Enquanto Tara se aproximava de casa, um sorriso brotava em seus lábios. Ficaram para trás aqueles tempos em que os momentos em casa tinham se tornado os piores da sua adolescência, sob o jugo opressivo da mãe, que mal a deixava sair com garotos ou até convidar as amigas pra casa pra ver um filme.
Quando girou a chave na porta pra entrar em casa, encontrou a mãe, como era de se esperar, com um sorriso nos lábios, de joelhos, esperando pra pegar sua bolsa. Pra qualquer um que não fosse Tara, a cena teria sido muito mais estranha se também tivesse percebido que a mãe de Tara estava completamente nua, exceto por uma aliança "Boobs fuck" no dedo indicador da mão direita e aqueles olhos vidrados e inexpressivos.
A mãe de Tara, apesar de já ter passado dos 40 anos, tinha uma aparência invejável, muito diferente da que tinha apenas dois meses atrás. Seu cabelo loiro bem cuidado, sua barriga lisa, pernas bem torneadas e um peito operado que parecia grande demais pra dar à mãe de Tara uma mobilidade adequada, fazia com que parecesse a irmã mais velha da filha, sendo duas Barbies quase idênticas.
Diferente da mãe, Tara se destacava por pernas longas e musculosas, um peito natural e olhos verdes bem vivos.
Cath, a mãe de Tara, assim que viu a filha entrar, se jogou pra beijar os sapatos dela, exatamente como tinha sido ensinada. No entanto, Tara a deteve com um gesto.
— Mamãe, hoje você tem que descansar e não gastar energia, lembra que é sua estreia.
Cath olhou pra filha com um olhar vazio, sem expressão, como se não entendesse o que a filha acabara de explicar, então Tara continuou.
— Hoje você vai ter a honra de receber todas as minhas amigas aqui em casa e, como você é a rainha da festa, vai chupar a bucetinha de todas elas.
— Cathy adora chupar bucetinhas — comentou com entusiasmo. No mesmo instante em que dava pequenos pulinhos e fazia as tetas dela balançarem pra cima e pra baixo.
Enquanto Tara comia, ninguém disse nada, de vez em quando Tara soltava um gemido abafado pelos sons guturais que a mãe dela fazia enquanto enfiava a língua na buceta dela. Pra Tara, a hora das refeições tinha mudado muito, antes era hora de discutir, agora era um momento de paz e tranquilidade em que ela curtia a mesa inteira só pra ela enquanto, debaixo dela, a mãe aliviava o tesão que ela tinha passado durante as horas de aula.
Um gemido mais longo que o normal, seguido de um pequeno espasmo, indicou que Tara tinha gozado, e que era a hora de Cathy comer, que se jogou avidamente nos fluidos da filha, deixando a buceta dela toda limpinha. Terminada a refeição, Tara se preparou pra tirar uma soneca enquanto a mãe cuidava dos afazeres domésticos.
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— Tara!! Não se afasta muito — a professora avisava — e nem pense em entrar naquela caverna. Quem sabe o que você pode encontrar lá.
Tara ignorou as recomendações da professora, se ia ser a única vez que estaria na Grécia, tinha que explorar tudo que pudesse, ainda mais aquela região da Magnésia, uma das mais místicas e estranhas do mundo.
Tara entrou numa caverna, a entrada estava escondida entre uns zimbros, lá dentro umas pinturas rupestres davam as boas-vindas. Uma delas mostrava alguém que parecia o chefe da tribo, segurando no alto o que parecia uma pedra, ao redor uma multidão de figuras se ajoelhando diante dele.
Tara olhou ao redor e de repente se sentiu poderosamente atraída por uma série de minerais espalhados pelo chão. Ela se aproximou deles e, quando tocou, teve uma sensação estranha, se viu como imperatriz do mundo.
Quando quis sair da caverna, o ônibus inteiro já estava esperando por ela. A professora, de longe, fez um gesto de repreensão, mas conforme a Tara se aproximava, a cara dela mudou.
— Não me ralhe, professora, não me afastei nada — respondeu Tara com soberba, esperando uma bronca da professora.
— Não se preocupa, Tara, se não for incômodo esperar por você.
A cara da Tara passou da incredulidade pra uma expressão de compreensão e, em seguida, pra um sorriso de deboche.
— Profe, será que vou ficar meio desconfortável num assento só? Dá pra eu pegar dois? — comentou como se fosse uma pergunta, mas soou mais como uma ordem do que outra coisa.
A perplexidade era um poema na cara da professora, mas ela parecia relutante em se curvar às exigências da aluna. Aí a Tara contra-atacou com habilidade, sem deixar o cérebro da professora se recompor.
— É que veja... — hesitou. — Encontrei essas pedras e é desconfortável pra mim carregá-las comigo.
Nesse momento, abriu a bolsa e mostrou as pedrinhas pra professora. Na hora, várias coisas aconteceram. A boca se entreabriu, os olhos ficaram levemente vidrados e sem vida. Depois de um instante, a professora se recompôs e pigarreou.
— É verdade, Tara, deve ser desconfortável pra você ir num assento só. Pega o meu também.
Tara ocupou os dois assentos sob o olhar estupefato de todos os colegas de classe, e a professora foi sentar no banco do carona do ônibus, que não passava de uma tábua que subia e descia.
Depois de um tempo, por duas ou três vezes, a professora fez menção de se levantar e voltar pro lugar dela, mas uma sombra escurecia o rosto dela e ela não saía do lugar.
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A mamãe Cathy estava radiante e era a rainha da festa. Ela estava de joelhos no meio de uma roda de amigas da Tara, com as tetonas enormes balançando. Não importava que o papel dela naquele momento fosse de mesinha de pizza; a Cathy estava tão excitada que sentindo-se um objeto que a mão dela investia contra sua bucetinha rosada sem parar, e uma poça começava a se formar, fruto dos vários orgasmos que ela já tinha tido. De repente, ela começou a tremer e a acompanhar ritmicamente os movimentos, bem no momento em que estava prestes a ter outro orgasmo.
– Para – disse Tara com uma voz autoritária. Cath soltou um som gutural, bem parecido com o grunhido de algum bicho, mas mesmo assim tirou a mão e ficou parada ali.
Todas as amigas de Tara exclamaram, surpresas.
– E ela obedece a tudo que você manda? – perguntou uma das amigas de Tara, curiosa.
– No começo até queria se rebelar – explicou – mas quando dava esses ameaços, era a hora que eu puxava o chicote.
– Que interessante! Posso tentar?
– Claro, já vai ver. Mãe! Você foi muito desobediente, se prepare pra umas palmadas.
– Legal, a Cathy adora levar palmada – disse com um entusiasmo fora do normal, colocando a bunda pra cima.
Quando Jess, a amiga da Tara, começou com as chicotadas, Cath só sabia rir com uma risada totalmente falsa.
– Kikiki, é, devo ter sido muito má pra você me bater tão forte...
Depois de uma dura série de golpes, a bunda já tinha uma marca roxa fininha nas duas nádegas.
– Pô, no final com tanta palmada vou ter que andar de quatro o dia inteiro.
Uma gargalhada geral explodiu na sala.
– Agora vocês vão ver a melhor parte, porque vamos dar o presente pra minha mãe – comentou Tara com um meio sorriso nos lábios.
As amigas dela estranharam, mas deixaram rolar, afinal já sabiam como Tara era. Melhor confiar nela. Tara levantou a saia, se ajoelhou na frente da mãe e, com um simples gesto da garota, a mãe se posicionou pra lamber a bucetinha dela. O simples contato da língua com a xota da filha fez Tara gemer fundo, e depois começar a mover suavemente... quadris.
As amigas da Tara se mexiam entre o desconforto, a excitação e o espanto, mas com o primeiro orgasmo da Tara, foram se animando e tirando a roupa, se posicionando no lugar onde a Tara tinha estado momentos antes. Cathy, que ainda não tinha permissão para se tocar de novo, se remexia inquieta, mas sem descuidar do trabalho. Aos poucos, todas as amigas da Tara foram passando pelo trono da Rainha, como a própria Cathy chamava, que estava encantada por ser o centro das atenções. Cada vez que uma garota gozava e dava lugar à outra, soltava uma frase tipo: “Poxa, mais uma garota veio me dar um presente” ou “que sortuda que sou”, e a partir daquele momento não conseguia dizer mais nada, porque a boca ficava à mercê da bucetinha da vez.
Embora Cath tivesse lambido diligentemente as bucetas de todas as amigas da filha, algumas mais de uma vez, ela estava toda melada de fluidos que escorriam pelo rosto e parte do corpo. Todas as amigas da Tara estavam exaustas, deitadas no chão, sem vontade de fazer nada.
— Jess — disse Tara — Você foi a que mais gozou, né?
— Sim — respondeu Jess, ainda acariciando a própria boceta.
— Acho, e tenho certeza que minhas colegas de classe concordam, que já que você foi a que mais aproveitou, deveria ser a que a deixa limpinha, pra próxima vez.
— Nossa, tia, que sacanagem, né? Não sou uma sem cérebro igual sua mãe pra fazer isso.
— O que você tá insinuando? Que eu faça? — respondeu Tara, levantando a voz.
— Não, tia, desculpa, mas as outras podem fazer.
— É, claro. Mas você foi a que mais curtiu, então vai ter que fazer algum sacrifício.
— Tá bom, tia, desculpa, não fica brava, vou levar ela pro chuveiro.
— Olha, querida, isso não se limpa no chuveiro. Chuveiros são pra pessoas, não pra móveis ou comedoras. Isso você vai ter que limpar com a língua. Qual é, tia? Cê tá louca? Como é que eu vou fazer isso?
- Olha, é bem simples – disse Tara, segurando Jess suavemente pelo pescoço com a mão que usava o anel. – E agora você tem que se inclinar.
Jess começou com lambidas leves no rosto e nos peitos de Cathy, e depois partiu com mais luxúria para a boca, os lábios, descendo até a buceta de Cath. Enquanto lambia a buceta dela, o pulso acelerou, a respiração ficou mais difícil e uma sombra de raiva passou pelos olhos dela, e ela fez menção de se levantar. Nisso, Tara colocou a mão de novo no pescoço dela e, com a outra mão livre, começou a masturbá-la suavemente, enfiando primeiro dois dedos de uma vez, o que fez Jess dar um sobressalto, mas conseguiu acalmar o pulso dela.
A relutância de Jess pareceu cessar, e um olhar vidrado apareceu nos olhos dela pelo resto do tempo, enquanto ela se esforçava para deixar Cathy limpa, que com uns gemidos roucos indicava que estava muito perto do orgasmo, que terminou quando ela arqueou as costas de um jeito quase antinatural e gozou abundantemente sobre a barriga, que era limpa diligentemente por Jess. Ao terminar a limpeza, ela parou, pensativa, os olhos recuperaram o tom mel habitual e ela perguntou, confusa:
- O que aconteceu?
- Nada – responderam em coro as outras amigas, que tinham assistido perplexas àquela exibição.
Jess não ficou muito convencida, mas com a insistência das amigas e o fato de não lembrar de nada, as dúvidas dela foram minadas, e ela pôde continuar curtindo a festa.
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Assim que chegou em casa, depois da viagem à Grécia, Tara subiu correndo pro quarto, se trancou lá dentro, pegou um anel velho e começou a trabalhar. Nunca foi ruim em artesanato, e depois de algumas horas de trabalho, conseguiu encaixar um fragmento pequeno de uma das pedras no anel. Ela poliu, tirou o brilho... brilho e ajustou de um jeito que parecia um anel recém-comprado. Também aproveitou e fez um colar com uma pedra que tinha o tamanho perfeito pra isso.
Terminado o trabalho, ela colocou o colar e desceu correndo pra cozinha encontrar a mãe.
— Mami, olha o que eu trouxe da Grécia — disse Tara, inocente — é um conjunto de joias do amor. Eu fico com o colar e você fica com o anel.
— Muito obrigada, querida — disse a mãe enquanto experimentava no dedo indicador.
— Mamãe…
— Sim, querida.
— Dá pra gente jantar pizza hoje?
— Tara, passei a tarde toda na cozinha preparando o assado.
— É que ia me dar tanta felicidade.
— Às vezes, Tara, as coisas não podem ser.
— MÃE — escapou de Tara uma voz um pouco mais alta que o tom normal de conversa. — A melhor mãe do mundo faria de tudo pra filha ser feliz, e agora minha felicidade passa por me deixar comer pizza — disse, voltando ao tom normal.
Os olhos de Cath ficaram vidrados por um segundo, depois voltaram ao tom esverdeado.
— Por essa vez, tá bem, mas que não se repita, você sabe que não gosto de desperdiçar comida.
— Obrigada, mami. Tara se aproximou pra dar um beijo na mãe, mas em vez disso deu um tapinha carinhoso na bunda dela e saiu escada acima.
Quando girou a chave na porta pra entrar em casa, encontrou a mãe, como era de se esperar, com um sorriso nos lábios, de joelhos, esperando pra pegar sua bolsa. Pra qualquer um que não fosse Tara, a cena teria sido muito mais estranha se também tivesse percebido que a mãe de Tara estava completamente nua, exceto por uma aliança "Boobs fuck" no dedo indicador da mão direita e aqueles olhos vidrados e inexpressivos.
A mãe de Tara, apesar de já ter passado dos 40 anos, tinha uma aparência invejável, muito diferente da que tinha apenas dois meses atrás. Seu cabelo loiro bem cuidado, sua barriga lisa, pernas bem torneadas e um peito operado que parecia grande demais pra dar à mãe de Tara uma mobilidade adequada, fazia com que parecesse a irmã mais velha da filha, sendo duas Barbies quase idênticas.
Diferente da mãe, Tara se destacava por pernas longas e musculosas, um peito natural e olhos verdes bem vivos.
Cath, a mãe de Tara, assim que viu a filha entrar, se jogou pra beijar os sapatos dela, exatamente como tinha sido ensinada. No entanto, Tara a deteve com um gesto.
— Mamãe, hoje você tem que descansar e não gastar energia, lembra que é sua estreia.
Cath olhou pra filha com um olhar vazio, sem expressão, como se não entendesse o que a filha acabara de explicar, então Tara continuou.
— Hoje você vai ter a honra de receber todas as minhas amigas aqui em casa e, como você é a rainha da festa, vai chupar a bucetinha de todas elas.
— Cathy adora chupar bucetinhas — comentou com entusiasmo. No mesmo instante em que dava pequenos pulinhos e fazia as tetas dela balançarem pra cima e pra baixo.
Enquanto Tara comia, ninguém disse nada, de vez em quando Tara soltava um gemido abafado pelos sons guturais que a mãe dela fazia enquanto enfiava a língua na buceta dela. Pra Tara, a hora das refeições tinha mudado muito, antes era hora de discutir, agora era um momento de paz e tranquilidade em que ela curtia a mesa inteira só pra ela enquanto, debaixo dela, a mãe aliviava o tesão que ela tinha passado durante as horas de aula.
Um gemido mais longo que o normal, seguido de um pequeno espasmo, indicou que Tara tinha gozado, e que era a hora de Cathy comer, que se jogou avidamente nos fluidos da filha, deixando a buceta dela toda limpinha. Terminada a refeição, Tara se preparou pra tirar uma soneca enquanto a mãe cuidava dos afazeres domésticos.
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— Tara!! Não se afasta muito — a professora avisava — e nem pense em entrar naquela caverna. Quem sabe o que você pode encontrar lá.
Tara ignorou as recomendações da professora, se ia ser a única vez que estaria na Grécia, tinha que explorar tudo que pudesse, ainda mais aquela região da Magnésia, uma das mais místicas e estranhas do mundo.
Tara entrou numa caverna, a entrada estava escondida entre uns zimbros, lá dentro umas pinturas rupestres davam as boas-vindas. Uma delas mostrava alguém que parecia o chefe da tribo, segurando no alto o que parecia uma pedra, ao redor uma multidão de figuras se ajoelhando diante dele.
Tara olhou ao redor e de repente se sentiu poderosamente atraída por uma série de minerais espalhados pelo chão. Ela se aproximou deles e, quando tocou, teve uma sensação estranha, se viu como imperatriz do mundo.
Quando quis sair da caverna, o ônibus inteiro já estava esperando por ela. A professora, de longe, fez um gesto de repreensão, mas conforme a Tara se aproximava, a cara dela mudou.
— Não me ralhe, professora, não me afastei nada — respondeu Tara com soberba, esperando uma bronca da professora.
— Não se preocupa, Tara, se não for incômodo esperar por você.
A cara da Tara passou da incredulidade pra uma expressão de compreensão e, em seguida, pra um sorriso de deboche.
— Profe, será que vou ficar meio desconfortável num assento só? Dá pra eu pegar dois? — comentou como se fosse uma pergunta, mas soou mais como uma ordem do que outra coisa.
A perplexidade era um poema na cara da professora, mas ela parecia relutante em se curvar às exigências da aluna. Aí a Tara contra-atacou com habilidade, sem deixar o cérebro da professora se recompor.
— É que veja... — hesitou. — Encontrei essas pedras e é desconfortável pra mim carregá-las comigo.
Nesse momento, abriu a bolsa e mostrou as pedrinhas pra professora. Na hora, várias coisas aconteceram. A boca se entreabriu, os olhos ficaram levemente vidrados e sem vida. Depois de um instante, a professora se recompôs e pigarreou.
— É verdade, Tara, deve ser desconfortável pra você ir num assento só. Pega o meu também.
Tara ocupou os dois assentos sob o olhar estupefato de todos os colegas de classe, e a professora foi sentar no banco do carona do ônibus, que não passava de uma tábua que subia e descia.
Depois de um tempo, por duas ou três vezes, a professora fez menção de se levantar e voltar pro lugar dela, mas uma sombra escurecia o rosto dela e ela não saía do lugar.
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A mamãe Cathy estava radiante e era a rainha da festa. Ela estava de joelhos no meio de uma roda de amigas da Tara, com as tetonas enormes balançando. Não importava que o papel dela naquele momento fosse de mesinha de pizza; a Cathy estava tão excitada que sentindo-se um objeto que a mão dela investia contra sua bucetinha rosada sem parar, e uma poça começava a se formar, fruto dos vários orgasmos que ela já tinha tido. De repente, ela começou a tremer e a acompanhar ritmicamente os movimentos, bem no momento em que estava prestes a ter outro orgasmo.
– Para – disse Tara com uma voz autoritária. Cath soltou um som gutural, bem parecido com o grunhido de algum bicho, mas mesmo assim tirou a mão e ficou parada ali.
Todas as amigas de Tara exclamaram, surpresas.
– E ela obedece a tudo que você manda? – perguntou uma das amigas de Tara, curiosa.
– No começo até queria se rebelar – explicou – mas quando dava esses ameaços, era a hora que eu puxava o chicote.
– Que interessante! Posso tentar?
– Claro, já vai ver. Mãe! Você foi muito desobediente, se prepare pra umas palmadas.
– Legal, a Cathy adora levar palmada – disse com um entusiasmo fora do normal, colocando a bunda pra cima.
Quando Jess, a amiga da Tara, começou com as chicotadas, Cath só sabia rir com uma risada totalmente falsa.
– Kikiki, é, devo ter sido muito má pra você me bater tão forte...
Depois de uma dura série de golpes, a bunda já tinha uma marca roxa fininha nas duas nádegas.
– Pô, no final com tanta palmada vou ter que andar de quatro o dia inteiro.
Uma gargalhada geral explodiu na sala.
– Agora vocês vão ver a melhor parte, porque vamos dar o presente pra minha mãe – comentou Tara com um meio sorriso nos lábios.
As amigas dela estranharam, mas deixaram rolar, afinal já sabiam como Tara era. Melhor confiar nela. Tara levantou a saia, se ajoelhou na frente da mãe e, com um simples gesto da garota, a mãe se posicionou pra lamber a bucetinha dela. O simples contato da língua com a xota da filha fez Tara gemer fundo, e depois começar a mover suavemente... quadris.
As amigas da Tara se mexiam entre o desconforto, a excitação e o espanto, mas com o primeiro orgasmo da Tara, foram se animando e tirando a roupa, se posicionando no lugar onde a Tara tinha estado momentos antes. Cathy, que ainda não tinha permissão para se tocar de novo, se remexia inquieta, mas sem descuidar do trabalho. Aos poucos, todas as amigas da Tara foram passando pelo trono da Rainha, como a própria Cathy chamava, que estava encantada por ser o centro das atenções. Cada vez que uma garota gozava e dava lugar à outra, soltava uma frase tipo: “Poxa, mais uma garota veio me dar um presente” ou “que sortuda que sou”, e a partir daquele momento não conseguia dizer mais nada, porque a boca ficava à mercê da bucetinha da vez.
Embora Cath tivesse lambido diligentemente as bucetas de todas as amigas da filha, algumas mais de uma vez, ela estava toda melada de fluidos que escorriam pelo rosto e parte do corpo. Todas as amigas da Tara estavam exaustas, deitadas no chão, sem vontade de fazer nada.
— Jess — disse Tara — Você foi a que mais gozou, né?
— Sim — respondeu Jess, ainda acariciando a própria boceta.
— Acho, e tenho certeza que minhas colegas de classe concordam, que já que você foi a que mais aproveitou, deveria ser a que a deixa limpinha, pra próxima vez.
— Nossa, tia, que sacanagem, né? Não sou uma sem cérebro igual sua mãe pra fazer isso.
— O que você tá insinuando? Que eu faça? — respondeu Tara, levantando a voz.
— Não, tia, desculpa, mas as outras podem fazer.
— É, claro. Mas você foi a que mais curtiu, então vai ter que fazer algum sacrifício.
— Tá bom, tia, desculpa, não fica brava, vou levar ela pro chuveiro.
— Olha, querida, isso não se limpa no chuveiro. Chuveiros são pra pessoas, não pra móveis ou comedoras. Isso você vai ter que limpar com a língua. Qual é, tia? Cê tá louca? Como é que eu vou fazer isso?
- Olha, é bem simples – disse Tara, segurando Jess suavemente pelo pescoço com a mão que usava o anel. – E agora você tem que se inclinar.
Jess começou com lambidas leves no rosto e nos peitos de Cathy, e depois partiu com mais luxúria para a boca, os lábios, descendo até a buceta de Cath. Enquanto lambia a buceta dela, o pulso acelerou, a respiração ficou mais difícil e uma sombra de raiva passou pelos olhos dela, e ela fez menção de se levantar. Nisso, Tara colocou a mão de novo no pescoço dela e, com a outra mão livre, começou a masturbá-la suavemente, enfiando primeiro dois dedos de uma vez, o que fez Jess dar um sobressalto, mas conseguiu acalmar o pulso dela.
A relutância de Jess pareceu cessar, e um olhar vidrado apareceu nos olhos dela pelo resto do tempo, enquanto ela se esforçava para deixar Cathy limpa, que com uns gemidos roucos indicava que estava muito perto do orgasmo, que terminou quando ela arqueou as costas de um jeito quase antinatural e gozou abundantemente sobre a barriga, que era limpa diligentemente por Jess. Ao terminar a limpeza, ela parou, pensativa, os olhos recuperaram o tom mel habitual e ela perguntou, confusa:
- O que aconteceu?
- Nada – responderam em coro as outras amigas, que tinham assistido perplexas àquela exibição.
Jess não ficou muito convencida, mas com a insistência das amigas e o fato de não lembrar de nada, as dúvidas dela foram minadas, e ela pôde continuar curtindo a festa.
----------------------------------------------------------------
Assim que chegou em casa, depois da viagem à Grécia, Tara subiu correndo pro quarto, se trancou lá dentro, pegou um anel velho e começou a trabalhar. Nunca foi ruim em artesanato, e depois de algumas horas de trabalho, conseguiu encaixar um fragmento pequeno de uma das pedras no anel. Ela poliu, tirou o brilho... brilho e ajustou de um jeito que parecia um anel recém-comprado. Também aproveitou e fez um colar com uma pedra que tinha o tamanho perfeito pra isso.
Terminado o trabalho, ela colocou o colar e desceu correndo pra cozinha encontrar a mãe.
— Mami, olha o que eu trouxe da Grécia — disse Tara, inocente — é um conjunto de joias do amor. Eu fico com o colar e você fica com o anel.
— Muito obrigada, querida — disse a mãe enquanto experimentava no dedo indicador.
— Mamãe…
— Sim, querida.
— Dá pra gente jantar pizza hoje?
— Tara, passei a tarde toda na cozinha preparando o assado.
— É que ia me dar tanta felicidade.
— Às vezes, Tara, as coisas não podem ser.
— MÃE — escapou de Tara uma voz um pouco mais alta que o tom normal de conversa. — A melhor mãe do mundo faria de tudo pra filha ser feliz, e agora minha felicidade passa por me deixar comer pizza — disse, voltando ao tom normal.
Os olhos de Cath ficaram vidrados por um segundo, depois voltaram ao tom esverdeado.
— Por essa vez, tá bem, mas que não se repita, você sabe que não gosto de desperdiçar comida.
— Obrigada, mami. Tara se aproximou pra dar um beijo na mãe, mas em vez disso deu um tapinha carinhoso na bunda dela e saiu escada acima.
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