Sonho que tive (1) (travesti + foto)

Isso sim que começou bem. Como diz o título, cada um leva a imaginação pra onde quer, só a imaginação. Bom, agora a história.

Aqui sozinho à noite, imaginando como foi aquele encontro no banheiro com ela. A história é mais ou menos assim: cheguei na casa umas 21:30, já era bem noite, tava muito frio, uma geada tremenda, daquelas típicas de inverno. Apertei a campainha e esperei uns segundos. Dois minutos e ninguém aparecia. Apertei de novo e ouvi uns passos apressados vindo abrir a porta. Fiquei na dúvida se tinha acontecido algo grave ou se ela só não tinha ouvido a campainha. A porta se abriu e lá estava ela, com um roupão amarelo e uma toalha branca na cabeça, o rosto meio molhado. Ela me fez entrar e disse pra esperar, que tava tomando banho. Fui pra sala de estar dela, olhei tudo ao redor pra ver se achava algo pra matar o tempo, qualquer coisa era interessante. Tinha uma mesa redonda com quatro cadeiras, a cozinha com o exaustor, um armário à direita, o micro-ondas do lado de um aparelho de som Sony. A cozinha era bem montada.

Esperando ela terminar o banho, não aguentei e fui até o banheiro. Sentia a água batendo nos azulejos. Bati na porta e ela disse: "entra". Abri devagar, o vapor bateu na minha cara e um cheiro de shampoo entrou no meu nariz. Ela só afastou a cortina do chuveiro, umas três argolas, e dava pra ver só o rosto dela. Ela perguntou: "aconteceu algo?" Não, mas tô entediado lá embaixo, não sei como ligar a televisão. Ela só sorriu e voltou pro chuveiro. Eu fiquei parado ali, esperando. Não sei, pensei: "vou embora? Fico? Sou um idiota ansioso?" E ouvi ela dizer: "fecha a porta, o vapor tá escapando." Me perguntei de novo: "entro ou fico fora?" Vai logo, tô com frio!

Entrei e fechei a porta. Me fiz de idiota, fingindo que tava me olhando no espelho, quando ouvi as argolas da cortina se abrirem. Aquele "chiiggggggg" de uma vez só.

Olhei pra minha direita e vi um corpo todo molhado saindo. Mão, como pode? As partes íntimas dela me dizem: "O que cê tá fazendo aqui?" Pensei que você tava me esperando lá embaixo, como você disse pra eu fechar a porta, entrei e fechei. Ficamos uns segundos em silêncio e os dois começamos a rir pra caralho. Aproveitei o momento de nervosismo e fiz um sinal pra ela se secar e continuei me olhando no espelho. Ela veio por trás, me pegou pela cintura na altura do umbigo, de costas pra ela, e me deu um beijo no pescoço. Subiu as mãos pelas minhas costas, a umidade do corpo dela e das mãos molhou minha roupa, já que eu tava seco. Ela desceu de novo, levantou minha camiseta devagar, tirou e jogou de lado como se incomodasse. Me virei e a gente se fundiu num beijo. Senti como a saliva dela e o creme dental que ela usa ficavam deliciosos na hora do beijo. Logo depois, encostei ela no meu corpo, senti a umidade misturada com sabonete, xampu e água, e pra completar um calorzinho que o corpo dela emanava. Com as mãos, ela tirou meu cinto e baixou tudo de uma vez. Fiquei como Deus me trouxe ao mundo, tava meio dura. Ela logo tratou de deixar ela duríssima. Se ajoelhou, chupando primeiro os ovos, passando o rosto todo por eles. Parecia que ela tava com uma vontade do caralho, ou será que foi o lugar e a situação que geraram isso? Começou com gargantas profundas até o nariz dela bater no meu púbis. Olhei pra baixo, ela tava com os olhos cheios de lágrimas, a cara toda lambuzada de saliva, parecia uma gata no cio. Subiu, passando beijinhos gostosos pela minha barriga, peito, pescoço, até chegar na minha boca. E agora sim, tinha cheiro de pinto na boca dela misturado com saliva. Ela se virou, mostrou a bunda e começou a andar pro chuveiro, que já tava desligado. Apoiou primeiro a mão direita no azulejo, depois a outra, esticando a bunda bem pra trás. Quase correndo, enfiei a cara inteira na bunda branca dela, com cheiro de sabonete. Comecei mordendo os lados, como se fosse um doce. Não tinha um pelo, que delícia, um manjar. Ela só soltava gemidos fininhos que viravam uma respiração forte. Isso me... Deixa ele louco, é sinal que ela adora. Levantei o olhar, que privilégio. As nádegas brancas dela com a marca da calcinha fio dental, porque pegou sol. As costas finas com um quadril bem marcado e as panturrilhas definidas. Ela se vira, fica de frente pra mim, senta na borda do chuveiro, uns 30 cm de azulejo. Passa uma perna pra direita e outra pra esquerda. Faço o mesmo, e só faltava meter meu pau pra dentro. Quando dou uma olhada, vejo o pênis duro dela, as bolas balançando e um cu cheio de saliva. Mais pra cima, vejo o piercing e o umbigo dela, com uma barriga chapada. Mais acima, os peitinhos dela com os mamões durinhos e uma cara de puta inesquecível. Aproximo o pau no cu dela e empurro. Custou no começo, mas depois entrou tudo. Bombeio devagar, depois bem forte, e volto pro ritmo lento. Ela quase coloca as pernas atrás da nuca. Aquela imagem de vê-la tão aberta e gritando me deixava louco. Ela se masturbava como nunca antes e gritava que ia gozar. Quando ela me para, me manda deitar pra trás. Apoio minhas costas nos azulejos e ela senta em cima de uma vez. Senti como se ela tivesse cravado o pau inteiro e começou a pular. Literalmente, eu ia gozar naquele momento, quando senti que ela parou e gozou toda na minha barriga, nos peitorais e parte do pescoço. As pernas dela ficaram tremendo por uns momentos. Ela se virou e, de quatro, se entregou pra mim. Comecei a foder como nunca antes. Apertava as nádegas dela, apalpava e dizia que ela era uma puta de merda, e ela só gritava. Dei uns tapas bem gostosos até sentir que tava vindo. Meti, meti, meti até explodir de uma vez toda a porra nas costas dela. Me joguei no chão e ela veio, se jogou em cima de mim e me beijou. Ficamos uns 10 minutos largados.Sonho que tive (1) (travesti + foto)

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