Faz umas duas semanas, encontrei na saída da academia o namorado de uma colega minha da faculdade.
Pra quem não lembra, essa mina foi minha colega desde que começamos a faculdade, e ano passado eu me juntava com ela direto pra fazer trabalhos pra entregar.
Nunca fomos grandes amigas, éramos mais colegas mesmo. Até contávamos algumas coisas uma pra outra, mas ela era mais na dela com os assuntos particulares, quase não me contava nada. Só sabia que tinha namorado há uns anos.
Num dos nossos encontros, conheci o namorado dela quando ele foi buscá-la no meu apê. Uma vez, a gente ficou na casa dela com o namorado, a sós, porque ela tava tomando banho pra ir junto com ele pra um aniversário, e acabei dando um boquete nele.
Depois disso, descobri que o cara morava bem perto do meu bairro, então marcamos um dia e nos vimos. Claro que a gente transou com uma vontade do caralho. Depois disso, a gente se viu mais uma vez.
Como eu tava contando, naquele dia, quando eu tava entrando na academia, ele tava saindo:
- Delfi! Quanto tempo, hein?
- Oi! Tudo bem, vou malhar um pouco. E você?
- A mesma coisa, mas já terminei, haha. Outro dia toquei a campainha no seu apê, mas ninguém atendeu.
- Me mudei, porra! Haha. Em janeiro.
- Não sabia! Por quê? Que pena, já não somos mais vizinhos.
- Porque minha irmã veio morar aqui, então estamos juntas num apê maior.
- Que legal!!
Continuamos conversando sobre mais umas coisas e ele diz:
- A gente vai casar!
- Awww! Sério??? Não sabia nadaaaaaaa! Parabéns!!!
- Valeu, valeu!
- Quando é a data?
- 29 de março, falta pouco! Tô nervoso, haha. Quando você vai me dar meu presentinho de despedida?
- Como é?
- Haha, tô brincando!
- Se quiser, te faço uma festa...
- Não, aquilo rolou uma vez e nunca mais.
- Foram duas vezes mais o boquete.
- Bom, essas três e só.
- Do jeito que você quiser! Vou malhar!
- Que horas você termina? - Daqui 45 min, você me espera aqui fora e a gente vai pro apê?
- Beleza... vou pra casa tomar um banho e volto
Mais ou menos uma hora e pouco depois, já tava no meu apê.
A gente tava bem desesperado. Um encontro com esse nível de adrenalina esquenta demais. Não deu nem pra chegar no apê, no elevador já começamos a nos agarrar violentamente, ele me encurralou me apalpando toda, enquanto a gente não parava de se beijar.
Eu passava a mão na pica dele por cima da calça, que tava dura pra caralho. Como não aguentei, enfiei a mão dentro e comecei a tocar ela toda, pele com pele, só rezando pra não trombar ninguém. Finalmente a porta do elevador abriu, e sem parar de nos beijar, entramos no apê.
Olhei e escutei por um instante: a Cami parecia que não tava.
"Sua irmã?", ele falou meio preocupado, meio com vontade de que ela estivesse no apê. "Ela não deve estar", respondi.
Na hora ele tirou minha regata e sutiã num instante, e como é de costume com qualquer cara que eu fico, começou a tocar e chupar desesperadamente minhas tetas.
Ele me apertou contra a parede enquanto apertava, chupava, sugava e mordia elas. Eu comecei a morder meus lábios e gemer, sem parar de olhar como a cabeça dele tava enterrada nos meus peitos. Ser tocada e amassada desse jeito me excita pra caralho.
Depois ele começou a me beijar enquanto passava a mão na minha buceta por cima da legging que eu tava usando. Como a legging era super apertada e eu não tava de calcinha, a buceta marcava toda e ele conseguia pegar bem e apertar. Isso me deixou louca! Começamos a nos beijar com muita língua, totalmente quentes!
Na hora eu parei ele, me abaixei e desabotoei a calça dele. Peguei a pica dele com a mão e tirei pra fora. Comecei então devagar a bater uma pra ele, sem tirar o olho dele. "Vou te deixar seco", falei sem parar de bater uma.
Finalmente enfiei a pica toda de uma vez dentro da minha boca. "Que gostoso como você engole de uma vez", ele fala. enquanto eu não parava de chupar ela. De uma bocada só, comecei a fazer garganta profunda, enfiando a rola inteira dela pra dentro.
Depois peguei de novo com a mão e comecei a chupar bem a cabeça dela, sugando bem forte. Aí ela começou a se contorcer de prazer, enquanto me chamava de puta. "Como você gosta de rola, pelo amor!", ela dizia sem parar de olhar toda a situação.
Depois de brincar mais um pouco com o pau dela, ela me fez levantar e baixou minha legging até a altura dos joelhos. Eu ainda estava com os tênis calçados. Ela me virou e, me jogando contra a parede, começou por trás a me tocar a buceta, enquanto me segurava e puxava meu cabelo pra trás. "Você gosta, puta?", ela dizia enquanto não parava de esfregar toda a minha buceta.
Eu comecei a gemer e pedia pra ela meter, mas o cara continuava esfregando, fazendo minha desesperação por ser penetrada aumentar cada vez mais. "Me come, porra, mete logo que não aguento mais", implorei.
Finalmente chegou o momento, ele colocou uma camisinha e apoiou a ponta do pau na minha buceta, eu ainda estava de costas pra ele. Bem devagar ele começou a empurrar e a rola dele começou a entrar. Depois de meter tudo, começaram as bombadas.
Eu comecei a gemer como uma puta enquanto o cara me comia num ritmo constante e sem pausa. "Puta, puta, vou te foder a tarde inteira", ele gritava enquanto não parava de meter.
Eu estava com os peitos apoiados na parede, com as costas levemente arqueadas e a cabeça pra trás, porque o cara puxava meu cabelo. Minhas pernas, um pouco separadas e com a legging ainda nos joelhos.
Depois de me deixar um tempo assim, ele tirou minha legging de vez e me fez sentar no sofá. Aí ele pegou minhas pernas e abriu o máximo que dava. Ele empurrou e o pau dele entrou de novo.
Eu estava totalmente pelada, ainda com os tênis calçados. O cara me agarrou pelos peitos enquanto não parava de me penetrar e me olhar fixo nos olhos. "Ai! Ai! Continua assim que eu gozo", falei gritando e gemendo ao mesmo tempo.
Já não aguentava mais, tava puta que só a porra, excitada pra caralho, prestes a gozar. Finalmente, depois de umas metidas, cheguei ao orgasmo. Deve ter gritado aquele orgasmo por mais de um minuto. "Finalmente, não dava mais", falei sorrindo enquanto ele me preparava pra outra posição.
Sem sair do sofá, ele me colocou de quatro dessa vez. De novo me pegou pela cintura fina e pelo cabelo, mas dessa vez o nível de violência aumentou, puxou demais pra trás, fazendo doer pra valer. Gritei, mas de dor, enquanto ao mesmo tempo ele metia em mim de quatro. "Vadia, tá doendo?", ele falou enquanto começou a me comer violentamente.
O cara tava louco, metendo sem parar sem soltar meu cabelo. Doía pra caralho ele fazer tanta força, mas a excitação era maior, então deixei passar. Essas coisas me excitam.
Depois soltou meu cabelo e me agarrou com as duas mãos na cintura, vendo como o pau dele entrava e saía. Eu gemia que nem uma puta, pedindo pra ele me comer mais e mais forte, e ele respondia me comendo de forma ainda mais violenta. Começou a dar tapas na minha bunda, enquanto me chamava de a maior vadia.
No meio de tudo isso, senti que além do pau dele, um dedo entrava na minha bunda. "Ai, devagar", falei. Mas o cara acho que nem me ouviu. Quando fui ver, ele tinha enfiado o dedo inteiro dentro da minha bunda. "Vou arrebentar teu cu", ele falou.
Eu não respondi, só gemia de tanta excitação que tava. O dedo dele começou a entrar e sair mais rápido, enquanto minha bunda ia se acostumando. A parada mudou quando ele quis enfiar dois dedos. "Onde cabem dois dedos, cabe o pau." Isso custou mais, ainda mais que só tava lubrificando com saliva.
Pedi pra ele deixar eu pegar o lubrificante, então ele topou e fui buscar no meu quarto. Antes de voltar pra sala, o cara já tava no meu quarto. Começou então a passar lubrificante na minha bunda enquanto, de novo de quatro, continuava me fodendo.
Depois de umas Depois de mais uns putaços, e completamente tesuda porque iam me comer de cu, gozei de novo. Esse orgasmo foi ainda mais intenso. Minhas pernas tremeram um pouco, mas ele não teve pena e continuou me comendo na hora.
Na mesma hora, ele tirou a pica e começou a empurrar pra entrar no meu cu. Eu agarrei os lençóis com as mãos e comecei a apertá-los por causa da dor que tava sentindo com ele me penetrando no cu.
Finalmente, ele conseguiu enfiar a pica até o fundo. Lá estava eu, com cara de dor, de quatro, com a pica inteira dentro do cu.
Depois de meter tudo, a pica começou a entrar e sair. No começo devagar, depois com o cu mais aberto, começou a bombar rapidinho. Eu comecei a gritar mais que gemer, tava doida. Fico louca quando me arrebentam o cu.
O cara não aguentou muito. Depois de uns minutos metendo no cu, ele falou que ia gozar. Mandei ele tirar a pica do cu, ele tirou a camisinha e eu comecei a chupar.
Depois, ele começou a bater punheta enquanto eu ficava de boca aberta esperando toda a porra.
Depois de um tempinho de masturbação, ele segurou minha cabeça por trás e soltou um jorro grosso de porra dentro da minha boca. Mais dois jorros bem generosos entraram depois na minha boca. E outros dois, já com pouca porra, foram no meu rosto.
Aí eu olhei fixo nos olhos dele, com a boquinha aberta, mostrando como tava toda a porra dele na minha boca, e sem tirar o olho dele, engoli tudo.
Nós dois deitamos na minha cama depois, precisávamos descansar um pouco. Távamos pelados, e ainda tinha vontade de continuar fudendo. Ficamos uns 10 minutos na boa, e aí comecei a tocar na pica dele. Queria mais.
Na mesma hora, ele ficou durão de novo. Bati uma punheta nele por um tempo e depois montei em cima dele.
Devagar, fui me sentando na pica dele, enfiando tudo. Com a pica toda dentro, comecei a esfregar o clitóris, enquanto meus gemidos recomeçavam.
Depois, colocando meus peitos bem na altura da boca dele, comecei a mexer bem rapidinho, de cima pra baixo, fazendo a rola inteira entrar e sair quase por completo. Depois com movimentos circulares do meu quadril, enquanto ele chupava todas as minhas tetas. De vez em quando ele mordia meus bicos.
Depois de ter ele assim por um bom tempo, cavalgando sem parar, me virei, e ainda por cima e de costas pra ele, comecei de novo com movimento de cima pra baixo. Enquanto isso, ele agarrava as minhas nádegas, apertando tudo.
Ele me fez levantar então e agora eu de barriga pra cima e com as pernas de lado, começou a me penetrar. Em 5 minutos eu gozei de novo. Pedi pra ele dar uma segurada, tirar a rola porque eu já tava tremendo toda pelo meu terceiro orgasmo. Ele nem ligou. Colocou minhas perninhas no ombro e continuou metendo.
Depois de mais um tempo assim, chegou a vez do cu de novo. Ele tirou a rola, e eu ainda na mesma posição, começou a me comer de novo. Já tava doendo e ardendo tudo a essa altura. Tinha gozado 3 vezes e minha buceta precisava de um descanso. Por isso, veio a calhar ele me comer de novo.
O pau dele entrava e saía do meu cu, eu olhava pra ele e ele repetia sem parar: "Tô rasgando teu cu, puta, tô rasgando teu cu".
Depois ele tirou a rola do meu cu e tirou a camisinha. Eu pensei que ia gozar nas minhas tetas ou na barriga, mas não. Ele aproximou o pau do meu cu e perguntou se podia meter sem camisinha. Não hesitei. Falei que sim e na hora ele enterrou a rola no meu cu sem camisinha. A sensação da carne do pau dele foi algo de louco.
E a situação foi demais pra ele. Depois de algumas estocadas, começou a acelerar o ritmo enquanto me dizia que ia gozar. Finalmente, ele gozou dentro do meu cu. Eu pude sentir todo o sêmen entrando no meu cu.
Depois de gozar, ficou mais um tempão, metendo o pau já meio mole, enquanto não parava de olhar pro meu cu todo cheio de porra.
Depois disso, fui no banheiro me limpar enquanto ele se jogou na cama. No No chão do meu quarto estavam as duas camisinhas que a gente tinha usado.
O magrelo tava com o celular na mão, respondendo as mensagens da namorada que tava perguntando o que ele tava fazendo. Ele aproveitou pra me contar e disse que tinha falado que tava em casa, porque ia tomar banho.
A gente ficou um tempão na cama até ouvir o barulho da porta do apartamento abrindo. Era a Cami. Eu levantei na hora, e enquanto ela me via pelado com o tênis calçado, eu fechei um pouco a porta pra não aparecer tanto.
"Que estranho você transando", ela falou rindo.
Pouco depois comecei a brincar de novo com a pica do cara. Dessa vez foi mais difícil ele ficar duro. Depois de uma chupada com bastante cuspe e muita punheta, consegui deixar ele todo durinho. Mas meus planos eram outros.
Comecei a chupar com toda dedicação, até que vi minha irmãzinha chegar perto do quarto e abrir a porta. Ela ficou ali, com a porta aberta mas sem entrar no quarto, só olhando eu chupar a pica do magrelo.
O namorado da minha colega não entendia nada. Tava meio vermelho de vergonha da minha irmã estar nos vendo.
Enquanto eu chupava e chupava igual um picolé de água, a Cami continuava ali olhando fixo pra pica do cara.
O magrelo olhava pra mim e olhava pra Cami. Daí começou a falar que tava perto de gozar, que não ia aguentar muito mais. Falava comigo, mas não parava de olhar pra minha irmãzinha.
Na hora que ele falou isso, a Cami chegou perto de mim e pediu se podia pegar. A gente fez o magrelo levantar, e as duas agachadas, eu continuei chupando enquanto a Cami, a poucos centímetros, via tudo.
"Ai, meu Deus, não aguento mais", o magrelo falou. Eu peguei a pica dele e comecei a bater uma punheta, apontando a ponta do pau pra boca da Cami, que já tava toda aberta.
Depois de um pouco de masturbação, ele soltou uns dois jatos de porra direto na boca dela enquanto outros dois (com menos gozo) chegaram a roçar no rosto dela, mais um pouco. caiu no chão.
Cami se levantou e, olhando pra ele de boca aberta, engoliu tudo. Ela foi então pro banheiro e nós, eu e o magrelo, começamos a nos vestir. "Que gostosinha sua irmãzinha.", ele me disse rindo. "Uma mina maneira!", eu respondi rindo.
Depois de vestidos, acompanhei ele lá embaixo pra me despedir. Quando ele tava indo embora, gritou pra mim:
"Qualquer dia desses minha namorada te entrega o convite pro nosso casamento!
Pra quem não lembra, essa mina foi minha colega desde que começamos a faculdade, e ano passado eu me juntava com ela direto pra fazer trabalhos pra entregar.
Nunca fomos grandes amigas, éramos mais colegas mesmo. Até contávamos algumas coisas uma pra outra, mas ela era mais na dela com os assuntos particulares, quase não me contava nada. Só sabia que tinha namorado há uns anos.
Num dos nossos encontros, conheci o namorado dela quando ele foi buscá-la no meu apê. Uma vez, a gente ficou na casa dela com o namorado, a sós, porque ela tava tomando banho pra ir junto com ele pra um aniversário, e acabei dando um boquete nele.
Depois disso, descobri que o cara morava bem perto do meu bairro, então marcamos um dia e nos vimos. Claro que a gente transou com uma vontade do caralho. Depois disso, a gente se viu mais uma vez.
Como eu tava contando, naquele dia, quando eu tava entrando na academia, ele tava saindo:
- Delfi! Quanto tempo, hein?
- Oi! Tudo bem, vou malhar um pouco. E você?
- A mesma coisa, mas já terminei, haha. Outro dia toquei a campainha no seu apê, mas ninguém atendeu.
- Me mudei, porra! Haha. Em janeiro.
- Não sabia! Por quê? Que pena, já não somos mais vizinhos.
- Porque minha irmã veio morar aqui, então estamos juntas num apê maior.
- Que legal!!
Continuamos conversando sobre mais umas coisas e ele diz:
- A gente vai casar!
- Awww! Sério??? Não sabia nadaaaaaaa! Parabéns!!!
- Valeu, valeu!
- Quando é a data?
- 29 de março, falta pouco! Tô nervoso, haha. Quando você vai me dar meu presentinho de despedida?
- Como é?
- Haha, tô brincando!
- Se quiser, te faço uma festa...
- Não, aquilo rolou uma vez e nunca mais.
- Foram duas vezes mais o boquete.
- Bom, essas três e só.
- Do jeito que você quiser! Vou malhar!
- Que horas você termina? - Daqui 45 min, você me espera aqui fora e a gente vai pro apê?
- Beleza... vou pra casa tomar um banho e volto
Mais ou menos uma hora e pouco depois, já tava no meu apê.
A gente tava bem desesperado. Um encontro com esse nível de adrenalina esquenta demais. Não deu nem pra chegar no apê, no elevador já começamos a nos agarrar violentamente, ele me encurralou me apalpando toda, enquanto a gente não parava de se beijar.
Eu passava a mão na pica dele por cima da calça, que tava dura pra caralho. Como não aguentei, enfiei a mão dentro e comecei a tocar ela toda, pele com pele, só rezando pra não trombar ninguém. Finalmente a porta do elevador abriu, e sem parar de nos beijar, entramos no apê.
Olhei e escutei por um instante: a Cami parecia que não tava.
"Sua irmã?", ele falou meio preocupado, meio com vontade de que ela estivesse no apê. "Ela não deve estar", respondi.
Na hora ele tirou minha regata e sutiã num instante, e como é de costume com qualquer cara que eu fico, começou a tocar e chupar desesperadamente minhas tetas.
Ele me apertou contra a parede enquanto apertava, chupava, sugava e mordia elas. Eu comecei a morder meus lábios e gemer, sem parar de olhar como a cabeça dele tava enterrada nos meus peitos. Ser tocada e amassada desse jeito me excita pra caralho.
Depois ele começou a me beijar enquanto passava a mão na minha buceta por cima da legging que eu tava usando. Como a legging era super apertada e eu não tava de calcinha, a buceta marcava toda e ele conseguia pegar bem e apertar. Isso me deixou louca! Começamos a nos beijar com muita língua, totalmente quentes!
Na hora eu parei ele, me abaixei e desabotoei a calça dele. Peguei a pica dele com a mão e tirei pra fora. Comecei então devagar a bater uma pra ele, sem tirar o olho dele. "Vou te deixar seco", falei sem parar de bater uma.
Finalmente enfiei a pica toda de uma vez dentro da minha boca. "Que gostoso como você engole de uma vez", ele fala. enquanto eu não parava de chupar ela. De uma bocada só, comecei a fazer garganta profunda, enfiando a rola inteira dela pra dentro.
Depois peguei de novo com a mão e comecei a chupar bem a cabeça dela, sugando bem forte. Aí ela começou a se contorcer de prazer, enquanto me chamava de puta. "Como você gosta de rola, pelo amor!", ela dizia sem parar de olhar toda a situação.
Depois de brincar mais um pouco com o pau dela, ela me fez levantar e baixou minha legging até a altura dos joelhos. Eu ainda estava com os tênis calçados. Ela me virou e, me jogando contra a parede, começou por trás a me tocar a buceta, enquanto me segurava e puxava meu cabelo pra trás. "Você gosta, puta?", ela dizia enquanto não parava de esfregar toda a minha buceta.
Eu comecei a gemer e pedia pra ela meter, mas o cara continuava esfregando, fazendo minha desesperação por ser penetrada aumentar cada vez mais. "Me come, porra, mete logo que não aguento mais", implorei.
Finalmente chegou o momento, ele colocou uma camisinha e apoiou a ponta do pau na minha buceta, eu ainda estava de costas pra ele. Bem devagar ele começou a empurrar e a rola dele começou a entrar. Depois de meter tudo, começaram as bombadas.
Eu comecei a gemer como uma puta enquanto o cara me comia num ritmo constante e sem pausa. "Puta, puta, vou te foder a tarde inteira", ele gritava enquanto não parava de meter.
Eu estava com os peitos apoiados na parede, com as costas levemente arqueadas e a cabeça pra trás, porque o cara puxava meu cabelo. Minhas pernas, um pouco separadas e com a legging ainda nos joelhos.
Depois de me deixar um tempo assim, ele tirou minha legging de vez e me fez sentar no sofá. Aí ele pegou minhas pernas e abriu o máximo que dava. Ele empurrou e o pau dele entrou de novo.
Eu estava totalmente pelada, ainda com os tênis calçados. O cara me agarrou pelos peitos enquanto não parava de me penetrar e me olhar fixo nos olhos. "Ai! Ai! Continua assim que eu gozo", falei gritando e gemendo ao mesmo tempo.
Já não aguentava mais, tava puta que só a porra, excitada pra caralho, prestes a gozar. Finalmente, depois de umas metidas, cheguei ao orgasmo. Deve ter gritado aquele orgasmo por mais de um minuto. "Finalmente, não dava mais", falei sorrindo enquanto ele me preparava pra outra posição.
Sem sair do sofá, ele me colocou de quatro dessa vez. De novo me pegou pela cintura fina e pelo cabelo, mas dessa vez o nível de violência aumentou, puxou demais pra trás, fazendo doer pra valer. Gritei, mas de dor, enquanto ao mesmo tempo ele metia em mim de quatro. "Vadia, tá doendo?", ele falou enquanto começou a me comer violentamente.
O cara tava louco, metendo sem parar sem soltar meu cabelo. Doía pra caralho ele fazer tanta força, mas a excitação era maior, então deixei passar. Essas coisas me excitam.
Depois soltou meu cabelo e me agarrou com as duas mãos na cintura, vendo como o pau dele entrava e saía. Eu gemia que nem uma puta, pedindo pra ele me comer mais e mais forte, e ele respondia me comendo de forma ainda mais violenta. Começou a dar tapas na minha bunda, enquanto me chamava de a maior vadia.
No meio de tudo isso, senti que além do pau dele, um dedo entrava na minha bunda. "Ai, devagar", falei. Mas o cara acho que nem me ouviu. Quando fui ver, ele tinha enfiado o dedo inteiro dentro da minha bunda. "Vou arrebentar teu cu", ele falou.
Eu não respondi, só gemia de tanta excitação que tava. O dedo dele começou a entrar e sair mais rápido, enquanto minha bunda ia se acostumando. A parada mudou quando ele quis enfiar dois dedos. "Onde cabem dois dedos, cabe o pau." Isso custou mais, ainda mais que só tava lubrificando com saliva.
Pedi pra ele deixar eu pegar o lubrificante, então ele topou e fui buscar no meu quarto. Antes de voltar pra sala, o cara já tava no meu quarto. Começou então a passar lubrificante na minha bunda enquanto, de novo de quatro, continuava me fodendo.
Depois de umas Depois de mais uns putaços, e completamente tesuda porque iam me comer de cu, gozei de novo. Esse orgasmo foi ainda mais intenso. Minhas pernas tremeram um pouco, mas ele não teve pena e continuou me comendo na hora.
Na mesma hora, ele tirou a pica e começou a empurrar pra entrar no meu cu. Eu agarrei os lençóis com as mãos e comecei a apertá-los por causa da dor que tava sentindo com ele me penetrando no cu.
Finalmente, ele conseguiu enfiar a pica até o fundo. Lá estava eu, com cara de dor, de quatro, com a pica inteira dentro do cu.
Depois de meter tudo, a pica começou a entrar e sair. No começo devagar, depois com o cu mais aberto, começou a bombar rapidinho. Eu comecei a gritar mais que gemer, tava doida. Fico louca quando me arrebentam o cu.
O cara não aguentou muito. Depois de uns minutos metendo no cu, ele falou que ia gozar. Mandei ele tirar a pica do cu, ele tirou a camisinha e eu comecei a chupar.
Depois, ele começou a bater punheta enquanto eu ficava de boca aberta esperando toda a porra.
Depois de um tempinho de masturbação, ele segurou minha cabeça por trás e soltou um jorro grosso de porra dentro da minha boca. Mais dois jorros bem generosos entraram depois na minha boca. E outros dois, já com pouca porra, foram no meu rosto.
Aí eu olhei fixo nos olhos dele, com a boquinha aberta, mostrando como tava toda a porra dele na minha boca, e sem tirar o olho dele, engoli tudo.
Nós dois deitamos na minha cama depois, precisávamos descansar um pouco. Távamos pelados, e ainda tinha vontade de continuar fudendo. Ficamos uns 10 minutos na boa, e aí comecei a tocar na pica dele. Queria mais.
Na mesma hora, ele ficou durão de novo. Bati uma punheta nele por um tempo e depois montei em cima dele.
Devagar, fui me sentando na pica dele, enfiando tudo. Com a pica toda dentro, comecei a esfregar o clitóris, enquanto meus gemidos recomeçavam.
Depois, colocando meus peitos bem na altura da boca dele, comecei a mexer bem rapidinho, de cima pra baixo, fazendo a rola inteira entrar e sair quase por completo. Depois com movimentos circulares do meu quadril, enquanto ele chupava todas as minhas tetas. De vez em quando ele mordia meus bicos.
Depois de ter ele assim por um bom tempo, cavalgando sem parar, me virei, e ainda por cima e de costas pra ele, comecei de novo com movimento de cima pra baixo. Enquanto isso, ele agarrava as minhas nádegas, apertando tudo.
Ele me fez levantar então e agora eu de barriga pra cima e com as pernas de lado, começou a me penetrar. Em 5 minutos eu gozei de novo. Pedi pra ele dar uma segurada, tirar a rola porque eu já tava tremendo toda pelo meu terceiro orgasmo. Ele nem ligou. Colocou minhas perninhas no ombro e continuou metendo.
Depois de mais um tempo assim, chegou a vez do cu de novo. Ele tirou a rola, e eu ainda na mesma posição, começou a me comer de novo. Já tava doendo e ardendo tudo a essa altura. Tinha gozado 3 vezes e minha buceta precisava de um descanso. Por isso, veio a calhar ele me comer de novo.
O pau dele entrava e saía do meu cu, eu olhava pra ele e ele repetia sem parar: "Tô rasgando teu cu, puta, tô rasgando teu cu".
Depois ele tirou a rola do meu cu e tirou a camisinha. Eu pensei que ia gozar nas minhas tetas ou na barriga, mas não. Ele aproximou o pau do meu cu e perguntou se podia meter sem camisinha. Não hesitei. Falei que sim e na hora ele enterrou a rola no meu cu sem camisinha. A sensação da carne do pau dele foi algo de louco.
E a situação foi demais pra ele. Depois de algumas estocadas, começou a acelerar o ritmo enquanto me dizia que ia gozar. Finalmente, ele gozou dentro do meu cu. Eu pude sentir todo o sêmen entrando no meu cu.
Depois de gozar, ficou mais um tempão, metendo o pau já meio mole, enquanto não parava de olhar pro meu cu todo cheio de porra.
Depois disso, fui no banheiro me limpar enquanto ele se jogou na cama. No No chão do meu quarto estavam as duas camisinhas que a gente tinha usado.
O magrelo tava com o celular na mão, respondendo as mensagens da namorada que tava perguntando o que ele tava fazendo. Ele aproveitou pra me contar e disse que tinha falado que tava em casa, porque ia tomar banho.
A gente ficou um tempão na cama até ouvir o barulho da porta do apartamento abrindo. Era a Cami. Eu levantei na hora, e enquanto ela me via pelado com o tênis calçado, eu fechei um pouco a porta pra não aparecer tanto.
"Que estranho você transando", ela falou rindo.
Pouco depois comecei a brincar de novo com a pica do cara. Dessa vez foi mais difícil ele ficar duro. Depois de uma chupada com bastante cuspe e muita punheta, consegui deixar ele todo durinho. Mas meus planos eram outros.
Comecei a chupar com toda dedicação, até que vi minha irmãzinha chegar perto do quarto e abrir a porta. Ela ficou ali, com a porta aberta mas sem entrar no quarto, só olhando eu chupar a pica do magrelo.
O namorado da minha colega não entendia nada. Tava meio vermelho de vergonha da minha irmã estar nos vendo.
Enquanto eu chupava e chupava igual um picolé de água, a Cami continuava ali olhando fixo pra pica do cara.
O magrelo olhava pra mim e olhava pra Cami. Daí começou a falar que tava perto de gozar, que não ia aguentar muito mais. Falava comigo, mas não parava de olhar pra minha irmãzinha.
Na hora que ele falou isso, a Cami chegou perto de mim e pediu se podia pegar. A gente fez o magrelo levantar, e as duas agachadas, eu continuei chupando enquanto a Cami, a poucos centímetros, via tudo.
"Ai, meu Deus, não aguento mais", o magrelo falou. Eu peguei a pica dele e comecei a bater uma punheta, apontando a ponta do pau pra boca da Cami, que já tava toda aberta.
Depois de um pouco de masturbação, ele soltou uns dois jatos de porra direto na boca dela enquanto outros dois (com menos gozo) chegaram a roçar no rosto dela, mais um pouco. caiu no chão.
Cami se levantou e, olhando pra ele de boca aberta, engoliu tudo. Ela foi então pro banheiro e nós, eu e o magrelo, começamos a nos vestir. "Que gostosinha sua irmãzinha.", ele me disse rindo. "Uma mina maneira!", eu respondi rindo.
Depois de vestidos, acompanhei ele lá embaixo pra me despedir. Quando ele tava indo embora, gritou pra mim:
"Qualquer dia desses minha namorada te entrega o convite pro nosso casamento!
35 comentários - Presente de casamento (#53)
Va punto y no van más porque no me quedaban más por hoy
Muy buena, esa!!!! Quien te dice que en el baño del salon..........
Van 10 puntines
Siiii cualquier mandó a lo última, pero igual sabia que seguro me invitaba porque es copada mi compañera y tenemos una buena relación (si supiera las cosas que le hice al novio)
Lindo relato!
Me muero x romperte el orto a vos y a tu hermanita
Las minas con cara de nena son hermosas
Y si son putitas mejor
de ensueño tener una aventura contigo linda