A Semente Inútil - Cap. 19: Em Corpo e Alma

E aí, voltamos com tudo: agora tenho meu próprio notebook e seria sacanagem não postar.

Esclarecendo: Todos os personagens envolvidos em atos sexuais são maiores de idade. Quanto aos outros, a informação é reservada.

Pode conter linguagem ofensiva e situações milf (além das sexuais).

Como sempre, link pro capítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/2831131/La-semilla-inutil---Capitulo-18-Tu.htmlNos dias antes do nosso encontro, eu tava muito nervoso. Pra me distrair, pedi pra Beatriz me contar como foi a primeira vez dela.
- Foi bonito: era meu namorado de 4 anos e foi muito carinhoso. E você?
- Por que terminaram? — perguntei, ignorando a pergunta dela.
- Ele me traiu, ha!
Pois é: minha namorada já tinha sido vítima de uma traição antes, igual a mim. Sei lá por quê, a história me pareceu triste: uma segurança de quatro anos jogada no lixo.
Pra me distrair também, achei prudente retomar meu velho hobby de desenhar mangá. Por falta de material de modelo e por preguiça de procurar imagens pra reproduzir, acabei desenhando (do meu jeito) a Merrian, Lakshmi, Olinda, Patricia, Carícia, Carla e, claro, a minha Bea.
(Nota do criador do post: os desenhos do Julián estão comigo, espero conseguir postá-los em algum post)
Chegou o grande dia. Mais que um hotel, parecia uma casa. Nosso quarto era pequeno, mas confortável. Não tinha televisão, só um rádio.
- Julián, tô com medo — disse Beatriz —, e se você também me largar?
Enquanto nos beijávamos, jurei que jamais faria isso, que não teria ninguém além dela.
Decidi
Me despi enquanto ela fazia o mesmo. Pra dar confiança pra ela, comecei a dançar. Tava funcionando, porque ela caiu na risada.
- Seus peitos são grandes — falei.
Ela tinha terminado de tirar o sutiã, e ao me ouvir, se cobriu com as mãos.
- Não fala isso — ela corou —, eles começaram a crescer quando eu tinha treze e todos os homens me olhavam por causa disso.
Afastei as mãos dela e beijei seus seios suavemente, lambendo os mamilos.
«Merrian».
Me afastei da Beatriz. Ela sorriu pra mim, me abraçou e me beijou de novo.
- Nunca tinham beijado meus peitos — ela sussurrou.
Deitamos na cama. Eu beijava ela toda, bebendo a imagem dela com os olhos. Nunca ninguém me pareceu tão gostosa, tão gostosa, tão...
«Olinda».
- Julián, você tá bem?
- Maravilha — menti.
«Chega disso, pensei, Beatriz é minha namorada e merece respeito.»
Já completamente nus, nos abraçamos bem forte. Jurei pra mim mesmo que nunca a perderia.
Ela segurou meu pau com as mãos e começou a me masturbar.
— Cê gosta, né?
Eu não conseguia falar, as mãos dela pareciam de uma profissional. Principalmente, ela se divertia apertando as bolas.
Afastei as mãos dela pra evitar uma gozada imbatível. Nos beijamos enquanto a colocava por cima de mim. O contato com a pele dela me excitava pra caralho. Meu pau já tava na entrada da buceta dela, nós dois sentíamos e sabíamos que um movimento ia nos tornar uma só carne, uma só alma, um só coração. Olhei pra ela, esperando o sinal.
Ela balançou a cabeça que sim.
Comecei a entrar no canal molhadinho dela. Cada milímetro que eu enfiava era uma agonia gostosa.
— Ai, tá entrando — dizia Beatriz —, ai, tô sentindo. Ai, devagar. Cê não faz ideia do que é isso, mfff.
Ela tava lubrificando, meu pau deslizava na buceta dela.
E Beatriz gemia baixinho, se mexendo no ritmo que o corpo pedia, me beijando, chegando cada vez mais perto de mim, até a lógica falar mais alto.
Bom, se eu já contei antes como ficava só de beijar ela, o que cê acha que aconteceu?
Pois é: em cinco minutos eu já tava gozando. O que tenho que dizer é que, na hora de esvaziar, comecei a competir com a minha mina pra ver quem gemia mais alto.
Depois do impacto, a gente caiu na risada.
— Que gemido, Julián. Nunca vi nada igual.
— É a primeira vez que acontece comigo, sabia?
Olhei a buceta dela, esperando.
— O que foi, burrinho? Tá me olhando?
Expliquei que achava estranho a buceta dela não expulsar meu leite.
— Talvez tenha absorvido. Tava com sede.
A gente riu pra caramba. Ela ficou quieta uns minutos. Depois, ficou séria.
— Eu queria ter...
— Sim?
— É que... Eu cheguei até você sem ser virgem...
— E daí? Eu não sou São José. Não quero montar um presépio.
A gente riu de novo. Me preparei e entrei mais uma vez. nela. Eu disse que a amava e que nunca ia me separar dela, enquanto minha pica entrava na buceta dela, se ajustando a ela.
Foi assim que passei aqueles dias de pura felicidade. Aprendemos um monte de coisas juntos, a conhecer nossos corpos e a ser felizes. A Bea era bem disciplinada e todo dia aparecia com uma novidade em questão de posições.

O que mais me agradava nela era a capacidade de ficar molhada quase que na hora. Diferente da Patrícia ou da Lakshmi, pra citar uns exemplos, quando meu ciclope tava a um passo de afundar na barriga dela, ela se molhava um segundo antes; e de que jeito: sentia minha pica deslizar, entrar e sair como se fosse nada. A Bea suspirava, nunca gritava e me fazia gozar em questão de minutos; então com ela me acostumei a meter pelo menos duas vezes.

Os orgasmos dela eram uma delícia que perfumava o quarto da vez.
O melhor era que a gente se amava.
A Beatriz era minha segunda pele.

Continua...

Muita felicidade: será que dura dessa vez?
O próximo capítulo vai se chamar: A semente inútil (não, não me enganei) e vai ser o penúltimo capítulo dessa pequena e humilde série de contos. Até a próxima, daqui a uns dias eu posto o capítulo.

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