O vício do meu marido me trouxe até aqui

Com o passar dos meses, comecei a perceber que ele curtia me ver dançando com os amigos nas festas, porque depois disso ele ficava super quente na hora de fazer amor, me perguntando se alguém tinha tentado se esfregar em mim enquanto eu dançava. Por muitos meses, eu evitei esse tipo de conversa, porque não entendia o comportamento dele, mas com o tempo, conversando com amigas e por algumas leituras que meu marido trazia pra casa, entendi que essa morbidez era mais comum do que eu imaginava, que muitos caras ficam excitados permitindo que outros homens possuam a esposa deles e que, na real, muitos casais se permitem aventuras sexuais fora de casa. Comecei a não achar mais desagradáveis as insinuações dele, renovei meu guarda-roupa aos poucos, comprando mais saias do que calças, e assumi uma postura mais liberal, deixando meu marido se excitar com comentários meus sobre o quanto eu achava algum amigo gostoso, ou com alguma observação tipo que eu tinha notado como um cara olhava pras minhas pernas enquanto eu as cruzava em alguma reunião vestindo uma minissaia. Nessas ocasiões, meu marido ficava louco de tesão quando, a sós, me penetrava, pedindo pra eu contar o que eu tinha sentido e se me excitava saber que outros homens me desejavam. Isso foi evoluindo, porque agora ele não se segurava mais em insinuar que eu, fazendo a desligada, mostrasse minha tanga em público, ou que eu não resistisse quando tentavam dançar colado comigo. Comecei a achar que meu marido realmente curtiria deixar outros homens aproveitarem meu corpo, e essa possibilidade passou pela minha cabeça pela primeira vez, porque, afinal, minha experiência sexual se resumia ao que eu curtia com ele (aliás, devo confessar que depois descobri que ele é muito bem dotado).

As insinuações do meu marido progrediram, agora mais abertas, depois que eu confessei que, em algumas ocasiões, olhava pro volume de outros caras imaginando como eles se veriam nus com seus membros eretos. Assim,
meu marido acabou confessando que não só o excitava
que eu mostrasse meu corpo, mas ainda mais o excitava imensamente
me imaginar sendo penetrada por outro. Eu continuei dizendo que não
me prestaria a chegar a situações de adultério, que nos limitássemos
a fantasiar com essas coisas. Quando fazíamos amor, para excitá-lo
mais (também devo confessar que eu comecei a
me excitar também com as fantasias), relatava como eu gostaria
que tal pessoa abrisse minhas pernas e metesse seu pau em mim para poder
adquirir experiência curtindo outros e aprender novas técnicas.
Chegados a esse ponto, era só questão de tempo para que se tornassem
realidade nossas fantasias.

Comentei com meu marido que
um amigo meu (Héctor), me dizia com frequência que me achava terrivelmente
gostosa, que adoraria sair comigo. Realmente eu o achava
também muito atraente e já fantasiava sobre
como seria fazer amor com ele. Meu marido, como era de se esperar,
me sugeriu que cedesse aos avanços dele, mas que fosse muito discreta
para não comprometer nosso prestígio. Na próxima vez que
nos encontramos com meu amigo numa reunião, um pouco desinibida
pelas doses que tínhamos tomado, estando sozinha num canto
enquanto servia uma dose ao meu marido, Héctor se aproximou
e começou como sempre com seus elogios. Eu disse a ele que não insistisse,
que na minha condição de mulher casada não sairia com ele
para lugar nenhum. Ele insistiu dizendo que se eu aceitasse
um simples convite para almoçar, pararia de me perturbar. Disse
que pensaria no assunto e fui me reunir com meu marido, a quem
comentei o ocorrido. Ele se mostrou na hora interessado
no assunto, perguntando como eu encarava essas investidas
do H, se me excitavam, se eu tinha sido
provocante com ele, se eu queria ceder aos avanços dele etc. Tendo
eu respondido que me sentia lisonjeada por me ver desejada, meu marido me Fez eu prometer que me mostraria mais acessível com H, chegando a insinuar que ele poderia se retirar com alguma desculpa para que H tivesse oportunidade de se aproximar de mim na reunião. Eu respondi que não estava preparada para isso e que nossos amigos em comum formariam uma má impressão de nós se me vissem conversando a sós com ele. No entanto, diante da insistência dele, assim que tive oportunidade de me aproximar de H, sussurrei que, já que meu marido tinha programado para o dia seguinte sair com os amigos para praticar seu esporte favorito, eu poderia escapar para almoçar com ele, isso sim, avisando que faria isso apenas para cumprir o pacto de que ele pararia de me perturbar se saíssemos uma única vez, e claro, num esquema de amigos (eu estava cuidando da minha reputação diante dele). Combinamos que ele me buscaria ao meio-dia.

Aquele dia era sábado e meu marido foi embora com os amigos desde cedo. Antes de partir, me pediu que me vestisse bem gostosa pro meu encontro, escolhendo ele mesmo minha roupa: saia curta, blusa com decote enorme e botões na frente, e roupa íntima bem ousada, semi-transparente. Me disse pra sair tranquila e me divertir com meu amigo, que tudo que a gente fazia trazia diversão e tesão pra nossa relação, que na volta a gente ia curtir juntos meu relato do que rolasse no meu primeiro encontro com outro homem sendo casada. Meu amigo me buscou a uma quadra da nossa casa pra não levantar suspeitas com os porteiros do nosso condomínio. Os comentários dele sobre meu corpo e minha roupa foram bem elogiosos, o que me deu uma certa confiança, porque eu tava muito nervosa com a situação. Fomos pra um restaurante campestre onde eu já tinha ido várias vezes com meu marido. É um lugar discreto que tem as mesas organizadas em cantinhos separados pra grupos de família. Escolhemos um desses cantinhos, longe de olhares indiscretos. Pedimos de aperitivo um licor que costumam tomar em Copos, usando
como se fosse um canudo, sorvendo goles frios de água. H pediu pro garçom
atrasar uma hora nosso pedido de almoço, enquanto a gente curtia
a bebida. No começo, eu me sentia tensa, mas depois dos primeiros
copos comecei a relaxar, dizendo pra mim mesma que não estava
cometendo nenhum erro com meu marido, porque no fim das contas ele
mesmo tinha provocado minha aventura. H, sentado do meu lado num banco
grande pra duas pessoas, me servia copos com frequência, aproveitando
a situação pra me dar direto da mão dele, o que
permitia que ele se aproximasse de mim, roçando os braços nos meus peitos,
o que começou a me deixar com tesão, sentindo meus
mamilos endurecerem. Nossa conversa rolava sobre
assuntos gerais, mas aos poucos foi tomando rumos mais íntimos,
ele me confessando que sempre se sentiu muito atraído
por mim, que tinha inveja do meu marido por ter uma mulher tão
gostosa, que com a esposa dele não se entendia muito na parte
sexual, porque ela era muito fria e inibida. Eu contava que minha
relação com meu marido era muito boa em todos os sentidos, mas que isso
não impedia que, como mulher, eu me sentisse atraída às
vezes por outros caras. Ele perguntou se esse era o caso com
ele, e eu respondi que sim. Isso o incentivou
a me dar um primeiro beijo na boca, o que me deu arrepios,
meus mamilos endurecendo ainda mais e eu comecei a ficar molhada
entre as pernas. No segundo beijo, respondi abrindo minha boca pra
língua dele entrar. Meus primeiros gemidos de tesão
apareceram. As mãos dele começaram a acariciar meus peitos por cima da blusa, aumentando
minha excitação, porque eu os tenho muito sensíveis. Ele enfiou as mãos
por baixo da blusa, abrindo dois botões e pegando direto meus peitos por cima
do sutiã transparente. Quando viu meus mamilos durinhos, se inclinou
e beijou eles delicadamente. Minha respiração ficou ofegante
e, sem querer, eu abri um pouco as pernas, com a saia subindo pelas minhas coxas. por causa dos meus movimentos involuntários de tesão. Ele
notou meu movimento e imediatamente enfiou a mão entre minhas
pernas até chegar na minha buceta coberta por uma calcinha fio dental totalmente molhada
pela minha excitação. Começou a me acariciar, primeiro passando
os dedos sobre minha virilha por cima da calcinha, mas depois, puxando-a
para o lado, me acariciou diretamente a vulva, tocando meu
clitóris com um dedo. Não consegui segurar um gemido audível de prazer
e temi que fosse ouvido por outras pessoas, então me controlei
mordendo meus lábios. Enfiou primeiro um dedo na minha buceta e quando
eu abri mais as pernas, conseguiu colocar vários deles
na minha buceta super excitada. Enquanto isso, me beijava apaixonadamente,
e eu respondia com o mesmo ardor. Por timidez, não ousei
no começo tocar no pau dele, mas ele interrompeu
por um segundo suas carícias na minha buceta e, pegando minha mão, a colocou
sobre o volume saliente nas calças dele. Pela primeira vez na minha vida,
eu apalpava um pau diferente do do meu marido. Sem ainda ter visto,
entendi que era bem grande e desejei
tocá-lo diretamente com minhas mãos, mas tinha medo que ele me
julgasse como uma mulher fácil. Ele sussurrou no meu ouvido
para eu tirar o pau dele das calças. Eu disse que tinha medo porque o garçom
podia entrar de repente e nos pegar. Estávamos nessa quando
consegui ver o garçom se aproximando com nosso pedido
de almoço. Rapidamente nos arrumamos, mas acho que o garçom
desconfiou das nossas safadezas, porque os botões da minha blusa estavam
abertos e no rosto dele notei um sorriso de cumplicidade. Senti
medo de que ele me reconhecesse, porque, como já disse, em outras ocasiões tínhamos
almocado naquele lugar com meu marido. De qualquer forma, se ele me identificou,
não fez nenhum comentário imprudente e me acalmei, ajudada
pela desinibição do licor que tinha tomado. Almoçamos rápido
porque a paixão que estávamos vivendo cortou nosso
apetite. Logo chamamos ao garçom para que retirasse os pratos
da mesa. A essa altura, já tinha passado a maior parte da
tarde e já estava escurecendo. H retomou suas carícias, levantando
minha saia para poder olhar livremente minhas partes íntimas, que ele deslocou
para o lado novamente, deixando à mostra meus lábios da buceta. Com suas
duas mãos, ele abriu minha vulva, o que permitiu que visse minha cor
rosada, escorrendo minhas lubrificações de mulher no cio. Ele enfiou dois dedos,
o que rapidamente causou meu primeiro orgasmo, pois eu estava
incrivelmente excitada. Me inclinei sobre ele gemendo
audivelmente, colocando minha boca contra a dele para que meus gemidos ficassem
abafados em sua língua. Recuperei minha respiração, sentindo
os últimos espasmos da minha gozada. Ele, muito excitado, tirou
seu pau e me obrigou a pegá-lo com minhas mãos. Agora sim
eu tinha um pau diferente ao meu alcance e me causou sensações novas
conhecer a forma e o tamanho de outros membros, comparando-o
com o do meu marido, que é um pouco mais curto que o de H. Seu lindo
pau estava totalmente rígido, com a cabeça dilatada
e coberta de seus fluidos. Quando comecei a acariciá-lo por todo
o comprimento, saíram mais gotas pela ponta, molhando minha mão direita.
Sua respiração estava muito ofegante e ele disse que ia gozar
muito em breve. Tentou abaixar minha cabeça para que eu chupasse ele,
mas isso ainda era algo muito privado que eu só tinha feito
com meu marido. Disse a ele que faria ele gozar fazendo uma punheta,
subindo e descendo minha mão por todo o comprimento. Ele se inclinou sobre mim
tentando colocar seu pau contra minha buceta, mas eu mantive apenas
em contato com minha vulva, movendo freneticamente minha mão sobre
seu pau até que ele, sem se conter mais, se descarregou
sobre minhas pernas, depositando jatos de porra nas minhas coxas e calcinha,
sujando até minha saia. Me senti muito satisfeita ao ver a paixão
que eu podia despertar em outros homens e entendi que era muito prazeroso gozar outros membros sentindo como pulsavam entre minhas mãos.
H tirou o lenço do bolso e com ele limpou
até onde pôde o sêmen que tinha gozado em cima de mim. Me pediu pra
irmos a um motel pra poder me curtir por completo, porque queria
sentir o prazer de meter o pau em mim e me fazer gozar mais várias vezes,
mas eu disse que não estava preparada pra ser infiel ao meu marido,
que já era tarde e eu tinha compromisso com ele de nos encontrarmos
num bar num horário certo, então, beijando ele na boca, pedi
pra ele me levar. Desci do carro dele a pouca distância do estabelecimento
e entrei pra procurar meu marido. Encontrei ele no balcão conversando
com o barman e assim que me viu, me abraçou me beijando na
boca, perguntando com o olhar que histórias eu traria pra
contar. Sentamos numa mesa afastada e ele começou o interrogatório.
Toquei no pau dele por cima da calça e vi que estava
duro de tesão pela expectativa do meu
relato. Perguntei se aquele efeito era por suspeitar
que a esposa dele tinha gozado com outro. Ele, muito excitado,
confirmou e enfiou as mãos entre minhas pernas, me fazendo
abri-las pra me examinar. Quando sentiu a umidade na minha calcinha,
já tava louco, não se segurava. Me perguntou o que
tinha besuntado na minha calcinha e eu respondi pedindo
pra ele provar. Meu marido colocou a mão na minha buceta, afastando
minha calcinha, sentindo meus fluidos escorrendo e o quanto eu tava
melada de sêmen por cima da calcinha. Ele provou o
gosto e disse que suspeitava que era esperma do meu amigo. Quando confirmei,
meu marido começou a me masturbar, enfiando dois dedos na minha buceta e
chupando a mão melada de vez em quando. Rapidamente pediu
a conta e fomos pra casa, onde contei todos os detalhes
enquanto ele chupava minha buceta e minhas coxas antes de me penetrar, me fazendo
ter o segundo orgasmo do dia. A paixão nessa
transa foi a mais intensa que já tivemos, porque enquanto ele gozava me comendo, eu pensava na rola do H, imaginando que era ele quem me comia.

14 comentários - O vício do meu marido me trouxe até aqui

Muy lindo relato con la cuota justa de morbosidad y sensualidad fueron puntos
Me super calento la cabeza, van 10 puntos, esperando la segunda parte. Besitos
relato muy excitante bombon!! Q envidia Hetor ejeje
me encanta que seas asi de putita!! ojala te pueda dar yo algun dia
Lindisimo!! Mi fanatsia perfecta quisiera hacerlo.van punticos