Sou a Verônica, 36 anos, casada com filhos, cheinha mas não gorda, caderuda e bunduda, com peitos 36C.
Minha história começa no meu escritório, onde quase sempre fico sozinha. Um dia, meu chefe me avisou que viriam pintar o escritório. Não dei importância, porque sempre vinham fazer manutenção por lá, mas nunca imaginei que dessa vez seria diferente e que mudaria minha vida, meu jeito de ser — em poucas palavras, eu me tornaria outra mulher dentro de mim mesma.
Bom, o fato é que o senhor Héctor chegou na terça-feira, 11 de agosto de 2015. Conheço ele há três anos, além de conviver nas festas anuais da empresa, tomar uma dose e dançar com ele — havia uma certa amizade. Ele sempre fazia a manutenção do escritório. Depois de nos cumprimentarmos e comentarmos coisas sem importância, ele começou a inspeção para ver o que precisava fazer. Enquanto inspecionava o escritório e se movia de um lado para o outro, percebi que ele não tirava os olhos de mim. Ficava falando como eu estava gostosa, que tava bonitona, e não sei mais o quê. Não respondi nada, só fui pro meu lugar, até que vi ele se tocando no pau. Na hora, fiquei com muita raiva e nojo. Depois que terminou a inspeção, ele disse que voltaria no dia seguinte. Não respondi, e minha atitude foi de indiferença. Quando ele foi embora, senti minha buceta molhada e uma sensação estranha — ou melhor, excitada e confusa. Depois, com o trabalho, acabei esquecendo o assunto.
No dia seguinte, já estava no escritório, e trinta minutos depois bateram na porta. Na hora, senti minhas pernas virarem gelatina e minha buceta começou a ficar molhada. Abri a porta, e era ele. Ele disse que subiria as ferramentas e os materiais pra fazer o serviço e me convidou pra tomar café da manhã, porque a esposa dele mandava bastante comida. Aceitei, mas vi como o olhar dele me devorava — e olha que eu não uso roupa colada nem decotada. Enfim, continuamos tomando café, e quando terminamos, ele começou a trabalhar, como sempre. Pô, mas toda vez que eu parava, via ele olhando fixo pra minha bunda (eu tava usando uma calça pesqueira folgada e fina com um tênis alto que fazia minhas nádegas parecerem maiores e mais redondas). Me senti lisonjeada e ao mesmo tempo com pena, e ele comentava: "Que moça bonita, a senhora alegra minhas manhãs". Nos dias seguintes, não sei o que deu em mim, mas me arrumava de um jeito provocante, vestia calças mais justas que marcavam minha bunda, minha buceta, e blusas que deixavam ver o canalzinho dos meus peitos. Até parei de usar calcinha e sutiã sem bojo, e comprei sutiãs push-up que fazem os peitos ficarem juntos e redondos, além de calcinhas fio dental que eu sentia entrando no meio da minha bunda. No começo, foi estranho, mas quando saí na rua, foi como uma onda de tesão, como se as pessoas soubessem o que eu tava usando por baixo da roupa. Tudo isso sem meu marido desconfiar. Eu dizia pra ele que ia de van pro trabalho, com a desculpa de que precisava resolver umas coisas em órgãos do governo, e não tinha problema porque eu sempre fazia isso por vários dias. Mas na verdade, era pra sair vestida de forma gostosa sem ele encher o saco. Na volta pra casa, também não dava problema, porque eu chegava antes dele, então ele não percebia nada. Essa situação fez com que, ao viajar na van, eu me sentisse o centro das atenções dos homens, que não perdiam chance de se deliciar com minha bunda. Na hora, isso me deixava louca, porque sentia que era outra pessoa, com sentimentos e pensamentos diferentes do normal. Resumindo, não era eu.
E no escritório, na hora do café da manhã que ele sempre me convidava, ele ficava olhando mais pros meus peitos. Não sei se eu fazia inconsciente ou consciente, mas me abaixava mais, fazendo com que meus peitos, presos naquele sutiã, aparecessem todos, parecendo que iam explodir. Eu via como os olhos dele cravados na visão dos meus peitos e a cara de fera dele espreitando a presa, eu também parava de andar com a desculpa de ir pegar qualquer coisa, momento em que mexia mais a bunda, o que fazia eu me molhar e ele esfregava o pau dele na calça, o que uma vez me deu muita raiva e nojo, agora me deixava excitada. Durante o café da manhã e o dia todo, ele me dizia que eu estava mais gostosa, e eu só agradecia, que com aquela roupa eu estava sexy e bonita, e soltando todo tipo de comentário sobre meu corpo, especialmente nas minhas calças — coisa que devo esclarecer que essa situação se repetiu várias vezes, até que um dia em que eu me desconheci completamente, coloquei uma saia jeans justa e comprida, mas com uma abertura na frente, e uma blusa de gola V e uma jaqueta, porque sou friorenta, além de que na entrada do prédio não dava pra notar, porque, coisas da vida, eu tinha vergonha. Bateram na porta e meu coração parecia que ia sair do peito, as pernas moles como gelatina e minha entreperna começou a molhar na hora. Tirei a jaqueta e, por causa do frio, os bicos dos meus peitos ficaram duros como pedra — se já estavam durinhos por causa da excitação, e acho que por isso meus peitos incharam. Abri a porta e, surpresa, ele me cumprimentou com um beijo na bochecha, depois disse pra gente tomar café. Me virei pra ir pegar o café, mexendo mais a bunda porque sentia o olhar dele cravado na minha raba. Virei discretamente sem ele perceber e, sim, ele estava vidrado na minha bunda. Me abaixei, mas sem dobrar os joelhos — eu sabia que ele ia ver minha bunda inteira em todo o esplendor, e sim, pelo que vi no meio das pernas dele, ele gostou. Já no café, sentamos, mas como as cadeiras são tipo de cantina, quando sentei a abertura abriu mais, deixando só ver minhas pernas e um pouco das coxas, o que os olhos dele não perderam detalhe. Eu ainda com um pouco de decência hahaha me cobri enquanto comia e perguntei por quê. Ele tava tão sério, diferente do normal, e me disse que na mente dele tava gravado minhas pernas e coxas. Falei que era uma pena, que elas tavam muito gordas, e ele respondeu que não, que elas pareciam sexys, uma pena eu esconder. Fiquei quieta e, num descuido pra pegar o açúcar, minhas pernas e coxas ficaram de fora. Não me incomodou, então não fiz nada, e ele não tirava os olhos delas. Isso fez ele soltar: "Que pernas bonitas, parecem lisas e durinhas, por que não deixa pegar sol? Tão muito brancas." Na hora, me senti atordoada, molhada, com a respiração ofegante, mas com vergonha e sem vergonha ao mesmo tempo — um verdadeiro quebra-cabeça.
Durante o café da manhã, o olhar dele focava nos meus peitos e nas minhas pernas. Foi quando eu, com um olhar indiscreto, baixei a vista e vi a barraca que ele tava armando na calça. Começamos a conversar sobre coisas sem importância até que o papo foi pro sexo. Na conversa, ele me perguntou quantos namorados eu já tinha tido. Falei que três. Mas o que mais me desorientou e me excitou ao mesmo tempo foi quando ele perguntou se pros três eu tinha dado a bunda, se tinha aberto as pernas pra eles. Fiquei vermelha, senti o rosto esquentar. Ele viu que eu não tava entendendo e disse: "Se com os três você já transou." E não sei por que, respondi que só com um, que é meu atual parceiro, meu marido. Com os outros dois, não passou de beijos e amassos. Não acreditei que saiu da minha boca, mas já tava dito. Ele comentou se eu não tinha curiosidade de sentir os braços e lábios de outro homem. Naquele momento, me senti confusa, excitada. Não sabia o que passava pela minha mente e pelo meu corpo, porque sentia que tava me molhando, e com um senhor de 45 anos. Falei que isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Ele não comentou mais nada, como se tivesse plantado a semente da curiosidade. Aí disse que era melhor continuarmos trabalhando. Fui pro meu lugar, cheia de pensamentos. Sentimentos confusos, além de que eu estava molhada, mas muito molhada. Passaram-se três horas e, por azar, a luz acabou. Então ele veio até meu lugar pra conversar, mas eu via ele com aquele olhar penetrante, como se quisesse me devorar. Ele sentou na beirada da minha mesa e eu pude ver que ele estava excitado, sem vergonha nenhuma, tocou no pênis dele e acho que ajustou. Foi aí que ele me perguntou o que eu tinha achado do que ele me disse. Fiquei calada e depois, não sei por quê, saíram essas palavras da minha boca: que eu tinha medo do meu marido e de todo mundo descobrir, além de quem iria se interessar por mim. Ele comentou que várias meninas dariam tudo pra ter meu corpo num fim de semana. Eu falei: "Como assim, se eu sou cheinha, gorda?" E ele, sem rodeios, disse que eu tinha uns peitos e uma bunda que eram pra ser aproveitados. As palavras dele ecoaram na minha mente e no meu corpo. Eu falei que ele só tava dizendo aquilo pra agradar, e nesse momento ele se aproximou de mim, me deu um beijo na boca. Fiquei paralisada, e entre minhas pernas comecei a ficar muito molhada. Ele se aproximou de novo e começou a beijar meus lábios, meu pescoço. Eu não deixava ele colocar a língua na minha boca, mas entre os beijos no pescoço e as sopradas no ouvido, comecei a ficar excitada. Quando a boca dele voltou pros meus lábios, recebi sem resistência. Não sei quanto tempo ficamos nos comendo de boca. Ele colocou as mãos por baixo da minha blusa e só acariciou minhas costas. Naquele momento, eu não sabia o que tava fazendo, só me entregava. Depois, ele parou de me beijar e perguntou, com a boca perto do meu ouvido, se eu tava gostando de sentir os braços e os lábios de outro homem. Eu não respondi, mas ele sabia que sim. Em seguida, ele me beijou de novo, mas dessa vez me pegou pelas nádegas, esfregou e apertou, fazendo eu esquecer que era uma mulher casada com filhos, mas que naquele momento tava nas mãos de outro homem, que tava me comendo de boca e apalpando minha bunda por cima da saia, e me dizendo que eu era uma delícia. Cú tinha, durinho redondo grande, carnudo que daria um festim nele, momento que pensei que esse queria me comer pelo rabo, coisa que me assustou já que sou virgem do cu e nem meu marido deixo, embora ele já tenha pedido várias vezes. Assim passamos um tempo até que ele pegou minha mão e levou até o pau dele, toquei e depois comecei a acariciar por cima da calça. Minha mão tinha vida própria, eu não acreditava no que estava fazendo. Nessa hora, ele tocou minhas pernas, mas agora metendo a mão por baixo da saia. Depois de apalpar minhas pernas e coxas, as mãos dele foram para minhas nádegas, que ele voltou a acariciar, mas a única barreira era minha calcinha. Ele apalpou por um tempo, até enfiar a mão dentro da minha calcinha e amassar minhas nádegas, espremendo elas. Depois, tirou uma mão e enfiou um dedo na minha boca, que chupei. Aí tirou da minha boca e levou até minhas nádegas, a lubrificação era pra tentar enfiar no meu cu, coisa que não permiti no começo, ele entendeu e parou de apalpar minhas nádegas pra começar a apalpar meus peitos, primeiro por cima da blusa, depois tirou minha blusa e levantou meu sutiã pra apalpar meu peito. Agora eu sentia a pele das mãos dele, os dedos. Só ouvi ele dizer "que tetas tão gostosas". Joguei a cabeça pra trás, e ele começou a chupar meu peito, meus mamilos. Isso fez eu perder o controle total do meu corpo, era boneca dele, não podia dizer não pra nada. Ele aproveitou pra descer uma mão até minhas nádegas e tentar enfiar o dedo de novo no meu cu, mas como eu disse, não diria não pra nada. Ele enfiou o dedo, primeiro senti dor, incômodo, estranheza, mas depois comecei a ficar excitada. Ficou um tempo assim, com o dedo no meu cu, chupando meu peito, apalpando minhas nádegas, até que parou e tirou minha calcinha. Nessa hora, senti que ele chegava cada vez mais perto da minha buceta, continuava me beijando. Não percebi quando ele tinha a calça desabotoada e o pau dele pra fora, acariciei ele. Era parecido com o pau do meu marido, diferente, mais grosso, e os testículos dele eram maiores. Ele começou a acariciar minha buceta e ficamos nos beijando e nos masturbando um ao outro. Ele dizia que eu era a putinha dele, a bainha dele, a bunda dele enquanto me masturbava e me apalpava. Ele comentou que já tinha percebido que teria chance comigo quando comecei a me vestir de outro jeito, a me exibir e a rebolar mais a bunda. O que deu mais segurança pra ele foi quando não escondi minhas pernas e parte das coxas, ele sabia que tinha uma puta em mim. Palavras que, em vez de me irritar, me deixaram ainda mais excitada, até que eu gozei e ele também gozou. Na minha mão ficou o esperma, parecia que ele tinha litros guardados. Ficamos mais um tempo nos beijando, e depois fui ao banheiro limpar a mão. Quando fechei a porta do banheiro, tive vontade de cheirar e provar o sêmen com a ponta da língua, coisa que não faço com o sêmen do meu marido, porque nunca provei. Me lavei, me penteie porque estava despenteada. Quando terminei, saí com muita vergonha. Cheguei na cozinha e lá estava ele, me olhando. Ele me puxou pela cintura e perguntou o que eu tinha achado naquele momento (pensei comigo: "curti pra caralho"), mas comentei que me sentia estranha e confusa. Aí ele disse que eu estava uma delícia, e começou a apalpar minha bunda por baixo da saia. Como eu não estava de calcinha, ele disse que a pele da minha bunda era sedosa e ainda durinha. Ele me fez dar um passo pra trás e levantar a saia pra ver o que tinha apalpado. Eu me virei, levantei a saia, e ele disse que gosta de buceta raspada, mas que não estava feia. Ele me fez abrir a buceta, como ele diz, olhou lá dentro e disse "rosadinha", e tocou meu clitóris. Depois mandou eu mostrar o cu, então me virei e mostrei. Ele tocou, deu um tapa e disse "que cu gostoso, grandão e carnudo". Ele mandou eu ficar na mesma posição de quando fui buscar o café da manhã no meu lugar, e eu entendi: me abaixei sem dobro as pernas, passo a mão nele e beijo ele, me viro, a gente se beija ou melhor, a gente se pega pra depois se separar. Ele disse que tinha que ir, que se eu quisesse ir mais longe, no dia seguinte era pra eu raspar minha buceta (palavras textuais) e usar saia mais curta. Comentei que não, porque não sei o que deu em mim, que me deixei levar no momento, mas não ia se repetir.
Aí ele se afastou de mim, pegou as coisas dele e falou que se no dia seguinte me visse de saia curta, isso significava que eu queria ir mais longe.
Continua...
Minha história começa no meu escritório, onde quase sempre fico sozinha. Um dia, meu chefe me avisou que viriam pintar o escritório. Não dei importância, porque sempre vinham fazer manutenção por lá, mas nunca imaginei que dessa vez seria diferente e que mudaria minha vida, meu jeito de ser — em poucas palavras, eu me tornaria outra mulher dentro de mim mesma.
Bom, o fato é que o senhor Héctor chegou na terça-feira, 11 de agosto de 2015. Conheço ele há três anos, além de conviver nas festas anuais da empresa, tomar uma dose e dançar com ele — havia uma certa amizade. Ele sempre fazia a manutenção do escritório. Depois de nos cumprimentarmos e comentarmos coisas sem importância, ele começou a inspeção para ver o que precisava fazer. Enquanto inspecionava o escritório e se movia de um lado para o outro, percebi que ele não tirava os olhos de mim. Ficava falando como eu estava gostosa, que tava bonitona, e não sei mais o quê. Não respondi nada, só fui pro meu lugar, até que vi ele se tocando no pau. Na hora, fiquei com muita raiva e nojo. Depois que terminou a inspeção, ele disse que voltaria no dia seguinte. Não respondi, e minha atitude foi de indiferença. Quando ele foi embora, senti minha buceta molhada e uma sensação estranha — ou melhor, excitada e confusa. Depois, com o trabalho, acabei esquecendo o assunto.
No dia seguinte, já estava no escritório, e trinta minutos depois bateram na porta. Na hora, senti minhas pernas virarem gelatina e minha buceta começou a ficar molhada. Abri a porta, e era ele. Ele disse que subiria as ferramentas e os materiais pra fazer o serviço e me convidou pra tomar café da manhã, porque a esposa dele mandava bastante comida. Aceitei, mas vi como o olhar dele me devorava — e olha que eu não uso roupa colada nem decotada. Enfim, continuamos tomando café, e quando terminamos, ele começou a trabalhar, como sempre. Pô, mas toda vez que eu parava, via ele olhando fixo pra minha bunda (eu tava usando uma calça pesqueira folgada e fina com um tênis alto que fazia minhas nádegas parecerem maiores e mais redondas). Me senti lisonjeada e ao mesmo tempo com pena, e ele comentava: "Que moça bonita, a senhora alegra minhas manhãs". Nos dias seguintes, não sei o que deu em mim, mas me arrumava de um jeito provocante, vestia calças mais justas que marcavam minha bunda, minha buceta, e blusas que deixavam ver o canalzinho dos meus peitos. Até parei de usar calcinha e sutiã sem bojo, e comprei sutiãs push-up que fazem os peitos ficarem juntos e redondos, além de calcinhas fio dental que eu sentia entrando no meio da minha bunda. No começo, foi estranho, mas quando saí na rua, foi como uma onda de tesão, como se as pessoas soubessem o que eu tava usando por baixo da roupa. Tudo isso sem meu marido desconfiar. Eu dizia pra ele que ia de van pro trabalho, com a desculpa de que precisava resolver umas coisas em órgãos do governo, e não tinha problema porque eu sempre fazia isso por vários dias. Mas na verdade, era pra sair vestida de forma gostosa sem ele encher o saco. Na volta pra casa, também não dava problema, porque eu chegava antes dele, então ele não percebia nada. Essa situação fez com que, ao viajar na van, eu me sentisse o centro das atenções dos homens, que não perdiam chance de se deliciar com minha bunda. Na hora, isso me deixava louca, porque sentia que era outra pessoa, com sentimentos e pensamentos diferentes do normal. Resumindo, não era eu.
E no escritório, na hora do café da manhã que ele sempre me convidava, ele ficava olhando mais pros meus peitos. Não sei se eu fazia inconsciente ou consciente, mas me abaixava mais, fazendo com que meus peitos, presos naquele sutiã, aparecessem todos, parecendo que iam explodir. Eu via como os olhos dele cravados na visão dos meus peitos e a cara de fera dele espreitando a presa, eu também parava de andar com a desculpa de ir pegar qualquer coisa, momento em que mexia mais a bunda, o que fazia eu me molhar e ele esfregava o pau dele na calça, o que uma vez me deu muita raiva e nojo, agora me deixava excitada. Durante o café da manhã e o dia todo, ele me dizia que eu estava mais gostosa, e eu só agradecia, que com aquela roupa eu estava sexy e bonita, e soltando todo tipo de comentário sobre meu corpo, especialmente nas minhas calças — coisa que devo esclarecer que essa situação se repetiu várias vezes, até que um dia em que eu me desconheci completamente, coloquei uma saia jeans justa e comprida, mas com uma abertura na frente, e uma blusa de gola V e uma jaqueta, porque sou friorenta, além de que na entrada do prédio não dava pra notar, porque, coisas da vida, eu tinha vergonha. Bateram na porta e meu coração parecia que ia sair do peito, as pernas moles como gelatina e minha entreperna começou a molhar na hora. Tirei a jaqueta e, por causa do frio, os bicos dos meus peitos ficaram duros como pedra — se já estavam durinhos por causa da excitação, e acho que por isso meus peitos incharam. Abri a porta e, surpresa, ele me cumprimentou com um beijo na bochecha, depois disse pra gente tomar café. Me virei pra ir pegar o café, mexendo mais a bunda porque sentia o olhar dele cravado na minha raba. Virei discretamente sem ele perceber e, sim, ele estava vidrado na minha bunda. Me abaixei, mas sem dobrar os joelhos — eu sabia que ele ia ver minha bunda inteira em todo o esplendor, e sim, pelo que vi no meio das pernas dele, ele gostou. Já no café, sentamos, mas como as cadeiras são tipo de cantina, quando sentei a abertura abriu mais, deixando só ver minhas pernas e um pouco das coxas, o que os olhos dele não perderam detalhe. Eu ainda com um pouco de decência hahaha me cobri enquanto comia e perguntei por quê. Ele tava tão sério, diferente do normal, e me disse que na mente dele tava gravado minhas pernas e coxas. Falei que era uma pena, que elas tavam muito gordas, e ele respondeu que não, que elas pareciam sexys, uma pena eu esconder. Fiquei quieta e, num descuido pra pegar o açúcar, minhas pernas e coxas ficaram de fora. Não me incomodou, então não fiz nada, e ele não tirava os olhos delas. Isso fez ele soltar: "Que pernas bonitas, parecem lisas e durinhas, por que não deixa pegar sol? Tão muito brancas." Na hora, me senti atordoada, molhada, com a respiração ofegante, mas com vergonha e sem vergonha ao mesmo tempo — um verdadeiro quebra-cabeça.
Durante o café da manhã, o olhar dele focava nos meus peitos e nas minhas pernas. Foi quando eu, com um olhar indiscreto, baixei a vista e vi a barraca que ele tava armando na calça. Começamos a conversar sobre coisas sem importância até que o papo foi pro sexo. Na conversa, ele me perguntou quantos namorados eu já tinha tido. Falei que três. Mas o que mais me desorientou e me excitou ao mesmo tempo foi quando ele perguntou se pros três eu tinha dado a bunda, se tinha aberto as pernas pra eles. Fiquei vermelha, senti o rosto esquentar. Ele viu que eu não tava entendendo e disse: "Se com os três você já transou." E não sei por que, respondi que só com um, que é meu atual parceiro, meu marido. Com os outros dois, não passou de beijos e amassos. Não acreditei que saiu da minha boca, mas já tava dito. Ele comentou se eu não tinha curiosidade de sentir os braços e lábios de outro homem. Naquele momento, me senti confusa, excitada. Não sabia o que passava pela minha mente e pelo meu corpo, porque sentia que tava me molhando, e com um senhor de 45 anos. Falei que isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Ele não comentou mais nada, como se tivesse plantado a semente da curiosidade. Aí disse que era melhor continuarmos trabalhando. Fui pro meu lugar, cheia de pensamentos. Sentimentos confusos, além de que eu estava molhada, mas muito molhada. Passaram-se três horas e, por azar, a luz acabou. Então ele veio até meu lugar pra conversar, mas eu via ele com aquele olhar penetrante, como se quisesse me devorar. Ele sentou na beirada da minha mesa e eu pude ver que ele estava excitado, sem vergonha nenhuma, tocou no pênis dele e acho que ajustou. Foi aí que ele me perguntou o que eu tinha achado do que ele me disse. Fiquei calada e depois, não sei por quê, saíram essas palavras da minha boca: que eu tinha medo do meu marido e de todo mundo descobrir, além de quem iria se interessar por mim. Ele comentou que várias meninas dariam tudo pra ter meu corpo num fim de semana. Eu falei: "Como assim, se eu sou cheinha, gorda?" E ele, sem rodeios, disse que eu tinha uns peitos e uma bunda que eram pra ser aproveitados. As palavras dele ecoaram na minha mente e no meu corpo. Eu falei que ele só tava dizendo aquilo pra agradar, e nesse momento ele se aproximou de mim, me deu um beijo na boca. Fiquei paralisada, e entre minhas pernas comecei a ficar muito molhada. Ele se aproximou de novo e começou a beijar meus lábios, meu pescoço. Eu não deixava ele colocar a língua na minha boca, mas entre os beijos no pescoço e as sopradas no ouvido, comecei a ficar excitada. Quando a boca dele voltou pros meus lábios, recebi sem resistência. Não sei quanto tempo ficamos nos comendo de boca. Ele colocou as mãos por baixo da minha blusa e só acariciou minhas costas. Naquele momento, eu não sabia o que tava fazendo, só me entregava. Depois, ele parou de me beijar e perguntou, com a boca perto do meu ouvido, se eu tava gostando de sentir os braços e os lábios de outro homem. Eu não respondi, mas ele sabia que sim. Em seguida, ele me beijou de novo, mas dessa vez me pegou pelas nádegas, esfregou e apertou, fazendo eu esquecer que era uma mulher casada com filhos, mas que naquele momento tava nas mãos de outro homem, que tava me comendo de boca e apalpando minha bunda por cima da saia, e me dizendo que eu era uma delícia. Cú tinha, durinho redondo grande, carnudo que daria um festim nele, momento que pensei que esse queria me comer pelo rabo, coisa que me assustou já que sou virgem do cu e nem meu marido deixo, embora ele já tenha pedido várias vezes. Assim passamos um tempo até que ele pegou minha mão e levou até o pau dele, toquei e depois comecei a acariciar por cima da calça. Minha mão tinha vida própria, eu não acreditava no que estava fazendo. Nessa hora, ele tocou minhas pernas, mas agora metendo a mão por baixo da saia. Depois de apalpar minhas pernas e coxas, as mãos dele foram para minhas nádegas, que ele voltou a acariciar, mas a única barreira era minha calcinha. Ele apalpou por um tempo, até enfiar a mão dentro da minha calcinha e amassar minhas nádegas, espremendo elas. Depois, tirou uma mão e enfiou um dedo na minha boca, que chupei. Aí tirou da minha boca e levou até minhas nádegas, a lubrificação era pra tentar enfiar no meu cu, coisa que não permiti no começo, ele entendeu e parou de apalpar minhas nádegas pra começar a apalpar meus peitos, primeiro por cima da blusa, depois tirou minha blusa e levantou meu sutiã pra apalpar meu peito. Agora eu sentia a pele das mãos dele, os dedos. Só ouvi ele dizer "que tetas tão gostosas". Joguei a cabeça pra trás, e ele começou a chupar meu peito, meus mamilos. Isso fez eu perder o controle total do meu corpo, era boneca dele, não podia dizer não pra nada. Ele aproveitou pra descer uma mão até minhas nádegas e tentar enfiar o dedo de novo no meu cu, mas como eu disse, não diria não pra nada. Ele enfiou o dedo, primeiro senti dor, incômodo, estranheza, mas depois comecei a ficar excitada. Ficou um tempo assim, com o dedo no meu cu, chupando meu peito, apalpando minhas nádegas, até que parou e tirou minha calcinha. Nessa hora, senti que ele chegava cada vez mais perto da minha buceta, continuava me beijando. Não percebi quando ele tinha a calça desabotoada e o pau dele pra fora, acariciei ele. Era parecido com o pau do meu marido, diferente, mais grosso, e os testículos dele eram maiores. Ele começou a acariciar minha buceta e ficamos nos beijando e nos masturbando um ao outro. Ele dizia que eu era a putinha dele, a bainha dele, a bunda dele enquanto me masturbava e me apalpava. Ele comentou que já tinha percebido que teria chance comigo quando comecei a me vestir de outro jeito, a me exibir e a rebolar mais a bunda. O que deu mais segurança pra ele foi quando não escondi minhas pernas e parte das coxas, ele sabia que tinha uma puta em mim. Palavras que, em vez de me irritar, me deixaram ainda mais excitada, até que eu gozei e ele também gozou. Na minha mão ficou o esperma, parecia que ele tinha litros guardados. Ficamos mais um tempo nos beijando, e depois fui ao banheiro limpar a mão. Quando fechei a porta do banheiro, tive vontade de cheirar e provar o sêmen com a ponta da língua, coisa que não faço com o sêmen do meu marido, porque nunca provei. Me lavei, me penteie porque estava despenteada. Quando terminei, saí com muita vergonha. Cheguei na cozinha e lá estava ele, me olhando. Ele me puxou pela cintura e perguntou o que eu tinha achado naquele momento (pensei comigo: "curti pra caralho"), mas comentei que me sentia estranha e confusa. Aí ele disse que eu estava uma delícia, e começou a apalpar minha bunda por baixo da saia. Como eu não estava de calcinha, ele disse que a pele da minha bunda era sedosa e ainda durinha. Ele me fez dar um passo pra trás e levantar a saia pra ver o que tinha apalpado. Eu me virei, levantei a saia, e ele disse que gosta de buceta raspada, mas que não estava feia. Ele me fez abrir a buceta, como ele diz, olhou lá dentro e disse "rosadinha", e tocou meu clitóris. Depois mandou eu mostrar o cu, então me virei e mostrei. Ele tocou, deu um tapa e disse "que cu gostoso, grandão e carnudo". Ele mandou eu ficar na mesma posição de quando fui buscar o café da manhã no meu lugar, e eu entendi: me abaixei sem dobro as pernas, passo a mão nele e beijo ele, me viro, a gente se beija ou melhor, a gente se pega pra depois se separar. Ele disse que tinha que ir, que se eu quisesse ir mais longe, no dia seguinte era pra eu raspar minha buceta (palavras textuais) e usar saia mais curta. Comentei que não, porque não sei o que deu em mim, que me deixei levar no momento, mas não ia se repetir.
Aí ele se afastou de mim, pegou as coisas dele e falou que se no dia seguinte me visse de saia curta, isso significava que eu queria ir mais longe.
Continua...
1 comentários - De mulher decente a puta gostosa
Haz de estar riquísima