repetindo pra eu parar porque não aguentava mais, eu continuei metendo, fazendo ela gozar quatro vezes. Finalmente, eu gozei, tirei meu pau e gozei na cara dela. Ela lambeu desde minhas bolas até a cabeça do meu pau, todo o resto do sêmen. Nos vestimos, ela limpou o rosto e saímos da sala, deixando uma poça no chão e uma mesa molhada, e talvez um espectador excitado... nunca saberemos.
Espero que tenham gostado. Toda vez que lembro dessas experiências, penso: por que não compartilhá-las? Se gostaram, me sigam que garanto que trarei mais histórias 😉
O nome dela era Tânia, a gente estudava na mesma escola. Eu tinha 19 e ela 18. O corpo dela, na minha opinião, era lindo: quadris largos, uma bunda enorme e bem desenhada, morena de 1,79, com uns olhos castanhos grandes e bem expressivos. Minha história se passa no laboratório de química. O professor foi embora cedo, e todos os nossos colegas foram pro sinuca mais perto, mas eu e ela ficamos na sala. Enquanto a gente se beijava, ela começou a ficar cada vez mais vermelha e os beijos ficavam mais intensos. Aos poucos, fui beijando ela até chegar no pescoço, e senti ela tremer. Coloquei minhas mãos por baixo da blusa dela e comecei a acariciar as costas dela até chegar na bunda. Ela desabotoou a calça jeans, pegou meu pau e começou a me masturbar com a mão direita, enquanto com a esquerda pegou minha mão e levou até as coxas dela. Afastei a saia dela e comecei a acariciar a buceta dela devagar, só nos lábios maiores e no clitóris. Aos poucos, ela ficava mais e mais molhada. De repente, ouvimos um barulho e, como qualquer um, a gente sentou rápido nos lugares. O barulho vinha do depósito de materiais; o cara que entregava tava terminando o turno. Quando vimos que ele tinha ido embora, a gente tava mais quente do que antes. Não dava pra fechar a porta e não sabíamos se tinha outra aula, isso deixou a gente ainda mais excitado. Ela subiu rapidinho nos meus ombros e implorou por um oral. Lambi tudo como um bicho que fica dias sem comer. Levantei e, com ela ainda nos meus ombros, deixei ela cair de leve em cima da mesa da sala. Tirei a calça e comecei a meter nela desesperadamente. Sentia minhas bolas enchendo dos fluidos dela, e a cara dela mostrava um prazer imenso, quase incontrolável. Peguei os peitos dela com as duas mãos, e ela começou a gritar que ia gozar logo. Ainda sentia que iam nos pegar... descobrir, mas a emoção do medo de sermos pegos no ato nos excitava ainda mais. Ela, de costas sobre a mesa, só se entregava ao prazer. A barriga dela tremia, anunciando a chegada do orgasmo, e finalmente aconteceu. Ela gozou de um jeito que me respingou na cara e no chão, ficou tudo encharcado. Isso me excitou ainda mais, e mesmo ela repetindo pra eu parar porque não aguentava mais, eu continuei metendo, fazendo ela gozar quatro vezes. Finalmente, eu gozei, tirei meu pau e gozei na cara dela. Ela lambeu desde minhas bolas até a cabeça do meu pau, todo o resto do sêmen. Nos vestimos, ela limpou o rosto e saímos da sala, deixando uma poça no chão e uma mesa molhada, e talvez um espectador excitado... nunca saberemos.
Espero que tenham gostado. Toda vez que lembro dessas experiências, penso: por que não compartilhá-las? Se gostaram, me sigam que garanto que trarei mais histórias 😉
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