Um conto bonito que encontrei na net.
Meio parecido com uma fantasia da minha linda esposa.
Espero que curtam.
Faz tempo que minha mulher me fala de uma nova colega de trabalho que chegou no escritório dela. As duas dividem uma salinha pequena onde cuidam do marketing de uma grande empresa.
A amizade delas foi crescendo cada vez mais, porque, sem dúvida, é a melhor colega que ela já teve na firma.
Os comentários sobre a Andra (a colega) são constantes: que a Andra é super competente... que a Andra é muito gostosa... que tem bom gosto...
No começo, cheguei a sentir ciúme, mas depois pensei comigo: que bunda mole! Quem sabe o sinal toca e minha fantasia de um ménage vira realidade!
A partir daí, minhas respostas aos elogios da minha esposa sobre a Andra eram totalmente direcionadas a forçar um encontro com essa deusa.
"Amor, se essa mulher é tão foda assim, você devia me apresentar, né?"
"Love, eu preciso conhecer essa garota com quem você se dá tão bem..."
Quando eu falava isso, no rosto da minha esposa aparecia um leve traço de ciúme, mas logo era escondido por um sorriso, mistura de safadeza e empolgação.
"Você vai gostar dela", ela respondia.
Essas duas palavras ecoavam nos meus ouvidos como música dos céus.
Finalmente, o encontro aconteceu.
Passei para buscar minha esposa no trabalho de carro, num dia de greve de transporte público.
Apesar do trânsito pesado, cheguei na hora certa.
Na porta, minha esposa me esperava, conversando com uma colega mais alta que ela e de um corpo de matar. As duas riam alto e se seguravam uma na outra pelos braços.
Minha esposa acenou pra mim quando viu meu carro, e as duas vieram andando na minha direção.
O tempo parou. Minha esposa caminhava sorrindo, escoltada por aquela mulher impressionante de cabelo preto, escondida atrás de uns óculos escuros. As duas rebolavam no ritmo de uma música imaginária que tocava na minha cérebro.
O passo alegre das duas, a energia vital que exalavam e as curvas perigosas em movimento escondidas por minissaias e jaquetas entreabertas como uniforme, faziam todos os olhares segui-las.
A porta do carro se abriu e minha esposa disse: querido, esta é a Andra.
Ela cumprimentou com um sorriso e entrou pela porta de trás do meu carro.
Minha esposa, depois de me dar um beijo, disparou indignada: "você nem abriu as portas pra gente nem deu um beijo na Andra. Cadê os cavalheiros?"
Eu me virei procurando a Andra, mas ela já tinha se adiantado, se aproximando entre os encostos de cabeça da frente e oferecendo as bochechas, dizendo pra minha esposa: "relaxa, Marta, seu marido já fez bastante vindo nos buscar."
Trocamos dois beijos. O olhar dela (agora sem óculos) com aqueles olhões profundos enquanto me defendia dos ataques da minha esposa fez com que eu quase me apaixonasse.
O trajeto até a casa da Andra passou voando. Meus olhos visitavam o retrovisor buscando aquele olhar da Andra que tinha me encantado. Nessa busca quase em vão, a visão dos peitos da deusa que apareciam por cima do último botão da camisa fazia minha direção ser tudo menos precisa.
Eu concordava com tudo que minha esposa dizia, sem prestar a menor atenção, pois estava distraído com todos os movimentos da Andra, que mexia no cabelo e pintava os lábios carnudos na frente de um espelhinho quando seu sorriso imponente (sempre presente nas piadas da minha esposa) permitia.
Durante a viagem, num golpe de mestre da minha parte, falei pra minha esposa: "Amor, que tal convidar a Andra pra casa dos seus pais na serra?"
"Sim!" Ela disse. "Vamos nos divertir pra caralho e talvez eu possa te apresentar um amigo de infância. Tem um muito gato, Andra!" ela falou, piscando o olho pra nossa acompanhante.
Andra reagiu com espanto e um tímido "sim, claro."
Não demos importância na hora.
Assim que No destino, ela se despediu de mim me mandando um beijo com a mão enquanto se abaixava levemente junto à porta da minha acompanhante, me deixando ver um pouco melhor os peitões dela. Já da minha mulher, ela se despediu com um abraço forte.
Já no carro, minha mulher me olhou, viu minha cara de bobão e disse: "Quê, seu filho da puta? Gostou da minha amiga, hein?"
E levando a mão na minha virilha, continuou:
"Com certeza te deixou de pau duro só de ter duas mulheres como a gente no carro, né?"
E de fato, ela encontrou meu pau totalmente duro como uma pedra.
Com um sorriso, disse: "Você é um porco, mas... isso não pode ficar assim."
Ela abaixou meu zíper, enfiou a mão fria dentro da minha calça e puxou meu pau pra fora.
Mesmo com meu nervosismo, eu não reagi. Então ela começou a fazer movimentos bruscos pra cima e pra baixo, agarrando com força meu pau enquanto mordia os lábios.
"Você é um porco, você é um filho da puta..." ela dizia. "Com certeza você imaginou nós duas te chupando de joelhos."
As palavras dela estavam me excitando.
"Com certeza você se imagina a gente se beijando enquanto você goza na nossa cara, porco."
Olhei pra minha mulher, que quase babava olhando fixamente pra minha virilha. Os peitos dela vibravam com as investidas da mão.
"Comigo você não fica tão duro assim, otário! Gostou das tetas dela, hein!?" Essas palavras e a pressão da mão dela no meu pau fizeram eu explodir, enquanto batia a cabeça no encosto do banco, dominado pelas convulsões. Vários jatos de porra saíram disparados antes que minha mulher, surpresa com minha precocidade, decidisse enfiar toda a minha cabeça na boca dela numa tentativa de parar aquele vulcão. Mais alguns jatos acertaram o fundo da garganta dela, provocando sons guturais de aprovação da minha mulher. Antes de se afastar, ela enfiou o pau inteiro de uma vez só pra não deixar nenhum vestígio do crime no meu pênis. Ela se afastou, lambendo os cantos da boca e tentando limpar também os restos que tinham impregnado o volante.
"Já vamos falar sobre isso, seu safadinho", disse com um sorriso safado como nunca tinha visto.
No dia seguinte, encontrei minha mulher triste e distante quando voltei do trabalho.
Quando perguntei sobre o desinteresse dela, ela respondeu com lágrimas nos olhos: "Andra... Andra não vai vir."
"Andra tem me enganado", "Andra... é um homem."
Ela sentou na cama com as mãos tapando os olhos chorosos. Eu fiquei de pé, de boca aberta.
Aquela mulher escultural era na verdade um homem!
Por um minuto, fez-se silêncio.
Acho que minha mulher se sentia decepcionada e confusa.
Então reagi: "Querida, é normal que a Andra tenha escondido a condição dela." "Além disso, qual é o problema? A Andra continua sendo sua companheira, a que te faz rir, com quem você compartilha bons momentos, né? Você vai ser a pessoa que vai julgá-la?"
Minha mulher me olhou, ainda soluçando. De repente, disse: "Pois é, você tem razão! Não vou ser eu quem vai julgá-la!" Pegou o telefone na bolsa e ligou pra Andra. O rosto dela mudou de expressão enquanto conversava com ela. O convite (quase obrigação) pra casa dos pais dela estava se concretizando. Ela achava que seria bom pra Andra esquecer os preconceitos.
Depois de três dias que pareceram uma eternidade pra mim, chegou o fim de semana.
Pegamos a Andra na casa dela e fomos pra casa dos meus sogros. Durante a viagem, foi só risada e em nenhum momento veio à tona a condição sexual da Andra.
Já em casa, abrimos as persianas e minha mulher acompanhou a Andra até o quarto dela.
Eu fui pra piscina limpar e arrumar as espreguiçadeiras.
Em poucos minutos, minha mulher desceu vestindo uma blusa e um biquíni. Ela trouxe três cervejas (que a gente tinha comprado num posto perto) nas mãos. Depois de me dar uma, perguntou pela Andra. Nesse momento, ela apareceu. Estava vestindo um vestido semitransparente que deixava ver um triquíni. Ela andava de um jeito tímido, mas ao mesmo tempo muito gostosa. Sobre uns sapatos com uma plataforma pequena e salto.
Depois de aceitar a cerveja da minha mulher com um sorriso, ela sentou numa das espreguiçadeiras de pernas cruzadas.
Minha mulher estava empolgada. Não aguentou esperar eu terminar de limpar a piscina, tirou a blusa e se jogou na água.
"Ufa, tava precisando!" — ela disse enquanto dava umas braçadas na piscina.
"Vamos, Andra! Se joga!" — falou pra convidada.
Andra respondeu com um educado "não" e um sorriso.
"Tô meio sem graça."
Minha mulher, que é bem esperta, respondeu piscando o olho: "Vamos, Andrinha, meu marido já sabe de tudo. Fica tranquila."
Andra me olhou com cara de surpresa, corando.
Fiz um gesto de aprovação com a mão, apontando pra piscina, e falei: "Andra, você veio pra se divertir com seus amigos. Fica à vontade."
Depois de um momento de hesitação, Andra largou a cerveja no chão, se levantou e tirou o vestido por cima da cabeça num movimento que achei muito feminino.
Aí pude ver o corpo dela todo em todo o seu esplendor. Porra! Que curvas! Que pernas! Pareciam não ter fim! Tinha uma cintura fina que se alargava um pouco nos quadris, onde se destacavam uma virilha depilada perfeita, acentuada pelo formato triangular do triquíni. É verdade que dava pra notar uma pequena protuberância, mas não maior que um monte de Vênus bem peludo.
O triquíni se apertava na barriga chapada dela, definida na base do exercício, e abraçava os peitões enormes, prontos pra escapar a qualquer momento daquela pressão sufocante.
Que corpo tem essa desgraçada!
Depois de tirar os sapatos e os óculos, Andra saltou com leveza dentro da piscina.
Na água, as sereias se abraçaram num gesto de camaradagem feminina.
Eu continuei na minha, sem tirar os olhos das brincadeiras e carícias que as duas trocavam.
Elas saíram da água e, como um cavalheiro, levei um par de toalhas pra elas.
Enquanto eu Secava as costas da minha esposa, não conseguia parar de olhar para as pernas longas da Andra, que pareciam ainda mais estilizadas quando ela andava na ponta dos pés perto da piscina.
Minha mulher pegou a nossa convidada pela mão e a levou até as espreguiçadeiras, onde, depois de brindar com as cervejas, deitaram seus corpos molhados.
Minha mulher, sem hesitar, tirou a parte de cima, deixando eu apreciar seus peitos redondos, onde dava pra ver a marca branca deixada pelo biquíni (tão fina) e uns mamilos rosados aos quais eu amava me agarrar.
Andra olhava pra ela, mas não se atrevia a fazer o mesmo, até que minha mulher, colocando uma das mãos na nuca dela, num movimento rápido, conseguiu desamarrar o cordão do trikini.
Andra sorriu, ergueu o tronco e deixou cair a parte de cima do trikini.
Meu Deus! Que balões essa deusa tem! Eram grandes, mas firmes. Sem marca de biquíni nem de cirurgia alguma (tá claro que ela tomava bronzeamento artificial e que o cirurgião dela tinha feito um bom trabalho). Os mamilos dela estavam duros, desafiando a gravidade. Ela se deitou de novo.
Isso me fez ferver, e tive que tirar a camiseta.
Minha mulher não se deitou. Ficou vidrada olhando pros peitos da Andra.
Ela se atreveu a tocá-los enquanto Andra, de olhos fechados, sorria.
Eu conseguia ver que elas estavam conversando, mas não entendia o conteúdo da conversa (embora desse pra imaginar).
Minha mulher passava a mão pelos peitos, descia pela barriga e parava perto do púbis. As duas riam às gargalhadas.
Num dado momento, minha mulher acariciou, com cara de surpresa, o montinho que se destacava na entreperna, como se perguntasse o que estava escondido ali.
Andra reagiu rindo, fechando mais as pernas e apontando pra mim, envergonhada.
Aproveitei aquele momento tórrido pra me aproximar delas disfarçadamente.
Elas, enquanto isso, conversavam:
"Mas, então, você transa?" "Fica dura?" Perguntava minha mulher, curiosa.
"Claro!" Respondia Andra, com timidez.
"Mas, mas... Onde você enfia tudo? —Pois é! Como é que você esconde isso?
—Perguntava Marta sem parar de acariciar a região.
—Ué... Sei lá. Com arte e... Não é tão grande assim! — ria Andra.
Minha mulher fazia gestos com o trikini de Andra como se quisesse ver mais. Andra tentava impedir, mas, num outro movimento habilidoso da minha mulher, ela conseguiu enfiar a mão por baixo do tecido de Andra.
—Nossa, tem pinto mesmo! — gritou minha mulher, levando a mão à boca e me olhando.
—Pensava que eu tava te enganando?! — respondeu nossa convidada.
Todas aquelas brincadeiras da minha mulher tinham feito com que o que antes era um sutil monte de Vênus se transformasse em algo mais parecido com uma barraca de acampamento.
Andra se cobria enquanto me olhava envergonhada.
Eu sorria despreocupado (pelo menos queria passar essa impressão) observando a cena.
Minha mulher conseguiu que Andra se deitasse, colocando uma mão sobre o peito dela enquanto enfiava a outra de novo no que restava do biquíni.
Andra se agarrava nervosamente à espreguiçadeira com suas mãos fortes de unhas compridas pintadas de branco.
Então a perna longa e dobrada da nossa convidada, que me impedia de ver claramente o que estava acontecendo, começou a relaxar e se esticar, deixando-me ver como a mão da minha mulher segurava o pau de Andra já para fora do tecido.
Minha mulher estava com o rosto descomposto, olhando para aquele espetáculo de carne que tinha ido crescendo e crescendo desde um começo pouco promissor (pra não dizer minúsculo).
—Mas, mas... Minha filha! Isso já não dá mais pra esconder! — dizia minha mulher sem parar de acariciar a rola de Andra.
Com as carícias suaves da minha mulher, começava a despontar um enorme broto rosado entre a pele morena do pau dela.
Andra não se mexia. Só observava a cena, fechando os olhos de vez em quando.
Minha mulher me olhou, olhou pra minha ereção, sorriu e começou uma série de movimentos pra cima e pra baixo no pau de Andra.
—Vamos ver até onde isso cresce — disse minha mulher pra Andra.
Zap, zap, zap, zap...
Dava pra ouvir. Ouvir, de onde eu estava, as sacudidas que ela intercalava com carícias nos pequenos testículos da nossa shemale particular.
"Pelo amor de Deus, amor! A Andra tem quase mais pau que você", disparou a muito safada. E não estava errada, porque calculo que devia ter uns 17 cm de pura carne morena.
A Marta não aguentou muito, e com um simples "com sua permissão, love, tenho que provar o brinquedo da minha amiga", se posicionou entre as pernas da Andra e começou a lamber a glande dela.
A Andra continuava agarrada na espreguiçadeira, de onde me oferecia seu perfil espetacular de peitos grandes com os mamilos totalmente eretos, sua barriga lisa perfeita e seu pauzão prestes a ser engolido pela minha mulher.
A Marta apertava a base do pau da Andra, enquanto seus lábios já rodeavam toda a glande.
Slup, glup, slup, glup...
Chupava e chupava desesperadamente (ela é toda uma artista, a muito puta), e, sem parar, me indicou com o dedo indicador que viesse até elas.
Joguei a rede de limpeza e, seguindo as instruções, me aproximei.
Com um empurrão na minha bunda, a Marta me posicionou na altura da Andra, que, ao me ver, desabotoou minha calça, enfiou uma das mãos grandes dentro, puxou meu pau totalmente duro e, depois de me olhar nos olhos, começou a lamber ele com suavidade.
A língua dela percorria minha glande, limpando todo o meu líquido pré-seminal.
Não sei o que me deixava mais louco: a cara da Andra lambendo meu pau ou a imagem da minha mulher comendo o pau da transsexual.
De repente, ouvi um "gluup" e os gemidinhos da Andra pararam. Me virei e vi minha mulher apoiada sobre os quadris da Andra, com o pau todo enfiado até o saco na garganta dela.
A Andra tremeu, parou de me lamber, mas continuou movendo a mão no meu falo com movimentos espasmódicos.
Os mamilos escuros dela ficaram duros, e eu não resisti em apertá-los com força.
A Marta tirou o membro, brilhante de saliva, da boca, respirou e enfiou ele inteiro de novo. na boca.
Isso foi demais para Andra, que se contorceu bruscamente e soltou um grito de prazer.
Olhei pra minha mulher, que relutava em se afastar do ágape, mesmo com uma porrada de porra sendo descarregada dentro dela.
Vi a base do pau de Andra inchar umas 3 ou 4 vezes enquanto minha mulher soltava sons guturais.
Eu também não aguentei mais. Do meu pau saíram 4 jatos que, na maioria, acertaram a boca de Andra, que continuava gemendo de prazer sem parar de me espremer.
Minhas pernas fraquejaram e eu me separei.
Aí pude ver minha mulher tossir e expelir uma quantidade enorme de sêmen pela boca, sempre com aquele sorriso de satisfação no rosto.
Andra estava toda lambuzada de porra, mas sem perder tempo se levantou, pegou minha mulher, deitou ela na rede de barriga pra cima, abriu as pernas dela com força e enfiou a língua comprida na buceta da Marta.
Minha mulher gemia e parecia resistir, mas Andra era mais forte e tava determinada a fazer ela gozar.
Eu via a língua de Andra entrando e saindo da buceta, enquanto as mãos habilidosas dela separavam os lábios inferiores da minha mulher, intercalando leves movimentos circulares no clitóris dela.
Como a putinha gritava enquanto a amiga fazia o melhor boquete de buceta da vida dela.
Andra tava descontrolada, levantou a cabeça de leve e enfiou dois dedos dentro da minha mulher com as pontas pra cima. Aí começou a masturbá-la com força.
Andra olhava pra mim e pra minha mulher, que apertava minha mão com tudo.
Vendo tudo isso e já com meu pau meio recuperado, levantei uma perna por cima da minha mulher, posicionei meu pau na frente da boca da Marta, me segurei na rede e... comecei a foder a boca da minha esposa.
Arrrggg, glupe, glupe, glupe... arrrgg
A saliva escorria pelos cantos da boca dela.
De vez em quando eu tirava ele inteiro pra ela respirar e aproveitar a siririca que a Andra tava fazendo.
Numa dessas, a Minha mulher revira os olhos e arqueia as costas, me obrigando a me afastar com um tapa da mão dela.
Aí eu pude ver, como da buceta da Marta começam a sair jatos e jatos de líquido que acertam na cara e nos peitos da Andra, que tira os dedos bruscamente de dentro da Marta, causando mais espasmos incontroláveis na minha mulher.
Andra se ergue, e com os fluidos da minha mulher ainda na mão, começa a esfregar o próprio pau enquanto amassa os próprios peitos. Parece que a filha da puta quer mais e assim nos faz saber.
Ela levanta minha mulher, coloca ela de quatro em cima de uma das toalhas, passa saliva no pau, agarra os quadris da Marta e, de uma só vez, enfia até o fundo.
Minha mulher, depois de um gemido, me olha, sorri e pega no meu pau, enfiando na boca dela.
Porra! A imagem daquela deusa fodendo minha mulher enquanto os peitos dela balançam no ritmo das estocadas me enlouqueceu. Comecei a foder a boca da minha mulher enquanto olhava nos olhos da Andra (que gostosa que ela tava).
Marta me afastou e disse (quase chorando de prazer): "amor, fode o cu dessa puta."
Olhei pra Andra, que sorriu pra mim, e fui sem pensar pra trás dela.
Uma das mãos dela, de unhas perfeitas, já estava me esperando, abrindo caminho pra aquele cu empinado perfeito. Passei saliva na minha glande, apontei pro objeto escuro do desejo dela e comecei a enfiar devagar. Andra gemia sem parar de se mexer. A mão que estava no cu dela passou pra minha nuca, me puxando pra perto dos lábios dela. Nos beijamos enquanto, por cima do ombro dela, eu via o pau dela perfurando minha mulher. O pau longo e brilhante dela entrava e saía sem resistência da buceta dilatada, enquanto eu sentia o esfíncter apertado dela apertando meu pau.
Que imagem! Meu Deus!
Num outro momento de loucura, coloquei minha mão no pau da Andra, afastando ele da minha mulher, e ordenei que ela separasse as nádegas da Marta.
Andra obedeceu, apesar dos protestos da Marta, enquanto eu apontava o membro lubrificado da convidada. no cu da minha mulher.
Não sem dificuldade, vejo a cabecinha desaparecer aos poucos dentro do cu da minha mulher, que solta pequenos gritos de dor.
Com minhas estocadas em Andra, também favoreço que ela vá penetrando minha mulher com suavidade.
O movimento vira uma dança sincronizada de três quadris.
Zás, zás, zás
Minhas mãos se posicionam nas tetonas de Andra, que balançam no ritmo dos nossos quadris.
Os sucos fazem o trabalho deles, facilitando penetrações mais fundas no cu da minha nova deusa. Fecho os olhos, forçado pelo prazer que a penetração daquele cu apertado está me causando. A sensação de sentir os mamilos dela deslizando entre meus dedos é indescritível, o que me lembra que não posso perder nem um detalhe dessa cena tórrida.
Quando sinto que meu pau vai explodir, coloco minhas mãos na cintura da minha mulher e aumento o ritmo das minhas estocadas.
Imobilizadas as duas pelos meus braços, só podem gritar.
— Aaahhh, issooo, vai fundo, gostoso! Sinto quando você enfia em Andra!
— Fode meu cu, seu safado! Quero que você goze dentro enquanto eu encho a buceta da sua mulher de porra!
Então, numa dessas enfiadas em que quase meto até minhas bolas, sinto dois jatos quentes dispararem lá dentro do cu de Andra. Meu pau incha a cada disparo, apesar da resistência das paredes anais macias, mas apertadas, de Andra.
Após um gemido de prazer, a shemale começa a se contorcer, jogando o sêmen dentro da minha mulher, que, com dois dedos enfiados na própria buceta, também acaba gritando enquanto se contorce de prazer.
Eu, já afastado das duas, posso ver a cena de Andra, com o cu escorrendo porra, agarrada As tetas da minha mulher tremendo com as descargas. Marta, por sua vez, empalada pelo pau do Andra, com a cabeça apoiada na toalha, grita de prazer enquanto pelas pernas dela escorre uma mistura de porra com fluidos femininos. Depois de alguns segundos mantendo essa posição, as duas caem exaustas na toalha onde antes tinham praticado... love selvagem entre "amigas".
Meio parecido com uma fantasia da minha linda esposa.
Espero que curtam.
Faz tempo que minha mulher me fala de uma nova colega de trabalho que chegou no escritório dela. As duas dividem uma salinha pequena onde cuidam do marketing de uma grande empresa.
A amizade delas foi crescendo cada vez mais, porque, sem dúvida, é a melhor colega que ela já teve na firma.
Os comentários sobre a Andra (a colega) são constantes: que a Andra é super competente... que a Andra é muito gostosa... que tem bom gosto...
No começo, cheguei a sentir ciúme, mas depois pensei comigo: que bunda mole! Quem sabe o sinal toca e minha fantasia de um ménage vira realidade!
A partir daí, minhas respostas aos elogios da minha esposa sobre a Andra eram totalmente direcionadas a forçar um encontro com essa deusa.
"Amor, se essa mulher é tão foda assim, você devia me apresentar, né?"
"Love, eu preciso conhecer essa garota com quem você se dá tão bem..."
Quando eu falava isso, no rosto da minha esposa aparecia um leve traço de ciúme, mas logo era escondido por um sorriso, mistura de safadeza e empolgação.
"Você vai gostar dela", ela respondia.
Essas duas palavras ecoavam nos meus ouvidos como música dos céus.
Finalmente, o encontro aconteceu.
Passei para buscar minha esposa no trabalho de carro, num dia de greve de transporte público.
Apesar do trânsito pesado, cheguei na hora certa.
Na porta, minha esposa me esperava, conversando com uma colega mais alta que ela e de um corpo de matar. As duas riam alto e se seguravam uma na outra pelos braços.
Minha esposa acenou pra mim quando viu meu carro, e as duas vieram andando na minha direção.
O tempo parou. Minha esposa caminhava sorrindo, escoltada por aquela mulher impressionante de cabelo preto, escondida atrás de uns óculos escuros. As duas rebolavam no ritmo de uma música imaginária que tocava na minha cérebro.
O passo alegre das duas, a energia vital que exalavam e as curvas perigosas em movimento escondidas por minissaias e jaquetas entreabertas como uniforme, faziam todos os olhares segui-las.
A porta do carro se abriu e minha esposa disse: querido, esta é a Andra.
Ela cumprimentou com um sorriso e entrou pela porta de trás do meu carro.
Minha esposa, depois de me dar um beijo, disparou indignada: "você nem abriu as portas pra gente nem deu um beijo na Andra. Cadê os cavalheiros?"
Eu me virei procurando a Andra, mas ela já tinha se adiantado, se aproximando entre os encostos de cabeça da frente e oferecendo as bochechas, dizendo pra minha esposa: "relaxa, Marta, seu marido já fez bastante vindo nos buscar."
Trocamos dois beijos. O olhar dela (agora sem óculos) com aqueles olhões profundos enquanto me defendia dos ataques da minha esposa fez com que eu quase me apaixonasse.
O trajeto até a casa da Andra passou voando. Meus olhos visitavam o retrovisor buscando aquele olhar da Andra que tinha me encantado. Nessa busca quase em vão, a visão dos peitos da deusa que apareciam por cima do último botão da camisa fazia minha direção ser tudo menos precisa.
Eu concordava com tudo que minha esposa dizia, sem prestar a menor atenção, pois estava distraído com todos os movimentos da Andra, que mexia no cabelo e pintava os lábios carnudos na frente de um espelhinho quando seu sorriso imponente (sempre presente nas piadas da minha esposa) permitia.
Durante a viagem, num golpe de mestre da minha parte, falei pra minha esposa: "Amor, que tal convidar a Andra pra casa dos seus pais na serra?"
"Sim!" Ela disse. "Vamos nos divertir pra caralho e talvez eu possa te apresentar um amigo de infância. Tem um muito gato, Andra!" ela falou, piscando o olho pra nossa acompanhante.
Andra reagiu com espanto e um tímido "sim, claro."
Não demos importância na hora.
Assim que No destino, ela se despediu de mim me mandando um beijo com a mão enquanto se abaixava levemente junto à porta da minha acompanhante, me deixando ver um pouco melhor os peitões dela. Já da minha mulher, ela se despediu com um abraço forte.
Já no carro, minha mulher me olhou, viu minha cara de bobão e disse: "Quê, seu filho da puta? Gostou da minha amiga, hein?"
E levando a mão na minha virilha, continuou:
"Com certeza te deixou de pau duro só de ter duas mulheres como a gente no carro, né?"
E de fato, ela encontrou meu pau totalmente duro como uma pedra.
Com um sorriso, disse: "Você é um porco, mas... isso não pode ficar assim."
Ela abaixou meu zíper, enfiou a mão fria dentro da minha calça e puxou meu pau pra fora.
Mesmo com meu nervosismo, eu não reagi. Então ela começou a fazer movimentos bruscos pra cima e pra baixo, agarrando com força meu pau enquanto mordia os lábios.
"Você é um porco, você é um filho da puta..." ela dizia. "Com certeza você imaginou nós duas te chupando de joelhos."
As palavras dela estavam me excitando.
"Com certeza você se imagina a gente se beijando enquanto você goza na nossa cara, porco."
Olhei pra minha mulher, que quase babava olhando fixamente pra minha virilha. Os peitos dela vibravam com as investidas da mão.
"Comigo você não fica tão duro assim, otário! Gostou das tetas dela, hein!?" Essas palavras e a pressão da mão dela no meu pau fizeram eu explodir, enquanto batia a cabeça no encosto do banco, dominado pelas convulsões. Vários jatos de porra saíram disparados antes que minha mulher, surpresa com minha precocidade, decidisse enfiar toda a minha cabeça na boca dela numa tentativa de parar aquele vulcão. Mais alguns jatos acertaram o fundo da garganta dela, provocando sons guturais de aprovação da minha mulher. Antes de se afastar, ela enfiou o pau inteiro de uma vez só pra não deixar nenhum vestígio do crime no meu pênis. Ela se afastou, lambendo os cantos da boca e tentando limpar também os restos que tinham impregnado o volante.
"Já vamos falar sobre isso, seu safadinho", disse com um sorriso safado como nunca tinha visto.
No dia seguinte, encontrei minha mulher triste e distante quando voltei do trabalho.
Quando perguntei sobre o desinteresse dela, ela respondeu com lágrimas nos olhos: "Andra... Andra não vai vir."
"Andra tem me enganado", "Andra... é um homem."
Ela sentou na cama com as mãos tapando os olhos chorosos. Eu fiquei de pé, de boca aberta.
Aquela mulher escultural era na verdade um homem!
Por um minuto, fez-se silêncio.
Acho que minha mulher se sentia decepcionada e confusa.
Então reagi: "Querida, é normal que a Andra tenha escondido a condição dela." "Além disso, qual é o problema? A Andra continua sendo sua companheira, a que te faz rir, com quem você compartilha bons momentos, né? Você vai ser a pessoa que vai julgá-la?"
Minha mulher me olhou, ainda soluçando. De repente, disse: "Pois é, você tem razão! Não vou ser eu quem vai julgá-la!" Pegou o telefone na bolsa e ligou pra Andra. O rosto dela mudou de expressão enquanto conversava com ela. O convite (quase obrigação) pra casa dos pais dela estava se concretizando. Ela achava que seria bom pra Andra esquecer os preconceitos.
Depois de três dias que pareceram uma eternidade pra mim, chegou o fim de semana.
Pegamos a Andra na casa dela e fomos pra casa dos meus sogros. Durante a viagem, foi só risada e em nenhum momento veio à tona a condição sexual da Andra.
Já em casa, abrimos as persianas e minha mulher acompanhou a Andra até o quarto dela.
Eu fui pra piscina limpar e arrumar as espreguiçadeiras.
Em poucos minutos, minha mulher desceu vestindo uma blusa e um biquíni. Ela trouxe três cervejas (que a gente tinha comprado num posto perto) nas mãos. Depois de me dar uma, perguntou pela Andra. Nesse momento, ela apareceu. Estava vestindo um vestido semitransparente que deixava ver um triquíni. Ela andava de um jeito tímido, mas ao mesmo tempo muito gostosa. Sobre uns sapatos com uma plataforma pequena e salto.
Depois de aceitar a cerveja da minha mulher com um sorriso, ela sentou numa das espreguiçadeiras de pernas cruzadas.
Minha mulher estava empolgada. Não aguentou esperar eu terminar de limpar a piscina, tirou a blusa e se jogou na água.
"Ufa, tava precisando!" — ela disse enquanto dava umas braçadas na piscina.
"Vamos, Andra! Se joga!" — falou pra convidada.
Andra respondeu com um educado "não" e um sorriso.
"Tô meio sem graça."
Minha mulher, que é bem esperta, respondeu piscando o olho: "Vamos, Andrinha, meu marido já sabe de tudo. Fica tranquila."
Andra me olhou com cara de surpresa, corando.
Fiz um gesto de aprovação com a mão, apontando pra piscina, e falei: "Andra, você veio pra se divertir com seus amigos. Fica à vontade."
Depois de um momento de hesitação, Andra largou a cerveja no chão, se levantou e tirou o vestido por cima da cabeça num movimento que achei muito feminino.
Aí pude ver o corpo dela todo em todo o seu esplendor. Porra! Que curvas! Que pernas! Pareciam não ter fim! Tinha uma cintura fina que se alargava um pouco nos quadris, onde se destacavam uma virilha depilada perfeita, acentuada pelo formato triangular do triquíni. É verdade que dava pra notar uma pequena protuberância, mas não maior que um monte de Vênus bem peludo.
O triquíni se apertava na barriga chapada dela, definida na base do exercício, e abraçava os peitões enormes, prontos pra escapar a qualquer momento daquela pressão sufocante.
Que corpo tem essa desgraçada!
Depois de tirar os sapatos e os óculos, Andra saltou com leveza dentro da piscina.
Na água, as sereias se abraçaram num gesto de camaradagem feminina.
Eu continuei na minha, sem tirar os olhos das brincadeiras e carícias que as duas trocavam.
Elas saíram da água e, como um cavalheiro, levei um par de toalhas pra elas.
Enquanto eu Secava as costas da minha esposa, não conseguia parar de olhar para as pernas longas da Andra, que pareciam ainda mais estilizadas quando ela andava na ponta dos pés perto da piscina.
Minha mulher pegou a nossa convidada pela mão e a levou até as espreguiçadeiras, onde, depois de brindar com as cervejas, deitaram seus corpos molhados.
Minha mulher, sem hesitar, tirou a parte de cima, deixando eu apreciar seus peitos redondos, onde dava pra ver a marca branca deixada pelo biquíni (tão fina) e uns mamilos rosados aos quais eu amava me agarrar.
Andra olhava pra ela, mas não se atrevia a fazer o mesmo, até que minha mulher, colocando uma das mãos na nuca dela, num movimento rápido, conseguiu desamarrar o cordão do trikini.
Andra sorriu, ergueu o tronco e deixou cair a parte de cima do trikini.
Meu Deus! Que balões essa deusa tem! Eram grandes, mas firmes. Sem marca de biquíni nem de cirurgia alguma (tá claro que ela tomava bronzeamento artificial e que o cirurgião dela tinha feito um bom trabalho). Os mamilos dela estavam duros, desafiando a gravidade. Ela se deitou de novo.
Isso me fez ferver, e tive que tirar a camiseta.
Minha mulher não se deitou. Ficou vidrada olhando pros peitos da Andra.
Ela se atreveu a tocá-los enquanto Andra, de olhos fechados, sorria.
Eu conseguia ver que elas estavam conversando, mas não entendia o conteúdo da conversa (embora desse pra imaginar).
Minha mulher passava a mão pelos peitos, descia pela barriga e parava perto do púbis. As duas riam às gargalhadas.
Num dado momento, minha mulher acariciou, com cara de surpresa, o montinho que se destacava na entreperna, como se perguntasse o que estava escondido ali.
Andra reagiu rindo, fechando mais as pernas e apontando pra mim, envergonhada.
Aproveitei aquele momento tórrido pra me aproximar delas disfarçadamente.
Elas, enquanto isso, conversavam:
"Mas, então, você transa?" "Fica dura?" Perguntava minha mulher, curiosa.
"Claro!" Respondia Andra, com timidez.
"Mas, mas... Onde você enfia tudo? —Pois é! Como é que você esconde isso?
—Perguntava Marta sem parar de acariciar a região.
—Ué... Sei lá. Com arte e... Não é tão grande assim! — ria Andra.
Minha mulher fazia gestos com o trikini de Andra como se quisesse ver mais. Andra tentava impedir, mas, num outro movimento habilidoso da minha mulher, ela conseguiu enfiar a mão por baixo do tecido de Andra.
—Nossa, tem pinto mesmo! — gritou minha mulher, levando a mão à boca e me olhando.
—Pensava que eu tava te enganando?! — respondeu nossa convidada.
Todas aquelas brincadeiras da minha mulher tinham feito com que o que antes era um sutil monte de Vênus se transformasse em algo mais parecido com uma barraca de acampamento.
Andra se cobria enquanto me olhava envergonhada.
Eu sorria despreocupado (pelo menos queria passar essa impressão) observando a cena.
Minha mulher conseguiu que Andra se deitasse, colocando uma mão sobre o peito dela enquanto enfiava a outra de novo no que restava do biquíni.
Andra se agarrava nervosamente à espreguiçadeira com suas mãos fortes de unhas compridas pintadas de branco.
Então a perna longa e dobrada da nossa convidada, que me impedia de ver claramente o que estava acontecendo, começou a relaxar e se esticar, deixando-me ver como a mão da minha mulher segurava o pau de Andra já para fora do tecido.
Minha mulher estava com o rosto descomposto, olhando para aquele espetáculo de carne que tinha ido crescendo e crescendo desde um começo pouco promissor (pra não dizer minúsculo).
—Mas, mas... Minha filha! Isso já não dá mais pra esconder! — dizia minha mulher sem parar de acariciar a rola de Andra.
Com as carícias suaves da minha mulher, começava a despontar um enorme broto rosado entre a pele morena do pau dela.
Andra não se mexia. Só observava a cena, fechando os olhos de vez em quando.
Minha mulher me olhou, olhou pra minha ereção, sorriu e começou uma série de movimentos pra cima e pra baixo no pau de Andra.
—Vamos ver até onde isso cresce — disse minha mulher pra Andra.
Zap, zap, zap, zap...
Dava pra ouvir. Ouvir, de onde eu estava, as sacudidas que ela intercalava com carícias nos pequenos testículos da nossa shemale particular.
"Pelo amor de Deus, amor! A Andra tem quase mais pau que você", disparou a muito safada. E não estava errada, porque calculo que devia ter uns 17 cm de pura carne morena.
A Marta não aguentou muito, e com um simples "com sua permissão, love, tenho que provar o brinquedo da minha amiga", se posicionou entre as pernas da Andra e começou a lamber a glande dela.
A Andra continuava agarrada na espreguiçadeira, de onde me oferecia seu perfil espetacular de peitos grandes com os mamilos totalmente eretos, sua barriga lisa perfeita e seu pauzão prestes a ser engolido pela minha mulher.
A Marta apertava a base do pau da Andra, enquanto seus lábios já rodeavam toda a glande.
Slup, glup, slup, glup...
Chupava e chupava desesperadamente (ela é toda uma artista, a muito puta), e, sem parar, me indicou com o dedo indicador que viesse até elas.
Joguei a rede de limpeza e, seguindo as instruções, me aproximei.
Com um empurrão na minha bunda, a Marta me posicionou na altura da Andra, que, ao me ver, desabotoou minha calça, enfiou uma das mãos grandes dentro, puxou meu pau totalmente duro e, depois de me olhar nos olhos, começou a lamber ele com suavidade.
A língua dela percorria minha glande, limpando todo o meu líquido pré-seminal.
Não sei o que me deixava mais louco: a cara da Andra lambendo meu pau ou a imagem da minha mulher comendo o pau da transsexual.
De repente, ouvi um "gluup" e os gemidinhos da Andra pararam. Me virei e vi minha mulher apoiada sobre os quadris da Andra, com o pau todo enfiado até o saco na garganta dela.
A Andra tremeu, parou de me lamber, mas continuou movendo a mão no meu falo com movimentos espasmódicos.
Os mamilos escuros dela ficaram duros, e eu não resisti em apertá-los com força.
A Marta tirou o membro, brilhante de saliva, da boca, respirou e enfiou ele inteiro de novo. na boca.
Isso foi demais para Andra, que se contorceu bruscamente e soltou um grito de prazer.
Olhei pra minha mulher, que relutava em se afastar do ágape, mesmo com uma porrada de porra sendo descarregada dentro dela.
Vi a base do pau de Andra inchar umas 3 ou 4 vezes enquanto minha mulher soltava sons guturais.
Eu também não aguentei mais. Do meu pau saíram 4 jatos que, na maioria, acertaram a boca de Andra, que continuava gemendo de prazer sem parar de me espremer.
Minhas pernas fraquejaram e eu me separei.
Aí pude ver minha mulher tossir e expelir uma quantidade enorme de sêmen pela boca, sempre com aquele sorriso de satisfação no rosto.
Andra estava toda lambuzada de porra, mas sem perder tempo se levantou, pegou minha mulher, deitou ela na rede de barriga pra cima, abriu as pernas dela com força e enfiou a língua comprida na buceta da Marta.
Minha mulher gemia e parecia resistir, mas Andra era mais forte e tava determinada a fazer ela gozar.
Eu via a língua de Andra entrando e saindo da buceta, enquanto as mãos habilidosas dela separavam os lábios inferiores da minha mulher, intercalando leves movimentos circulares no clitóris dela.
Como a putinha gritava enquanto a amiga fazia o melhor boquete de buceta da vida dela.
Andra tava descontrolada, levantou a cabeça de leve e enfiou dois dedos dentro da minha mulher com as pontas pra cima. Aí começou a masturbá-la com força.
Andra olhava pra mim e pra minha mulher, que apertava minha mão com tudo.
Vendo tudo isso e já com meu pau meio recuperado, levantei uma perna por cima da minha mulher, posicionei meu pau na frente da boca da Marta, me segurei na rede e... comecei a foder a boca da minha esposa.
Arrrggg, glupe, glupe, glupe... arrrgg
A saliva escorria pelos cantos da boca dela.
De vez em quando eu tirava ele inteiro pra ela respirar e aproveitar a siririca que a Andra tava fazendo.
Numa dessas, a Minha mulher revira os olhos e arqueia as costas, me obrigando a me afastar com um tapa da mão dela.
Aí eu pude ver, como da buceta da Marta começam a sair jatos e jatos de líquido que acertam na cara e nos peitos da Andra, que tira os dedos bruscamente de dentro da Marta, causando mais espasmos incontroláveis na minha mulher.
Andra se ergue, e com os fluidos da minha mulher ainda na mão, começa a esfregar o próprio pau enquanto amassa os próprios peitos. Parece que a filha da puta quer mais e assim nos faz saber.
Ela levanta minha mulher, coloca ela de quatro em cima de uma das toalhas, passa saliva no pau, agarra os quadris da Marta e, de uma só vez, enfia até o fundo.
Minha mulher, depois de um gemido, me olha, sorri e pega no meu pau, enfiando na boca dela.
Porra! A imagem daquela deusa fodendo minha mulher enquanto os peitos dela balançam no ritmo das estocadas me enlouqueceu. Comecei a foder a boca da minha mulher enquanto olhava nos olhos da Andra (que gostosa que ela tava).
Marta me afastou e disse (quase chorando de prazer): "amor, fode o cu dessa puta."
Olhei pra Andra, que sorriu pra mim, e fui sem pensar pra trás dela.
Uma das mãos dela, de unhas perfeitas, já estava me esperando, abrindo caminho pra aquele cu empinado perfeito. Passei saliva na minha glande, apontei pro objeto escuro do desejo dela e comecei a enfiar devagar. Andra gemia sem parar de se mexer. A mão que estava no cu dela passou pra minha nuca, me puxando pra perto dos lábios dela. Nos beijamos enquanto, por cima do ombro dela, eu via o pau dela perfurando minha mulher. O pau longo e brilhante dela entrava e saía sem resistência da buceta dilatada, enquanto eu sentia o esfíncter apertado dela apertando meu pau.
Que imagem! Meu Deus!
Num outro momento de loucura, coloquei minha mão no pau da Andra, afastando ele da minha mulher, e ordenei que ela separasse as nádegas da Marta.
Andra obedeceu, apesar dos protestos da Marta, enquanto eu apontava o membro lubrificado da convidada. no cu da minha mulher.
Não sem dificuldade, vejo a cabecinha desaparecer aos poucos dentro do cu da minha mulher, que solta pequenos gritos de dor.
Com minhas estocadas em Andra, também favoreço que ela vá penetrando minha mulher com suavidade.
O movimento vira uma dança sincronizada de três quadris.
Zás, zás, zás
Minhas mãos se posicionam nas tetonas de Andra, que balançam no ritmo dos nossos quadris.
Os sucos fazem o trabalho deles, facilitando penetrações mais fundas no cu da minha nova deusa. Fecho os olhos, forçado pelo prazer que a penetração daquele cu apertado está me causando. A sensação de sentir os mamilos dela deslizando entre meus dedos é indescritível, o que me lembra que não posso perder nem um detalhe dessa cena tórrida.
Quando sinto que meu pau vai explodir, coloco minhas mãos na cintura da minha mulher e aumento o ritmo das minhas estocadas.
Imobilizadas as duas pelos meus braços, só podem gritar.
— Aaahhh, issooo, vai fundo, gostoso! Sinto quando você enfia em Andra!
— Fode meu cu, seu safado! Quero que você goze dentro enquanto eu encho a buceta da sua mulher de porra!
Então, numa dessas enfiadas em que quase meto até minhas bolas, sinto dois jatos quentes dispararem lá dentro do cu de Andra. Meu pau incha a cada disparo, apesar da resistência das paredes anais macias, mas apertadas, de Andra.
Após um gemido de prazer, a shemale começa a se contorcer, jogando o sêmen dentro da minha mulher, que, com dois dedos enfiados na própria buceta, também acaba gritando enquanto se contorce de prazer.
Eu, já afastado das duas, posso ver a cena de Andra, com o cu escorrendo porra, agarrada As tetas da minha mulher tremendo com as descargas. Marta, por sua vez, empalada pelo pau do Andra, com a cabeça apoiada na toalha, grita de prazer enquanto pelas pernas dela escorre uma mistura de porra com fluidos femininos. Depois de alguns segundos mantendo essa posição, as duas caem exaustas na toalha onde antes tinham praticado... love selvagem entre "amigas".
6 comentários - La nueva amiga de mi mujer