Essa história, infelizmente incompleta, é do caralho. Fala de uma esposa que trai o marido, mas tem a maior cara de dona de casa dedicada... o corno leva um susto danado...
"Como descobri o que nunca imaginei...
- Omar, o que você tá fazendo aí parado? Sobe que te dou uma carona.
- Valeu, chefe, me fez um puta favor. Perdi o ônibus anterior e tenho um encontro marcado.
- Onde te levo?
- Vou pra casa, tomar um banho e trocar de roupa. Marquei com minha mina lá.
- Uma garota?
- Hehehe, sim, mas mais que uma garota, uma senhora. É uma mulher casada, o marido não deve comer ela direito, e já tô pegando ela faz uns meses.
- Porra, Omar, você não perde tempo.
- Chefe, se você soubesse o quanto ela é puta... já comi ela de todo jeito, e uma vez até comemos ela entre vários.
- Caralho, que vagabunda, hein?
- Pode crer. Sempre marcamos às quartas, que é o dia que ela pode. O marido não tá em casa nesse dia.
- Então aproveita, mano. Eu hoje ia jogar pádel como sempre, mas os parceiros furaram. Vou ligar pra minha mulher, se ela ainda não saiu — hoje ela tem encontro com as amigas —, vou levá-la pra jantar e ver se a sorte ajuda e ela me deixa comer ela hoje à noite."
Foi assim que a conversa rolou enquanto eu levava o Omar até a casa dele. Omar é um nigeriano que trabalha pra mim. Tá há uns dois anos e o cara é um dos melhores funcionários que você pode achar. É grande, forte e a inveja dos outros colegas. Veio de barco há um tempão e fala espanhol perfeitamente.
Nunca tinha levado ele até a casa dele, e ele não era muito de ir em confraternizações da empresa. Nunca ia nos jantares, por mais que eu pedisse. Minha mulher nem conhecia ele.
Da vida particular dele, só sei que antes de trabalhar pra mim, foi porteiro de balada e lá fez amizades no mundo noturno, e que o currículo de mulheres dele era extenso. Devia ser um preto de pica grossa. e venosa e que seu poder sexual ia de boca em boca.
- Valeu, chefe, me salvou a tarde. Hoje ela tá pensando em me levar pra casa dela, diz que tá com vontade de eu comer ela na cama onde dorme com o corno pra ela lembrar pra sempre quando se deitar e rir do corno.
- Pô, então ela é uma foxy danada, o marido deve ter uns chifres de campeonato.
- Que nada, nem pense, antes de me conhecer ela nunca tinha sido infiel. E, além disso, pelo que ela me contou, o marido dela tinha sido o único homem.
- Caralho, então ela aprendeu rapidinho o que é foder e ser fodida.
- Hehehe, claro. Agora em casa, ela diz que quando transa com o marido tem que fingir e gemer como se gozasse, mas a pica do marido nem faz cócegas nela.
- Porra, então que largue ele e arrume outro ou fique com você.
- Chefe, não seja iludido, uma coisa é foder e outra é viver. Ela vive muito bem com ele, ele trata ela a pão de ló, paga tudo que ela quer e, além disso, ela nunca trabalhou na vida e com ele não precisa trabalhar. Então ela tá do jeito que quer, o marido paga tudo e eu como ela.
- Claro, olhando por esse lado, sim. Dá pra entender, mas mesmo assim, porra, se o marido descobre e bota ela na rua como uma puta, ela vai se foder muito.
- Pois é, porque, pelo visto, eles não estão em regime que vocês chamam de comunhão de bens, mas sim em separação total desde que casaram. Ela entrou com muito pouco e tudo é dele.
- Pô, tem que ser muito otário pra se arriscar assim, né?
- Pois é, mas o sexo tem dessas. Eu já tive amantes que, se o senhor soubesse, nem imagina. Alguma juíza, advogadas, cirurgiãs, políticas e até, uma vez, comi uma na frente do marido dela e o coitado só ficava batendo punheta enquanto a mulher gritava sentindo eu furar ela. Não é por me gabar, mas ter 26 cm de pica não é normal e as minas ficam doidas com isso. Chegar com a ponta no fundo do útero é quase arrebentar elas por completo.
- Caralho, Male, não me fode, você é um cavalo percherão. Não têm Medo?
- No começo, elas ficam um pouco assustadas, mas quando vou enfiando devagar, entrando aos poucos e elas vão sentindo como vai preenchendo, a tensão faz elas contraírem mais os músculos da buceta e gozarem mais.
- E no cu você mete essa tranca em alguma?
- Poucas deixam, essa daí já experimentou.
- Caralho, e o marido não percebe como ela fica com o buraco do cu?
- Então, não, porque ele chega cansado e ela também não faz nada pra provocar ele, nem fica sabendo.
- Ou seja, ela tem tudo na mão, a putinha. E além de comer ela, você tira mais alguma coisa?
- Não pedi, mas ela paga o aluguel do apartamento onde moro com meus colegas e, às vezes, me dá dinheiro pra comprar roupa. Assim, posso mandar uma grana extra pra minha família na Nigéria.
- Já estamos chegando, onde te deixo?
- Não precisa entrar na rua, me deixa na esquina, assim você não precisa dar tanta volta.
- Como quiser. Olha, se diverte com essa gostosa, mas amanhã quero você fresco, ok?
- Sim, chefe, não se preocupe. Devo muito ao senhor e não vou falhar.
- Eu é que te devo pelo seu trabalho. Vai com Deus.
Avistei lá no fundo o portão da casa onde o Omar morava. Na entrada, uma mulher morena, de cabelo comprido, com um vestido curto. Não dava pra ver direito, mas parecia ter um corpo de dar inveja. Uma idade parecida com a da Ângela, minha mulher. Sim. Até no físico lembrava ela.
Lembrei que ia ligar pra ela, então peguei o celular ali mesmo, parado, e disquei. Enquanto os toques da chamada soavam, eu ficava de olho naquela gostosa, coitado do corno, pensava.
Ainda bem que eu confiava na Ângela. Percebi que ela pegou alguma coisa da bolsa, bem na hora que o Omar chegou nela e a agarrou pra beijar com gosto, apalpando a bunda dela. O que quer que fosse voltou pra bolsa.
Nada, o telefone da Ângela tocava, mas ela não atendia. Depois de um tempo, parou de tocar. Como se tivesse perdido o sinal.
Eles já tinham sumido. Omar e a amante dele. Decidi ir pra casa e relaxar enquanto esperava a Ângela. Ia pegar uma cerveja e subir pro sótão pra ler. Era um dos maiores prazeres que eu tinha, mas que, infelizmente, eu pouco aproveitava por falta de tempo. Então vesti uma roupa confortável e fiz o que planejei. Deixei o telefone e a carteira no móvel da entrada, como sempre. Se alguém ligasse, que ligasse de novo mais tarde.
Ouvi lá de cima o telefone tocar, mas ignorei. Fiquei no meu hobby.
Um pouco depois, ouvi um carro chegando em casa. Parou bem na entrada. Devia ser a Ângela, embora não pudesse afirmar, já que do sótão não dava pra ver.
Daí a pouco, ouvi barulho lá embaixo e gente conversando, mas, piranha, eu tava muito de boa. Ouvi a Ângela falando com mais alguém, umas duas pessoas, mas não saberia dizer ao certo. Então voltei pro que tava fazendo. Depois de um tempo, ouvi passos subindo até o primeiro andar, onde ficava nosso quarto, subiam duas ou três pessoas, em silêncio ou quase.
Eu ia descer quando me deu um calafrio. Ouvi o Omar chamar a Ângela de puta...
— Vamos, puta, chupa a rola dos dois, porra, que a gente vai te deixar gostosa na cama onde o corno dorme toda noite.
— Siiim, porra, que pedaços de pau que vocês têm. Como eu gosto, não sei se viveria sem eles.
— Então se o corno te pegar, você fica sem rola, porque esse cara aqui não quer confusão, ouviu?
— Me dá rola e cala a boca, filho da puta. Ufffff, porra, como entra. Se é que você me parte toda vez que mete.
Filhos da puta, era ela. A safada que tava na porta era a Ângela, minha mulher. Um suor frio percorreu meu corpo. Pela boca do próprio Omar, eu sabia há quanto tempo isso durava, quanto tempo fazia e quanto ele desejava. Agora entendia: quando liguei, ela ia atender, mas quando o Omar chegou e beijou ela, ela guardou o celular de novo na bolsa. Depois, com certeza, ela me ligou quando veio, mas eu não atendi porque tava lá em cima.
O que fazer? Como? Reagir? Paralisado, sem saber como nem o que fazer, decidi vazar antes de ser descoberto. Peguei minha carteira, meu celular e fechei a porta devagar. Saí andando com a roupa de academia que já tava usando em casa. Caminhei pelo condomínio sem me importar muito.
Depois de umas duas horas andando que nem um zumbi, já tinha um plano.
Se alguém souber da segunda parte, pode postar à vontade.
"Como descobri o que nunca imaginei...
- Omar, o que você tá fazendo aí parado? Sobe que te dou uma carona.
- Valeu, chefe, me fez um puta favor. Perdi o ônibus anterior e tenho um encontro marcado.
- Onde te levo?
- Vou pra casa, tomar um banho e trocar de roupa. Marquei com minha mina lá.
- Uma garota?
- Hehehe, sim, mas mais que uma garota, uma senhora. É uma mulher casada, o marido não deve comer ela direito, e já tô pegando ela faz uns meses.
- Porra, Omar, você não perde tempo.
- Chefe, se você soubesse o quanto ela é puta... já comi ela de todo jeito, e uma vez até comemos ela entre vários.
- Caralho, que vagabunda, hein?
- Pode crer. Sempre marcamos às quartas, que é o dia que ela pode. O marido não tá em casa nesse dia.
- Então aproveita, mano. Eu hoje ia jogar pádel como sempre, mas os parceiros furaram. Vou ligar pra minha mulher, se ela ainda não saiu — hoje ela tem encontro com as amigas —, vou levá-la pra jantar e ver se a sorte ajuda e ela me deixa comer ela hoje à noite."
Foi assim que a conversa rolou enquanto eu levava o Omar até a casa dele. Omar é um nigeriano que trabalha pra mim. Tá há uns dois anos e o cara é um dos melhores funcionários que você pode achar. É grande, forte e a inveja dos outros colegas. Veio de barco há um tempão e fala espanhol perfeitamente.
Nunca tinha levado ele até a casa dele, e ele não era muito de ir em confraternizações da empresa. Nunca ia nos jantares, por mais que eu pedisse. Minha mulher nem conhecia ele.
Da vida particular dele, só sei que antes de trabalhar pra mim, foi porteiro de balada e lá fez amizades no mundo noturno, e que o currículo de mulheres dele era extenso. Devia ser um preto de pica grossa. e venosa e que seu poder sexual ia de boca em boca.
- Valeu, chefe, me salvou a tarde. Hoje ela tá pensando em me levar pra casa dela, diz que tá com vontade de eu comer ela na cama onde dorme com o corno pra ela lembrar pra sempre quando se deitar e rir do corno.
- Pô, então ela é uma foxy danada, o marido deve ter uns chifres de campeonato.
- Que nada, nem pense, antes de me conhecer ela nunca tinha sido infiel. E, além disso, pelo que ela me contou, o marido dela tinha sido o único homem.
- Caralho, então ela aprendeu rapidinho o que é foder e ser fodida.
- Hehehe, claro. Agora em casa, ela diz que quando transa com o marido tem que fingir e gemer como se gozasse, mas a pica do marido nem faz cócegas nela.
- Porra, então que largue ele e arrume outro ou fique com você.
- Chefe, não seja iludido, uma coisa é foder e outra é viver. Ela vive muito bem com ele, ele trata ela a pão de ló, paga tudo que ela quer e, além disso, ela nunca trabalhou na vida e com ele não precisa trabalhar. Então ela tá do jeito que quer, o marido paga tudo e eu como ela.
- Claro, olhando por esse lado, sim. Dá pra entender, mas mesmo assim, porra, se o marido descobre e bota ela na rua como uma puta, ela vai se foder muito.
- Pois é, porque, pelo visto, eles não estão em regime que vocês chamam de comunhão de bens, mas sim em separação total desde que casaram. Ela entrou com muito pouco e tudo é dele.
- Pô, tem que ser muito otário pra se arriscar assim, né?
- Pois é, mas o sexo tem dessas. Eu já tive amantes que, se o senhor soubesse, nem imagina. Alguma juíza, advogadas, cirurgiãs, políticas e até, uma vez, comi uma na frente do marido dela e o coitado só ficava batendo punheta enquanto a mulher gritava sentindo eu furar ela. Não é por me gabar, mas ter 26 cm de pica não é normal e as minas ficam doidas com isso. Chegar com a ponta no fundo do útero é quase arrebentar elas por completo.
- Caralho, Male, não me fode, você é um cavalo percherão. Não têm Medo?
- No começo, elas ficam um pouco assustadas, mas quando vou enfiando devagar, entrando aos poucos e elas vão sentindo como vai preenchendo, a tensão faz elas contraírem mais os músculos da buceta e gozarem mais.
- E no cu você mete essa tranca em alguma?
- Poucas deixam, essa daí já experimentou.
- Caralho, e o marido não percebe como ela fica com o buraco do cu?
- Então, não, porque ele chega cansado e ela também não faz nada pra provocar ele, nem fica sabendo.
- Ou seja, ela tem tudo na mão, a putinha. E além de comer ela, você tira mais alguma coisa?
- Não pedi, mas ela paga o aluguel do apartamento onde moro com meus colegas e, às vezes, me dá dinheiro pra comprar roupa. Assim, posso mandar uma grana extra pra minha família na Nigéria.
- Já estamos chegando, onde te deixo?
- Não precisa entrar na rua, me deixa na esquina, assim você não precisa dar tanta volta.
- Como quiser. Olha, se diverte com essa gostosa, mas amanhã quero você fresco, ok?
- Sim, chefe, não se preocupe. Devo muito ao senhor e não vou falhar.
- Eu é que te devo pelo seu trabalho. Vai com Deus.
Avistei lá no fundo o portão da casa onde o Omar morava. Na entrada, uma mulher morena, de cabelo comprido, com um vestido curto. Não dava pra ver direito, mas parecia ter um corpo de dar inveja. Uma idade parecida com a da Ângela, minha mulher. Sim. Até no físico lembrava ela.
Lembrei que ia ligar pra ela, então peguei o celular ali mesmo, parado, e disquei. Enquanto os toques da chamada soavam, eu ficava de olho naquela gostosa, coitado do corno, pensava.
Ainda bem que eu confiava na Ângela. Percebi que ela pegou alguma coisa da bolsa, bem na hora que o Omar chegou nela e a agarrou pra beijar com gosto, apalpando a bunda dela. O que quer que fosse voltou pra bolsa.
Nada, o telefone da Ângela tocava, mas ela não atendia. Depois de um tempo, parou de tocar. Como se tivesse perdido o sinal.
Eles já tinham sumido. Omar e a amante dele. Decidi ir pra casa e relaxar enquanto esperava a Ângela. Ia pegar uma cerveja e subir pro sótão pra ler. Era um dos maiores prazeres que eu tinha, mas que, infelizmente, eu pouco aproveitava por falta de tempo. Então vesti uma roupa confortável e fiz o que planejei. Deixei o telefone e a carteira no móvel da entrada, como sempre. Se alguém ligasse, que ligasse de novo mais tarde.
Ouvi lá de cima o telefone tocar, mas ignorei. Fiquei no meu hobby.
Um pouco depois, ouvi um carro chegando em casa. Parou bem na entrada. Devia ser a Ângela, embora não pudesse afirmar, já que do sótão não dava pra ver.
Daí a pouco, ouvi barulho lá embaixo e gente conversando, mas, piranha, eu tava muito de boa. Ouvi a Ângela falando com mais alguém, umas duas pessoas, mas não saberia dizer ao certo. Então voltei pro que tava fazendo. Depois de um tempo, ouvi passos subindo até o primeiro andar, onde ficava nosso quarto, subiam duas ou três pessoas, em silêncio ou quase.
Eu ia descer quando me deu um calafrio. Ouvi o Omar chamar a Ângela de puta...
— Vamos, puta, chupa a rola dos dois, porra, que a gente vai te deixar gostosa na cama onde o corno dorme toda noite.
— Siiim, porra, que pedaços de pau que vocês têm. Como eu gosto, não sei se viveria sem eles.
— Então se o corno te pegar, você fica sem rola, porque esse cara aqui não quer confusão, ouviu?
— Me dá rola e cala a boca, filho da puta. Ufffff, porra, como entra. Se é que você me parte toda vez que mete.
Filhos da puta, era ela. A safada que tava na porta era a Ângela, minha mulher. Um suor frio percorreu meu corpo. Pela boca do próprio Omar, eu sabia há quanto tempo isso durava, quanto tempo fazia e quanto ele desejava. Agora entendia: quando liguei, ela ia atender, mas quando o Omar chegou e beijou ela, ela guardou o celular de novo na bolsa. Depois, com certeza, ela me ligou quando veio, mas eu não atendi porque tava lá em cima.
O que fazer? Como? Reagir? Paralisado, sem saber como nem o que fazer, decidi vazar antes de ser descoberto. Peguei minha carteira, meu celular e fechei a porta devagar. Saí andando com a roupa de academia que já tava usando em casa. Caminhei pelo condomínio sem me importar muito.
Depois de umas duas horas andando que nem um zumbi, já tinha um plano.
Se alguém souber da segunda parte, pode postar à vontade.
7 comentários - Descobrindo minha esposa safada
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