Claudia é uma puta vingativa 45
E depois de tanta tesão, a culpa caiu toda de uma vez na Claudia, ela não viu mais ninguém por um tempo, ficou de mau humor e não queria saber de ninguém. Tava puta consigo mesma, o tratamento com o namorado da menina era muito seco. Comigo também não queria transar, começou a trabalhar mais, dizia que aquilo sugava a energia dela e não deixava ela desviar pro sexo. Ficamos assim quase dois meses, eu não sabia o que fazer, nem transávamos de vez em quando. Um dia convidei ela pra tomar um café naquele café da Av. Córdoba, onde a gente tinha ido tantas vezes.
-Meu amor, não entendo o que tá rolando com você, ainda somos jovens, adultos, mas jovens… não acho que você possa fechar sua vida desse jeito…
-Eu não encontro o equilíbrio… o que aconteceu com o namorado da menina é demais… e quando entro nessas ondas de tesão não tenho como parar… depois me sinto um lixo…
-E quanto tempo você acha que consegue continuar assim… vai trabalhar 24 horas… e quando bater o tesão de novo, o que vai fazer… porque te conheço… você não é freira… -ela ficou pensativa e não respondeu.- Se continuar nesse caminho, vai ter um estouro… tudo vai voltar com mais força ainda… mais cedo ou mais tarde… -os olhos dela estavam marejados-
-Mas se eu machucar a Lúcia… sou uma filha da puta… não tenho limites…
-É disso que se trata… se você pode fazer quase tudo que quer… não consegue se segurar com o namorado da menina…
-Eu acho que sim… mas quando fico com tesão… viro uma perversa… mais egoísta… nada me importa… -eu já tava começando a ficar excitado com a conversa e me sentia um doente.-
-E você acha que vai conseguir evitar ficar com muito mais tesão…
-E o que a gente faz…
-Continuar vivendo como dá… tentando machucar o mínimo de gente possível…
Ficamos conversando mais um pouco e saímos do café, andamos abraçados, ela tava muito sensível. Naquela noite transamos, bem tranquilos, relaxados. Ela gozou duas vezes. Na manhã seguinte já se arrumava diferente. Eu percebia ela mais acesa, tava sorridente. Em pouco tempo, largou uns plantões que tinha pego.
Numa terça-feira chegou cedo em casa, fazia tempo que não me acompanhava no açougue. Vestiu a legging preferida dela, sem calcinha por baixo, e fomos pra lá. O açougueiro não tirava os olhos, sempre perguntava pela Cláudia e eu dizia que ela tava cheia de trabalho. Ela conversava animada com a esposa do João, se davam super bem. Ele se ofereceu pra levar o pedido, eu falei que a Cláudia tinha pedido isso com insistência. Que precisava que ele entregasse. Ele sorriu e continuou atendendo, saímos do açougue. Caminhamos abraçados, ela rebolava a bunda de um jeito sensual. Meia hora depois de chegar em casa, a campainha tocou. Ele subiu até nosso andar, quando entrou, já se beijaram fundo.
— Como eu tava com saudade de te ver, doutora… meu pau sente sua falta… — ela brincava com a mão apertando o volume dele por cima da calça.
— Tá com muita vontade de me foder… — disse exagerando a voz de putinha.
— Tô com o pedido pronto… guardei pra você…
Ela fez ele sentar no sofá e montou em cima, com a buceta apoiada no pau dele, se esfregando contra ele e com a bunda toda virada pra ele.
— Acaricia minha raba… não ia querer tentar enfiar mais um pouquinho… me deixar igual uma putinha aqui no sofá e meter pelo menos a cabecinha… — ele puxou a legging dela pra baixo e acariciou os glúteos à vontade. Eu passei um pote de lubrificante pra ele, começou a massagear a bunda dela e enfiar os dedos devagar, a Cláudia gemia cada vez mais alto.
Ela se soltou, ficou de joelhos no sofá, com aquele rabão oferecido, o peito apoiado no encosto. Ele se pelou todo. Ela virou a cabeça pra olhar ele.
— Tem que ir bem devagar… primeiro só a cabeça e depois, se eu aguentar, peço mais… quer?
Ele mordeu a boca dela enquanto acariciava os peitos e a empurrava por trás, enfiou um pouco na buceta que tava encharcada, depois apontou devagar pro cu dela e brincou por toda a região. raya, indo e vindo, num instante apontou aquela cabeçona e só enfiou a cabeça. Claudia mordia o lábio inferior, ficaram parados um tempão.
—Tô me sentindo como se tivesse entupida por um tronco de carne… mete um pouquinho mais… vai…?
Na hora, bem devagar, só mais um pouco do pau dele entrou na bunda de Claudia, que agora gemia com uma espécie de gemido.
—Que porra de pau que tu tem… tu ia gostar de me comer só tirando e botando até aí… e mexeu a bunda dela de um jeito sensual. Ele começou aquele mete e tira curto, dava pra ver que tava super tarado, e entrava e saía bem pouco, mas o pau dele tava duro que nem ferro.
—Que delícia, sinto ele… mete um pouco mais… —disse Claudia com voz de puta— vai, não tem medo… devagar… aaaaassssiiiiiiii… como enche bem meu cu… deixa ele aí dentro… —e aí ela começou a comandar a foda, a bunda dela se mexia que era uma poesia, ele segurava ela pela cintura mas era só um gesto, ela continuou mandando na foda.
—Para… para que eu vou gozar… não aguento mais…
—Não para… enche minha bucetinha de leite… vai… enche meu cu de leite de macho… —virou a cabeça e se beijaram, gozando juntos como possessos. Ficaram assim até o pau dele sair. Claudia levantou e beijou ele, foi pro banheiro, ele se vestiu e saiu de casa. Claudia saiu do banheiro e sentou nua no sofá, colocou uma camisinha em mim e enfiou na minha pussy.
—O que eu te falei… já tô voando de tesão… tô puta… viciada… quero pau… me dá muita rola, meu amor… —eu comia ela duro e firme, aguentando pra caralho— tomara que o namorado da menina entre e me veja assim… recebendo pau como uma puta gostosa… tu ia gostar, hein… —eu não quis responder e também não cortei o assunto. Não queria mexer com a culpa dela.— imagina se ele me visse montada em ti, minha bunda oferecida pra ele… —meu pau ficou mais duro.— sabe como eu faria ele encher de novo… espremo o pau dele… aaaaa…. —ela teve um orgasmo profundo, depois foi tomar banho e deitou pra descansar um pouco. Depois a menina chegou com o namorado. Claudia se levantou e estava bem descansada, vestida normal. Não tem perigo, pensei.
Claudia é uma puta vingativa 46
Passaram-se algumas semanas, tudo voltou ao normal, fazia quatro dias que não transávamos, mas Claudia me provocava bastante, quando eu ficava excitado, começava a tremer. Faltavam cinco dias para meu aniversário, naquela noite depois do jantar Claudia, toda meiga, disse que ela mesma colocava a menina na cama, que eu não dormisse, me levou para a cama e me amarrou. Lúcia tinha ido para a casa do namorado. Já estava de pau duro só de esperar, depois de uns quarenta e cinco minutos apareceu Claudia, uma regatinha curta, bem decotada, barriga de fora, minissaia rodada e umas meias com elástico nas coxas. Ela se virou sensualmente e me mostrou como uma calcinha fio dental preta sumia na bunda dela.
— Tô bonita, amor...? Esse é o conjuntinho que vou usar na noite do seu aniversário... quero que você não esqueça... que se divirta muito... — ela dançou um tempo sensualmente para mim, me despiu da cintura para baixo, estávamos nos primeiros dias do outono. Ela montou em mim, puxou a calcinha fio dental para o lado e só envolveu a cabeça do meu pau com os lábios da buceta dela e começou a brincar na entrada da boceta. — Não quero que você goze... se estiver perto, me avisa... gostou do conjuntinho para você, amor?
— Adorei, você está uma delícia...
— Que bom que gostou... — e me beijou, enfiando a língua. — Bom... na noite do seu aniversário vamos jantar em família... o único convidado vai ser o namorado da menina... depois ela fica com o namorado para cuidar da Nerea... — eu me sentia excitado, dava para ver que ela estava segura, confiante, sem nenhuma dúvida. — Você vai ter três opções... e quero que amanhã me responda qual você escolhe... a primeira... depois do jantar... a gente vem para o nosso quarto e você me come... me faz de sua puta... e talvez me encha de porra... e acabou o jogo com mais ninguém, sou sua puta... — ela sorria das próprias ideias, eu tentava imaginar o que ela estaria pensando. — A segunda, que talvez você goste mais... você escolhe se... Saímos com Jorge... com Juan... ou se vamos dançar e eu como algum moleque por aí... — fez uma pausa bem longa, quase teatral, parecia ensaiada.
— E a terceira...?
— Bom... essa é assim... eu escolho o que a gente faz depois do jantar... mas se você escolher essa opção... vem com alguns extras... vai continuar depois do seu aniversário... por um bom tempo... você vai ficar sabendo aos poucos... com certeza vai te deixar com tesão... mas vai ter momentos de sofrimento... já tenho quase tudo resolvido... mas quero que você escolha... — ela saiu de cima de mim e foi se trocar — quando voltou, me desamarrou e disse que íamos dormir. — Não vou te fazer escolher agora porque se eu fizesse, seria sacanagem... do jeito que você tava com tesão, ia escolher a terceira... quero que você pense e amanhã à noite me responda... tem o dia inteiro pra pensar, me beijou apertando minha pica e virou de costas pra dormir.
Na manhã seguinte, não ouvi ela sair, sentia a cabeça girando, pensava no que podia acontecer, no que seria que a Claudia tava planejando, ela parecia confiante demais, sem dúvidas, lembrava da conversa que a gente teve no café, parecia que ela tinha se decidido. Eu tentava pensar em outra coisa, fui na praça com a Nerea e via as outras pessoas, parecia que os filhos delas deviam ser mais felizes, que os pais não tinham tanta doença quanto eu, e aí a Nerea veio me abraçar.
— Te amo muito, papai... — disse e foi brincar — sentia que ia chorar a qualquer momento, meus aniversários sempre me deixaram tenso, mas agora me sentia maduro, grande pra muitas coisas, me sentia mal. Depois voltamos pra casa e a Lucía tava lá, pedi se ela podia ficar um pouco com a Nerea e fui dar uma volta. Amava a Claudia, mas tinha certeza que o que ela ia propor seria pesado, ao mesmo tempo que só de pensar nela eu ficava com tesão, gostava de sentir que ela tinha poder sobre mim, que me manipulava do jeito dela. Pensei que era certeza que ela sabia que, com meu tesão, eu ia escolher deixar ela escolher, sentia um aperto na barriga. Me sentia estranho. Tava com medo de falar aquelas palavras, de dizer que queria que ela escolhesse. Pensei em bater uma, mas não quis, não ia jogar sujo comigo mesmo. Voltei mais calmo pra casa, já que ia perder mesmo, o que tem que ser, é. O que tiver que ser, será, falei pra mim mesmo, fui no mercado comprar coisas pra preparar o jantar, comprei também umas flores pra mesa, a Lucía me sorriu quando entrei e a Nerea se agarrou forte nos meus joelhos.
— Que flores lindas, papai, são pra mamãe? — perguntou a Lucía.
— São pra pôr na mesa… pro jantar… quero comemorar meu aniversário adiantado…
Quando a Claudia chegou, foi tomar banho e se vestiu com roupa de casa, me sorriu ao ver as flores na mesa. Veio me cumprimentar e me deu um beijo profundo, jantamos em silêncio, depois fomos pro quarto, com as meninas já dormindo. A Claudia me fez tirar a roupa, me amarrou na cama, se despiu sensual pra mim, colocou uma camisinha e meu pau sumiu devagar na buceta dela.
— Bom, parece que você já escolheu…
— Parece…
— Acho que escolheu bem… você gosta de sofrer… faz vários anos que venho aumentando a dose… não é, meu cuck…?
— Sim, minha rainha…
— Isso sou… sua rainha… e de agora em diante… cada vez mais… — ela teve o primeiro orgasmo e ficou um tempo deitada em cima de mim, nenhum dos dois falou. Depois de um tempo de silêncio, quando ela começou a se mexer de novo em cima de mim, perguntei.
— E o que vamos fazer no meu aniversário…
— Já vai ver… relaxa e goza… não agora… agora aguenta mais… — e ela mordeu o lábio inferior enquanto se enfiava no meu pau que tava duro feito pedra. — Tava chegando de novo… que tesão que eu tô sentindo… você gostaria de gozar…
— Adoraria…
— Mas não assim… quero ver seu pau cuspindo porra… no ar… em cima da sua barriguinha… que nem um cuck punheteiro… — ela saiu de cima de mim e arrancou a camisinha, meu pau tava bem duro no ar, ela passava só o dedinho por trás — que linda que ela tá… pensar que você podia ter escolhido a primeira opção… me fazer sua putinha… sua putinha… — ela chupou por trás da cabecinha um par de vezes… às vezes— mas você escolheu bem… que ela seja sua rainha… hoje você assina um novo contrato… pro dia do seu aniversário… né, meu bem?
—Sim, minha rainha… — e me punhetou até meu pau explodir, esguichando até meu peito, enquanto Claudia ria com maldade.
Claudia é uma puta vingativa 47
E assim fiquei, esperando meu aniversário, Claudia feliz como raramente. Na noite do aniversário, que comemoramos numa sexta, veio só o namorado da menina, Carlos. Claudia vestiu a minissaia que tinha me mostrado, as meias, a camiseta sem sutiã. Disse pra Lucía antes do jantar que estava se arrumando pra sair comigo, que ela não ficasse brava; Lucía disse que ela estava linda. O cara no jantar não perdia um detalhe, de vez em quando os bicos dos peitos de Claudia estavam duríssimos por baixo da camiseta, parecia que iam estourar. Que puta você é, pensei. Num momento em que Lucía foi ao banheiro, ela se levantou pra me beijar, se inclinando e dando um close do rabo pra Carlos, que estava vermelho o tempo todo, parecia que ia explodir. Mas por sorte tudo foi tranquilo, Claudia era a mais feliz de todos, e Lucía também. Depois do jantar descemos, era uma noite linda de outono. Claudia me deu as chaves do carro e indicou o caminho. Numa esquina estava Jorge, o ex dela. Eu já estava nervoso. Ele entrou atrás e deu um beijo nela enquanto acariciava as pernas dela.
—Eu tava certa… — disse Claudia — deixei eu escolher… então hoje quem decide sou eu… — e olhou pra ele com maldade. Fomos pra uma balada, Claudia foi pro banheiro, nós dois estávamos tensos e pedimos algo pra beber, pra relaxar um pouco. Quando Claudia voltou, me deu um beijo profundo — te amo, love… feliz aniversário. — Se inclinou e com certeza deu pra ver a calcinha fio dental sumindo na bunda dela; vários caras olhavam. Claudia conversava e ria com a gente. Num momento, disse pra gente se segurar carinhosamente pela mão, como se fôssemos mais que amigos, e riu. Pouco depois, um cara já tinha se aproximado, um cinquentão, e convidou Claudia pra dançar; ela saiu encantada, olhando pro nosso lado, enquanto Ela dançava de um jeito provocante. Eu não sabia se perguntava algo pro Jorge ou não, a Claudia agora tava se beijando com o senhor que passava a mão nela toda, a cara do Jorge era impagável. Eu não tava entendendo nada. A Claudia foi com o senhor sentar num canto bem escuro, o Jorge pegou na minha mão e me levou pra lá, me senti estranho. Quando acostumamos os olhos, a Claudia tava de joelhos na frente do cara sentado, chupando a pica dele. A mão do cara acariciava a bunda dela e os dedos enfiavam nos dois buracos da Claudia. Ela parou, colocou uma camisinha e montou nele com a calcinha fio dental puxada pro lado, subia e descia enquanto ele, levantando a blusa dela, chupava os peitos dela desesperado. Ficaram um tempão, o cara parecia que não conseguia gozar, a Claudia virou a cabeça num momento e viu a gente. Ela sorriu de um jeito perverso e beijou ele na boca, mordendo o lábio do cara. O Jorge foi pro balcão e eu fui atrás. Ainda sem entender nada. Ele pediu outra bebida e a gente bebeu em silêncio. A Claudia ficou mais meia hora ainda, apareceu depois de um tempo, junto com o senhor que deu um cartão pra ela, que ela guardou na bolsa, beijou ele e veio até nós. Pediu a chave do carro e mandou a gente sair. No carro ela dirigiu, eu no banco do carona e o Jorge atrás, ninguém falava nada.
— Que vontade de alguém foder minha bucetinha… quem se atreve… — eu fiquei calado esperando. O Jorge falou.
— Você não vai sentar por uma semana se eu te pegar… puta, puta…
— E você sempre falava que eu era uma puta… vamos pro hotel ou prefere ir embora…
— Vamos pro hotel… vou te dar o que você merece… puta barata… — a Claudia esboçou um sorriso leve.
Assim que entramos no quarto, se agarraram na boca, a Claudia tava de quatro na cama, com a roupa ainda, o Jorge se pelou e montou nela, enfiando no cu dela.
— Que puta que você é… como você comeu aquele velho…
— Você também tá virando um voyeur, hein…?
— Perdi uma aposta… só isso… nunca mais, sabe… não…?
— Sim, meu rei nunca mais… enfia com força no meu cu… castiga sua puta que se comportou mal… que foi longe demais… -ele agarrou ela forte pelo cabelo enquanto furava o cu dela e, virando a cabeça dela, mordeu seu pescoço, depois cuspiu na boca dela. Claudia estava com os olhos semicerrados, totalmente entregue ao que viesse. Depois, pararam um pouco e se desp iram. Ele deitou de bruços e Claudia montou nele, enfiando o pau no cu dele. Agora era ela quem marcava o ritmo- agora tudo segue como eu te falei… você vai me comer direto, hein, vagabundo… vai me encher de pica… ehhhhh??? Vai me encher… -Siiim, filha da puta… vou fazer uma barriguinha deliciosa em você… você vai ter um bebezinho meu… pra dar um irmãozinho pra Lucía… que puta que você é… -sou sua puta… cada dia mais… graças ao meu marido… -disse ela se virando pra me olhar- ainda não contei nada… aos poucos vou contando… ele também tem que aproveitar… coitado do meu punheteiro… e me mandou um beijo sorrindo, quando ele estava gozando, tirou ela de cima, deitou ela de barriga pra cima e enfiou o pau na boca dela -Limpa, puta… puta barata… meu cu arrombado… -sou toda sua… sua puta… sua puta barata… -o pau dele começou a jorrar porra que foi direto na cara de Claudia, que abriu a boca querendo engolir o que ele dava. Depois, ele deu uns tapinhas com o pau nas bochechas dela, e Claudia chupou ele por um bom tempo. Depois, foram juntos tomar banho. Ficaram um tempão no banheiro. Depois de sair, ela se ajoelhou e chupou ele de novo. O pau dele estava meio murcho, não durava totalmente. Ela chupava mesmo assim com prazer. Ele quis enfiar na buceta, e ela disse que, se ela ganhasse a aposta, só o cu naquela noite. E foi assim. Ficaram mais um tempo se acariciando, e depois saímos os três. Deixamos ele em casa e voltamos pra nossa. Quando voltamos, o namorado da Lucía estava vendo TV no sofá. Claudia tirou a saia e ficou só de fio dental, foi pra cozinha pegar algo pra beber. Eu fui pro quarto, e logo Carlos foi pra cozinha. Escutei a conversa deles. Tudo estava em silêncio.
—Desculpa, não sabia que você estava acordado… —disse a Claudia.
—Tá de boa… é sua casa…
Depois ela me deu um beijo na bochecha e falou pra eu descansar, foi andando de um jeito sensual, rebolando a bunda até o quarto. Aí fechou a porta do quarto e me beijou.
—Gostou do aniversário, amor…?
—Sim, minha rainha…
Ela me despiu da cintura pra baixo, colocou uma camisinha em mim, montou e ficou se movendo um tempão em cima de mim. Depois do orgasmo dela, chegou no meu ouvido e falou: me dá com força e goza… aproveita hoje… vai, é seu aniversário… e foi o que a gente fez…
Claudia é uma puta vingativa 48
Na manhã seguinte, a Claudia me acordou com a boca brincando docemente com meu pau, chupando de leve. Quando abri os olhos, ela chegou perto de mim e falou baixinho no meu ouvido enquanto a mão direita dela brincava em volta do meu pau.
—Viu como aquele cara comeu minha bunda com o olhar… que tesão… tava com vontade de pegar no pau dele e chupar… espremer até a última gota… ainda tô quente… tomara que ele já tenha ido embora… —e por sorte ele tinha ido mesmo, já não estava mais. A gente tomou café da manhã tranquilo, a Lucía tava dormindo e a Nerea também. A Claudia falou:
—Hoje à noite a gente vai dar uma volta de carro… quero te contar uma coisa… lembra que eu falei que se eu escolhesse… não era só a noite do seu aniversário… já tinha tudo planejado… —e chegou perto pra me beijar, mordendo meus lábios de um jeito muito sensual.
O dia foi interminável pra mim. A Lucía ficou com a Nerea, e a Claudia falou que a gente ia dar uma volta de carro. Ela dirigia, eu sentei no banco do carona e, assim que a gente arrancou, ela mandou eu abaixar um pouco minha calça e deixar meu pau de fora. Com a mão direita, começou a brincar com ele de leve.
—Quer que eu conte…?
—Sim, minha rainha… por favor…
—Vou resumir… meu secretário pediu demissão… —ela me masturbou um tempo em silêncio. —O Jorge não tava muito satisfeito no trabalho… —que filha da puta, não, isso é demais, pensei, enquanto meu pau ficava um pouco mais duro. —Como fica duro… já sabe o que vou te dizer… vou pagar quase o o dobro que pra você… porque ele me serve melhor… e espero que me encha… assim a gente dá uma irmãzinha pra Lucía… -eu queria protestar, falar alguma coisa, mas não conseguia, tava em choque.- te falei que se eu escolhesse…
- Que puta você é…
- Cê gosta, papai… meu ex-marido vai me comer direto… até me encher pelo menos… a namorada nem vai desconfiar… ele vai falar que arrumou trampo num consultório… temos a desculpa perfeita…
- E eu… -criei coragem pra perguntar.-
- Você, meu punheteiro… -falava enquanto me batia uma punheta suave.- é meu marido atual… meu parceiro…
- O que eu faço… te espero em casa…
- O Jorge teve a ideia de usar a câmera do notebook… assim você pode nos ver… mas só alguns dias, claro… cê gosta, amor…
- Você me enlouquece…
- Já sei, bobinho… agora se cobre… vou deixar você me comer… quer…?
- Adoraria… -dirigi de volta pra casa. Depois de colocar a pequena pra dormir, me amarrou na cama e saiu do quarto. Quando voltou, tava usando um jaleco que marcava a rabeta dela. Abriu ele sensualmente e só tinha calcinha por baixo.
- Amanhã vou trabalhar assim… vai agradar o Jorge… assim fico mais acessível… se tiver uma pausa entre os pacientes… ou senão quando terminarmos…
Ela veio até mim, puxou a tanga pro lado, colocou uma camisinha em mim enquanto chupava minhas bolas e montou.
- Como tá dura… e olha que você comeu ontem à noite… chifre é o melhor afrodisíaco pra você… -chegou perto do meu ouvido- cê gosta de ser corno, né…? –falou com a voz mais puta num sussurro.- meu ex vai me encher de porra… certeza que vai me fazer uma barriguinha bem rápido… não te incomoda…? –ficou parada em cima de mim.-
- Se eu não quero que ele te encha…
- Além de me encher, vou pagar ele pelo trampo… o dobro que pra você… e tô sempre disponível pra ele… pros caprichos dele… pros vícios dele… cê gosta, amorzinho…? –sentia uma dor no peito e meu pau duríssimo-
- Acho que a gente devia parar…
- Te falei pra me encher e você teve medo… me deixou solta… agora achei meu macho que quer me encher… como a gente vai Impedir…?
—Não sei, não tá certo… — meu pau tá duro igual uma estaca.
—Rá… que engraçadinho você… teu pau me diz que quer mais… que não aguenta de vontade de ser humilhado… amanhã você deixa a menina com a Lucía… às oito e meia você tem que estar na porta do consultório… quando o Jorge sair… você entra… quero que me encontre acabadinha de encher…
Ela saiu de cima de mim.
—Agora vamos dormir, pra você ficar bem quentinho e não perder o tesão — ela envolveu meu pau com a mão. Me beijava na boca com carinho.
—Gostou da roupa íntima que escolhi…?
—Fica linda em você… tá cada dia mais gostosa…
—Bom, vamos dormir agora, hein… — ela virou e encostou a bunda em mim — você teria tesão em meter na minha bunda…?
—Sim, adoraria…
—Eu também… mas depois você esfria… fica sem educação… dorme melhor… primeiro faz um carinho longo na minha raba, sim…?
Eu acariciei a raba dela, aproveitando cada centímetro da pele, ela dormiu. Na manhã seguinte, ela vestiu um vestido, tinha hospital primeiro, beijou as meninas e disse pra Lucía estar em casa às oito, que precisava de mim às oito e meia no consultório, saiu piscando um olho pra mim.
E depois de tanta tesão, a culpa caiu toda de uma vez na Claudia, ela não viu mais ninguém por um tempo, ficou de mau humor e não queria saber de ninguém. Tava puta consigo mesma, o tratamento com o namorado da menina era muito seco. Comigo também não queria transar, começou a trabalhar mais, dizia que aquilo sugava a energia dela e não deixava ela desviar pro sexo. Ficamos assim quase dois meses, eu não sabia o que fazer, nem transávamos de vez em quando. Um dia convidei ela pra tomar um café naquele café da Av. Córdoba, onde a gente tinha ido tantas vezes.
-Meu amor, não entendo o que tá rolando com você, ainda somos jovens, adultos, mas jovens… não acho que você possa fechar sua vida desse jeito…
-Eu não encontro o equilíbrio… o que aconteceu com o namorado da menina é demais… e quando entro nessas ondas de tesão não tenho como parar… depois me sinto um lixo…
-E quanto tempo você acha que consegue continuar assim… vai trabalhar 24 horas… e quando bater o tesão de novo, o que vai fazer… porque te conheço… você não é freira… -ela ficou pensativa e não respondeu.- Se continuar nesse caminho, vai ter um estouro… tudo vai voltar com mais força ainda… mais cedo ou mais tarde… -os olhos dela estavam marejados-
-Mas se eu machucar a Lúcia… sou uma filha da puta… não tenho limites…
-É disso que se trata… se você pode fazer quase tudo que quer… não consegue se segurar com o namorado da menina…
-Eu acho que sim… mas quando fico com tesão… viro uma perversa… mais egoísta… nada me importa… -eu já tava começando a ficar excitado com a conversa e me sentia um doente.-
-E você acha que vai conseguir evitar ficar com muito mais tesão…
-E o que a gente faz…
-Continuar vivendo como dá… tentando machucar o mínimo de gente possível…
Ficamos conversando mais um pouco e saímos do café, andamos abraçados, ela tava muito sensível. Naquela noite transamos, bem tranquilos, relaxados. Ela gozou duas vezes. Na manhã seguinte já se arrumava diferente. Eu percebia ela mais acesa, tava sorridente. Em pouco tempo, largou uns plantões que tinha pego.
Numa terça-feira chegou cedo em casa, fazia tempo que não me acompanhava no açougue. Vestiu a legging preferida dela, sem calcinha por baixo, e fomos pra lá. O açougueiro não tirava os olhos, sempre perguntava pela Cláudia e eu dizia que ela tava cheia de trabalho. Ela conversava animada com a esposa do João, se davam super bem. Ele se ofereceu pra levar o pedido, eu falei que a Cláudia tinha pedido isso com insistência. Que precisava que ele entregasse. Ele sorriu e continuou atendendo, saímos do açougue. Caminhamos abraçados, ela rebolava a bunda de um jeito sensual. Meia hora depois de chegar em casa, a campainha tocou. Ele subiu até nosso andar, quando entrou, já se beijaram fundo.
— Como eu tava com saudade de te ver, doutora… meu pau sente sua falta… — ela brincava com a mão apertando o volume dele por cima da calça.
— Tá com muita vontade de me foder… — disse exagerando a voz de putinha.
— Tô com o pedido pronto… guardei pra você…
Ela fez ele sentar no sofá e montou em cima, com a buceta apoiada no pau dele, se esfregando contra ele e com a bunda toda virada pra ele.
— Acaricia minha raba… não ia querer tentar enfiar mais um pouquinho… me deixar igual uma putinha aqui no sofá e meter pelo menos a cabecinha… — ele puxou a legging dela pra baixo e acariciou os glúteos à vontade. Eu passei um pote de lubrificante pra ele, começou a massagear a bunda dela e enfiar os dedos devagar, a Cláudia gemia cada vez mais alto.
Ela se soltou, ficou de joelhos no sofá, com aquele rabão oferecido, o peito apoiado no encosto. Ele se pelou todo. Ela virou a cabeça pra olhar ele.
— Tem que ir bem devagar… primeiro só a cabeça e depois, se eu aguentar, peço mais… quer?
Ele mordeu a boca dela enquanto acariciava os peitos e a empurrava por trás, enfiou um pouco na buceta que tava encharcada, depois apontou devagar pro cu dela e brincou por toda a região. raya, indo e vindo, num instante apontou aquela cabeçona e só enfiou a cabeça. Claudia mordia o lábio inferior, ficaram parados um tempão.
—Tô me sentindo como se tivesse entupida por um tronco de carne… mete um pouquinho mais… vai…?
Na hora, bem devagar, só mais um pouco do pau dele entrou na bunda de Claudia, que agora gemia com uma espécie de gemido.
—Que porra de pau que tu tem… tu ia gostar de me comer só tirando e botando até aí… e mexeu a bunda dela de um jeito sensual. Ele começou aquele mete e tira curto, dava pra ver que tava super tarado, e entrava e saía bem pouco, mas o pau dele tava duro que nem ferro.
—Que delícia, sinto ele… mete um pouco mais… —disse Claudia com voz de puta— vai, não tem medo… devagar… aaaaassssiiiiiiii… como enche bem meu cu… deixa ele aí dentro… —e aí ela começou a comandar a foda, a bunda dela se mexia que era uma poesia, ele segurava ela pela cintura mas era só um gesto, ela continuou mandando na foda.
—Para… para que eu vou gozar… não aguento mais…
—Não para… enche minha bucetinha de leite… vai… enche meu cu de leite de macho… —virou a cabeça e se beijaram, gozando juntos como possessos. Ficaram assim até o pau dele sair. Claudia levantou e beijou ele, foi pro banheiro, ele se vestiu e saiu de casa. Claudia saiu do banheiro e sentou nua no sofá, colocou uma camisinha em mim e enfiou na minha pussy.
—O que eu te falei… já tô voando de tesão… tô puta… viciada… quero pau… me dá muita rola, meu amor… —eu comia ela duro e firme, aguentando pra caralho— tomara que o namorado da menina entre e me veja assim… recebendo pau como uma puta gostosa… tu ia gostar, hein… —eu não quis responder e também não cortei o assunto. Não queria mexer com a culpa dela.— imagina se ele me visse montada em ti, minha bunda oferecida pra ele… —meu pau ficou mais duro.— sabe como eu faria ele encher de novo… espremo o pau dele… aaaaa…. —ela teve um orgasmo profundo, depois foi tomar banho e deitou pra descansar um pouco. Depois a menina chegou com o namorado. Claudia se levantou e estava bem descansada, vestida normal. Não tem perigo, pensei.
Claudia é uma puta vingativa 46
Passaram-se algumas semanas, tudo voltou ao normal, fazia quatro dias que não transávamos, mas Claudia me provocava bastante, quando eu ficava excitado, começava a tremer. Faltavam cinco dias para meu aniversário, naquela noite depois do jantar Claudia, toda meiga, disse que ela mesma colocava a menina na cama, que eu não dormisse, me levou para a cama e me amarrou. Lúcia tinha ido para a casa do namorado. Já estava de pau duro só de esperar, depois de uns quarenta e cinco minutos apareceu Claudia, uma regatinha curta, bem decotada, barriga de fora, minissaia rodada e umas meias com elástico nas coxas. Ela se virou sensualmente e me mostrou como uma calcinha fio dental preta sumia na bunda dela.
— Tô bonita, amor...? Esse é o conjuntinho que vou usar na noite do seu aniversário... quero que você não esqueça... que se divirta muito... — ela dançou um tempo sensualmente para mim, me despiu da cintura para baixo, estávamos nos primeiros dias do outono. Ela montou em mim, puxou a calcinha fio dental para o lado e só envolveu a cabeça do meu pau com os lábios da buceta dela e começou a brincar na entrada da boceta. — Não quero que você goze... se estiver perto, me avisa... gostou do conjuntinho para você, amor?
— Adorei, você está uma delícia...
— Que bom que gostou... — e me beijou, enfiando a língua. — Bom... na noite do seu aniversário vamos jantar em família... o único convidado vai ser o namorado da menina... depois ela fica com o namorado para cuidar da Nerea... — eu me sentia excitado, dava para ver que ela estava segura, confiante, sem nenhuma dúvida. — Você vai ter três opções... e quero que amanhã me responda qual você escolhe... a primeira... depois do jantar... a gente vem para o nosso quarto e você me come... me faz de sua puta... e talvez me encha de porra... e acabou o jogo com mais ninguém, sou sua puta... — ela sorria das próprias ideias, eu tentava imaginar o que ela estaria pensando. — A segunda, que talvez você goste mais... você escolhe se... Saímos com Jorge... com Juan... ou se vamos dançar e eu como algum moleque por aí... — fez uma pausa bem longa, quase teatral, parecia ensaiada.
— E a terceira...?
— Bom... essa é assim... eu escolho o que a gente faz depois do jantar... mas se você escolher essa opção... vem com alguns extras... vai continuar depois do seu aniversário... por um bom tempo... você vai ficar sabendo aos poucos... com certeza vai te deixar com tesão... mas vai ter momentos de sofrimento... já tenho quase tudo resolvido... mas quero que você escolha... — ela saiu de cima de mim e foi se trocar — quando voltou, me desamarrou e disse que íamos dormir. — Não vou te fazer escolher agora porque se eu fizesse, seria sacanagem... do jeito que você tava com tesão, ia escolher a terceira... quero que você pense e amanhã à noite me responda... tem o dia inteiro pra pensar, me beijou apertando minha pica e virou de costas pra dormir.
Na manhã seguinte, não ouvi ela sair, sentia a cabeça girando, pensava no que podia acontecer, no que seria que a Claudia tava planejando, ela parecia confiante demais, sem dúvidas, lembrava da conversa que a gente teve no café, parecia que ela tinha se decidido. Eu tentava pensar em outra coisa, fui na praça com a Nerea e via as outras pessoas, parecia que os filhos delas deviam ser mais felizes, que os pais não tinham tanta doença quanto eu, e aí a Nerea veio me abraçar.
— Te amo muito, papai... — disse e foi brincar — sentia que ia chorar a qualquer momento, meus aniversários sempre me deixaram tenso, mas agora me sentia maduro, grande pra muitas coisas, me sentia mal. Depois voltamos pra casa e a Lucía tava lá, pedi se ela podia ficar um pouco com a Nerea e fui dar uma volta. Amava a Claudia, mas tinha certeza que o que ela ia propor seria pesado, ao mesmo tempo que só de pensar nela eu ficava com tesão, gostava de sentir que ela tinha poder sobre mim, que me manipulava do jeito dela. Pensei que era certeza que ela sabia que, com meu tesão, eu ia escolher deixar ela escolher, sentia um aperto na barriga. Me sentia estranho. Tava com medo de falar aquelas palavras, de dizer que queria que ela escolhesse. Pensei em bater uma, mas não quis, não ia jogar sujo comigo mesmo. Voltei mais calmo pra casa, já que ia perder mesmo, o que tem que ser, é. O que tiver que ser, será, falei pra mim mesmo, fui no mercado comprar coisas pra preparar o jantar, comprei também umas flores pra mesa, a Lucía me sorriu quando entrei e a Nerea se agarrou forte nos meus joelhos.
— Que flores lindas, papai, são pra mamãe? — perguntou a Lucía.
— São pra pôr na mesa… pro jantar… quero comemorar meu aniversário adiantado…
Quando a Claudia chegou, foi tomar banho e se vestiu com roupa de casa, me sorriu ao ver as flores na mesa. Veio me cumprimentar e me deu um beijo profundo, jantamos em silêncio, depois fomos pro quarto, com as meninas já dormindo. A Claudia me fez tirar a roupa, me amarrou na cama, se despiu sensual pra mim, colocou uma camisinha e meu pau sumiu devagar na buceta dela.
— Bom, parece que você já escolheu…
— Parece…
— Acho que escolheu bem… você gosta de sofrer… faz vários anos que venho aumentando a dose… não é, meu cuck…?
— Sim, minha rainha…
— Isso sou… sua rainha… e de agora em diante… cada vez mais… — ela teve o primeiro orgasmo e ficou um tempo deitada em cima de mim, nenhum dos dois falou. Depois de um tempo de silêncio, quando ela começou a se mexer de novo em cima de mim, perguntei.
— E o que vamos fazer no meu aniversário…
— Já vai ver… relaxa e goza… não agora… agora aguenta mais… — e ela mordeu o lábio inferior enquanto se enfiava no meu pau que tava duro feito pedra. — Tava chegando de novo… que tesão que eu tô sentindo… você gostaria de gozar…
— Adoraria…
— Mas não assim… quero ver seu pau cuspindo porra… no ar… em cima da sua barriguinha… que nem um cuck punheteiro… — ela saiu de cima de mim e arrancou a camisinha, meu pau tava bem duro no ar, ela passava só o dedinho por trás — que linda que ela tá… pensar que você podia ter escolhido a primeira opção… me fazer sua putinha… sua putinha… — ela chupou por trás da cabecinha um par de vezes… às vezes— mas você escolheu bem… que ela seja sua rainha… hoje você assina um novo contrato… pro dia do seu aniversário… né, meu bem?
—Sim, minha rainha… — e me punhetou até meu pau explodir, esguichando até meu peito, enquanto Claudia ria com maldade.
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E assim fiquei, esperando meu aniversário, Claudia feliz como raramente. Na noite do aniversário, que comemoramos numa sexta, veio só o namorado da menina, Carlos. Claudia vestiu a minissaia que tinha me mostrado, as meias, a camiseta sem sutiã. Disse pra Lucía antes do jantar que estava se arrumando pra sair comigo, que ela não ficasse brava; Lucía disse que ela estava linda. O cara no jantar não perdia um detalhe, de vez em quando os bicos dos peitos de Claudia estavam duríssimos por baixo da camiseta, parecia que iam estourar. Que puta você é, pensei. Num momento em que Lucía foi ao banheiro, ela se levantou pra me beijar, se inclinando e dando um close do rabo pra Carlos, que estava vermelho o tempo todo, parecia que ia explodir. Mas por sorte tudo foi tranquilo, Claudia era a mais feliz de todos, e Lucía também. Depois do jantar descemos, era uma noite linda de outono. Claudia me deu as chaves do carro e indicou o caminho. Numa esquina estava Jorge, o ex dela. Eu já estava nervoso. Ele entrou atrás e deu um beijo nela enquanto acariciava as pernas dela.
—Eu tava certa… — disse Claudia — deixei eu escolher… então hoje quem decide sou eu… — e olhou pra ele com maldade. Fomos pra uma balada, Claudia foi pro banheiro, nós dois estávamos tensos e pedimos algo pra beber, pra relaxar um pouco. Quando Claudia voltou, me deu um beijo profundo — te amo, love… feliz aniversário. — Se inclinou e com certeza deu pra ver a calcinha fio dental sumindo na bunda dela; vários caras olhavam. Claudia conversava e ria com a gente. Num momento, disse pra gente se segurar carinhosamente pela mão, como se fôssemos mais que amigos, e riu. Pouco depois, um cara já tinha se aproximado, um cinquentão, e convidou Claudia pra dançar; ela saiu encantada, olhando pro nosso lado, enquanto Ela dançava de um jeito provocante. Eu não sabia se perguntava algo pro Jorge ou não, a Claudia agora tava se beijando com o senhor que passava a mão nela toda, a cara do Jorge era impagável. Eu não tava entendendo nada. A Claudia foi com o senhor sentar num canto bem escuro, o Jorge pegou na minha mão e me levou pra lá, me senti estranho. Quando acostumamos os olhos, a Claudia tava de joelhos na frente do cara sentado, chupando a pica dele. A mão do cara acariciava a bunda dela e os dedos enfiavam nos dois buracos da Claudia. Ela parou, colocou uma camisinha e montou nele com a calcinha fio dental puxada pro lado, subia e descia enquanto ele, levantando a blusa dela, chupava os peitos dela desesperado. Ficaram um tempão, o cara parecia que não conseguia gozar, a Claudia virou a cabeça num momento e viu a gente. Ela sorriu de um jeito perverso e beijou ele na boca, mordendo o lábio do cara. O Jorge foi pro balcão e eu fui atrás. Ainda sem entender nada. Ele pediu outra bebida e a gente bebeu em silêncio. A Claudia ficou mais meia hora ainda, apareceu depois de um tempo, junto com o senhor que deu um cartão pra ela, que ela guardou na bolsa, beijou ele e veio até nós. Pediu a chave do carro e mandou a gente sair. No carro ela dirigiu, eu no banco do carona e o Jorge atrás, ninguém falava nada.
— Que vontade de alguém foder minha bucetinha… quem se atreve… — eu fiquei calado esperando. O Jorge falou.
— Você não vai sentar por uma semana se eu te pegar… puta, puta…
— E você sempre falava que eu era uma puta… vamos pro hotel ou prefere ir embora…
— Vamos pro hotel… vou te dar o que você merece… puta barata… — a Claudia esboçou um sorriso leve.
Assim que entramos no quarto, se agarraram na boca, a Claudia tava de quatro na cama, com a roupa ainda, o Jorge se pelou e montou nela, enfiando no cu dela.
— Que puta que você é… como você comeu aquele velho…
— Você também tá virando um voyeur, hein…?
— Perdi uma aposta… só isso… nunca mais, sabe… não…?
— Sim, meu rei nunca mais… enfia com força no meu cu… castiga sua puta que se comportou mal… que foi longe demais… -ele agarrou ela forte pelo cabelo enquanto furava o cu dela e, virando a cabeça dela, mordeu seu pescoço, depois cuspiu na boca dela. Claudia estava com os olhos semicerrados, totalmente entregue ao que viesse. Depois, pararam um pouco e se desp iram. Ele deitou de bruços e Claudia montou nele, enfiando o pau no cu dele. Agora era ela quem marcava o ritmo- agora tudo segue como eu te falei… você vai me comer direto, hein, vagabundo… vai me encher de pica… ehhhhh??? Vai me encher… -Siiim, filha da puta… vou fazer uma barriguinha deliciosa em você… você vai ter um bebezinho meu… pra dar um irmãozinho pra Lucía… que puta que você é… -sou sua puta… cada dia mais… graças ao meu marido… -disse ela se virando pra me olhar- ainda não contei nada… aos poucos vou contando… ele também tem que aproveitar… coitado do meu punheteiro… e me mandou um beijo sorrindo, quando ele estava gozando, tirou ela de cima, deitou ela de barriga pra cima e enfiou o pau na boca dela -Limpa, puta… puta barata… meu cu arrombado… -sou toda sua… sua puta… sua puta barata… -o pau dele começou a jorrar porra que foi direto na cara de Claudia, que abriu a boca querendo engolir o que ele dava. Depois, ele deu uns tapinhas com o pau nas bochechas dela, e Claudia chupou ele por um bom tempo. Depois, foram juntos tomar banho. Ficaram um tempão no banheiro. Depois de sair, ela se ajoelhou e chupou ele de novo. O pau dele estava meio murcho, não durava totalmente. Ela chupava mesmo assim com prazer. Ele quis enfiar na buceta, e ela disse que, se ela ganhasse a aposta, só o cu naquela noite. E foi assim. Ficaram mais um tempo se acariciando, e depois saímos os três. Deixamos ele em casa e voltamos pra nossa. Quando voltamos, o namorado da Lucía estava vendo TV no sofá. Claudia tirou a saia e ficou só de fio dental, foi pra cozinha pegar algo pra beber. Eu fui pro quarto, e logo Carlos foi pra cozinha. Escutei a conversa deles. Tudo estava em silêncio.
—Desculpa, não sabia que você estava acordado… —disse a Claudia.
—Tá de boa… é sua casa…
Depois ela me deu um beijo na bochecha e falou pra eu descansar, foi andando de um jeito sensual, rebolando a bunda até o quarto. Aí fechou a porta do quarto e me beijou.
—Gostou do aniversário, amor…?
—Sim, minha rainha…
Ela me despiu da cintura pra baixo, colocou uma camisinha em mim, montou e ficou se movendo um tempão em cima de mim. Depois do orgasmo dela, chegou no meu ouvido e falou: me dá com força e goza… aproveita hoje… vai, é seu aniversário… e foi o que a gente fez…
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Na manhã seguinte, a Claudia me acordou com a boca brincando docemente com meu pau, chupando de leve. Quando abri os olhos, ela chegou perto de mim e falou baixinho no meu ouvido enquanto a mão direita dela brincava em volta do meu pau.
—Viu como aquele cara comeu minha bunda com o olhar… que tesão… tava com vontade de pegar no pau dele e chupar… espremer até a última gota… ainda tô quente… tomara que ele já tenha ido embora… —e por sorte ele tinha ido mesmo, já não estava mais. A gente tomou café da manhã tranquilo, a Lucía tava dormindo e a Nerea também. A Claudia falou:
—Hoje à noite a gente vai dar uma volta de carro… quero te contar uma coisa… lembra que eu falei que se eu escolhesse… não era só a noite do seu aniversário… já tinha tudo planejado… —e chegou perto pra me beijar, mordendo meus lábios de um jeito muito sensual.
O dia foi interminável pra mim. A Lucía ficou com a Nerea, e a Claudia falou que a gente ia dar uma volta de carro. Ela dirigia, eu sentei no banco do carona e, assim que a gente arrancou, ela mandou eu abaixar um pouco minha calça e deixar meu pau de fora. Com a mão direita, começou a brincar com ele de leve.
—Quer que eu conte…?
—Sim, minha rainha… por favor…
—Vou resumir… meu secretário pediu demissão… —ela me masturbou um tempo em silêncio. —O Jorge não tava muito satisfeito no trabalho… —que filha da puta, não, isso é demais, pensei, enquanto meu pau ficava um pouco mais duro. —Como fica duro… já sabe o que vou te dizer… vou pagar quase o o dobro que pra você… porque ele me serve melhor… e espero que me encha… assim a gente dá uma irmãzinha pra Lucía… -eu queria protestar, falar alguma coisa, mas não conseguia, tava em choque.- te falei que se eu escolhesse…
- Que puta você é…
- Cê gosta, papai… meu ex-marido vai me comer direto… até me encher pelo menos… a namorada nem vai desconfiar… ele vai falar que arrumou trampo num consultório… temos a desculpa perfeita…
- E eu… -criei coragem pra perguntar.-
- Você, meu punheteiro… -falava enquanto me batia uma punheta suave.- é meu marido atual… meu parceiro…
- O que eu faço… te espero em casa…
- O Jorge teve a ideia de usar a câmera do notebook… assim você pode nos ver… mas só alguns dias, claro… cê gosta, amor…
- Você me enlouquece…
- Já sei, bobinho… agora se cobre… vou deixar você me comer… quer…?
- Adoraria… -dirigi de volta pra casa. Depois de colocar a pequena pra dormir, me amarrou na cama e saiu do quarto. Quando voltou, tava usando um jaleco que marcava a rabeta dela. Abriu ele sensualmente e só tinha calcinha por baixo.
- Amanhã vou trabalhar assim… vai agradar o Jorge… assim fico mais acessível… se tiver uma pausa entre os pacientes… ou senão quando terminarmos…
Ela veio até mim, puxou a tanga pro lado, colocou uma camisinha em mim enquanto chupava minhas bolas e montou.
- Como tá dura… e olha que você comeu ontem à noite… chifre é o melhor afrodisíaco pra você… -chegou perto do meu ouvido- cê gosta de ser corno, né…? –falou com a voz mais puta num sussurro.- meu ex vai me encher de porra… certeza que vai me fazer uma barriguinha bem rápido… não te incomoda…? –ficou parada em cima de mim.-
- Se eu não quero que ele te encha…
- Além de me encher, vou pagar ele pelo trampo… o dobro que pra você… e tô sempre disponível pra ele… pros caprichos dele… pros vícios dele… cê gosta, amorzinho…? –sentia uma dor no peito e meu pau duríssimo-
- Acho que a gente devia parar…
- Te falei pra me encher e você teve medo… me deixou solta… agora achei meu macho que quer me encher… como a gente vai Impedir…?
—Não sei, não tá certo… — meu pau tá duro igual uma estaca.
—Rá… que engraçadinho você… teu pau me diz que quer mais… que não aguenta de vontade de ser humilhado… amanhã você deixa a menina com a Lucía… às oito e meia você tem que estar na porta do consultório… quando o Jorge sair… você entra… quero que me encontre acabadinha de encher…
Ela saiu de cima de mim.
—Agora vamos dormir, pra você ficar bem quentinho e não perder o tesão — ela envolveu meu pau com a mão. Me beijava na boca com carinho.
—Gostou da roupa íntima que escolhi…?
—Fica linda em você… tá cada dia mais gostosa…
—Bom, vamos dormir agora, hein… — ela virou e encostou a bunda em mim — você teria tesão em meter na minha bunda…?
—Sim, adoraria…
—Eu também… mas depois você esfria… fica sem educação… dorme melhor… primeiro faz um carinho longo na minha raba, sim…?
Eu acariciei a raba dela, aproveitando cada centímetro da pele, ela dormiu. Na manhã seguinte, ela vestiu um vestido, tinha hospital primeiro, beijou as meninas e disse pra Lucía estar em casa às oito, que precisava de mim às oito e meia no consultório, saiu piscando um olho pra mim.
3 comentários - Claudia vengativa... Cap 45 a 48