Um relato que vi por aí não é de minha autoria, é um pouco longo mas vocês têm que ler, abraços.
Meu nome é Paula, tenho atualmente 26 anos e vou contar o que aconteceu há 3 anos, quando morei com meu irmão.
Isso aconteceu quando eu tinha 23 anos e Matías (meu irmão) tinha 26. Nossa relação de irmãos sempre foi boa. Naquela época, eu tinha brigado com Javier, meu namorado, e decidi ir morar com ele enquanto procurava um apartamento que coubesse no meu orçamento.
- Irmãozinho, não quero te encher o saco.
- Relaxa, gata, você vem comigo pelo tempo que precisar.
- Tem certeza? Olha que, mesmo não sendo o que mais gosto, posso voltar pra casa dos pais.
- Nem se fala mais. Você fica no meu apartamento o tempo que precisar.
Tudo seguiu normal. Apesar de estar muito na bad, o fato de estar acompanhada, ter com quem jantar toda noite, conversar e não ter tanto tempo pra pensar foi muito bom pra mim.
Eu procurava um apartamento de dois cômodos e precisava dividir com alguém porque sozinha não conseguia bancar o aluguel, então minha estadia no apartamento do meu irmão se prolongou.
A surpresa
Isso aconteceu em novembro e, conforme o tempo passava, o calor aumentava. Um dia, eu já quase não conseguia dormir de calor e me levantei pra ir ao quarto do meu irmão perguntar se podia dormir com ele. Quando abro a porta, encontro ele vendo TV e com a mão no pau, se masturbando de um jeito frenético. Apesar da rapidez da situação, pude ver o pênis dele, que estava super duro e tinha um tamanho considerável. Não me perguntem como, mas em um décimo de segundo consegui apreciar tudo em seu esplendor: a cabeça vermelha e inchada, a grossura, o comprimento e até umas veias que agora acho que imaginei, já que o tronco estava envolto pela mão dele.
Fechei a porta e fui embora confusa e, ao mesmo tempo, rindo e dizendo:
- Me desculpa! Me desculpa, por favor! Não bati na porta, sou uma idiota! Me perdoa!
Aos 30 segundos, diante do meu choque, meu irmão sai me perguntando se tinha acontecido alguma coisa pra eu ter entrado daquele jeito no quarto dele:
- Que foi, mana?
- Me perdoa, Mati!
- Não foi nada, mana, já foi. — disse ele, envergonhado.
- Eu sei que não foi nada, é algo que todo mundo faz. — falei pra tranquilizar ele e dar uma leveza no assunto.
- É, eu sei. Imagino que todo mundo, você também, deve fazer.
- Sim, maninho.
- Por isso te peço: vamos esquecer o que aconteceu, e bate antes de entrar. E se você quiser privacidade, vem pro meu quarto quando eu não tiver, fecha a porta, que eu vou bater antes de entrar. Tá bom?
- Não, eu não preciso…
- Mas você acabou de me dizer que também faz…
- Sim, mas não com tanta frequência…
- Hmmm e você sabe com que frequência eu faço?
- Acho que os homens fazem mais que a gente.
- Isso não é verdade. Além disso, você terminou com seu namorado faz um tempinho, então deve estar com as necessidades à flor da pele. Então me obedece: se precisar se aliviar (ela não usou mais a palavra privacidade), é só me avisar e pronto.
- Valeu, maninho. Agora pode continuar o que tava fazendo… — e olhei pro volume dele, que tinha crescido consideravelmente.
Ele percebeu e me disse:
- É, haha, agora vou terminar o que tinha começado… Mas, e aí, por que você abriu a porta no meio da noite?
- Ah, nada não. Outro dia te conto.
- Certeza?
- Sim, certeza. Vai pro teu quarto e fecha a porta, que qualquer coisa eu bato, haha.
- Hahaha.
Ele me deu um beijo e saiu com a ereção, e eu senti minha calcinha molhando. Acho que foi a primeira vez que senti isso desde que tinha terminado com o Javier.
Aquela noite não conseguia dormir de tesão que tava, e comecei a me masturbar no sofá debaixo das cobertas, enquanto na minha cabeça dava… voltas: a situação que vivi recentemente, a lembrança das gozadas com o Javier e, a todo momento, a pica do meu irmão aparecia na minha mente e me deixava super excitada. Resumindo, acabei em 10 minutos imaginando a pica do meu irmão na minha buceta entrando até o fundo. Atormentada por ter tido esse tipo de pensamento, dormi, mas acordava a todo momento por causa do calor.
No outro dia, acordo e, com os olhos semicerrados, vejo meu irmão passando de cueca com uma ereção descomunal em direção ao banheiro. O que esse cara tem?, penso eu. Ele não se masturbou ontem à noite? Ficou duro mesmo assim, apesar da punheta?
Então, finjo que estou dormindo e, depois que ele entra no banheiro, levanto como estava, de regata e calcinha, para preparar o café da manhã.
Estava preparando o café quando Matías me pergunta:
— O que você ia me perguntar ontem à noite, quando me pegou batendo uma? Hahaha.
— Hahaha — rimos os dois.
A linguagem do meu irmão era pesada, eu não estava acostumada a ele falar comigo nesses termos, mas depois daquela cena, acho que algo se quebrou para sempre.
— Nada, mano. Esquece!
— Não, sério, você queria alguma coisa para entrar às 12 da noite no meu quarto.
— Ia te pedir para dormir na sua cama porque estava morrendo de calor, mas depois do que vi…
— …dormir comigo podia ser mal interpretado? — disse meu irmão, completando minha frase.
— Não, mano! O que ia te dizer é que fiquei sem palavras.
— E aí! É tão grande assim?
Mas o que estava acontecendo com meu irmão? Agora ele me perguntava sobre o tamanho da pica dele? Isso estava começando a sair do controle, mas não queria bancar a santinha, então respondi:
— Não era por isso, embora seu tamanho não seja nada mal, fica tranquilo.
— Ah! Você olhou, garota, hein!
— E aí, mano! Faz tempo que não via uma ao vivo e a cores!
Naquele momento, olhei para o volume dele e vi que estava com um baita volume. Ele percebeu e me disse: Olhando nos meus olhos:
- Parece que você ficou com vontade de ver ela mais um pouco!
- Não, neném, é que você também tá com uma barraca enorme aí!
Naquele momento, aconteceu algo que eu não esperava. Meu irmão pegou na própria pica por dentro da cueca e ajeitou ela. Eu achei que ia morrer ali mesmo. Meus bicos endureceram na hora e minha buceta encheu de sucos automaticamente. Ele percebeu e disse:
- Que foi, maninha? Esquentou que seus bicos ficaram duros?
Eu fiquei paralisada. Não sabia o que fazer nem como reagir. A brincadeira tava me deixando com tesão, mas já tava indo longe demais. Tentei cortar e acho que foi pior:
- Qual é a sua, neném?! Como é que você vai ajeitar a pica assim na minha frente?
- Ah, não é pra tanto, gata! Ontem você me viu ao vivo e me masturbando.
- É, mas foi de surpresa. Agora você tá fazendo de propósito.
- É que essa conversa me deixou com tesão, e não se faz de sonsa porque eu sei que você também, maninha!
- Mmmm. Pode ser, mas não é certo.
- O que não é certo? Você me ver batendo punheta ou eu ajeitar a pica na sua frente?
Cada vez que meu irmão falava a palavra pica, eu me arrepiada, e o volume dele só aumentava.
- Sério, Mati. Melhor você ir se trocar.
- Por quê? Você tá de calcinha e camiseta sem sutiã (isso ele disse com um certo ênfase) e eu não posso ficar de cueca?
- Sim, neném, mas olha como você tá! – falei eu, olhando pro volume dele pela enésima vez.
- Uh. Te incomoda tanto assim?
E ele ajeitou de novo, pegando bem firme, mas dessa vez foi mais devagar. Como se quisesse que eu aproveitasse. E enquanto fazia isso, olhou nos meus olhos, e eu não conseguia desviar o olhar do volume dele. Naquele momento, minha calcinha era um lago. E não resisti: mordi o lábio inferior.
- Isso, maninha! Olha o quanto quiser. Aproveita! Quer que eu tire um Pouco?
- Mas tu é maluco, garoto!
- Fica tranquila, gata, é só pra te ajudar a lembrar como são as picas! E de novo ele falou aquela palavra que me doía tanto.
- Fica sossegado que eu lembro bem. Já te vi ontem à noite e aquela cueca não deixa muita coisa pra imaginação também.
- Por isso, ele completou, você mesma disse: é quase a mesma coisa que eu te mostrar.
Eu não tinha dito isso, mas…
- Vamos fazer uma coisa, ele disse, visivelmente excitado. Eu vou tirar ela um minuto pra ajeitar, e se quiser, dá uma olhada.
- Não seja idiota, falei. Nem pensa nisso. E virei de costas pra bancada da cozinha.
- Haha! Bem que você queria!
- Garoto, para com isso!
- Olha!, ele me diz.
Eu me virei de propósito porque sabia que ele não ia tirar assim tão fácil. Isso, em vez de intimidar, parece que deixou ele mais ousado, e de repente ele pegou o elástico da cueca, puxou pra baixo de uma vez, e o pau dele saltou como se fosse uma mola.
- Chega, Matías! O que cê tá fazendo? Mas eu não conseguia parar de olhar extasiada praquele pau lindo.
- Vai, você gosta de olhar ele! E ele bateu uma como se tivesse se masturbando.
Isso foi o fim.
- Chega!, falei.
E saí correndo pro banheiro. Sentei no vaso e me acariciei a buceta encharcada e gozei na hora! Foi um choque elétrico de uma intensidade que eu não esperava. Ahhhhh! Soltei um gemido porque não consegui segurar.
Meu irmão do outro lado da porta perguntou preocupado:
- Tá bem? Me desculpa.
Eu não queria nem conseguia falar. Por outro lado, não tinha nada pra dizer.
- Já foi, Matías! Vai embora!
- Não, não. Me desculpa. Fui embora pra merda.
- Já foi, garoto.
Foi nesse momento que meu irmão percebeu que eu não tava chorando. E que aquele gemido não foi choro. E que eu não tava com raiva. E que eu tinha acabado de ter um orgasmo. E que…
- Paula? Aquele gemido foi o que eu tô pensando?
- O quê, garoto? Vai embora! Me deixa sozinha! Não acredito! Disse o cara do outro lado da porta. Você se tocou depois de ver meu pau e agora tá fingindo que tá brava comigo.
Já mais calma, saí do banheiro e enfrentei ele:
- Olha aqui, moleque! O que você fez foi demais! Sim, eu me toquei porque tava muito excitada. Você não sabe que eu não transo há muito tempo? Não te falei que eu também tenho necessidades?
Enquanto eu falava, as palavras fluíam e eu começava a dizer coisas que nem achava que era capaz.
- Só porque a conversa esquentou, ou meus peitos ficaram duros, ou eu fiquei molhada… nada disso te dá o direito de tirar o pau assim do nada e começar a bater punheta na minha frente.
- Mas eu não tava me mastu…
- Não importa se você se masturbou ou não. Sou sua irmã! Não entendeu?
- É que naquele momento eu esqueci que você era minha irmã…
- Entendo, Matías, e eu também esqueci, senão não teria feito o que fiz. Por isso temos que ter cuidado. Tem limites que não podem ser ultrapassados.
Já tava mais calma. Mesmo ainda excitada.
- Tá bom! Mas tem uma coisa… ele disse.
- Que coisa?
- Que você gozou e eu não!
- Kkkkkk, a gente riu junto.
- Sério, gata! Olha como eu fiquei – e pegou no pau de novo!
- Matías! Não entendeu nada do que eu falei agora?
- Entendi, mas isso não quer dizer que eu não fiquei com tesão sabendo que você acabou de se tocar depois de ver meu pau.
Mas o que esse cara tá pensando?, eu pensava… Espera aí, falei.
Não sei como tive coragem, mas fui pro quarto, me troquei e falei:
- Vou tomar café no bar da esquina, fica aí se descarregando. E da porta eu digo: “espero que isso te ajude” – e tiro da bolsa minha calcinha toda molhada que tava usando até agora.
A cara que meu irmão fez foi um poema.
De tarde cheguei e não falamos do assunto, mas o clima tava pesado.
- E aí? Como foi? Perguntei com um sorriso que Isso denotava muita safadeza.
- Quando? – perguntou ele, se fazendo de besta.
- Depois que eu fui embora e te deixei sozinho!
- Foi bem! Muuuuito bem!
- Que bom, falei.
- Foi bem duas vezes.
- Eeeeee, irmãozinho, olha só como você tava tarado!
- Nena, você não sabe o que é depois daquela conversa. De ouvir teu gemido e ainda sentir aquele cheiro…
Senti que tinha ido longe demais dando a calcinha pro meu irmão.
- Você tem razão! Mas acho que foi demais. A gente precisa parar.
- Você acha que é fácil?
- Não, nene. Mas acho que é muito pesado te dar minha calcinha. Isso é demais.
- E te mostrar a rola é pouco?
- Também é demais.
- Mas você tem que admitir que gostou!
- Claro, nene. Te falei que não sou de madeira.
- Então, vamos fazer uma coisa – ele soltou como se fosse uma bobagem. – Quando um de nós pedir, o outro cede algo pra ajudar a ter prazer.
- Mas… do que você tá falando, nene?
- De que, se você quiser, eu mostro a minha e você pode me dar algo pra ajudar a me excitar. E enquanto falava isso, ele se ajeitava o volume que eu não consegui evitar de olhar.
- Acho que você não precisa de muito pra ficar excitado…
- E você?
- E eu o quê, nene?
- Que você também fica excitada com essas conversas. Ou tô enganado?
- Não. Não tá enganado.
- Já tá molhadinha pra me emprestar por um tempo? – ele disse enquanto me olhava sem nenhum disfarce a entreperna.
- Nene, mas você já bateu duas vezes hoje! Para um pouco!
- Você tem razão! Mas… olha como eu tô! – e ele começou a desabotoar a calça.
- Para, Matias! – falei enquanto olhava pro volume dele.
- Acho que você não quer que eu pare…
- Para! Sério!. Cada vez eu falava com menos convicção. Minha calcinha tava toda molhada.
Ele desabotoou devagar, um a um, os botões. Minhas defesas tinham caído e eu não consegui me segurar: Se você continuar, vai fazer minha calcinha ficar toda molhada…
- É isso que eu quero…
- Para, Matías…
- Não quero parar! E enquanto dizia isso, ele puxou de novo o pau enorme dele.
- Ai, Mati…
- Olha o quanto quiser, maninha…
- Isso não é certo…
- Não se reprima, olha como ele tá duro.
- Aii sim. É lindo…
- Quer tocar?
- Nããão. Mati, isso não.
- Como quiser…
- Mas pelo menos me dá alguma coisa…
- O que você quer, maninho?
- Sua calcinha…
- Agora?
- Sim, agora. Ele falou isso como uma ordem.
Naquele momento, eu me levantei no sofá e, sem tirar a saia, puxei a calcinha por baixo da minissaia.
- Toma, maninho, pra você…
Ele pegou com uma mão e levou até o nariz. Quando ele aspirou, eu não consegui me segurar e levei a mão até minha buceta, que estava um verdadeiro charco.
- Isso, maninha, se toca…
- Sim, adoro ver teu pau.
- E olha o que eu faço. Naquele momento, ele pegou a parte da calcinha que estava encharcada e passou a língua. Um fio de lubrificação escorria.
Ali eu não aguentei mais e, abrindo as pernas sem me importar que meu irmão visse minha buceta por completo, comecei a me masturbar, enfiando dois dedos, gozando como uma louca e gemendo como uma possessa. Meu irmão começou a soltar jatos de porra que espirraram pra todo lado, e um até acertou minha perna. A cena era foda. Eu de pernas abertas e meu irmão com o pau a 40 cm do meu rosto. Tava tão tesuda que, com um dedo, peguei um pouco do que escorria na minha perna e levei à boca.
- Mmmmm, gemi.
- Adoro que você prove meu leite.
- É uma delícia, Mati, falei olhando nos olhos dele, e devo ter feito uma cara de puta que nem imagino. Ou imagino, sim.
Foi então que minha mente começou a clarear e eu percebi o que a gente tinha acabado de fazer. Instintivamente, me levantei e entrei no banheiro. Totalmente atormentada. Como pude ter me deixado levar daquele jeito? Sou um monstro, e meu irmão também! Se continuássemos assim, podíamos ter terminado de qualquer jeito!
Isso tinha que acabar
Nisso, Matías chega perto da porta e, com um tom de total arrependimento, me diz:
- Pau, vou dar uma volta e volto umas 12 da noite pra dormir direto. Acho que nós dois precisamos pensar
- É, falei.
- Tchau
- Tchau
Às 12 da noite, Matías chegou, mas como não sabia o que dizer, fingi que tava dormindo e deixei ele passar pro quarto dele.
Só fui dormir lá pras 4 da manhã
No outro dia, Matías fez algo que achei muito sensato, mas por dentro me decepcionou um pouco: ele se levantou já vestido com uma jeans e camiseta e começou a preparar o café da manhã. Enquanto ele tava de costas, passei pro banheiro pra me trocar e sair. Um grito veio da cozinha:
- Pau, já tá o lei... e ele parou quando ia falar.
Saí e falei, sorrindo:
- Quase escapou, né?
- É.
- Bom, não quero mais fazer de besta. Mati, o que aconteceu ontem à noite não pode se repetir nunca mais.
- Cê tem razão.
Por um lado, me dava tranquilidade, mas por outro, me decepcionava um pouco que meu irmão tivesse fechado o assunto assim.
- Mas não precisa fazer essa cara de enterro, neném.
- Vamos desdramatizar, cê tem razão!
- Passa a cum, falei pra zoar um pouco
- Kkkkkkk, rimos os dois
Terminamos de tomar café e cada um foi pro seu trampo.
À tarde, nos juntamos pra ver um filme e, numa cena erótica, ele me fala:
- Adianta, por favor.
- Por quê?
- Porque não quero que ele suba...
- Para, neném, não tem problema.
- Como quiser, mas depois não reclama
- De quê?
- De que ele suba e eu comece a passar a mão...
- Aí é onde temos que parar, expliquei. A gente pode Excitar, esquentar e isso não precisa passar daí.
- O que acontece é que quando ele sobe, igual agora, preciso ajeitar e parece que tô me tocando e te provocando…
- Não é que eu me provoque toda vez que você se ajeita. Vou fazer um esforço pra não olhar…
- Por mim pode olhar…
- Mas foi assim que começou da outra vez… e enquanto eu falava já sentia minha calcinha molhando.
- É, verdade… É que esquento muito fácil
- Deve ser genético, acho eu.
- Você também tá molhada?
- Matí! Não vamos começar! Pelo amor de Deus!
- É só uma pergunta!
- Sim, e chega!
- Eu também. Tô com o pau durasso.
Cada vez que ele falava a palavra “pau” eu ficava louca e tava começando a perder o controle de novo.
- Sim, gato! Já vi!
- Como seu olho vai longe, hein!
- Já te falei que não sou de madeira, gato
- Que calientes que somos, irmãzinha. Agora adoraria ver seus peitos
- Chega, Mati! — eu dizia já sem convicção enquanto olhava pro volume dele.
A gente tava os dois deitados no sofá e meu irmão começou a desabotoar a calça
Eu olhava e falava Mati, não!
Ele continuava se desabotoando. Eu não conseguia parar de olhar.
- Me fala que não quer ver ele
- Não aguentei mais e desabotoei os três botões da minha calça pra meter a mão e começar a me tocar.
Nessa altura, meu irmão já tava com o pau pra fora, batendo uma devagar.
Minha cara devia ser um poema.
Matías aproximou a outra mão no meu peito esquerdo e falou, como quem pede permissão:
- Posso?
Olhei pra ele e não falei nada, mas fechei os olhos devagar e senti ele apertar meu peito. Meu nível de tesão tava no máximo.
- Aiiii Mati, pelo amor de Deussss
- Como você me esquenta, irmãzinha!
- E você me esquenta, gato!
- Mostra seus dedos molhados, deixa eu sentir seu cheiro, por favor.
Naquela hora, tirei meus dedos e levei até o rosto dele. Ela pegou na minha mão e enfiou meus dois dedos na boca dela e começou a chupar.
Não me perguntem como, mas isso foi o máximo que eu aguentava. Peguei na pica dela e me abaixei e comecei a chupar. Meu irmão instintivamente enfiou a mão na minha buceta.
- Ahhhhh, disse meu irmão. Para, que não vou aguentar muito e vou gozar a qualquer momento.
Tirei a pica da boca pra falar:
- Não importa, goza na minha boca. Quero sentir o gosto da sua porra.
Naquele momento, uns jorros grossos de sêmen inundaram minha boca. Continuei chupando e engolindo. Meu irmão, se contorcendo, começou a tentar puxar minha calça pra baixo. Levantei o quadril pra ajudar. Queria gozar, não me importava com mais nada.
Ele arrancou minha calça e calcinha de uma vez e, na sequência, começou a chupar minha buceta de um jeito tão selvagem que me fez gozar na hora.
Terminou de chupar minha buceta e eu empurrei ele pra ir embora. Precisava clarear minha mente.
Dormi.
No dia seguinte, a situação era diferente. Mais relaxados os dois.
Eu tava fazendo o café da manhã de legging e meu irmão levanta de cueca boxer e senta na cadeira me olhando. Eu preparava o café e sentia os olhos do meu irmão na minha bunda. Não ousava me virar porque tava sem sutiã e com os mamilos totalmente duros.
- Que bem que dormi!
- Eu também, falei.
- Que nem um neném.
- Eu, que nem uma bebê.
Sabíamos do que estávamos falando, mas ninguém queria deixar claro até que ele solta:
- Que nem uma bebê depois de tomar o leite…
- Kkkkkk
- Kkkkkkk
- Mas eu não, porque não pude mamar… ele disse.
Como essas conversas com meu irmão me excitavam, pelo amor de Deus!
- Ficou com vontade? Falo virando a cabeça e fazendo cara de menina inocente.
Nisso, sinto o volume duro do meu irmão se enfiando entre minhas duas nádegas no momento em que ele me agarra pela cintura. Eu viro pra olhar ele e me Beija. Nossas bocas se encontraram e nunca mais se soltaram. A gente se metia a língua e o volume dele me pressionava de um jeito tremendo.
As mãos dele subiram pros meus peitos por dentro da camiseta. Ele pegou as tetas com as palmas enquanto, com os polegares e indicadores, apertava de leve meus bicos. Eu não queria, nem conseguia parar. Em questão de segundos, minha camiseta voou pelos ares. Eu meti minhas mãos no elástico da cueca e puxei pra baixo, enquanto meu irmão tirava minha calça e calcinha juntas. Sentei na bancada e, abrindo as pernas e segurando a pica dele, falei:
- Me come, irmãozinho! Não aguento mais!
- É? - ele diz. - Quer que eu te coma?
Se tinha algo que aumentava meu tesão era isso: a putaria na boca. E eu entrei no jogo que mais gosto.
- Siiim! Me come, por favor!
- Adoro te comer, irmãzinha!
- E eu adoro ser comida por você, irmãozinho!
- Siiim?
- Siiim
- E você gosta da minha pica?
Já não aguentava mais, gozei igual uma louca enquanto respondia:
- Amo sua pica!!! Tô gozando!!!
- Siiim, irmãzinha! Goza pra mim! Molha minha pica com seu orgasmo!
As palavras que meu irmão usava não podiam me deixar mais tesuda.
- Como eu gosto de ser comida por você, irmãozinho!
- E eu adoro te comer!
- É? Você gosta de comer minha buceta? - eu dizia, entrando nessa putaria que a gente tanto amava.
- Siiim! Tô quase gozando!
Eu me cuidava com pílulas há muito tempo e não queria perder a sensação de sentir aquela pica pulsando dentro de mim, então falei:
- Goza dentro de mim, por favor! Quero sentir seu leite! Mas enquanto goza, não para de me beijar, por favor!
Ele, me obedecendo, meteu a língua fundo enquanto eu, com minhas pernas e braços, o abraçava pra sentir ele mais fundo, se é que dava. Eu sentia a pica dele pulsar. Sentia a língua dele se mexendo dentro de mim. minha boca. O prazer não podia ser maior. O prazer do proibido. O prazer do incesto.
Meu nome é Paula, tenho atualmente 26 anos e vou contar o que aconteceu há 3 anos, quando morei com meu irmão.
Isso aconteceu quando eu tinha 23 anos e Matías (meu irmão) tinha 26. Nossa relação de irmãos sempre foi boa. Naquela época, eu tinha brigado com Javier, meu namorado, e decidi ir morar com ele enquanto procurava um apartamento que coubesse no meu orçamento.
- Irmãozinho, não quero te encher o saco.
- Relaxa, gata, você vem comigo pelo tempo que precisar.
- Tem certeza? Olha que, mesmo não sendo o que mais gosto, posso voltar pra casa dos pais.
- Nem se fala mais. Você fica no meu apartamento o tempo que precisar.
Tudo seguiu normal. Apesar de estar muito na bad, o fato de estar acompanhada, ter com quem jantar toda noite, conversar e não ter tanto tempo pra pensar foi muito bom pra mim.
Eu procurava um apartamento de dois cômodos e precisava dividir com alguém porque sozinha não conseguia bancar o aluguel, então minha estadia no apartamento do meu irmão se prolongou.
A surpresa
Isso aconteceu em novembro e, conforme o tempo passava, o calor aumentava. Um dia, eu já quase não conseguia dormir de calor e me levantei pra ir ao quarto do meu irmão perguntar se podia dormir com ele. Quando abro a porta, encontro ele vendo TV e com a mão no pau, se masturbando de um jeito frenético. Apesar da rapidez da situação, pude ver o pênis dele, que estava super duro e tinha um tamanho considerável. Não me perguntem como, mas em um décimo de segundo consegui apreciar tudo em seu esplendor: a cabeça vermelha e inchada, a grossura, o comprimento e até umas veias que agora acho que imaginei, já que o tronco estava envolto pela mão dele.
Fechei a porta e fui embora confusa e, ao mesmo tempo, rindo e dizendo:
- Me desculpa! Me desculpa, por favor! Não bati na porta, sou uma idiota! Me perdoa!
Aos 30 segundos, diante do meu choque, meu irmão sai me perguntando se tinha acontecido alguma coisa pra eu ter entrado daquele jeito no quarto dele:
- Que foi, mana?
- Me perdoa, Mati!
- Não foi nada, mana, já foi. — disse ele, envergonhado.
- Eu sei que não foi nada, é algo que todo mundo faz. — falei pra tranquilizar ele e dar uma leveza no assunto.
- É, eu sei. Imagino que todo mundo, você também, deve fazer.
- Sim, maninho.
- Por isso te peço: vamos esquecer o que aconteceu, e bate antes de entrar. E se você quiser privacidade, vem pro meu quarto quando eu não tiver, fecha a porta, que eu vou bater antes de entrar. Tá bom?
- Não, eu não preciso…
- Mas você acabou de me dizer que também faz…
- Sim, mas não com tanta frequência…
- Hmmm e você sabe com que frequência eu faço?
- Acho que os homens fazem mais que a gente.
- Isso não é verdade. Além disso, você terminou com seu namorado faz um tempinho, então deve estar com as necessidades à flor da pele. Então me obedece: se precisar se aliviar (ela não usou mais a palavra privacidade), é só me avisar e pronto.
- Valeu, maninho. Agora pode continuar o que tava fazendo… — e olhei pro volume dele, que tinha crescido consideravelmente.
Ele percebeu e me disse:
- É, haha, agora vou terminar o que tinha começado… Mas, e aí, por que você abriu a porta no meio da noite?
- Ah, nada não. Outro dia te conto.
- Certeza?
- Sim, certeza. Vai pro teu quarto e fecha a porta, que qualquer coisa eu bato, haha.
- Hahaha.
Ele me deu um beijo e saiu com a ereção, e eu senti minha calcinha molhando. Acho que foi a primeira vez que senti isso desde que tinha terminado com o Javier.
Aquela noite não conseguia dormir de tesão que tava, e comecei a me masturbar no sofá debaixo das cobertas, enquanto na minha cabeça dava… voltas: a situação que vivi recentemente, a lembrança das gozadas com o Javier e, a todo momento, a pica do meu irmão aparecia na minha mente e me deixava super excitada. Resumindo, acabei em 10 minutos imaginando a pica do meu irmão na minha buceta entrando até o fundo. Atormentada por ter tido esse tipo de pensamento, dormi, mas acordava a todo momento por causa do calor.
No outro dia, acordo e, com os olhos semicerrados, vejo meu irmão passando de cueca com uma ereção descomunal em direção ao banheiro. O que esse cara tem?, penso eu. Ele não se masturbou ontem à noite? Ficou duro mesmo assim, apesar da punheta?
Então, finjo que estou dormindo e, depois que ele entra no banheiro, levanto como estava, de regata e calcinha, para preparar o café da manhã.
Estava preparando o café quando Matías me pergunta:
— O que você ia me perguntar ontem à noite, quando me pegou batendo uma? Hahaha.
— Hahaha — rimos os dois.
A linguagem do meu irmão era pesada, eu não estava acostumada a ele falar comigo nesses termos, mas depois daquela cena, acho que algo se quebrou para sempre.
— Nada, mano. Esquece!
— Não, sério, você queria alguma coisa para entrar às 12 da noite no meu quarto.
— Ia te pedir para dormir na sua cama porque estava morrendo de calor, mas depois do que vi…
— …dormir comigo podia ser mal interpretado? — disse meu irmão, completando minha frase.
— Não, mano! O que ia te dizer é que fiquei sem palavras.
— E aí! É tão grande assim?
Mas o que estava acontecendo com meu irmão? Agora ele me perguntava sobre o tamanho da pica dele? Isso estava começando a sair do controle, mas não queria bancar a santinha, então respondi:
— Não era por isso, embora seu tamanho não seja nada mal, fica tranquilo.
— Ah! Você olhou, garota, hein!
— E aí, mano! Faz tempo que não via uma ao vivo e a cores!
Naquele momento, olhei para o volume dele e vi que estava com um baita volume. Ele percebeu e me disse: Olhando nos meus olhos:
- Parece que você ficou com vontade de ver ela mais um pouco!
- Não, neném, é que você também tá com uma barraca enorme aí!
Naquele momento, aconteceu algo que eu não esperava. Meu irmão pegou na própria pica por dentro da cueca e ajeitou ela. Eu achei que ia morrer ali mesmo. Meus bicos endureceram na hora e minha buceta encheu de sucos automaticamente. Ele percebeu e disse:
- Que foi, maninha? Esquentou que seus bicos ficaram duros?
Eu fiquei paralisada. Não sabia o que fazer nem como reagir. A brincadeira tava me deixando com tesão, mas já tava indo longe demais. Tentei cortar e acho que foi pior:
- Qual é a sua, neném?! Como é que você vai ajeitar a pica assim na minha frente?
- Ah, não é pra tanto, gata! Ontem você me viu ao vivo e me masturbando.
- É, mas foi de surpresa. Agora você tá fazendo de propósito.
- É que essa conversa me deixou com tesão, e não se faz de sonsa porque eu sei que você também, maninha!
- Mmmm. Pode ser, mas não é certo.
- O que não é certo? Você me ver batendo punheta ou eu ajeitar a pica na sua frente?
Cada vez que meu irmão falava a palavra pica, eu me arrepiada, e o volume dele só aumentava.
- Sério, Mati. Melhor você ir se trocar.
- Por quê? Você tá de calcinha e camiseta sem sutiã (isso ele disse com um certo ênfase) e eu não posso ficar de cueca?
- Sim, neném, mas olha como você tá! – falei eu, olhando pro volume dele pela enésima vez.
- Uh. Te incomoda tanto assim?
E ele ajeitou de novo, pegando bem firme, mas dessa vez foi mais devagar. Como se quisesse que eu aproveitasse. E enquanto fazia isso, olhou nos meus olhos, e eu não conseguia desviar o olhar do volume dele. Naquele momento, minha calcinha era um lago. E não resisti: mordi o lábio inferior.
- Isso, maninha! Olha o quanto quiser. Aproveita! Quer que eu tire um Pouco?
- Mas tu é maluco, garoto!
- Fica tranquila, gata, é só pra te ajudar a lembrar como são as picas! E de novo ele falou aquela palavra que me doía tanto.
- Fica sossegado que eu lembro bem. Já te vi ontem à noite e aquela cueca não deixa muita coisa pra imaginação também.
- Por isso, ele completou, você mesma disse: é quase a mesma coisa que eu te mostrar.
Eu não tinha dito isso, mas…
- Vamos fazer uma coisa, ele disse, visivelmente excitado. Eu vou tirar ela um minuto pra ajeitar, e se quiser, dá uma olhada.
- Não seja idiota, falei. Nem pensa nisso. E virei de costas pra bancada da cozinha.
- Haha! Bem que você queria!
- Garoto, para com isso!
- Olha!, ele me diz.
Eu me virei de propósito porque sabia que ele não ia tirar assim tão fácil. Isso, em vez de intimidar, parece que deixou ele mais ousado, e de repente ele pegou o elástico da cueca, puxou pra baixo de uma vez, e o pau dele saltou como se fosse uma mola.
- Chega, Matías! O que cê tá fazendo? Mas eu não conseguia parar de olhar extasiada praquele pau lindo.
- Vai, você gosta de olhar ele! E ele bateu uma como se tivesse se masturbando.
Isso foi o fim.
- Chega!, falei.
E saí correndo pro banheiro. Sentei no vaso e me acariciei a buceta encharcada e gozei na hora! Foi um choque elétrico de uma intensidade que eu não esperava. Ahhhhh! Soltei um gemido porque não consegui segurar.
Meu irmão do outro lado da porta perguntou preocupado:
- Tá bem? Me desculpa.
Eu não queria nem conseguia falar. Por outro lado, não tinha nada pra dizer.
- Já foi, Matías! Vai embora!
- Não, não. Me desculpa. Fui embora pra merda.
- Já foi, garoto.
Foi nesse momento que meu irmão percebeu que eu não tava chorando. E que aquele gemido não foi choro. E que eu não tava com raiva. E que eu tinha acabado de ter um orgasmo. E que…
- Paula? Aquele gemido foi o que eu tô pensando?
- O quê, garoto? Vai embora! Me deixa sozinha! Não acredito! Disse o cara do outro lado da porta. Você se tocou depois de ver meu pau e agora tá fingindo que tá brava comigo.
Já mais calma, saí do banheiro e enfrentei ele:
- Olha aqui, moleque! O que você fez foi demais! Sim, eu me toquei porque tava muito excitada. Você não sabe que eu não transo há muito tempo? Não te falei que eu também tenho necessidades?
Enquanto eu falava, as palavras fluíam e eu começava a dizer coisas que nem achava que era capaz.
- Só porque a conversa esquentou, ou meus peitos ficaram duros, ou eu fiquei molhada… nada disso te dá o direito de tirar o pau assim do nada e começar a bater punheta na minha frente.
- Mas eu não tava me mastu…
- Não importa se você se masturbou ou não. Sou sua irmã! Não entendeu?
- É que naquele momento eu esqueci que você era minha irmã…
- Entendo, Matías, e eu também esqueci, senão não teria feito o que fiz. Por isso temos que ter cuidado. Tem limites que não podem ser ultrapassados.
Já tava mais calma. Mesmo ainda excitada.
- Tá bom! Mas tem uma coisa… ele disse.
- Que coisa?
- Que você gozou e eu não!
- Kkkkkk, a gente riu junto.
- Sério, gata! Olha como eu fiquei – e pegou no pau de novo!
- Matías! Não entendeu nada do que eu falei agora?
- Entendi, mas isso não quer dizer que eu não fiquei com tesão sabendo que você acabou de se tocar depois de ver meu pau.
Mas o que esse cara tá pensando?, eu pensava… Espera aí, falei.
Não sei como tive coragem, mas fui pro quarto, me troquei e falei:
- Vou tomar café no bar da esquina, fica aí se descarregando. E da porta eu digo: “espero que isso te ajude” – e tiro da bolsa minha calcinha toda molhada que tava usando até agora.
A cara que meu irmão fez foi um poema.
De tarde cheguei e não falamos do assunto, mas o clima tava pesado.
- E aí? Como foi? Perguntei com um sorriso que Isso denotava muita safadeza.
- Quando? – perguntou ele, se fazendo de besta.
- Depois que eu fui embora e te deixei sozinho!
- Foi bem! Muuuuito bem!
- Que bom, falei.
- Foi bem duas vezes.
- Eeeeee, irmãozinho, olha só como você tava tarado!
- Nena, você não sabe o que é depois daquela conversa. De ouvir teu gemido e ainda sentir aquele cheiro…
Senti que tinha ido longe demais dando a calcinha pro meu irmão.
- Você tem razão! Mas acho que foi demais. A gente precisa parar.
- Você acha que é fácil?
- Não, nene. Mas acho que é muito pesado te dar minha calcinha. Isso é demais.
- E te mostrar a rola é pouco?
- Também é demais.
- Mas você tem que admitir que gostou!
- Claro, nene. Te falei que não sou de madeira.
- Então, vamos fazer uma coisa – ele soltou como se fosse uma bobagem. – Quando um de nós pedir, o outro cede algo pra ajudar a ter prazer.
- Mas… do que você tá falando, nene?
- De que, se você quiser, eu mostro a minha e você pode me dar algo pra ajudar a me excitar. E enquanto falava isso, ele se ajeitava o volume que eu não consegui evitar de olhar.
- Acho que você não precisa de muito pra ficar excitado…
- E você?
- E eu o quê, nene?
- Que você também fica excitada com essas conversas. Ou tô enganado?
- Não. Não tá enganado.
- Já tá molhadinha pra me emprestar por um tempo? – ele disse enquanto me olhava sem nenhum disfarce a entreperna.
- Nene, mas você já bateu duas vezes hoje! Para um pouco!
- Você tem razão! Mas… olha como eu tô! – e ele começou a desabotoar a calça.
- Para, Matias! – falei enquanto olhava pro volume dele.
- Acho que você não quer que eu pare…
- Para! Sério!. Cada vez eu falava com menos convicção. Minha calcinha tava toda molhada.
Ele desabotoou devagar, um a um, os botões. Minhas defesas tinham caído e eu não consegui me segurar: Se você continuar, vai fazer minha calcinha ficar toda molhada…
- É isso que eu quero…
- Para, Matías…
- Não quero parar! E enquanto dizia isso, ele puxou de novo o pau enorme dele.
- Ai, Mati…
- Olha o quanto quiser, maninha…
- Isso não é certo…
- Não se reprima, olha como ele tá duro.
- Aii sim. É lindo…
- Quer tocar?
- Nããão. Mati, isso não.
- Como quiser…
- Mas pelo menos me dá alguma coisa…
- O que você quer, maninho?
- Sua calcinha…
- Agora?
- Sim, agora. Ele falou isso como uma ordem.
Naquele momento, eu me levantei no sofá e, sem tirar a saia, puxei a calcinha por baixo da minissaia.
- Toma, maninho, pra você…
Ele pegou com uma mão e levou até o nariz. Quando ele aspirou, eu não consegui me segurar e levei a mão até minha buceta, que estava um verdadeiro charco.
- Isso, maninha, se toca…
- Sim, adoro ver teu pau.
- E olha o que eu faço. Naquele momento, ele pegou a parte da calcinha que estava encharcada e passou a língua. Um fio de lubrificação escorria.
Ali eu não aguentei mais e, abrindo as pernas sem me importar que meu irmão visse minha buceta por completo, comecei a me masturbar, enfiando dois dedos, gozando como uma louca e gemendo como uma possessa. Meu irmão começou a soltar jatos de porra que espirraram pra todo lado, e um até acertou minha perna. A cena era foda. Eu de pernas abertas e meu irmão com o pau a 40 cm do meu rosto. Tava tão tesuda que, com um dedo, peguei um pouco do que escorria na minha perna e levei à boca.
- Mmmmm, gemi.
- Adoro que você prove meu leite.
- É uma delícia, Mati, falei olhando nos olhos dele, e devo ter feito uma cara de puta que nem imagino. Ou imagino, sim.
Foi então que minha mente começou a clarear e eu percebi o que a gente tinha acabado de fazer. Instintivamente, me levantei e entrei no banheiro. Totalmente atormentada. Como pude ter me deixado levar daquele jeito? Sou um monstro, e meu irmão também! Se continuássemos assim, podíamos ter terminado de qualquer jeito!
Isso tinha que acabar
Nisso, Matías chega perto da porta e, com um tom de total arrependimento, me diz:
- Pau, vou dar uma volta e volto umas 12 da noite pra dormir direto. Acho que nós dois precisamos pensar
- É, falei.
- Tchau
- Tchau
Às 12 da noite, Matías chegou, mas como não sabia o que dizer, fingi que tava dormindo e deixei ele passar pro quarto dele.
Só fui dormir lá pras 4 da manhã
No outro dia, Matías fez algo que achei muito sensato, mas por dentro me decepcionou um pouco: ele se levantou já vestido com uma jeans e camiseta e começou a preparar o café da manhã. Enquanto ele tava de costas, passei pro banheiro pra me trocar e sair. Um grito veio da cozinha:
- Pau, já tá o lei... e ele parou quando ia falar.
Saí e falei, sorrindo:
- Quase escapou, né?
- É.
- Bom, não quero mais fazer de besta. Mati, o que aconteceu ontem à noite não pode se repetir nunca mais.
- Cê tem razão.
Por um lado, me dava tranquilidade, mas por outro, me decepcionava um pouco que meu irmão tivesse fechado o assunto assim.
- Mas não precisa fazer essa cara de enterro, neném.
- Vamos desdramatizar, cê tem razão!
- Passa a cum, falei pra zoar um pouco
- Kkkkkkk, rimos os dois
Terminamos de tomar café e cada um foi pro seu trampo.
À tarde, nos juntamos pra ver um filme e, numa cena erótica, ele me fala:
- Adianta, por favor.
- Por quê?
- Porque não quero que ele suba...
- Para, neném, não tem problema.
- Como quiser, mas depois não reclama
- De quê?
- De que ele suba e eu comece a passar a mão...
- Aí é onde temos que parar, expliquei. A gente pode Excitar, esquentar e isso não precisa passar daí.
- O que acontece é que quando ele sobe, igual agora, preciso ajeitar e parece que tô me tocando e te provocando…
- Não é que eu me provoque toda vez que você se ajeita. Vou fazer um esforço pra não olhar…
- Por mim pode olhar…
- Mas foi assim que começou da outra vez… e enquanto eu falava já sentia minha calcinha molhando.
- É, verdade… É que esquento muito fácil
- Deve ser genético, acho eu.
- Você também tá molhada?
- Matí! Não vamos começar! Pelo amor de Deus!
- É só uma pergunta!
- Sim, e chega!
- Eu também. Tô com o pau durasso.
Cada vez que ele falava a palavra “pau” eu ficava louca e tava começando a perder o controle de novo.
- Sim, gato! Já vi!
- Como seu olho vai longe, hein!
- Já te falei que não sou de madeira, gato
- Que calientes que somos, irmãzinha. Agora adoraria ver seus peitos
- Chega, Mati! — eu dizia já sem convicção enquanto olhava pro volume dele.
A gente tava os dois deitados no sofá e meu irmão começou a desabotoar a calça
Eu olhava e falava Mati, não!
Ele continuava se desabotoando. Eu não conseguia parar de olhar.
- Me fala que não quer ver ele
- Não aguentei mais e desabotoei os três botões da minha calça pra meter a mão e começar a me tocar.
Nessa altura, meu irmão já tava com o pau pra fora, batendo uma devagar.
Minha cara devia ser um poema.
Matías aproximou a outra mão no meu peito esquerdo e falou, como quem pede permissão:
- Posso?
Olhei pra ele e não falei nada, mas fechei os olhos devagar e senti ele apertar meu peito. Meu nível de tesão tava no máximo.
- Aiiii Mati, pelo amor de Deussss
- Como você me esquenta, irmãzinha!
- E você me esquenta, gato!
- Mostra seus dedos molhados, deixa eu sentir seu cheiro, por favor.
Naquela hora, tirei meus dedos e levei até o rosto dele. Ela pegou na minha mão e enfiou meus dois dedos na boca dela e começou a chupar.
Não me perguntem como, mas isso foi o máximo que eu aguentava. Peguei na pica dela e me abaixei e comecei a chupar. Meu irmão instintivamente enfiou a mão na minha buceta.
- Ahhhhh, disse meu irmão. Para, que não vou aguentar muito e vou gozar a qualquer momento.
Tirei a pica da boca pra falar:
- Não importa, goza na minha boca. Quero sentir o gosto da sua porra.
Naquele momento, uns jorros grossos de sêmen inundaram minha boca. Continuei chupando e engolindo. Meu irmão, se contorcendo, começou a tentar puxar minha calça pra baixo. Levantei o quadril pra ajudar. Queria gozar, não me importava com mais nada.
Ele arrancou minha calça e calcinha de uma vez e, na sequência, começou a chupar minha buceta de um jeito tão selvagem que me fez gozar na hora.
Terminou de chupar minha buceta e eu empurrei ele pra ir embora. Precisava clarear minha mente.
Dormi.
No dia seguinte, a situação era diferente. Mais relaxados os dois.
Eu tava fazendo o café da manhã de legging e meu irmão levanta de cueca boxer e senta na cadeira me olhando. Eu preparava o café e sentia os olhos do meu irmão na minha bunda. Não ousava me virar porque tava sem sutiã e com os mamilos totalmente duros.
- Que bem que dormi!
- Eu também, falei.
- Que nem um neném.
- Eu, que nem uma bebê.
Sabíamos do que estávamos falando, mas ninguém queria deixar claro até que ele solta:
- Que nem uma bebê depois de tomar o leite…
- Kkkkkk
- Kkkkkkk
- Mas eu não, porque não pude mamar… ele disse.
Como essas conversas com meu irmão me excitavam, pelo amor de Deus!
- Ficou com vontade? Falo virando a cabeça e fazendo cara de menina inocente.
Nisso, sinto o volume duro do meu irmão se enfiando entre minhas duas nádegas no momento em que ele me agarra pela cintura. Eu viro pra olhar ele e me Beija. Nossas bocas se encontraram e nunca mais se soltaram. A gente se metia a língua e o volume dele me pressionava de um jeito tremendo.
As mãos dele subiram pros meus peitos por dentro da camiseta. Ele pegou as tetas com as palmas enquanto, com os polegares e indicadores, apertava de leve meus bicos. Eu não queria, nem conseguia parar. Em questão de segundos, minha camiseta voou pelos ares. Eu meti minhas mãos no elástico da cueca e puxei pra baixo, enquanto meu irmão tirava minha calça e calcinha juntas. Sentei na bancada e, abrindo as pernas e segurando a pica dele, falei:
- Me come, irmãozinho! Não aguento mais!
- É? - ele diz. - Quer que eu te coma?
Se tinha algo que aumentava meu tesão era isso: a putaria na boca. E eu entrei no jogo que mais gosto.
- Siiim! Me come, por favor!
- Adoro te comer, irmãzinha!
- E eu adoro ser comida por você, irmãozinho!
- Siiim?
- Siiim
- E você gosta da minha pica?
Já não aguentava mais, gozei igual uma louca enquanto respondia:
- Amo sua pica!!! Tô gozando!!!
- Siiim, irmãzinha! Goza pra mim! Molha minha pica com seu orgasmo!
As palavras que meu irmão usava não podiam me deixar mais tesuda.
- Como eu gosto de ser comida por você, irmãozinho!
- E eu adoro te comer!
- É? Você gosta de comer minha buceta? - eu dizia, entrando nessa putaria que a gente tanto amava.
- Siiim! Tô quase gozando!
Eu me cuidava com pílulas há muito tempo e não queria perder a sensação de sentir aquela pica pulsando dentro de mim, então falei:
- Goza dentro de mim, por favor! Quero sentir seu leite! Mas enquanto goza, não para de me beijar, por favor!
Ele, me obedecendo, meteu a língua fundo enquanto eu, com minhas pernas e braços, o abraçava pra sentir ele mais fundo, se é que dava. Eu sentia a pica dele pulsar. Sentia a língua dele se mexendo dentro de mim. minha boca. O prazer não podia ser maior. O prazer do proibido. O prazer do incesto.
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