A maioria das pessoas acha que, com a idade, você perde um monte de coisas… mas no meu caso, descobri que ser velho tem suas vantagens.
Meu nome é Alberto, sou mexicano e tenho 68 anos, tenho ascendência libanesa por parte de pai. Casei muito novo; minha esposa e a vida me deram 5 filhos, 2 mulheres e 3 homens. Minha esposa morreu de complicações no parto do meu último filho, então fiquei viúvo muito cedo. Minha vida desde então girou em torno dos meus filhos e dos excessos sexuais, porque desde novo sempre me considerei um hiperativo sexual.
Há muitos anos moro sozinho, na mesma casa que comprei quando casei, que no México é conhecida como "quinta". É uma casa no meio de um terreno enorme, com quadras de futebol, sauna, academia e outros cômodos. A vantagem de morar numa casa assim é que não tem vizinhos enxeridos pra fofocar da sua vida. Como meus filhos e filhas seguiram seus caminhos, formando suas próprias famílias, me presentearam com 15 netos maravilhosos, a maioria netas.
Sendo diretor da minha própria empresa, não perdia tempo em ter umas aventuras com alguma funcionária, secretária ou fornecedora; usando a desculpa de fechar contratos ou celebrar qualquer coisa.
Depois veio a época das putas, vadias, galinhas, de rua ou como chamam no seu país. Até que uma delas, junto com o cafetão, me assaltaram e me deixaram quase morto na porrada. A vergonha por aquilo, e as broncas dos meus filhos e filhas, me fizeram largar essas práticas, mas não diminuiu minha vontade de sexo.
Foi aí que as coisas tomaram um rumo diferente, me levando pelos caminhos do incesto, tudo começando uns 3 anos atrás. Uma tarde, enquanto estava no meu escritório, e mais tarado que o sol, tentei foder minha secretária, mas minha filha Adela, a mais velha de todos os meus filhos e que na época tinha 45 anos, atrapalhou o planei e sem planejar, tomei um diferente. Adela, bati na porta e entrei no meu escritório.
- Oi, pai! Posso falar com você? – disse ao me cumprimentar –
- Claro, entra, meu amor! – respondi apontando pra cadeira na frente da minha mesa –
Adela sentou bem na minha frente, com a cara fechada de raiva contida.
- O que foi, amor? Quem te deixou puta? – perguntei –
- Ah, pai! Não sei como te falar isso, mas acho que eu e o Aldo vamos nos divorciar… – respondeu me deixando sem palavras –
- Como assim? Por quê? Qual é o motivo? – perguntei chocado –
Adela deu uma pausa, colocou as mãos no rosto, respirou fundo e continuou.
- Pai, acho que tenho que ser sincera com você, então não vou inventar história de maluco. Eu e o Aldo paramos de transar há anos… uns três anos depois que a Fernanda nasceu… e acho que ele tem uma amante… – disse entre soluços –
Levantei da cadeira, fui até onde ela estava sentada e abracei ela forte. Ela chorou e desabafou nos meus braços.
- Deixa eu ver se entendi, você vai se divorciar por falta de sexo? Então, minha filha, arruma outro pinto e pronto… – falei tentando fazer ela sorrir –
Adela levantou o olhar e sorriu como eu esperava. Depois me abraçou de novo.
- Você é um idiota, pai! Como se fosse fácil arrumar outro pinto… – disse rindo e soluçando –
- Olha, vamos comer e parar de falar disso, ok… – falei entregando um lenço descartável pra ela –
Minha filha enxugou as lágrimas, entrou no banheiro do meu escritório, arrumou a maquiagem e nós dois saímos da empresa sem rumo certo.
Chegamos num restaurante, onde comemos e bebemos até ficar bem alegres. Meu motorista nos levou até minha casa, e depois disso dei o resto do dia de folga pra ele. Já dentro de casa, minha filha e eu continuamos bebendo mais um pouco, até que os problemas com o marido dela fizeram ela sentar no sofá e começar a chorar de novo.
- Pai! Será que não sou bonita? Não sou gostosa? – disse se levantando do sofá e girando – pra que ela me admirasse –
Tenho que admitir, minha filha tem seus atributos, tem 1,75 de altura, pele morena clara, rosto longo e ovalado, traços finos, olhos cor de avelã, cabelo castanho escuro e cacheado, corpo de mulher madura, digamos médio, nem magra nem gorda, peitos meio caídos e grandes, ainda tem cintura, quadris largos, bunda redonda e empinada, pernas grossas e cheias de carne.
– Você é muito gostosa, meu amor… – respondi –
– Então por que esse cara não me come? Ou será que aquela puta fode melhor que eu? – gritou Adela –
– Filha, primeiro… não sei como você transa… então não posso falar nada sobre isso… – falei rindo –
– Chega, pai! Para de levar tudo que eu falo na brincadeira… – ela disse e se jogou de novo no sofá –
Sentei ao lado dela, ela se aninhou no meu colo como quando era criança e aos poucos a cabeça dela foi parar no meu volume. A sensação do rosto da minha filha sobre meu pau, e a excitação, fizeram meu amigo ficar duro.
– Pai! Aconteceu alguma coisa com seu amiguinho? Ele tá ficando safado… – disse Adela com voz de bêbada –
– Acho que sim, filha… – respondi –
Os dois rimos, por causa do nível de álcool que tínhamos no corpo. Ninguém deu muita importância ao fato.
– Faz quanto tempo que você não usa seu amiguinho, pai? – perguntou Adela –
– Por que você me pergunta isso? – respondi –
– Curiosidade, tesão, talvez… não te imagino batendo uma punheta na sua idade, pai… – respondeu rindo –
– Ora, você acha que não me masturbo mais porque sou velho? – falei indignado –
– Quê! Você vai se masturbar na minha frente? – disse Adela, sem saber que isso ia desencadear o caos –
– Ah! Acha que não consigo? Ou que não tenho coragem? – falei enquanto pegava meu cinto e desafivelava –
Adela levantou um pouco a cara, ao sentir que eu estava falando sério.
– Pai! Você tá louco! Para com isso!... – exclamou enquanto se virava como quem não quer ver –
– Ah, não! Agora você aguenta… desafiou seu pai, agora se vira… – falei completamente sem juízo –
Adela se levantou. do meu colo, quando ouço o som do meu zíper, sentando-se ao meu lado, pegou no meu queixo, ficando imóvel. Eu me levantei e deixei minha calça cair no chão, sentando de novo no sofá, enquanto esfregava meu pau. Devo dizer que essa é minha posse mais preciosa, já que Deus me dotou com uma ferramenta bem boa, com 5 centímetros de largura e 25 de comprimento totalmente ereto.
- Papai! Para! Pelo amor de Deus! – dizia Adela enquanto tentava não olhar –
O som da minha mão esfregando meu pau, e o muito álcool no sangue, aos poucos foram desinibindo ela. E a reação dela foi algo que jamais esperei. Quando ela decidiu olhar o que eu fazia, e ver o tamanho do meu membro, exclamou:
- Meu Deus! Que tremendo animal! Papai! Oh, pelo amor de Deus! Que coisa enorme! – dizia Adela –
Aqueles comentários, e o caos que reinava em casa naquela noite, me levaram a fazer o que jamais pensei.
- Tá vendo, filha. Como papai ainda pode bater uma... e então, aqui tem um pau... se você quiser... – falei perdendo toda vergonha e sanidade –
Adela engolia saliva e arregalava os olhos.
- Tá falando sério! Cê realmente me comeria, papai? Mesmo sabendo que é meu pai? – perguntou Adela –
- Ninguém precisa ficar sabendo... você precisa e eu também... então, que diferença faz... você me dá o que eu quero e eu te dou o que você precisa, um trato justo... O que acha? – respondi já tomado pela luxúria –
Minha filha pensou por um segundo, e depois respondeu:
- Ok! Mas nada disso pra ninguém... e vamos ter que fazer alguma coisa pra esse amiguinho levantar direitinho... não acha?... talvez isso ajude... – disse apontando pro meu pau ainda mole –
Ela se levantou, ainda cambaleando, do sofá, começando a se despir. Primeiro o paletó do uniforme, depois a blusa, os tênis, a calça, e o sutiã, ficando só coberta pela calcinha que deixava metade da bunda à mostra. Os peitos dela, grandes e cheios, balançavam a cada movimento que fazia, as aréolas e os mamilos são marrom-escuros e bem grandes. Pego uma almofada do sofá, estendo no chão, me ajoelho, tiro minha mão do pau, ela pega nele, devagar e suavemente começa a me masturbar.
- Caralho! Que pauzão… e eu achando que o do meu marido era enorme… Vai, Papai, faz esse bicho ficar duro! – dizia Adela enquanto esfregava meu pau –
Já tava bem excitante naquela hora, mas ainda faltava mais por vir.
- Então chupa um pouco, querida! Me mostra o que você sabe fazer! – falei ardente –
Não acreditava, tava tratando minha própria filha como uma puta. Mas o mais excitante de tudo é que parecia que ela gostava.
- Ok! Vamos ver se eu dou conta desse todo… – exclamou enquanto engolia minha cabeça –
O calor da boca dela e a maciez dos lábios me levaram ao êxtase na hora. Com cada chupada na boca de Adela, meu pau ficava mais e mais duro. Chegando ao auge em poucos minutos.
- Ah! Assim tá melhor! Caralho! Que pauzão, hein, pai! – dizia minha filha enquanto batia com meu pau nas próprias bochechas –
Naquela noite descobri que aquela mulher, recatada e certinha, era uma puta na hora do sexo. E não consigo entender como o marido dela tinha uma amante.
- Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Ahhh! Não cabe tudo!... Haha! Na boca! Ei! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Ahh! Que pau gostoso você tem, pai! Sei que não devíamos fazer isso, mas como resistir a essa coisa enorme! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Ahhwwgg! Ai, meu Deus! Não, só consigo com a metade, e sinto que vou me engasgar! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! – dizia Adela enquanto chupava o pauzão, como ela fala –
Eu curtia e gemia baixinho, não sou de fazer escândalo, mas adoro falar putaria e dar ordens.
- Filha! Chupa minhas bolas… – falei entre gemidos –
Com muita habilidade, ela tirou meu pau da boca, deslizando a língua por todo o comprimento dele, até chegar nas minhas bolas, lambendo, beijando e até enfiando elas na boca.
- Assim, pai? Tá Gosta de como ela mama, sua putinha? Mmh? Me fala mais putaria! Vai! – dizia enquanto uma das mãos me masturbava e a língua e boca cuidavam das minhas bolas –
- Sim! Adoro seus boquetes, gostosa! Uhh! Continua…! Quer provar o leite do papai? – falei –
- Aham! Mas me avisa! – respondeu –
Adela continuou me chupando e acariciando meu pau e as bolas, por uns 15 ou 20 minutos, até que a sensação da gozada chegou em mim.
- Já! Já! Gostosa! Onde você quer? – perguntei –
- Nos peitos! Goza nos meus peitos, papai! – respondeu se ajeitando e segurando os peitos grandes com as mãos –
Agora era minha mão que esfregava meu pau, com velocidade, a cara de Adela era a de qualquer mulher esperando uma explosão facial de porra. Um jato grande de porra se espalhou nos peitos dela, mas algumas gotas caíram no rosto e nas mãos. Deixei até a última gota sair sobre os seios da minha filha. Depois fiquei olhando como ela, com muita experiência, limpava os seios com a língua, até deixá-los brilhando de tanto lamber. Talvez pela excitação de ter a boca e o corpo da minha filha pra mim, meu pau continuava duro e com vontade de mais. Adela se levantou e disse.
- Acho que devemos tomar banho! Vai, papai! Vamos! – enquanto me oferecia a mão –
Peguei a mão dela, até chegar no meu quarto e entrar no banheiro. Nessa hora, já não dava pra culpar tudo no álcool, as coisas estavam acontecendo porque nós dois queríamos. Adela encheu a banheira, tirou a calcinha e entrou nela.
- Vai, papai! Vem! Ou não quer mais? – perguntou morbidamente –
Sorri com luxúria e entrei na banheira com ela. Mas não completamente, só com as pernas, sentando na borda.
- Vai, gostosa! Faz um espanhol com esses peitos! – falei –
- Um o quê? – respondeu –
- Haha! Não sabe o que é um espanhol? – falei rindo –
- Não! Como é? – disse Adela –
- Você coloca meu pau entre seus peitos e me masturba com eles… - expliquei –
- Ah! Uma cubana! Assim a conheço, papai! Espera, deixa eu lavar elas, pra escorregar bem, esse bicho! – respondeu rindo –
Depois de molhar as tetas e deixar elas bem lubrificadas, pegou os peitos com as duas mãos, me olhou, como quem diz que tava pronta. Enfiei meu pau entre as tetas macias dela e comecei a esfregar, ela lambia minha cabecinha, cada vez que saía do meio das tetas.
- Cê tá gostando, papai? Minhas tetas são uma delícia? – perguntou minha filha –
- Sim, gata! Amo! São gordas e macias! Parecem as da sua mãe! – falei, aproveitando os peitos dela –
Meus movimentos de quadril aumentavam com a excitação, Adela gemia e chupava o pau, sem soltar meu pau de entre as tetas. Poucos minutos depois, parei de vez.
- Por que cê parou, papai? Ah! Já! Chegou a hora?... – perguntou minha filha –
Ofegante e super excitado, concordei com a cabeça.
- Que tal a gente tomar um banho rápido? É um ritual que eu tenho. Cê não se importa, né? – perguntou Adela –
Balancei a cabeça que não, começando o ritual morbidão e sensual da minha filha. Ela me lavou e eu lavei ela, até aquele momento pude ver o corpo todo dela, a cicatriz da cesárea, a buceta com pouco pelo pubiano, os lábios da buceta marrons, a bunda gorda e aquele par de pernas cheias de carne. Na real, ela é muito parecida com a mãe, no físico. Então eu curtia ainda mais aquele encontro incestuoso.
Assim que terminamos de nos lavar, Adela me olhou e perguntou.
- Beleza, papai! Como eu me arrumo? Do jeito que cê gosta? De quatro? Eu sento em cima? Vamos pra cama? Chupo de novo? Ou como?
- Vamos pra cama! – falei, ajudando ela a sair da banheira –
Levei ela até a beirada da cama, tirei a toalha que cobria o corpo dela, pra admirar a nudez. Sem pedir nada ou falar algo, Adela sentou na cama e voltou a chupar o pau. Enquanto ela cuidava de deixar meu bicho duro, como ela diz, o telefone de casa tocou. Muitas vezes eu tinha atendido ligações enquanto alguma puta me chupava o pau, mas em Dessa vez era minha filha quem tava fazendo isso. Então hesitei em atender, mas no fim atendi e a surpresa veio na hora.
- Alô! – respondi –
- Boa noite, sogrão… – disse a voz do Aldo, o marido da minha filha –
- Ah! Boa noite, Aldo! – falei, chamando a atenção da minha filha –
A Adela me olhou por um segundo, com cara de "e agora?", mas sem tirar meu pau da boca. O Aldo me perguntou se a Adela tava comigo, e eu respondi que sim, que a tinha encontrado consternada e mal no escritório, e que ela passaria a noite na minha casa. Depois disso, a ligação terminou.
- Mmmg! Mmmg! Ahh! Ficou tranquilo? Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! – perguntou a Adela enquanto continuava chupando meu pau –
- Sim! – respondi –
A Adela largou meu pau depois de uns minutos de sexo oral e massagem nos ovos. Ela é toda uma expert nesses assuntos.
- Beleza, filha! Chegou a hora! Tá pronta e segura? – perguntei, feito idiota –
- Ah, pai! Já chupei seu pau, você gozou nos meus peitos, já comeu eles, e ainda me pergunta isso! Claro! Mas já sabe, ninguém vai ficar sabendo, nunca! Ok! – respondeu –
- Ok! Me dá suas pernas! – falei, batendo nos meus ombros –
A Adela se deitou na cama, me entregando as pernas grossas dela, aproximando a bunda até a borda da cama, pegou meu pau e colocou na entrada da buceta dela.
- Já! Enfia, pai! Devagar! – pediu –
Com cuidado, penetrei minha filha, o calor e a umidade da buceta dela quase me fizeram gozar.
- Ahhh! Pai! Uhm! Meu Deus! Você é muito grande! Enfia logo! Tudo! E deixa aí um minuto! – exclamou a Adela com os olhos perdidos de prazer –
Fiz o que ela pediu, enfiei o pau inteiro dentro dela e fiquei parado um momento. Quando a buceta dela se ajustou ao meu tamanho, ela avisou:
- Já! Pai! Mete ficha! E faz como se eu não fosse sua filha! Bate forte! Quero que me faça sentir mulher! Quero gozar com essa fera sua! – dizia a Adela cheia de prazer –
Comecei a tirar e meter meu pau na buceta dela, deixando que Ela ia curtir meu tamanho. Aos poucos, comecei a aumentar o ritmo das estocadas.
- Ah! Ah! Ah! Ah! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Papai! Papai! Isso! Que gostoso! Mais! Papai! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Cê gosta? Hein? Cê gosta de como eu te como, papai? Aja! Sim! Eu gosto, eu adoro! Você! Seu pau! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Oh! Gostosa! Como você se mexe gostoso! – gemíamos nós dois –
Depois de um tempo, enfiando nela, perninhas no ombro. Foi ela quem pediu pra trocar de posição.
- Papai, vamos trocar! Ah! Ah! Ah! Ah! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Quero montar em você! – disse minha filha –
Com um movimento rápido do quadril, ela soltou meu pau da boceta dela. Se virou e mandou eu deitar na cama. Eu obedeci, e na hora a perna dela cortou o ar, deixando a boceta em cima da minha cabeça. Ela pegou meu pau de novo e enfiou tudo de uma vez.
- Uuhhmm! Que pau gostoso! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Cê gosta? Papai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! Eu gosto! Ah! Ah! Ah! Ah! Quero esse pauzão sempre! Cê vai me dar sempre? Papai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! Quando você quiser! Gostosa! Vai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! É assim que se come uma mulher como eu, Aldo! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Vou gozar! Papai! Tô gozando! – gritava Adela –
Ela deixou a bunda cair no meu pau, balançando o quadril pra frente e pra trás, se derramando toda em cima de mim. O orgasmo dela, as palavras e os gritos da minha filha, me faziam sentir um pervertido, mas ao mesmo vez me levavam ao paraíso.
- Filha! O Aldo te comeu? – perguntei vendo seus espasmos –
- Sim! Sim! Mas hoje não, papai! Deixa eu treinar um pouco! Porque você tem muito grande! Você me partiria no meio, papai! Melhor me dar gozo na boca! Não vai gozar dentro de mim! – esclareceu minha filha –
- Ok! Vira! Fica de quatro! – falei –
- Aham! Já vou! Papai! – respondeu ainda ofegante e trêmula –
Ela se ajeitou na posição mencionada, arqueando totalmente as costas e levantando o quadril.
- Vai! Filha! – avisei –
- Aham! Mete tudo! Já me acostumei com seu tamanho, papai! – dizia ofegante Adela –
Enfiei de uma só vez, deixando ir todo o meu pau até sentir que batia no colo do útero dela.
- Ahhhhhhhhhh! Isso! Assim! Papai! Dá porrada! Dá duro! E me avisa quando quiser gozar, quero que goze na minha boca! Vai, papai! Dá o pau! – começou a gritar Adela com voz de prazer –
Tirei meu pau da buceta dela, quase até ver a cabeça, para enfiar de novo de uma vez, seguindo e aumentando aos poucos. A lubrificação da minha filha facilitava penetrá-la, os jatos de líquido feminino escorriam pelas coxas dela, deixando-as brilhando.
- Uuhh! Que pau gostoso! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Tá gostando? Papai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Tá gostando de comer sua menina? Hein? Tá gostando que sua menina chupa você? Hein? Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Aham! Aham! Gosto da minha menina! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Mais! Mais! Papai! Assim! Me come bem! Me deixa cheia! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! Assim! – continuávamos gemendo e falando –
Minhas mãos se agarravam nos quadris dela como garras de águia, que não pretende soltar a presa. As bundas dela batiam no meu púbis e se agitavam a cada estocada. Os peitos dela ficavam loucos com as investidas que eu dava. E o rosto dela se Ela olhava cheia de prazer. O álcool tinha sido quem talvez detonou tudo, mas agora era só o desejo e a safadeza que nos faziam de presas.
— Papai! Ah! Mete! Ah! Mete teus dedos no meu cu! Ah! Vai abrindo caminho! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Mais! Mais! Papai! Quero provar essa pica no meu cu! Ah! Ah! Mas não hoje! Mmh! — pediu minha filha —
Então fiz exatamente o que ela pediu, deixei um pouco de saliva cair no cu dela, comecei a meter um, depois dois, três dedos no cu. Ela se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo. Em nenhum momento parei de comer ela, pela buceta. De repente, a dupla penetração tava rolando: de um lado, meus dedos no cu dela e minha pica na buceta. Depois de vários minutos assim, ela gritou.
— Já! Já! Não aguento mais! Já! Papai!
Então tirei meus dedos do cu dela e diminui as penetradas, ela se sacudiu, vítima do segundo orgasmo da noite. Nós dois caímos na cama e, girando um pouco os corpos, ficamos de lado. Continuei comendo minha filha, só que agora mais devagar e com carinho.
— Ah, nenenzinha! Que gostoso que você tem a bunda! Gostou, papai? E isso que você não meteu! Se minha buceta te agrada, ui, você vai amar minha bunda! — disse Adela —
— Papai! Já goza! Quero leite! Pra dormir! — sussurrou Adela com voz de menina mimada —
Então comecei a meter forte de novo, naquela posição.
— Aahhh! Papai! Sim! Assim! Au! Au! Au! Au! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Sim, nenenzinha! Já tô quase! Cê tá pronta? Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Aja! Já? Já! — perguntou Adela, e eu respondi na hora em que tirei a pica e me ajoelhei —
Apertando minha glande com força, consegui segurar a gozada o suficiente pra minha filha se ajeitar. colocando o rosto dela e abrindo a boca bem na frente da minha pica. Só precisei aliviar a pressão da minha mão pra um jato de porra cair na boca dela. Uns jatos menores saíram depois, tudo caindo dentro da boca quente dela. A língua dela lambia meu ureter, fazendo meu pau pular a cada passada.
Adela deixou minha pica limpinha, sem nenhum vestígio de porra, e depois engoliu o néctar que deu vida a ela. Nós dois estávamos cansados, ofegantes e suados. Deitamos na cama nos abraçando como dois amantes que acabaram de transar.
Descansamos um pouco, e depois tomamos outro banho juntos. Voltamos pra cama depois que nossos corpos estavam limpos. Dormimos o que restava da noite.
Acordei depois das 7h da manhã, olhando pra minha filha dormindo na minha cama, ainda nua e gostosa. E teve uma coisa que me surpreendeu: não sentir remorso pelo que tinha acontecido, mesmo sem saber se ela pensava igual a mim.
Adela me alcançou no banheiro meia hora depois. Enquanto eu me barbeava, ela entrou e me abraçou por trás, me dando um beijo suave na bochecha, como sempre; me olhando pelo espelho, disse:
- Bom dia, papai! Como você amanheceu?
- Melhor do que nunca... – respondi –
- Eu também! A gente tem que repetir isso de vez em quando! Mas agora o que a gente precisa é se apressar, ou vamos chegar muito tarde no escritório! – exclamou minha filha –
Sorrindo, ela entrou no chuveiro. Ninguém disse mais nada sobre o que aconteceu na noite anterior. Depois de se arrumar um pouco e vestir a roupa do dia anterior, saímos rumo à casa dela pra ela trocar de roupa. No banco de trás do carro, nós dois nos olhávamos e sorríamos, sem fazer o menor comentário.
Quando chegamos na casa dela, Aldo, meu genro, se preparava pra sair pro escritório. Ele parou quando viu a caminhonete entrar. Adela e eu descemos, cumprimentando ele como sempre. Ela entrou em casa, me deixando a sós com ele.
- Sogro! Como foi a noite da Ade? Espero que ela não tenha te dado problemas… – disse meu genro –
Um sorriso se estampou no meu rosto, ao lembrar das coisas que a gente tinha passado junto, olhei pro Aldo e respondi.
- Nada disso! Só conversamos… - sem parar de sorrir –
Continua!...
Meu nome é Alberto, sou mexicano e tenho 68 anos, tenho ascendência libanesa por parte de pai. Casei muito novo; minha esposa e a vida me deram 5 filhos, 2 mulheres e 3 homens. Minha esposa morreu de complicações no parto do meu último filho, então fiquei viúvo muito cedo. Minha vida desde então girou em torno dos meus filhos e dos excessos sexuais, porque desde novo sempre me considerei um hiperativo sexual.
Há muitos anos moro sozinho, na mesma casa que comprei quando casei, que no México é conhecida como "quinta". É uma casa no meio de um terreno enorme, com quadras de futebol, sauna, academia e outros cômodos. A vantagem de morar numa casa assim é que não tem vizinhos enxeridos pra fofocar da sua vida. Como meus filhos e filhas seguiram seus caminhos, formando suas próprias famílias, me presentearam com 15 netos maravilhosos, a maioria netas.
Sendo diretor da minha própria empresa, não perdia tempo em ter umas aventuras com alguma funcionária, secretária ou fornecedora; usando a desculpa de fechar contratos ou celebrar qualquer coisa.
Depois veio a época das putas, vadias, galinhas, de rua ou como chamam no seu país. Até que uma delas, junto com o cafetão, me assaltaram e me deixaram quase morto na porrada. A vergonha por aquilo, e as broncas dos meus filhos e filhas, me fizeram largar essas práticas, mas não diminuiu minha vontade de sexo.
Foi aí que as coisas tomaram um rumo diferente, me levando pelos caminhos do incesto, tudo começando uns 3 anos atrás. Uma tarde, enquanto estava no meu escritório, e mais tarado que o sol, tentei foder minha secretária, mas minha filha Adela, a mais velha de todos os meus filhos e que na época tinha 45 anos, atrapalhou o planei e sem planejar, tomei um diferente. Adela, bati na porta e entrei no meu escritório.
- Oi, pai! Posso falar com você? – disse ao me cumprimentar –
- Claro, entra, meu amor! – respondi apontando pra cadeira na frente da minha mesa –
Adela sentou bem na minha frente, com a cara fechada de raiva contida.
- O que foi, amor? Quem te deixou puta? – perguntei –
- Ah, pai! Não sei como te falar isso, mas acho que eu e o Aldo vamos nos divorciar… – respondeu me deixando sem palavras –
- Como assim? Por quê? Qual é o motivo? – perguntei chocado –
Adela deu uma pausa, colocou as mãos no rosto, respirou fundo e continuou.
- Pai, acho que tenho que ser sincera com você, então não vou inventar história de maluco. Eu e o Aldo paramos de transar há anos… uns três anos depois que a Fernanda nasceu… e acho que ele tem uma amante… – disse entre soluços –
Levantei da cadeira, fui até onde ela estava sentada e abracei ela forte. Ela chorou e desabafou nos meus braços.
- Deixa eu ver se entendi, você vai se divorciar por falta de sexo? Então, minha filha, arruma outro pinto e pronto… – falei tentando fazer ela sorrir –
Adela levantou o olhar e sorriu como eu esperava. Depois me abraçou de novo.
- Você é um idiota, pai! Como se fosse fácil arrumar outro pinto… – disse rindo e soluçando –
- Olha, vamos comer e parar de falar disso, ok… – falei entregando um lenço descartável pra ela –
Minha filha enxugou as lágrimas, entrou no banheiro do meu escritório, arrumou a maquiagem e nós dois saímos da empresa sem rumo certo.
Chegamos num restaurante, onde comemos e bebemos até ficar bem alegres. Meu motorista nos levou até minha casa, e depois disso dei o resto do dia de folga pra ele. Já dentro de casa, minha filha e eu continuamos bebendo mais um pouco, até que os problemas com o marido dela fizeram ela sentar no sofá e começar a chorar de novo.
- Pai! Será que não sou bonita? Não sou gostosa? – disse se levantando do sofá e girando – pra que ela me admirasse –
Tenho que admitir, minha filha tem seus atributos, tem 1,75 de altura, pele morena clara, rosto longo e ovalado, traços finos, olhos cor de avelã, cabelo castanho escuro e cacheado, corpo de mulher madura, digamos médio, nem magra nem gorda, peitos meio caídos e grandes, ainda tem cintura, quadris largos, bunda redonda e empinada, pernas grossas e cheias de carne.
– Você é muito gostosa, meu amor… – respondi –
– Então por que esse cara não me come? Ou será que aquela puta fode melhor que eu? – gritou Adela –
– Filha, primeiro… não sei como você transa… então não posso falar nada sobre isso… – falei rindo –
– Chega, pai! Para de levar tudo que eu falo na brincadeira… – ela disse e se jogou de novo no sofá –
Sentei ao lado dela, ela se aninhou no meu colo como quando era criança e aos poucos a cabeça dela foi parar no meu volume. A sensação do rosto da minha filha sobre meu pau, e a excitação, fizeram meu amigo ficar duro.
– Pai! Aconteceu alguma coisa com seu amiguinho? Ele tá ficando safado… – disse Adela com voz de bêbada –
– Acho que sim, filha… – respondi –
Os dois rimos, por causa do nível de álcool que tínhamos no corpo. Ninguém deu muita importância ao fato.
– Faz quanto tempo que você não usa seu amiguinho, pai? – perguntou Adela –
– Por que você me pergunta isso? – respondi –
– Curiosidade, tesão, talvez… não te imagino batendo uma punheta na sua idade, pai… – respondeu rindo –
– Ora, você acha que não me masturbo mais porque sou velho? – falei indignado –
– Quê! Você vai se masturbar na minha frente? – disse Adela, sem saber que isso ia desencadear o caos –
– Ah! Acha que não consigo? Ou que não tenho coragem? – falei enquanto pegava meu cinto e desafivelava –
Adela levantou um pouco a cara, ao sentir que eu estava falando sério.
– Pai! Você tá louco! Para com isso!... – exclamou enquanto se virava como quem não quer ver –
– Ah, não! Agora você aguenta… desafiou seu pai, agora se vira… – falei completamente sem juízo –
Adela se levantou. do meu colo, quando ouço o som do meu zíper, sentando-se ao meu lado, pegou no meu queixo, ficando imóvel. Eu me levantei e deixei minha calça cair no chão, sentando de novo no sofá, enquanto esfregava meu pau. Devo dizer que essa é minha posse mais preciosa, já que Deus me dotou com uma ferramenta bem boa, com 5 centímetros de largura e 25 de comprimento totalmente ereto.
- Papai! Para! Pelo amor de Deus! – dizia Adela enquanto tentava não olhar –
O som da minha mão esfregando meu pau, e o muito álcool no sangue, aos poucos foram desinibindo ela. E a reação dela foi algo que jamais esperei. Quando ela decidiu olhar o que eu fazia, e ver o tamanho do meu membro, exclamou:
- Meu Deus! Que tremendo animal! Papai! Oh, pelo amor de Deus! Que coisa enorme! – dizia Adela –
Aqueles comentários, e o caos que reinava em casa naquela noite, me levaram a fazer o que jamais pensei.
- Tá vendo, filha. Como papai ainda pode bater uma... e então, aqui tem um pau... se você quiser... – falei perdendo toda vergonha e sanidade –
Adela engolia saliva e arregalava os olhos.
- Tá falando sério! Cê realmente me comeria, papai? Mesmo sabendo que é meu pai? – perguntou Adela –
- Ninguém precisa ficar sabendo... você precisa e eu também... então, que diferença faz... você me dá o que eu quero e eu te dou o que você precisa, um trato justo... O que acha? – respondi já tomado pela luxúria –
Minha filha pensou por um segundo, e depois respondeu:
- Ok! Mas nada disso pra ninguém... e vamos ter que fazer alguma coisa pra esse amiguinho levantar direitinho... não acha?... talvez isso ajude... – disse apontando pro meu pau ainda mole –
Ela se levantou, ainda cambaleando, do sofá, começando a se despir. Primeiro o paletó do uniforme, depois a blusa, os tênis, a calça, e o sutiã, ficando só coberta pela calcinha que deixava metade da bunda à mostra. Os peitos dela, grandes e cheios, balançavam a cada movimento que fazia, as aréolas e os mamilos são marrom-escuros e bem grandes. Pego uma almofada do sofá, estendo no chão, me ajoelho, tiro minha mão do pau, ela pega nele, devagar e suavemente começa a me masturbar.
- Caralho! Que pauzão… e eu achando que o do meu marido era enorme… Vai, Papai, faz esse bicho ficar duro! – dizia Adela enquanto esfregava meu pau –
Já tava bem excitante naquela hora, mas ainda faltava mais por vir.
- Então chupa um pouco, querida! Me mostra o que você sabe fazer! – falei ardente –
Não acreditava, tava tratando minha própria filha como uma puta. Mas o mais excitante de tudo é que parecia que ela gostava.
- Ok! Vamos ver se eu dou conta desse todo… – exclamou enquanto engolia minha cabeça –
O calor da boca dela e a maciez dos lábios me levaram ao êxtase na hora. Com cada chupada na boca de Adela, meu pau ficava mais e mais duro. Chegando ao auge em poucos minutos.
- Ah! Assim tá melhor! Caralho! Que pauzão, hein, pai! – dizia minha filha enquanto batia com meu pau nas próprias bochechas –
Naquela noite descobri que aquela mulher, recatada e certinha, era uma puta na hora do sexo. E não consigo entender como o marido dela tinha uma amante.
- Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Ahhh! Não cabe tudo!... Haha! Na boca! Ei! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Ahh! Que pau gostoso você tem, pai! Sei que não devíamos fazer isso, mas como resistir a essa coisa enorme! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Ahhwwgg! Ai, meu Deus! Não, só consigo com a metade, e sinto que vou me engasgar! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! – dizia Adela enquanto chupava o pauzão, como ela fala –
Eu curtia e gemia baixinho, não sou de fazer escândalo, mas adoro falar putaria e dar ordens.
- Filha! Chupa minhas bolas… – falei entre gemidos –
Com muita habilidade, ela tirou meu pau da boca, deslizando a língua por todo o comprimento dele, até chegar nas minhas bolas, lambendo, beijando e até enfiando elas na boca.
- Assim, pai? Tá Gosta de como ela mama, sua putinha? Mmh? Me fala mais putaria! Vai! – dizia enquanto uma das mãos me masturbava e a língua e boca cuidavam das minhas bolas –
- Sim! Adoro seus boquetes, gostosa! Uhh! Continua…! Quer provar o leite do papai? – falei –
- Aham! Mas me avisa! – respondeu –
Adela continuou me chupando e acariciando meu pau e as bolas, por uns 15 ou 20 minutos, até que a sensação da gozada chegou em mim.
- Já! Já! Gostosa! Onde você quer? – perguntei –
- Nos peitos! Goza nos meus peitos, papai! – respondeu se ajeitando e segurando os peitos grandes com as mãos –
Agora era minha mão que esfregava meu pau, com velocidade, a cara de Adela era a de qualquer mulher esperando uma explosão facial de porra. Um jato grande de porra se espalhou nos peitos dela, mas algumas gotas caíram no rosto e nas mãos. Deixei até a última gota sair sobre os seios da minha filha. Depois fiquei olhando como ela, com muita experiência, limpava os seios com a língua, até deixá-los brilhando de tanto lamber. Talvez pela excitação de ter a boca e o corpo da minha filha pra mim, meu pau continuava duro e com vontade de mais. Adela se levantou e disse.
- Acho que devemos tomar banho! Vai, papai! Vamos! – enquanto me oferecia a mão –
Peguei a mão dela, até chegar no meu quarto e entrar no banheiro. Nessa hora, já não dava pra culpar tudo no álcool, as coisas estavam acontecendo porque nós dois queríamos. Adela encheu a banheira, tirou a calcinha e entrou nela.
- Vai, papai! Vem! Ou não quer mais? – perguntou morbidamente –
Sorri com luxúria e entrei na banheira com ela. Mas não completamente, só com as pernas, sentando na borda.
- Vai, gostosa! Faz um espanhol com esses peitos! – falei –
- Um o quê? – respondeu –
- Haha! Não sabe o que é um espanhol? – falei rindo –
- Não! Como é? – disse Adela –
- Você coloca meu pau entre seus peitos e me masturba com eles… - expliquei –
- Ah! Uma cubana! Assim a conheço, papai! Espera, deixa eu lavar elas, pra escorregar bem, esse bicho! – respondeu rindo –
Depois de molhar as tetas e deixar elas bem lubrificadas, pegou os peitos com as duas mãos, me olhou, como quem diz que tava pronta. Enfiei meu pau entre as tetas macias dela e comecei a esfregar, ela lambia minha cabecinha, cada vez que saía do meio das tetas.
- Cê tá gostando, papai? Minhas tetas são uma delícia? – perguntou minha filha –
- Sim, gata! Amo! São gordas e macias! Parecem as da sua mãe! – falei, aproveitando os peitos dela –
Meus movimentos de quadril aumentavam com a excitação, Adela gemia e chupava o pau, sem soltar meu pau de entre as tetas. Poucos minutos depois, parei de vez.
- Por que cê parou, papai? Ah! Já! Chegou a hora?... – perguntou minha filha –
Ofegante e super excitado, concordei com a cabeça.
- Que tal a gente tomar um banho rápido? É um ritual que eu tenho. Cê não se importa, né? – perguntou Adela –
Balancei a cabeça que não, começando o ritual morbidão e sensual da minha filha. Ela me lavou e eu lavei ela, até aquele momento pude ver o corpo todo dela, a cicatriz da cesárea, a buceta com pouco pelo pubiano, os lábios da buceta marrons, a bunda gorda e aquele par de pernas cheias de carne. Na real, ela é muito parecida com a mãe, no físico. Então eu curtia ainda mais aquele encontro incestuoso.
Assim que terminamos de nos lavar, Adela me olhou e perguntou.
- Beleza, papai! Como eu me arrumo? Do jeito que cê gosta? De quatro? Eu sento em cima? Vamos pra cama? Chupo de novo? Ou como?
- Vamos pra cama! – falei, ajudando ela a sair da banheira –
Levei ela até a beirada da cama, tirei a toalha que cobria o corpo dela, pra admirar a nudez. Sem pedir nada ou falar algo, Adela sentou na cama e voltou a chupar o pau. Enquanto ela cuidava de deixar meu bicho duro, como ela diz, o telefone de casa tocou. Muitas vezes eu tinha atendido ligações enquanto alguma puta me chupava o pau, mas em Dessa vez era minha filha quem tava fazendo isso. Então hesitei em atender, mas no fim atendi e a surpresa veio na hora.
- Alô! – respondi –
- Boa noite, sogrão… – disse a voz do Aldo, o marido da minha filha –
- Ah! Boa noite, Aldo! – falei, chamando a atenção da minha filha –
A Adela me olhou por um segundo, com cara de "e agora?", mas sem tirar meu pau da boca. O Aldo me perguntou se a Adela tava comigo, e eu respondi que sim, que a tinha encontrado consternada e mal no escritório, e que ela passaria a noite na minha casa. Depois disso, a ligação terminou.
- Mmmg! Mmmg! Ahh! Ficou tranquilo? Mmmg! Mmmg! Mmmg! Mmmg! – perguntou a Adela enquanto continuava chupando meu pau –
- Sim! – respondi –
A Adela largou meu pau depois de uns minutos de sexo oral e massagem nos ovos. Ela é toda uma expert nesses assuntos.
- Beleza, filha! Chegou a hora! Tá pronta e segura? – perguntei, feito idiota –
- Ah, pai! Já chupei seu pau, você gozou nos meus peitos, já comeu eles, e ainda me pergunta isso! Claro! Mas já sabe, ninguém vai ficar sabendo, nunca! Ok! – respondeu –
- Ok! Me dá suas pernas! – falei, batendo nos meus ombros –
A Adela se deitou na cama, me entregando as pernas grossas dela, aproximando a bunda até a borda da cama, pegou meu pau e colocou na entrada da buceta dela.
- Já! Enfia, pai! Devagar! – pediu –
Com cuidado, penetrei minha filha, o calor e a umidade da buceta dela quase me fizeram gozar.
- Ahhh! Pai! Uhm! Meu Deus! Você é muito grande! Enfia logo! Tudo! E deixa aí um minuto! – exclamou a Adela com os olhos perdidos de prazer –
Fiz o que ela pediu, enfiei o pau inteiro dentro dela e fiquei parado um momento. Quando a buceta dela se ajustou ao meu tamanho, ela avisou:
- Já! Pai! Mete ficha! E faz como se eu não fosse sua filha! Bate forte! Quero que me faça sentir mulher! Quero gozar com essa fera sua! – dizia a Adela cheia de prazer –
Comecei a tirar e meter meu pau na buceta dela, deixando que Ela ia curtir meu tamanho. Aos poucos, comecei a aumentar o ritmo das estocadas.
- Ah! Ah! Ah! Ah! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Papai! Papai! Isso! Que gostoso! Mais! Papai! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Cê gosta? Hein? Cê gosta de como eu te como, papai? Aja! Sim! Eu gosto, eu adoro! Você! Seu pau! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Oh! Gostosa! Como você se mexe gostoso! – gemíamos nós dois –
Depois de um tempo, enfiando nela, perninhas no ombro. Foi ela quem pediu pra trocar de posição.
- Papai, vamos trocar! Ah! Ah! Ah! Ah! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Quero montar em você! – disse minha filha –
Com um movimento rápido do quadril, ela soltou meu pau da boceta dela. Se virou e mandou eu deitar na cama. Eu obedeci, e na hora a perna dela cortou o ar, deixando a boceta em cima da minha cabeça. Ela pegou meu pau de novo e enfiou tudo de uma vez.
- Uuhhmm! Que pau gostoso! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Cê gosta? Papai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! Eu gosto! Ah! Ah! Ah! Ah! Quero esse pauzão sempre! Cê vai me dar sempre? Papai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! Quando você quiser! Gostosa! Vai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! É assim que se come uma mulher como eu, Aldo! Deus! Deus! Ah! Ah! Ah! Ah! Mmh! Plap! Plap! Plap! Plap! Ah! Ah! Ah! Ah! Vou gozar! Papai! Tô gozando! – gritava Adela –
Ela deixou a bunda cair no meu pau, balançando o quadril pra frente e pra trás, se derramando toda em cima de mim. O orgasmo dela, as palavras e os gritos da minha filha, me faziam sentir um pervertido, mas ao mesmo vez me levavam ao paraíso.
- Filha! O Aldo te comeu? – perguntei vendo seus espasmos –
- Sim! Sim! Mas hoje não, papai! Deixa eu treinar um pouco! Porque você tem muito grande! Você me partiria no meio, papai! Melhor me dar gozo na boca! Não vai gozar dentro de mim! – esclareceu minha filha –
- Ok! Vira! Fica de quatro! – falei –
- Aham! Já vou! Papai! – respondeu ainda ofegante e trêmula –
Ela se ajeitou na posição mencionada, arqueando totalmente as costas e levantando o quadril.
- Vai! Filha! – avisei –
- Aham! Mete tudo! Já me acostumei com seu tamanho, papai! – dizia ofegante Adela –
Enfiei de uma só vez, deixando ir todo o meu pau até sentir que batia no colo do útero dela.
- Ahhhhhhhhhh! Isso! Assim! Papai! Dá porrada! Dá duro! E me avisa quando quiser gozar, quero que goze na minha boca! Vai, papai! Dá o pau! – começou a gritar Adela com voz de prazer –
Tirei meu pau da buceta dela, quase até ver a cabeça, para enfiar de novo de uma vez, seguindo e aumentando aos poucos. A lubrificação da minha filha facilitava penetrá-la, os jatos de líquido feminino escorriam pelas coxas dela, deixando-as brilhando.
- Uuhh! Que pau gostoso! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Tá gostando? Papai! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Tá gostando de comer sua menina? Hein? Tá gostando que sua menina chupa você? Hein? Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Aham! Aham! Gosto da minha menina! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Mais! Mais! Papai! Assim! Me come bem! Me deixa cheia! Ah! Ah! Ah! Sim! Sim! Assim! – continuávamos gemendo e falando –
Minhas mãos se agarravam nos quadris dela como garras de águia, que não pretende soltar a presa. As bundas dela batiam no meu púbis e se agitavam a cada estocada. Os peitos dela ficavam loucos com as investidas que eu dava. E o rosto dela se Ela olhava cheia de prazer. O álcool tinha sido quem talvez detonou tudo, mas agora era só o desejo e a safadeza que nos faziam de presas.
— Papai! Ah! Mete! Ah! Mete teus dedos no meu cu! Ah! Vai abrindo caminho! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Mais! Mais! Papai! Quero provar essa pica no meu cu! Ah! Ah! Mas não hoje! Mmh! — pediu minha filha —
Então fiz exatamente o que ela pediu, deixei um pouco de saliva cair no cu dela, comecei a meter um, depois dois, três dedos no cu. Ela se contorcia de prazer e dor ao mesmo tempo. Em nenhum momento parei de comer ela, pela buceta. De repente, a dupla penetração tava rolando: de um lado, meus dedos no cu dela e minha pica na buceta. Depois de vários minutos assim, ela gritou.
— Já! Já! Não aguento mais! Já! Papai!
Então tirei meus dedos do cu dela e diminui as penetradas, ela se sacudiu, vítima do segundo orgasmo da noite. Nós dois caímos na cama e, girando um pouco os corpos, ficamos de lado. Continuei comendo minha filha, só que agora mais devagar e com carinho.
— Ah, nenenzinha! Que gostoso que você tem a bunda! Gostou, papai? E isso que você não meteu! Se minha buceta te agrada, ui, você vai amar minha bunda! — disse Adela —
— Papai! Já goza! Quero leite! Pra dormir! — sussurrou Adela com voz de menina mimada —
Então comecei a meter forte de novo, naquela posição.
— Aahhh! Papai! Sim! Assim! Au! Au! Au! Au! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uhm! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Uuy! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Sim, nenenzinha! Já tô quase! Cê tá pronta? Ah! Ah! Ah! Ah! Ah! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Plap! Aja! Já? Já! — perguntou Adela, e eu respondi na hora em que tirei a pica e me ajoelhei —
Apertando minha glande com força, consegui segurar a gozada o suficiente pra minha filha se ajeitar. colocando o rosto dela e abrindo a boca bem na frente da minha pica. Só precisei aliviar a pressão da minha mão pra um jato de porra cair na boca dela. Uns jatos menores saíram depois, tudo caindo dentro da boca quente dela. A língua dela lambia meu ureter, fazendo meu pau pular a cada passada.
Adela deixou minha pica limpinha, sem nenhum vestígio de porra, e depois engoliu o néctar que deu vida a ela. Nós dois estávamos cansados, ofegantes e suados. Deitamos na cama nos abraçando como dois amantes que acabaram de transar.
Descansamos um pouco, e depois tomamos outro banho juntos. Voltamos pra cama depois que nossos corpos estavam limpos. Dormimos o que restava da noite.
Acordei depois das 7h da manhã, olhando pra minha filha dormindo na minha cama, ainda nua e gostosa. E teve uma coisa que me surpreendeu: não sentir remorso pelo que tinha acontecido, mesmo sem saber se ela pensava igual a mim.
Adela me alcançou no banheiro meia hora depois. Enquanto eu me barbeava, ela entrou e me abraçou por trás, me dando um beijo suave na bochecha, como sempre; me olhando pelo espelho, disse:
- Bom dia, papai! Como você amanheceu?
- Melhor do que nunca... – respondi –
- Eu também! A gente tem que repetir isso de vez em quando! Mas agora o que a gente precisa é se apressar, ou vamos chegar muito tarde no escritório! – exclamou minha filha –
Sorrindo, ela entrou no chuveiro. Ninguém disse mais nada sobre o que aconteceu na noite anterior. Depois de se arrumar um pouco e vestir a roupa do dia anterior, saímos rumo à casa dela pra ela trocar de roupa. No banco de trás do carro, nós dois nos olhávamos e sorríamos, sem fazer o menor comentário.
Quando chegamos na casa dela, Aldo, meu genro, se preparava pra sair pro escritório. Ele parou quando viu a caminhonete entrar. Adela e eu descemos, cumprimentando ele como sempre. Ela entrou em casa, me deixando a sós com ele.
- Sogro! Como foi a noite da Ade? Espero que ela não tenha te dado problemas… – disse meu genro –
Um sorriso se estampou no meu rosto, ao lembrar das coisas que a gente tinha passado junto, olhei pro Aldo e respondi.
- Nada disso! Só conversamos… - sem parar de sorrir –
Continua!...
3 comentários - Padrastro, Sogro e Avô. Capítulo 1: Começa o Incesto.