Parte 1http://www.poringa.net/posts/relatos/2852060/Amor-incondicional-de-madre.htmlResumo: moro com minha mãe, terminei meus estudos. Como sou meio antissocial, minha mãe arranjou um encontro pra mim com a Lúcia, a filha da amiga dela. A Lúcia e eu começamos a sair e eu me apaixonei perdidamente. Ela me traiu e me deixou destruído. Fiquei deprimido o dia inteiro depois de vê-la dando pro chefe dela. Minha mãe me viu na bad e decidiu dormir comigo. Na manhã seguinte, me vendo ainda triste, resolveu me animar me masturbando, e uma coisa levou à outra e eu perdi a virgindade com ela. Enfiei meu pau na buceta deliciosa e madura dela.
Depois da experiência mais gostosa que já tive na vida, resolvi dormir umas meia hora. O cheiro de café me fez acordar. Fui pra cozinha e na mesa tinha uns pãezinhos, e na cozinha minha mãe tava fazendo café. Ela tava com uma camiseta minha que ficava grande nela, chegava debaixo da bunda gorda dela. Minha camiseta era transparente e dava pra ver que ela tava completamente pelada.
— Bom dia, amor — ela disse com um sorriso no rosto. — Aqui está seu café.
— Valeu, mãe.
E ela me deu um beijinho nos lábios.
— Quer leite condensado, açúcar...
— O único leite que eu quero é o que tá aqui nos seus peitos lindos.
Eu tô atrás dela com meu pau duro roçando na bunda enorme dela. Enfio a mão por baixo da camiseta e aperto as duas tetas caídas dela.
— Faz muito tempo que essas aqui não dão leite...
— Mas eu sei de outro que dá leite sim.
Nisso, ela passa a mão por trás das costas e agarra meu pau com força. Ela se vira, pega um banquinho da cozinha e senta. Aí ela me abaixa a cueca e meu pau duro aparece, e ela enfia na boca dela. Tira um pouco e enfia de novo, várias vezes. Com a língua, ela faz cócegas na minha glande. Quando ela sente que eu tô perto de gozar, enfia ele inteiro na boca, feito garganta profunda, e aí sai todo o veneno. Minha mãe tira da boca e começa a tossir que nem uma louca. Eu fiquei nervoso, pensei que ela tava se engasgando, e comecei a dar umas palmadas nela. Nas costas e para de tossir e diz: "Faz meia hora que você gozou igual um cavalo e já tá com os ovos cheios de novo", nisso a gente começou a rir...
Obrigado, mãe, por me fazer rir de novo.
— Vou fazer você esquecer a Lucía todos os dias. Ela dizia isso enquanto segurava minhas mãos.
— Filho, vou tomar banho. Quer que eu depile a bucetinha?
— Gosto do jeito que é, deixa assim...
— Depois do banho, tenho que ir na casa da Mônica (a amiga dela, mãe da Lucía) que hoje ela vai organizar uma despedida de solteira de uma amiga.
— Tá bom.
Acho que não falei como é a Mônica.
[Mônica é uma mulher de 45 anos, tem a altura da minha mãe, se não um pouco mais alta. Ela tem cabelo branco, não de cãs, sempre foi prateado, quase até as costas. Ela aparenta ter 38 anos, malha, então tem um corpo bonito, umas pernas incríveis e umas curvas de matar. É mais gostosa que minha mãe, tem uns peitos e uma bunda pequenos, mas firmes e durinhos.]
Mônica é uma mulher com grana, porque o marido é piloto da Iberia, e moram num apartamento bem luxuoso. O mais provável é que o marido esteja trabalhando, já que vão fazer a despedida de solteira no apartamento dela.
(4 horas depois)
Minha mãe veste um vestido preto que realça toda a silhueta dela, batom vermelho paixão e olhos pintados de azul bem claro, e está de salto alto.
Ela estava uma gostosa. Nisso, ela entra no meu quarto enquanto eu jogava no PlayStation (Bloodborne).
— Como é que eu tô?
— Olha pra minha virilha e você vai saber. Eu tava com um volume bem visível.
— Não posso te largar, meu amor. E ela sobe em cima de mim, tira meu pau pra fora e começa a me cavalgar.
— Você não tá de calcinha!
— Gosto de sentir o vento quando ando na rua.
Eu sentia os pelos dela, sentia eles se esfregando em mim. Em poucos segundos, eu gozo, e ela se levanta. Enquanto se afasta, vejo os jatos de sêmen escorrendo pela perna dela.
A Mônica está lá embaixo me esperando. Às 12 da noite, vem. Me buscar, as chaves do carro estão na cozinha.
- Tá bom, mãe.
Depois de várias horas jogando, fiquei de pau duro e resolvi ver pornô. Encontrei um vídeo da Railey Reid, Black big cock. Comecei a me tocar, mas não senti nada. Depois de 10 minutos, caí na real: o que eu queria mesmo era foder minha mãe. E eu tinha que buscá-la às 12, e eram 10:50. Decidi sair pra encontrá-la e esperar embaixo do prédio da amiga dela até as 12. Cheguei às 11:15, não aguentava mais e resolvi subir. No chaveiro do carro tinha uma chave da casa da Mônica. Minha mãe e ela são muito amigas, cada uma tem a chave da outra. Quando abri a porta do apartamento, vi uma bagunça: o chão cheio de confete (a festa claramente tinha acabado, estava em silêncio). Fui até a sala e vi o que nunca imaginei: minha mãe e a Mônica estavam peladas no sofá, fazendo tesoura.
As duas estavam com as bucetas escorrendo sucos, e gemiam. Os peitos delas balançavam no ritmo dos movimentos pélvicos. A Mônica estava muito bêbada, minha mãe um pouco, mas não tanto quanto ela. Nisso, meu pau ficou durasso e comecei a bater uma. A buceta da Mônica tinha só uma tirinha de pelo, estilo brasileirinha. Os lábios vaginais dela eram grandes e rosadinhos.
Minha mãe começou a fazer oral na Mônica. Adorei o som, a sucção era muito forte. Enquanto fazia isso, vi ela enfiar o dedo mindinho no cu da Mônica e, em seguida, dar um beijo negro bem de leve. Depois, minha mãe fez o "enchufe" (meter o dedo indicador e o médio na vagina e o mindinho no cu). Nisso, aconteceu algo que eu achava que só rolava em filme pornô: um jato de líquido saiu da buceta da Mônica. Minha mãe colocou a boca e engoliu tudo. Nessa hora, gozei, fui ao banheiro e me limpei. Percebi que tinha calcinha espalhada pela casa toda. Provavelmente, na despedida, rolou uma orgia lésbica. Voltei pra sala e vi a Mônica dormindo, provavelmente por causa de tudo que aconteceu. bebeu e minha mãe se masturbando com uma garrafa de champanhe, Mônica ao cair no sono não conseguiu satisfazê-las.
- vamos, mãe, tá na hora de ir
- quanto tempo você tá aí?
- vi tudo
Ela se veste, passo o braço no pescoço dela e a gente sai do apartamento...
Depois da experiência mais gostosa que já tive na vida, resolvi dormir umas meia hora. O cheiro de café me fez acordar. Fui pra cozinha e na mesa tinha uns pãezinhos, e na cozinha minha mãe tava fazendo café. Ela tava com uma camiseta minha que ficava grande nela, chegava debaixo da bunda gorda dela. Minha camiseta era transparente e dava pra ver que ela tava completamente pelada.
— Bom dia, amor — ela disse com um sorriso no rosto. — Aqui está seu café.
— Valeu, mãe.
E ela me deu um beijinho nos lábios.
— Quer leite condensado, açúcar...
— O único leite que eu quero é o que tá aqui nos seus peitos lindos.
Eu tô atrás dela com meu pau duro roçando na bunda enorme dela. Enfio a mão por baixo da camiseta e aperto as duas tetas caídas dela.
— Faz muito tempo que essas aqui não dão leite...
— Mas eu sei de outro que dá leite sim.
Nisso, ela passa a mão por trás das costas e agarra meu pau com força. Ela se vira, pega um banquinho da cozinha e senta. Aí ela me abaixa a cueca e meu pau duro aparece, e ela enfia na boca dela. Tira um pouco e enfia de novo, várias vezes. Com a língua, ela faz cócegas na minha glande. Quando ela sente que eu tô perto de gozar, enfia ele inteiro na boca, feito garganta profunda, e aí sai todo o veneno. Minha mãe tira da boca e começa a tossir que nem uma louca. Eu fiquei nervoso, pensei que ela tava se engasgando, e comecei a dar umas palmadas nela. Nas costas e para de tossir e diz: "Faz meia hora que você gozou igual um cavalo e já tá com os ovos cheios de novo", nisso a gente começou a rir...
Obrigado, mãe, por me fazer rir de novo.
— Vou fazer você esquecer a Lucía todos os dias. Ela dizia isso enquanto segurava minhas mãos.
— Filho, vou tomar banho. Quer que eu depile a bucetinha?
— Gosto do jeito que é, deixa assim...
— Depois do banho, tenho que ir na casa da Mônica (a amiga dela, mãe da Lucía) que hoje ela vai organizar uma despedida de solteira de uma amiga.
— Tá bom.
Acho que não falei como é a Mônica.
[Mônica é uma mulher de 45 anos, tem a altura da minha mãe, se não um pouco mais alta. Ela tem cabelo branco, não de cãs, sempre foi prateado, quase até as costas. Ela aparenta ter 38 anos, malha, então tem um corpo bonito, umas pernas incríveis e umas curvas de matar. É mais gostosa que minha mãe, tem uns peitos e uma bunda pequenos, mas firmes e durinhos.]
Mônica é uma mulher com grana, porque o marido é piloto da Iberia, e moram num apartamento bem luxuoso. O mais provável é que o marido esteja trabalhando, já que vão fazer a despedida de solteira no apartamento dela.
(4 horas depois)
Minha mãe veste um vestido preto que realça toda a silhueta dela, batom vermelho paixão e olhos pintados de azul bem claro, e está de salto alto.
Ela estava uma gostosa. Nisso, ela entra no meu quarto enquanto eu jogava no PlayStation (Bloodborne).
— Como é que eu tô?
— Olha pra minha virilha e você vai saber. Eu tava com um volume bem visível.
— Não posso te largar, meu amor. E ela sobe em cima de mim, tira meu pau pra fora e começa a me cavalgar.
— Você não tá de calcinha!
— Gosto de sentir o vento quando ando na rua.
Eu sentia os pelos dela, sentia eles se esfregando em mim. Em poucos segundos, eu gozo, e ela se levanta. Enquanto se afasta, vejo os jatos de sêmen escorrendo pela perna dela.
A Mônica está lá embaixo me esperando. Às 12 da noite, vem. Me buscar, as chaves do carro estão na cozinha.
- Tá bom, mãe.
Depois de várias horas jogando, fiquei de pau duro e resolvi ver pornô. Encontrei um vídeo da Railey Reid, Black big cock. Comecei a me tocar, mas não senti nada. Depois de 10 minutos, caí na real: o que eu queria mesmo era foder minha mãe. E eu tinha que buscá-la às 12, e eram 10:50. Decidi sair pra encontrá-la e esperar embaixo do prédio da amiga dela até as 12. Cheguei às 11:15, não aguentava mais e resolvi subir. No chaveiro do carro tinha uma chave da casa da Mônica. Minha mãe e ela são muito amigas, cada uma tem a chave da outra. Quando abri a porta do apartamento, vi uma bagunça: o chão cheio de confete (a festa claramente tinha acabado, estava em silêncio). Fui até a sala e vi o que nunca imaginei: minha mãe e a Mônica estavam peladas no sofá, fazendo tesoura.
As duas estavam com as bucetas escorrendo sucos, e gemiam. Os peitos delas balançavam no ritmo dos movimentos pélvicos. A Mônica estava muito bêbada, minha mãe um pouco, mas não tanto quanto ela. Nisso, meu pau ficou durasso e comecei a bater uma. A buceta da Mônica tinha só uma tirinha de pelo, estilo brasileirinha. Os lábios vaginais dela eram grandes e rosadinhos.
Minha mãe começou a fazer oral na Mônica. Adorei o som, a sucção era muito forte. Enquanto fazia isso, vi ela enfiar o dedo mindinho no cu da Mônica e, em seguida, dar um beijo negro bem de leve. Depois, minha mãe fez o "enchufe" (meter o dedo indicador e o médio na vagina e o mindinho no cu). Nisso, aconteceu algo que eu achava que só rolava em filme pornô: um jato de líquido saiu da buceta da Mônica. Minha mãe colocou a boca e engoliu tudo. Nessa hora, gozei, fui ao banheiro e me limpei. Percebi que tinha calcinha espalhada pela casa toda. Provavelmente, na despedida, rolou uma orgia lésbica. Voltei pra sala e vi a Mônica dormindo, provavelmente por causa de tudo que aconteceu. bebeu e minha mãe se masturbando com uma garrafa de champanhe, Mônica ao cair no sono não conseguiu satisfazê-las.
- vamos, mãe, tá na hora de ir
- quanto tempo você tá aí?
- vi tudo
Ela se veste, passo o braço no pescoço dela e a gente sai do apartamento...
4 comentários - Amor incondicional de madre #2