CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mãe-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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23 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846244/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-23-para-18.html
24 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846248/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-24-para-18.html
25 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846252/Minha-mãe-passou-a-ser-minha-mulher-25-para-18.htmlPEÇO DESCULPAS PELO MEU ERRO NO TÍTULO DAS MINHAS HISTÓRIAS AOS MEUS POUCOS LEITORES, JÁ ESTÁ CORRIGIDO. 05/03/2016
(CONTINUARÁ)
Minha mãe grávida, tarada e continua sendo uma puta, minhas outras garotas grávidas, o corno da Julia, o filho da Pilar, meu amigo Sebas, uma situação invejável...As gravidezes das minhas mulheres iam bem, elas criando barrigão e enchendo os peitos. Todas contentes e gostosas. Sentado sozinho no meu quarto, quase não acreditava.
Ficava de pau duro só de pensar que tinha quatro prenhas. Quatro mulheres já maduras, que tinham decidido ter um filho de um garotão, mas sem responsabilidade pra mim — as quatro colocavam a culpa nos maridos. Quatro cornos que criariam filhos meus como se fossem deles. E eu continuaria comendo as mulheres deles quando desse na telha. Não sabia direito qual me dava mais tesão.
A mais adiantada, Anna, a primeira que me faria pai. Depois, minha própria mãe e também Julia, a irmã da Anna. Por fim, Pilar, a mãe do meu amigo Sebas, finalmente prenha.
Tava nessa, com o pau bem duro, quando bateram na porta. Achei que era minha mãe.
— Entra, puta, tô com o pau pronto pra você — mas não, era a Sara. Ela ficou olhando pro meu pau da porta.
— Que recepção, parceiro — passado o primeiro susto, resolvi ficar assim, com o pau duro à mostra — Sua mãe abriu a porta, certeza que não tava pensando em mim.
— Porra, parceiro, não sabia que era você. Mas chegou na hora certa. Entra e se quiser, pode pegar no pau você mesma.
— Então, na que você tava pensando, te excita muito. Preciso te falar uma coisa.
— Tava pensando em todas as minhas putas ao mesmo tempo. Então fala, parceiro, me diz o que você quer — ela não tirava os olhos do meu pau.
— Bom, é uma coisa meio... estranha, não sei — fez uma pausa — Porra, cara, para de bater punheta que me desconcentra.
— Você não precisa olhar, tia, mas é que eu tava excitado e você aqui me deixa mais duro, com essa minissaia e esse decote. Você é uma das minhas putas.
— Você é um filho da puta — ela se ajoelhou entre minhas pernas — tira a mão e deixa comigo enquanto, parceiro, seu pau me fascina.
— Vai me falando, vai batendo uma devagar, seja uma boa puta, parceiro. Ummm…vou ser uma putinha boazinha…você me deixa com tesão…vai ver, lembra da June, a bonequinha da minha mãe?
- Porra, se lembro, uma gostosa.
- Tô com ela, ela largou minha mãe e vem comigo, tá apaixonada.
- Parabéns, parceiro, você merece e ela é uma beleza.
- Valeu…ummmmm…que pau, filho da puta…não consigo segurar a vontade de chupar um pouco…ummmm…precisava de um favor seu…
- Pode chupar, parceiro, se serve…ummmmm…que favor você quer…ufff como você chupa bem…que puta você virou…
- Tenho muita prática, você sabe que faz tempo que chupo quase todo dia meu pai…sou a putinha particular dele…mas ele vai se foder…nós, June e eu, vamos morar juntas…ummmm que bom que seu pau é, muito melhor que o do meu pai…
- Que bom, parceiro…ufffff…porra, como você mama…vai fazer eu gozar se continuar…
- Ummmm…não…não tô a fim de engolir porra…ainda tenho o gosto da gozada do meu pai – ela baixou a calcinha, levantou a saia supercurta e, assim, com a buceta de fora, parou – bom, se você não se importar…
- Imagina, parceiro, meu pau vai ficar bem à vontade dentro da sua buceta…faz tempo que não meto em você…traz essa xereca aqui, puta promíscua – Sara sentou em cima de mim e começou a enfiar no meu pau – deus…puta que pariu…
- Ummmmmm…parceiro…porra…faz tempo que você não mete…que duro e grosso…– ela beijou minha boca – como é difícil enfiar…ufff…vou precisar sentir seu pau de vez em quando, parceiro…– levantei a camiseta dela e chupei os peitos – ummmmmm…filho da puta…me chama de puta desse jeito…
- Ummm…que peitão que você tem…puta…E o que você precisava, parceiro?...
- Ufff…ninguém chama de puta como você…uuuuummm…duas coisas…a primeira…é… ufffff, filho da puta, que pau…a primeira é você vir ver minha mãe pra um dos filmes dela…e depois,…meter de novo no cu dela…
- Porra…parceiro…e isso?...ufff ficou a buceta apertadinha, tio… tu tá espremendo meu pau…uuuuuummm tá custando a entrar…
- Tá foda por causa da June, cara, e ela ficou puta, mas com um pouco de movimento e um filme, passa… eu sei que ela gostou que você estuprou ela no cu… mesmo que ela negue.
- Porra… não sei…
- Vamo lá, parceiro, cê tem que me ajudar… deussss… não entra de jeito nenhum… - fez força pra baixo – Aaaay… porra… enfiada até o talo… teu pau machuca, filho da puta, cê tá me abrindo toda… sinto ele no fundo…
- Tiro?
- Não fode!... continua assim… adoro estar empalada… a outra coisa cê vai gostar mais… - levantou devagar e se deixou cair – aaaaaaaaaaaah… ummmmmmm…
- Porraaaaa… putaaa… que sentada… toma pau, então, rabuda empalada… me fala…
- AAAhh… filho da puta… que dor… ufff… cê tem que fazer um filho com a gente…
- Como…?
- Falei com a June, a gente quer ter um filho e pensei que ninguém melhor que você… ummmmm… - mexia a pélvis pra trás e pra frente, remexia por dentro, sentia muito no pau – deusss… como cê me empala, parceiro…
- Mas… ufff… que loucura… assim do nada…
- Porra, cê sabe que eu gosto de ir direto ao ponto… uuuuuummmm… cê fode como um deus… uf, cê não quer?
- Quero, quero, porra, claro que quero… mas me pegou de surpresa… e… ufffff… qual das duas eu engravido…, toma pau, puta…
- A June, parceiro, ela já tem idade… mais pau, filho da puta… - passou a mão pra trás e apertou minhas bolas – adoro essas bolonas no meu cu…
- Ufffff… adoro… mas vou botar uma condição… ufffff… que buceta você tem… aaaaaaah… cê aperta muito minhas bolas, puta…
- Umm… se fode… adoro suas bolas cheias de esperma… qual condição… e que pau você tem, filho da puta…
- Que eu foda vocês duas, mesmo que goze na buceta dela… ummmm… e vou estuprar sua mãe, mas a gente vai fazer um trio, June, você e eu.
- Ufffff… não sei… vou falar com ela… aaaah… filho da puta… vou gozar… chupa meus peitos… ufffff…. me dá pau, filho de puta,… tô gozandooo…
- Toma, puta safada…toma ração de pau e porra…que puta você é…Ummmm…gosto de você…te fodi na frente da sua namorada e vou engravidar ela…
Incrível, logo teria cinco grávidas, meu pau ficou ainda mais duro antes de soltar uma boa gozada na Sara.
Com a Júlia eu ficava louco, o marido dela ser conivente, já foi muito excitante engravidar ela com ele pedindo, quando ia visitá-los na casa deles, com a gravidez confirmada e agora já com uma barriguinha e os peitos durinhos, eu me perdia de tesão. Era muito extraordinário ver um marido acariciando a barriga da mulher enquanto me dizia o quanto estava feliz que eu tinha engravidado a esposa dele. E cada vez com mais naturalidade. Ele a despia na minha frente, ela toda feliz, excitada.
- Tá vendo como o bebê tá crescendo?- colocava ela de perfil – olha que barriguinha ela já tem – acariciava.
- Ela tá linda pra caralho.
- Beija minha barriga, amor – Joel sentava e beijava a barriga dela, eles adoravam o jogo – você não imagina o quanto ela gosta da barriguinha com o filho que você me fez, Roger…- excitava o Joel essa humilhação – é, corno?...engravidaram sua mulher…
- Ummmmmm…sim, amor…sou um grande corno…engravidaram minha mulher, – beijava a barriga dela – você carrega o filho dele aqui…olha, Roger, que peitos que a sua garota tá ganhando…- acariciava os seios dela – adoro…se preparando pra dar um bom leite…- Júlia aproximava eles da boca dele – hummm…que delícia…
- Ummmmmm…uma maravilha…
- Vou dar porra pra vocês dois, pervertidos…
- Graças a você, que engravidou ela.
- Porque você queria, Joel, queria que sua mulher fosse minha.
- Ummmm… Roger…adoro que você sinta ela sua…sua puta…sua mulher…sua mina…eu sou só o corno – ele tava realmente excitado. Júlia abaixou a braguilha dele e puxou um pau pequeno, calculei uns 10 ou 12 cm. Ela bateu uma com dois dedos.
E era completamente excitante ele me dizer pra levar ela pra casa dele. Cama pra foder ela.
- Obrigado por vir foder minha mulher, Roger, adoro que você esteja com ela, ninguém fodeu ela como você, ela geme e ofega como nunca…
- Eu adoro estar com sua mulher e também gosto muito que você esteja com a gente, cada vez sinto ela mais minha.
- Já combinamos que seria assim, esposa pra mim e uma mulher pra você, você monta nela quando quiser. É sua.
- E eu adoro ser uma boa esposa e mãe e, além disso, poder ser uma slut, uma das putas do Roger.
- Tô com muita vontade de foder com minha slut. E vou foder ela um monte de vezes.
E Julia, morbidamente safada:
- Olha que cock, cuck, olha eu chupando cock do meu garanhão… hummmm… essa cock sim que eu gosto… como ela inteira… e chupo esses ovo gigante… com o esperma que me fez um filho…
- Uuuuuf querido… mamada dos sonhos… – eles se excitavam em fazer espetáculo. Eu também ficava excitado e todos se satisfaziam.
- É que ele tem uma cock como tem que ser, cuck… hummmmm… olha como eu chupo… hummmmm… chupo cock… chupo a cock do meu garanhão… hummmm… gosto muito…
- OOOOH… você não chupa a minha assim…
- Porque sua cock não vale nada, cuck… – Julia se tocava com os dedos – por isso eu deixo outro me montar e engravidar…
- E porque você é uma slut, gosta de homens e foderia com todos… sua mulher, Joel, adoraria foder com vários garanhões…
- Ufffff… querido… isso é verdade?
- E na sua frente, amor… que fossem me montando com seus paus enormes… e te chamando de cuck… fazendo Booty pra copular com sua esposa…
- Ufffffffff… deus… querido… e eu vendo eles babando nos seus peitos e te enchendo de esperma…
- Olha que slut você é… – eu disse
- Agora você vai foder com esse garanhão… querido… te amo, sou seu marido…
- Vou foder esse animal de cock enorme, cuck, e você, filho da puta, deita que vou me empalar inteira, tô muito tesuda desde que Estou prenha do teu esperma, preciso foder com um macho de verdade…olha aqui, amor, olha bem como eu me empalo nessa pica…aaaaaaaaaah…foder, cada dia tu tá com ela maior, seu filho da puta…Ufffffff…sei que tu gosta de me ver, seu cuck, olha bem como eu fodo com o meu engravidador…
- Que puta gostosa tu tem em casa, Joel…deusss como ela fode…tudo de rabo pra dentro…tu gosta de ver tua esposa empalada…
- Uffff…eu gosto muito de te ver assim, amor…bem puta…gosto que tu foda ela, Roger…me alucina ver como entra esse pedaço de pica inteiro…não igual a minha…
- Então olha como eu fodo ela, Joel…toda minha pica na buceta dela…é uma puta…adoro foder tua mulher…
Julia começou a cavalgar devagar, subia e descia, eu acariciava a barriga prenha dela, me dava muito tesão, aos poucos foi aumentando o ritmo…
- Ummmmm…vou te moer a pica…seu filho da puta…
- UFFFF…vou te rasgar essa boceta de putona que tu tem, sua gostosa…
- Deeeeus…foderrrr…- agora a gente nem ligava mais pro Joel, do lado se masturbando – cala a boca e chupa meus peitos, seu filho da puta…aaaahh…
Depois de dois ou três orgasmos, ela caiu exausta em cima de mim.
- Tu me deixou bem fodida, filho da puta…tava precisando de uma boa trepada…foder…ainda tá duríssima, queima minhas entranhas…- ela me beijou de língua – gosto de ser uma das tuas putas…
- Tu gozou muito, amor…me senti muito cuck vendo como tu curte com o Roger…
- Isso me faz sentir mulher, cuck, diferente de tu com tua piquinha…ummmm…ela continuava me beijando – filho da puta…tu ainda tá me fodendo…uffffff…que delícia…
- Tu não vai conseguir juntar as pernas quando eu acabar contigo, putona…vai ter que andar de pernas abertas…- a gente continuava se beijando – vou te deixar de pernas abertas a noite toda…
- Agora me dá no cu, quero que tu rasgue meu cu com essa pica…fode comigo, me machuca, seu filho da puta…
- Uffff…amor…
- Olha bem, cuck, tua mulher prenha…uma putona de arromba…o que tu acha, oferecendo o cu de gostosa… Totalmente minha, Joel… — Julia estava de quatro, com as tetas balançando — olha ela, Joel, que rabão, que grupa pra montar por um bom tempo… abre mais as pernas, puta… quero que seu marido te vea como você nunca se ofereceu pra ele… — ela se abriu muito, mostrando e oferecendo a buceta ainda dilatada do meu pau e o cu dela.
— Porra, amor… que obscena…
— Uma Promíscua, Joel, das vadias mais safadas que existem… recém-fodida e prestes a tomar no cu — me aproximei e dei um tapa na bunda dela — o que você quer, puta… fala pro seu marido… — dei outro tapa.
— Aaai… desculpa, amor, sou tão Promíscua que preciso que me coma o cu… me fode o cu agora, seu filho da puta…
— Desculpa, mas seu marido não ouviu direito…
— QUE ME COMA O CU… QUE ME ENFIE NO CU…
— Toma esse pau, porca… adoro esse seu rabão de vagabunda…
— Aaaaaah… como eu adoro que me coma o cu, seu filho da puta…
— Ooooh meu deus… Roger… é toda sua… come o cu dela…
— Então ela é toda minha, hummm? — enfiei o pau inteiro no cu dela e parei — olha de perto o pau enfiado no cu dela… — ele se aproximou excitado — acaricia a barriguinha com meu filho e os peitos dela — ele fez isso, Julia estava quieta, tomando no cu e se deixando acariciar — hummm… você gosta?
— Ummmmmm… é linda…
— Você gosta dela assim, de quatro, como uma puta enrabada? — tirei o pau e enfiei de novo com força.
— AAAAAH… filho da puta… meu cu…
— Uffffff… é bestial, nunca aproveitei tanto… — Joel continuava acariciando a barriga dela, que nessa posição mostrava a gravidez — hummmmmm… dá pra ver que ela tá grávidinha…
— Beija ela, Joel — Joel se aproximou e se beijaram de língua, enquanto eu metia e tirava devagar no cu dela — beija seu marido, puta. Joel, você disse que essa puta é minha mulher?
— Ufffff… sim, Roger… foi o que eu disse… — eles se beijavam excitados — hummm… meu amor… eu disse que ela é sua mulher… hummmmmmm…
— E O que você acha, Julia?
- Que quando um homem me engravida, me come no cu e dormimos juntos, sou mais mulher dele do que de qualquer outro – ela falava a centímetros do rosto do marido – meu corno…mmmmmmmmmmm…você deu sua esposa pra outro usar como mulher dele…
- Ummmmm…amor…esse macho merece uma mulher como você…tô encantado que ele te faça de mulher dele…
- Então hoje vou dormir com minha mulher, corno… – eu bombeei o cu dela violentamente de novo. Uffa, todo mundo já sabia que era um jogo, mas as palavras têm muito poder e nos excitavam pra caralho – ummm…minha mulher, Julia…
- Aaaah…filho da puta…meu cu…aaaaaaaaaah…meu deus…mmmmm
- Seu homem te come no cu, amor – Joel a beijava sentindo os gemidos dela e aguentando as investidas do pau – e que pau, meu amor…
- Meu homem…aaaah… – ela beijava ele – adoro ter homem e ter marido…aaaaaah…meu cuuuu…pelo amor de deus…
Com a Anna, porém, era uma delícia, meiga e suave, mas safada. Ela já estava com uma barriga grande.
- Seu filho se mexe pra caralho, deve estar ansioso pra nascer – ela acariciava a barriga.
- E como tá seu marido? – eu também acariciava a barriga dela
- Feliz da vida, todo mundo parabeniza ele por ter engravidado a mulher – ela sorriu e me beijou na boca.
- Você gosta de foder com ele…
- Sim, claro, transamos com uma certa frequência…
- Você goza… – eu deitei ela e beijei a barriga – ummmmm…minha puta e a barriga dela…
- Sim, ele me agrada, nem sempre mas eu gozo e gosto de dar prazer pra ele…
- Você é uma boa esposa… – acariciei os peitos inchados dela, os mamilos grossos, me inclinei pra beijar e lamber eles…
- Ummmm…vou ter muito leite…já tá saindo um líquido meio branco…oooh…Roger…
- Ummmmmm…amamentando você vai ficar linda…e eu vou te ordenhar…
- Ummmmmm…Preciso de outra coisa…
- É?
- Esse pau que você tem…
- Pega ele quando quiser, linda… Mas acima de tudo me sentir viva… me fazer sua puta é… é… um choque de vida… ser uma das suas vadias, gozar fodida como uma puta… você me excita muito… antes eu achava isso uma sujeira… agora sonho em chupar sua pica… ummmmm… ter ela na boca, tão macia e tão dura… empurrando garganta abaixo…
- UMMMMM… céu, chupa minha pica, pelo amor de Deus… - ela ficou de quatro perto de mim.
- Toca na minha barriga, me excita você acariciar seu filho…
- Oi, garotão! – falei, acariciando ela – vou aproveitar sua mãe…
- Você fode sua mãe… - ummmmmm eu gosto de chupar essa pica…
- Eu fodo ela direto… também já deixei ela prenha…
- Uffff… sério?... você engravidou sua mãe? – ela não parava de mamar
- Ela é uma das minhas putas, você já sabe…
- Ufffff… que tesão me dá… imagina se seu filho se parecer com o pai?
- Ummmmm. Ele vai ter uma pica grande e quando crescer, a mãe dele vai chupar a pica dele igual agora…
- Uffff… espero que não…
- Pois minha mãe tá adorando.
- Um dia vou visitar ela… ela vai ser vovó…
- Vem com a Júlia e eu fodo vocês três. As três prenhas…
- Uffffff… que porco você é… me deixa com tesão…
- Pede com essa boquinha
- Me fode de quatro e me xinga de tudo… - ela ficou de quatro com a barriga e os peitos balançando – eu gosto de você obsceno
- Ummmmm… você está linda assim… é uma puta prenha… abre as pernas, Promíscua…
- Esperando meu cachorro me montar… - ela abriu as coxas e arreganhou o cu, oferecendo a buceta.
- Toma pica,… puta infiel… seu cachorro tá com vontade de mulher… toma… - enfiei a pica até o saco – montada, puta adúltera…
- AAAAAAAAAAah… acaricia minha barriga, é seu filho… o primeiro que temos… uuuuuuuu…
- Uffffff… o primeiro, vadiaaaaa… - de quatro, a barriga pendia livre e eu acariciava ela – adúltera… seu marido é um corno… porque não monta direito na minha puta… AAAAAAAAAA…siimm…quero ter um marido corno…ele não sabe foder como você…uuuuu…continua me fodendo como uma puta…AAAAAAAAAAAAAAhhh…sou uma das suas vadias…uuuuuuuuu…deus…vou gozar…deus…vou gozar…um orgasmo do caralho…
- Minha puta grávida…queria engravidar suas outras irmãs…que vocês 4 fossem minhas vadias…minha família de putas…
- UUUUUUUUUUUUUUU….s-sim…sssiiiiiiiiiiiiiiiiiii…uuuuu…que elas não percam isso…vou gozaaaaaaaaaaar….
Uma delícia, Anna. Com a barrigona, ofegante, se recuperando, a buceta transbordando meu leite…umas gotinhas do pré-leite saindo dos biquinhos…e toda meiga…
- Ah, amor, pelo amor de deus, Roger…isso é estar viva…que céu você é – cheguei perto pra beijar ela na boca, acariciando a barriga dela – que feliz que tô de te conhecer e ter um filho com você…mas sem ser sua esposa…só sua puta…
- Você é minha putinha mais gostosa, Anna – beijei a barrigona dela – tô muito emocionado com nosso filho…- lambi as gotinhas de leite dos biquinhos dela – hummmmm…que delícia, gostosa,
- A Julia e o Joel tão alucinados com você. Dizem que você é muito melhor do que esperavam…a Julia também acha que minhas outras irmãs deviam provar um garanhão obsceno que nem você.
- A mais velha, Rosa, tem 34 anos e a Montse, 27. A Montse vai casar logo. Os maridos são os certinhos, sérios, responsáveis e…sem graça. Ia fazer bem pra elas serem suas putas.
- Hummmmmmm…adoraria ter vocês quatro grávidas.
- Uffff…não sei se tanto…mas pelo menos…bem fodidas…e que aprendessem a gozar fodidas que nem umas cachorras no cio. Sem frescura, aprender a chupar um pau, engolir leite…e…que soubessem o que é dar o cu…com um cacete que nem o seu e um jeito de fazer a gente se sentir puta que nem você faz.
Ufffff, essa ideia deixou minha pica dura de novo, a Anna olhou pra ela:
- Pelo amor de deus, amor…
- Monta em mim, gostosa…
- Oooooh…deus…aaaaaaaaaaah…vamos brincar um pouco de ser a mãe do seu filho…como se a gente fosse namorado…me possui…love Meu… aaaaaaaaah… como eu sinto você dentro de mim… te quero, Roger… vou te dar um filho, amor…
- Ummmmm… eu também te quero, Anna… bem fundo dentro de você, querida…
E minha mãe, que tesão, meu deus… a barriga foi aparecendo e os peitões ficaram mais túrgidos e os bicos mais grossos e duros, todo mundo em casa feliz com ela, meu pai encantado e meu irmão todo animado, que não perdia chance de passar a mão nos peitos dela e se agarrar neles, obcecado desde sempre com os seios da mãe, e vi que ela gostava de dar o peito pra ele.
Meu irmão se revelou de gozo rápido mas repetido, gozava cedo mas logo tava pronto pra gozar de novo. Ele comia ela, mas principalmente gostava de gozar na boca, era viciado nas mamadas da mãe. Minha mãe satisfazia ele, então não era raro ela fazer 3 ou 4 mamadas por dia, de manhã antes de ir pra escola, na cozinha, minha mãe se agarrava no pau dele, às vezes depois de eu ter dado uma foda nela, meu irmão gozava rápido na boca dela, já se atrevia a puxar o cabelo dela e bombar a boca, foi se soltando, se reconciliando com a ideia de que a mamãe querida gostava de ser uma puta e ainda mais pros filhos dela.
- Uma mãe puta é a melhor coisa que tem, é foda um boquete cedinho – ele dizia – continua chupando, mamãe… uuuuuummm… toma, toma, engole o leite siiiiiiiiiiiiii
Eu tinha a sensação de que ela tava chupando ele o dia inteiro, sempre os encontrava, minha mãe de cócoras, chupando pau e passando a mão nos ovões dele, que pareciam gerar esperma aos montes porque eu via como ela enchia a boca toda vez que ele gozava.
- Porra, mãe – falei pra ela – você é uma máquina de chupar, fica mamando no pau dele toda hora.
- Eu sei, é exagerado seu irmão… mas lembra que foi você quem me disse pra fazer… e agora ele não para…
- E você gosta…
- Eu gosto muito do leite do seu irmão…
- Mais do que o mia…
- Sim, pra foder ninguém é igual a você, você tem a melhor rola e é o melhor macho que já tive, me tem totalmente dominada e… grávida, amor, me deixou grávida… – ela tocou a barriga – mas seu irmão é tão fofo, adoro o gozo dele, é impressionante a quantidade que ele tem e ele derrete quando a mamãe chupa ele.
- Qualquer dia papai vai te pegar de surpresa. Você chupa ele até quando ele tá em casa.
- Uff… já to tomando cuidado, além disso seu irmão goza rápido…
- Essa boquinha de chupadora… tanta rola e tanto gozo engolido… papai não sabe que você era tão gostosa.
- Não contei tudo pra ele, não, nem de longe…
- Um dia você vai ter que contar, que transa com seus filhos…
- Ufffff… acho que ele não ia gostar…
- Talvez sim… nunca se sabe…
- Ele não sabe quase nada das minhas… perversões…
- Nem que você era uma putinha adolescente que batia punheta pros caras…
- Naquela época as escolas não eram mistas, nem usávamos minissaias, eram uns uniformes horríveis, saias plissadas cinzas, meias longas, uff… mas eles me esperavam na saída pra me acompanhar até em casa, e em algum portão ou lugar afastado… já pode imaginar… “Catalina, bate uma pra mim”
- E você batia… uff Catalina… bate-punheta…
- Não, nem sempre, só se eu gostasse deles…
- Você gostava da maioria
- Isso sim, hehe… vinham dois ou três, mas eu sempre resistia…
- Não muito…
- Não, não muito… eu fazia a difícil “mas o que vocês estão pensando” mas eles insistiam “Vai, Catalina, porra, bate uma pra gente” eu enfiava a mão na braguilha deles e batia.
- Até sujar a mão…
- Claro, a graça era essa, adorava tirar o gozo deles…
- Um atrás do outro
- Sim, embora às vezes com uma mão em cada um… ficava muito tesuda tocando duas rolas… me sentia muito melhor… mais completa… — Elas te tocavam?
— Não… bom… eu deixava eles levantarem minha saia, eles ficavam excitados me vendo de calcinha, adorava quando eles exclamavam como minha buceta marcava, mas eram outros tempos, nunca tinham visto uma buceta, e pediam: “Vai, tira a calcinha, Catalina, mostra a buceta pra gente”. Às vezes eu fazia, você não imagina a cara que eles faziam… uffff…
— Imagino… porra… com essa bucetona que você tem… tão carnuda e saliente… você tirava tudo?
— Eles também não sabiam nada de garotas… eu ficava mais excitada ainda… sim, eu tirava e aí eles entendiam que por baixo da saia dava pra ver a buceta: “Levanta a saia, Catalina, mostra a buceta”…
— Ainda te excita muito… isso se você estiver usando…
— Agora eu tiro por outros motivos…
— Faz tempo que você tira a calcinha pra enfiarem paus duros…
— Eu mudei um pouco…
— Não, você não mudou, por outras coisas, mas você já gostava de tirar a calcinha na frente de caras…
— Eles me deixavam muito puta, nunca tinham visto uma buceta… “a racha”, como eles diziam… a maioria ficava mudo: “Nossa!... ela tá mostrando a racha!” “Eu nunca tinha visto nenhuma” “É, vocês gostam da minha racha?” Eu abria as pernas e mostrava tudo, com a saia levantada.
— Jejeje… todo mundo olhando a rachona da Catalina…
— Uma vez que eu tava muito puta, falei que deixava eles tocarem… uffff… eles não faziam ideia de que existia clitóris… eles apalpavam minha buceta sem saber… como eu gostava… bem aberta… mãos e mãos… ufffff
— Uma verdadeira puta…
— Mas no final o que eles queriam era que eu batesse uma pra eles…
— E você atendia… — ele me olhou
— Era emocionante, fui a primeira garota que tocou na pica de muitos deles. Eu adorava sentir como a pica dura deles ficava mole. Depois em casa, à noite, eu me masturbava… uffff, que orgasmos…
— E ninguém ficava sabendo? Uy, ele achava que era pecado e o sexo era totalmente proibido, ninguém falava nada, os caras iam ser castigados e eu, nem me fala. Eles comentavam entre si que tinha uma garota que batia punheta pros caras. Mas é, parece que um deles abriu a boca e um padre ficou sabendo.
- Um padre?
- Sim. Naquela época, a igreja tinha poder de verdade, obrigavam os garotos a se confessar e um deles dedurou. Resumo da ópera: ele me chamou na sala da diretora. Eu fui tremendo.
- Porra, ele te bateu ou algo assim?
- Nãao, ele começou a falar sobre o pecado da carne, que eu ia queimar no inferno pra sempre, me ameaçou com as piores desgraças, mas o que mais me pegou foi que ele ia contar pros meus pais.
- Porra, que filho da puta.
- Eu chorei, jurei que nunca mais faria aquilo, implorei e tudo. Ele ficou paternal, conciliador, e logo eu vi as verdadeiras intenções dele.
- Mas que porco!
- Foi assim.
- Ele te violentou?
- Não, não teve coragem de me penetrar, me fez explicar o que eu fazia com os caras, com detalhes, e disse pra eu usar a pica dele pra ele entender melhor.
- Caralho! Você teve que bater uma pra ele.
- Um padre perverso. Ele me deixou de joelhos pra pedir perdão a Deus, disse. Me perguntou se eu tinha deixado tocarem meus peitos, falei que não, mas ele disse que Deus sabe de tudo e mandou eu mostrar pra ver se era verdade. Nessa altura, eu já tava apavorada, não sabia tudo que ele ia fazer, mas já sabia que ia abusar de mim. Ele me fez tirar a camisa e o sutiã. Eu tava muito assustada, os padres impunham respeito, tinham poder.
- Um baita dum canalha.
- Era a primeira vez que eu tava com os peitos nus na frente de um cara, na adolescência, claro, quando era criança já tinha brincado com priminhos.
- Você já tinha uns peitões...
- Já estavam crescidos, sim...
- E você Ele tocou nelas…
- Sim, e muito… era a primeira vez que me apalpavam assim… beliscava meus bicos… aí ele tirou a rola, tinha uma piroca grossa, pra mim parecia muito grossa, usei as duas mãos… o gozo dele era mais grosso que o dos garotos… sujou meus peitos…
- Porra, mãe… ele abusou de você…
- Mas não pense… tive uma mistura de repulsa e tesão… gozo de padre… uff… nos meus peitos… percebi que depois todo o interesse dele era que eu não dissesse nada… “isso é algo entre você e Deus” ele disse… então soube que ele também não diria nada… me senti poderosa… sabia como fazer um cara se sentir envergonhado… só tirando o gozo dele… fiquei com muito tesão…
- E você continuou batendo punheta…
- Claro… e sem medo… e comecei a espionar meu pai pra ver a rola dele…
- Essa adolescente que você me conta tá deixando minha rola dura. Vou meter no cu dela.
- OOOOh… isso é… muito… indecente – ela ria. Claro que enfiei bem no cu dela. Me dava muito tesão e muito prazer, enfiar no cu da minha mãe e saber que a bunda dela só tinha sido minha, e como minha mãe estava espetacular se oferecendo como uma gostosa no cio, a bunda redonda dela a meu serviço, apoiada na mesa e levantando a saia. E ouvi-la gemer de prazer enquanto eu enfiava minha rola no cu dela,
- Aaaaaaaahh… você tá me comendo pelo cu… filho da puta… como sinto sua piroca grossa… ummmm… que putaria suja isso, pelo amor de deus… vou gozar sendo comida no cu pelo meu próprio filho… grávida…
E Pilar, porra, que tesão o irmão do meu amigo ser meu filho. Fui na casa do Sebas buscá-lo, ele não tinha voltado desde a vez que eu sabia que não estava e forcei a mãe dele. Lá estava Pilar, minha puta mais safada, com cara de santa, e até a atitude dela era a mesma que eu tinha encontrado, distante e metida. Claro, vestida sem nenhum estilo, um vestido reto, bege, de ficar em casa, acima do joelho e largo. Ela estava com o cabelo preso atrás, não deixava brilhar aquela cor dourada esplêndida que era tão Gostosa.
Não consegui evitar uma ereção escondida quando ela me explicou que a mãe dele estava grávida, ali com ela na frente. Olhei pra ela.
— Parabéns, senhora, fico muito feliz.
— Obrigada, Roger, estamos muito contentes — falou quase sem entonação, sem entusiasmo, cumprindo seu papel digno — vai ser uma bênção de Deus.
— Minha mãe também está grávida, que coincidência.
— Ah, nossa, manda meus parabéns pra ela, também fico feliz.
Olhei o corpo dela inteiro, minha ereção aumentava ao lembrar dela de quatro como uma puta, gemendo de prazer, cinco caras se revezando pra meter o pau nela. Ela pareceu adivinhar e ficou vermelha.
— Vou pra cozinha — anunciou.
Na idade dela, depois de ter filhos grandes, eu achava que meu pai quase não comia ela — me disse Sebas — ela é tão... sei lá... tão sem graça e tão beata... a sua ainda... é muito gostosa...
— Já sei que você gosta da minha mãe, já comeu ela, já...
— Porra, cara — ele ficou vermelho — é sua mãe...
— Então olha, eu comeria a sua sem problema nenhum...
— Nossa, não fode... se ela só de ouvir a palavra sexo já morre de vergonha — por dentro eu ria, como eles estavam enganados — Você não vê, ela não se cuida nada, mas parece que meu pai ainda come...
— É, parece que sim. Mas pode ser que sua mãe seja uma fera na cama...
— Cala a boca, porra... que isso... a sua sim que tem cara...
— Cara de ser uma fera na cama? Ou de quê?
— Bom... é, claro, de ser uma mulher fogosa...
— Cara é uma coisa, a realidade, você que sabe... você comeria minha mãe, não?
— Caralho, cara...
— Você acabou de dizer que ela é gostosa...
— Bom, sim, claro, mas... ah... sei lá...
— Então eu não tenho vergonha de dizer que comeria a sua sem problema... me dá tesão, cara.
— Uff... que doido você é...
— Vou pegar duas cervejas na geladeira, cara...
— Vou eu...
— Não, deixa, já sei onde fica. estavam – eu queria ficar a sós com a Pilar. Quando me viu, ela fez um gesto com os olhos, arregalando-os, me aproximei dela e sussurrei – putinha, quero que você tire a calcinha e me mostre essa buceta – peguei a mão dela e levei até minha calça – você me deixou de pau duro.
- Mas, isso... isso não pode ser... aqui... com o Sebas... – ela tentou tirar a mão, mas eu segurei firme contra meu pau
- Dá um jeito, putinha – acariciei a barriga dela – você tá com meu filho aí dentro e eu sei que te excita ser uma vagabunda, sinto você apertando meu pau, fica molhada, não importa se seu filho vê sua buceta... ele nem imagina que você depila ela... pode ser que ele perceba que a mãe dele é uma mulher gostosa, e tenho certeza que te excita, agora que ele tá tão comido, saber como é a buceta de uma putinha – fui buscar as cervejas.
Ficamos bebendo e conversando na sala. A Pilar veio com um pratinho de castanhas e um chá pra ela, sentou do meu lado, falando de coisas bestas. Quando ela se levantou, virou de costas pra gente, tropeçou na mesinha atrás e caiu pra trás, em cima da mesa e escorregou no tapete, ficando toda escarrapachada e com a saia levantada até em cima.
Ela ficou meio atordoada, a gente demorou uns bons segundos pra reagir, pela queda inesperada e pelo espetáculo da buceta dela em primeiro plano, depiladinha com um tufinho de pelo loiro no púbis, uns lábios grossos e carnudos, e aparecendo uns lábios menores só um pouco mais escuros, no fim das contas, a buceta de uma mulher jovem, loira e madura, e umas pernas perfeitas abertas e flexionadas, a posição de convite pra foder, uma postura 100% sexual. Principalmente o Sebas ficou paralisado olhando a buceta dela, mais tempo do que devia.
- Ufa, pelo amor de Deus, que queda besta – ela disse sem fazer nenhum movimento pra se cobrir – vocês vão me ajudar ou não? – quando a gente se aproximou, ela ainda tava aberta e com a buceta de fora, o Sebas sem conseguir parar de olhar a virilha dela. Ela fez que Percebi. – Meu Deus, que vergonha…
– Ajudamos ela a se levantar.
– Não se preocupe, senhora, a senhora se machucou?
– Não, só o susto mesmo, uff, deixa eu me esticar no sofá. – Quando se jogou, a saia ficou um pouco mais levantada que o normal. Sebas ficou sem respirar.
Aquele episódio deixou Sebas abalado e eu com a pica duríssima. Quase me joguei em cima dela e fodi ela na frente do filho. Quando ela foi embora,
– Viu, mano? Sua mãe tava sem calcinha… – falei pro Sebas – ufff, e que beleza, desculpa aí, mas sua mãe é uma gostosa…
– Nunca tinha visto ela…porra…e depiladinha, mano, uffff
– Qual é? É normal…mas o que deu pra ver é de primeira, mano. Sua mãe tem uns pentelhos.
– Porra, mano, ela é minha mãe…
– E também uma puta gostosa…umas pernas perfeitas…Você também fala que minha mãe é gostosa…eu gosto que minha mãe seja uma mulher que agrada os caras…me excita…
– É, uf, isso sim…mas a minha eu vejo diferente…
– Pois não é, mano, você viu que ela cuida da buceta…isso é porque ela gosta…já sabe…com certeza te deixou de pau duro ver a xereca magnífica que ela tem…das melhores que já vi, mano…te confesso que me deixou de pica dura…
– Eu não via minha mãe assim…ufff…é verdade que ela tem uma buceta de puta…
– Muito foda, mano, a minha também…e me excita…
– Uf, mano, você fica excitado com sua mãe?
– Porra, claro…se eu não pensar que é minha mãe, eu comeria ela gostoso…você não fica?
– Te confesso que sim, mas a sua tem estilo, é muito…sexy…e vive mostrando tudo…
– A sua não mostra nada, mas tem uma buceta de primeira, mano…e é muito sexy, eu comeria ela gostoso…e você, comeria a minha?
– Porra, sim, buceta, sim, eu comeria ela – filho da puta, pensei, se você já comeu várias vezes.
Curiosamente, pensei, estamos aqui como se nada, mas minha mãe já foi comida pelo seu pai e por você. E a sua mãe também, a gente comeu ela, eu e meu pai. A diferença é que tanto eu quanto meu pai engravidamos a sua.
— Você tem que vir em casa um dia desses — falei — faz tempo que não aparece.
— Hum, é, vou ver se passo por aí logo — pensei, o que você tá pensando é se vai poder foder minha mãe de novo.
— Aparece quando quiser, não sei por quê, mas minha mãe gosta de te ver — e de quebra enfia o pau nela, pensei, gosto que minha mãe seja bem cuidada. Já que eu tenho a sua, bem servida de pica e prenha, mesmo você não sabendo o quanto ela é puta.
— Ué… sério? Sua mãe gosta de me ver?
— Sim, é estranho, né? Não sei o que você faz com ela, mas sei que ela gosta.
— Fazer o quê?... O que eu vou fazer?... Nada… — ele ficou vermelho.
— Acho que você cai bem pra ela, só isso.
Liguei pra Pilar depois.
— Você arrasou, puta.
— Uffff… éééé… sim, claro…
— Pô, seu marido tá aí, né?
— Claro que sim, lógico…
— Você é a melhor puta que existe, Pilar, nos deixou de boca aberta, e seu filho aprendeu um monte de coisa sobre a vida. Você fez um favor pra ele.
— Ah, bom… espero que tenha corrido bem… sim… gostei…
— Ele me disse como gostou da sua buceta, não imaginava que você era tão gostosa, até ficou excitado.
— Ah, que bom, né?
— A gente precisa fazer algo mais… um beijo na buceta.
— Tá, tá, a gente se vê na paróquia. Tchau.
No total, minhas quatro garotas, todas de barriga.
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(CONTINUARÁ)
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(CONTINUARÁ)
Minha mãe grávida, tarada e continua sendo uma puta, minhas outras garotas grávidas, o corno da Julia, o filho da Pilar, meu amigo Sebas, uma situação invejável...As gravidezes das minhas mulheres iam bem, elas criando barrigão e enchendo os peitos. Todas contentes e gostosas. Sentado sozinho no meu quarto, quase não acreditava.
Ficava de pau duro só de pensar que tinha quatro prenhas. Quatro mulheres já maduras, que tinham decidido ter um filho de um garotão, mas sem responsabilidade pra mim — as quatro colocavam a culpa nos maridos. Quatro cornos que criariam filhos meus como se fossem deles. E eu continuaria comendo as mulheres deles quando desse na telha. Não sabia direito qual me dava mais tesão.
A mais adiantada, Anna, a primeira que me faria pai. Depois, minha própria mãe e também Julia, a irmã da Anna. Por fim, Pilar, a mãe do meu amigo Sebas, finalmente prenha.
Tava nessa, com o pau bem duro, quando bateram na porta. Achei que era minha mãe.
— Entra, puta, tô com o pau pronto pra você — mas não, era a Sara. Ela ficou olhando pro meu pau da porta.
— Que recepção, parceiro — passado o primeiro susto, resolvi ficar assim, com o pau duro à mostra — Sua mãe abriu a porta, certeza que não tava pensando em mim.
— Porra, parceiro, não sabia que era você. Mas chegou na hora certa. Entra e se quiser, pode pegar no pau você mesma.
— Então, na que você tava pensando, te excita muito. Preciso te falar uma coisa.
— Tava pensando em todas as minhas putas ao mesmo tempo. Então fala, parceiro, me diz o que você quer — ela não tirava os olhos do meu pau.
— Bom, é uma coisa meio... estranha, não sei — fez uma pausa — Porra, cara, para de bater punheta que me desconcentra.
— Você não precisa olhar, tia, mas é que eu tava excitado e você aqui me deixa mais duro, com essa minissaia e esse decote. Você é uma das minhas putas.
— Você é um filho da puta — ela se ajoelhou entre minhas pernas — tira a mão e deixa comigo enquanto, parceiro, seu pau me fascina.
— Vai me falando, vai batendo uma devagar, seja uma boa puta, parceiro. Ummm…vou ser uma putinha boazinha…você me deixa com tesão…vai ver, lembra da June, a bonequinha da minha mãe?
- Porra, se lembro, uma gostosa.
- Tô com ela, ela largou minha mãe e vem comigo, tá apaixonada.
- Parabéns, parceiro, você merece e ela é uma beleza.
- Valeu…ummmmm…que pau, filho da puta…não consigo segurar a vontade de chupar um pouco…ummmm…precisava de um favor seu…
- Pode chupar, parceiro, se serve…ummmmm…que favor você quer…ufff como você chupa bem…que puta você virou…
- Tenho muita prática, você sabe que faz tempo que chupo quase todo dia meu pai…sou a putinha particular dele…mas ele vai se foder…nós, June e eu, vamos morar juntas…ummmm que bom que seu pau é, muito melhor que o do meu pai…
- Que bom, parceiro…ufffff…porra, como você mama…vai fazer eu gozar se continuar…
- Ummmm…não…não tô a fim de engolir porra…ainda tenho o gosto da gozada do meu pai – ela baixou a calcinha, levantou a saia supercurta e, assim, com a buceta de fora, parou – bom, se você não se importar…
- Imagina, parceiro, meu pau vai ficar bem à vontade dentro da sua buceta…faz tempo que não meto em você…traz essa xereca aqui, puta promíscua – Sara sentou em cima de mim e começou a enfiar no meu pau – deus…puta que pariu…
- Ummmmmm…parceiro…porra…faz tempo que você não mete…que duro e grosso…– ela beijou minha boca – como é difícil enfiar…ufff…vou precisar sentir seu pau de vez em quando, parceiro…– levantei a camiseta dela e chupei os peitos – ummmmmm…filho da puta…me chama de puta desse jeito…
- Ummm…que peitão que você tem…puta…E o que você precisava, parceiro?...
- Ufff…ninguém chama de puta como você…uuuuummm…duas coisas…a primeira…é… ufffff, filho da puta, que pau…a primeira é você vir ver minha mãe pra um dos filmes dela…e depois,…meter de novo no cu dela…
- Porra…parceiro…e isso?...ufff ficou a buceta apertadinha, tio… tu tá espremendo meu pau…uuuuuummm tá custando a entrar…
- Tá foda por causa da June, cara, e ela ficou puta, mas com um pouco de movimento e um filme, passa… eu sei que ela gostou que você estuprou ela no cu… mesmo que ela negue.
- Porra… não sei…
- Vamo lá, parceiro, cê tem que me ajudar… deussss… não entra de jeito nenhum… - fez força pra baixo – Aaaay… porra… enfiada até o talo… teu pau machuca, filho da puta, cê tá me abrindo toda… sinto ele no fundo…
- Tiro?
- Não fode!... continua assim… adoro estar empalada… a outra coisa cê vai gostar mais… - levantou devagar e se deixou cair – aaaaaaaaaaaah… ummmmmmm…
- Porraaaaa… putaaa… que sentada… toma pau, então, rabuda empalada… me fala…
- AAAhh… filho da puta… que dor… ufff… cê tem que fazer um filho com a gente…
- Como…?
- Falei com a June, a gente quer ter um filho e pensei que ninguém melhor que você… ummmmm… - mexia a pélvis pra trás e pra frente, remexia por dentro, sentia muito no pau – deusss… como cê me empala, parceiro…
- Mas… ufff… que loucura… assim do nada…
- Porra, cê sabe que eu gosto de ir direto ao ponto… uuuuuummmm… cê fode como um deus… uf, cê não quer?
- Quero, quero, porra, claro que quero… mas me pegou de surpresa… e… ufffff… qual das duas eu engravido…, toma pau, puta…
- A June, parceiro, ela já tem idade… mais pau, filho da puta… - passou a mão pra trás e apertou minhas bolas – adoro essas bolonas no meu cu…
- Ufffff… adoro… mas vou botar uma condição… ufffff… que buceta você tem… aaaaaaah… cê aperta muito minhas bolas, puta…
- Umm… se fode… adoro suas bolas cheias de esperma… qual condição… e que pau você tem, filho da puta…
- Que eu foda vocês duas, mesmo que goze na buceta dela… ummmm… e vou estuprar sua mãe, mas a gente vai fazer um trio, June, você e eu.
- Ufffff… não sei… vou falar com ela… aaaah… filho da puta… vou gozar… chupa meus peitos… ufffff…. me dá pau, filho de puta,… tô gozandooo…
- Toma, puta safada…toma ração de pau e porra…que puta você é…Ummmm…gosto de você…te fodi na frente da sua namorada e vou engravidar ela…
Incrível, logo teria cinco grávidas, meu pau ficou ainda mais duro antes de soltar uma boa gozada na Sara.
Com a Júlia eu ficava louco, o marido dela ser conivente, já foi muito excitante engravidar ela com ele pedindo, quando ia visitá-los na casa deles, com a gravidez confirmada e agora já com uma barriguinha e os peitos durinhos, eu me perdia de tesão. Era muito extraordinário ver um marido acariciando a barriga da mulher enquanto me dizia o quanto estava feliz que eu tinha engravidado a esposa dele. E cada vez com mais naturalidade. Ele a despia na minha frente, ela toda feliz, excitada.
- Tá vendo como o bebê tá crescendo?- colocava ela de perfil – olha que barriguinha ela já tem – acariciava.
- Ela tá linda pra caralho.
- Beija minha barriga, amor – Joel sentava e beijava a barriga dela, eles adoravam o jogo – você não imagina o quanto ela gosta da barriguinha com o filho que você me fez, Roger…- excitava o Joel essa humilhação – é, corno?...engravidaram sua mulher…
- Ummmmmm…sim, amor…sou um grande corno…engravidaram minha mulher, – beijava a barriga dela – você carrega o filho dele aqui…olha, Roger, que peitos que a sua garota tá ganhando…- acariciava os seios dela – adoro…se preparando pra dar um bom leite…- Júlia aproximava eles da boca dele – hummm…que delícia…
- Ummmmmm…uma maravilha…
- Vou dar porra pra vocês dois, pervertidos…
- Graças a você, que engravidou ela.
- Porque você queria, Joel, queria que sua mulher fosse minha.
- Ummmm… Roger…adoro que você sinta ela sua…sua puta…sua mulher…sua mina…eu sou só o corno – ele tava realmente excitado. Júlia abaixou a braguilha dele e puxou um pau pequeno, calculei uns 10 ou 12 cm. Ela bateu uma com dois dedos.
E era completamente excitante ele me dizer pra levar ela pra casa dele. Cama pra foder ela.
- Obrigado por vir foder minha mulher, Roger, adoro que você esteja com ela, ninguém fodeu ela como você, ela geme e ofega como nunca…
- Eu adoro estar com sua mulher e também gosto muito que você esteja com a gente, cada vez sinto ela mais minha.
- Já combinamos que seria assim, esposa pra mim e uma mulher pra você, você monta nela quando quiser. É sua.
- E eu adoro ser uma boa esposa e mãe e, além disso, poder ser uma slut, uma das putas do Roger.
- Tô com muita vontade de foder com minha slut. E vou foder ela um monte de vezes.
E Julia, morbidamente safada:
- Olha que cock, cuck, olha eu chupando cock do meu garanhão… hummmm… essa cock sim que eu gosto… como ela inteira… e chupo esses ovo gigante… com o esperma que me fez um filho…
- Uuuuuf querido… mamada dos sonhos… – eles se excitavam em fazer espetáculo. Eu também ficava excitado e todos se satisfaziam.
- É que ele tem uma cock como tem que ser, cuck… hummmmm… olha como eu chupo… hummmmm… chupo cock… chupo a cock do meu garanhão… hummmm… gosto muito…
- OOOOH… você não chupa a minha assim…
- Porque sua cock não vale nada, cuck… – Julia se tocava com os dedos – por isso eu deixo outro me montar e engravidar…
- E porque você é uma slut, gosta de homens e foderia com todos… sua mulher, Joel, adoraria foder com vários garanhões…
- Ufffff… querido… isso é verdade?
- E na sua frente, amor… que fossem me montando com seus paus enormes… e te chamando de cuck… fazendo Booty pra copular com sua esposa…
- Ufffffffff… deus… querido… e eu vendo eles babando nos seus peitos e te enchendo de esperma…
- Olha que slut você é… – eu disse
- Agora você vai foder com esse garanhão… querido… te amo, sou seu marido…
- Vou foder esse animal de cock enorme, cuck, e você, filho da puta, deita que vou me empalar inteira, tô muito tesuda desde que Estou prenha do teu esperma, preciso foder com um macho de verdade…olha aqui, amor, olha bem como eu me empalo nessa pica…aaaaaaaaaah…foder, cada dia tu tá com ela maior, seu filho da puta…Ufffffff…sei que tu gosta de me ver, seu cuck, olha bem como eu fodo com o meu engravidador…
- Que puta gostosa tu tem em casa, Joel…deusss como ela fode…tudo de rabo pra dentro…tu gosta de ver tua esposa empalada…
- Uffff…eu gosto muito de te ver assim, amor…bem puta…gosto que tu foda ela, Roger…me alucina ver como entra esse pedaço de pica inteiro…não igual a minha…
- Então olha como eu fodo ela, Joel…toda minha pica na buceta dela…é uma puta…adoro foder tua mulher…
Julia começou a cavalgar devagar, subia e descia, eu acariciava a barriga prenha dela, me dava muito tesão, aos poucos foi aumentando o ritmo…
- Ummmmm…vou te moer a pica…seu filho da puta…
- UFFFF…vou te rasgar essa boceta de putona que tu tem, sua gostosa…
- Deeeeus…foderrrr…- agora a gente nem ligava mais pro Joel, do lado se masturbando – cala a boca e chupa meus peitos, seu filho da puta…aaaahh…
Depois de dois ou três orgasmos, ela caiu exausta em cima de mim.
- Tu me deixou bem fodida, filho da puta…tava precisando de uma boa trepada…foder…ainda tá duríssima, queima minhas entranhas…- ela me beijou de língua – gosto de ser uma das tuas putas…
- Tu gozou muito, amor…me senti muito cuck vendo como tu curte com o Roger…
- Isso me faz sentir mulher, cuck, diferente de tu com tua piquinha…ummmm…ela continuava me beijando – filho da puta…tu ainda tá me fodendo…uffffff…que delícia…
- Tu não vai conseguir juntar as pernas quando eu acabar contigo, putona…vai ter que andar de pernas abertas…- a gente continuava se beijando – vou te deixar de pernas abertas a noite toda…
- Agora me dá no cu, quero que tu rasgue meu cu com essa pica…fode comigo, me machuca, seu filho da puta…
- Uffff…amor…
- Olha bem, cuck, tua mulher prenha…uma putona de arromba…o que tu acha, oferecendo o cu de gostosa… Totalmente minha, Joel… — Julia estava de quatro, com as tetas balançando — olha ela, Joel, que rabão, que grupa pra montar por um bom tempo… abre mais as pernas, puta… quero que seu marido te vea como você nunca se ofereceu pra ele… — ela se abriu muito, mostrando e oferecendo a buceta ainda dilatada do meu pau e o cu dela.
— Porra, amor… que obscena…
— Uma Promíscua, Joel, das vadias mais safadas que existem… recém-fodida e prestes a tomar no cu — me aproximei e dei um tapa na bunda dela — o que você quer, puta… fala pro seu marido… — dei outro tapa.
— Aaai… desculpa, amor, sou tão Promíscua que preciso que me coma o cu… me fode o cu agora, seu filho da puta…
— Desculpa, mas seu marido não ouviu direito…
— QUE ME COMA O CU… QUE ME ENFIE NO CU…
— Toma esse pau, porca… adoro esse seu rabão de vagabunda…
— Aaaaaah… como eu adoro que me coma o cu, seu filho da puta…
— Ooooh meu deus… Roger… é toda sua… come o cu dela…
— Então ela é toda minha, hummm? — enfiei o pau inteiro no cu dela e parei — olha de perto o pau enfiado no cu dela… — ele se aproximou excitado — acaricia a barriguinha com meu filho e os peitos dela — ele fez isso, Julia estava quieta, tomando no cu e se deixando acariciar — hummm… você gosta?
— Ummmmmm… é linda…
— Você gosta dela assim, de quatro, como uma puta enrabada? — tirei o pau e enfiei de novo com força.
— AAAAAH… filho da puta… meu cu…
— Uffffff… é bestial, nunca aproveitei tanto… — Joel continuava acariciando a barriga dela, que nessa posição mostrava a gravidez — hummmmmm… dá pra ver que ela tá grávidinha…
— Beija ela, Joel — Joel se aproximou e se beijaram de língua, enquanto eu metia e tirava devagar no cu dela — beija seu marido, puta. Joel, você disse que essa puta é minha mulher?
— Ufffff… sim, Roger… foi o que eu disse… — eles se beijavam excitados — hummm… meu amor… eu disse que ela é sua mulher… hummmmmmm…
— E O que você acha, Julia?
- Que quando um homem me engravida, me come no cu e dormimos juntos, sou mais mulher dele do que de qualquer outro – ela falava a centímetros do rosto do marido – meu corno…mmmmmmmmmmm…você deu sua esposa pra outro usar como mulher dele…
- Ummmmm…amor…esse macho merece uma mulher como você…tô encantado que ele te faça de mulher dele…
- Então hoje vou dormir com minha mulher, corno… – eu bombeei o cu dela violentamente de novo. Uffa, todo mundo já sabia que era um jogo, mas as palavras têm muito poder e nos excitavam pra caralho – ummm…minha mulher, Julia…
- Aaaah…filho da puta…meu cu…aaaaaaaaaah…meu deus…mmmmm
- Seu homem te come no cu, amor – Joel a beijava sentindo os gemidos dela e aguentando as investidas do pau – e que pau, meu amor…
- Meu homem…aaaah… – ela beijava ele – adoro ter homem e ter marido…aaaaaah…meu cuuuu…pelo amor de deus…
Com a Anna, porém, era uma delícia, meiga e suave, mas safada. Ela já estava com uma barriga grande.
- Seu filho se mexe pra caralho, deve estar ansioso pra nascer – ela acariciava a barriga.
- E como tá seu marido? – eu também acariciava a barriga dela
- Feliz da vida, todo mundo parabeniza ele por ter engravidado a mulher – ela sorriu e me beijou na boca.
- Você gosta de foder com ele…
- Sim, claro, transamos com uma certa frequência…
- Você goza… – eu deitei ela e beijei a barriga – ummmmm…minha puta e a barriga dela…
- Sim, ele me agrada, nem sempre mas eu gozo e gosto de dar prazer pra ele…
- Você é uma boa esposa… – acariciei os peitos inchados dela, os mamilos grossos, me inclinei pra beijar e lamber eles…
- Ummmm…vou ter muito leite…já tá saindo um líquido meio branco…oooh…Roger…
- Ummmmmm…amamentando você vai ficar linda…e eu vou te ordenhar…
- Ummmmmm…Preciso de outra coisa…
- É?
- Esse pau que você tem…
- Pega ele quando quiser, linda… Mas acima de tudo me sentir viva… me fazer sua puta é… é… um choque de vida… ser uma das suas vadias, gozar fodida como uma puta… você me excita muito… antes eu achava isso uma sujeira… agora sonho em chupar sua pica… ummmmm… ter ela na boca, tão macia e tão dura… empurrando garganta abaixo…
- UMMMMM… céu, chupa minha pica, pelo amor de Deus… - ela ficou de quatro perto de mim.
- Toca na minha barriga, me excita você acariciar seu filho…
- Oi, garotão! – falei, acariciando ela – vou aproveitar sua mãe…
- Você fode sua mãe… - ummmmmm eu gosto de chupar essa pica…
- Eu fodo ela direto… também já deixei ela prenha…
- Uffff… sério?... você engravidou sua mãe? – ela não parava de mamar
- Ela é uma das minhas putas, você já sabe…
- Ufffff… que tesão me dá… imagina se seu filho se parecer com o pai?
- Ummmmm. Ele vai ter uma pica grande e quando crescer, a mãe dele vai chupar a pica dele igual agora…
- Uffff… espero que não…
- Pois minha mãe tá adorando.
- Um dia vou visitar ela… ela vai ser vovó…
- Vem com a Júlia e eu fodo vocês três. As três prenhas…
- Uffffff… que porco você é… me deixa com tesão…
- Pede com essa boquinha
- Me fode de quatro e me xinga de tudo… - ela ficou de quatro com a barriga e os peitos balançando – eu gosto de você obsceno
- Ummmmm… você está linda assim… é uma puta prenha… abre as pernas, Promíscua…
- Esperando meu cachorro me montar… - ela abriu as coxas e arreganhou o cu, oferecendo a buceta.
- Toma pica,… puta infiel… seu cachorro tá com vontade de mulher… toma… - enfiei a pica até o saco – montada, puta adúltera…
- AAAAAAAAAAah… acaricia minha barriga, é seu filho… o primeiro que temos… uuuuuuuu…
- Uffffff… o primeiro, vadiaaaaa… - de quatro, a barriga pendia livre e eu acariciava ela – adúltera… seu marido é um corno… porque não monta direito na minha puta… AAAAAAAAAA…siimm…quero ter um marido corno…ele não sabe foder como você…uuuuu…continua me fodendo como uma puta…AAAAAAAAAAAAAAhhh…sou uma das suas vadias…uuuuuuuuu…deus…vou gozar…deus…vou gozar…um orgasmo do caralho…
- Minha puta grávida…queria engravidar suas outras irmãs…que vocês 4 fossem minhas vadias…minha família de putas…
- UUUUUUUUUUUUUUU….s-sim…sssiiiiiiiiiiiiiiiiiii…uuuuu…que elas não percam isso…vou gozaaaaaaaaaaar….
Uma delícia, Anna. Com a barrigona, ofegante, se recuperando, a buceta transbordando meu leite…umas gotinhas do pré-leite saindo dos biquinhos…e toda meiga…
- Ah, amor, pelo amor de deus, Roger…isso é estar viva…que céu você é – cheguei perto pra beijar ela na boca, acariciando a barriga dela – que feliz que tô de te conhecer e ter um filho com você…mas sem ser sua esposa…só sua puta…
- Você é minha putinha mais gostosa, Anna – beijei a barrigona dela – tô muito emocionado com nosso filho…- lambi as gotinhas de leite dos biquinhos dela – hummmmm…que delícia, gostosa,
- A Julia e o Joel tão alucinados com você. Dizem que você é muito melhor do que esperavam…a Julia também acha que minhas outras irmãs deviam provar um garanhão obsceno que nem você.
- A mais velha, Rosa, tem 34 anos e a Montse, 27. A Montse vai casar logo. Os maridos são os certinhos, sérios, responsáveis e…sem graça. Ia fazer bem pra elas serem suas putas.
- Hummmmmmm…adoraria ter vocês quatro grávidas.
- Uffff…não sei se tanto…mas pelo menos…bem fodidas…e que aprendessem a gozar fodidas que nem umas cachorras no cio. Sem frescura, aprender a chupar um pau, engolir leite…e…que soubessem o que é dar o cu…com um cacete que nem o seu e um jeito de fazer a gente se sentir puta que nem você faz.
Ufffff, essa ideia deixou minha pica dura de novo, a Anna olhou pra ela:
- Pelo amor de deus, amor…
- Monta em mim, gostosa…
- Oooooh…deus…aaaaaaaaaaah…vamos brincar um pouco de ser a mãe do seu filho…como se a gente fosse namorado…me possui…love Meu… aaaaaaaaah… como eu sinto você dentro de mim… te quero, Roger… vou te dar um filho, amor…
- Ummmmm… eu também te quero, Anna… bem fundo dentro de você, querida…
E minha mãe, que tesão, meu deus… a barriga foi aparecendo e os peitões ficaram mais túrgidos e os bicos mais grossos e duros, todo mundo em casa feliz com ela, meu pai encantado e meu irmão todo animado, que não perdia chance de passar a mão nos peitos dela e se agarrar neles, obcecado desde sempre com os seios da mãe, e vi que ela gostava de dar o peito pra ele.
Meu irmão se revelou de gozo rápido mas repetido, gozava cedo mas logo tava pronto pra gozar de novo. Ele comia ela, mas principalmente gostava de gozar na boca, era viciado nas mamadas da mãe. Minha mãe satisfazia ele, então não era raro ela fazer 3 ou 4 mamadas por dia, de manhã antes de ir pra escola, na cozinha, minha mãe se agarrava no pau dele, às vezes depois de eu ter dado uma foda nela, meu irmão gozava rápido na boca dela, já se atrevia a puxar o cabelo dela e bombar a boca, foi se soltando, se reconciliando com a ideia de que a mamãe querida gostava de ser uma puta e ainda mais pros filhos dela.
- Uma mãe puta é a melhor coisa que tem, é foda um boquete cedinho – ele dizia – continua chupando, mamãe… uuuuuummm… toma, toma, engole o leite siiiiiiiiiiiiii
Eu tinha a sensação de que ela tava chupando ele o dia inteiro, sempre os encontrava, minha mãe de cócoras, chupando pau e passando a mão nos ovões dele, que pareciam gerar esperma aos montes porque eu via como ela enchia a boca toda vez que ele gozava.
- Porra, mãe – falei pra ela – você é uma máquina de chupar, fica mamando no pau dele toda hora.
- Eu sei, é exagerado seu irmão… mas lembra que foi você quem me disse pra fazer… e agora ele não para…
- E você gosta…
- Eu gosto muito do leite do seu irmão…
- Mais do que o mia…
- Sim, pra foder ninguém é igual a você, você tem a melhor rola e é o melhor macho que já tive, me tem totalmente dominada e… grávida, amor, me deixou grávida… – ela tocou a barriga – mas seu irmão é tão fofo, adoro o gozo dele, é impressionante a quantidade que ele tem e ele derrete quando a mamãe chupa ele.
- Qualquer dia papai vai te pegar de surpresa. Você chupa ele até quando ele tá em casa.
- Uff… já to tomando cuidado, além disso seu irmão goza rápido…
- Essa boquinha de chupadora… tanta rola e tanto gozo engolido… papai não sabe que você era tão gostosa.
- Não contei tudo pra ele, não, nem de longe…
- Um dia você vai ter que contar, que transa com seus filhos…
- Ufffff… acho que ele não ia gostar…
- Talvez sim… nunca se sabe…
- Ele não sabe quase nada das minhas… perversões…
- Nem que você era uma putinha adolescente que batia punheta pros caras…
- Naquela época as escolas não eram mistas, nem usávamos minissaias, eram uns uniformes horríveis, saias plissadas cinzas, meias longas, uff… mas eles me esperavam na saída pra me acompanhar até em casa, e em algum portão ou lugar afastado… já pode imaginar… “Catalina, bate uma pra mim”
- E você batia… uff Catalina… bate-punheta…
- Não, nem sempre, só se eu gostasse deles…
- Você gostava da maioria
- Isso sim, hehe… vinham dois ou três, mas eu sempre resistia…
- Não muito…
- Não, não muito… eu fazia a difícil “mas o que vocês estão pensando” mas eles insistiam “Vai, Catalina, porra, bate uma pra gente” eu enfiava a mão na braguilha deles e batia.
- Até sujar a mão…
- Claro, a graça era essa, adorava tirar o gozo deles…
- Um atrás do outro
- Sim, embora às vezes com uma mão em cada um… ficava muito tesuda tocando duas rolas… me sentia muito melhor… mais completa… — Elas te tocavam?
— Não… bom… eu deixava eles levantarem minha saia, eles ficavam excitados me vendo de calcinha, adorava quando eles exclamavam como minha buceta marcava, mas eram outros tempos, nunca tinham visto uma buceta, e pediam: “Vai, tira a calcinha, Catalina, mostra a buceta pra gente”. Às vezes eu fazia, você não imagina a cara que eles faziam… uffff…
— Imagino… porra… com essa bucetona que você tem… tão carnuda e saliente… você tirava tudo?
— Eles também não sabiam nada de garotas… eu ficava mais excitada ainda… sim, eu tirava e aí eles entendiam que por baixo da saia dava pra ver a buceta: “Levanta a saia, Catalina, mostra a buceta”…
— Ainda te excita muito… isso se você estiver usando…
— Agora eu tiro por outros motivos…
— Faz tempo que você tira a calcinha pra enfiarem paus duros…
— Eu mudei um pouco…
— Não, você não mudou, por outras coisas, mas você já gostava de tirar a calcinha na frente de caras…
— Eles me deixavam muito puta, nunca tinham visto uma buceta… “a racha”, como eles diziam… a maioria ficava mudo: “Nossa!... ela tá mostrando a racha!” “Eu nunca tinha visto nenhuma” “É, vocês gostam da minha racha?” Eu abria as pernas e mostrava tudo, com a saia levantada.
— Jejeje… todo mundo olhando a rachona da Catalina…
— Uma vez que eu tava muito puta, falei que deixava eles tocarem… uffff… eles não faziam ideia de que existia clitóris… eles apalpavam minha buceta sem saber… como eu gostava… bem aberta… mãos e mãos… ufffff
— Uma verdadeira puta…
— Mas no final o que eles queriam era que eu batesse uma pra eles…
— E você atendia… — ele me olhou
— Era emocionante, fui a primeira garota que tocou na pica de muitos deles. Eu adorava sentir como a pica dura deles ficava mole. Depois em casa, à noite, eu me masturbava… uffff, que orgasmos…
— E ninguém ficava sabendo? Uy, ele achava que era pecado e o sexo era totalmente proibido, ninguém falava nada, os caras iam ser castigados e eu, nem me fala. Eles comentavam entre si que tinha uma garota que batia punheta pros caras. Mas é, parece que um deles abriu a boca e um padre ficou sabendo.
- Um padre?
- Sim. Naquela época, a igreja tinha poder de verdade, obrigavam os garotos a se confessar e um deles dedurou. Resumo da ópera: ele me chamou na sala da diretora. Eu fui tremendo.
- Porra, ele te bateu ou algo assim?
- Nãao, ele começou a falar sobre o pecado da carne, que eu ia queimar no inferno pra sempre, me ameaçou com as piores desgraças, mas o que mais me pegou foi que ele ia contar pros meus pais.
- Porra, que filho da puta.
- Eu chorei, jurei que nunca mais faria aquilo, implorei e tudo. Ele ficou paternal, conciliador, e logo eu vi as verdadeiras intenções dele.
- Mas que porco!
- Foi assim.
- Ele te violentou?
- Não, não teve coragem de me penetrar, me fez explicar o que eu fazia com os caras, com detalhes, e disse pra eu usar a pica dele pra ele entender melhor.
- Caralho! Você teve que bater uma pra ele.
- Um padre perverso. Ele me deixou de joelhos pra pedir perdão a Deus, disse. Me perguntou se eu tinha deixado tocarem meus peitos, falei que não, mas ele disse que Deus sabe de tudo e mandou eu mostrar pra ver se era verdade. Nessa altura, eu já tava apavorada, não sabia tudo que ele ia fazer, mas já sabia que ia abusar de mim. Ele me fez tirar a camisa e o sutiã. Eu tava muito assustada, os padres impunham respeito, tinham poder.
- Um baita dum canalha.
- Era a primeira vez que eu tava com os peitos nus na frente de um cara, na adolescência, claro, quando era criança já tinha brincado com priminhos.
- Você já tinha uns peitões...
- Já estavam crescidos, sim...
- E você Ele tocou nelas…
- Sim, e muito… era a primeira vez que me apalpavam assim… beliscava meus bicos… aí ele tirou a rola, tinha uma piroca grossa, pra mim parecia muito grossa, usei as duas mãos… o gozo dele era mais grosso que o dos garotos… sujou meus peitos…
- Porra, mãe… ele abusou de você…
- Mas não pense… tive uma mistura de repulsa e tesão… gozo de padre… uff… nos meus peitos… percebi que depois todo o interesse dele era que eu não dissesse nada… “isso é algo entre você e Deus” ele disse… então soube que ele também não diria nada… me senti poderosa… sabia como fazer um cara se sentir envergonhado… só tirando o gozo dele… fiquei com muito tesão…
- E você continuou batendo punheta…
- Claro… e sem medo… e comecei a espionar meu pai pra ver a rola dele…
- Essa adolescente que você me conta tá deixando minha rola dura. Vou meter no cu dela.
- OOOOh… isso é… muito… indecente – ela ria. Claro que enfiei bem no cu dela. Me dava muito tesão e muito prazer, enfiar no cu da minha mãe e saber que a bunda dela só tinha sido minha, e como minha mãe estava espetacular se oferecendo como uma gostosa no cio, a bunda redonda dela a meu serviço, apoiada na mesa e levantando a saia. E ouvi-la gemer de prazer enquanto eu enfiava minha rola no cu dela,
- Aaaaaaaahh… você tá me comendo pelo cu… filho da puta… como sinto sua piroca grossa… ummmm… que putaria suja isso, pelo amor de deus… vou gozar sendo comida no cu pelo meu próprio filho… grávida…
E Pilar, porra, que tesão o irmão do meu amigo ser meu filho. Fui na casa do Sebas buscá-lo, ele não tinha voltado desde a vez que eu sabia que não estava e forcei a mãe dele. Lá estava Pilar, minha puta mais safada, com cara de santa, e até a atitude dela era a mesma que eu tinha encontrado, distante e metida. Claro, vestida sem nenhum estilo, um vestido reto, bege, de ficar em casa, acima do joelho e largo. Ela estava com o cabelo preso atrás, não deixava brilhar aquela cor dourada esplêndida que era tão Gostosa.
Não consegui evitar uma ereção escondida quando ela me explicou que a mãe dele estava grávida, ali com ela na frente. Olhei pra ela.
— Parabéns, senhora, fico muito feliz.
— Obrigada, Roger, estamos muito contentes — falou quase sem entonação, sem entusiasmo, cumprindo seu papel digno — vai ser uma bênção de Deus.
— Minha mãe também está grávida, que coincidência.
— Ah, nossa, manda meus parabéns pra ela, também fico feliz.
Olhei o corpo dela inteiro, minha ereção aumentava ao lembrar dela de quatro como uma puta, gemendo de prazer, cinco caras se revezando pra meter o pau nela. Ela pareceu adivinhar e ficou vermelha.
— Vou pra cozinha — anunciou.
Na idade dela, depois de ter filhos grandes, eu achava que meu pai quase não comia ela — me disse Sebas — ela é tão... sei lá... tão sem graça e tão beata... a sua ainda... é muito gostosa...
— Já sei que você gosta da minha mãe, já comeu ela, já...
— Porra, cara — ele ficou vermelho — é sua mãe...
— Então olha, eu comeria a sua sem problema nenhum...
— Nossa, não fode... se ela só de ouvir a palavra sexo já morre de vergonha — por dentro eu ria, como eles estavam enganados — Você não vê, ela não se cuida nada, mas parece que meu pai ainda come...
— É, parece que sim. Mas pode ser que sua mãe seja uma fera na cama...
— Cala a boca, porra... que isso... a sua sim que tem cara...
— Cara de ser uma fera na cama? Ou de quê?
— Bom... é, claro, de ser uma mulher fogosa...
— Cara é uma coisa, a realidade, você que sabe... você comeria minha mãe, não?
— Caralho, cara...
— Você acabou de dizer que ela é gostosa...
— Bom, sim, claro, mas... ah... sei lá...
— Então eu não tenho vergonha de dizer que comeria a sua sem problema... me dá tesão, cara.
— Uff... que doido você é...
— Vou pegar duas cervejas na geladeira, cara...
— Vou eu...
— Não, deixa, já sei onde fica. estavam – eu queria ficar a sós com a Pilar. Quando me viu, ela fez um gesto com os olhos, arregalando-os, me aproximei dela e sussurrei – putinha, quero que você tire a calcinha e me mostre essa buceta – peguei a mão dela e levei até minha calça – você me deixou de pau duro.
- Mas, isso... isso não pode ser... aqui... com o Sebas... – ela tentou tirar a mão, mas eu segurei firme contra meu pau
- Dá um jeito, putinha – acariciei a barriga dela – você tá com meu filho aí dentro e eu sei que te excita ser uma vagabunda, sinto você apertando meu pau, fica molhada, não importa se seu filho vê sua buceta... ele nem imagina que você depila ela... pode ser que ele perceba que a mãe dele é uma mulher gostosa, e tenho certeza que te excita, agora que ele tá tão comido, saber como é a buceta de uma putinha – fui buscar as cervejas.
Ficamos bebendo e conversando na sala. A Pilar veio com um pratinho de castanhas e um chá pra ela, sentou do meu lado, falando de coisas bestas. Quando ela se levantou, virou de costas pra gente, tropeçou na mesinha atrás e caiu pra trás, em cima da mesa e escorregou no tapete, ficando toda escarrapachada e com a saia levantada até em cima.
Ela ficou meio atordoada, a gente demorou uns bons segundos pra reagir, pela queda inesperada e pelo espetáculo da buceta dela em primeiro plano, depiladinha com um tufinho de pelo loiro no púbis, uns lábios grossos e carnudos, e aparecendo uns lábios menores só um pouco mais escuros, no fim das contas, a buceta de uma mulher jovem, loira e madura, e umas pernas perfeitas abertas e flexionadas, a posição de convite pra foder, uma postura 100% sexual. Principalmente o Sebas ficou paralisado olhando a buceta dela, mais tempo do que devia.
- Ufa, pelo amor de Deus, que queda besta – ela disse sem fazer nenhum movimento pra se cobrir – vocês vão me ajudar ou não? – quando a gente se aproximou, ela ainda tava aberta e com a buceta de fora, o Sebas sem conseguir parar de olhar a virilha dela. Ela fez que Percebi. – Meu Deus, que vergonha…
– Ajudamos ela a se levantar.
– Não se preocupe, senhora, a senhora se machucou?
– Não, só o susto mesmo, uff, deixa eu me esticar no sofá. – Quando se jogou, a saia ficou um pouco mais levantada que o normal. Sebas ficou sem respirar.
Aquele episódio deixou Sebas abalado e eu com a pica duríssima. Quase me joguei em cima dela e fodi ela na frente do filho. Quando ela foi embora,
– Viu, mano? Sua mãe tava sem calcinha… – falei pro Sebas – ufff, e que beleza, desculpa aí, mas sua mãe é uma gostosa…
– Nunca tinha visto ela…porra…e depiladinha, mano, uffff
– Qual é? É normal…mas o que deu pra ver é de primeira, mano. Sua mãe tem uns pentelhos.
– Porra, mano, ela é minha mãe…
– E também uma puta gostosa…umas pernas perfeitas…Você também fala que minha mãe é gostosa…eu gosto que minha mãe seja uma mulher que agrada os caras…me excita…
– É, uf, isso sim…mas a minha eu vejo diferente…
– Pois não é, mano, você viu que ela cuida da buceta…isso é porque ela gosta…já sabe…com certeza te deixou de pau duro ver a xereca magnífica que ela tem…das melhores que já vi, mano…te confesso que me deixou de pica dura…
– Eu não via minha mãe assim…ufff…é verdade que ela tem uma buceta de puta…
– Muito foda, mano, a minha também…e me excita…
– Uf, mano, você fica excitado com sua mãe?
– Porra, claro…se eu não pensar que é minha mãe, eu comeria ela gostoso…você não fica?
– Te confesso que sim, mas a sua tem estilo, é muito…sexy…e vive mostrando tudo…
– A sua não mostra nada, mas tem uma buceta de primeira, mano…e é muito sexy, eu comeria ela gostoso…e você, comeria a minha?
– Porra, sim, buceta, sim, eu comeria ela – filho da puta, pensei, se você já comeu várias vezes.
Curiosamente, pensei, estamos aqui como se nada, mas minha mãe já foi comida pelo seu pai e por você. E a sua mãe também, a gente comeu ela, eu e meu pai. A diferença é que tanto eu quanto meu pai engravidamos a sua.
— Você tem que vir em casa um dia desses — falei — faz tempo que não aparece.
— Hum, é, vou ver se passo por aí logo — pensei, o que você tá pensando é se vai poder foder minha mãe de novo.
— Aparece quando quiser, não sei por quê, mas minha mãe gosta de te ver — e de quebra enfia o pau nela, pensei, gosto que minha mãe seja bem cuidada. Já que eu tenho a sua, bem servida de pica e prenha, mesmo você não sabendo o quanto ela é puta.
— Ué… sério? Sua mãe gosta de me ver?
— Sim, é estranho, né? Não sei o que você faz com ela, mas sei que ela gosta.
— Fazer o quê?... O que eu vou fazer?... Nada… — ele ficou vermelho.
— Acho que você cai bem pra ela, só isso.
Liguei pra Pilar depois.
— Você arrasou, puta.
— Uffff… éééé… sim, claro…
— Pô, seu marido tá aí, né?
— Claro que sim, lógico…
— Você é a melhor puta que existe, Pilar, nos deixou de boca aberta, e seu filho aprendeu um monte de coisa sobre a vida. Você fez um favor pra ele.
— Ah, bom… espero que tenha corrido bem… sim… gostei…
— Ele me disse como gostou da sua buceta, não imaginava que você era tão gostosa, até ficou excitado.
— Ah, que bom, né?
— A gente precisa fazer algo mais… um beijo na buceta.
— Tá, tá, a gente se vê na paróquia. Tchau.
No total, minhas quatro garotas, todas de barriga.
E logo teria uma quinta.
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24 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846248/Minha-mae-virou-minha-mulher-24-para-18.html
25 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846252/Minha-mae-virou-minha-mulher-25-para-18.htmlPEÇO DESCULPAS PELO MEU ERRO NO TÍTULO DAS MINHAS HISTÓRIAS AOS MEUS POUCOS LEITORES, JÁ ESTÁ CORRIGIDO. 05/03/2016
(CONTINUARÁ)
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