Minha mãe virou minha mulher (23) (+18)

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22 http://www.poringa.net/posts/relatos/2846240/Minha-mae-passou-a-ser-minha-mulher-22-para-18.htmlUma aventura com a Pilar, a mãe do Sebas, meu amigo, uma das minhas putas, mas dessa vez ela se supera...


De tarde eu tinha combinado com a Pilar, a mãe do Sebas, ela tinha um serviço que queria que eu fizesse. A gente tinha falado pelo telefone.- Oi, podemos conversar?
- Meu marido tá por aqui...
- Beleza, então escuta: cê tá afim de dar a buceta?
- Sim, claro, cê sabe que sim...
- Acho que cê vai gostar, uns caras tão querendo se divertir com uma mulher fácil, mas não uma puta profissional, uma gostosa que gosta de foder, que manda bem sem frescura, não sei se cê topa ou se procuro outra.
- Hum, bom, não precisa, acho que eu mesma posso ir.
- Tem certeza? Olha que são vários. Não se sinta obrigada...
- Que nada, tá de boa, eu mesma vou.
- Eles têm tesão em casada, cê sabe como é bom comer a mulher dos outros. Sua calcinha já molhou?
- Ufa, sim, pra caralho, cê sabe que tô disposta a ajudar – ouvi ela dizendo pro marido – tô combinando de ir na paróquia preparar umas coisas – ela falou de novo – vamos em vários, né?
- Vão ser cinco, putinha. Cê vai dar pra cinco caras. Vou cobrar uma grana deles.
- Uu, então... bom, sim, tô afim. E o que eu preciso fazer?
- Ufff, cê fica molhada só de falar disso com seu marido por perto, hein? Cê é uma porca.
- E mais... mas me fala...
- Cê sabe, primeiro um teatrinho, eles acharem que tão te seduzindo, e depois, bom... cê vai ter que chupar uns paus, isso é certo. A maioria dos caras não consegue que a mulher deles chupe, então vão adorar chupar a mulher de outro.
- Ahã, beleza, sem problema. Eu mando bem nisso.
- É, verdade que cê manda bem chupando pica. Continuo?
- Sim, por favor.
- Vão chupar seus peitos de pera. Bem apalpados, eles adoram, e depois vão meter o pau em você, um atrás do outro, as cinco rolas, e até um vai te comer no cu, com certeza. Ainda tá interessada?
- Ufa... bom, acho que consigo, sim.
- E cê vai engolir porra, putinha, bem servida vai ficar, eles vão gozar na sua boca e cê vai engolir tudo.
- Também tô dentro, sim. Sim, você escova eles em duas horas e te devolvo em casa como nova, bem fodida e gozada. Seu marido nem vai saber do corno que você fez ele. Essa tarde.

- Tá bom, sim – ela virou pro marido – amor, marquei pra essa tarde – ouvi ele responder algo – Sem problema, vou sim.

- Você nasceu puta.

Sabia que a Pilar ficava excitada em fazer de puta, depois de uma vida inteira negando a sexualidade dela, tinha descoberto que precisava recuperar o tempo perdido. Me excitava e me surpreendia o quanto ela gostava de se meter na perversão e na humilhação sexual, quanto mais eu pressionava, mais ela curtia, ainda não sabia se tinha limite.

Tinha me ligado o professor de matemática do colégio. Fazia tempo que ele tinha comido a Pilar em troca de passar a Sara na matéria e facilitar pra eu poder foder ela.

- Roger, seu filho da puta, queria alugar aquela putinha francesa que você tem, a casada. A gente tem uma despedida de solteiro e queria brincar com sua puta, a loirinha, a Putette. O que você acha?

- Buceta, com quantos ela tem que foder?

- Somos cinco, mas acho que não vão comer todos, quanto você cobra?

Falei o preço que queria.

- Porra, mano, isso é grana.

- A mina vale, você sabe. Ela é gostosa e dá jogo, além de serem vários, mano, a mina vai ter que se esforçar, vão deixar os peitos dela doloridos.

- Isso sim, esses peitos de pera alongados são muito gostosos.

- E se derem pelo cu, mais 20%.

- Caralho...

- Ah, e eu que ponho as camisinhas.

Ele chorou o preço e eu aceitei. Uma grana ia me fazer bem. A Pilar ia fazer por vício, mas o cara podia pagar, e me dava tesão cobrar pra ele foder minha puta. Além disso, combinamos uma encenação realmente excitante.

Peguei a Pilar e levei ela pra uma clareira na mata que tem no Tibidabo, na minha moto. Um parque que é visitado todo dia por milhares de pessoas.

- Te trouxe aqui pra você se vestir de senhora. francesa gostosa, é assim que vou te levar. Ummmmmm, Roger, então vou trabalhar de puta? Vou fazer isso pra você.
- Você vai fazer porque é uma puta e gosta.

Entreguei uma sacola pra ela.
- Veste isso – era roupa que eu tinha comprado de propósito.

- Essa roupa? – ela olhou dentro – uffff, deixa eu ver… E onde eu vou vestir isso?
- Aqui mesmo, raposa, tira a roupa.
- Aqui? Vão me ver.
- Então deixa verem. Eu gosto muito de você pelada.
- Mas passa gente perto… tem grupos de garotos vindo de excursão…
- Melhor ainda… você é muito gostosa… eles vão adorar ver uma mulher madura… com essas pernas lindas e essas tetas balançando… você não ia gostar que eles batessem uma punheta te olhando?
- Uff… Roger – ela vinha vestida com um daqueles tailleurs marrons nada sexy, quase de freira, com saia reta abaixo do joelho, uma blusinha bem comportada por baixo. Tirou o casaco. Olhou em volta e se decidiu a tirar a blusa – uff

Sentei no chão, de costas contra uma árvore, olhando pra ela.
- O sutiã, puta, agora mostra as tetas pro ar, antes de tirar a saia.

Ela sempre usava uns sutiãs duros de taça grande, que escondiam completamente os peitos e os comprimiam pra dentro, ninguém imaginava que ela tinha umas tetas compridas, umas tetas que caíam muito quando estavam soltas, desciam até a barriga com os bicos apontando pro chão e separadas em V invertido, marcando o formato de pera.

- Ummm, eu gosto de você, puta… você fica estranha com essas saias marrons retas, que te cobrem toda, quase de freira, e as tetas no ar. Elas fazem um bom contraste.
- Você me faz fazer coisas que eu nunca pensei que faria.
- E você gosta de ser vadia. Segura as tetas com as mãos e oferece elas – o melhor dela é que sempre obedecia, adorava ser escrava, que mandasse ela fazer obscenidades.
- Assim? – Ela segurava por baixo, mantendo o mamilo dela apontando pra frente.
- Sim, assim, vadia. Agora vira e fica de costas pra mim, oferece essas tetas pra quem passar.
- Uffff… – ela fez – isso é muito putaria…
- Muito, tua buceta tá molhando?
- Ummm…to excitada…você vai me foder…
- Não, quero que você vá gostosa fazer teu trabalho de puta.
- Uffff…quero que me coma…
- Primeiro teus clientes.

Levei ela de moto até a casa do professor. Um espetáculo, um vestidinho de duas peças de tricô fino verde escuro que destacava a pele branca dela, de loira natural, a saia curta pra mostrarem bem as pernas perfeitas e com um pouco de balanço, pra ser levantada sem problema. E uma blusa de manga curta justinha mas flexível e com muito decote ombro a ombro. Sem sutiã, os peitos bem caídos, podia ter um decotão, mas os balões marcavam bem por causa da roupa justa, mas bem embaixo, realmente chamava atenção uns peitos redondos quase na altura da barriga e separados. Finalizava com umas meias de vidro marfim também e uns sapatos de salto preto. Uma bolsa preta. Uma mina com classe. Levei ela numa loja e pintaram os olhos dela, bem feitos e os lábios de vermelho sangue. Uns brincos dourados exagerados, e uma gargantilha preta.
- Quero que você tenha orgulho da sua puta…ufff…quem diria que eu seria puta e teria sexy.
- Vou te fazer foder. Quero ter uma puta bem comida. E depois te levar pra casa com teu marido e teus filhos.
- Ummm…fodo pra você com quem mandar…

Fomos na casa do professor. Quando abriu a porta, ficou de boca aberta.
- Porra…você se superou, filho da puta. Oi Putette.
- Oi professor – ela disse – cê gostou? – Pilar tentava fazer um sotaque francês, guturando os erres, que ficava muito bom e dava muito tesão.
- Vamos nos acabar com você – ele colocou a mão na bunda dela – ummm…que Coisa tão boa… não sei se vou conseguir esperar…

- Eu tô disponível, professor – disse ela, sorrindo, levantou a saia – se quiser, pode me foder agora.

- Ufff… não, meus amigos estão chegando e a gente precisa preparar o cenário. – Mesmo assim, Pilar continuava com a saia levantada e o professor não se segurou, meteu a mão na buceta dela.

- Ummmm… deus, que buceta! Que fodas que a gente vai te dar, Putette.

- Professor… é… os serviços de puta se pagam adiantado – falei.

- Porra, cara, você concorda, Putette?

- Sim, paga a minha gostosa primeiro.

- Ok, ok. Você me lembra alguém, Putette.

- Pode ser… – o cara tirou o dinheiro e me deu.

- Pronto. Agora você é minha.

- Sim – falei, guardando a grana – toda sua. A Putette vai deixar todo mundo satisfeito – entreguei umas caixas de camisinha pra ele – vai ter bastante.

O cenário era:

Eu fazia de garçom eventual, o professor tinha um quintal com jardim e a gente montou um balcão pequeno lá. Eu devia preparar as bebidas e os canapés pra todo mundo, como um serviço contratado. Pilar devia chegar quando os amigos já estivessem lá. A história era que ela era a esposa de um parceiro que trazia uns documentos pro professor por encomenda, se desculpando por ele não ter vindo pessoalmente porque estava viajando. O professor ia convidar ela pra tomar uma bebida, apresentar pros amigos e, a partir daí, ver como iam se virar com ela. As mulheres dos caras também estavam organizando uma festinha na casa de outro, mas numa cidade a 30 km, ou seja, sem perigo.

Dito e feito, Pilar foi pra uma cafeteria perto esperar meia hora.

Aos poucos os caras foram chegando, todos na casa dos 30 e poucos anos. Eu fui servindo o que pediam, com meu uniforme, camisa branca e colete. Depois de um tempo, esqueceram de mim e ficaram conversando, trocando piadas pesadas e putarias com o cara que ia casar.

A chegada de Pilar foi… Eletrizante, a campainha tocou e o professor foi atender, logo apareceu no jardim com a Putette. Apresentou ela como a esposa de um amigo que tinha trazido um recado.

- Convidei ela pra tomar algo – todos concordaram, examinando ela de cima a baixo.

- Não quero atrapalhar – disse Pilar – vocês tão na festa – o professor apresentou ela um por um pros amigos e ela beijava cada um – já vou deixar vocês continuarem a festa

- Esse é o Miguel, o que vai casar

- Ahh, muito prazer – Pilar deu um beijo nele nos lábios, suave – dá sorte beijar o noivo, eu tô casada há 20 anos – Miguel ficou impactado – você é muito atraente.

- O prazer é meu, Putette – disse Miguel – mas dois é melhor que um, né?

- Kkkkk, sim, tenho certeza que sim, mas tô afim de uma taça, talvez depois… – preparei uma taça de espumante e levei pra ela, Miguel já não apertava ela mas ainda tava com a mão na cintura dela – Merci, garçon – ela me disse

- Vamos brindar – disse o professor.

- Pelo noivo – disse Pilar.

- Pelas mulheres bem feitas – disse outro cara, o Angel

- Pelas francesinhas gostosas – disse o professor.

Eles tomaram a taça toda.

- Humm…muito bom… – disse Pilar – outra, garçon – servi ela e também os outros – vocês tão na festa de despedida, não quero atrapalhar – Miguel continuava com a mão na cintura de Pilar

- Uma mulher tão gostosa nunca atrapalha – disse outro, um tal de Javier.

- Hum, obrigada, vocês são muito gentis.

- Que jardim tão lindo você tem, professor.

Mostrou num canto um balanço que tava preso numa barra com quatro correntes.

- Ah, um balanço, eu adorava quando era pequena, posso? – disse Pilar – só um momentinho

- Claro, Putette – ela sentou e começou a balançar devagar – quer ajuda?

- Por favor, sim. – O professor ficou atrás dela e começou a empurrar, claro, pela bunda. – aaaah, que divegtido…

Pilar ganhava velocidade, e de repente, com o vento, a saia subiu até em cima, deixando ver as coxas e as meias, além da calcinha transparente. Teve um murmúrio de aprovação. Ela, sem pressa, tentava alisar a saia com uma mão, sem muito sucesso, porque precisava se equilibrar. Desistiu e continuou balançando assim.

- Que espetáculo - disse Angel - que coxas…

- Porra, ela é uma gostosa - disse Miguel em voz baixa - que buceta gostosa.

- Porra, mais de um - disse Javier - dá mais espumante pra ela, garoto - ele me disse - pra ver se ela fica um pouco bêbada e a gente consegue pegar um pedaço.

- Ufa, seria foda - disse Adrián - mas somos muitos. E ela é casada.

- Pelo menos ver se ela chupa a gente - disse Javier - essas francesinhas não são tão caretas na hora de mamar pau como as nossas mulheres. Pararam o balanço, mas Pilar continuou sentada, com todos ao redor, a saia um pouco levantada.

- Você é muito gostosa - disse Javier. Dei mais uma taça pra eles e beberam.

- Realmente linda - disse Miguel - seu marido deve estar encantado.

- Vocês vão me deixar sem graça com tantos elogios. Bom, meu marido já tá acostumado, são 20 anos. E vocês exageram pra me deixar feliz.

- Eu nunca me acostumaria com umas coxas tão lindas - disse Adrián - vamos brindar a essas coxas - beberam.

- Humm, acho que tô ficando meio tonta… faz tempo que não recebo tantos elogios.

- Você merece, linda - todos iam ficando mais ousados, em parte pelo espumante e em parte pela atitude dela, sem vergonha de mostrar as coxas.

- Então seu marido não te dá atenção, gostosa? - disse o professor, tomando a iniciativa.

- Bom, é um pouco de indiscrição, mas faz muito tempo que estamos juntos… às vezes eu gostaria de um pouco mais de… vocês sabem…

- Sim, a gente entende… um pouco mais de sexo… Hum, sim. –Pilar se balançava suavemente– mas é que sou casada…

- Pois a gente pode te ajudar, gostosa… –disse o professor, ela sorriu– cê tem a gente à disposição…

- Vocês são muito gentis, mas sou casada e… vocês também…

- Isso não deixa marca…

- Uffff… vocês são uns safados e eu tô meio bêbada…

Miguel se aproximou pela frente, abaixando a braguilha.

- Minha namorada nunca quis chupar minha pika… acho que vocês francesas gostam… faz pra mim, Putette…

- Ah, mas… o que cê tá fazendo?

- Come meu pau, desde que você entrou tô morrendo de vontade de saber como você usa essa boquinha pra chupar pika… com certeza não é a primeira…

- Uffff… mas… mas… –Miguel tirou a pika duríssima pela braguilha, bem grossa, Pilar olhou, com tesão– sou casada… não, não tá certo… preciso ir…

A resistência era parte do teatro. O professor se aproximou por trás de Pilar e segurou as mãos dela contra a corrente do balanço.

- Com certeza você já chupou vários paus… então não vai custar nada chupar mais um, querida – colocou a mão na cabeça dela e inclinou em direção à pika dele – hummm… chupa minha pika, Putette… você tem cara de quem adora se esfregar num pauzão – Pilar resistia

- Ah, pelo amor de deus, professor, isso não é… meu marido não vai gostar… cê tem que me deixar ir

- Seu marido não vai ficar sabendo, gata – o professor continuava segurando ela – vai, seja boazinha e chupa a pika do meu amigo.

- Mas… é um abuso… professor… deixa eu ir…

- Quando você tiver mamado a pika do meu amigo, eu deixo você ir…

- Vai logo, loirinha, com certeza você já mamou vários, não custa nada mais um – disse Miguel, aproximando a cabeça da pika até a boca dela e segurando ela pelo cabelo.

- Vocês se aproveitam que eu bebi, vão me deixar ir depois… meu marido…

- Seu marido não vai perceber que você comeu uma pika, gata, não deixa marca… –disse o professor– abre Essa boquinha e mamãe, Putette – Pilar deixou Miguel enfiar o pau na boca dela

- Meu Deus... que gostoso... continua, continua, gostosa, hummmm – Pilar chupava o pau – Aaaaaah... siiiiiim... dava pra ver que ela sabia, mano... – Pilar subia e descia no pau e engolia ele inteiro – Porraaaa... Deus, como essa mina chupa bem... ufffff...

- Tava falando – disse Javier – as francesas são livres dessas frescuras e na primeira oportunidade já metem o pau na boca. E engolem a porra na maior.

- Não me fode – disse Adrián – você engole a porra, Putette?

- Ela tá com a boca ocupada agora, porra, não atrapalha – disse Miguel – já tô quase... uauuuu... Deus... vou gozar... porra, que boquete ela tá fazendo...

- Até o talo, mano... é uma garganta profunda...

- Uuuuuuu... Putette... vou gozar... porraaaa... continua, continua chupando, loirinha... – Pilar chupava com vontade, enfiando tudo – tomaaaaaaaaaa... toma porra, tomaaaaaaaaaa... – na frente de todo mundo, Pilar recebeu a gozada com o pau dentro da boca, sem mais – porraaaa... siiiim... engole, engole... puta... engoleeeee

- Caralho, que loucura, ela tá engolindo tudo... – disse Adrián – que tesão...

- Dá um espumante pra loirinha, cara – eu levei uma taça. Pilar soltou o pau mole do Miguel, os lábios com restos de porra e bebeu o espumante, engolindo todo o sêmen também.

- Ufff... devo estar maluca...

- Ninguém vai ficar sabendo, gata... – disse o professor – parece que você gostou...

- Que boquete, porra, mas que boquete! – disse Miguel – você é uma deusa... sabe muito de chupar paus...

- Tô com vergonha...

- Você é uma mulher linda sem frescura, diferente das daqui – disse Javier – e também não é nada demais, no fim... e você gostou

- Bom... não sei... não me desagrada... mas não é muito correto...

- Chupa o meu, gostosa – disse Javier, abaixando a braguilha – já tô durasso... olha – ele tirou um pauzão duro e grosso – vai, gata, com certeza Não te custa nada…

- Ah, pego… - Javier inclinou a cabeça dela pro pau dele – ufff…não, não…p*rra…você tinha dito…

- Seu marido não vai ligar se você chupar mais um pau, chupa, gostosa – Javier batia com o pau na cara dela – abre essa boca, francesinha, e chupa bem esse pau…melhor que o do seu maridinho…

Claro que Pilar tava morrendo de vontade, mas tinha que disfarçar. Pilar olhou pro Javier, depois pra todo mundo e…abriu a boca. Javier enfiou a pica nela.

- Ummmm…essa boquinha quente…ummmmm…assim, linda…muito bem…uauu… - Javier guiava a cabeça dela com a mão e mexia os quadris – chupa vara, gostosa…deus, como você mama bem, p*rra…sabe mesmo, sabe… - Pilar continuava com as mãos presas nas correntes do balanço e todo mundo ao redor assistindo a segunda mamada – uaaaa…a loirinha…que delícia, continua, continua mamando assim…uffffff… - Javier tava super excitado, tirou o pau da boca dela e bateu na cara dela com ele – como você mama pau, tia, ummmm você adora uns paus grandes, né? – ele batia sem parar – gostosa, vai engolir meu leite? – Pilar concordou enquanto levava as batidas – ummm…você gosta de porra, né? – Pilar concordou de novo, sem tirar os olhos dele – então vou te dar um gole bem grande, toma, Vadiazinha – enfiou a pica grossa, Pilar engoliu abrindo bem a boca – à saúde do seu marido… engoleeeee….uuauuuuuuuuu…toma porra, toma porra, toma, toma…siiiiiiiiiiiiii

O clima já tava pegando fogo, vendo Pilar sentada no balanço, agarrada nas correntes, a saia levantada e recebendo a segunda gozada dentro da boca, sem frescura nem se afastar, Javier despejando o leite nela, bufando de prazer…

- As francesas mamam naturalmente, caras, é normal pra elas dar uns boquetes, chupam os amigos ou conhecidos, sem complicação – achei incrível que uma fantasia, ele falasse como se tivesse experiência com 100 francesas, e Pilar nem era francesa.

Levei uma taça de espumante e Pilar me Olhou, bebeu o espumante e arrastou a porra. Javier guardava a pica, com uma expressão de felicidade no rosto. Pilar olhou ao redor, balançava suavemente, como se nada tivesse acontecido. Mesmo assim, não fez nenhum movimento pra cobrir as coxas, mantendo a saia levantada. Ninguém dizia nada.

O professor se aproximou dela e deu a mão, ela se levantou.

— Não vai me deixar ir embora?

— Ainda não, gostosa — disse o professor — mais uma coisinha.

— Você disse... já chupei duas picas... engoli a porra... tenho que voltar pro meu marido...

— Com seu corno você vai já já.

Ela se deixou levar até uma mesa grossa de madeira, todo mundo olhando curioso e tarado. O professor indicou que ela apoiasse as mãos na mesa, ela não disse nada e fez isso. O professor enfiou as mãos por baixo da saia e vimos a calcinha dela descendo pelas pernas, e depois ela facilitou pra tirarem pelos pés. A excitação subia às nuvens. Tudo sem ninguém falar nada.

Sem mais, o professor levantou a saia dela até a cintura, com os pés afastou as pernas dela e olhou pros outros.

— Olha que égua que esse corno tem!

— Porra, que gostosa essa mina, que tesão meter uma pica nela... — disse um.

O professor acariciou as nádegas dela, depois tocou a buceta, ela gemeu. Fomos nos aproximando.

— Oooh... — o professor enfiou dois dedos na buceta — aaaaaaaaaaaihhh...

— Tá pegando fogo, você tá toda molhada... — ela não disse nada, abriu mais as pernas. O professor começou a foder ela com os dedos, primeiro devagar, depois mais rápido.

— AAAAAAAAAAAAH... — Pilar gemia, o professor fodía ela quase com violência, enfiando e tirando os dedos — Aaaaaaaihh... — Pilar reclamava, mas o professor continuava violentando a buceta dela.

— Dá pra ver que seu marido não te dá o suficiente, você tá com vontade de pica... — o professor se agachou e começou a chupar a buceta dela. Pilar gemeu como uma puta no cio. OOOOOOOOOOh…aaaaaaaaaaahh…mmmmmmmmmmmmmmm…- o professor deu um tapa na bunda dela – aaaaaaaaaaaaayhh…uuuuuuummmmm…- Pilar esfregava a buceta dela na boca do professor, que deu outro tapa – aaaay… - mas o gemido não era de raiva, era de prazer, vendo isso, o professor deu mais uns tapas – Aaaaaaaaaahh…- Pilar gozava igual uma porquinha.

O professor se levantou e agarrou ela pelo cabelo.

- Vamos te ver pelada, pra ver se a gente tem vontade de brincar com você. Tira a roupa enquanto pensa no que seu marido diria se soubesse que vamos usar a mulher dele pra nos divertir.

De frente pra todo mundo, com um ar meio desconfortável, como se não tivesse gostado muito, Pilar tirou o suéter e deixou os peitos de pera à mostra.

- Porra, umas tetonas caídas –

Ela ficou olhando pra eles, com um ar tímido, com vergonha de oferecer os peitos pros 5 homens que se excitavam com ela, seis comigo, meio se cobrindo com as mãos.

Todo mundo se aproximou pra apalpar os peitos dela. Pilar me olhou extasiada, nunca tinha sentido cinco pares de mãos apalpando, amassando os peitos dela e dando tapinhas. O professor agarrou as mãos dela e prendeu nas costas.

- Você vai ser nossa putinha, então entende duas coisas: putinha e nossa. A gente vai se divertir com você do jeito que a gente quiser.

- Mas professor… eu… isso não é… meu marido não…

- Você já deu duas boas mamadas, gata, seu marido já é um grande corno, a boquinha da mulher dele leitada duas vezes… aproveita um pouco você também, vai.

Adrian agarrou os bicos dos peitos dela e puxou pra cima, quando as tetas ficaram bem levantadas, soltou, pra alegria de todo mundo. Angel meteu a mão na buceta dela por baixo da saia. Pilar gritou, Angel tinha enfiado os dedos. A coisa foi esquentando, Pilar percebeu que os peitos dela, que a deixavam meio encanada por serem tão caídos, moles e separados, longe do padrão do que se considera uns peitos redondos e firmes, davam tesão nos homens.

Ela tinha uma auréola muito grande, quase metade Peito e uns mamilos bem compridos, apontando pra baixo e pros lados. Elas ficavam excitadas puxando os próprios mamilos e mantendo os peitos esticados pra cima e pra frente, batendo neles pra ver balançar. Com certeza causava dor, mas não exagerada, e ela aguentava de boa.

Angel não tinha parado de meter os dedos nela.

- Peraí – falou Angel – tô com vontade de chupar esses peitos – Segurou as mãos da Pilar por trás com a mão esquerda, com a direita agarrou a cintura dela e se jogou no peito dela, mamando com gosto. Pilar jogou a cabeça pra trás, gemendo alto.

- AAAAAAAAmmmmmmmmmmm…oooooh…sim, sim, sim….

- Porra, que mulher, caralho… – Angel tava cada vez mais animado e literalmente devorava o peito dela, mordendo e chupando – como me deixa louco…tenho que foder ela…quero te foder, Putette… – olhou pra ela.

- Me fode…oooh…pelo amor…só transo com meu marido…

- Então agora vai saber o que é uma pica boa….

Num instante tiraram a saia dela e Angel sentou ela na beirada da mesa, o professor e o Javier seguraram as pernas dela bem abertas. Sem mais, Angel puxou a pica pra fora e encostou na entrada da buceta dela.

- Oooh, pelo amor de Deus…não me fode…meu marido…

- Ummm…teu marido não te dá pica suficiente…

- Ooooooh…não, mas é meu marido… – Angel enfiou de uma vez – aaaaaaaaaah…você me comeu…mmmmmmmm

- Por isso ele é um corno, por pica mole eu como a mulher dele…uffff…que tesão você me dá, puta…

- Oooooooh…siiim… – Angel bombava ela no meio da bagunça de todo mundo – aaaaaaaah…

- Toma pica, gostosa…

- Oooooh…que vergonha, você me come na frente de todo mundo…feito uma qualquer…

- Feito uma puta – falou o professor – hoje vamos tirar a puta que existe dentro de você…

- Toma pica, puta…melhor que seu marido, hein?

- Oh, uma puta…siiim…melhor que meu marido…aaaaaaaah…

Pilar sabia como excitar eles e lisonjear. Angel continuou metendo nela por um tempo. Entre gemidos dos dois. Pilar gemeu forte:
- Aaaaaaaaaah... vou gozaaaaaar... aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaah... – ela gozou com um baita estardalhaço. Angel ficou tão excitado que gozou dentro sem mais.
- UUUAAAAAaaaaa... toma, toma porra... uuuaaaa... tô gozando dentrrooooo...

Ficaram ofegantes com seus orgasmos e finalmente Angel tirou a pica já quase mole de dentro. Todos vimos os jatos de porra saindo da buceta. Pilar estava estirada na mesa com as pernas bem abertas, ainda aguentando o professor e Javier.

Pilar tocou a buceta e os dedos ficaram cheios da porra do Javier.
- Você me deixou cheia do seu esperma... oooh...

- Vamos te dar muito esperma, gatinha, muito mais que seu marido... – disse o professor.

Ele a tirou da mesa e a fez se apoiar com as mãos de novo. A porra do Javier escorria da buceta dela e descia pelas coxas. Ele puxou a pica, duríssima.

Todos pensamos que ele ia foder ela, mas não, ele apontou o pau pro cu dela e apertou. Ela gritou quando sentiu a pica entrando no cu. O professor deu uma estocada de quadril e ela gritou ainda mais, todos entendemos que ele tava enfiado até o talo. Ela passou de gritar a gemer.

- Ela adora levar no cu, cara!
- Não tem nada mais foda do que comer um cu – disse o professor, os peitos balançavam violentamente com as estocadas da pica.

- AAAAAAAAAAAh... pelo amor de Deus, professor... oooh... meu cu... aaaaaaaaaaah...
- Seu cu, sim, vou te foder nesse cu... toma pica... cê gosta?
- OOOh... professor... ummm... sim... meu cu dói... eu gosto... aaaaaaaaaaayhh...

O professor meteu e meteu com gosto no cu dela, agarrou o cabelo dela e puxou pra trás, violentamente, ela reclamava, arqueada e recebendo. O professor deu tapas na bunda dela com a mão.
- Mexe essa bunda, puta, me dá prazer – Pilar mexeu a bunda pra enfiar a pica do professor e pros lados pra dar prazer à pica dele – ummmm... assim, que puta gostosa seu marido tem em casa... sem... sabendo disso…hahahahaha…- todos riram excitados

- Uuuuuummm…aaaaaaaaaah…sou uma puta boa…

- Muito boa, você tá descobrindo o que é – o professor sem parar de mantê-la arqueada e metendo no cu dela, deu tapas nos peitos dela – uma puta dada pelo cu, tomaaaaaaaaaaaaa- o professor gozou dentro do cu dela segurando ela pelo pescoço e arqueando ela mais pra trás enquanto apertava um peito dela – deeeeus…vadiazona…

A partir daí foi uma loucura, depois do professor todos quiseram comer o cu dela. Fizeram ela subir de quatro na mesa, eles adoravam os peitos dela balançando. Batiam neles, pesavam e ordenhavam.

Um atrás do outro foram subindo na mesa e enfiando no cu dela, enquanto os outros torciam.

- Mais fundo, enfia tudo…

Deixaram o cu dela igual um bebedouro de pato. Achei que vi ela gozar duas vezes enquanto eles se revezavam no cu dela e gozavam dentro. Quando ela desceu da mesa, o esperma escorria visivelmente até os tornozelos, descendo pelas pernas lindas dela, as meias amassadas e manchadas de porra. Ela se apoiou com as mãos na mesa mostrando a bunda violentada e humilhada.

De pernas abertas, mostrando um cu dilatadíssimo, muito fodido, jorrando porrada pra caralho, respirando ofegante, não tinha mais a aparência distinta de senhora com que tinha entrado.

- Ufffff…tô exausta…meu pobrinho cu…vocês se divertiram muito com meu cu

- Ummmm essa bunda tão delicada…nunca tinham te dado antes?

- Meu marido nunca teve coragem de me foder pelo cu…ele tentou mas não deixei…achava humilhante…

- Ummmm…então agora você levou uma boa dose, gata…todos nós enfiamos o rabo em você

- Ufffff…vocês cinco me deram pelo cu…que veggonha…

- Seu marido devia te ver assim, com essa cara de putona, bem leitada, cercada de paus, uns chifres bem colocados

- E satisfeita, coisa que ele não faz.

Eles se sentaram na grama Em redondo pra descansar, o professor sentou ela entre as pernas dele, acariciou a pele, os peitos, tudo, os outros ao redor. Levei taças de espumante pra eles e brindaram

- Pelo bum dessa mulher gostosa que a gente comeu

- Humm…brigada…vocês também me deram prazer…embora nunca pensei que conseguiria satisfazer cinco homens…e ainda mais pelo cu…tô orgulhosa…

- Você levou cinco gozadas no cu, gata…- ela sorriu

- Tô sentindo…vocês abusaram de mim…

- Você gozou, não finge…- ela sorriu

- Sim…afff…também curti…meu marido nunca me comeu pelo cu…

- Hummm…seu marido…afff…me dá muito tesão ter comido a esposa dele pelo cu…e mais se ele nunca fez isso…hummm

- Meu pobre marido…ele é muito corno…

- Quase o auge do cuck, devolver a mulher comida pelo cu é demais…

- E vocês gozaram dentro…

- O sêmen te excitou, hein?

- Sim…e eu gosto…

- Vem cá, gostosa – disse o Adrián – vem comigo – Pilar se soltou do professor e foi de quatro até o Adrián – afff, gostosa, isso mesmo, se agarra no meu pau…já que você gosta, vou te dar leite…uau…chupa como a puta que você é…que boqueteira boa…seu marido teria orgulho da mulher dele de quatro chupando um pau…deusss e como ela chupa…

- Uuufff…porra…eu vou meter assim mesmo…- disse o professor, se posicionou atrás e enfiou na buceta dela – toma pica, puta loira…hummm bucetinha gostosa de puta casada…

- Afffff…que espetáculo…ela se mostrou uma puta, a mina…que vício em rola…dois ao mesmo tempo…

- Hummm…tava com vontade de rola sim…meu corno não me dá…uuuuumm…professor, me come…uuuuummm…

- Você é uma puta, francesinha…continua chupando meu pau, promíscua…adoro…uuuuuauuu…você é uma puta…uma puta adúltera…

- Uma puta…afff…e uma piranha adúltera…- o professor deu dois tapas nela nas nádegas – aaaaaaai…me como um cipote…aaaaaaaggg…
- Uma puta promíscua, fodida e enrabada… – o professor tava empolgado, bombava com violência – uma porca que se deixa usar por cinco caras…vou te encher a buceta de leite, sua slut…pra tu levar uma porrada de porra pra casa com teu marido…
- Porraaa…manos…como ela engole a pica…eu vou te encher a garganta de leite, sua slut…

Quando acabaram de gozar dentro dela, largaram ela na grama. Pilar escorria esperma pela buceta e pela boca. Levei espumante e ela bebeu.
- Ufffff…que gostosa você é, Putette…não pensei que fosse tão slut…
- Nem eu – ela disse, se esticou na grama de barriga pra cima, de pernas abertas – não me reconheço…na verdade me comportei como uma autêntica slut…
- Mas você curtiu.
- Ufffff…vocês me foderam muito…NUNCA ME FODERAM TANTO…tô dolorida…mas estranhamente feliz…e cheia de porra…
- Porra…10 gozadas, loirinha, 10 porradas de leite você leva…
- Ufffffff…é uma barbaridade… – o professor me fez um sinal
- Ainda aguentava mais um…
- Uffffff…tô destruída…acho que não… – ela me olhou e arregalou os olhos.
- Come ela, moleque – disse o professor – enfia nessa buceta de slut casada… – eu tirei a pica dura pra fora – porra cara, que cacetão tu tem… enfia na putinha…
- Uffff…não…não…é grande demais…não… – Pilar fingiu que queria se afastar – outra pica, não…pelo amor… – ela tava morrendo de vontade, mas tinha que fazer teatro.
- Segura ela – disse o professor. – vai moleque, fode ela…

Com os caras segurando as pernas dela bem abertas e aproveitando pra pegar nos peitos dela, eu me ajoelhei entre as coxas dela e encostei a pica na boceta.
- AAAAAAAaiii…oooh…não, não…é grande demais…aaaaaaaaah…outra pica nãooo…pelo amoooor – os caras seguravam ela bem escancarada – não me estupra, nãooo – eu meti, a buceta da Pilar tava pegando fogo, ela reclamava mas eu sabia que ia gozar rápido – puta…aaaahh – eu bombava devagar – aaaah…pô deusss…que grande…

- Você vai embora bem, mas bem fodida, loirinha… seis caras… mas que puta vagabunda… você gosta dessa pica, hein, vadiazona?

- Uuuuuuuuuu…aaaaaaaah…grande demais…aaaaaa…

- Dá a bunda, moleque… grande mas cabe inteirinha, vagabunda, até o saco… – comecei a bombar forte – seu marido vai ter que dançar com a rola na buceta que a gente deixou pra você… vadiazona… indecente e tarada… chupeteira… dada pelo cu…

- AAAAAAAAAAAh… siiiiiiiiiiiii… eu sou uma putinha… chupeteira…

- E agora você vai levar meu gozo pra casa bem dentro da sua buceta…

Depois de alguns minutos, Pilar gozava gritando.

- AAAAAAAAAAAAAAAAAh… seus filhos da puta…

- Porra, que puta vagabunda, caras, ela goza de novo…CONTINUA AS HISTÓRIAS ANTERIORES1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Minha-mae-virou-minha-mulher-1-para-18.html
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