Fodendo pelo mundo - capítulo 1

Me chamo Leroy, tenho 1,86m, sou negro, e meu pau tem uns 19cm. Tenho a sorte de viajar o mundo a trabalho e de realizar a maioria das minhas fantasias sexuais. Participei de orgias, comi loiras, morenas, asiáticas, sem discriminar, e aqui vou contar minhas histórias.

A primeira parada foi na França. Lá conheci a Camille, ela era morena, cabelo preto liso, que mal passava dos ombros. Os peitos dela não eram enormes, mas chamavam atenção, e a bunda redonda contrastava com a cintura. Ela não media mais de 1,70m.

Camille era garçonete num barzinho onde eu almoçava todo dia. Me atraiu desde o primeiro dia que a vi, mas levei quase uma semana pra criar coragem e convidá-la pra jantar.

Fomos comer num restaurante com vista pro Rio Sena, e assim que terminamos, convidei ela pra ir ao apartamentinho que eu alugava. Acho que eu atraía ela tanto quanto ela me atraía, porque ela não hesitou em aceitar.

O apartamento não era muito grande, mal tinha dois cômodos e um banheiro pequeno. Assim que entramos, nos beijamos apaixonadamente, nossas línguas se entrelaçaram, e meu pau começou a ficar duro. Acho que ela sentiu, porque me parou e disse:

— Espera sentado no sofá, que eu preciso ir ao banheiro.

Apontei onde ficava o banheiro e fui me sentar no sofá, aproveitando pra olhar aquela bunda linda, que agora estava enfiada num vestido preto bem justo no corpo.

Não passaram mais de 5 minutos, e ela saiu do banheiro, já sem o vestido preto apertado, só de sutiã de renda e uma calcinha fio dental.

— Gostou? — perguntou.
— Adorei, mas dá uma voltinha, quero ver sua bunda.

A calcinha se enfiava entre as nádegas e deixava apreciar toda a redondeza daquela bunda. Só de olhar, meu pau ficava duro, e minha vontade de penetrá-la aumentava cada vez mais.

Ela se colocou de quatro e veio engatinhando os 2 metros que nos separavam.

— Fiquei com fome — disse — Tem alguma coisa pra comer?

E enquanto falava isso, começou a desabotoar meu cinto, e abaixar o zíper, procurando o que tanto deseja.
Quando ela viu, se assustou.

- Nunca viu uma tão grande? - Perguntei
- Toda pra mim, não, nunca vi, mas adoro - Ela disse

Começou a percorrer com a língua, da base até a cabeça, subiu e desceu algumas vezes, e meu pau foi ficando cada vez mais duro, a cada passada. Continuou dando beijos, e começou a chupar minhas bolas, enquanto me punhetava. Quando ficou dura do jeito que ela gostava, e toda lubrificada pela saliva dela, começou a comer com voracidade.

- Calma, mamãe, que esse pau não vai pra lugar nenhum - Falei.

Então começou a engolir mais devagar, deixando a garganta aceitar meu membro, e brincando com a língua, enquanto meu pau passava. Depois que encaixou tudo lá dentro, começou a subir e descer, chupando igual uma louca, tentando arrancar minha gozada. Subia e descia algumas vezes, e depois deixava o pau enterrado até o fundo por uns minutos, brincando com a língua e minhas bolas. Poucas vezes me chuparam com tanta vontade.

Terminei de tirar a camisa e a calça jeans, e joguei ela em cima do sofá, era minha vez de comer a buceta (e o cu).

Mandei ela ficar de quatro em cima do sofá, abaixei a calcinha dela, e enfiei minha cabeça entre as pernas dela. A buceta dela soltava uma quantidade enorme de sucos, então não foi difícil enfiar uns dedos, enquanto minha língua brincava com o clitóris dela, de cima pra baixo, de um lado pro outro. Ouvia ela gemer, e quanto mais forte eu chupava aquele botãozinho de prazer, que já tava duro igual pedra.

Meus dedos, lubrificados pelos sucos dela, começaram a brincar com o cu dela, primeiro rodeando o perímetro, e depois entrando devagarzinho. Acho que ela tava tão cheia de prazer que nem percebeu meus dedos no cu dela.

Ela teve um orgasmo de cinema, gemeu, se contorceu, e me encharcou de fluidos, então era hora de comer o cu dela. Minha língua começou a brincar com os lábios dela. e continuou subindo até encontrar o cu dela, que mesmo tendo levado 2 dedos até pouco tempo atrás, estava bem fechado. Comecei a percorrer ele em círculos, e depois a chupar a bunda dela com minha língua, foi aí que ela disse que o cu dela era virgem, mas que tava morrendo de vontade de encher ele de carne.

Sentei de novo no sofá, meu pau tava duro e queria usar a buceta dela. Ela parou, tirou a calcinha de vez, se aproximou de mim, se acomodou em cima, sentou no meu pau, e aos poucos, começou a engolir ele com aquela buceta molhada e apertada que ela tinha.

– Hmm, que grande, como eu gosto – gemeu.

Desabotoei o sutiã dela e comecei a chupar os peitos dela, primeiro o direito, depois o esquerdo, depois os dois juntos.

Ela enfiou o pau até o fundo e ficou parada uns segundos, gemendo e curtindo ter a buceta toda cheia de carne. Quando o corpo dela se acostumou a ter ele dentro, começou a subir e descer, aumentando a velocidade aos poucos, e conforme a excitação dela crescia.

Uma das minhas mãos brincava com a bunda dela, roçava o cu dela, e ia pedindo permissão pra dilatar ele. A outra brincava com o clitóris dela, e fazia ela ficar mais excitada, e se mover mais rápido.

Os gemidos dela me deixavam mais tesudo, e quando ela gozou pela segunda vez, aproveitei pra enfiar 2 dedos de novo no cu dela. Ela ficou parada, me abraçando, curtindo meu pau dentro dela e meus dedos no cu dela.

– Quero seu gozo, quero que você encha minha buceta de gozo.

Levantei, fiz ela se ajoelhar no sofá e apoiar as mãos na parede.

– Tem certeza que quer meu gozo?
– Sim, quero tudo, quero que você transborde minha buceta.

Não faltava muito pra eu gozar, então segurei ela pelas cadeiras, com as duas mãos, e ela guiou meu pau até a buceta dela. Entrei devagar, pro corpo dela se acostumar de novo, e quando tava tudo dentro, aumentei a velocidade. Ela começou a gemer de novo. pedindo que eu comesse ela como nunca tinham comido.
Uma das minhas mãos foi entre as pernas dela, e comecei a brincar com o clitóris dela, enquanto continuava metendo.
Não precisei de mais muitas bombadas pra gozar, e encher a buceta dela do jeito que a Camille queria. Fiquei parado, curtindo meu orgasmo. Me inclinei e falei no ouvido dela:

- Agora é a vez do teu cu.
- Nunca me comeram o cu - Ela disse - Você tem ele muito grande, vai doer-
- Tenho lubrificante no banheiro, vai buscar, eu te espero no sofá. Você senta, e se ver que tá doendo a gente para.

Ela aceitou sem reclamar, ela também tava afim de ter o cu arrombado.
Voltou com o lubrificante, passou na minha pica, e passou na bunda dela. Sentou de novo na minha pica, e foi enfiando devagar no cu.
A cabeça entrou sem problemas, e aos poucos, entrando e saindo, enfiou tudo, até as bolas.

- Você gosta de ter o cu cheio de carne? - perguntei
- Adoro, não sei como demorei tanto pra experimentar - Ela disse entre gemidos, de prazer e de dor.
- Agora vou arrombar tudo - falei
- Arromba, arromba meu cu todo-

Levantei de novo, e coloquei ela de joelhos contra a parede, dessa vez mirei no cu, e sem deixar ela encolher de novo, enfiei até o fundo. Ela gemeu, e pediu de novo pra eu arrombar o cu dela.
Comecei a me mexer rápido, sem piedade, os gemidos de prazer e dor dela e os pedidos pra eu comer e arrombar a bunda dela me excitavam, e me faziam comer ela com mais força.
Ela gozou de novo, dessa vez sem eu tocar no clitóris. E uns segundos depois, enchi o cu dela de porra.

Ficamos assim uns minutos, curtindo nossos corpos. Quando passou a tontura da gozada foda juntos, convidei ela pra tomar banho e ir dormir.

Na manhã seguinte, ela me acordou com um boquete, disse que tinha ficado com vontade de tomar meu leite, chupou um pouco, até eu explodir, e dei pra ela saborear minha porra.
Eu teria adorado dar uma trepadinha matinal, mas ela disse que tava atrasada pro trabalho. Que a gente se veria mais tarde.

À tarde me avisaram que eu tinha que sair de Paris, não consegui me despedir da Camille, e fiquei com vontade de comer aquela bunda redonda de novo. Mas por sorte no meu próximo destino também tinha umas gostosas lindinhas, prontas pra foder e gozar.

Meu próximo destino foi Praga, mas isso já é outra história.

2 comentários - Fodendo pelo mundo - capítulo 1

Excelente!! me encanto y espero leer mas de tus calientes historias! te mando un beso