Olá!! bem-vindos a esta atualização número seis, e obrigado a todos pelos comentários hehe, vou responder amanhã porque já é tarde e hora de dormir uwu, então aproveitem a leitura, meus queridos leitores! e lembrem de deixar um comentário safado kkk são excitantes!http://www.poringa.net/posts/relatos/2828169/Hermanos-sin-tabu.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2830339/Hermanos-sin-tabu--cap-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2834116/Hermanos-sin-tabu--capitulo-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2840245/Hermanos-sin-tabu-cap-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2846752/Hermanos-sin-tabu-cap-5.htmlLá pelo meio-dia, a tensão sexual entre todos os membros da família era palpável. Por causa dos tesões que a gente, as mulheres, pegou com o jogo da garrafa, a Ângela e a Lorena não tinham saído do quarto por horas. Se eu encostava meu ouvido na porta do cômodo, dava pra ouvir os murmúrios delas, gemidinhos baixinhos e risadas enquanto transavam. Já que meus pais não estavam porque tinham saído pra comprar umas coisas no centro da cidade, elas duas podiam se dar ao luxo de se revirar na cama sem ninguém encher o saco.
Meu peito batia descontrolado só de imaginar minha gêmea pelada, chupando a buceta da Lorena, ou mamando nos peitos dela como se não houvesse amanhã. Tava nessa, me deliciando com minhas imaginações, quando alguém tocou minhas costas.
— O que cê tá fazendo? — perguntou o Alec, colando o corpo no meu e botando a boca bem perto da minha orelha.
— Tô ouvindo essas duas se divertindo — sussurrei.
As mãos do Alec pousaram na minha cintura e ele colou o ouvido na porta. Os gemidinhos da Ângela eram doces e agudos. A gente morria de vontade de ver o que tava rolando, porque o tesão era tanto que eu não me importaria de fazer parte da sessão delas. Até lembrei como eu tinha fodido a buceta da minha própria irmã, e isso só me esquentou mais ainda, com uma puta vontade de enfiar minha mão entre minhas pernas e me tocar pra aliviar a tensão.
Pelo visto, meu irmão tava na mesma, e ele colou mais ainda em mim, de um jeito que eu sentia a ereção dele nas minhas nádegas. Como se nada fosse, mexi um pouco minha bunda pra incentivar ele a aumentar o pau, e ele percebeu, então a gente se olhou com um sorrisinho safado.
— O que cê acha que tá fazendo, safada?
— Só… tentando me aquecer.
Aquilo podia virar algo mais do que simples flertes. Me virei, tirando o ouvido da porta. Meu irmão me pegou pela cintura e me puxou pra perto dele. Eu enrolei os braços no pescoço dele e me colei no corpo dele. Já que ele era um pouco mais alto que eu, minha boca ficava bem na altura do peito dela e dei uns beijos ali. As mãos dela desceram até meus quadris e continuaram um pouco mais até apertar minha bunda com muita força, apalpando a carne e depois, percorrendo meu pescoço com beijos.
Ele era meu irmão, o homem que eu adorava e que me fazia sentir como uma menina. Eu estava tão excitada que foi difícil não resistir ao impulso de enfiar a mão entre as calças dele e tocar no pau dele, que naquela hora já pulsava e fervia de sangue acumulado. Não pensei em nada naquele momento, como se não conseguisse me conter, porque eu estava tão tesuda que teria fodido meu irmão naquela hora.
Claro que as coisas não puderam continuar assim. Meus pais chegaram bem no meio do amasso e a gente teve que se separar na hora, sem dizer nada. Ele foi pro quarto dele e eu fiquei no corredor, excitada e molhada por culpa do meu irmãozinho.
Mais tarde ele e meu pai foram nadar. Minha mãe decidiu tirar uma soneca. A Ângela e a namorada dela continuavam no quarto, então só estávamos eu e a Estefy, sozinhas no quarto. Ela no laptop dela e eu olhando uma revista de moda.
— Andrea! Olha! — exclamou, apontando pra tela dela —. Eu tava pesquisando um pouco sobre esse lugar e diz que tem uma praia de nudismo bem perto daqui.
— Nudismo? Isso soa bem — olhei o mapa. Não era tão longe. Dava pra ir se a gente quisesse, e pelo olhar da minha irmãzinha, imaginei que era nisso que ela tava pensando —. Tem certeza que consegue ficar pelada na frente de outras pessoas?
— Claro. Vamos! Só a gente. Pega o ônibus e pronto. Voltamos em algumas horas.
— É que… não sei. Eu não curto essa de andar pelada na frente de estranhos. Você é a esquisita que gosta de se exibir.
— Não seja careta. Anda, vamos.
Não demorou muito pra me convencer. Eu adorava minha irmã mais nova, então pensei: por que não?
Apressada por ela, empacotei um pouco de protetor solar, toalhas e outras coisas pra pequena excursão que a gente ia fazer.
Deixamos um Nota na nossa mãe e pegamos o ônibus no ponto da esquina. A Estefy estava muito gostosa, com uma minissaia xadrez e um top. Era uma diva ambulante, e eu invejava a beleza exótica dela, meiga e quase infantil e inocente, como quem não quebra um prato. Passei um braço no pescoço dela e dei um beijinho de leve nos lábios dela. Uns caras que estavam no banco na nossa frente olharam pra gente e riram com expressões alucinadas pelo que viam. Tavam de olho na Estefy.
Chegamos na praia, e tivemos que andar por um caminho de terra e nos enfiar um pouco no mato. O campo nudista estava bem na nossa frente, e era espetacular. Não dava pra ver uma única pessoa vestida. Até as famílias e as crianças andavam peladas. A Estefy sorriu, vitoriosa, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela desabotoou a saia, tirou a tanga, o top e o sutiã. Guardou tudo na bolsa.
— O que você está esperando? Vamos nadar, Andrea?
— Bom… já vou, sim.
Envergonhada, tirei o shorts e a camiseta. Não tava usando mais nada, então fiquei nua num piscar de olhos. Olhei o corpinho da minha irmã, tão virgem que quase queria que continuasse assim, com os lábios da buceta ainda bem fechadinhos e a xota depilada. Os peitos dela, que não eram maiores que os meus, estavam firmes, com os biquinhos um pouco durinhos de excitação. Nos demos as mãos e descemos pela pequena duna até a praia. Eu esperava que os olhares se fixassem em nós, mas não foi assim. Acho que o pessoal já tinha perdido a curiosidade, porque todo mundo estava pelado. Até os velhos, o que não era um espetáculo muito agradável pros meus olhos.
De um lado, vi um casal de adultos deitados na areia. A mulher, sem preocupação, massageava as bolas do marido enquanto conversavam. Umas meninas corriam por ali fazendo castelos de areia, um negão passeava pela beira, com o pau imenso balançando. Duas garotas estavam se acariciando passando protetor solar, e muitas outras pessoas tomavam o Só se davam uns mergulhos.
Estefy, que tinha mania de observar os outros, estava no céu, e dava pra ver pelo sorriso de orelha a orelha enquanto olhava pra todo mundo sem exceção. Tirou a toalha da bolsa e se deitou na beira da praia, com as perninhas meio abertas e colocou os óculos de sol.
— Todo mundo tá vendo sua buceta, maninha.
— É pra isso mesmo.
Deitei ao lado dela pra pegar um sol. Vi uns caras passando e dando olhares cheios de tesão pra minha irmã, e pra mim também, o que só me deixava um pouco mais desconfortável, mas com o tempo fui me sentindo menos envergonhada, então também abri um pouco as pernas pra toda a minha pele pegar um bronze. Passei um pouco de protetor solar nos peitos e nas pernas. Estefy tinha ido dar uma volta, ver os corpos dos outros, porque era disso que se tratava uma praia de nudismo, de observar o corpo humano no estado natural dele.
— Tem um casal transando, vem ver.
— Sério?
Segui Estefy até um lugar mais afastado, entre umas pedras. E, de fato, vimos, escondidos dos outros, dois namorados que estavam fodendo. Ela montada nele, cavalgando o pau dele, e o melhor de tudo é que estavam praticando sexo anal. A bunda daquela mulher devia ser bem flexível porque o pênis do homem entrava e saía com muita facilidade. Os gemidos dela eram ouvidos quase no mesmo volume que as ondas quebrando na areia.
Minha irmãzinha estava alucinada, e notei que ela tinha uma mão entre as perninhas. Eu também estava excitada vendo aquele pau se enfiar no cu daquela mulher. Sexo anal era maravilhoso. Eu era quase viciada nisso, já que ainda era virgem. Entregar minha vagina era um presente pro escolhido, mas o resto dos meus buraquinhos não importava.
— Ai — disse Estefy —. Tentei enfiar um dedo no cu e doeu.
— Besta. Tem que lubrificar.
Ela me olhou com um sorriso provocante.
— Me ensina?
— O quê? — fiquei vermelha — Aqui?
— Sim. Por que não?
Sem dizer mais nada, Estefy ficou de quatro e me ofereceu uma Vista panorâmica da bunda dela. Ela até abriu as nádegas, deixando eu ver os lábios apertados e o cuzinho rosado. Minha irmã inteira era um anjo lindo, uma princesinha sexual. Bastou aquela imagem dela pra eu ficar com um tesão do caralho, e desviando o olhar do casal que tava transando, me dediquei a dar prazer pra Estefy.
Primeiro separei bem as nádegas dela, e deixei cair uma gotinha de cuspe na bunda dela. Depois, devagar, dando um beijo nas nádegas dela, deslizei meu dedo anelar no buraquinho dela. Estefy tremeu.
—Nunca fez sexo anal?
—Nunca…
—Então vai doer.
—Não importa. Continua, irmã.
A pequena apoiou o peso na areia. Eu cuspi mais um pouco e comecei a enfiar meu dedo mais fundo no cu dela. Por dentro, ela ardia. Era tão gostoso pra ela e pra mim. Embora reclamasse de dor, logo já tava encantada, e até mexia os quadris pra meu dedo entrar e sair com mais facilidade. Cuspi mais e mais no cuzinho dela até ficar tão lubrificado que consegui enfiar dois dedos. A bucetinha dela soltava gotinhas de lubrificação, que eu corri pra pegar com minha língua. Tinham um gosto tão bom, doces e salgadas ao mesmo tempo.
A gente tava nessa quando dois caras apareceram, e também vinham pelados, com os paus meio duros. Eu me assustei um pouco e fiquei parada, com meus dois dedos enfiados no cu da minha irmãzinha.
—Desculpa —eles se desculparam, visivelmente envergonhados —. A gente não queria ver, tchau.
—Espera —disse Estefy —. Fiquem. Vocês têm que me olhar.
—Estefy! O que você acha que tá fazendo? —reclamei.
—São meus gostos. Você continua. Deixa eles olharem. É excitante, você vai ver —garantiu com um sorriso.
Eu não tava muito de acordo com desconhecidos me olhando, mas por outro lado os caras se aproximaram e sentaram nas pedras.
—Então… só olhar.
Voltei pro que tava fazendo, um pouco menos excitada por ter plateia desconhecida. Estefy tava encantada com eles, e sorria enquanto conversava com toda naturalidade. Contou pra eles que Somos irmãs, e estávamos aqui admirando a paisagem e nos divertindo. Aos poucos, os dois caras começaram a se interessar mais pela minha irmãzinha do que pelo que eu estava fazendo, embora as rolas deles começassem a crescer. A do moreno, sem dúvida, era a melhor, grossa e não tão comprida. Do jeito que eu gosto. A do amigo dele era menos grossa, mas mais longa, com uma cabeça rosada enorme. Os dois tinham uns ovos enormes pendurados, bem lisinhos.
— Então… vocês querem participar? — disse a Estefy. Tirei meus dedos dela.
— Ei, não fala isso.
Ela se aproximou do meu ouvido.
— Por favor, deixa eles meterem no meu cu.
— Estefy…
— Você disse que eu devia experimentar coisas novas. Vai, vamos. Tô com muita vontade. Por favor, por favor, por favor.
Ouvir minha própria irmã mais nova implorando pra eu deixar ela fazer sexo anal era estranho, e ao mesmo tempo cômico. Revirei os olhos e depois olhei pras rolas dos caras, que já estavam prontas pra ação. Os filhos da puta até estavam se masturbando devagar enquanto conversavam entre si.
— Ei — falei pra eles —. O trato é esse. Vocês podem fazer sexo anal na minha irmãzinha, mas só isso, ok?
— Combinado — riram os dois.
Estefy, a putinha, piscou um olho pra mim e se ajoelhou de quatro, toda vadia. O cara da rola mais comprida se aproximou por trás, separou as nádegas dela e, de uma só vez, deslizou o membro no cu da minha irmã. Ela gritou de dor e eu me assustei.
— Tem mais cuidado, imbecil!
— Tô bem — riu Estefy —. Deixa eu me mexer.
O rapaz ficou parado, e foi ela quem começou a ir pra frente e pra trás, marcando o ritmo. Fiquei de lado vendo ele perfurar a minha irmã, que já começava a gemer como uma cadela no cio. A vozinha doce dela soltava gemidos gostosos que até me excitavam.
O outro rapaz, o da rola grossa, se ajoelhou e aproximou o membro da boquinha da garota, que não perdeu tempo e começou a chupar como se fosse uma mamadeira. De certa forma, ver a Estefy com seus olhinhos Fechados de prazer, devorando aquele pedaço de carne que mal cabia, acabou sendo excitante demais pra mim. Deitei de lado e abri minhas pernas. Quis não ser virgem pra poder enfiar os dedos até o fundo. Tive que me contentar, olhando fixamente pra minha irmã, lembrando como ela era quando criança, doce, carismática, divertida e risonha brincando com suas bonequinhas e xícaras de chá.
E agora aquela mesma menina, transformada numa jovem mulher, tava recebendo pica pelos dois lados. E tava adorando! O de trás empurrava com o pau e fazia a pica do parceiro afundar mais na boca da Estefy. Ela tirava pra respirar e logo depois voltava ao que tava fazendo.
Assim a gente passou um tempão, com os gemidos dela me deixando louca. Num certo momento o cara perguntou:
— Posso gozar dentro do teu cu, love?
— Pode… ah! goza!
Ele começou a furar ela mais rápido. A cara dele ficou vermelha. Estefy soltou a outra pica e começou a gemer mais forte. Daí o homem ficou imóvel, com os olhos virados e as mãos nas bundas da garota. O pau dele bombeava porra pra dentro da minha irmãzinha doce e linda.
Depois ele tirou. Na hora, gotinhas de cum escorriam da bunda da Estefy.
— Isso… foi foda.
— Agora é minha vez — disse o outro cara.
— Não… chega. Tô doendo bastante — falou Estefy e sentou do meu lado, ofegante e com o rosto corado.
O outro rapaz, que tinha ficado com o pau duro, não tava afim de parar a ereção.
— Vem — falei, e ele, sorrindo todo galã, se aproximou. Engatinhei até ele, me ajoelhei e meti a cabeça do pau na boca.
Desde que vi ele, já tinha me atraído um pouco, então chupei com vontade, os olhinhos fechados e saboreando aquela sensação de não conseguir comer ele todo por causa do tamanho. Ele segurou meu cabelo e começou a marcar o ritmo. Deixei ele me controlar e depois desci até as bolas dele. Amo testículos bem grandes, quanto maior melhor, e os desse cara eram de um tamanho bom, viris e quentes. De repente, senti outra língua passeando junto com a minha. Era a Estefy. A putinha tava tentando roubar meu aperitivo, e por um momento competimos pra ver quem enfiava o pau na boca primeiro. De novo, parecíamos duas menininhas brincando e disputando um sorvete. Rimos, se divertindo, e aí eu desisti. Estefy mamou a rola e eu chupei os ovo do cara. O amigo dele, vendo como a gente tava excitada, começou a bater uma enquanto passava a mão na minha bunda e tentava enfiar os dedos na minha buceta. Falei que era virgem, então nem tentasse.
Minha irmãzinha e eu chupamos a pica daquele homem por um bom tempo, até que, sem aviso, o cara gozou na nossa cara. A gente ficou abraçadinha, bochecha com bochecha, enquanto uma descarga de porra quente caía no nosso rosto. Estefy já foi saboreando na hora, e eu também, porque escorria pelo nosso pescoço, pegajoso e doce.
— E aí? — perguntei pra minha irmã amada enquanto limpava com minha língua um pouco de sêmen dos lábios dela. — Gostou?
— A gente tem que fazer de novo — ela disse, sorrindo, e me abraçou bem forte, colando o corpinho suado e leitoso no meu.
_______________
Hahaha! Que puta safada que a Estefy é, o que acharam? Mil obrigadas por ler e lembrem-se: uns comentários me animam a continuar a história, porque quero saber o que vocês tão curtindo e o que pensam enquanto leem, haha. Salve, galera! Até a semana que vem!
http://www.poringa.net/posts/relatos/2830339/Hermanos-sin-tabu--cap-2.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2834116/Hermanos-sin-tabu--capitulo-3.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2840245/Hermanos-sin-tabu-cap-4.html
http://www.poringa.net/posts/relatos/2846752/Hermanos-sin-tabu-cap-5.htmlLá pelo meio-dia, a tensão sexual entre todos os membros da família era palpável. Por causa dos tesões que a gente, as mulheres, pegou com o jogo da garrafa, a Ângela e a Lorena não tinham saído do quarto por horas. Se eu encostava meu ouvido na porta do cômodo, dava pra ouvir os murmúrios delas, gemidinhos baixinhos e risadas enquanto transavam. Já que meus pais não estavam porque tinham saído pra comprar umas coisas no centro da cidade, elas duas podiam se dar ao luxo de se revirar na cama sem ninguém encher o saco.
Meu peito batia descontrolado só de imaginar minha gêmea pelada, chupando a buceta da Lorena, ou mamando nos peitos dela como se não houvesse amanhã. Tava nessa, me deliciando com minhas imaginações, quando alguém tocou minhas costas.
— O que cê tá fazendo? — perguntou o Alec, colando o corpo no meu e botando a boca bem perto da minha orelha.
— Tô ouvindo essas duas se divertindo — sussurrei.
As mãos do Alec pousaram na minha cintura e ele colou o ouvido na porta. Os gemidinhos da Ângela eram doces e agudos. A gente morria de vontade de ver o que tava rolando, porque o tesão era tanto que eu não me importaria de fazer parte da sessão delas. Até lembrei como eu tinha fodido a buceta da minha própria irmã, e isso só me esquentou mais ainda, com uma puta vontade de enfiar minha mão entre minhas pernas e me tocar pra aliviar a tensão.
Pelo visto, meu irmão tava na mesma, e ele colou mais ainda em mim, de um jeito que eu sentia a ereção dele nas minhas nádegas. Como se nada fosse, mexi um pouco minha bunda pra incentivar ele a aumentar o pau, e ele percebeu, então a gente se olhou com um sorrisinho safado.
— O que cê acha que tá fazendo, safada?
— Só… tentando me aquecer.
Aquilo podia virar algo mais do que simples flertes. Me virei, tirando o ouvido da porta. Meu irmão me pegou pela cintura e me puxou pra perto dele. Eu enrolei os braços no pescoço dele e me colei no corpo dele. Já que ele era um pouco mais alto que eu, minha boca ficava bem na altura do peito dela e dei uns beijos ali. As mãos dela desceram até meus quadris e continuaram um pouco mais até apertar minha bunda com muita força, apalpando a carne e depois, percorrendo meu pescoço com beijos.
Ele era meu irmão, o homem que eu adorava e que me fazia sentir como uma menina. Eu estava tão excitada que foi difícil não resistir ao impulso de enfiar a mão entre as calças dele e tocar no pau dele, que naquela hora já pulsava e fervia de sangue acumulado. Não pensei em nada naquele momento, como se não conseguisse me conter, porque eu estava tão tesuda que teria fodido meu irmão naquela hora.
Claro que as coisas não puderam continuar assim. Meus pais chegaram bem no meio do amasso e a gente teve que se separar na hora, sem dizer nada. Ele foi pro quarto dele e eu fiquei no corredor, excitada e molhada por culpa do meu irmãozinho.
Mais tarde ele e meu pai foram nadar. Minha mãe decidiu tirar uma soneca. A Ângela e a namorada dela continuavam no quarto, então só estávamos eu e a Estefy, sozinhas no quarto. Ela no laptop dela e eu olhando uma revista de moda.
— Andrea! Olha! — exclamou, apontando pra tela dela —. Eu tava pesquisando um pouco sobre esse lugar e diz que tem uma praia de nudismo bem perto daqui.
— Nudismo? Isso soa bem — olhei o mapa. Não era tão longe. Dava pra ir se a gente quisesse, e pelo olhar da minha irmãzinha, imaginei que era nisso que ela tava pensando —. Tem certeza que consegue ficar pelada na frente de outras pessoas?
— Claro. Vamos! Só a gente. Pega o ônibus e pronto. Voltamos em algumas horas.
— É que… não sei. Eu não curto essa de andar pelada na frente de estranhos. Você é a esquisita que gosta de se exibir.
— Não seja careta. Anda, vamos.
Não demorou muito pra me convencer. Eu adorava minha irmã mais nova, então pensei: por que não?
Apressada por ela, empacotei um pouco de protetor solar, toalhas e outras coisas pra pequena excursão que a gente ia fazer.
Deixamos um Nota na nossa mãe e pegamos o ônibus no ponto da esquina. A Estefy estava muito gostosa, com uma minissaia xadrez e um top. Era uma diva ambulante, e eu invejava a beleza exótica dela, meiga e quase infantil e inocente, como quem não quebra um prato. Passei um braço no pescoço dela e dei um beijinho de leve nos lábios dela. Uns caras que estavam no banco na nossa frente olharam pra gente e riram com expressões alucinadas pelo que viam. Tavam de olho na Estefy.
Chegamos na praia, e tivemos que andar por um caminho de terra e nos enfiar um pouco no mato. O campo nudista estava bem na nossa frente, e era espetacular. Não dava pra ver uma única pessoa vestida. Até as famílias e as crianças andavam peladas. A Estefy sorriu, vitoriosa, e antes que eu pudesse falar qualquer coisa, ela desabotoou a saia, tirou a tanga, o top e o sutiã. Guardou tudo na bolsa.
— O que você está esperando? Vamos nadar, Andrea?
— Bom… já vou, sim.
Envergonhada, tirei o shorts e a camiseta. Não tava usando mais nada, então fiquei nua num piscar de olhos. Olhei o corpinho da minha irmã, tão virgem que quase queria que continuasse assim, com os lábios da buceta ainda bem fechadinhos e a xota depilada. Os peitos dela, que não eram maiores que os meus, estavam firmes, com os biquinhos um pouco durinhos de excitação. Nos demos as mãos e descemos pela pequena duna até a praia. Eu esperava que os olhares se fixassem em nós, mas não foi assim. Acho que o pessoal já tinha perdido a curiosidade, porque todo mundo estava pelado. Até os velhos, o que não era um espetáculo muito agradável pros meus olhos.
De um lado, vi um casal de adultos deitados na areia. A mulher, sem preocupação, massageava as bolas do marido enquanto conversavam. Umas meninas corriam por ali fazendo castelos de areia, um negão passeava pela beira, com o pau imenso balançando. Duas garotas estavam se acariciando passando protetor solar, e muitas outras pessoas tomavam o Só se davam uns mergulhos.
Estefy, que tinha mania de observar os outros, estava no céu, e dava pra ver pelo sorriso de orelha a orelha enquanto olhava pra todo mundo sem exceção. Tirou a toalha da bolsa e se deitou na beira da praia, com as perninhas meio abertas e colocou os óculos de sol.
— Todo mundo tá vendo sua buceta, maninha.
— É pra isso mesmo.
Deitei ao lado dela pra pegar um sol. Vi uns caras passando e dando olhares cheios de tesão pra minha irmã, e pra mim também, o que só me deixava um pouco mais desconfortável, mas com o tempo fui me sentindo menos envergonhada, então também abri um pouco as pernas pra toda a minha pele pegar um bronze. Passei um pouco de protetor solar nos peitos e nas pernas. Estefy tinha ido dar uma volta, ver os corpos dos outros, porque era disso que se tratava uma praia de nudismo, de observar o corpo humano no estado natural dele.
— Tem um casal transando, vem ver.
— Sério?
Segui Estefy até um lugar mais afastado, entre umas pedras. E, de fato, vimos, escondidos dos outros, dois namorados que estavam fodendo. Ela montada nele, cavalgando o pau dele, e o melhor de tudo é que estavam praticando sexo anal. A bunda daquela mulher devia ser bem flexível porque o pênis do homem entrava e saía com muita facilidade. Os gemidos dela eram ouvidos quase no mesmo volume que as ondas quebrando na areia.
Minha irmãzinha estava alucinada, e notei que ela tinha uma mão entre as perninhas. Eu também estava excitada vendo aquele pau se enfiar no cu daquela mulher. Sexo anal era maravilhoso. Eu era quase viciada nisso, já que ainda era virgem. Entregar minha vagina era um presente pro escolhido, mas o resto dos meus buraquinhos não importava.
— Ai — disse Estefy —. Tentei enfiar um dedo no cu e doeu.
— Besta. Tem que lubrificar.
Ela me olhou com um sorriso provocante.
— Me ensina?
— O quê? — fiquei vermelha — Aqui?
— Sim. Por que não?
Sem dizer mais nada, Estefy ficou de quatro e me ofereceu uma Vista panorâmica da bunda dela. Ela até abriu as nádegas, deixando eu ver os lábios apertados e o cuzinho rosado. Minha irmã inteira era um anjo lindo, uma princesinha sexual. Bastou aquela imagem dela pra eu ficar com um tesão do caralho, e desviando o olhar do casal que tava transando, me dediquei a dar prazer pra Estefy.
Primeiro separei bem as nádegas dela, e deixei cair uma gotinha de cuspe na bunda dela. Depois, devagar, dando um beijo nas nádegas dela, deslizei meu dedo anelar no buraquinho dela. Estefy tremeu.
—Nunca fez sexo anal?
—Nunca…
—Então vai doer.
—Não importa. Continua, irmã.
A pequena apoiou o peso na areia. Eu cuspi mais um pouco e comecei a enfiar meu dedo mais fundo no cu dela. Por dentro, ela ardia. Era tão gostoso pra ela e pra mim. Embora reclamasse de dor, logo já tava encantada, e até mexia os quadris pra meu dedo entrar e sair com mais facilidade. Cuspi mais e mais no cuzinho dela até ficar tão lubrificado que consegui enfiar dois dedos. A bucetinha dela soltava gotinhas de lubrificação, que eu corri pra pegar com minha língua. Tinham um gosto tão bom, doces e salgadas ao mesmo tempo.
A gente tava nessa quando dois caras apareceram, e também vinham pelados, com os paus meio duros. Eu me assustei um pouco e fiquei parada, com meus dois dedos enfiados no cu da minha irmãzinha.
—Desculpa —eles se desculparam, visivelmente envergonhados —. A gente não queria ver, tchau.
—Espera —disse Estefy —. Fiquem. Vocês têm que me olhar.
—Estefy! O que você acha que tá fazendo? —reclamei.
—São meus gostos. Você continua. Deixa eles olharem. É excitante, você vai ver —garantiu com um sorriso.
Eu não tava muito de acordo com desconhecidos me olhando, mas por outro lado os caras se aproximaram e sentaram nas pedras.
—Então… só olhar.
Voltei pro que tava fazendo, um pouco menos excitada por ter plateia desconhecida. Estefy tava encantada com eles, e sorria enquanto conversava com toda naturalidade. Contou pra eles que Somos irmãs, e estávamos aqui admirando a paisagem e nos divertindo. Aos poucos, os dois caras começaram a se interessar mais pela minha irmãzinha do que pelo que eu estava fazendo, embora as rolas deles começassem a crescer. A do moreno, sem dúvida, era a melhor, grossa e não tão comprida. Do jeito que eu gosto. A do amigo dele era menos grossa, mas mais longa, com uma cabeça rosada enorme. Os dois tinham uns ovos enormes pendurados, bem lisinhos.
— Então… vocês querem participar? — disse a Estefy. Tirei meus dedos dela.
— Ei, não fala isso.
Ela se aproximou do meu ouvido.
— Por favor, deixa eles meterem no meu cu.
— Estefy…
— Você disse que eu devia experimentar coisas novas. Vai, vamos. Tô com muita vontade. Por favor, por favor, por favor.
Ouvir minha própria irmã mais nova implorando pra eu deixar ela fazer sexo anal era estranho, e ao mesmo tempo cômico. Revirei os olhos e depois olhei pras rolas dos caras, que já estavam prontas pra ação. Os filhos da puta até estavam se masturbando devagar enquanto conversavam entre si.
— Ei — falei pra eles —. O trato é esse. Vocês podem fazer sexo anal na minha irmãzinha, mas só isso, ok?
— Combinado — riram os dois.
Estefy, a putinha, piscou um olho pra mim e se ajoelhou de quatro, toda vadia. O cara da rola mais comprida se aproximou por trás, separou as nádegas dela e, de uma só vez, deslizou o membro no cu da minha irmã. Ela gritou de dor e eu me assustei.
— Tem mais cuidado, imbecil!
— Tô bem — riu Estefy —. Deixa eu me mexer.
O rapaz ficou parado, e foi ela quem começou a ir pra frente e pra trás, marcando o ritmo. Fiquei de lado vendo ele perfurar a minha irmã, que já começava a gemer como uma cadela no cio. A vozinha doce dela soltava gemidos gostosos que até me excitavam.
O outro rapaz, o da rola grossa, se ajoelhou e aproximou o membro da boquinha da garota, que não perdeu tempo e começou a chupar como se fosse uma mamadeira. De certa forma, ver a Estefy com seus olhinhos Fechados de prazer, devorando aquele pedaço de carne que mal cabia, acabou sendo excitante demais pra mim. Deitei de lado e abri minhas pernas. Quis não ser virgem pra poder enfiar os dedos até o fundo. Tive que me contentar, olhando fixamente pra minha irmã, lembrando como ela era quando criança, doce, carismática, divertida e risonha brincando com suas bonequinhas e xícaras de chá.
E agora aquela mesma menina, transformada numa jovem mulher, tava recebendo pica pelos dois lados. E tava adorando! O de trás empurrava com o pau e fazia a pica do parceiro afundar mais na boca da Estefy. Ela tirava pra respirar e logo depois voltava ao que tava fazendo.
Assim a gente passou um tempão, com os gemidos dela me deixando louca. Num certo momento o cara perguntou:
— Posso gozar dentro do teu cu, love?
— Pode… ah! goza!
Ele começou a furar ela mais rápido. A cara dele ficou vermelha. Estefy soltou a outra pica e começou a gemer mais forte. Daí o homem ficou imóvel, com os olhos virados e as mãos nas bundas da garota. O pau dele bombeava porra pra dentro da minha irmãzinha doce e linda.
Depois ele tirou. Na hora, gotinhas de cum escorriam da bunda da Estefy.
— Isso… foi foda.
— Agora é minha vez — disse o outro cara.
— Não… chega. Tô doendo bastante — falou Estefy e sentou do meu lado, ofegante e com o rosto corado.
O outro rapaz, que tinha ficado com o pau duro, não tava afim de parar a ereção.
— Vem — falei, e ele, sorrindo todo galã, se aproximou. Engatinhei até ele, me ajoelhei e meti a cabeça do pau na boca.
Desde que vi ele, já tinha me atraído um pouco, então chupei com vontade, os olhinhos fechados e saboreando aquela sensação de não conseguir comer ele todo por causa do tamanho. Ele segurou meu cabelo e começou a marcar o ritmo. Deixei ele me controlar e depois desci até as bolas dele. Amo testículos bem grandes, quanto maior melhor, e os desse cara eram de um tamanho bom, viris e quentes. De repente, senti outra língua passeando junto com a minha. Era a Estefy. A putinha tava tentando roubar meu aperitivo, e por um momento competimos pra ver quem enfiava o pau na boca primeiro. De novo, parecíamos duas menininhas brincando e disputando um sorvete. Rimos, se divertindo, e aí eu desisti. Estefy mamou a rola e eu chupei os ovo do cara. O amigo dele, vendo como a gente tava excitada, começou a bater uma enquanto passava a mão na minha bunda e tentava enfiar os dedos na minha buceta. Falei que era virgem, então nem tentasse.
Minha irmãzinha e eu chupamos a pica daquele homem por um bom tempo, até que, sem aviso, o cara gozou na nossa cara. A gente ficou abraçadinha, bochecha com bochecha, enquanto uma descarga de porra quente caía no nosso rosto. Estefy já foi saboreando na hora, e eu também, porque escorria pelo nosso pescoço, pegajoso e doce.
— E aí? — perguntei pra minha irmã amada enquanto limpava com minha língua um pouco de sêmen dos lábios dela. — Gostou?
— A gente tem que fazer de novo — ela disse, sorrindo, e me abraçou bem forte, colando o corpinho suado e leitoso no meu.
_______________
Hahaha! Que puta safada que a Estefy é, o que acharam? Mil obrigadas por ler e lembrem-se: uns comentários me animam a continuar a história, porque quero saber o que vocês tão curtindo e o que pensam enquanto leem, haha. Salve, galera! Até a semana que vem!
16 comentários - Hermanos sem tabu cap 6
Me calentó mucho Estefy...