Viviana: uma história real

Olá, pessoal, hoje vou contar uma história real, romântica, sexual e muito triste, que nunca vou esquecer. Vou contar em 2 ou 3 partes porque é bem longa e não quero entediar vocês. Corria o ano de 1991, meados de outubro. Eu trabalhava num lugar no bairro de Belgrano, cidade de Buenos Aires. No local ao lado, começou a trabalhar como vendedora uma mulher chamada Viviana, uns 40 anos (depois descobri que tinha exatamente 42), um metro e sessenta e poucos de altura, cabelo castanho claro com reflexos, magra, peitos grandes e bunda normal. Naquela mesma tarde, ela veio ao meu local pedir troco e se apresentou. Fiquei impactado: de rosto, não era uma beleza de Miss Mundo, mas tinha traços bonitos e o que mais me chamou a atenção, além do físico, foi o olhar e o sorriso dela — olhos cor de mel, bem expressivos, e dentes que pareciam de propaganda de pasta de dente. Com o passar dos dias, como é comum onde tem comércio, a gente se cumprimentava diariamente, como com todos que trabalhavam em cada loja: bom dia, até amanhã, tudo muito formal e educado. De vez em quando, a gente se encontrava na porta do local, onde saíamos para fumar e conversávamos para nos conhecer um pouco mais. Numa dessas conversas, ela me contou que era casada e tinha duas filhas quase adolescentes. Na hora, pensei: "Tchau, ilusões de ter algo com essa mulher." Quando chegou dezembro, o local onde Viviana trabalhava mudou o horário de fechamento, porque escurecia mais tarde e por ser o mês das festas, e coincidiu com o fechamento do meu local. Uma noite, perguntei se ela queria que eu a levasse até a casa dela, já que ficava no caminho da minha. Ela aceitou, e assim, todas as noites, ao fim do expediente, a gente ia junto. Eu deixava ela em casa e seguia até a minha. Até aí, nada de nada — só conversávamos muito educadamente durante todo o trajeto. Cada dia eu gostava mais dela, mas não queria parecer um cara sem noção, falando o que sentia por ela. Até que uma noite, tudo aconteceu magicamente, no momento do beijo de despedida antes que ela... Desci do carro, que até ali sempre foi um beijo na bochecha, aproximei meu rosto pra cumprimentá-la, ela também e nossos lábios se roçaram de leve _ Perdão!! Falei na hora, _ Não foi nada, foi um acidente, ela disse minimizando o ocorrido, ficamos nos olhando fixamente por uns segundos e ela desceu do carro. Acidente ou não, eu não consegui parar de pensar a noite toda naquele beijo casual. No dia seguinte, conversamos como sempre e nenhum dos dois tocou no assunto. Naquela noite, fechei o local mais tarde que o normal por causa dos clientes, fechei, o local dela já estava fechado, fui até o carro e a Viviana estava me esperando. _ Pensei que você tinha ido embora, falei _ Não, o contrato de motorista particular é pra todas as noites, não é? respondeu rindo _ Sim, claro, respondi entrando na brincadeira dela. Já na viagem, continuamos zoando sobre o assunto até que eu falei: _ Não consigo tirar da cabeça o de ontem, adorei Ela me olhou fixo e disse: _ Comigo também rolam as duas coisas Era a última resposta que eu esperava, o que eu faço agora?, pensei, estacionei o carro no primeiro lugar que achei, olhei bem pra ela, ela se aproximou de mim e começamos a nos beijar doce e apaixonadamente por uns minutos. _ Isso é uma loucura, disse enquanto se afastava de mim. _ Sou casada, tenho duas filhas, sou bem mais velha que você, mas não consigo parar de pensar em você desde o dia que te vi, sabia que isso ia acontecer!, por que continuei? por quê? tô louca. Fiquei mudo, não sabia o que dizer e também não queria piorar a situação, decidi deixar ela se acalmar, liguei o carro e segui o caminho até a casa dela, durante o trajeto foi só silêncio, ao chegar no destino, ela me olhou e disse: _ Desculpa, obrigada por me levar, até amanhã. E desceu do carro Segui pra minha casa pensando que tudo tinha acabado, bem quando tava começando, não aguentava mais de tanta raiva. No dia seguinte, nos cruzamos pouco, acho que de propósito, teve cumprimentos e palavras cordiais mas distantes, na hora de fechar, ela tava me esperando Porta.
—Olha, não fica bravo, mas de agora em diante prefiro ir sozinha, pelo meu bem e pelo seu. A gente tem que esquecer tudo que rolou.
—Ok, é sua decisão e eu tenho que respeitar, mesmo não gostando.
—A gente vai continuar conversando como bons colegas de trabalho, como se nada tivesse acontecido, você concorda? — ela disse.
—Ok, assim será — respondi secamente.
A gente se despediu e cada um foi pra sua casa. Os dias passaram, a gente se cumprimentava, conversava, pouco e sobre coisas banais, mas conversava. Eu não conseguia tirar ela da cabeça e não sabia como nem o que fazer pra esquecer, ainda mais vendo ela todo dia. Chegou a semana das festas e todo mundo tava muito ocupado vendendo, a gente se via pouco ou nada. No dia 2 de janeiro, de volta ao trabalho, a Viviana não foi trabalhar. Achei estranho, mas pensei que podia estar doente. No dia seguinte também não foi. Quando cruzei com uma colega dela, ela me contou que mandaram a Viviana pra filial do centro fazer uma substituição o mês inteiro. Bom, pensei, isso é positivo: não vendo ela todo dia, talvez fique mais fácil esquecer. Os dias foram passando, bem chatos por sinal, porque em janeiro tem muita gente de férias e, por isso, pouca venda. O bom é que a gente fechava das 13h às 16h e eu tinha tempo de ir pra uma academia que tinha solário, e o dia ficava mais curto. E chegou fevereiro, e com ele a volta da Viviana pro lugar de trabalho. A gente se cumprimentou, conversou sobre como tinha sido nesse tempo sem se ver, e só. Naquele meio-dia, fui pra academia e, na volta, uma mina de lá veio comigo querendo ver um artigo da minha loja que interessava ela. A Viviana tava parada na porta da loja dela esperando a gerente abrir, e nos viu. Entramos, a mina experimentou, comprou e foi embora.
Na hora de fechar à noite, vou pro estacionamento e na porta tava a Viviana. Chego perto e ela diz:
—Produtivo o treino, hein? Tá moreninho e tem amiguinha nova.
—É uma colega da academia que veio comprar uma coisa — respondi.
—Hummm! Só coleguinha mesmo? — ela disse. ironicamente
_Tô com a impressão ou você tá me fazendo um questionamento que não entendi direito, falei também ironicamente
_Sim, siiiim, tô com ciúmes, morri de ciúmes quando te vi com aquela mina
_Desculpa, primeiro não tenho nada com ela e segundo você e eu também não temos nada pra você ficar com ciúmes
_Sim, tenho sim, tô morrendo de love por você, sinto sua falta, te desejo, te …………
E não deixei ela terminar, comi a boca dela, senti o coração dela batendo rápido e o meu nem vou contar, a gente se afastou e eu falo:
_Então? Como é que fica isso?, seu marido?, o que você pretende fazer?
_Viver e aproveitar isso que tá rolando entre a gente, fiquei pensando e pensando esse tempo todo e quando te vi hoje com aquela mina e o que provocou em mim, me decidi, a única coisa que peço é paciência pra conseguir me separar com o menor sofrimento possível, pode ser?
_Cê tá me dizendo pra ser seu amante?
_Não, amante não, namorados, mas em segredo até eu resolver a parada de casa
_Então, ninguém pode saber, se ver escondido, nos horários que você puder
_Mais ou menos isso
_Isso é ser amantes, não namorados
_Ok A M A N T E S, satisfeita? quer ser meu amante por um tempo até eu resolver minha separação?
_Contanto que a gente fique junto, sou o que você quiser que eu seja.
A gente se beijou de novo apaixonadamente, subimos no carro e levei ela até a casa dela, na chegada a gente se cumprimentou no rosto, pra não ter risco de alguém ver e estragar tudo, e antes dela descer, ela falou:
_Amanhã ao meio-dia você vai pra academia com sua amiguinha?
_Eu vou pra academia sozinho, ela vai por conta dela e nem sei se vai amanhã, por quê?
_Em vez de gastar energia na academia, a gente podia gastar junto fazendo o love, quer?
_Claro que quero, respondi
_Ok, se prepara porque vou tirar a vontade que tô de você e que venho acumulando há mais de um mês, até amanhã.
Imagina com os ratos que eu fui, eram do tamanho de um dinossauro. Minha cabeça tava explodindo, de tesão e de nervoso, vocês sabem bem que a primeira vez é complicada, sem se conhecer você não sabe o que ela gosta e o que não gosta, além disso os homens são muito otários e queremos mostrar um monte de coisas pra deslumbrar elas, e nesse caso pior porque obviamente pela idade da Viviana (42) ela tinha mais experiência que eu (25), demorei pra dormir pensando em todas essas coisas, chegou a manhã fui trabalhar mas com a cabeça no que ia rolar naquele meio-dia, a gente se cruzou na entrada, ela tava mais gostosa do que nunca, ou parecia pra mim por causa da vontade que eu tava.
_Bom dia, tenha um lindo dia, ela disse e me mandou um beijo como se tivesse fazendo o sinal do 2 no truco
_Obrigado, igualmente, respondi
As horas passavam e os ratos já não eram dinossauros, eram a saga inteira de Jurassic Park, chegou o meio-dia, fechamos, fomos até o carro, trocamos uns beijos e ela falou com voz sedutora:
_Onde você vai me levar?
_Você não queria que a gente fizesse o love?
_Sim, e você???
_Também, então vamos pra um lugar apropriado pra esses paranauê, falei tentando que o humor tirasse meu nervosismo
_Uau!! um hotel faz uns mil anos que não vou num, conhece algum por aqui?
_Andei perguntando, tem um em Barrancas, falei
_Se faz de bobo, deve conhecer vários, deve ter se deitado com muitas daqui
_...................
_E aí?? não responde?
_Tenho memória ruim, além disso tô com medo de você ficar ciumenta como ontem, hahaha
_Não seja mau e vamos.
Chegamos no hotel, pedi um quarto, estacionei o carro e entramos, eu tremia inteiro, tinha uma taquicardia que parecia que o coração ia sair do peito, me aproximei dela e a gente se fundiu num beijo de cinema
_Seu coração tá a mil, tá nervoso?, ela disse
_Muito, quer que peça algo pra beber ou comer?
_Como quiser, eu quero é comer você, respondeu sensual
_Ok, peço depois, vou tomar um banho
Eu esperava que o banho acalmasse meus nervos e a ansiedade que eu tava, mas me enganei, em 5 minutos apareceu a Viviana enrolada numa toalha
_Posso?
_Siiim, claro, respondi
Ela deixou a toalha cair no chão e quase me afoguei com toda a água que entrou na minha boca, não conseguia acreditar no que tava vendo, um corpo perfeito, que Não aparentava a idade que tinha nem o fato de ter tido duas filhas. Peitos empinados com os bicos rosados, sem barriga, sem gordurinhas, pernas que pareciam desenhadas e o que mais me atraiu foi a bucetinha (como minha avó dizia), toda depilada. Vivi colocou uma touca de banho e entrou no chuveiro.

— Desculpa, mas não quero molhar o cabelo pra ninguém desconfiar — ela disse.

— Ok.

Começamos a nos beijar e a nos acariciar loucamente. Devagar, fui descendo pelo pescoço dela, pelos ombros, pelo peito, até chegar naqueles peitos maravilhosos. Beijei, lambi e mordisquei. Ouvia os suspiros e gemidos dela. Tô no caminho certo, pensei, ela tá gostando. De repente, ela pegou minha cabeça com as mãos, me levantou e disse:

— Vamos nos ensaboar. Eu em você e você em mim.

Pegamos os sabonetes e começamos. Era mais carícia com sabão do que banho de verdade, mas eu amava. Ensaboamos o corpo inteiro. Depois, Vivi se abaixou, pegou meu pau, ensaboou, enxaguou e continuou acariciando. Levantou o olhar, me encarou e começou a lamber e beijar meu pau. Colocou na boca e fez o melhor boquete que já tinham feito em mim. Logo eu já tava prestes a gozar.

— Para, para, por favor — falei, levantando o rosto dela com a mão.

— Por quê? Não tá gostando?

— Tô adorando, mas não aguento mais.

— Vai gozar? Quero todo seu gozo na minha boca. Me dá tudo — ela disse.

As palavras dela acabaram com minha resistência inútil e eu explodi. Ela cuspiu o sêmen da boca, enxaguou e limpou meu pau com sabão. Nos secamos, fomos pra cama e, enquanto conversávamos, fumamos um cigarro. Depois da pausa, começaram os beijos e carícias de novo. Tomei a iniciativa. Primeiro, me dediquei aos peitos dela. Fui descendo até o abdômen, cheguei na ppk e só dei uma linguada no clitóris, ao que ela respondeu com um gemido. Continuei pelas pernas e pelos pés. Subi de novo, dei um beijo profundo na boca dela. Virei ela de leve, deixando de bruços. Ela deixou eu fazer sem perguntar nada. Comecei pelo pescoço, pelas costas, sempre com beijos suaves, até chegar na bunda dela. Beijei as nádegas, mordi de leve. e, aos poucos, fui abrindo eles até chegar com minha língua no cu dela. Fiquei ali, curtindo com beijos e língua, Viviana suspirava e gemia cada vez mais. Quando senti que era a hora, virei ela de novo e minha cara ficou de frente pra aquela bucetinha divina depilada. Acariciei com a ponta dos dedos e comecei a lamber devagar e bem suave. Quando os gemidos dela aumentavam, eu acelerava o ritmo, até que num momento ela pegou minha cabeça com as mãos e apertou contra a ppk dela.

— Filho da p… como você me faz gozar, queria meu leitinho? Tá aí, toma tudo — dizia entre gemidos e suspiros.

Os sucos dela tinham um cheiro e um gosto incríveis. Limpei o rosto com a toalha e dei um beijo nela.

— Quero você dentro de mim, me come, que eu tô enlouquecendo de prazer — ela falou.

Coloquei a camisinha e fui enfiando bem devagar. Conforme sentia o prazer dela, fui acelerando as metidas. Coloquei as pernas dela nos meus ombros e aí o contato era maior e a penetração mais funda. Continuei acelerando as estocadas e ela, os gemidos e a agitação.

— Assim, assim, aiiii meu amorrr como você me come, não paro de gozar.

De novo, as palavras dela completaram a fervura que tava em mim e meu pau explodiu de leite. Abaixei as pernas dela dos meus ombros e me deitei em cima dela. Depois de uns minutos assim, em silêncio, ela disse:

— Adorei!! Você é tão doce, carinhoso e tão selvagem ao mesmo tempo. Fazia tempo que não sentia tanto prazer.

Senti como se fosse um elogio meio clichê, mas deixei pra lá. O importante pra mim era que eu senti que tinha mandado bem, e tinha comido uma mulher impressionante. O que eu não sabia até aquele momento era que eu tava me apaixonando.

Fumamos um cigarro, continuamos nos acariciando e já era hora de ir porque tinha que abrir o ponto. Tomamos banho e nos vestimos. Subimos no carro rumo ao trabalho e, no estacionamento, cada um foi pro seu lado no shopping como se nada tivesse acontecido.

Continua.

7 comentários - Viviana: uma história real

Muy buen relato espero el próximo. Gracias por compartir