Oi, quero contar pra vocês uma história que rolou comigo lá pro começo de 2014. No meu trampo, com a minha chefe.
- digamos que se chama Andrea, 31 anos, ainda não tinha sido mãe naquela época, uns 1,65 de altura mais ou menos, muito gostosa de rosto e, embora de peito não seja muito carregada, compensa com a bunda monumental que tem. Justamente naquele dia ela estava usando um vestido bem de verão, daqueles fininhos, com o calor e tal, e ela sempre me provocava com aquelas pernas lindas. Uma tarde, já perto de eu ir embora pra casa no trabalho, a Andrea me pede se eu podia ajudar a limpar o escritório dela, porque no dia seguinte iam pintar e ela queria descer umas caixas das prateleiras e umas pastas que podiam sujar. Eu falei: "sim, claro, sem problema". Aí, como já ia saindo, falei:
Eu: "Se quiser, já começo agora."
Andrea: "Dale, traz a escada, por favor."
Voltando com a escada, subo e vou tirando as caixas, que eram muitas e pesadas. E um monte de pastas também, muito pesadas e cheias de poeira.
Eu: "Quanta poeira que juntaram essas coisas. Trago um paninho e limpamos?"
Andrea: "Hahaha, quanta poeira e eu tão limpinha" — disse e riu.
Eu: (explodi de riso nervoso, tudo junto) "Foi rápida, hein hahaha, embora eu não ache que você seja tão limpinha assim."
Andrea: "Quem me dera, a vida de casada não é só festa, não."
Eu: "Olha só, eu sempre te vejo tão sorridente e plena, e a gente imagina que você é bem atendida, né."
Andrea: "As aparências enganam."
E a conversa parou por aí. A situação ficou tensa. Enquanto eu limpava umas caixas, a Andrea sobe na escada e diz:
Andrea: "Ah, aqui ficaram umas pastinhas. Vem aqui pra eu te passar."
Eu: Quando vou me aproximando, meu olhar só via a saia dela. Queria ver a calcinha fio dental, a bunda, qualquer coisa. Me aproximei pra ter uma vista privilegiada daquela bunda linda e, ao mesmo tempo, tinha que disfarçar, tipo, não queria parecer um tarado, mas também não queria perder aquele espetáculo maravilhoso.
Ela me passou umas 10 pastas. Em cada movimento, eu via a xota dela com uma calcinha de renda transparente, cor violeta, que a transparência deixava ver toda aquela buceta divina. Uma imagem que nunca mais vai sair da minha cabeça.
Quando terminamos de tirar todas as coisas, ela me fala:
Andrea — Não tava olhando pra minha bunda, né? hahaha
Eu — Fiquei todo vermelho e falei: "É... não queria te falar nada, mas um pouco, haha. Além do mais, como não olhar pra uma coisa tão linda, hahaha"
Andrea — Bom, todo mundo olha pra minha bunda aqui, se sente privilegiado hahaha. Pra alguma coisa eu vou pra academia.
Eu — É... dá pra ver, parece bem firme e macia, mas bom, não me esquenta que já não estamos em horário de trabalho e vale tudo.
Andrea — Ah, é? Eu sou uma mulher casada.
Eu — Não tô nem aí, com tudo isso que você me contou que não te comem e agora te vejo assim, quem aguentaria?
Andrea — E eu, sinceramente, tô morrendo de vontade de foder. Faz meses que não tenho um orgasmo. Meu marido me come por 4 minutos, goza ele, e eu fico olhando pro teto, haaaa.
Andrea, nisso tudo, ainda estava subida na escada, e eu olhando aquele postal daquela buceta linda.
Então, sem mais palavras, eu comi aquela buceta. Tinha um gosto muito delicioso. Abaixei a calcinha dela e comecei a meter a língua. Os sucos dela começaram a fluir, e ela se agarrava na escada. Gozou em 30 segundos, a putinha. Tirei ela da escada, coloquei contra a mesa e enfiei direto. Eu tava com o pau todo babado e ela toda ensopada, entrou como um louco.
Andrea — Me come, gostoso, vai, me come, me come.
Não podia acreditar como tudo tinha ido pro caralho.
Ficamos transando de quatro uns 20 minutos até que ela gozou de novo e me fala:
Andrea — Preciso ir, mas ficaria até amanhã te comendo, gostoso. Então goza onde você quiser.
Eu — Beleza, vou gozar bem dentro de você, assim você leva uma lembrancinha.
Andrea — Que delícia, vai, gostoso, goza bem dentro de mim.
Eu — Que delícia, pelo amor de Deus. E gozei pra caralho, saía porra pra todo lado.
No dia seguinte, os pintores vieram pintar o escritório dele, quase nem nos vimos.
Mas depois, naqueles meses, a gente trepava todo dia no escritório dele depois do horário de ir embora.
Até que um dia ele me pediu pra pararmos porque queria consertar o casamento dele.
Espero que vocês gostem do meu relato.
As imagens são ilustrativas, mas bem próximas da realidade.
- digamos que se chama Andrea, 31 anos, ainda não tinha sido mãe naquela época, uns 1,65 de altura mais ou menos, muito gostosa de rosto e, embora de peito não seja muito carregada, compensa com a bunda monumental que tem. Justamente naquele dia ela estava usando um vestido bem de verão, daqueles fininhos, com o calor e tal, e ela sempre me provocava com aquelas pernas lindas. Uma tarde, já perto de eu ir embora pra casa no trabalho, a Andrea me pede se eu podia ajudar a limpar o escritório dela, porque no dia seguinte iam pintar e ela queria descer umas caixas das prateleiras e umas pastas que podiam sujar. Eu falei: "sim, claro, sem problema". Aí, como já ia saindo, falei:Eu: "Se quiser, já começo agora."
Andrea: "Dale, traz a escada, por favor."
Voltando com a escada, subo e vou tirando as caixas, que eram muitas e pesadas. E um monte de pastas também, muito pesadas e cheias de poeira.
Eu: "Quanta poeira que juntaram essas coisas. Trago um paninho e limpamos?"
Andrea: "Hahaha, quanta poeira e eu tão limpinha" — disse e riu.
Eu: (explodi de riso nervoso, tudo junto) "Foi rápida, hein hahaha, embora eu não ache que você seja tão limpinha assim."
Andrea: "Quem me dera, a vida de casada não é só festa, não."
Eu: "Olha só, eu sempre te vejo tão sorridente e plena, e a gente imagina que você é bem atendida, né."
Andrea: "As aparências enganam."
E a conversa parou por aí. A situação ficou tensa. Enquanto eu limpava umas caixas, a Andrea sobe na escada e diz:
Andrea: "Ah, aqui ficaram umas pastinhas. Vem aqui pra eu te passar."
Eu: Quando vou me aproximando, meu olhar só via a saia dela. Queria ver a calcinha fio dental, a bunda, qualquer coisa. Me aproximei pra ter uma vista privilegiada daquela bunda linda e, ao mesmo tempo, tinha que disfarçar, tipo, não queria parecer um tarado, mas também não queria perder aquele espetáculo maravilhoso.
Ela me passou umas 10 pastas. Em cada movimento, eu via a xota dela com uma calcinha de renda transparente, cor violeta, que a transparência deixava ver toda aquela buceta divina. Uma imagem que nunca mais vai sair da minha cabeça.
Quando terminamos de tirar todas as coisas, ela me fala:Andrea — Não tava olhando pra minha bunda, né? hahaha
Eu — Fiquei todo vermelho e falei: "É... não queria te falar nada, mas um pouco, haha. Além do mais, como não olhar pra uma coisa tão linda, hahaha"
Andrea — Bom, todo mundo olha pra minha bunda aqui, se sente privilegiado hahaha. Pra alguma coisa eu vou pra academia.
Eu — É... dá pra ver, parece bem firme e macia, mas bom, não me esquenta que já não estamos em horário de trabalho e vale tudo.
Andrea — Ah, é? Eu sou uma mulher casada.
Eu — Não tô nem aí, com tudo isso que você me contou que não te comem e agora te vejo assim, quem aguentaria?
Andrea — E eu, sinceramente, tô morrendo de vontade de foder. Faz meses que não tenho um orgasmo. Meu marido me come por 4 minutos, goza ele, e eu fico olhando pro teto, haaaa.
Andrea, nisso tudo, ainda estava subida na escada, e eu olhando aquele postal daquela buceta linda.
Então, sem mais palavras, eu comi aquela buceta. Tinha um gosto muito delicioso. Abaixei a calcinha dela e comecei a meter a língua. Os sucos dela começaram a fluir, e ela se agarrava na escada. Gozou em 30 segundos, a putinha. Tirei ela da escada, coloquei contra a mesa e enfiei direto. Eu tava com o pau todo babado e ela toda ensopada, entrou como um louco.
Andrea — Me come, gostoso, vai, me come, me come.
Não podia acreditar como tudo tinha ido pro caralho.
Ficamos transando de quatro uns 20 minutos até que ela gozou de novo e me fala:
Andrea — Preciso ir, mas ficaria até amanhã te comendo, gostoso. Então goza onde você quiser.
Eu — Beleza, vou gozar bem dentro de você, assim você leva uma lembrancinha.
Andrea — Que delícia, vai, gostoso, goza bem dentro de mim.
Eu — Que delícia, pelo amor de Deus. E gozei pra caralho, saía porra pra todo lado.
No dia seguinte, os pintores vieram pintar o escritório dele, quase nem nos vimos. Mas depois, naqueles meses, a gente trepava todo dia no escritório dele depois do horário de ir embora.
Até que um dia ele me pediu pra pararmos porque queria consertar o casamento dele.
Espero que vocês gostem do meu relato.
As imagens são ilustrativas, mas bem próximas da realidade.
9 comentários - me coji a mi jefa casada