Mi madre paso a ser mi mujer (24) (para +18)

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23 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846244/Minha-mae-passou-a-ser-minha-mulher-23-para-18.htmlFoi um orgasmo animal, quando gozou ficou parada, mole, igual uma boneca, de pernas abertas, braços esticados, e eu continuei bombando, o corpo dela sem controle. Tirei minha pica, ela nem se mexeu, me olhou. Todo mundo olhando, apontei a pica pra buceta dela e enfiei de uma vez, ela fechou os olhos e gemeu, mas não fez nada, os peitos dela balançaram.- Pollazo, puta, pro teu marido corno – falei e tirei a pica de novo – quer mais um? – ela balançou a cabeça, mas eu sabia que ela gostava de ser usada assim.
- Manda o pollazo, moleque – enfiei de uma vez, ela soltou um gemido gutural – assim, fode ela bem…
- Também pro teu marido – falei – puta de corno. Mais um pollazo? – tirei a pica
- N-não…não…não…
- Não? Então toma – meti de novo até o talo, os peitos dela balançaram e o corpo foi no vai e vem – adoro te foder – levantei o olhar pros outros – adoro foder essa gostosa.
- Não, chega…pelo amor…
- Ufa, continua moleque – todos estavam excitados vendo a simulação de estupro.
- N-não – ela repetiu, sabendo da excitação – não me fode mais…
- Toma pollazo, Promíscua…mais um…toma…e outro…toma…
- Que estocadas, moleque…
- Pede meu gozo dentro da tua buceta, rabuda…
- Ah, n-não…chega…
- Vou te foder até tu pedir…toma pollazo…
- Nãooo…não goza tão fundo…não…não me fode mais…
- Pede…toma pollazo…toma…mais um…
- Aaah…s-sim…goza logo em mim…
- Onde, putona?
- N-no fundo da minha buceta…
- Ummm, pro teu marido?
- Aaah…s-sim…pro meu marido…
- Ummm, toma gozo, sua vadia…
- Tomaaa, mais uma porra, porra com essa mina…

Quando me afastei, ela não se mexeu, a buceta dilatada escorrendo gozo, os olhos fechados, toda mole. Daí a pouco, ajudamos ela a levantar e dei um suco pra ela.
- Vocês fizeram de tudo comigo…tô toda melada… – o gozo escorria pelas coxas dela.
- Tu é uma mina foda – disse o professor – um brinde pra senhora.
- Vocês me esgotaram… – todos beberam, pelados, rodeando a Pilar

Todos disseram pro professor que a gente tinha que repetir a sessão. Pilar não falou nada.

Eles se despediram com carinho. Piadinhas dela.
- Lembranças pro broxa do teu marido, gostosa, fala pra ele que a gente se divertiu pra caralho. A gente tem que se ver de novo logo.

Logo não foi, mas a gente acabou montando outra sessão boa…

A surpresa foi que uma semana depois ela me ligou pra me ver. Fiquei intrigado.

- Tô grávida – ela disse

- Porra! Do outro dia?

- Não, de antes, é teu.

- Você não falava que não podia?

- Uma coisa que não funcionava voltou a funcionar, o ginecologista me falou. A intensidade e frequência dos orgasmos, ele disse, a mudança na vida sexual.

- Você contou tudo pra ele?

- Claro, minha saúde depende dele.

- Você vai ter um bebê meu.

- Sim.

- Ou do teu marido.

- Teu.

- E o que você vai fazer?

- Vou contar pro meu marido, como se fosse dele. Eu quero ter.

- Então vai ter, com certeza. Te falei que ia te engravidar. Tô gostando.

- Eu me diverti muito outro dia, tive um monte de orgasmos.

- Você foi foda, aguentou tudo.

- Acabei exausta, uffff… que maravilha…

De tarde eu tinha encontro com a Pilar, a mãe do Sebas, ela tinha um trampo que queria que eu fizesse. A gente tinha falado por telefone.

- Oi, podemos conversar?

- Meu marido tá por aqui…

- Beleza, então escuta, cê tá afim de pica?

- Sim, claro, você sabe que sim…

- Acho que você ia gostar, uns putos tão afim de se divertir com uma mulher fácil, mas não uma puta profissional, uma gata fogosa, que goste de foder, que aguente bem sem frescura, não sei se cê topa ou se procuro outra.

- Hum, bom, não precisa, acho que posso ir eu mesma.

- Tem certeza? Olha que são vários. Não se sinta obrigada…

- Que nada, tá de boa, vou eu mesma.

- Eles têm tesão em casada, já sabe como é gostoso comer a mulher dos outros. Sua calcinha já molhou?
— Uf, sim, muito, você sabe que tô sempre disposta a ajudar — ouvi ela dizer pro marido — vou encontrar com o pessoal na paróquia pra preparar umas coisas — ela falou de novo — vão vários, né?
— Vão ser cinco, putinha. Você vai dar pra cinco caras. Vou cobrar uma grana deles.
— Uu, então… bom, sim, tô afim. E o que eu tenho que fazer?
— Ufff, te excita falar disso com seu marido por aí, hein? Sua porca.
— E mais… mas me conta…
— Já sabe, primeiro um teatrinho, eles vão achar que tão te seduzindo, e depois, bom… vai ter que chupar uns paus, com certeza. A maioria dos caras não consegue que a mulher deles chupe, então vão adorar que a mulher dos outros chupe.
— Ahã, beleza, sem problema. Eu sou boa nisso.
— É, verdade, você é boa mesmo em chupar rola. Posso continuar?
— Sim, por favor.
— Vão mamar suas tetas de pêra. Bem apalpadas, eles adoram, e depois vão meter o pau, um atrás do outro, as cinco pirocas, e até algum vai te comer de cu, com certeza. Ainda tá interessada?
— Uf… bom, acho que dou conta, sim.
— E vai engolir porra, putinha, vai ficar bem servida, eles vão gozar na sua boca e você vai engolir tudo.
— Também tô dentro, sim.
— É, você dá conta deles em duas horas e eu te trago de volta pra casa novinha, bem fodida e cheia de porra. Seu marido nem vai saber do corno que você fez ele. Hoje à tarde.
— Tá certo, sim — ela virou pro marido — amor, marquei pra hoje à tarde — ouvi ele responder algo — Sem problema, vou.
— Você nasceu putinha.

Eu sabia que a Pilar ficava excitada em ser putinha, depois de uma vida inteira negando a própria sexualidade, ela tinha descoberto que precisava recuperar o tempo perdido. Me excitava e me surpreendia como ela adorava se jogar na perversão e na humilhação sexual, quanto mais eu pressionava, mais ela curtia, ainda não sabia se ela tinha limite.

O professor tinha me ligado. Matemática do colégio. Fazia tempo que ele tinha comido a Pilar em troca de passar a Sara na matemática e facilitar pra eu poder foder ela.

- Roger, seu safado, queria alugar aquela puta francesa que você tem, a casada. A gente tem uma despedida de solteiro e queria brincar com sua puta, aquela loirinha, a Putette. O que você acha?

- Buceta, com quantos ela tem que foder?

- Somos cinco, mas acho que não vão comer ela todos. Quanto você cobra?

Falei o preço que queria.

- Puta merda, mano, isso é grana.

- A mina vale, você sabe. Ela é gostosa e dá jogo, além de serem vários, cara, a mina vai ter que se esforçar, vão deixar os peitos dela doloridos.

- Isso sim, esses peitos de pêra alongados são muito gostosos.

- E se derem pelo cu, mais 20%.

- Caralho...

- Ah, e eu entro com as camisinhas.

Ele barganhou e eu aceitei. Uma grana ia me cair bem. A Pilar faria por vício, mas o cara podia pagar, e me dava tesão cobrar ele pra foder minha puta. Ainda combinamos uma encenação realmente excitante.

Peguei a Pilar e levei ela pra uma clareira nas matas do Tibidabo, na minha moto. Um parque que é visitado diariamente por milhares de pessoas.

- Te trouxe pra você se vestir de senhora francesa sexy, é assim que vou te levar. Hummmmm, Roger, então vou trabalhar de puta? Vou fazer isso por você.

- Você vai fazer porque é uma puta e gosta.

Entreguei uma sacola pra ela.

- Veste isso – era roupa que tinha comprado de propósito.

- Essa roupa? – ela olhou dentro – uffff, deixa ver... E onde eu visto isso?

- Aqui mesmo, rabuda, se pelota.

- Aqui? Vão me ver.

- Então que te vejam. Eu gosto muito de você pelada.

- Mas passa gente perto... tem grupos de moleques vindo de excursão...

- Melhor... você é muito gostosa... eles vão adorar ver uma mulher madura... com essas pernas lindas e esses peitos balançando... não é? Você gostaria que eles se masturbassem te vendo?

– Uff… Roger – eu estava vestida com um daqueles tailleurs marrons nada sexy, quase de freira, com saia reta abaixo do joelho, uma blusinha bem comportada por baixo. Tirei o casaco. Olhei em volta e decidi tirar a blusa – uff.

Sentei no chão, com as costas apoiadas numa árvore, olhando pra ela.

– O sutiã, puta. Agora mostra os peitos no ar, antes de tirar a saia.

Ela sempre usava sutiãs duros de taça grande, que escondiam completamente os peitos dela e apertavam tudo pra dentro. Ninguém imaginava que ela tinha umas tetas compridas, umas tetas que caíam muito quando ficavam soltas, pendendo pra barriga com os bicos apontando pro chão e separadas em V invertido, marcando bem o formato de pera.

– Ummm, eu gosto de você, puta… Você fica estranha com essas saias marrons retas, que te cobrem toda, quase de freira, e as tetas de fora. Dá um contraste bom.

– Você me faz fazer coisas que eu nunca pensei que faria.

– E você gosta de ser vadia. Segura as tetas com as mãos e oferece elas – o melhor dela é que sempre obedecia, adorava ser escrava, adorava que mandassem ela fazer obscenidades.

– Assim? – Elas segurava por baixo, mantendo o bico apontado pra frente.

– Isso, assim, piranha. Agora vira e fica de costas pra mim, oferece suas tetas pra quem puder passar.

– Uffff… – ela fez – isso é muito putaria…

– Muito. Sua buceta fica molhada?

– Ummm… me excita… você vai me foder…

– Não, quero que você vá toda molhada fazer seu trabalho de puta.

– Uffff… quero que você me coma…

– Primeiro seus clientes.

Levei ela de moto até a casa do professor. Um espetáculo: um vestidinho de duas peças de malha fina verde escuro, que destacava a pele branca dela, de loira natural. A saia curta pra deixarem ver bem as pernas perfeitas dela, com um pouco de balanço. Pra ser levantada sem problemas. E um suéter de manga curta bem justinho mas flexível e com muito decote ombro a ombro. Sem sutiã, os peitos bem caídos, dava pra usar um decote grande, mas os globos marcavam bem porque a roupa era justa, mas bem pra baixo, realmente chamava a atenção uns globos redondos quase na altura da barriga e separados. Finalizava com umas meias de cristal marfim também e uns sapatos de salto preto. Uma bolsa preta. Uma mina com classe. Levei ela numa loja e pintaram os olhos dela, bem feitos, e os lábios de vermelho sangue. Uns brincos dourados exagerados e uma gargantilha preta.

- Quero que você tenha orgulho da sua puta… uff… quem diria que eu ia virar puta e ter sexy.

- Vou te fazer foder. Quero ter uma puta muito comida. E depois te levar pra casa com seu marido e seus filhos.

- Ummm… fodo pra você com quem mandar…

Fomos pra casa do professor. Quando abriu a porta, ficou de boca aberta.

- Porra… você se superou, filho da puta. Oi, Putette.

- Oi, professor – ela disse – cê gostou? – Pilar tentava fazer um sotaque francês, guturalizando os erres, que ficava muito bom e dava um tesão danado.

- Vamos passar um tempo do caralho com você – ele colocou a mão na bunda dela – ummm… que coisa boa… não sei se vou aguentar esperar…

- Tô disponível, professor – ela disse, sorrindo, levantou a saia – se quiser, pode me foder agora.

- Ufff… não, meus amigos tão chegando e a gente tem que preparar o cenário. – Mesmo assim, Pilar ficou com a saia levantada e o professor não se segurou e meteu a mão na buceta dela.

- Ummmm… deus, que buceta! Que fodas vamos te dar, Putette.

- Professor… é… os serviços da puta se pagam adiantado – eu falei.

- Porra, cara, você concorda, Putette?

- Sim, paga meu sexy primeiro.

- Ok, ok. Você me lembra alguém, Putette.

- Pode ser… - O cara sacou a grana e me deu.
- Pronto. Agora você é minha.
- Sim – falei, guardando a grana – toda sua. A Putette vai deixar todo mundo feliz – entreguei um par de caixas de camisinha – vocês vão ter o suficiente.

O cenário era:
Eu fazia de garçom eventual, o professor tinha um quintal com jardim e montamos um barzinho lá, eu devia preparar os drinks e os canapés pra todo mundo, como um serviço contratado. A Pilar devia chegar quando os amigos dele já estivessem lá. Ela representava a esposa de um colaborador que trazia uma documentação pro professor por encomenda, se desculpando por ele não ter vindo pessoalmente porque tava viajando. O professor ia convidar ela pra tomar um drink, apresentar pros amigos e a partir daí, ver como iam se virar com ela. As mulheres dos caras também estavam organizando uma festinha na casa de outro, mas numa cidade a 30 km, ou seja, sem perigo.

Dito e feito, a Pilar foi pra uma cafeteria perto esperar meia hora.
Aos poucos os caras foram chegando, todos na casa dos trinta e poucos anos, eu ia servindo o que pediam, com meu uniforme, camisa branca e colete. Logo se esqueceram de mim e ficaram conversando, trocando piadas pesadas e safadas com o cara que ia casar.

A chegada da Pilar foi eletrizante, a campainha tocou e o professor foi atender, logo apareceu no jardim com a Putette. Apresentou ela como a esposa de um amigo que tinha trazido uma encomenda.
- Convidei ela pra tomar algo – todos concordaram, examinando ela de cima a baixo.
- Não quero incomodar – disse a Pilar – vocês tão na festa – o professor apresentou um por um dos amigos e ela beijava cada um – já vou deixar vocês continuarem a festa.
- Esse é o Miguel, o que vai casar.
- Ahh, muito prazer – Pilar deu um beijo na boca dele, suave – dá sorte beijar o noivo, eu tô casada há 20 anos – Miguel ficou impactado – você é muito gostoso.
- O prazer é todo meu. Puta" – disse Miguel – "mas dois é melhor que um, né?"

- Hahahaha, sim, tenho certeza que sim, mas tô afim de uma bebida, talvez depois… – preparei uma taça de espumante e levei pra ela, Miguel já não apertava ela, mas ainda mantinha a mão na cintura dela – Merci, garçon – ela me disse

- Vamos brindar – disse o professor.

- Pelo noivo – disse Pilar.

- Pelas mulheres bem resolvidas – disse outro cara, o Ângelo.

- Pelas francesinhas gostosas – disse o professor.

Eles viraram a taça inteira.

- Hum… muito bom… – disse Pilar – outra, garçon – servi ela e também os outros – vocês tão em festa de despedida, não quero atrapalhar – Miguel continuava com a mão na cintura de Pilar

- Uma mulher tão gostosa nunca atrapalha – disse outro, um tal de Javier.

- Hum, obrigada, vocês são muito gentis.

- Que jardim tão lindo você tem, professor.

Ela mostrou num canto um balanço que estava preso a uma barra com quatro correntes.

- Ah, um balanço, eu adorava quando era pequena, posso? – disse Pilar – só um momentinho

- Claro, Puta – ela sentou e começou a balançar devagar – quer ajuda?

- Por favor, sim. – O professor ficou atrás dela e começou a empurrar, claro, pelo rabo. – aaaah, que divertido…

Pilar ganhava velocidade, numa dessas, por causa do vento, a saia subiu até em cima, deixando ver as coxas e as meias, além da calcinha transparente. Teve um murmúrio de aprovação. Ela, sem pressa, tentava alisar a saia com uma mão, sem muito sucesso porque precisava se equilibrar. Desistiu e continuou balançando daquele jeito.

- Que espetáculo – disse Ângelo – que coxas…

- Porra, ela é uma gostosa – disse Miguel baixinho – que rabo ela tem.

- Porra, mais de um – disse Javier – dá mais espumante pra ela, moleque – me disse – vamos ver se ela fica um pouco bêbada e a gente consegue pegar um pedaço.

- Ufa, seria foda – disse Adrião – mas Somos muitos. E ela é casada.
- Pelo menos vamos ver se ela chupa – disse Javier – essas francesinhas não são tão caretas na hora de mamar pica como as nossas mulheres. Pararam o balanço, mas Pilar continuou sentada, com todo mundo ao redor, a saia um pouco levantada.
- Você é muito gostosa – disse Javier. Dei mais uma taça pra eles e beberam.
- Realmente linda – disse Miguel – seu marido deve estar encantado.
- Vocês vão me deixar sem graça com tanto elogio. Bom, meu marido já tá acostumado, são 20 anos. E exageram pra me agradar.
- Eu nunca me acostumaria com umas pernas tão lindas – disse Adrián – vamos brindar a essas pernas – beberam.
- Hum, acho que tá subindo um pouco à cabeça… mas faz tempo que não ouço tantos elogios.
- Você merece, gostosa – todos foram se animando, em parte pelo espumante e em parte pela atitude dela, sem vergonha de mostrar as coxas.
- Então seu marido não te dá atenção direito, bonita? – disse o professor, tomando a iniciativa.
- Bom, é um pouco de indiscrição, mas estamos juntos há muito tempo… às vezes eu gostaria de um pouco mais de… vocês sabem…
- Sim, a gente sacou… um pouco mais de sexo…
- Hum, sim. – Pilar balançava suavemente – mas é meu marido…
- Então a gente pode ajudar, gostosa… – disse o professor, ela sorriu – estamos à sua disposição…
- Vocês são muito gentis, mas sou casada e… vocês também…
- Isso não deixa marca…
- Ufff… vocês são uns safados e eu tô um pouco bêbada…

Miguel se aproximou pela frente, abaixando a braguilha.
- Minha namorada nunca quis me chupar a pica… acho que as francesas gostam disso… faz pra mim, putinha…
- Ah, mas… o que você tá fazendo?
- Come meu pau, desde que você entrou eu tô morrendo de vontade de saber como você usa essa boquinha pra chupar pica… com certeza não é a primeira vez… - Uffff...pego...pego...- Miguel tirou a pica duríssima pra fora da braguilha, bem grossa, Pilar olhou pra ela, toda gulosa- sou casada...não, não tá certo...tenho que ir embora...

A resistência era parte da encenação. O professor chegou por trás de Pilar e segurou as mãos dela contra a corrente do balanço.

- Com certeza você já comeu várias picas...então não vai custar nada comer mais uma, querida – ele colocou a mão na cabeça dela e inclinou em direção à pica dele – ummm...chupa minha pica, Putette...cê tem cara de quem adora chupar um bom pau – Pilar fingia resistir

- Ah, meu deus, professor, isso não é...meu marido não vai gostar...cê tem que me soltar

- Seu marido não vai ficar sabendo, gostosa – o professor continuava segurando ela – vai, sê bonita e chupa a pica do meu amigo.

- Pego...é um abuso...professor...me deixa ir...

- Quando você tiver chupado a pica do meu amigo, eu deixo você ir...

- Vai loirinha, aposto que já chupou várias, não custa nada mais uma – disse Miguel, aproximando a cabeça da pica até a boca dela e segurando ela pelo cabelo.

- Vocês tão se aproveitando que eu bebi, depois vocês me deixam ir...meu marido...

- Seu marido não vai perceber que você comeu uma pica, gostosa, não deixa marca...- disse o professor – abre essa boquinha e chupa, Putette – Pilar deixou Miguel enfiar a pica na boca dela

- Diooosss...que gostoso...continua, continua gostosa, ummmm – Pilar chupava pica– Aaaaaah...siiiiiii...dava pra ver que ela sabia, caras...- Pilar subia e descia na pica e engolia ela inteira- porraaaa...deus como essa mina chupa bem...ufffff...

- Tô falando – disse Javier – as francesas são liberadas dessas frescuras e na primeira oportunidade já metem a pica na boca. E engolem a porra na maior naturalidade.

- Não fode – disse Adrián - cê engole a porra, Putette?

- Ela tá com a boca ocupada agora, porra, não distrai ela – disse Miguel – já tô quase...uauuuu...deus...vou gozar...porra que boquete ela tá me dando fazendo…
- Tô de saco cheio, cara… é um boquete profundo…
- Uuuuuuu… Putinha… vou gozar… porraaa… continua, continua chupando, loirinha… - Pilar chupava com vontade, enfiando tudo – tomaaaaaaa… toma leite, tomaaaaaaa… - na frente de todo mundo, Pilar recebeu a gozada com o pau na boca, sem mais – porraaaa… issooo… engole, engole… puta… engoleeee
- Caralho, que loucura, ela tá engolindo tudo… - disse Adrián – que tesão…
- Dá um espumante pra loirinha, mano – levei uma taça pra ela. Pilar soltou o pau mole do Miguel, os lábios cheios de resto de porra, e bebeu o espumante, engolindo tudo junto.
- Ufff… devo estar maluca…
- Ninguém vai ficar sabendo, gostosa… - disse o professor – parece que você gostou…
- Que boquete, porra, mas que boquete! – disse Miguel – você é uma deusa… sabe muito de chupar paus…
- Tô com vergonha…
- Você é uma mulher linda sem frescura, diferente das daqui – disse Javier – e também não é nada demais, no fim… e você gostou
- Bom… não sei… não me desagrada… mas não é muito correto…
- Chupa o meu, gostosa – disse Javier, abaixando a braguilha – tô durasso já… olha – ele puxou um pauzão duro e grosso – vai, gostosa, certeza que não custa nada…
- Ah, mas… - Javier inclinou a cabeça dela pro pau dele – ufff… não, não… professor… você tinha dito…
- Seu marido não vai ligar se você chupar mais um pau, chupa ele, gostosa – Javier batia o pau na cara dela – abre essa boca, francesinha, e chupa um pau bom… melhor que o do seu maridinho…

Claro que Pilar tava morrendo de vontade, mas tinha que disfarçar. Pilar olhou pro Javier, depois pra todo mundo e… abriu a boca. Javier enfiou o pauzão.
- Hummm… essa boquinha quente… hummmm… assim, gostosa… muito bem… uau… - Javier guiava a cabeça dela com a mão e mexia a cintura – come pica, gostosa… deus, como você chupa bem, porraaa… sabe mesmo sim… Pilar continuava com as mãos presas nas correntes do balanço e todo mundo ao redor observando a segunda mamada – uaaaa… a loirinha… que delícia, continua, continua chupando assim… uffff… – Javier estava superexcitado, tirou a pica da boca dela e bateu na cara dela com ela – que bem que você chupa pica, tia, ummmm você gosta de paus grandes, hein? – ele batia sem parar – gostosa, vai engolir meu leite? – Pilar assentiu enquanto recebia as picaças – ummm… você gosta de porra, hein? – Pilar assentiu de novo, sem tirar os olhos dele – então vou te dar um gole bem grande, toma, putinha – enfiou a pica grossa, Pilar engoliu abrindo bem a boca – à saúde do seu marido… engoleeeee… uuauuuuuuuuu… toma porra, toma porra, toma, toma… siiiiiiiiiiiii

A temperatura ambiente já estava escaldante, vendo Pilar sentada no balanço, agarrada nas correntes, a saia levantada e recebendo a segunda gozada dentro da boca, sem frescura nem se afastar, Javier despejando a porrada nela, bufando de prazer…

- As francesas chupam naturalmente, caras, é normal pra elas dar uns boquetes, chupam os amigos ou conhecidos, sem complicação – achei inacreditável que uma fantasia, ele falasse como se tivesse experiência com 100 francesas, e Pilar nem era francesa.

Levei uma taça de espumante pra ela e Pilar me olhou, bebeu o espumante e engoliu a porra. Javier guardou a pica, com uma cara de felicidade. Pilar olhou ao redor, balançava suavemente, como se nada tivesse acontecido. Mesmo assim, não fez nenhum movimento pra cobrir as coxas, mantendo a saia levantada. Ninguém falava nada.

O professor se aproximou dela e deu a mão, ela se levantou.

- Você não vai me deixar ir?

- Ainda não, preciosa – disse o professor – mais uma coisinha.

- Você disse… já chupei duas picas… já engoli a porra… tenho que voltar pro meu marido…

- Pro seu corno você vai já já

Ela se deixou levar até uma mesa grossa de madeira, todo mundo olhando curioso. e os tarados. O professor mandou ela apoiar as mãos na mesa, ela não falou nada e obedeceu. O professor enfiou as mãos por baixo da saia e a gente viu a calcinha dela descendo pelas pernas, e depois ela facilitou pra tirarem pelos pés. A excitação subiu pra caralho. Tudo sem ninguém falar nada.

Do nada, o professor levantou a saia dela até a cintura, com os pés afastou as pernas dela e olhou pros outros.

— Olha que jaca que esse cuck tem!

— Porra, que gostosa essa mina, que vontade de meter uma pirocada nela… — falou um.

O professor acariciou a bunda dela, depois passou a mão na buceta, ela gemeu. A gente foi se aproximando.

— Oooh… — o professor enfiou dois dedos na buceta dela — aaaaaaaaaaayhh…

— Tá pegando fogo, você tá toda molhada… — ela não falou nada, só abriu mais as pernas. O professor começou a foder ela com os dedos, primeiro devagar, depois mais rápido.

— AAAAAAAAAAHH… — Pilar gemia, o professor fodía ela quase com violência, enfiando e tirando os dedos — Aaaaaaayhh… — Pilar reclamava, mas o professor continuava violentando a buceta dela.

— Dá pra ver que seu marido não te dá o suficiente, você tá com vontade de pau… — o professor se agachou e começou a chupar a buceta dela. Pilar gemeu igual uma puta no cio.

— OOOOOOOOOOh…aaaaaaaaaaahh…mmmmmmmmmmmmmmm… — o professor deu um tapa na bunda dela — aaaaaaaaaaaaayhh…uuuuuuummmmm… — Pilar esfregava a buceta na boca do professor, que deu outro tapa — aaaay… — mas o gemido não era de raiva, era de prazer, e vendo isso o professor deu mais uns tapas — Aaaaaaaaaahh… — Pilar gozava igual uma porquinha.

O professor levantou e puxou ela pelo cabelo.

— Vamos ver você pelada, pra ver se a gente tem vontade de brincar com você. Tira a roupa enquanto pensa no que seu marido diria se soubesse que a gente vai usar a mulher dele pra se divertir.

De frente pra todo mundo, com uma cara meio desconfortável, como se não tivesse gostado muito, Pilar tirou a blusa e deixou os peitos em formato de pera à mostra. Porra, esses peitos caídos...

Ela ficou olhando, com um ar tímido, com vergonha de oferecer os peitos pros 5 caras que estavam excitados com ela, seis comigo, meio se escondendo com as mãos.

Todos se aproximaram pra apalpar os peitos dela. Pilar me olhou extasiada, nunca tinha sentido cinco pares de mãos apalpando, amassando os peitos dela e batendo neles. O professor segurou as mãos dela e as prendeu nas costas.

- Você vai ser nossa putinha, então entende duas coisas: putinha e nossa. Vamos nos divertir com você do jeito que a gente quiser.

- Mas professor... eu... isso não é... meu marido não...

- Você já deu duas boas mamadas, gata, seu marido já é um grande corno, a boquinha da mulher dele gozada duas vezes... aproveita um pouco você também, vai.

Adrian segurou os bicos dos peitos dela e puxou pra cima, quando os peitos estavam bem levantados, soltou, pra alegria de todos. Angel meteu a mão na buceta dela por baixo da saia. Pilar gritou, Angel tinha enfiado os dedos.

A coisa foi esquentando, Pilar percebeu que os peitos dela, que a deixavam meio encanada por serem tão caídos, moles e separados, longe do padrão do que se considera uns peitos redondos e firmes, davam tesão nos caras.

Ela tinha uma aréola muito grande, quase metade do peito, e uns bicos muito compridos apontando pra baixo e pros lados. Eles se excitavam puxando os bicos dela e mantendo os peitos esticados pra cima e pra frente, batendo neles pra ver balançar. Com certeza tava doendo, mas não demais, e ela aguentava bem.

Angel não tinha parado de enfiar os dedos.

- Peraí – falou Angel – tô com vontade de chupar esses peitos – Ele segurou as mãos de Pilar por trás com a mão esquerda, com a direita agarrou a cintura dela e se jogou no peito dela, chupando com gosto. Pilar jogou a cabeça pra trás gemendo alto.

- AAAAAAAAmmmmmmmmmmm... ôôôôô... sim, sim, sim...

- Porra, que mulher, meu deus... – Angel tava cada vez mais animado e literalmente chupando a teta, mordendo e chupando – como me deixa louco…tenho que foder ela…quero te foder, Putette…- ele olhou pra ela.

- Me fode…oooh…pego…só transo com meu marido…

- Pois agora você vai saber o que é uma pica boa….

Num instante tiraram a saia dela e o Angel sentou ela na beira da mesa, o professor e o Javier seguraram as pernas dela bem abertas. Sem mais, o Angel puxou a rola pra fora e colocou na entrada da buceta dela.

- Oooh, pelo amog de Deus…não me fode…meu magido…

- Ummm…seu marido não te dá pica suficiente…

- Ooooooh…não, pego é meu magido… - o Angel enfiou de uma vez – aaaaaaaaaaah…você me fodeu…mmmmmmmm

- Por isso ele é um cuck, por pica mole eu fodo a mulher dele…uffff…que tesão você me dá, puta…

- Oooooooh…sim…- o Angel bombava ela no meio da farra de todo mundo – aaaaaaaah…

- Toma pica, gostosa…

- Oooooh…que veggonha, me fode na frente de todo mundo…feito uma qualquer…

- Feito uma puta – disse o professor – hoje vamos tirar a puta que existe dentro de você…

- Toma pica, puta…melhor que seu marido, hein?

- Oh, uma puta…simmmm…melhog que meu magido…aaaaaaaah…

Pilar sabia como excitar e elogiar eles. Angel continuou metendo por um tempo, entre gemidos dos dois. Pilar gemeu alto:

- Aaaaaaaaaah..vou gozarrrrr…aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah…- ela gozou com muito estardalhaço. Angel ficou tão excitado que gozou dentro sem mais.

- UUUAAAAAaaaaa…toma, toma porra…uuuaaaa…gozei dentgooooo…

Ficaram ofegando com os orgasmos deles e finalmente o Angel tirou a rola já quase murcha de dentro. Todo mundo viu os jatos de porra saindo da buceta. Pilar estava esticada na mesa com as pernas bem abertas que o professor e o Javier ainda seguravam.

Pilar tocou a buceta e os dedos dela ficaram cheios da porra do Javier.

- Você deixou denntgo seu espegma…oooh…

- Vamos te dar muito esperma, gata, muito mais que seu marido… disse o professor.
Ele a tirou da mesa e a fez se apoiar com as mãos de novo. A porra do Javier escorreu da buceta dela e desceu pelas coxas. Ele tirou a pica, duríssima.

Todos pensamos que ele ia foder ela, mas não, ele apontou o pau pro cu dela e apertou. Ela gritou quando sentiu a pica entrando no cu dela. O professor deu uma estocada com a bunda e ela gritou ainda mais, todos entendemos que ele tava metendo até o talo. Ela passou de gritar a gemer.

— Ela gosta de levar no cu, mano!

— Não tem nada mais foda do que dar no cu — disse o professor, os peitos dela balançavam violentamente com as estocadas da pica.

— AAAAAAAAAAAh… pelo amor de Deus, professor… oooh… meu cu… aaaaaaaaaaah…

— Teu cu, sim, fode teu cu… toma pica… cê gosta?

— OOOh… professooor… ummm… sim… meu cu dói… eu gosto… aaaaaaaaaaayhh…

O professor meteu e meteu com gosto no cu dela, agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, violentamente, ela reclamava, arqueada e recebendo. O professor deu tapas na bunda dela com a mão.

— Mexe essa bunda, puta, me dá prazer — Pilar mexeu a bunda pra enfiar a pica do professor e pros lados pra dar prazer no pau dele — ummmm… assim, que puta gostosa seu marido tem em casa… sem saber… hahahahaha… — todos riram excitados

— Uuuuuummm… aaaaaaaaaaah… sou uma puta gostosa…

— Muito gostosa, cê tá descobrindo o que é — o professor, sem parar de meter no cu dela, deu tapas nos peitos dela — uma puta que leva no cu, tomaaaaaaaaaaaaa — o professor gozou dentro do cu dela, agarrando o pescoço dela e arqueando mais pra trás enquanto apertava um peito dela — deeeeus… vagabunda…

A partir daí foi uma loucura, depois do professor todos quiseram comer o cu dela. Fizeram ela subir de quatro na mesa, eles ficavam fascinados com os peitos dela balançando. Batiam neles, pesavam e ordenhavam.

Um atrás do outro foram subindo na mesa e metendo no cu dela, enquanto os outros batiam punheta. Mais fundo, enfia tudo…

Deixaram o cu dela igual um bebedouro de pato. Achei que vi ela gozar duas vezes enquanto se revezavam no cu dela e gozavam dentro. Quando desceu da mesa, o esperma escorria visivelmente até os tornozelos, descendo pelas pernas lindas dela, as meias amassadas e manchadas de porra. Ela se apoiou com as mãos na mesa, mostrando aquele rabo violentado e humilhado.

Escarrapachada, mostrando um cu dilatadíssimo, muito fodido, jorrando porra aos borbotões, respirando ofegante, não tinha mais a aparência distinta de senhora com que tinha entrado.

- Ufffff... tô exausta... meu pobrinho cu... vocês se divertiram muito com meu cu

- Ummmm, essa bunda tão delicada... nunca tinham te dado antes?

- Meu marido nunca teve coragem de me foder no cu... ele tentou, mas não deixei... achava humilhante...

- Ummmm... pois agora você levou uma bela ração, gata... todos enfiamos o pau em você

- Ufffff... vocês cinco me deram no cu... que vergonha...

- Seu marido devia te ver assim, com essa cara de putinha, bem leitada, rodeada de paus, uns chifres bem colocados

- E satisfeita, coisa que ele não faz.

Sentaram-se na grama em roda pra descansar, o professor sentou ela entre as pernas dele, acariciou a pele dela, os peitos, tudo, os outros ao redor. Levei taças de espumante e eles brindaram

- Pela bunda dessa mulher gostosa que a gente comeu

- Ummm... brigada... vocês também me deram prazer... embora nunca pensei que conseguiria satisfazer cinco homens... e ainda mais no cu... tô orgulhosa...

- Você levou cinco gozadas no cu, gata... - ela sorriu

- Tô sentindo... vocês abusaram de mim...

- Você gozou, não disfarça... - ela sorriu

- Sim... uffff... também curti... meu marido nunca me fodeu no cu...

- Ummmmm... seu marido... ufff... me dá muito tesão ter fodido o cu da esposa... e mais ainda se ele não fez isso... ummmmm
- Meu pobre corno manso... afogar é muito chifrudo...
- Quase o máximo do cuck, devolver a mulher dada pelo cu é demais...
- E vocês gozaram dentro...
- O sêmen te excitou, hein?
- Sim... e eu gosto...
- Vem, gostosa – disse Adrián – vem comigo – Pilar se soltou do professor e foi até Adrián de quatro – uffff, gostosa, assim mesmo, enfia a boca na minha pica... já que você gosta, vou te dar leite... uuauuu... chupa como a puta que você é... que boa boceta... seu marido ficaria orgulhoso da mulher dele de quatro chupando uma pica... deusss e como ela chupa...
- Uuuuffff... porra... eu vou meter assim mesmo... – disse o professor, se posicionou atrás e enfiou no pussy – toma pica, puta loira... ummmm bucetinha gostosa de puta casada...
- Ufffffff... que espetáculo... a mina se revelou uma puta... que vício de rabo... dois ao mesmo tempo...
- Ummmmmm... tava com vontade de pica sim... meu corno não me dá... uuuuuummm... professor, me fode... uuuuuummm...
- Você é uma putona, francesinha... continua chupando minha pica, promíscua... adoro... uuuuuauuu... você é uma puta... uma puta adúltera...
- Uma putona... uffff... e uma pica adúltera... – o professor deu dois tapas na bunda dela – aaaaaaay... chupo pica... aaaaaaagggg...
- Uma promíscua chupadora, fodida e enrabada... – o professor tava empolgado, bombava com violência – uma porca que se deixa usar por cinco caras... vou encher tua buceta de leite, sua puta... pra você levar leitinho bom pra casa com seu marido...
- Porra... caras... como ela engole pica... vou encher tua garganta de leite, puta...

Quando terminaram de gozar dentro dela, se largaram na grama. Pilar escorria sêmen pelo pussy e pela boca. Levei espumante pra ela e ela bebeu.
- Ufffff... como você é boa, Putette... não pensei que fosse tão puta...
- Nem eu também – disse ela, se esticou na grama de barriga pra cima, de pernas abertas – não me reconheço... realmente me comportei... como uma verdadeira puta…
- Mas você gostou.
- Ufffff… vocês me comeram muito… NUNCA ME COMERAM TANTO… tô toda dolorida… estranhamente feliz… e cheia de porra…
- Porra… 10 gozadas, loirinha, 10 leitadas você levou…
- Ufffffff… é uma barbaridade… – o professor me fez um sinal
- Ainda aguentava mais uma…
- Uffffff… tô destruída… acho que não… – ele me olhou e arregalou os olhos.
- Mete nela, moleque – disse o professor – fura essa buceta de puta casada… – eu tirei a pica durona pra fora – porra cara, que cacetão você tem… enfia na putinha…
- Uffff… não… não… é grande demais… não… – Pilar fingiu que queria se afastar – outro pau, não… pelo amor… – Ela tava morrendo de vontade, mas tinha que fazer teatro.
- Segurem ela – disse o professor. – vai, moleque, come ela…

Com os caras segurando as pernas dela bem abertas e aproveitando pra pegar nos peitos dela, eu me ajoelhei entre as coxas dela e encostei minha pica na boceta.

- AAAAAAAyyyh… oooh… não, não… é grande demais… aaaaaaaaah… outro pau nãooo… pelo amorrr – os caras seguravam ela bem escancarada – não me estupra, nãooo – eu enfiei, a buceta da Pilar tava pegando fogo, ela reclamava mas eu sabia que ia gozar logo – besta… aaaahh – eu bombava devagar – aaaah… pelo deusss… que grande…
- Você vai embora bem comida, loirinha… seis caras… mas que puta vadia… você gosta desse pauzão, hein, vagabunda?
- Uuuuuuuuuu… aaaaaaaah… grande demais… aaaaaa…
- Mete a vara, moleque… grande mas cabe inteiro, puta, até o saco… – eu comecei a bombar forte – o seu marido vai sentir a pica balançando na boceta que a gente deixou… vagabunda… indecente e tarada… chupadora… dada pelo cu…
- AAAAAAAAAAAh… siiiiiiiiiiiim… sou uma putinha… chupadora…
- E agora você vai levar meu gozo pra casa bem dentro da sua buceta…

Depois de alguns minutos, Pilar gozou gritando. AAAAAAAAAAAAAAAAAh…seus filho da puta…
- Caralho, que puta gostosa, mano, ela gozou de novo…

Foi um orgasmo do caralho, quando acabou ficou parada, mole, igual uma boneca, de pernas abertas, braços abertos, e eu continuava metendo nela, o corpo dela sem controle. Tirei minha pica, ela nem se mexeu, olhou pra mim. Todo mundo olhando, apontei a pica pra buceta dela e enfiei de uma vez, ela fechou os olhos e gemeu mas não fez nada, os peitos dela balançaram.

- Porra, puta, pro seu marido corno – falei e tirei a pica de novo – quer mais? – ela balançou a cabeça que não, mas eu sabia que ela gostava de ser usada assim.

- Manda ver, garoto – enfiei de uma vez, ela soltou um gemido gutural – assim, fode ela direito…

- Também pro seu marido – falei – puta de corno. Mais uma porrada? – tirei a pica

- N-não…não…não…

- Não? Então toma – enfiei de novo até o talo, os peitos dela balançaram e o corpo dela foi pra lá e pra cá – adoro foder você – levantei o olhar pros outros – adoro foder essa mina.

- Não, chega…pelo amor de Deus…

- Ufa, continua, garoto – todos estavam excitados vendo a simulação de estupro.

- N-não – repetiu ela, sabendo da excitação – não me fode mais…

- Toma porrada, puta…mais uma…toma…e mais uma…toma…

- Que estocada, garoto…

- Pede meu gozo dentro da sua buceta, gostosa…

- Ah, n-não…chega…

- Vou ficar te fodendo até você pedir…toma porrada…

- Não…não goza tão fundo…não…não me fode mais…

- Pede…toma porrada…toma…mais uma…

- Aaah…s-sim…goza logo…

- Onde, putona?

- No fundo da minha buceta…

- Ummm pro seu marido?

- Aaah…s-sim…pro meu marido…

- Ummm toma gozo, sua vadia…

- Tomaaa, mais uma gozada, caralho, essa mina é foda…

Quando me afastei, ela não se mexeu, a buceta dilatada escorrendo gozo, os olhos fechados. desmaneirada. Logo depois, ajudamos ela a se levantar e dei um suco pra ela.

- Vocês fizeram de tudo comigo… tô toda melada… – o sêmen escorria pelas coxas dela.

- Você é uma mulher do caralho – disse o professor – um brinde pra senhora.

- Vocês me esgotaram… – todos beberam, pelados, rodeando a Pilar.

Todos disseram pro professor que a gente tinha que repetir a sessão. Pilar não falou nada.





Se despediram dela entre carinhosos e brincalhões.

- Manda lembranças pro corno manso do teu marido, gostosa, diz pra ele que a gente se divertiu pra caralho. A gente tem que se ver de novo logo.

Logo logo não foi, mas a gente montou outra sessão boa sim…

A surpresa foi que depois de uma semana ela me ligou pra me ver. Fiquei intrigado.

- Tô grávida – ela disse

- Puta merda! Do outro dia?

- Nãooo, de antes, é teu.

- Você não falava que não podia?

- Uma coisa que não funcionava voltou a funcionar, o ginecologista me falou. A intensidade e a frequência dos orgasmos, ele disse, a mudança na vida sexual.

- Você contou tudo pra ele?

- Claro, minha saúde depende disso.

- Você vai ter um filho meu.

- Sim.

- Ou do teu marido.

- Teu.

- E o que você vai fazer?

- Vou falar pro meu marido, como se fosse dele. Eu quero ter esse filho.

- Então vai ter, com certeza. Te falei que ia te engravidar. Tô gostando.

- Eu me diverti pra caralho outro dia, tive um monte de orgasmos.

- Você foi foda, aguentou todo mundo.

- Acabei exausta, uffff… que maravilha…CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mae-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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