Mais um capítulo forte dessa saga, não sei até onde esses caras vão chegar, mas vamos ver.
Claudia é uma puta vingativa 108
Realmente deu uma virada profunda em mim, de detestar o Javier, de sentir um mal-estar profundo, eu adorava que ele comesse a Claudia, não sabia o que tava rolando comigo, mas depois de ver ele metendo no cu dela no parque, me senti estranho, queria que ele comesse ela o tempo todo, talvez por ser mais novo, por me sentir refletido, sei lá. Mas me deixava louco de tesão.
Finalmente tive que trabalhar com ele de novo, tinha que fazer uma plantão à noite, o chefe pediu e não pude recusar. Ele veio sorrindo, acho que desde as férias ele já tinha notado uma mudança profunda em mim.
— O que tá fazendo, véio… como cê tá…
— Bem, obrigado… e você…
— Muito feliz… adoro comer sua mulher… é a melhor buceta que já tive… a mais complacente… ousada… diria até meio puta… — e soltou uma gargalhada enquanto eu sorria — mas o melhor é sua mudança… adoro… avisa ela que vou lá comer ela… em algum momento da noite. Vai… — liguei no celular dela, ela já tava em casa.
— Oi, amor… — falei. — Tô com o Javier… ele disse que em algum momento da noite vai te buscar…
— Fala pra ele dormir de cu pra cima… que vou meter nesse rabão… — ele disse.
— Ouviu o que ele disse, amor…?
— Não, o que foi…
— Que você durma de cu pra cima… que ele vai te meter nesse rabão…
— Que filho da puta atrevido… fala pra ele que vou passar óleo antes de dormir… pra ele me foder melhor…
— Ela disse que vai passar óleo pra você comer ela melhor…
— Manda um beijo pra ela… fala que ela é minha puta de rabão… que a bunda dela é pra eu gozar…
— Ele disse que você é a puta de rabão dele… que sua bunda é pra ele gozar… — meu pau tava bem duro com esse jogo de tradutor. E todo mundo adorava.
— Ele manda um beijo, amor… a gente se vê depois… — falei pra Claudia.
Tivemos uma noite de trabalho bem agitada. Não conseguimos arrumar tempo em nenhum momento, Javier tava puto pra caralho. Claudia Não dava pra chegar mais tarde, então não conseguimos ver ela. Falei com o Javier que não vinha jantar naquela noite, mas que problema tinha, ele tava adorando. Quando cheguei em casa, antes de dormir, liguei pra Claudia pra avisar, ela disse que me amava. Os meninos tinham que ficar em casa, mas já não me importava mais. Quando a Claudia chegou, eu dei banho nela, troquei ela, coloquei a calcinha dela acariciando, um vestido curto, ela tava linda. Depois continuei com a comida, servi os meninos e logo levei eles pro quarto. Lá pelas dez e meia o Javier chegou, eles se deram um selinho na sala de jantar, sem nem olhar se os meninos estavam ou não. Jantamos nós três na sala, largados nos sofás, os meninos já dormindo.
— Gostou de como eu fiz a sua bunda, hein, doutora…?
— Que filho da puta você é… eu morria quando você me deixou com a bunda de fora… enquanto o povo passava… sentia a buceta toda molhada… que tesão…
Ele tirou o pau dele e mandou ela chupar um pouco enquanto comia, ela chupava com gosto e nós dois largados no chão da sala continuávamos comendo.
— Chupa bem, puta… vai, cu arrombado… cê gosta de ser tão vadia, hein… — ela tirou o pau da boca pra responder.
— Adoro como você me trata… — ele se levantou e trouxe um pepino que tinha na mochila, abaixou a calcinha da Claudia, que tava de quatro no chão, e foi enfiando devagar no cu dela, o pepino era bem grosso.
— Olha que lindo que fica no teu cu… comprei no supermercado… ficava olhando vocês pensando qual seria o melhor pra enfiar em você assim… como a vadia que você é…
Claudia gozou na hora enquanto ele brincava com o pepino, depois deixou ele enfiado, deu o pau dele pra chupar e sentou pra comer.
— Cê tá apontando a bunda pro teu marido… com um pepino enfiado… que puta que você é…
— Sou sua puta…
Ele fez ela continuar chupando e quando tava quase gozando, segurou a nuca dela e enfiou contra a pélvis dele. Claudia, como sempre, adorava engolir, nem precisava, mas teve outro orgasmo com a putaria toda. Ele pegou o pepino e enfiou no cu dela, prolongando o orgasmo. Claudia se jogou de lado no tapete depois. Eu tava com medo de que algum dos meninos saísse do quarto, mas não falei nada. Ele deixou o pepino bem enfiado no cu dela e disse:
— Anda pro quarto… mexe bem essa bunda… como a puta arrombada que você é… esquenta teu macho… assim eu tiro esse pepino e enterro meu pau em você, vai, puta… se mexe…
Claudia andou bem sensual, dava pra ver o pepino no cu dela, era uma cena entre doentia e excitante. Quando entramos no quarto, ela tava deitada de bruços com o pepino enfiado no cu. Ela se masturbava a buceta com as duas mãos e mexia a cintura que era uma delícia. Javier já tava duro de novo, chegou, tirou o pepino e substituiu pelo pau dele. Ela virou a boca pra beijar ele, se beijaram um tempão sem falar enquanto ele metia devagar e firme. Claudia dizia:
— Me morde o pescoço, me marca o pescoço inteiro… sou sua puta… me marca… me enche das tuas marcas…
Ele mordia o pescoço dela bem forte, Claudia tava toda excitada.
— Isso, me marca toda… deixa todas as tuas marcas… que gostoso… queria tatuar um J no meu cu… pra todo mundo saber de quem eu sou…
Ele meteu bem forte, nenhum dos dois falou mais, se comeram de boca um tempão, sem falar, voando de tesão até que ele gozou bem fundo no cu dela, ficou mais um tempo em cima dela. Depois saiu, beijou ela e acariciou um pouco, e disse que tinha que ir.
Acompanhei ele no elevador, que sensação tão diferente, me sentia grato, queria que nunca acabasse, que ele fosse o amante da Claudia pra sempre. Ela tava diferente, sempre foi puta, mas isso era diferente, o que tava rolando, não sei. Agradeci ele, e ele disse:
— Valeu, véio… fazia tempo que não me sentia tão feliz…
— Gostei da ideia da tatuagem… é sua mulher…
Ele me olhou sorrindo, saiu na rua, subiu na moto e foi embora.
Quando voltei pro quarto, Claudia queria que eu metesse no cu dela, que sentisse. A porra dele era tão abundante que, mesmo sendo a segunda descarga, foi assim que fiz. Ela me disse:
— Nossa… você tá pulsando muito… tá perto de gozar… tira… senão perde a graça. – Tirei, mas reclamei que queria gozar e tal, aí nos beijamos, nos acariciamos e dormimos.
Claudia é uma puta vingativa 108
Realmente deu uma virada profunda em mim, de detestar o Javier, de sentir um mal-estar profundo, eu adorava que ele comesse a Claudia, não sabia o que tava rolando comigo, mas depois de ver ele metendo no cu dela no parque, me senti estranho, queria que ele comesse ela o tempo todo, talvez por ser mais novo, por me sentir refletido, sei lá. Mas me deixava louco de tesão.
Finalmente tive que trabalhar com ele de novo, tinha que fazer uma plantão à noite, o chefe pediu e não pude recusar. Ele veio sorrindo, acho que desde as férias ele já tinha notado uma mudança profunda em mim.
— O que tá fazendo, véio… como cê tá…
— Bem, obrigado… e você…
— Muito feliz… adoro comer sua mulher… é a melhor buceta que já tive… a mais complacente… ousada… diria até meio puta… — e soltou uma gargalhada enquanto eu sorria — mas o melhor é sua mudança… adoro… avisa ela que vou lá comer ela… em algum momento da noite. Vai… — liguei no celular dela, ela já tava em casa.
— Oi, amor… — falei. — Tô com o Javier… ele disse que em algum momento da noite vai te buscar…
— Fala pra ele dormir de cu pra cima… que vou meter nesse rabão… — ele disse.
— Ouviu o que ele disse, amor…?
— Não, o que foi…
— Que você durma de cu pra cima… que ele vai te meter nesse rabão…
— Que filho da puta atrevido… fala pra ele que vou passar óleo antes de dormir… pra ele me foder melhor…
— Ela disse que vai passar óleo pra você comer ela melhor…
— Manda um beijo pra ela… fala que ela é minha puta de rabão… que a bunda dela é pra eu gozar…
— Ele disse que você é a puta de rabão dele… que sua bunda é pra ele gozar… — meu pau tava bem duro com esse jogo de tradutor. E todo mundo adorava.
— Ele manda um beijo, amor… a gente se vê depois… — falei pra Claudia.
Tivemos uma noite de trabalho bem agitada. Não conseguimos arrumar tempo em nenhum momento, Javier tava puto pra caralho. Claudia Não dava pra chegar mais tarde, então não conseguimos ver ela. Falei com o Javier que não vinha jantar naquela noite, mas que problema tinha, ele tava adorando. Quando cheguei em casa, antes de dormir, liguei pra Claudia pra avisar, ela disse que me amava. Os meninos tinham que ficar em casa, mas já não me importava mais. Quando a Claudia chegou, eu dei banho nela, troquei ela, coloquei a calcinha dela acariciando, um vestido curto, ela tava linda. Depois continuei com a comida, servi os meninos e logo levei eles pro quarto. Lá pelas dez e meia o Javier chegou, eles se deram um selinho na sala de jantar, sem nem olhar se os meninos estavam ou não. Jantamos nós três na sala, largados nos sofás, os meninos já dormindo.
— Gostou de como eu fiz a sua bunda, hein, doutora…?
— Que filho da puta você é… eu morria quando você me deixou com a bunda de fora… enquanto o povo passava… sentia a buceta toda molhada… que tesão…
Ele tirou o pau dele e mandou ela chupar um pouco enquanto comia, ela chupava com gosto e nós dois largados no chão da sala continuávamos comendo.
— Chupa bem, puta… vai, cu arrombado… cê gosta de ser tão vadia, hein… — ela tirou o pau da boca pra responder.
— Adoro como você me trata… — ele se levantou e trouxe um pepino que tinha na mochila, abaixou a calcinha da Claudia, que tava de quatro no chão, e foi enfiando devagar no cu dela, o pepino era bem grosso.
— Olha que lindo que fica no teu cu… comprei no supermercado… ficava olhando vocês pensando qual seria o melhor pra enfiar em você assim… como a vadia que você é…
Claudia gozou na hora enquanto ele brincava com o pepino, depois deixou ele enfiado, deu o pau dele pra chupar e sentou pra comer.
— Cê tá apontando a bunda pro teu marido… com um pepino enfiado… que puta que você é…
— Sou sua puta…
Ele fez ela continuar chupando e quando tava quase gozando, segurou a nuca dela e enfiou contra a pélvis dele. Claudia, como sempre, adorava engolir, nem precisava, mas teve outro orgasmo com a putaria toda. Ele pegou o pepino e enfiou no cu dela, prolongando o orgasmo. Claudia se jogou de lado no tapete depois. Eu tava com medo de que algum dos meninos saísse do quarto, mas não falei nada. Ele deixou o pepino bem enfiado no cu dela e disse:
— Anda pro quarto… mexe bem essa bunda… como a puta arrombada que você é… esquenta teu macho… assim eu tiro esse pepino e enterro meu pau em você, vai, puta… se mexe…
Claudia andou bem sensual, dava pra ver o pepino no cu dela, era uma cena entre doentia e excitante. Quando entramos no quarto, ela tava deitada de bruços com o pepino enfiado no cu. Ela se masturbava a buceta com as duas mãos e mexia a cintura que era uma delícia. Javier já tava duro de novo, chegou, tirou o pepino e substituiu pelo pau dele. Ela virou a boca pra beijar ele, se beijaram um tempão sem falar enquanto ele metia devagar e firme. Claudia dizia:
— Me morde o pescoço, me marca o pescoço inteiro… sou sua puta… me marca… me enche das tuas marcas…
Ele mordia o pescoço dela bem forte, Claudia tava toda excitada.
— Isso, me marca toda… deixa todas as tuas marcas… que gostoso… queria tatuar um J no meu cu… pra todo mundo saber de quem eu sou…
Ele meteu bem forte, nenhum dos dois falou mais, se comeram de boca um tempão, sem falar, voando de tesão até que ele gozou bem fundo no cu dela, ficou mais um tempo em cima dela. Depois saiu, beijou ela e acariciou um pouco, e disse que tinha que ir.
Acompanhei ele no elevador, que sensação tão diferente, me sentia grato, queria que nunca acabasse, que ele fosse o amante da Claudia pra sempre. Ela tava diferente, sempre foi puta, mas isso era diferente, o que tava rolando, não sei. Agradeci ele, e ele disse:
— Valeu, véio… fazia tempo que não me sentia tão feliz…
— Gostei da ideia da tatuagem… é sua mulher…
Ele me olhou sorrindo, saiu na rua, subiu na moto e foi embora.
Quando voltei pro quarto, Claudia queria que eu metesse no cu dela, que sentisse. A porra dele era tão abundante que, mesmo sendo a segunda descarga, foi assim que fiz. Ela me disse:
— Nossa… você tá pulsando muito… tá perto de gozar… tira… senão perde a graça. – Tirei, mas reclamei que queria gozar e tal, aí nos beijamos, nos acariciamos e dormimos.
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