Trago um novo conto pra vocês 😉 dessa vez deixei o assunto dos primos de lado por um tempo e abordei outra fantasia recorrente. Conto a história de um cara com uma obsessão por gêmeas, e ele tem o azar de se casar e sua mulher ter... Gêmeas! E elas tinham que crescer! O que vocês acham que vai acontecer?
Sei que ficou longo porque gosto de contextualizar bem tudo, mas se vocês são ansiosos, vão direto pra foto, embora tenha situações interessantes no conto todo, daí pra frente começa o pesado 😉
Ele sabia que naquele dia, sua psicanalista ia se divertir. Chegou a hora de contar o difícil, o proibido, sua experiência doentia, por que pra ele, que sempre teve a fantasia das gêmeas, desde a infância, nasceram justamente, gêmeas.
E embora tenha deixado claro que diante do parto duplo essas ideias pecaminosas em torno delas não existiram no início, nem de longe, (Ele podia se excitar com adolescentes, mas não com crianças) elas, pra sua desgraça, tiveram que crescer e se tornar adolescentes pra despertar uma fera adormecida.
Eram mocinhas atrevidas, idênticas, apesar de dar a escolha, sempre quiseram se vestir iguais, reafirmando sua condição, com cabelos loiros em rabos de cavalo, e gostavam de se vestir como menininhas mesmo sendo mais crescidas. Quando começaram a competir com seus corpos pra ver quem tinha atributos maiores, usaram ele como juiz na sala, pegando suas mãos e levando até seus peitinhos.
- Cresceram, né, papai? - Disse Emma, a que tinha nascido uns minutos antes. O homem não soube como reagir e se deixou manipular, sua filha massageava os seios com as grandes mãos do pai em busca de uma resposta, mas antes que ele digerisse algo ou as repreendesse, a segunda, Malena, tirou as mãos dele pra levar até os dela.
- Meus peitos são maiores, não são? - Massageando com mais intensidade. O homem sentiu os mamilos da filha endurecerem sob suas mãos e os beliscou por cima da camiseta, e não era só isso que endurecia.
- Está Difícil, acho que as duas são iguais, que surpresa… — Colocando uma mão no peito de cada uma — Vocês precisam parar de se preocupar com o tamanho dos peitos, o que importa são outras coisas. Vocês são lindas do mesmo jeito. — Beijando as bochechas delas com gosto.
— Então, se não são importantes, por que você continua acariciando elas, papai? — Disse Emma, provocando ele e saindo do sofá com a irmã, rindo. Elas eram assim, como um vendaval, chegavam e, depois de alguns segundos bagunçando tudo, iam embora para o mundinho delas.
E lá ficou o homem, com o calor daqueles peitos jovens nas mãos, se perguntando: O que eu tô fazendo? E o que eu podia fazer pra afastar esses pensamentos? Até que a esposa dele o trouxe de volta à realidade.
— Essas meninas tão terríveis, parece que são mais novas, você não dá corda pra elas, Alberto…
— Eu sei, querida, deixa elas, tão só se divertindo…
— Minha resposta pra, meu problema foi minha esposa, doutora… — Disse ele pra psicanalista naquele dia. — Naquela semana a gente trepou igual coelho, comi ela de todo jeito, ela é gostosa, não é difícil ser sexualmente ativo com ela, mas eu sabia que minha eficiência era por causa das pequenas demoninhas do lado do meu quarto. A gente fazia mais barulho do que devia, e nem minha esposa ligava.
— No entanto, Alberto, isso não mudou sua libido, continuava fixado nas suas filhas…
— Exato, pensava nelas e nos peitos delas quando metia com força contra a parede, castigando a buceta dela como um possesso, igual nos meus tempos de namoro com ela, pensando nas minhas meninas atrás da parede, ouvindo, aprendendo, talvez se perguntando o que os pais delas estavam fazendo, embora já tivessem idade pra saber.
No dia seguinte, veio a cena da piscina. Alberto era um cara bem de vida de Palermo, tinha uma piscina que quase não usava, até que descobriu as filhas estreando maiô nela. Um maiô de peça única a Emma e um de duas peças a Malena.
— Gordo, cai na água! — Disse se jogando feito o Willy, fazendo uma bagunça que molhou a esposa na borda.
— Você molhou meu livro. gordi.- A mulher dele reclamou sem muito entusiasmo no meio da gritaria das gêmeas. Desde que ele a tratava como um gigolô, nada mais importava.
- Daí começaram as brincadeiras, e como de costume, comecei a ficar excitado. Admito que dessa vez eu mesmo me meti nessa, mas você precisava ver como as lolitas ficam comigo…
Emma montou no pai como num cavalinho, esfregando a virilha na nuca dele, prendendo-o bem entre as pernas, enquanto Malena tentava derrubar a irmã. Tudo era risada, menos na minha virilha, porque ali o pau dele já se preparava pra guerra. Malena se esfregava no corpo do pai como um inseto tentando subir num vidro, se roçando, provocando sensações proibidas.
- Não brinquem tão bruto, Alberto… vocês vão escorregar. Desce de cima do seu pai, você vai foder as costas dele - alertou Ana, sem tirar os olhos do livro, desinteressada.
- Não tão me fazendo nada, elas são super leves, Ana, continua lendo.
O marido continuou "brincando" com as meninas na água, até que percebeu que, por causa da ereção, não conseguiria sair, e pra piorar, as gêmeas não se acalmavam.
- Vamos te achatar, papai! - gritou Malena, que atrás, agarrada nos braços da irmã que estava na frente, formaram uma prensa humana, tentando sufocá-lo.
- Assim você vai ficar bem magrinho igual ao tio Luís… - exclamou Emma, que na frente sentia a ereção do pai contra o peito dela em toda a glória, e a pestinha subia e descia com aquele maiô de uma peça, que até marcava a auréola dos mamilos bem durinhos…
- Eu juraria que fizeram de propósito, doutora… não dava pra acreditar, primeiro a parada dos peitos e depois isso, minha cabeça tava a mil, já tava pensando em mandar minha mulher pro Polo Norte pra ficar com elas só pra mim…
- Você percebe que você mesmo alimenta sua própria perversão, né, Alberto? Isso não é sinal de melhora, parece que, na real, sua fantasia com as gêmeas é uma desculpa pra realizar suas fantasias. incestuosas Qual é a fantasia que mais domina você?…
- Juro pra senhora, sempre fui louco por gêmeas, também por gemeas, doutora. Minhas filhas não têm culpa, tudo começou no primário, com as gêmeas Garcia. Me apaixonei pelas duas e nunca me deram bola. Ainda por cima, continuei vendo elas até o ensino médio, onde eram umas putinhas com todo mundo, menos comigo. Vi elas crescerem, minhas primeiras fantasias foram com elas. Sempre fui louco por gêmeas… ter filhas tão gostosas e gêmeas é uma maldição, sabia que ia me condenar…
- Papai, vamos brincar de tubarão?
- Como é que joga, Malê? – perguntou mais calmo, depois de sair do abraço nadando por baixo, passando por debaixo das perninhas dela.
- Fica boiando que nem um turista idiota, e a gente ataca igual no filme – completou Emma. – Nadando que nem sereia, dando cambalhotas que mostravam a bundinha molhada e a pererequinha colada na biquíni.
- É, você não precisa fazer nada, papai, só gritar quando os tubarões atacarem…
A nova brincadeira era pior que a anterior. Elas mordiam ele quase de verdade com as boquinhas na barriga, nos lados, no pescoço. E por sorte a mulher dele não viu, mas Emma deu uma trombada na virilha dele! Bem na hora que ele tinha se acalmado! E quando ele virou de bruços, uma que ele não conseguiu ver, pegou no volume dele sem vergonha.
- Acho que achei um peixinho aqui dentro… – sussurrou Malena sem tirar a mão do volume do pai, que ficou paralisado, e preferiu se afastar se fazendo de besta.
- Vou pegar uma bebida… – avisou a mulher dele, num dos momentos de relax, até que Emma chamou ele, assim que Ana saiu de cena.
- Pai, a Malê foi picada por um bicho.
- A puta da mãe… – resmungou nadando até a Malê, sentada na borda da piscina. – Onde, coração?
- Aqui… – e de surpresa, ela puxou a calcinha pra mostrar a xereca. Tinha uma bucetinha empinada, de lábios carnudos, sem saber se estava depilada perfeitamente ou se ainda não tinha estava povoada, e além disso, muito molhada. Alberto não podia acreditar, estava vendo a buceta da filha dele. E Emma abraçada nele por trás, esfregando ainda mais.
- Guarda isso, Malu. Cê é louca?
- Tô te falando que picou alguma coisa! - usando aquele tom de súplica que ela mandava tão bem. - Tem algo aí, quero que cê tire.
De olho pra não ser visto pela mulher, Alberto começou pela parte de cima da vulva, mais precisamente no clitóris, tocando com timidez, e depois examinando mais a fundo…
- Não tem nada, Malu…
- Mais pra baixo.
O pai exemplar desceu um pouquinho até a uretra, o pequeno buraquinho molhado que massageou com delicadeza.
- É aí, filha?
- Mais pra baixo…
Nisso, sem nenhum pudor, sob o olhar atento de Emma que apoiava a cabeça no ombro dele, desceu até a cavidade vaginal e a percorreu com cuidado, sentindo a textura pegajosa do hímen oleoso, afastando os lábios maiores com a outra mão. Tateou aquela cavidade molhada com calma e firmeza, se sentindo todo um ginecologista…
- Acho que entrou por aí… - Mas quando ia preparar dois dedos pra uma inspeção mais profunda, ouviu a porta de correr de vidro. Num pulo, as mãos do homem mudaram de alvo e as dela ajeitaram o biquíni.
- O que foi, Albert? - Era assim que ela chamava quando tava feliz.
- Picou um bicho, na co… perna. Mosquito filho da puta, ou era um percevejo, acho.
- Tem Caladril no armário do banheiro de baixo.
- Tá vendo, doutora? Isso não é normal, devem ser ninfomaníacas ou algo assim, e as coitadas deram com o pai errado, desde que eu toquei naqueles peitos, e depois aquilo… não consegui mais me controlar.
- Isso foi pouco antes de você ir embora…
De fato, Alberto viajou pra Espanha a negócios, e ficou lá quase dois anos, se comunicando com a mulher e as filhas pelo Skype. O salário ficou mais gordo, ele mandava roupas e presentes pra caramba, mas a verdade da viagem não eram os euros, não… na real, ele queria se curar das fantasias. incestuosas se afastando das filhas.
- Mas você fez tudo ao contrário, Alberto. Depois saiu pra putaria com aquelas gêmeas latinas um monte de vezes…
Era verdade, já tinham falado sobre isso. Quando viu duas gêmeas na seção de putas, não perdeu tempo e entrou em contato com elas… repetidamente, realizando todo tipo de perversão com elas e perdendo uma grana preta no processo, mesmo não sendo muito "ideais".
- Agora elas estão melhor, controlam o negócio de putas do norte de Zaragoza…
As histórias se acumularam por anos, a psicóloga já conhecia quase todas, especialmente as aventuras dele com putas, coisas que um homem conta fácil numa sessão de psicanálise, mas era hora de chegar ao cerne da questão. O que aconteceu quando ele chegou.
- Meu plano desmoronou, doutora, não serviu pra nada. Pensei que, sendo mais velhas agora, com 19 anos, estariam rebeldes, austeras, putas da vida comigo, e me enganei.
- Fui recebido como o papa, só que puderam me beijar, me apertar, me senti o melhor pai do mundo e o pior ao mesmo tempo.
Elas tinham crescido, mas não mudaram o visual em nada, como se estivessem paradas no tempo. Beijavam suas bochechas e às vezes roçavam a comissura dos lábios, com devoção, sentavam no colo dele toda hora. Eram o que se chama vulgarmente de "provocantes".
- Agradecemos pelos presentes, pelas roupas, mas pensamos com a Emma que é melhor…
- Que preferimos que você fique em vez de mandar besteiras e dinheiro.
- Besteiras, Emma? Que jeito de falar, pirralha, e desce do colo do seu pai que você tá machucando as pernas dele. - A repreendeu a esposa, a tal repressora careta.
A mulher dele, Ana, estava vestida de matar, vestido magenta pendurado numa alça do pescoço de cisne, muito decotado e costas nuas. Naquela noite, ele não ia conseguir descansar da viagem, a mulher queria ser atendida, e o ciclo vicioso voltou. Comer a mulher fantasiando com Elas… embora não fosse uma tortura, ele tinha uma mulher muito gostosa, afinal, não tinham herdado esses atributos por sorte.
- Naquela noite, a primeira, foi terrível, doutora…
Ele tinha conversado longamente com a esposa, ela desconfiou que com certeza ele tinha ido atrás de putas na Espanha, e não se importou quando ele se abriu, era uma mulher compreensiva, dois anos sem dar uma aliviada era uma tortura desnecessária pra um homem do poder aquisitivo dele.
- Ana, você não sabe como senti sua falta… não consegui evitar cair nos braços de mulheres descartáveis de vez em quando. - Era verdade, ele não mentia nisso.
- Eu também, não pense que fui uma santa, mas o que importa é que você está aqui agora, e a gente tem que compensar. - Disse ela, revelando os peitos monumentais que ele conhecia tão bem. Naquela idade, com esses atributos, ele sempre dizia que ela poderia ser uma atriz pornô milf perfeita. Ela adorava os comentários safados, sem problemas se agarrou naqueles mamilos marrons e firmes como um moleque na primeira vez…
- Você não sabe como senti falta dos seus lábios, Alberto… - Disse ela, ajustando a teta com as mãos, como se estivesse dando de mamar. - Assim, bebe, chupa bem forte…
- Essas vagabundas não se comparam com isso, não quero mais ir embora, foda-se a grana… - Disse ele, passando pra outra teta, sugando com fervor. Eram tão grandes que nem metade cabia na boca dele, por mais que ele se esforçasse. As mãos de Ana já estavam no volume dele, massageando, estimulando pro que estava por vir. E quando a flor vermelha brotou do tronco, ela engoliu como uma profissional, aproximando a bunda pra ele se divertir com qualquer um dos buracos dela.
- Foi uma das últimas vezes que transei com ela com verdadeiro prazer… - Disse ele enquanto a doutora servia café com gozo. - Ela me deu todo o amor dela… infelizmente, o amor que viria depois não veio dela.
O que ele realmente quis dizer é que foi uma das poucas vezes que ela deu a bunda depois do boquete, e gemeu como uma desesperada, sem não ligar pra nada. Com as mãos contra a parede que dava pro quarto das gêmeas, ele meteu no cu dela enquanto elas gritavam putarias tipo “Tá gostando de ter o rabo arrombado, querida?” “Sentiu falta dessa buceta?” “Goza dentro do meu cu, Alberto, me parte no meio, besta…” “Olha como eu deixei você, igual um ferimento de bala”
Depois ela montou nele pra fazer os molas rangerem como nunca, transformando o ninho do amor numa cama elástica, afogando ele entre os peitos dela, e foi aí que Alberto viu de canto de olho, enquanto a mulher dele tava toda inclinada sobre ele, duas cabeças loiras espiando pela porta aberta, observando toda a ação marital. Mesmo tendo visto elas, isso não o intimidou, pelo contrário, ele se fez de besta e continuou metendo naquela buceta que dava gosto, excitado pela presença das jovens voyeuristas. Até terminou com um creampie brutal, abrindo as nádegas dela de par em par pra que as meninas vissem o pau sujo e a vulva escorrendo porra pra caralho.
No dia seguinte, Ana tinha que ir trabalhar na editora, como secretária do chefe, que tinha voltado de férias. A noite excelente de sexo com a esposa afastou toda perversão da cabeça dele, e ele foi pra sala, tomar café com várias torradas se sentindo um campeão, até que elas chegaram, vestidas com os uniformes, e cumprimentaram ele com ênfase. Ele esperava, de forma milagrosa, que não fizessem comentários sobre a situação noturna.
- Oi, papai…- Gritaram em uníssono e beijaram ele na bochecha, enquanto roubavam uma torrada cada uma.- Os olhares ternos delas o venciam, embora como de costume Malena se excedeu enfiando a mão entre os botões da camisa dele, pra acariciar a barriga.- Acho que você tá comendo torrada demais, papai hein, essa barriguinha tá cheia…
- Já tão grandes pra fazer as próprias torradas, meninas. Tira a mão daí, Male.- Ofendido, ele não era um homem gordo, tava até em forma.
- Tamos grandes?- Perguntou Emma, que desfilou ao redor da mesa, passando Pelas costas do pai, acariciando ele.
— Quem fica mais gostosa com o uniforme?
— Isso tá muito curto, amor, e guarda mais esses peitos. De novo a mesma coisa, meninas, as duas tão lindas, não briguem.
— É que a Male fica me provocando, me chama de feia, papai, me defende… — Exclamou abraçando ele, roubando mais uma torrada.
— São iguais, igualmente lindas, parem de desfilar e roubar minhas torradas… — Mas, na verdade, ele adorava aquela bagunça, enchia ele de juventude e energia antes de encarar um dia de trabalho.
— A gente tem onde ir… — E uma por uma se aproximaram pra se despedir, mas desviaram da bochecha e deram um beijinho na boca. Ele era um homem bonito, mas não era tudo isso. Ele não tinha percebido, mas tava com uma ereção do caralho por causa da sarração.
Preocupado, no escritório, o cenário não melhorou. A secretária dele, Luli, notou ele distraído e pediu mais um café.
— E dá uma olhada nos e-mails pra ver se chegaram os resumos dos investidores americanos, Luciana.
Enquanto preparava o café, no meio de um monte de instruções e conversa fiada com os funcionários, a secretária comentou que tinha chegado um e-mail das filhas assim que ele se sentou na cadeira.
— Acho que é uma foto, senhor.
— Depois eu vejo, você vai ver como essas loiras cresceram.
O homem abriu o e-mail meio relaxado, e o que viu deixou ele sem palavras. Teve sorte de duas coisas: de não estar com o café na mão, porque teria derrubado, e de a Luli estar distraída falando com outro empresário e demorar pra trazer.
Num pulo, baixou o jpg e passou pro celular, e na sequência foi pro banheiro.
— Senhor, e o café?
— Deixa na mesa, preciso ir ao banheiro… acho que passei mal, não me passa ligação. Ah, e não abre meus e-mails de família, as meninas pedem ajuda com biologia e mandam fotos horríveis de coração de vaca, sapo aberto e essas coisas.
— Que horror!
— É, um nojo do caralho, muito desagradável…
— O senhor tá bem?
— Deixa pra lá. Tudo como está, Luciana?
Desceu as escadas correndo que nem um escravo liberto e se trancou num cubículo do banheiro, sentou no vaso e, segurando o próprio pau com firmeza, começou a se masturbar com gosto olhando a foto que tinha recebido.
Na universidade de Buenos Aires, as suas filhinhas estavam há segundos em outro banheiro e tinham mandado uma foto pecaminosa: a Emma sentada num vaso da escola, com a irmã atrás dela levantando a minissaia escolar, revelando a minúscula e obscena calcinha transparente.
Só de ver aquela empanadinha gostosa, aqueles lábios proibidos sob pena capital, acompanhados daqueles olhares libidinosos, fez com que ele se masturbasse como um tarado. No entanto, o celular vibrou: tinha recebido mais e-mails.
Como um raio, abriu tudo, e eram mais JPEGs. Nas novas fotos, as duas estavam na frente do espelho com as camisas desabotoadas, mostrando os sutiãs que seguravam aqueles peitos redondos, graciosos e enormes pra meninas da idade delas. Não tinham perdido um segundo nos últimos anos, crescendo num ritmo acelerado, uns peitões que deviam enlouquecer os coleguinhas pubertos, e mais de um professor, e claro, um pai traumatizado.
— Deus, pensar que eu fiz essas tetas… — E continuou passando as fotos. Na seguinte, a Male tirava uma foto das nádegas da Emma, branquinhas e apertadinhas, devorando um fio minúsculo de uma tanga que ele não acreditava que usassem numa escola — era obscena até pra ter em casa de família. E na última, a mais suja de todas, elas se beijavam enquanto olhavam pra câmera com aqueles olhões azuis numa selfie incestuosa de muito mau gosto, que nele fazia explodir de prazer.
As filhas conseguiram que ele gozasse de forma espetacular, sujando as paredes do cubículo. Se masturbou porque, depois daquela visão, teria ficado de pau duro o dia inteiro, sem conseguir trabalhar tranquilo, e porque era um pervertido, igual às suas filhas corruptas. Na mesma hora, foi tomado pelo remorso, uma coisa... Uma coisa era penetrar a própria mulher pensando nelas, como um acidente da imaginação; outra era se excitar de fato com elas e gozar diante da imagem do sangue do seu sangue, da carne da sua carne.
— Se eu soubesse, não dava aquele pau de selfie pra essa puta da mãe de vocês!
Ao sair do banheiro, estavam Paco e Pedro, os faxineiros, secando as mãos. Olharam estranho pra ele por causa do que ouviram, até lembrarem que ele era o chefe e o cumprimentaram com sarcasmo.
— Secar as mãos não pode levar quinze minutos, vamos, se apressem.
Naquele dia no trabalho, ele ficou praticamente perdido. Ao anoitecer, lá pelas oito, quando voltou, pensou em contar pra Ana sobre as fotos. A evidência estava do lado dele, ele era uma vítima delas, não havia motivo pra elas mandarem fotos provocativas pro próprio pai, e no entanto, era assim, no entanto, a mulher podia ficar severa. Denunciá-las seria terrível, ela tinha um gênio forte e não toleraria tamanha depravação, ou degolava as duas ou mandava pra Coreia do Norte, também tinha a opção de trancá-las num convento ou num colégio militar, na esperança de que voltassem comportadas… ou pior.
Alberto, um turbilhão de sensações, achou que a culpa era dele. Sempre cedeu aos caprichos delas, deu o dinheiro que pediam, tudo que queriam, e sempre se deixou vencer pela ternura das filhas. E quando cresceram, devia ter sido cuidadoso com a mulher e deixado as relações conjugais de lado pra não arrastá-las pra esse mundo adulto, no qual, ele tinha certeza, elas já tinham entrado como voyeurs desde muito antes.
Esperando que tudo acontecesse normalmente, ele entrou, cumprimentou todo mundo e culpou o cansaço pela cara de preocupação.
As filhas jogavam Xbox One na sala, nenhuma deu sinal de ter cometido um crime, eram atrizes excelentes. Antes de entrar na cozinha depois de cumprimentá-las, elas viraram em uníssono como enfeitiçadas pra piscar o olho pra ele. Definitivamente, não estavam bem da cabeça, aquelas meninas eram uma bomba-relógio a... prestes a explodir, e ele, como um daltônico, era incapaz de ver onde ou qual fio deveria cortar antes que tudo fosse pro caralho.
- Ficaram bobocas o dia inteiro jogando, pelo menos passaram em biologia. Sabem que se repetirem de novo, vai tudo pro saco...
- Deixa elas, que brinquem seus joguinhos, isso não é ruim, Ana - Pensou que mesmo se jogassem dia e noite era melhor do que ficar na frente dos computadores, e, disfarçadamente, disse que ia trocar de camisa, quando na verdade tinha outro plano.
A fonte da perversão devia estar em outro lugar, e sua suspeita número um era o PC que elas dividiam no quarto lá em cima. Foi pra lá que se dirigiu pra investigar.
- Bom, doutora, foi aí que encontrei a raiz do problema, ou uma das raízes... Como sempre estiveram juntas, dormiram juntas e compartilharam tudo, aquele PC e a internet corromperam elas. Nunca imaginei tantas páginas de incesto diferentes num histórico, juro pelos deuses. Não limpavam o histórico, nada tinha senha, por pouco não colocavam luzes de neon pra eu ficar sabendo das ideias delas.
- Você joga a culpa na rede, Alberto, mas ainda não sabemos o porquê dessa obsessão delas por se envolver em incesto. Foi alguma coleguinha que gerou isso? Acidente? Ou será que esse complexo de Electra - (o oposto do Édipo, amor da filha pelo pai e rivalidade com a mãe) - foi você quem sempre gerou.
- Já não importa, doutora, porque naquela noite, a bomba explodiu. Tenho tempo?
- Do tempo eu cuido, você me conta o que aconteceu no final.
Depois de descobrir um PC infestado de vídeos incestuosos, links pra sites nojentos, mais toneladas de downloads de JPG, relatos e vídeos de uma veracidade atroz (que elas guardavam copiosamente num pendrive de capacidade exorbitante), desceu as escadas enojado pra sentar e comer, com a camisa recém-trocada toda suada e uma cara de morto terrível.
- Você tá bem, pai? - Perguntou Emma, inocente como sempre. - Você disse que... Se você virasse chefe, trabalhava mais tempo, mas se complicava menos. Lembra?
- Tô bem, filha…
Mas por dentro, queria enfiar um garfo nelas. Dava pra ouvir o estrondo do mundo delas desabando no horizonte.
- Papai é viciado em trabalho, precisa ficar mais em casa, relaxar, brincar. Podia pedir férias, papai. – Disse ela, acariciando o braço do pai.
- Não é assim que funciona, Male. Valeu, mas…
- As meninas têm razão, Alberto. Você tem muita gente sob seu comando, devia colocar alguém responsável pra te ajudar. Não dá pra ser a cabeça de tudo.
- Me deixem comer em paz! – Explodiu, assustando a esposa, mas não as filhas. O celular vibrou: uma nova mensagem de texto. E adivinha? Era de uma delas, Malena, imaginou. Mostrando a calcinha em primeiro plano de novo, dessa vez enquanto jogava videogame na sala. E tinha mais mensagens que ele não queria abrir. Aquela Malena era uma puta sem-vergonha.
- Esses empresários não te deixam em paz, né, papai?
- Cala a boca, Emma – repreendeu Ana, que, enquanto pegava um refrigerante na geladeira, acariciou os ombros do marido. – Não fala obviedade e não enche o saco dele, que ele tá nervoso.
- Não tô nervoso. Aliás, esses idiotas do escritório que me enchem o saco no trabalho… – Fez uma pausa na história. As gêmeas olharam pra ele com os olhos arregalados ao mesmo tempo, talvez pensando que ele ia dedurar elas. – Vou dar o que eles querem, assim não me incomodam em horário que não devem. Já volto.
Se sentindo um adolescente, subiu as escadas até o banheiro de cima e se trancou. Mostrou a cueca cinza com o conteúdo bem marcado e, depois de tirar uma foto, mandou no privado pras duas diabinhos.
“Hoje às 3 da manhã, espero vocês no banheiro. E isso acaba.”
Quando voltou, se sentiu otimista. As gêmeas olharam safadas pra ele, e ao mesmo tempo ele pensou que ia fazer um negócio bem interessante. Afinal, além de filhas, meninas e gostosas, eram gêmeas. A primeira vez dele. obsessão. Sentia as mãos dele no volante mais uma vez.
Quando foi dormir, disse pra esposa que tava cansado demais pra satisfazer ela, e ela entendeu. Às onze ela terminou de ler, mas só lá pra uma hora, por causa do nervosismo, o homem pegou no sono com o celular no vibrador no criado-mudo pra Ana não ouvir quando tocar lá pelas 3.
Mas com esses íncubos adormecidos no quarto ao lado, não existia um plano que lhe desse o controle. Meio sonolento, bem antes do despertador tocar, Alberto sentiu um carinho mimoso que tirou sua cueca boxer, deixando o pau mole e sonolento como ele, no ar.
- Agora não… Para… Ana… - Ele estava com muito sono, sua mente cansada atribuiu o agarro à esposa, ela costumava ser insistente quando recém-casados. - Para Ana… - Umas mãos sedosas o masturbavam suavemente, enquanto um polegar molhado lambuzava a cabecinha para estimular a glande ainda escondida.
O estímulo funcionou, aos pouquinhos, ajudado por massagens no saco e uma masturbação lenta e constante, o pau se esticou em toda sua glória, brotando a glande inchada e vermelha como um fruto de árvore. Quase na hora, carne molhada tocou sua zona mais erógena, e só aí ele percebeu que Ana não fazia algo assim há décadas.
Abriu os olhos e um par de mãos pequenas tapou sua boca. Emma estava ajoelhada ao lado dele, com uma regata que deixava pouco pra imaginação e uma calcinha rosa provocando seu silêncio, enquanto a irmã dela, também ajoelhada e inclinada sobre sua barriga discreta, fazia um boquete muito bem feito. De qualquer forma, já estava decidido, então ele indicou pra filha que não precisava da mão calando ele. Acariciou a mão dela e ela soltou, fazendo olhinhos, enquanto saía como uma gatinha pra ajudar a irmã.
Entregue, embora desconcertado por começar antes do previsto e tão perto da sua esposa inocente, o homem virou devagar pra ficar de costas e apontar o pau melhor pras filhas. Emma cuidou das bolas do pai, a fábrica que um dia a criou, abrigou e impulsionou o ventre que a completaria, esses pensamentos e outros piores corriam na mente dela como espermatozoides de perversão nadando numa miasma de escuridão.
A calcinha de Emma, com um buraco que deixava ver o começo da racha da bunda, ao final da coluna, dava pra ver a forma de uma bunda enorme pra uma garota como ela, enquanto Male continuava dando beijinhos na glande e engolindo o pau inteiro até o fundo da boquinha dela. De vez em quando, ela fixava o olhar sem parar o boquete, excitando ele pra caralho.
Disfarçadamente, ela acompanhava a mamada com movimentos da cintura, rangendo a cama perigosamente. Outro detalhe que tornava aquela perversão um deleite era o fato de que ela não era tão boa chupando. Com frequência, arranhava ele com os dentes, não ia muito fundo e era monótona, mas aí morava um novo encanto: Ela era amadora, não era tão puta quanto ele pensou, não tinha experiência em sexo oral e fazia tudo que podia pra agradar o homem que deu a vida a elas.
Pensando nelas, sentou-se devagar pra receber o boquete das duas ao mesmo tempo, já que antes Emma tava desconfortável. Assim, conseguiram sincronizar uma de cada lado pra abraçar o tronco subindo e descendo, subindo e descendo, subindo e descendo… sempre os lábios babados se tocavam na parte mais alta da glande sem se importar, e chupavam a saliva carregada de gostinho de pau, pra cuspir e engolir de novo… foi quando trabalharam em dupla que a teoria dele desmoronou, a duas, eram profissionais. Eram um nojo lindo, sem dúvida se viravam melhor juntas…
No segundo ato, as meninas foram se revezando pra engolir o pênis, todo babado. Primeiro Emma, que foi pega pela nuca pelo pai e comida com força desmedida, os cabelos loiros soltos espalhados por todo lado, caindo no pau, atrapalhando a mamada sem nenhuma consideração, escondendo o boquete como se fosse uma cortina dourada.
- Era isso que você queria, sua putinha…? - sussurrou Alberto, e segurou o pau dela até o fundo por vários segundos, até dar tapinhas no braço dela. A irmã Malena olhava extasiada. Ao tirar o membro feito um rio, a gêmea respirou como se tivesse se afogado e assentiu com cara de gostosa.
- Mais, papai…
Mas surgiu um imprevisto, Ana espreguiçou e lentamente abriu os olhos e acordou.
- O que você tá fazendo sentado, Alberto? Você tá todo suado.
- Não tô me sentindo muito bem… - As filhas já tinham se escondido debaixo da cama, com caras de pânico bem infantis.
- Você tá de pau duro? E por que tá molhado?
- É suor, e sim, tava duro, coisa da circulação. Me faz um favor, não vai pegar um Actron ou paracetamol lá embaixo?
- Aqui tem no criado-mudo, olha…
- Não, os de baixo, são mais fortes, vai lá e traz um copo bem cheio de água.
Por milagre, ela engoliu toda a história e desceu. As meninas saíram agradecidas.
- Isso acaba aqui, esperem no banheiro de cima, quando ela dormir eu vou… não façam loucuras, mais do que já estamos fazendo.
- Você é o melhor papai do mundo. - Disse Malena e deu um beijão estalado, depois a irmã, um idêntico.
Os astros finalmente se alinharam naquela noite fatídica. A mulher dele veio depois de um tempo, e até tomou um remédio pra dormir.
- Senão amanhã não levanto, dorme, amor, para de bater punheta. - Brigou a mulher dele, e em poucos minutos já tava roncando, como sempre quando se entupia de remédio que nem um rinoceronte em viagem.
Com passo de puta, foi pisando leve rumo ao banheiro que ficava depois do quarto das gêmeas, e a luz tava acesa… foi direto, mas elas pegaram ele pela porta do lado e as gêmeas puxaram ele pro quarto delas.
Foi como passar de um mundo pra outro, as luzes estavam acesas pra surpresa dele, uma janela aberta pro quintal deixava o ar circular e as duas estavam preparadas como aves de rapina naquele mundo íntimo de pôsteres de caras como Robert Downey Jr., Hugh Jackman e outros atores cinquentões. Sem perder um segundo, contra a porta, Emma, de regata branca bem larga, deu um beijo quente nele, sentindo os peitos apertados contra o torso dele, enquanto as duas massageavam a virilha dele pra provocar a tão desejada reação masculina. Quero que me digam por que querem fazer isso… — implorou, quando aqueles lábios, que ele nunca viu daquele jeito, o soltaram para respirar.
— Agora não fala… — E Malena continuou com a degustação bucal. Dava beijinhos muito gostosos e molhados que trouxeram lembranças da juventude, quando ele roubava beijos na escola, ou terminava com lindas ninfetinhas nos bailes da periferia, atraídas pela carteira dele e apaixonadas pelo estilo.
Assim, de pé, Emma foi se abaixando e colocando almofadas da Hello Kitty (o que aumentou o tesão uns pontos) para não machucar os joelhos, desembainhou a espada pela segunda vez pra retomar o sexo oral, agora mais confortável, fazia sem usar as mãos, com as palmas contra a porta, balançava pra frente e pra trás num boquete espetacular.
Lá em cima, Male cuidava dos lábios que falaram com ele desde que nasceu como nunca antes, abria a boca dele pra conectar as línguas por fora, como se comesse um sorvete delicioso, e aquele beijo molhado todo, acompanhado do olhar azul e penetrante dela, potencializava o canhão que lá embaixo estava sob ataque. Alberto, num rompante de masculinidade, pegou a filha em pé pelo pescoço e, com as mãos grandes e másculas, deu o beijo mais safado que já deu na vida, só parecido com aqueles beijos de japoneses nos vídeos que elas tinham.
— É isso que você queria, filhinha? — abrindo a boca dela com as mãos e cuspindo dentro da boca dela repetidamente.
— Asshn… assshn… asshn. — Exclamava, e ele entendeu como um “mais” pra continuar cuspindo na boquinha dela, o romance (se é que existiu) tava indo pra uma putaria infernal. Lá embaixo, Emma virava uma profissional lambendo os testíbooties, enfiando eles na boquinha profanada e tirando fazendo barulho de ventosa enquanto as mãos brancas dela masturbavam ele, contrastando com a negrura daquele tronco lascivo e oleoso.
— Me responde: era isso que você queria?
— Sim, papai… — disse obediente, depois de engolir toda a meleca da boca dele.
— Sabe o que você fez? Sofreu muito, sua Papai? Não? - Apertando o pescoço dela com aquelas mãos grandes e nodosas que todo pai protetor tem.
- Desculpa, papai...
- Desculpa o caralho, vocês não sabem o quanto me fizeram sofrer com essa putaria no escritório, em casa e até na minha cama do lado da sua mãe. Me sinto um doente e agora vou curar vocês... - Apertando bem forte - Sabe como?
- Você... tá me... machucando... papai...
- Sabe como, Male? A putice, se cura tirando a putice de você. - E jogou ela no chão, de lá deu um olhar selvagem, tipo de predadora no cio. Emma também estava assustada e lambia distraída, mais preocupada com a própria segurança.
- Desce, Male, e ajuda sua irmã.
- Como você mandar, papai... - Enxugando a saliva do queixo, tocando o pescoço vermelho também, mas quando se aproximava do pau, o pai deu um tapa nela.
- A rola é da Emma, procura outra coisa.
- Que coisa!? Um brinquedo?
- Não, irmãzinha, o que tem atrás... - Mas também segurou Emma, pegando ela pela nuca e enfiando o membro com força excessiva. Com tanta força que fez ela engasgar e tossir saliva.
- Você foca no seu, com isso vou tirar a vontade de vocês... O que está esperando? Quer ficar sem irmã? Vou afogar ela com meu pau se não fizer o que eu mando...
Devagar, enquanto a irmã tinha a glande quase na coluna, ela se aproximou dos recantos do pai, por momentos fez-se silêncio, só quebrado pelos estalos das bolas contra o queixo da irmã, até que começou a acariciar e beijar as nádegas.
- A bunda não, isso qualquer puta barata faz, vai pro seu negócio, pro cu... - A filhinha era obediente, não demorou a passar a língua pela fenda, sem chegar no ânus, como inspecionando o terreno, enfiou o nariz no anel de couro para se ajudar a se convencer, aspirando várias vezes.
- Papai... tem cheiro ruim.
- O que você esperava? Quer que eu te durma na porrada?
- Você não é assim, papai... não é mau, a gente só quer amor. O que houve com você?
- O que houve? Houve que eu queria filhas normais, uma família normal, e em vez disso, tenho duas filhas que praticamente me assediaram sexualmente, me fizeram sentir um doente, e aqui estou eu, confirmando isso, um pobre coitado diante das portas do inferno esperando ser engolido pelo fogo, então se você é tão puta a ponto de mandar fotos pelada pro seu próprio pai… Chupa bem minha bunda!
Com medo da besta que tinham despertado, preferiu ocupar a boca de um jeito que não fosse falando, de um jeito que ela mesma nunca imaginou que usaria, dando um chupão no nó do balão, iniciou um anilingus de verdade.
- Assim que se faz, muito bem, que essa linguinha suja não saia do centro… mmm- Sentindo aquela língua pequenina abrindo caminho devagar.
- Papai…- Disse com a voz mais meiga que Emma conseguiu- Não dá pra ser mais suave? O que a gente pode fazer pra você voltar a ser como sempre?
- Continua chupando Emma, deixa eu pensar mmm continua assim Male, mmmm- Totalmente extasiado por ter uma língua atrás e outra na frente, quase besta de prazer que poucos recebiam de duas mulheres, menos ainda de duas gêmeas e menos ainda de duas gêmeas que eram suas filhas, começava a amolecer.
- Papai tá se vingando do quanto vocês foram putas, depois da primeira transa…- Esfregando a bunda na cara da menos sortuda- …vou voltar a ser eu e ficar à disposição de vocês. Muito bem Male, você tá fazendo a buceta sentir um tesão…
- E eu papai? Tô fazendo bem?
- Também, vai, se você me fizer gozar sua irmã para de chupar atrás, faz por ela.- E aí ela colocou todo o esforço, se deixou agarrar pelos cabelos com violência e usou a cabeça da filha como se fosse um manequim furado. Sem piedade, gemendo como um preso na cadeira elétrica, gozou direto na garganta da Emma, quase passando das cordas vocais. No orgasmo, prendeu a Male contra a porta da entrada e esfregou de novo.
Como último ato de crueldade, ou vingança, manteve Emma afogada com seu tronco latejante, com o nariz perfeito dela contra seu baixo ventre e Seus peitos apertados contra a buceta dela até ter certeza que ela engoliu toda a porra, depois bateu no rosto dela repetidamente com o pau meio duro, salpicando as últimas gotas.
- Papai, minha garganta tá doendo… - Limpando o sêmen do rosto - Agora você vai trocar?
Antes disso, Alberto tirou Malena da retaguarda dela, que cuspiu como quem cospe semente de melancia, e o homem sentou na cama delas.
- Venham, sentem no colo do papai. - Elas obedeceram, estranhas e com medo, como gatinhas assustadas com fogos de artifício, surpresas com o que tinham provocado. O homem abraçou elas, um braço pra cada, e deu um beijinho carinhoso também pra cada uma, depois arrumou a roupa delas, o cabelo bagunçado, e beijou elas de novo.
- Passei do ponto, não devia ter mandado as fotos… desculpa.
- Shhh, já foi Male, vocês fizeram, e agora estamos quites. Papai tratou vocês mal porque vocês trataram ele mal fazendo algo tão perigoso, a Luli quase viu as fotos. Vocês têm que entender que não podem mandar essas coisas, não brinquem com fogo à toa, não sejam burras.
- Achamos que você gostava… - Disse Emma, manhosa, passando um dedo no peito dele.
- Não vai fazer nada com a gente? - Reclamou Male, e com razão, impaciente pra sentir um pouco de prazer.
- Hoje não, hoje eu dei uma lição, se vocês se comportam mal com o papai, papai briga, mas se vocês largarem esse jogo perigoso e de dia forem como devem ser duas filhas, eu vou considerar…
- Sim? - Perguntaram as duas ao mesmo tempo, impacientes com a pausa.
- Vou compensar vocês, especialmente você, Male, desculpa por isso, tava muito pilhado…
- Mais te vale. - Ameaçou brava enquanto Emma ria.
- Agora tá claro quem é a favorita? Pra mim ele deu o gozo e pra você o cu!
- Chega, se comportem, agora outra coisa… quero que expliquem com todos os detalhes, de onde vocês tiraram essas ideias, quando começaram a ver essas coisas que têm no computador, por que gostam tanto de me seduzir…
Emma ia falar, mas a irmã dela Ela calou com um sorriso safado.
- A gente conta tudo, depois que você nos tratar como a gente quer, um dia desses.
- Ela tá certa, você nos compensa, nos satisfaz direitinho… - Pegando o pênis já mole com força - E a gente te conta tudo…
- Pô, agora tão me chantageando, hein… bom, se vocês pararem de me encher o saco, se me deixarem ficar tranquilo durante o dia, vou considerar. Fechado?
- Tudo… fechado.
Num rompante de amor paterno, beijou as testas delas, abriu a cama e as colocou pra dormir, e elas se aninharam em conchinha. O homem juntou a cueca e apagou a luz.
No dia seguinte, foi um zumbi no escritório, chegou tarde porque acordou e as mulheres da casa já não estavam, e ainda por cima era um dia importante. Mas aí, recebeu um novo e-mail da Male ao meio-dia e decidiu mostrar pra Luciana pra provar como elas cresceram.
- Espera carregar a foto, você vai ver elas e volta a enviar os memorandos, a ver se dessa vez eles recebem. Pronto… - Disse com o café duplo bem açucarado pra se levantar pela segunda vez.
A foto carregou e o café quente virou na perna…
- Bom, cresceram, disso não tem dúvida, chefe.
O homem levou a mão à testa, franzindo a têmpora, e explicou pra secretária que uma tinha um namorado chamado Alberto também, e que elas se enganavam ao mandar fotos com frequência.
- Vou ter que falar com essas safadas de novo, tão distraídas, com os hormônios à flor da pele…
- Desculpa, mas se eram pro namorado de uma… Por que as duas aparecem se mostrando?
- Manda os memorandos, Luciana, depois a gente continua. - Ela piscou um olho cúmplice, deixando ele pasmo - E o dia seguiu seu rumo.
- Bom, doutora, como cê viu, elas não me contaram muita coisa apesar da minha reação violenta, e ainda por cima, minha mulher vai pro exterior com o chefe dela amanhã, então vou ficar com as pestes por uns dois fins de semana, pelo menos… - Levantando-se do divã.
- Espera, a gente pode continuar por mais uma horinha, como avaliação, acho que você nunca esteve disposto a… afastar esses atos da sua vida, mas sim se reconciliar com… não vá embora. – Desculpa, não posso falar por três horas, tenho que levar a Ana ao aeroporto às oito, desculpa, só daqui a um mês. E deixou ela sentada, com vontade de ouvir mais da Verônica, a analista freudiana, que atendeu uma daquelas chamadas em espera da secretária. – Cancela tudo, tô me sentindo muito… descompensada… pode ir embora, eu fecho. – E ao desligar o telefone, se trancou no banheiro com um vibrador. Tinha pano pra manga, igual ao Alberto, seu paciente mais interessante.
Espero que vocês tenham gostado 😉 Meus outros contos O quarto escuro 1 e 2, e brincando com a priminha (com continuação em andamento) são do mesmo estilo. Valeu!
Sei que ficou longo porque gosto de contextualizar bem tudo, mas se vocês são ansiosos, vão direto pra foto, embora tenha situações interessantes no conto todo, daí pra frente começa o pesado 😉
Ele sabia que naquele dia, sua psicanalista ia se divertir. Chegou a hora de contar o difícil, o proibido, sua experiência doentia, por que pra ele, que sempre teve a fantasia das gêmeas, desde a infância, nasceram justamente, gêmeas.
E embora tenha deixado claro que diante do parto duplo essas ideias pecaminosas em torno delas não existiram no início, nem de longe, (Ele podia se excitar com adolescentes, mas não com crianças) elas, pra sua desgraça, tiveram que crescer e se tornar adolescentes pra despertar uma fera adormecida.
Eram mocinhas atrevidas, idênticas, apesar de dar a escolha, sempre quiseram se vestir iguais, reafirmando sua condição, com cabelos loiros em rabos de cavalo, e gostavam de se vestir como menininhas mesmo sendo mais crescidas. Quando começaram a competir com seus corpos pra ver quem tinha atributos maiores, usaram ele como juiz na sala, pegando suas mãos e levando até seus peitinhos.
- Cresceram, né, papai? - Disse Emma, a que tinha nascido uns minutos antes. O homem não soube como reagir e se deixou manipular, sua filha massageava os seios com as grandes mãos do pai em busca de uma resposta, mas antes que ele digerisse algo ou as repreendesse, a segunda, Malena, tirou as mãos dele pra levar até os dela.
- Meus peitos são maiores, não são? - Massageando com mais intensidade. O homem sentiu os mamilos da filha endurecerem sob suas mãos e os beliscou por cima da camiseta, e não era só isso que endurecia.
- Está Difícil, acho que as duas são iguais, que surpresa… — Colocando uma mão no peito de cada uma — Vocês precisam parar de se preocupar com o tamanho dos peitos, o que importa são outras coisas. Vocês são lindas do mesmo jeito. — Beijando as bochechas delas com gosto.
— Então, se não são importantes, por que você continua acariciando elas, papai? — Disse Emma, provocando ele e saindo do sofá com a irmã, rindo. Elas eram assim, como um vendaval, chegavam e, depois de alguns segundos bagunçando tudo, iam embora para o mundinho delas.
E lá ficou o homem, com o calor daqueles peitos jovens nas mãos, se perguntando: O que eu tô fazendo? E o que eu podia fazer pra afastar esses pensamentos? Até que a esposa dele o trouxe de volta à realidade.
— Essas meninas tão terríveis, parece que são mais novas, você não dá corda pra elas, Alberto…
— Eu sei, querida, deixa elas, tão só se divertindo…
— Minha resposta pra, meu problema foi minha esposa, doutora… — Disse ele pra psicanalista naquele dia. — Naquela semana a gente trepou igual coelho, comi ela de todo jeito, ela é gostosa, não é difícil ser sexualmente ativo com ela, mas eu sabia que minha eficiência era por causa das pequenas demoninhas do lado do meu quarto. A gente fazia mais barulho do que devia, e nem minha esposa ligava.
— No entanto, Alberto, isso não mudou sua libido, continuava fixado nas suas filhas…
— Exato, pensava nelas e nos peitos delas quando metia com força contra a parede, castigando a buceta dela como um possesso, igual nos meus tempos de namoro com ela, pensando nas minhas meninas atrás da parede, ouvindo, aprendendo, talvez se perguntando o que os pais delas estavam fazendo, embora já tivessem idade pra saber.
No dia seguinte, veio a cena da piscina. Alberto era um cara bem de vida de Palermo, tinha uma piscina que quase não usava, até que descobriu as filhas estreando maiô nela. Um maiô de peça única a Emma e um de duas peças a Malena.
— Gordo, cai na água! — Disse se jogando feito o Willy, fazendo uma bagunça que molhou a esposa na borda.
— Você molhou meu livro. gordi.- A mulher dele reclamou sem muito entusiasmo no meio da gritaria das gêmeas. Desde que ele a tratava como um gigolô, nada mais importava.
- Daí começaram as brincadeiras, e como de costume, comecei a ficar excitado. Admito que dessa vez eu mesmo me meti nessa, mas você precisava ver como as lolitas ficam comigo…
Emma montou no pai como num cavalinho, esfregando a virilha na nuca dele, prendendo-o bem entre as pernas, enquanto Malena tentava derrubar a irmã. Tudo era risada, menos na minha virilha, porque ali o pau dele já se preparava pra guerra. Malena se esfregava no corpo do pai como um inseto tentando subir num vidro, se roçando, provocando sensações proibidas.
- Não brinquem tão bruto, Alberto… vocês vão escorregar. Desce de cima do seu pai, você vai foder as costas dele - alertou Ana, sem tirar os olhos do livro, desinteressada.
- Não tão me fazendo nada, elas são super leves, Ana, continua lendo.
O marido continuou "brincando" com as meninas na água, até que percebeu que, por causa da ereção, não conseguiria sair, e pra piorar, as gêmeas não se acalmavam.
- Vamos te achatar, papai! - gritou Malena, que atrás, agarrada nos braços da irmã que estava na frente, formaram uma prensa humana, tentando sufocá-lo.
- Assim você vai ficar bem magrinho igual ao tio Luís… - exclamou Emma, que na frente sentia a ereção do pai contra o peito dela em toda a glória, e a pestinha subia e descia com aquele maiô de uma peça, que até marcava a auréola dos mamilos bem durinhos…
- Eu juraria que fizeram de propósito, doutora… não dava pra acreditar, primeiro a parada dos peitos e depois isso, minha cabeça tava a mil, já tava pensando em mandar minha mulher pro Polo Norte pra ficar com elas só pra mim…
- Você percebe que você mesmo alimenta sua própria perversão, né, Alberto? Isso não é sinal de melhora, parece que, na real, sua fantasia com as gêmeas é uma desculpa pra realizar suas fantasias. incestuosas Qual é a fantasia que mais domina você?…
- Juro pra senhora, sempre fui louco por gêmeas, também por gemeas, doutora. Minhas filhas não têm culpa, tudo começou no primário, com as gêmeas Garcia. Me apaixonei pelas duas e nunca me deram bola. Ainda por cima, continuei vendo elas até o ensino médio, onde eram umas putinhas com todo mundo, menos comigo. Vi elas crescerem, minhas primeiras fantasias foram com elas. Sempre fui louco por gêmeas… ter filhas tão gostosas e gêmeas é uma maldição, sabia que ia me condenar…
- Papai, vamos brincar de tubarão?
- Como é que joga, Malê? – perguntou mais calmo, depois de sair do abraço nadando por baixo, passando por debaixo das perninhas dela.
- Fica boiando que nem um turista idiota, e a gente ataca igual no filme – completou Emma. – Nadando que nem sereia, dando cambalhotas que mostravam a bundinha molhada e a pererequinha colada na biquíni.
- É, você não precisa fazer nada, papai, só gritar quando os tubarões atacarem…
A nova brincadeira era pior que a anterior. Elas mordiam ele quase de verdade com as boquinhas na barriga, nos lados, no pescoço. E por sorte a mulher dele não viu, mas Emma deu uma trombada na virilha dele! Bem na hora que ele tinha se acalmado! E quando ele virou de bruços, uma que ele não conseguiu ver, pegou no volume dele sem vergonha.
- Acho que achei um peixinho aqui dentro… – sussurrou Malena sem tirar a mão do volume do pai, que ficou paralisado, e preferiu se afastar se fazendo de besta.
- Vou pegar uma bebida… – avisou a mulher dele, num dos momentos de relax, até que Emma chamou ele, assim que Ana saiu de cena.
- Pai, a Malê foi picada por um bicho.
- A puta da mãe… – resmungou nadando até a Malê, sentada na borda da piscina. – Onde, coração?
- Aqui… – e de surpresa, ela puxou a calcinha pra mostrar a xereca. Tinha uma bucetinha empinada, de lábios carnudos, sem saber se estava depilada perfeitamente ou se ainda não tinha estava povoada, e além disso, muito molhada. Alberto não podia acreditar, estava vendo a buceta da filha dele. E Emma abraçada nele por trás, esfregando ainda mais.
- Guarda isso, Malu. Cê é louca?
- Tô te falando que picou alguma coisa! - usando aquele tom de súplica que ela mandava tão bem. - Tem algo aí, quero que cê tire.
De olho pra não ser visto pela mulher, Alberto começou pela parte de cima da vulva, mais precisamente no clitóris, tocando com timidez, e depois examinando mais a fundo…
- Não tem nada, Malu…
- Mais pra baixo.
O pai exemplar desceu um pouquinho até a uretra, o pequeno buraquinho molhado que massageou com delicadeza.
- É aí, filha?
- Mais pra baixo…
Nisso, sem nenhum pudor, sob o olhar atento de Emma que apoiava a cabeça no ombro dele, desceu até a cavidade vaginal e a percorreu com cuidado, sentindo a textura pegajosa do hímen oleoso, afastando os lábios maiores com a outra mão. Tateou aquela cavidade molhada com calma e firmeza, se sentindo todo um ginecologista…
- Acho que entrou por aí… - Mas quando ia preparar dois dedos pra uma inspeção mais profunda, ouviu a porta de correr de vidro. Num pulo, as mãos do homem mudaram de alvo e as dela ajeitaram o biquíni.
- O que foi, Albert? - Era assim que ela chamava quando tava feliz.
- Picou um bicho, na co… perna. Mosquito filho da puta, ou era um percevejo, acho.
- Tem Caladril no armário do banheiro de baixo.
- Tá vendo, doutora? Isso não é normal, devem ser ninfomaníacas ou algo assim, e as coitadas deram com o pai errado, desde que eu toquei naqueles peitos, e depois aquilo… não consegui mais me controlar.
- Isso foi pouco antes de você ir embora…
De fato, Alberto viajou pra Espanha a negócios, e ficou lá quase dois anos, se comunicando com a mulher e as filhas pelo Skype. O salário ficou mais gordo, ele mandava roupas e presentes pra caramba, mas a verdade da viagem não eram os euros, não… na real, ele queria se curar das fantasias. incestuosas se afastando das filhas.
- Mas você fez tudo ao contrário, Alberto. Depois saiu pra putaria com aquelas gêmeas latinas um monte de vezes…
Era verdade, já tinham falado sobre isso. Quando viu duas gêmeas na seção de putas, não perdeu tempo e entrou em contato com elas… repetidamente, realizando todo tipo de perversão com elas e perdendo uma grana preta no processo, mesmo não sendo muito "ideais".
- Agora elas estão melhor, controlam o negócio de putas do norte de Zaragoza…
As histórias se acumularam por anos, a psicóloga já conhecia quase todas, especialmente as aventuras dele com putas, coisas que um homem conta fácil numa sessão de psicanálise, mas era hora de chegar ao cerne da questão. O que aconteceu quando ele chegou.
- Meu plano desmoronou, doutora, não serviu pra nada. Pensei que, sendo mais velhas agora, com 19 anos, estariam rebeldes, austeras, putas da vida comigo, e me enganei.
- Fui recebido como o papa, só que puderam me beijar, me apertar, me senti o melhor pai do mundo e o pior ao mesmo tempo.
Elas tinham crescido, mas não mudaram o visual em nada, como se estivessem paradas no tempo. Beijavam suas bochechas e às vezes roçavam a comissura dos lábios, com devoção, sentavam no colo dele toda hora. Eram o que se chama vulgarmente de "provocantes".
- Agradecemos pelos presentes, pelas roupas, mas pensamos com a Emma que é melhor…
- Que preferimos que você fique em vez de mandar besteiras e dinheiro.
- Besteiras, Emma? Que jeito de falar, pirralha, e desce do colo do seu pai que você tá machucando as pernas dele. - A repreendeu a esposa, a tal repressora careta.
A mulher dele, Ana, estava vestida de matar, vestido magenta pendurado numa alça do pescoço de cisne, muito decotado e costas nuas. Naquela noite, ele não ia conseguir descansar da viagem, a mulher queria ser atendida, e o ciclo vicioso voltou. Comer a mulher fantasiando com Elas… embora não fosse uma tortura, ele tinha uma mulher muito gostosa, afinal, não tinham herdado esses atributos por sorte.
- Naquela noite, a primeira, foi terrível, doutora…
Ele tinha conversado longamente com a esposa, ela desconfiou que com certeza ele tinha ido atrás de putas na Espanha, e não se importou quando ele se abriu, era uma mulher compreensiva, dois anos sem dar uma aliviada era uma tortura desnecessária pra um homem do poder aquisitivo dele.
- Ana, você não sabe como senti sua falta… não consegui evitar cair nos braços de mulheres descartáveis de vez em quando. - Era verdade, ele não mentia nisso.
- Eu também, não pense que fui uma santa, mas o que importa é que você está aqui agora, e a gente tem que compensar. - Disse ela, revelando os peitos monumentais que ele conhecia tão bem. Naquela idade, com esses atributos, ele sempre dizia que ela poderia ser uma atriz pornô milf perfeita. Ela adorava os comentários safados, sem problemas se agarrou naqueles mamilos marrons e firmes como um moleque na primeira vez…
- Você não sabe como senti falta dos seus lábios, Alberto… - Disse ela, ajustando a teta com as mãos, como se estivesse dando de mamar. - Assim, bebe, chupa bem forte…
- Essas vagabundas não se comparam com isso, não quero mais ir embora, foda-se a grana… - Disse ele, passando pra outra teta, sugando com fervor. Eram tão grandes que nem metade cabia na boca dele, por mais que ele se esforçasse. As mãos de Ana já estavam no volume dele, massageando, estimulando pro que estava por vir. E quando a flor vermelha brotou do tronco, ela engoliu como uma profissional, aproximando a bunda pra ele se divertir com qualquer um dos buracos dela.
- Foi uma das últimas vezes que transei com ela com verdadeiro prazer… - Disse ele enquanto a doutora servia café com gozo. - Ela me deu todo o amor dela… infelizmente, o amor que viria depois não veio dela.
O que ele realmente quis dizer é que foi uma das poucas vezes que ela deu a bunda depois do boquete, e gemeu como uma desesperada, sem não ligar pra nada. Com as mãos contra a parede que dava pro quarto das gêmeas, ele meteu no cu dela enquanto elas gritavam putarias tipo “Tá gostando de ter o rabo arrombado, querida?” “Sentiu falta dessa buceta?” “Goza dentro do meu cu, Alberto, me parte no meio, besta…” “Olha como eu deixei você, igual um ferimento de bala”
Depois ela montou nele pra fazer os molas rangerem como nunca, transformando o ninho do amor numa cama elástica, afogando ele entre os peitos dela, e foi aí que Alberto viu de canto de olho, enquanto a mulher dele tava toda inclinada sobre ele, duas cabeças loiras espiando pela porta aberta, observando toda a ação marital. Mesmo tendo visto elas, isso não o intimidou, pelo contrário, ele se fez de besta e continuou metendo naquela buceta que dava gosto, excitado pela presença das jovens voyeuristas. Até terminou com um creampie brutal, abrindo as nádegas dela de par em par pra que as meninas vissem o pau sujo e a vulva escorrendo porra pra caralho.
No dia seguinte, Ana tinha que ir trabalhar na editora, como secretária do chefe, que tinha voltado de férias. A noite excelente de sexo com a esposa afastou toda perversão da cabeça dele, e ele foi pra sala, tomar café com várias torradas se sentindo um campeão, até que elas chegaram, vestidas com os uniformes, e cumprimentaram ele com ênfase. Ele esperava, de forma milagrosa, que não fizessem comentários sobre a situação noturna.
- Oi, papai…- Gritaram em uníssono e beijaram ele na bochecha, enquanto roubavam uma torrada cada uma.- Os olhares ternos delas o venciam, embora como de costume Malena se excedeu enfiando a mão entre os botões da camisa dele, pra acariciar a barriga.- Acho que você tá comendo torrada demais, papai hein, essa barriguinha tá cheia…
- Já tão grandes pra fazer as próprias torradas, meninas. Tira a mão daí, Male.- Ofendido, ele não era um homem gordo, tava até em forma.
- Tamos grandes?- Perguntou Emma, que desfilou ao redor da mesa, passando Pelas costas do pai, acariciando ele.
— Quem fica mais gostosa com o uniforme?
— Isso tá muito curto, amor, e guarda mais esses peitos. De novo a mesma coisa, meninas, as duas tão lindas, não briguem.
— É que a Male fica me provocando, me chama de feia, papai, me defende… — Exclamou abraçando ele, roubando mais uma torrada.
— São iguais, igualmente lindas, parem de desfilar e roubar minhas torradas… — Mas, na verdade, ele adorava aquela bagunça, enchia ele de juventude e energia antes de encarar um dia de trabalho.
— A gente tem onde ir… — E uma por uma se aproximaram pra se despedir, mas desviaram da bochecha e deram um beijinho na boca. Ele era um homem bonito, mas não era tudo isso. Ele não tinha percebido, mas tava com uma ereção do caralho por causa da sarração.
Preocupado, no escritório, o cenário não melhorou. A secretária dele, Luli, notou ele distraído e pediu mais um café.
— E dá uma olhada nos e-mails pra ver se chegaram os resumos dos investidores americanos, Luciana.
Enquanto preparava o café, no meio de um monte de instruções e conversa fiada com os funcionários, a secretária comentou que tinha chegado um e-mail das filhas assim que ele se sentou na cadeira.
— Acho que é uma foto, senhor.
— Depois eu vejo, você vai ver como essas loiras cresceram.
O homem abriu o e-mail meio relaxado, e o que viu deixou ele sem palavras. Teve sorte de duas coisas: de não estar com o café na mão, porque teria derrubado, e de a Luli estar distraída falando com outro empresário e demorar pra trazer.
Num pulo, baixou o jpg e passou pro celular, e na sequência foi pro banheiro.
— Senhor, e o café?
— Deixa na mesa, preciso ir ao banheiro… acho que passei mal, não me passa ligação. Ah, e não abre meus e-mails de família, as meninas pedem ajuda com biologia e mandam fotos horríveis de coração de vaca, sapo aberto e essas coisas.
— Que horror!
— É, um nojo do caralho, muito desagradável…
— O senhor tá bem?
— Deixa pra lá. Tudo como está, Luciana?
Desceu as escadas correndo que nem um escravo liberto e se trancou num cubículo do banheiro, sentou no vaso e, segurando o próprio pau com firmeza, começou a se masturbar com gosto olhando a foto que tinha recebido.
Na universidade de Buenos Aires, as suas filhinhas estavam há segundos em outro banheiro e tinham mandado uma foto pecaminosa: a Emma sentada num vaso da escola, com a irmã atrás dela levantando a minissaia escolar, revelando a minúscula e obscena calcinha transparente.
Só de ver aquela empanadinha gostosa, aqueles lábios proibidos sob pena capital, acompanhados daqueles olhares libidinosos, fez com que ele se masturbasse como um tarado. No entanto, o celular vibrou: tinha recebido mais e-mails.
Como um raio, abriu tudo, e eram mais JPEGs. Nas novas fotos, as duas estavam na frente do espelho com as camisas desabotoadas, mostrando os sutiãs que seguravam aqueles peitos redondos, graciosos e enormes pra meninas da idade delas. Não tinham perdido um segundo nos últimos anos, crescendo num ritmo acelerado, uns peitões que deviam enlouquecer os coleguinhas pubertos, e mais de um professor, e claro, um pai traumatizado.
— Deus, pensar que eu fiz essas tetas… — E continuou passando as fotos. Na seguinte, a Male tirava uma foto das nádegas da Emma, branquinhas e apertadinhas, devorando um fio minúsculo de uma tanga que ele não acreditava que usassem numa escola — era obscena até pra ter em casa de família. E na última, a mais suja de todas, elas se beijavam enquanto olhavam pra câmera com aqueles olhões azuis numa selfie incestuosa de muito mau gosto, que nele fazia explodir de prazer.
As filhas conseguiram que ele gozasse de forma espetacular, sujando as paredes do cubículo. Se masturbou porque, depois daquela visão, teria ficado de pau duro o dia inteiro, sem conseguir trabalhar tranquilo, e porque era um pervertido, igual às suas filhas corruptas. Na mesma hora, foi tomado pelo remorso, uma coisa... Uma coisa era penetrar a própria mulher pensando nelas, como um acidente da imaginação; outra era se excitar de fato com elas e gozar diante da imagem do sangue do seu sangue, da carne da sua carne.
— Se eu soubesse, não dava aquele pau de selfie pra essa puta da mãe de vocês!
Ao sair do banheiro, estavam Paco e Pedro, os faxineiros, secando as mãos. Olharam estranho pra ele por causa do que ouviram, até lembrarem que ele era o chefe e o cumprimentaram com sarcasmo.
— Secar as mãos não pode levar quinze minutos, vamos, se apressem.
Naquele dia no trabalho, ele ficou praticamente perdido. Ao anoitecer, lá pelas oito, quando voltou, pensou em contar pra Ana sobre as fotos. A evidência estava do lado dele, ele era uma vítima delas, não havia motivo pra elas mandarem fotos provocativas pro próprio pai, e no entanto, era assim, no entanto, a mulher podia ficar severa. Denunciá-las seria terrível, ela tinha um gênio forte e não toleraria tamanha depravação, ou degolava as duas ou mandava pra Coreia do Norte, também tinha a opção de trancá-las num convento ou num colégio militar, na esperança de que voltassem comportadas… ou pior.
Alberto, um turbilhão de sensações, achou que a culpa era dele. Sempre cedeu aos caprichos delas, deu o dinheiro que pediam, tudo que queriam, e sempre se deixou vencer pela ternura das filhas. E quando cresceram, devia ter sido cuidadoso com a mulher e deixado as relações conjugais de lado pra não arrastá-las pra esse mundo adulto, no qual, ele tinha certeza, elas já tinham entrado como voyeurs desde muito antes.
Esperando que tudo acontecesse normalmente, ele entrou, cumprimentou todo mundo e culpou o cansaço pela cara de preocupação.
As filhas jogavam Xbox One na sala, nenhuma deu sinal de ter cometido um crime, eram atrizes excelentes. Antes de entrar na cozinha depois de cumprimentá-las, elas viraram em uníssono como enfeitiçadas pra piscar o olho pra ele. Definitivamente, não estavam bem da cabeça, aquelas meninas eram uma bomba-relógio a... prestes a explodir, e ele, como um daltônico, era incapaz de ver onde ou qual fio deveria cortar antes que tudo fosse pro caralho.
- Ficaram bobocas o dia inteiro jogando, pelo menos passaram em biologia. Sabem que se repetirem de novo, vai tudo pro saco...
- Deixa elas, que brinquem seus joguinhos, isso não é ruim, Ana - Pensou que mesmo se jogassem dia e noite era melhor do que ficar na frente dos computadores, e, disfarçadamente, disse que ia trocar de camisa, quando na verdade tinha outro plano.
A fonte da perversão devia estar em outro lugar, e sua suspeita número um era o PC que elas dividiam no quarto lá em cima. Foi pra lá que se dirigiu pra investigar.
- Bom, doutora, foi aí que encontrei a raiz do problema, ou uma das raízes... Como sempre estiveram juntas, dormiram juntas e compartilharam tudo, aquele PC e a internet corromperam elas. Nunca imaginei tantas páginas de incesto diferentes num histórico, juro pelos deuses. Não limpavam o histórico, nada tinha senha, por pouco não colocavam luzes de neon pra eu ficar sabendo das ideias delas.
- Você joga a culpa na rede, Alberto, mas ainda não sabemos o porquê dessa obsessão delas por se envolver em incesto. Foi alguma coleguinha que gerou isso? Acidente? Ou será que esse complexo de Electra - (o oposto do Édipo, amor da filha pelo pai e rivalidade com a mãe) - foi você quem sempre gerou.
- Já não importa, doutora, porque naquela noite, a bomba explodiu. Tenho tempo?
- Do tempo eu cuido, você me conta o que aconteceu no final.
Depois de descobrir um PC infestado de vídeos incestuosos, links pra sites nojentos, mais toneladas de downloads de JPG, relatos e vídeos de uma veracidade atroz (que elas guardavam copiosamente num pendrive de capacidade exorbitante), desceu as escadas enojado pra sentar e comer, com a camisa recém-trocada toda suada e uma cara de morto terrível.
- Você tá bem, pai? - Perguntou Emma, inocente como sempre. - Você disse que... Se você virasse chefe, trabalhava mais tempo, mas se complicava menos. Lembra?
- Tô bem, filha…
Mas por dentro, queria enfiar um garfo nelas. Dava pra ouvir o estrondo do mundo delas desabando no horizonte.
- Papai é viciado em trabalho, precisa ficar mais em casa, relaxar, brincar. Podia pedir férias, papai. – Disse ela, acariciando o braço do pai.
- Não é assim que funciona, Male. Valeu, mas…
- As meninas têm razão, Alberto. Você tem muita gente sob seu comando, devia colocar alguém responsável pra te ajudar. Não dá pra ser a cabeça de tudo.
- Me deixem comer em paz! – Explodiu, assustando a esposa, mas não as filhas. O celular vibrou: uma nova mensagem de texto. E adivinha? Era de uma delas, Malena, imaginou. Mostrando a calcinha em primeiro plano de novo, dessa vez enquanto jogava videogame na sala. E tinha mais mensagens que ele não queria abrir. Aquela Malena era uma puta sem-vergonha.
- Esses empresários não te deixam em paz, né, papai?
- Cala a boca, Emma – repreendeu Ana, que, enquanto pegava um refrigerante na geladeira, acariciou os ombros do marido. – Não fala obviedade e não enche o saco dele, que ele tá nervoso.
- Não tô nervoso. Aliás, esses idiotas do escritório que me enchem o saco no trabalho… – Fez uma pausa na história. As gêmeas olharam pra ele com os olhos arregalados ao mesmo tempo, talvez pensando que ele ia dedurar elas. – Vou dar o que eles querem, assim não me incomodam em horário que não devem. Já volto.
Se sentindo um adolescente, subiu as escadas até o banheiro de cima e se trancou. Mostrou a cueca cinza com o conteúdo bem marcado e, depois de tirar uma foto, mandou no privado pras duas diabinhos.
“Hoje às 3 da manhã, espero vocês no banheiro. E isso acaba.”
Quando voltou, se sentiu otimista. As gêmeas olharam safadas pra ele, e ao mesmo tempo ele pensou que ia fazer um negócio bem interessante. Afinal, além de filhas, meninas e gostosas, eram gêmeas. A primeira vez dele. obsessão. Sentia as mãos dele no volante mais uma vez.
Quando foi dormir, disse pra esposa que tava cansado demais pra satisfazer ela, e ela entendeu. Às onze ela terminou de ler, mas só lá pra uma hora, por causa do nervosismo, o homem pegou no sono com o celular no vibrador no criado-mudo pra Ana não ouvir quando tocar lá pelas 3.
Mas com esses íncubos adormecidos no quarto ao lado, não existia um plano que lhe desse o controle. Meio sonolento, bem antes do despertador tocar, Alberto sentiu um carinho mimoso que tirou sua cueca boxer, deixando o pau mole e sonolento como ele, no ar.- Agora não… Para… Ana… - Ele estava com muito sono, sua mente cansada atribuiu o agarro à esposa, ela costumava ser insistente quando recém-casados. - Para Ana… - Umas mãos sedosas o masturbavam suavemente, enquanto um polegar molhado lambuzava a cabecinha para estimular a glande ainda escondida.
O estímulo funcionou, aos pouquinhos, ajudado por massagens no saco e uma masturbação lenta e constante, o pau se esticou em toda sua glória, brotando a glande inchada e vermelha como um fruto de árvore. Quase na hora, carne molhada tocou sua zona mais erógena, e só aí ele percebeu que Ana não fazia algo assim há décadas.
Abriu os olhos e um par de mãos pequenas tapou sua boca. Emma estava ajoelhada ao lado dele, com uma regata que deixava pouco pra imaginação e uma calcinha rosa provocando seu silêncio, enquanto a irmã dela, também ajoelhada e inclinada sobre sua barriga discreta, fazia um boquete muito bem feito. De qualquer forma, já estava decidido, então ele indicou pra filha que não precisava da mão calando ele. Acariciou a mão dela e ela soltou, fazendo olhinhos, enquanto saía como uma gatinha pra ajudar a irmã.
Entregue, embora desconcertado por começar antes do previsto e tão perto da sua esposa inocente, o homem virou devagar pra ficar de costas e apontar o pau melhor pras filhas. Emma cuidou das bolas do pai, a fábrica que um dia a criou, abrigou e impulsionou o ventre que a completaria, esses pensamentos e outros piores corriam na mente dela como espermatozoides de perversão nadando numa miasma de escuridão.
A calcinha de Emma, com um buraco que deixava ver o começo da racha da bunda, ao final da coluna, dava pra ver a forma de uma bunda enorme pra uma garota como ela, enquanto Male continuava dando beijinhos na glande e engolindo o pau inteiro até o fundo da boquinha dela. De vez em quando, ela fixava o olhar sem parar o boquete, excitando ele pra caralho.
Disfarçadamente, ela acompanhava a mamada com movimentos da cintura, rangendo a cama perigosamente. Outro detalhe que tornava aquela perversão um deleite era o fato de que ela não era tão boa chupando. Com frequência, arranhava ele com os dentes, não ia muito fundo e era monótona, mas aí morava um novo encanto: Ela era amadora, não era tão puta quanto ele pensou, não tinha experiência em sexo oral e fazia tudo que podia pra agradar o homem que deu a vida a elas.
Pensando nelas, sentou-se devagar pra receber o boquete das duas ao mesmo tempo, já que antes Emma tava desconfortável. Assim, conseguiram sincronizar uma de cada lado pra abraçar o tronco subindo e descendo, subindo e descendo, subindo e descendo… sempre os lábios babados se tocavam na parte mais alta da glande sem se importar, e chupavam a saliva carregada de gostinho de pau, pra cuspir e engolir de novo… foi quando trabalharam em dupla que a teoria dele desmoronou, a duas, eram profissionais. Eram um nojo lindo, sem dúvida se viravam melhor juntas…
No segundo ato, as meninas foram se revezando pra engolir o pênis, todo babado. Primeiro Emma, que foi pega pela nuca pelo pai e comida com força desmedida, os cabelos loiros soltos espalhados por todo lado, caindo no pau, atrapalhando a mamada sem nenhuma consideração, escondendo o boquete como se fosse uma cortina dourada.
- Era isso que você queria, sua putinha…? - sussurrou Alberto, e segurou o pau dela até o fundo por vários segundos, até dar tapinhas no braço dela. A irmã Malena olhava extasiada. Ao tirar o membro feito um rio, a gêmea respirou como se tivesse se afogado e assentiu com cara de gostosa.
- Mais, papai…
Mas surgiu um imprevisto, Ana espreguiçou e lentamente abriu os olhos e acordou.
- O que você tá fazendo sentado, Alberto? Você tá todo suado.
- Não tô me sentindo muito bem… - As filhas já tinham se escondido debaixo da cama, com caras de pânico bem infantis.
- Você tá de pau duro? E por que tá molhado?
- É suor, e sim, tava duro, coisa da circulação. Me faz um favor, não vai pegar um Actron ou paracetamol lá embaixo?
- Aqui tem no criado-mudo, olha…
- Não, os de baixo, são mais fortes, vai lá e traz um copo bem cheio de água.
Por milagre, ela engoliu toda a história e desceu. As meninas saíram agradecidas.
- Isso acaba aqui, esperem no banheiro de cima, quando ela dormir eu vou… não façam loucuras, mais do que já estamos fazendo.
- Você é o melhor papai do mundo. - Disse Malena e deu um beijão estalado, depois a irmã, um idêntico.
Os astros finalmente se alinharam naquela noite fatídica. A mulher dele veio depois de um tempo, e até tomou um remédio pra dormir.
- Senão amanhã não levanto, dorme, amor, para de bater punheta. - Brigou a mulher dele, e em poucos minutos já tava roncando, como sempre quando se entupia de remédio que nem um rinoceronte em viagem.
Com passo de puta, foi pisando leve rumo ao banheiro que ficava depois do quarto das gêmeas, e a luz tava acesa… foi direto, mas elas pegaram ele pela porta do lado e as gêmeas puxaram ele pro quarto delas.
Foi como passar de um mundo pra outro, as luzes estavam acesas pra surpresa dele, uma janela aberta pro quintal deixava o ar circular e as duas estavam preparadas como aves de rapina naquele mundo íntimo de pôsteres de caras como Robert Downey Jr., Hugh Jackman e outros atores cinquentões. Sem perder um segundo, contra a porta, Emma, de regata branca bem larga, deu um beijo quente nele, sentindo os peitos apertados contra o torso dele, enquanto as duas massageavam a virilha dele pra provocar a tão desejada reação masculina. Quero que me digam por que querem fazer isso… — implorou, quando aqueles lábios, que ele nunca viu daquele jeito, o soltaram para respirar.
— Agora não fala… — E Malena continuou com a degustação bucal. Dava beijinhos muito gostosos e molhados que trouxeram lembranças da juventude, quando ele roubava beijos na escola, ou terminava com lindas ninfetinhas nos bailes da periferia, atraídas pela carteira dele e apaixonadas pelo estilo.
Assim, de pé, Emma foi se abaixando e colocando almofadas da Hello Kitty (o que aumentou o tesão uns pontos) para não machucar os joelhos, desembainhou a espada pela segunda vez pra retomar o sexo oral, agora mais confortável, fazia sem usar as mãos, com as palmas contra a porta, balançava pra frente e pra trás num boquete espetacular.
Lá em cima, Male cuidava dos lábios que falaram com ele desde que nasceu como nunca antes, abria a boca dele pra conectar as línguas por fora, como se comesse um sorvete delicioso, e aquele beijo molhado todo, acompanhado do olhar azul e penetrante dela, potencializava o canhão que lá embaixo estava sob ataque. Alberto, num rompante de masculinidade, pegou a filha em pé pelo pescoço e, com as mãos grandes e másculas, deu o beijo mais safado que já deu na vida, só parecido com aqueles beijos de japoneses nos vídeos que elas tinham.
— É isso que você queria, filhinha? — abrindo a boca dela com as mãos e cuspindo dentro da boca dela repetidamente.
— Asshn… assshn… asshn. — Exclamava, e ele entendeu como um “mais” pra continuar cuspindo na boquinha dela, o romance (se é que existiu) tava indo pra uma putaria infernal. Lá embaixo, Emma virava uma profissional lambendo os testíbooties, enfiando eles na boquinha profanada e tirando fazendo barulho de ventosa enquanto as mãos brancas dela masturbavam ele, contrastando com a negrura daquele tronco lascivo e oleoso.
— Me responde: era isso que você queria?
— Sim, papai… — disse obediente, depois de engolir toda a meleca da boca dele.
— Sabe o que você fez? Sofreu muito, sua Papai? Não? - Apertando o pescoço dela com aquelas mãos grandes e nodosas que todo pai protetor tem.
- Desculpa, papai...
- Desculpa o caralho, vocês não sabem o quanto me fizeram sofrer com essa putaria no escritório, em casa e até na minha cama do lado da sua mãe. Me sinto um doente e agora vou curar vocês... - Apertando bem forte - Sabe como?
- Você... tá me... machucando... papai...
- Sabe como, Male? A putice, se cura tirando a putice de você. - E jogou ela no chão, de lá deu um olhar selvagem, tipo de predadora no cio. Emma também estava assustada e lambia distraída, mais preocupada com a própria segurança.
- Desce, Male, e ajuda sua irmã.
- Como você mandar, papai... - Enxugando a saliva do queixo, tocando o pescoço vermelho também, mas quando se aproximava do pau, o pai deu um tapa nela.
- A rola é da Emma, procura outra coisa.
- Que coisa!? Um brinquedo?
- Não, irmãzinha, o que tem atrás... - Mas também segurou Emma, pegando ela pela nuca e enfiando o membro com força excessiva. Com tanta força que fez ela engasgar e tossir saliva.
- Você foca no seu, com isso vou tirar a vontade de vocês... O que está esperando? Quer ficar sem irmã? Vou afogar ela com meu pau se não fizer o que eu mando...
Devagar, enquanto a irmã tinha a glande quase na coluna, ela se aproximou dos recantos do pai, por momentos fez-se silêncio, só quebrado pelos estalos das bolas contra o queixo da irmã, até que começou a acariciar e beijar as nádegas.
- A bunda não, isso qualquer puta barata faz, vai pro seu negócio, pro cu... - A filhinha era obediente, não demorou a passar a língua pela fenda, sem chegar no ânus, como inspecionando o terreno, enfiou o nariz no anel de couro para se ajudar a se convencer, aspirando várias vezes.
- Papai... tem cheiro ruim.
- O que você esperava? Quer que eu te durma na porrada?
- Você não é assim, papai... não é mau, a gente só quer amor. O que houve com você?
- O que houve? Houve que eu queria filhas normais, uma família normal, e em vez disso, tenho duas filhas que praticamente me assediaram sexualmente, me fizeram sentir um doente, e aqui estou eu, confirmando isso, um pobre coitado diante das portas do inferno esperando ser engolido pelo fogo, então se você é tão puta a ponto de mandar fotos pelada pro seu próprio pai… Chupa bem minha bunda!
Com medo da besta que tinham despertado, preferiu ocupar a boca de um jeito que não fosse falando, de um jeito que ela mesma nunca imaginou que usaria, dando um chupão no nó do balão, iniciou um anilingus de verdade.
- Assim que se faz, muito bem, que essa linguinha suja não saia do centro… mmm- Sentindo aquela língua pequenina abrindo caminho devagar.
- Papai…- Disse com a voz mais meiga que Emma conseguiu- Não dá pra ser mais suave? O que a gente pode fazer pra você voltar a ser como sempre?
- Continua chupando Emma, deixa eu pensar mmm continua assim Male, mmmm- Totalmente extasiado por ter uma língua atrás e outra na frente, quase besta de prazer que poucos recebiam de duas mulheres, menos ainda de duas gêmeas e menos ainda de duas gêmeas que eram suas filhas, começava a amolecer.
- Papai tá se vingando do quanto vocês foram putas, depois da primeira transa…- Esfregando a bunda na cara da menos sortuda- …vou voltar a ser eu e ficar à disposição de vocês. Muito bem Male, você tá fazendo a buceta sentir um tesão…
- E eu papai? Tô fazendo bem?
- Também, vai, se você me fizer gozar sua irmã para de chupar atrás, faz por ela.- E aí ela colocou todo o esforço, se deixou agarrar pelos cabelos com violência e usou a cabeça da filha como se fosse um manequim furado. Sem piedade, gemendo como um preso na cadeira elétrica, gozou direto na garganta da Emma, quase passando das cordas vocais. No orgasmo, prendeu a Male contra a porta da entrada e esfregou de novo.
Como último ato de crueldade, ou vingança, manteve Emma afogada com seu tronco latejante, com o nariz perfeito dela contra seu baixo ventre e Seus peitos apertados contra a buceta dela até ter certeza que ela engoliu toda a porra, depois bateu no rosto dela repetidamente com o pau meio duro, salpicando as últimas gotas.
- Papai, minha garganta tá doendo… - Limpando o sêmen do rosto - Agora você vai trocar?
Antes disso, Alberto tirou Malena da retaguarda dela, que cuspiu como quem cospe semente de melancia, e o homem sentou na cama delas.
- Venham, sentem no colo do papai. - Elas obedeceram, estranhas e com medo, como gatinhas assustadas com fogos de artifício, surpresas com o que tinham provocado. O homem abraçou elas, um braço pra cada, e deu um beijinho carinhoso também pra cada uma, depois arrumou a roupa delas, o cabelo bagunçado, e beijou elas de novo.
- Passei do ponto, não devia ter mandado as fotos… desculpa.
- Shhh, já foi Male, vocês fizeram, e agora estamos quites. Papai tratou vocês mal porque vocês trataram ele mal fazendo algo tão perigoso, a Luli quase viu as fotos. Vocês têm que entender que não podem mandar essas coisas, não brinquem com fogo à toa, não sejam burras.
- Achamos que você gostava… - Disse Emma, manhosa, passando um dedo no peito dele.
- Não vai fazer nada com a gente? - Reclamou Male, e com razão, impaciente pra sentir um pouco de prazer.
- Hoje não, hoje eu dei uma lição, se vocês se comportam mal com o papai, papai briga, mas se vocês largarem esse jogo perigoso e de dia forem como devem ser duas filhas, eu vou considerar…
- Sim? - Perguntaram as duas ao mesmo tempo, impacientes com a pausa.
- Vou compensar vocês, especialmente você, Male, desculpa por isso, tava muito pilhado…
- Mais te vale. - Ameaçou brava enquanto Emma ria.
- Agora tá claro quem é a favorita? Pra mim ele deu o gozo e pra você o cu!
- Chega, se comportem, agora outra coisa… quero que expliquem com todos os detalhes, de onde vocês tiraram essas ideias, quando começaram a ver essas coisas que têm no computador, por que gostam tanto de me seduzir…
Emma ia falar, mas a irmã dela Ela calou com um sorriso safado.
- A gente conta tudo, depois que você nos tratar como a gente quer, um dia desses.
- Ela tá certa, você nos compensa, nos satisfaz direitinho… - Pegando o pênis já mole com força - E a gente te conta tudo…
- Pô, agora tão me chantageando, hein… bom, se vocês pararem de me encher o saco, se me deixarem ficar tranquilo durante o dia, vou considerar. Fechado?
- Tudo… fechado.
Num rompante de amor paterno, beijou as testas delas, abriu a cama e as colocou pra dormir, e elas se aninharam em conchinha. O homem juntou a cueca e apagou a luz.
No dia seguinte, foi um zumbi no escritório, chegou tarde porque acordou e as mulheres da casa já não estavam, e ainda por cima era um dia importante. Mas aí, recebeu um novo e-mail da Male ao meio-dia e decidiu mostrar pra Luciana pra provar como elas cresceram.
- Espera carregar a foto, você vai ver elas e volta a enviar os memorandos, a ver se dessa vez eles recebem. Pronto… - Disse com o café duplo bem açucarado pra se levantar pela segunda vez.
A foto carregou e o café quente virou na perna…
- Bom, cresceram, disso não tem dúvida, chefe.
O homem levou a mão à testa, franzindo a têmpora, e explicou pra secretária que uma tinha um namorado chamado Alberto também, e que elas se enganavam ao mandar fotos com frequência.
- Vou ter que falar com essas safadas de novo, tão distraídas, com os hormônios à flor da pele…
- Desculpa, mas se eram pro namorado de uma… Por que as duas aparecem se mostrando?
- Manda os memorandos, Luciana, depois a gente continua. - Ela piscou um olho cúmplice, deixando ele pasmo - E o dia seguiu seu rumo.
- Bom, doutora, como cê viu, elas não me contaram muita coisa apesar da minha reação violenta, e ainda por cima, minha mulher vai pro exterior com o chefe dela amanhã, então vou ficar com as pestes por uns dois fins de semana, pelo menos… - Levantando-se do divã.
- Espera, a gente pode continuar por mais uma horinha, como avaliação, acho que você nunca esteve disposto a… afastar esses atos da sua vida, mas sim se reconciliar com… não vá embora. – Desculpa, não posso falar por três horas, tenho que levar a Ana ao aeroporto às oito, desculpa, só daqui a um mês. E deixou ela sentada, com vontade de ouvir mais da Verônica, a analista freudiana, que atendeu uma daquelas chamadas em espera da secretária. – Cancela tudo, tô me sentindo muito… descompensada… pode ir embora, eu fecho. – E ao desligar o telefone, se trancou no banheiro com um vibrador. Tinha pano pra manga, igual ao Alberto, seu paciente mais interessante.

Espero que vocês tenham gostado 😉 Meus outros contos O quarto escuro 1 e 2, e brincando com a priminha (com continuação em andamento) são do mesmo estilo. Valeu!
3 comentários - As papinhas das gêmeas
La continuación 😉