Isso que vou contar aconteceu comigo há pouco tempo, uns dez meses atrás, já tendo passado um bom tempo desde a última vez que fui a San Nicolás (ver outros relatos).
A empresa me exigia atenção porque estava crescendo, assim como meus filhos, e infelizmente não pude mais ir a San Nicolás para me satisfazer. O tempo foi passando, e meio que já não tinha muita vontade de voltar, um pouco porque tinha medo de ser descoberto pela minha esposa, e outro pouco porque não sabia direito qual era o meu papel naquele jogo de três (ou de quatro, dependendo do ponto de vista). Mesmo assim, como eu disse, a empresa me tomava muito tempo e, mesmo se quisesse, não sei se teria conseguido, então talvez a pouca vontade de voltar fosse só uma racionalização do fato de que não conseguia arrumar tempo para ir.
Aconteceu que, por essas épocas, surgiu um cliente muito importante, um importador de ferramentas elétricas de Buenos Aires, que tinha várias empresas e escolheu a minha para instalar um software de gestão muito conhecido, que era bem complicado de instalar e manter, então era realmente um negócio da China a longo prazo eles me escolherem. Mas, como tudo tem um porém, eu era obrigado a viajar pra caramba no começo e a contratar ainda mais gente para manter os clientes fixos antigos. Então, a realidade era que, no início, essa empresa não me deixava muito dinheiro extra. Não perdia, mas não ganhava tanto, por causa dos gastos com viagem, hotel, etc. Pra piorar, outro cliente grande trocou de fornecedor de sistemas porque foi comprado por uma multinacional, então minha renda caiu.
Por isso, eu e minha esposa decidimos economizar um pouco nas viagens, e passar de viajar de avião para aproveitar o tempo, a viajar de ônibus, mesmo que a viagem demorasse mais. Assim, eu minimizava o que gastava em hotéis e gastava muito menos em viagens. Mas às vezes demorava bastante para voltar para casa, por causa dos horários dos ônibus.
Em várias dessas viagens, tive que ir para Mendoza, capital. Cidade linda, mas não ficava exatamente perto e Os horários dos ônibus faziam com que eu tivesse que viajar pelo menos 12 horas pra chegar lá. Por isso que eu não gostava muito.
Na filial da empresa (era uma filial nova) onde eu tinha que instalar todo o sistema, o gerente me deu um tour pelo lugar, mostrando as instalações novas, os caminhões que eles tinham (Scania último modelo) pra transportar as importações, orgulhoso do lugar, como ele mesmo dizia. A verdade é que era tudo novo e muito bonito.
Como eu tinha que ficar até depois do horário de expediente, o gerente me pediu que, ao sair, falasse com o vigia, que era quem ia fechar e desligar tudo.
— Sem problemas, Alfonso. — falei, que era o nome dele. Ele foi embora contente com minha boa vontade de terminar o serviço o mais rápido possível.
Tava terminando, quando aparece na porta um cara grandão, com certeza tinha mais de 1,90. Moreno, cabelo escuro mas olhos meio claros (não dava pra ver bem a cor de onde eu tava desligando as máquinas), vestindo uma camiseta branca impecável e uma calça cargo marrom clarinha, com aqueles sapatos especiais pra obra. Tinha uns braços enormes mesmo, parecia jogador de rugby ou algo assim. Não era músculo de marombeiro, mas sim de alguém acostumado a levantar muito peso no geral.
— Boa noite. — ele fala, numa voz baixa. — Desculpa incomodar, — completa, tirando o boné que tinha (um boné com o logo da empresa). — mas o Ermenegildo me disse que o senhor mora em Rosário, e que vai pra lá hoje? — pergunta, com uma voz meio grossa mas muito educado, tudo bem articulado.
— É... sim, hoje eu volto. Por quê? — perguntei, desconfiado, achando que ele queria me pedir algum favor.
— Brian. — ele fala, e estende a mão, enorme. Apertei como pude e respondi, num reflexo: — Julián. Beleza?
— Sr. Julián, eu vou pra Rosário hoje entregar uma carga, e... me tomo a liberdade de perguntar se posso te levar. —Por que tão me dizendo que hoje tem greve de ônibus?
—Ela me diz, titubeando como se duvidasse da resposta da minha oferta.
—Uff... que merda! —Falo eu, irritado com a situação, e pensando que o gerente poderia ter me avisado. —Não vai ser um incômodo? —perguntei, pensando na real se não seria um incômodo pra mim por causa do desconforto de um caminhão.
—Não, senhora, de jeito nenhum. —Ele me diz, meio orgulhoso. —Saiba que os caminhões novos são muito confortáveis, a senhora vai viajar melhor do que num ônibus, pode até dormir na cama se quiser... —completa.
—Bom... —respondo, ainda com dúvidas, mas sem duvidar por um momento da palavra do Brian. —Que horas o senhor sai? —pergunto em seguida.
—Daqui a uma hora, senhora. —Ele me responde. —Bacana, tá perfeito. —respondo, embora ainda sem muita vontade. Mesmo assim, pensei na economia da passagem, que não me faria mal, e com certeza também economizaria tempo, embora não tivesse certeza disso. Já a economia de dinheiro já seria suficiente, mesmo que pagasse uma comida no caminho, sairia cinco ou seis vezes mais barato que a passagem de ônibus.
Então terminei de fazer minhas coisas, guardei tudo na minha maleta, e saí do escritório, avisando o porteiro ou vigia (acho que ele fazia as duas funções) pra fechar, e me encontrei com Brian no estacionamento, onde ele me esperava com o caminhão já ligado (provavelmente ao me ver saindo do escritório).
Subi no caminhão com um pouco de dificuldade (eu tô acima do peso e o caminhão é muito alto), e realmente me surpreendi com a limpeza, o espaço e o conforto dele: nunca imaginaria, mas tinha ar-condicionado, um painel que parecia de ficção científica, e uma cama atrás que dava pra ver pelas cortinas semiabertas. Além disso, cheirava muito bem: aquele cheiro de carro novo, misturado com uma fragrância de pinho ou algo assim. Não consegui evitar comentar com Brian sobre como o caminhão era lindo.
—Pois é —ele me diz com uma boa dose de orgulho —, cuido bem do amigo. São muitas horas que a gente passa aqui em cima. —e completa A seguir:
—Tá pronto? Então vamos nessa.
Eu disse que sim, e a gente arrancou. Ele dirigia muito bem, embora meio rápido pro meu gosto. Perguntei quanto tempo até Rosario, enquanto tirava meu celular do bolso e deixava no painel do caminhão pra ouvir melhor o toque.
—Umas oito ou nove horas se não pararmos. É muita estrada e dá pra ir de boa por aqui. Mas eu calculo umas doze ou treze horas, porque vou fazer umas paradas com certeza. — ele responde. Eu não esperava muito mais, relaxei e cochilei um pouco.
Não sei quanto tempo passou, mas acordei quando a gente tava parando, pelo barulho da marcha. Confuso, olhei pra todo lado, mas não via muitas luzes.
—O que foi? — perguntei, meio sonolento. — O caminhão quebrou? Deu pau? — completei, pensando que talvez ele não me entendesse.
—Não, o que quebra hoje é outra coisa. — ele respondeu com um tom de voz diferente. Mostrou o celular e balançou ele na minha direção, como se quisesse que eu pegasse, o que fiz. Na tela, vi uma foto minha com o Martín e o irmão dele. Não soube o que dizer. Nem consegui balbuciar, e o Brian começou a falar pra preencher o vazio.
—Eu moro aqui agora, mas nasci em San Nicolás, sabe? E meus primos moram lá. Os dois estão na foto, vê? Um atrás de você e o outro na frente. — ele diz, sem nem me olhar, enquanto esfregava um volume que apareceu entre as pernas dele por baixo da calça. Sem dizer mais nada, vendo que eu não reagia, ele abaixou a calça e a cueca, deixando à mostra uma pica enorme (a maior que já vi até hoje), meio dura.
—E aí? — ele pergunta. — O que a gente faz? — completa, e aí eu percebo que ele tá com meu celular na mão. Minha mente fez rapidamente um mais um, e entendi o que ele queria e quais seriam as consequências se eu não fizesse, e me abaixei na pica gigantesca dele. Agarrei com as duas mãos e comecei a chupar como dava. Lambia a ponta, ia até embaixo, batia uma punheta um pouco, enfiava o máximo que podia na boca. O gosto de uma rola gostosa é tal. Como lembrava. Na hora já enchi a boca d'água e minha saliva escorria pelos lados daquela coisa grandona, enquanto eu me esforçava pra engolir. Batia uma punheta devagar de vez em quando, e de novo lambia ela bem devagar, de cima pra baixo e de baixo pra cima. Chupava um ovo, depois o outro, bem devagar, pra depois subir pelo tronco e percorrer toda a extensão dela aos poucos. Saboreei por um bom tempo, mordia de leve, passava a língua pela cabeça dela, meus lábios davam beijinhos de lado, e Brian só soltava suspiros fortes.
De repente (não sei quanto tempo passou, mais de meia hora), ele pegou minha cabeça com aquela mão enorme, e eu me resignei ao inevitável: enfiou quase metade da pica na minha boca, e bombeando devagar, começou a soltar jorros de porra quente na minha garganta, tanto que quase me engasgou. Por sorte não tinha esquecido das lições de quase um ano atrás, e consegui engolir tudo sem desperdiçar uma gota. Quando senti os últimos movimentos do orgasmo do Brian, continuei com a pica na boca, tirando os últimos sucos e limpando os restos de esperma.
— Que delícia! — ele fala, e me pega suave pelos cabelos, me separando devagar daquela porra já meio mole.
— Meu primo me disse que você chupava de primeira, mas ele ficou devendo. — completou, com um gesto quase de carinho, passando a mão por trás da minha cabeça e até meu queixo, enquanto eu olhava pra ele e me lambia pelo gosto residual da porra na minha boca.
Não falei nada no começo, mas minha cara dizia tudo: eu tinha adorado chupar aquela pica grande e grossa, e queria sentir ela dentro. Depois de uns momentos de silêncio, enquanto Brian me encarava, apertei de novo com a mão aquela pica linda, e comecei a bater uma punheta devagar, tentando fazer ela endurecer de novo. Enquanto fazia isso, olhei nos olhos dele e falei o que pensava: — Quero essa pica no cu… você pode me dar? Devagarzinho, por favor. — supliquei, pensando no tamanho da pica dele.
— Sim, Juli, — ele respondeu, meloso. — Papai vai te dar pica por um bom tempo. Chupa ela de novo" — ele acrescentou.
"Espera aí, vou tirar a calça" — falei, e ele respondeu:
"Tira tudo, promíscuo" — e eu obedeci, me mexendo como dava dentro do veículo pra tirar a roupa, que ficou toda amontoada no fundo da caminhonete, tão esquecida quanto meus medos naquele momento.
Enfiei o pau dele na boca de novo, enquanto ele tirava um potinho de vaselina sólida do porta-luvas e, passando um dedo primeiro, começou o trabalho lento de me preparar pra foda. Como ele era mais alto e tinha braços mais compridos, a gente ficava confortável: eu ajoelhado de lado com a vara dele na boca, e ele enfiando devagar um dedo no meu cu, trabalhando lentamente pra ir alargando. Dava pra ver que ele sabia o que fazia, até mais que o Martín, porque depois de um tempo eu não tinha sentido nenhuma dor ou incômodo, e já tava com três dedos daquela mão grandona. Devagar e com paciência, eu sentia eles se mexerem dentro de mim, facilitando a próxima entrada.
Enquanto isso, eu lambia e chupava a porra do pau dele, enfiando o que dava na boca, cuspindo o resto e passando a língua no tronco devagar, do jeito que eu gostava. Bola, tronco e cabeça com a língua, enfiar a cabeça na boca, lamber toda a circunferência, meter o máximo de pau na boca possível, tentando colocar a língua pra fora, pra depois sair, cuspir, e traçar o caminho de volta pra baixo de novo.
Acho que fiquei meia hora assim, até que o Brian deu um tapa na minha bunda e falou:
"Me dá espaço." — Eu me afastei, sem entender direito, tonto de tesão, e ele se moveu pra onde eu tava antes. Segurando o pau com uma mão, primeiro passou uma boa quantidade de vaselina por todo o tronco e ainda mais na cabeça da vara, e depois deu um tapinha na própria perna com a outra mão enquanto completava:
"Senta agora."
Devagar, fui sentando naquela pica enorme, tentando fazer força pra aquela monstruosidade entrar. Devagar, centímetro por centímetro, graças às minhas experiências anteriores, à vaselina e ao trabalho Paciente do Brian, minha bunda foi se abrindo e engolindo devagar o pau dele.
Depois de um tempo, eu tava todo suado, mesmo com o ar condicionado ligado, e minhas pernas doíam pra caralho de tanto esforço, quando senti que finalmente meus glúteos encostaram na pélvis dele.
Nós dois soltamos um suspiro fundo ao mesmo tempo, eu de alívio, ele de prazer. Eu ainda não tava curtindo, só tinha tentado alimentar meu cu com aquele pedaço monstruoso de pica. Finalmente consegui, e fiquei parado por uns minutos longos, enquanto Brian terminava de se acomodar dentro de mim.
Aos poucos comecei a me mexer, primeiro devagar de cima pra baixo, e depois adicionei um movimento rotativo leve que fazia Brian soltar uns gemidinhos de prazer. Eu tava com o pau duro pra caralho e o estômago com uma sensação incrível de saciedade e preenchimento. Me sentia puta que gosta e no céu, e aos poucos, enquanto o medo de ter um pau tão grande dentro de mim passava, fui acelerando o ritmo, subindo e descendo cada vez mais rápido.
Mas parece que isso não satisfez Brian totalmente. Depois de pelo menos quinze minutos de vai e vem, ele me agarrou forte com as duas mãos e me levantou de repente, saindo de dentro de mim meio bruscamente. Ouviu-se um "pop" sonoro, igual quando se abre uma garrafa, fazendo um vácuo dentro de mim, mas o desconforto foi bem pequeno. Na verdade, o que me deixou mal foi ele tirar o pau.
— Não… coloca de novo, me come!!! — falei, desesperado.
— Sim, putinha, não se preocupa, é que você vai devagar. — ele disse, e me empurrou pra cama, de bruços. Aí subiu em cima de mim e, sem cerimônia, se ajoelhou sobre mim com as pernas abertas, abriu minhas pernas, empurrou a pica enorme dele, dura e com a cabeça quase roxa, contra meu cu, já relaxado por sorte, e enfiou até o fundo. Gemi de prazer ao sentir ela de novo e deixei a cabeça cair no travesseiro, quase desmaiando de tesão. Ainda mais quando ele começou a se mexer dentro de mim, devagar. Primeiro, pra acelerar logo, funcionando que nem um pistão bem lubrificado: pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo. Enfiava a pica até o fundo, aí dava uma reboladinha em círculos igual eu tinha feito, tirava quase tudo e, de uma só estocada, começava tudo de novo. Fazia cada vez mais rápido, e meus gemidos saíam da minha boca no ritmo das investidas dele. Ahhhhh…..ahhhhhh….ahhh…ahhh…ahhh..ahh.ahh..ahh. cada vez mais rápido, e eu quase não tinha tempo de soltar o ar que já sentia a pica dele entrando até a pélvis encostar na minha bunda.
Ele me pegou pelo queixo, enfiou dois dedos na minha boca (os indicadores, um de cada lado), e enquanto eu chupava eles, ele se deitou ainda mais em cima de mim e começou a meter num ritmo fudido, que eu achava que ia me partir no meio.
Não sei quanto tempo ele passou me bombando… acho que foi mais de vinte minutos, mas pareceu horas. Com o atrito do lençol, gozei quatro vezes nesse meio tempo, enquanto sentia a pica dele entrando e saindo rápido de dentro de mim. Ele só parou um instante, quando acho que passou mais vaselina, mas não tenho certeza: já tava totalmente perdida, imersa em gozar aquela pica que me comia, aquele cheiro de sexo que tomava o ambiente apertado da cabine e do beliche.
Não consegui gozar mais uma vez quando senti os jatos fortes dele inundarem meu interior, tanto que quando ele tirou, continuou escorrendo porra pelas minhas costas e bunda.
Gozei mais uma vez quando chupei ele pela terceira vez, uns quinze minutos depois que ele gozou, enquanto me masturbava feito louca. Mesmo assim continuei chupando, e quando ele ficou duro de novo, ele me comeu outra vez, mas dessa vez saímos pra fora do caminhão. O ar fresco das montanhas e serras batendo na minha pele suada, enquanto Brian me comia frenético contra a lateral do caminhão, é algo que nunca vou esquecer.
Quando ele gozou de novo em mim (na boca, como eu pedi, toda pidona), a gente se limpou com umas toalhas que ele tinha, e seguimos viagem. Cansados os dois, eu obviamente muito mais, paramos uma hora só num posto de estrada em Río Cuarto, onde aproveitei pra tomar um banho e chupei ele de novo, já que não tinha ninguém no banheiro (o frentista tava lá fora, e mesmo me olhando estranho, não falou nada quando saímos). Descansamos um pouco e ele continuou dirigindo.
Sem muitas palavras, me deixou a umas quadras da minha casa. Eu desci e fui andando bem devagar pra casa, porque minhas pernas tremiam pra caralho. Quando cheguei, me joguei no sofá-cama do quarto de hóspedes pra não subir as escadas, todo sujo. Não tive nem força pra tirar a roupa, nem pra bater mais uma punheta com as lembranças da noite.
Pouco depois, chegou uma mensagem que mal me acordou:
— “Semana que vem saio de Buenos Aires e vou pra Mendoza de novo. B.”
Aí dormi, já planejando uma visita de controle pra Mendoza na semana seguinte.
A empresa me exigia atenção porque estava crescendo, assim como meus filhos, e infelizmente não pude mais ir a San Nicolás para me satisfazer. O tempo foi passando, e meio que já não tinha muita vontade de voltar, um pouco porque tinha medo de ser descoberto pela minha esposa, e outro pouco porque não sabia direito qual era o meu papel naquele jogo de três (ou de quatro, dependendo do ponto de vista). Mesmo assim, como eu disse, a empresa me tomava muito tempo e, mesmo se quisesse, não sei se teria conseguido, então talvez a pouca vontade de voltar fosse só uma racionalização do fato de que não conseguia arrumar tempo para ir.
Aconteceu que, por essas épocas, surgiu um cliente muito importante, um importador de ferramentas elétricas de Buenos Aires, que tinha várias empresas e escolheu a minha para instalar um software de gestão muito conhecido, que era bem complicado de instalar e manter, então era realmente um negócio da China a longo prazo eles me escolherem. Mas, como tudo tem um porém, eu era obrigado a viajar pra caramba no começo e a contratar ainda mais gente para manter os clientes fixos antigos. Então, a realidade era que, no início, essa empresa não me deixava muito dinheiro extra. Não perdia, mas não ganhava tanto, por causa dos gastos com viagem, hotel, etc. Pra piorar, outro cliente grande trocou de fornecedor de sistemas porque foi comprado por uma multinacional, então minha renda caiu.
Por isso, eu e minha esposa decidimos economizar um pouco nas viagens, e passar de viajar de avião para aproveitar o tempo, a viajar de ônibus, mesmo que a viagem demorasse mais. Assim, eu minimizava o que gastava em hotéis e gastava muito menos em viagens. Mas às vezes demorava bastante para voltar para casa, por causa dos horários dos ônibus.
Em várias dessas viagens, tive que ir para Mendoza, capital. Cidade linda, mas não ficava exatamente perto e Os horários dos ônibus faziam com que eu tivesse que viajar pelo menos 12 horas pra chegar lá. Por isso que eu não gostava muito.
Na filial da empresa (era uma filial nova) onde eu tinha que instalar todo o sistema, o gerente me deu um tour pelo lugar, mostrando as instalações novas, os caminhões que eles tinham (Scania último modelo) pra transportar as importações, orgulhoso do lugar, como ele mesmo dizia. A verdade é que era tudo novo e muito bonito.
Como eu tinha que ficar até depois do horário de expediente, o gerente me pediu que, ao sair, falasse com o vigia, que era quem ia fechar e desligar tudo.
— Sem problemas, Alfonso. — falei, que era o nome dele. Ele foi embora contente com minha boa vontade de terminar o serviço o mais rápido possível.
Tava terminando, quando aparece na porta um cara grandão, com certeza tinha mais de 1,90. Moreno, cabelo escuro mas olhos meio claros (não dava pra ver bem a cor de onde eu tava desligando as máquinas), vestindo uma camiseta branca impecável e uma calça cargo marrom clarinha, com aqueles sapatos especiais pra obra. Tinha uns braços enormes mesmo, parecia jogador de rugby ou algo assim. Não era músculo de marombeiro, mas sim de alguém acostumado a levantar muito peso no geral.
— Boa noite. — ele fala, numa voz baixa. — Desculpa incomodar, — completa, tirando o boné que tinha (um boné com o logo da empresa). — mas o Ermenegildo me disse que o senhor mora em Rosário, e que vai pra lá hoje? — pergunta, com uma voz meio grossa mas muito educado, tudo bem articulado.
— É... sim, hoje eu volto. Por quê? — perguntei, desconfiado, achando que ele queria me pedir algum favor.
— Brian. — ele fala, e estende a mão, enorme. Apertei como pude e respondi, num reflexo: — Julián. Beleza?
— Sr. Julián, eu vou pra Rosário hoje entregar uma carga, e... me tomo a liberdade de perguntar se posso te levar. —Por que tão me dizendo que hoje tem greve de ônibus?
—Ela me diz, titubeando como se duvidasse da resposta da minha oferta.
—Uff... que merda! —Falo eu, irritado com a situação, e pensando que o gerente poderia ter me avisado. —Não vai ser um incômodo? —perguntei, pensando na real se não seria um incômodo pra mim por causa do desconforto de um caminhão.
—Não, senhora, de jeito nenhum. —Ele me diz, meio orgulhoso. —Saiba que os caminhões novos são muito confortáveis, a senhora vai viajar melhor do que num ônibus, pode até dormir na cama se quiser... —completa.
—Bom... —respondo, ainda com dúvidas, mas sem duvidar por um momento da palavra do Brian. —Que horas o senhor sai? —pergunto em seguida.
—Daqui a uma hora, senhora. —Ele me responde. —Bacana, tá perfeito. —respondo, embora ainda sem muita vontade. Mesmo assim, pensei na economia da passagem, que não me faria mal, e com certeza também economizaria tempo, embora não tivesse certeza disso. Já a economia de dinheiro já seria suficiente, mesmo que pagasse uma comida no caminho, sairia cinco ou seis vezes mais barato que a passagem de ônibus.
Então terminei de fazer minhas coisas, guardei tudo na minha maleta, e saí do escritório, avisando o porteiro ou vigia (acho que ele fazia as duas funções) pra fechar, e me encontrei com Brian no estacionamento, onde ele me esperava com o caminhão já ligado (provavelmente ao me ver saindo do escritório).
Subi no caminhão com um pouco de dificuldade (eu tô acima do peso e o caminhão é muito alto), e realmente me surpreendi com a limpeza, o espaço e o conforto dele: nunca imaginaria, mas tinha ar-condicionado, um painel que parecia de ficção científica, e uma cama atrás que dava pra ver pelas cortinas semiabertas. Além disso, cheirava muito bem: aquele cheiro de carro novo, misturado com uma fragrância de pinho ou algo assim. Não consegui evitar comentar com Brian sobre como o caminhão era lindo.
—Pois é —ele me diz com uma boa dose de orgulho —, cuido bem do amigo. São muitas horas que a gente passa aqui em cima. —e completa A seguir:
—Tá pronto? Então vamos nessa.
Eu disse que sim, e a gente arrancou. Ele dirigia muito bem, embora meio rápido pro meu gosto. Perguntei quanto tempo até Rosario, enquanto tirava meu celular do bolso e deixava no painel do caminhão pra ouvir melhor o toque.
—Umas oito ou nove horas se não pararmos. É muita estrada e dá pra ir de boa por aqui. Mas eu calculo umas doze ou treze horas, porque vou fazer umas paradas com certeza. — ele responde. Eu não esperava muito mais, relaxei e cochilei um pouco.
Não sei quanto tempo passou, mas acordei quando a gente tava parando, pelo barulho da marcha. Confuso, olhei pra todo lado, mas não via muitas luzes.
—O que foi? — perguntei, meio sonolento. — O caminhão quebrou? Deu pau? — completei, pensando que talvez ele não me entendesse.
—Não, o que quebra hoje é outra coisa. — ele respondeu com um tom de voz diferente. Mostrou o celular e balançou ele na minha direção, como se quisesse que eu pegasse, o que fiz. Na tela, vi uma foto minha com o Martín e o irmão dele. Não soube o que dizer. Nem consegui balbuciar, e o Brian começou a falar pra preencher o vazio.
—Eu moro aqui agora, mas nasci em San Nicolás, sabe? E meus primos moram lá. Os dois estão na foto, vê? Um atrás de você e o outro na frente. — ele diz, sem nem me olhar, enquanto esfregava um volume que apareceu entre as pernas dele por baixo da calça. Sem dizer mais nada, vendo que eu não reagia, ele abaixou a calça e a cueca, deixando à mostra uma pica enorme (a maior que já vi até hoje), meio dura.
—E aí? — ele pergunta. — O que a gente faz? — completa, e aí eu percebo que ele tá com meu celular na mão. Minha mente fez rapidamente um mais um, e entendi o que ele queria e quais seriam as consequências se eu não fizesse, e me abaixei na pica gigantesca dele. Agarrei com as duas mãos e comecei a chupar como dava. Lambia a ponta, ia até embaixo, batia uma punheta um pouco, enfiava o máximo que podia na boca. O gosto de uma rola gostosa é tal. Como lembrava. Na hora já enchi a boca d'água e minha saliva escorria pelos lados daquela coisa grandona, enquanto eu me esforçava pra engolir. Batia uma punheta devagar de vez em quando, e de novo lambia ela bem devagar, de cima pra baixo e de baixo pra cima. Chupava um ovo, depois o outro, bem devagar, pra depois subir pelo tronco e percorrer toda a extensão dela aos poucos. Saboreei por um bom tempo, mordia de leve, passava a língua pela cabeça dela, meus lábios davam beijinhos de lado, e Brian só soltava suspiros fortes.
De repente (não sei quanto tempo passou, mais de meia hora), ele pegou minha cabeça com aquela mão enorme, e eu me resignei ao inevitável: enfiou quase metade da pica na minha boca, e bombeando devagar, começou a soltar jorros de porra quente na minha garganta, tanto que quase me engasgou. Por sorte não tinha esquecido das lições de quase um ano atrás, e consegui engolir tudo sem desperdiçar uma gota. Quando senti os últimos movimentos do orgasmo do Brian, continuei com a pica na boca, tirando os últimos sucos e limpando os restos de esperma.
— Que delícia! — ele fala, e me pega suave pelos cabelos, me separando devagar daquela porra já meio mole.
— Meu primo me disse que você chupava de primeira, mas ele ficou devendo. — completou, com um gesto quase de carinho, passando a mão por trás da minha cabeça e até meu queixo, enquanto eu olhava pra ele e me lambia pelo gosto residual da porra na minha boca.
Não falei nada no começo, mas minha cara dizia tudo: eu tinha adorado chupar aquela pica grande e grossa, e queria sentir ela dentro. Depois de uns momentos de silêncio, enquanto Brian me encarava, apertei de novo com a mão aquela pica linda, e comecei a bater uma punheta devagar, tentando fazer ela endurecer de novo. Enquanto fazia isso, olhei nos olhos dele e falei o que pensava: — Quero essa pica no cu… você pode me dar? Devagarzinho, por favor. — supliquei, pensando no tamanho da pica dele.
— Sim, Juli, — ele respondeu, meloso. — Papai vai te dar pica por um bom tempo. Chupa ela de novo" — ele acrescentou.
"Espera aí, vou tirar a calça" — falei, e ele respondeu:
"Tira tudo, promíscuo" — e eu obedeci, me mexendo como dava dentro do veículo pra tirar a roupa, que ficou toda amontoada no fundo da caminhonete, tão esquecida quanto meus medos naquele momento.
Enfiei o pau dele na boca de novo, enquanto ele tirava um potinho de vaselina sólida do porta-luvas e, passando um dedo primeiro, começou o trabalho lento de me preparar pra foda. Como ele era mais alto e tinha braços mais compridos, a gente ficava confortável: eu ajoelhado de lado com a vara dele na boca, e ele enfiando devagar um dedo no meu cu, trabalhando lentamente pra ir alargando. Dava pra ver que ele sabia o que fazia, até mais que o Martín, porque depois de um tempo eu não tinha sentido nenhuma dor ou incômodo, e já tava com três dedos daquela mão grandona. Devagar e com paciência, eu sentia eles se mexerem dentro de mim, facilitando a próxima entrada.
Enquanto isso, eu lambia e chupava a porra do pau dele, enfiando o que dava na boca, cuspindo o resto e passando a língua no tronco devagar, do jeito que eu gostava. Bola, tronco e cabeça com a língua, enfiar a cabeça na boca, lamber toda a circunferência, meter o máximo de pau na boca possível, tentando colocar a língua pra fora, pra depois sair, cuspir, e traçar o caminho de volta pra baixo de novo.
Acho que fiquei meia hora assim, até que o Brian deu um tapa na minha bunda e falou:
"Me dá espaço." — Eu me afastei, sem entender direito, tonto de tesão, e ele se moveu pra onde eu tava antes. Segurando o pau com uma mão, primeiro passou uma boa quantidade de vaselina por todo o tronco e ainda mais na cabeça da vara, e depois deu um tapinha na própria perna com a outra mão enquanto completava:
"Senta agora."
Devagar, fui sentando naquela pica enorme, tentando fazer força pra aquela monstruosidade entrar. Devagar, centímetro por centímetro, graças às minhas experiências anteriores, à vaselina e ao trabalho Paciente do Brian, minha bunda foi se abrindo e engolindo devagar o pau dele.
Depois de um tempo, eu tava todo suado, mesmo com o ar condicionado ligado, e minhas pernas doíam pra caralho de tanto esforço, quando senti que finalmente meus glúteos encostaram na pélvis dele.
Nós dois soltamos um suspiro fundo ao mesmo tempo, eu de alívio, ele de prazer. Eu ainda não tava curtindo, só tinha tentado alimentar meu cu com aquele pedaço monstruoso de pica. Finalmente consegui, e fiquei parado por uns minutos longos, enquanto Brian terminava de se acomodar dentro de mim.
Aos poucos comecei a me mexer, primeiro devagar de cima pra baixo, e depois adicionei um movimento rotativo leve que fazia Brian soltar uns gemidinhos de prazer. Eu tava com o pau duro pra caralho e o estômago com uma sensação incrível de saciedade e preenchimento. Me sentia puta que gosta e no céu, e aos poucos, enquanto o medo de ter um pau tão grande dentro de mim passava, fui acelerando o ritmo, subindo e descendo cada vez mais rápido.
Mas parece que isso não satisfez Brian totalmente. Depois de pelo menos quinze minutos de vai e vem, ele me agarrou forte com as duas mãos e me levantou de repente, saindo de dentro de mim meio bruscamente. Ouviu-se um "pop" sonoro, igual quando se abre uma garrafa, fazendo um vácuo dentro de mim, mas o desconforto foi bem pequeno. Na verdade, o que me deixou mal foi ele tirar o pau.
— Não… coloca de novo, me come!!! — falei, desesperado.
— Sim, putinha, não se preocupa, é que você vai devagar. — ele disse, e me empurrou pra cama, de bruços. Aí subiu em cima de mim e, sem cerimônia, se ajoelhou sobre mim com as pernas abertas, abriu minhas pernas, empurrou a pica enorme dele, dura e com a cabeça quase roxa, contra meu cu, já relaxado por sorte, e enfiou até o fundo. Gemi de prazer ao sentir ela de novo e deixei a cabeça cair no travesseiro, quase desmaiando de tesão. Ainda mais quando ele começou a se mexer dentro de mim, devagar. Primeiro, pra acelerar logo, funcionando que nem um pistão bem lubrificado: pra cima e pra baixo, pra cima e pra baixo. Enfiava a pica até o fundo, aí dava uma reboladinha em círculos igual eu tinha feito, tirava quase tudo e, de uma só estocada, começava tudo de novo. Fazia cada vez mais rápido, e meus gemidos saíam da minha boca no ritmo das investidas dele. Ahhhhh…..ahhhhhh….ahhh…ahhh…ahhh..ahh.ahh..ahh. cada vez mais rápido, e eu quase não tinha tempo de soltar o ar que já sentia a pica dele entrando até a pélvis encostar na minha bunda.
Ele me pegou pelo queixo, enfiou dois dedos na minha boca (os indicadores, um de cada lado), e enquanto eu chupava eles, ele se deitou ainda mais em cima de mim e começou a meter num ritmo fudido, que eu achava que ia me partir no meio.
Não sei quanto tempo ele passou me bombando… acho que foi mais de vinte minutos, mas pareceu horas. Com o atrito do lençol, gozei quatro vezes nesse meio tempo, enquanto sentia a pica dele entrando e saindo rápido de dentro de mim. Ele só parou um instante, quando acho que passou mais vaselina, mas não tenho certeza: já tava totalmente perdida, imersa em gozar aquela pica que me comia, aquele cheiro de sexo que tomava o ambiente apertado da cabine e do beliche.
Não consegui gozar mais uma vez quando senti os jatos fortes dele inundarem meu interior, tanto que quando ele tirou, continuou escorrendo porra pelas minhas costas e bunda.
Gozei mais uma vez quando chupei ele pela terceira vez, uns quinze minutos depois que ele gozou, enquanto me masturbava feito louca. Mesmo assim continuei chupando, e quando ele ficou duro de novo, ele me comeu outra vez, mas dessa vez saímos pra fora do caminhão. O ar fresco das montanhas e serras batendo na minha pele suada, enquanto Brian me comia frenético contra a lateral do caminhão, é algo que nunca vou esquecer.
Quando ele gozou de novo em mim (na boca, como eu pedi, toda pidona), a gente se limpou com umas toalhas que ele tinha, e seguimos viagem. Cansados os dois, eu obviamente muito mais, paramos uma hora só num posto de estrada em Río Cuarto, onde aproveitei pra tomar um banho e chupei ele de novo, já que não tinha ninguém no banheiro (o frentista tava lá fora, e mesmo me olhando estranho, não falou nada quando saímos). Descansamos um pouco e ele continuou dirigindo.
Sem muitas palavras, me deixou a umas quadras da minha casa. Eu desci e fui andando bem devagar pra casa, porque minhas pernas tremiam pra caralho. Quando cheguei, me joguei no sofá-cama do quarto de hóspedes pra não subir as escadas, todo sujo. Não tive nem força pra tirar a roupa, nem pra bater mais uma punheta com as lembranças da noite.
Pouco depois, chegou uma mensagem que mal me acordou:
— “Semana que vem saio de Buenos Aires e vou pra Mendoza de novo. B.”
Aí dormi, já planejando uma visita de controle pra Mendoza na semana seguinte.
8 comentários - Com um caminhoneiro (Conto Gay)