aqui estou depois de 1 ANO de descanso1 http://www.poringa.net/posts/relatos/2457321/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-1-para-18.html
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.html
6 http://www.poringa.net/posts/relatos/2469607/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-6-para-18.html
7 http://www.poringa.net/posts/relatos/2472629/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-7-para-18.html
8 http://www.poringa.net/posts/relatos/2475301/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-8-para-18.html
9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-9-para-18.html
10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-13-para-18.html
14 http://www.poringa.net/posts/relatos/2556970/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-14-para-18.html
15 http://www.poringa.net/posts/relatos/2587198/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-15-para-18.html
16 http://www.poringa.net/posts/relatos/2818394/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-16-para-18.html
- E aí, como foi, mãe? – assim que saímos da loja-oficina do pai da Sara. Caminhando pela rua, acompanhando minha mãe como um bom filho.
- Bom, não foi ruim. É um homem educado. Ele curtiu comigo.
- Tenho certeza que ele te curtiu, mãe. Foi difícil fazer ele gozar?
- Bom, você sabe, filho, essas coisas são como são, mas tô feliz de ter servido pra sua moto.
- Ele era obcecado por você. Você é um símbolo sexual pra ele. Que tesão. Você deu Gozou bem, né?
- Sua mãe foi uma boa puta. Gozou bem. Do jeito que você queria.
- Adoro, você é minha mãe, vai fodida como qualquer vagabunda. Melhor, vai recém-fodida.
- Você gosta, hein? – ela me olhou – faço de puta por você, sou o que você quiser que eu seja – sorriu.
- Me excita ter minha mãe bem comida, sim. E você faz de puta porque gosta de ser – eu tava ficando excitado só de falar assim com ela – deu a teta pra ele?
- Ele deixou elas meio doloridas de tanto amassar e chupar, enquanto sussurrava: “porra, que tetas, finalmente tenho as tetas da Catalina”.
- A fantasia comum de todos os pais do colégio, chupar as tetas da “Melões”. Esse era um dos poucos que ainda te faltavam – ela me olhou com a testa meio franzida – me diz que não é verdade, vai, suas tetas já passaram por todas as mãos de lá.
- Filho… – sempre me excitava falar assim com minha mãe.
- Chuparam seu leite e te ordenharam, promíscua – ela evitava meu olhar direto, fiz uma pausa – uma experiência única pra eles. E você adora que mexam nas suas tetas.
- Uffff filho… é que sobrava leite, eu sempre ia vazando leite pelos bicos e todo mundo percebia, ficavam muito excitados, me dava tesão… me excitava.
- …e, claro, de quebra te fodiam. Te usavam. E você gozando.
- É que ficavam tão duros… sei lá… Todos diferentes, uns tímidos outros agressivos, paus grandes, pequenos, gozadores precoces, um pouco de tudo…
Chegamos no ponto do ônibus que levava pra casa. Eu tava com o pau durasso. O ônibus tava lotado como sempre. Empurrei ela, apertando a gente contra o povo, e coloquei ela na frente de um cara mais velho, uns 50 anos, vestido de trabalho, parecia operário de luz ou água. Eu fiquei atrás dela, apertando meu pau contra a bunda dela e ela contra o cara. Falei baixinho.
- Como ele te comeu? Você gozou, com certeza. – O decote generoso da minha mãe a pouca distância do cara, até roçando nele. E eu empurrando com os movimentos. bruscos do ônibus.
- Ele tava a fim de me foder de quatro feito uma puta, foi bom, eu gostei – ela falava baixinho também.
- Ele gostou de ver suas tetas balançando – passei minha mão na frente dela, pela barriga e subi até o estômago, o cara deve ter sentido minha mão.
- Ele agarrou elas enquanto me penetrava – subi a mão dela, acariciando o começo do peito por baixo, o cara me olhou e eu sorri pra ele, cúmplice. Ele olhou pra minha mãe, mas ela tava olhando pela janela, a gente era empurrado pra todo lado. – Depois eu montei no pau dele, por cima, enquanto ele apertava minhas tetas.
- E você gozou – subi a mão e acariciei suavemente por cima do mamilo. O cara olhou pro decote dela, dava pra ver uma boa parte da teta, e também viu minha mão, me olhou e eu pisquei pra ele, fazendo um movimento leve com a cabeça como confirmando.
- É que eu excito na hora, você sabe, tive um orgasmo com ele assim. – Eu já tava com o pau duro contra a bunda dela. O cara olhava o decote dela, me olhava e eu percebi que ele subia a mão pra outra teta da minha mãe. Comecei a apertar ela com os dedos de leve, cuidando pra ele ver. Notei que minha mãe respirava mais ofegante. Vi que a mão do cara já tava na outra teta da minha mãe.
- Onde ele gozou em você, mãe? – O cara já apertava a teta sem disfarçar.
- Na boca – ela gemeu baixinho – Engoli o leite dele. – Agora o cara podia ouvir o que a gente tava falando.
- Muito? – Agora a gente apertava as duas tetas dela – E você gostou.
- Ufa, sim, muito leite e eu gostei – ela soltou um gemido baixo mas audível – Aaah…
- O que foi, mãe?
- Pelo amor de deus, filho, esse cara tá me apalpando lá embaixo… uff – olhei pra ele, a expressão dele era um poema, tava excitado, com os olhos brilhando olhando pra minha mãe.
- Você gosta – me aproximei do ouvido dela – você gosta de ser apalpada por qualquer estranho. Isso te excita…
- Uff filho… aaah – ela gemia baixinho, eu apertava meu pau contra a bunda dela. Desci a mão pra acariciar a coxa dela, o cara tava apalpando ela por cima da roupa. Sem pensar por quê, só se Me deu na telha de levantar a saia dela, o cara sacou na hora.
- Uuuug, pelo amor de Deus – gemeu minha mãe. Sabia que eu tava passando a mão direto na buceta dela, minha mãe deu um pulo – uuuugff… aaah – percebi que eu tava enfiando um dedo.
- Chegamos no nosso ponto – falei alto. Tudo voltou ao normal, dentro do possível. Pedindo licença, saímos do ônibus.
- Se continuasse mais duas paradas, você gozava, mãe.
- Você é um filho da puta, filho. – Caminhamos um pouco em silêncio – que tesão do caralho.
- Não me diga que nunca fez isso com estranhos.
- Não tô dizendo isso, mas assim, entregue pelo meu próprio filho, não. É muito obsceno.
- Vamos repetir, mãe, e muito melhor. – Ela não queria, mas me contou que na lua de mel com meu pai, tinha transado com um completo estranho. Tinham ficado nuns bangalôs, lá pela Andaluzia. Parece que transavam pra caralho.
- Você sabe que quanto mais eu tenho, mais eu quero, não consigo evitar.
Uma tarde meu pai foi nadar no mar e ela ficou cochilando na cama. No bangalô ao lado, tinham dois italianos jovens. Naquela tarde, os dois comeram ela, um atrás do outro.
- Porra, mãe, recém-casada… por que fez isso?
- Nada, filho, sei lá… entrou um, parece que seu pai tinha deixado a porta mal fechada, abri os olhos e vi ele na minha frente, sorrindo, era gostoso… pelado… me olhando… já tava com o pau bem duro… falou que precisava de mim… eu tava nua e molhada… sonolenta… de repente me vi sendo penetrada… muito tesão… gozei pra caralho. Depois entrou o outro… sei lá… quase sem falar nada.
- O que mais você combinou com o pai da Sara?
- Vou pagar mais algumas parcelas pra ele. Não é desagradável nem difícil. E você já tem sua moto. Tá feliz com sua mãe puta?
- Amo minha mãe puta. Mais uma rola te comendo. Adoro ter a mãe mais comida. E mais passada a mão…
A gente ia conversando de boa, qualquer um diria que era uma conversa banal entre mãe e filho. Minha mãe era assim, fascinante. Chegar em casa, ela tomou banho e se vestiu como dona de casa, mas nada sem graça, minha mãe sempre foi gostosa e sempre provocando pra fazer alguma coisa com ela. Entrei na cozinha com ela e comecei a passar a mão.
- Me excita que você acabou de dar, mãe.
- Uffff, quieto agora, filho, que seu pai e seu irmão estão quase chegando, não dá tempo – ela tinha razão. Paciência – ela acariciou meu volume e apertou minhas bolas por cima da roupa – quero esse esperma bem dentro de mim.
- Ummmmmmm, o esperma, hein? – Ela riu e não disse nada. E eu pensei em como seria excitante vê-la grávida.
- Aliás, mãe, meu irmão precisa de ajuda, ele se acaba na punheta e é tão tímido e medroso que não tem coragem com nenhuma garota. Talvez você possa fazer algo por ele. Uma punheta ou um boquete já bastava.
- De jeito nenhum, filho, seu irmão não é igual a você, ele é como seu pai, um artista sensível, uma graça, eles despertam ternura, você não. Acho que faria mais mal do que bem. Você já nasceu um filho da puta, dava pra ver, eu já intuía que você era perigoso. Seu irmão é um anjo, uma pessoa adorável, me preocupa vê-lo assim, mas não vou fazer nada. Ele não entenderia.
Ela tinha toda a razão. Ia ter que inventar alguma coisa.
Liguei pro meu avô, fazia dias que não nos víamos e queria propor uma sessão com a Pilar. Ele tinha o cuidado de me emprestar o apartamento dele pra mim e minhas gozadas, e eu queria retribuir com a bunda da Pilar. Até sugeri se ele tinha algum amigo precisando de mulher nova.
- Porra, sim, tenho um amigo viúvo que tá desesperado, há meses sem mulher.
- Ofereço uma mulher nova, não chega aos 40, uma gostosa que eu como de vez em quando. Casada, adúltera, safada, tarada, mas com discrição, porque o marido é um corno manso sem saber.
- Ele vai ficar doido, aliás, como é que tá sua mãe?
- Como sempre, vô, você conhece ela, cada dia mais bonita.
- Faz tempo que não temos uma "sessão em família" nós três, temos que fortalecer os laços emocionais, neto. Principalmente por ela.
- Sim, temos que cuidar da sua querida nenenzinha e fazer ela se sentir bem.
Ficou combinado. Um dia, sessão com a Pilar e outro, íntimo, com a nossa garota, mãe e filha ao mesmo tempo.
A sessão com a Pilar foi fantástica. Fiz ela se vestir com uma saia plissada de colegial, uma camisa branca, uma gravatinha e meias brancas, tinha certeza que eles iam adorar comer o cu de uma colegial. Umas pernas perfeitas, ainda por cima.
Realmente os peitos dela eram diferentes, estreitos na base e redondos no final, achatados na região da aréola, de onde saía o mamilo comprido. Pensei que apertar os peitos dela na base e exagerar o formato de pêra ia dar muito mais tesão, também tinha certeza que ela ia gostar dessa dor leve e que esticaria a pele da aréola e o mamilão estreito e comprido, e que ela ficava excitada quando eu batia nos peitos dela, isso aumentava o prazer dela.
- Fica de quatro, na cama, com os peitos pendurados, você vai ver que puta você vai estar pros meus clientes – ela estava vestida de colegial, mas a camisa desabotoada, me deixando acesso aos peitos dela pela frente.
Ela obedecia sem reclamar. Só gemeu um pouco enquanto eu amarrava os peitos dela com tiras de lenço de seda, quando terminei me afastei pra olhar. O formato realmente exagerado.
- Essas sim são duas peras, Pilar. Tá doendo?
- Uffff, um pouco, mas é excitante, como ficaram duras. Me sinto estranha com esses peitos.
- Porque você gosta de ser uma puta. Se olha no espelho, de frente. Você é uma adúltera indecente. De quatro, meio vestida de puta e à mercê do amigo do seu filho – fiquei do lado dela e meti a mão nos peitos pendurados dela, acariciando e balançando – Tá gostando? – dei uns tapas.
- Aaaaay… Ummm, sim, tô gostando. Tô gostando de mim.
- Seu filho diz que você é uma freira, se ele soubesse que a mãe dele é uma vagabunda – ela se mexia de forma sensual, os peitos balançavam de um jeito excitante – como eles ficam duros assim, putinha – agarrei os mamilos dela e puxei, ela gemeu entre prazer e dor – te vendi Uns caras que vão te comer o cu, se comporta direitinho com teus clientes. E vou te trazer mais, como você mesma pediu, você precisa de prazer de puta – com os mamilos longos e finos entre meus dedos, eu continuava puxando pra vários lados.
- AAAAh... sim, sim, amor, vou me comportar, me traz mais... aaai... mais homens, preciso de prazer... aaaah... recuperar o tempo perdido... prazer de puta – eu adorava ouvir ela falar isso, dei dois tapas nos peitos dela – Aaaaaaaaihh... ufffff... me excita... me dá – deixei ela quente que nem brasa, abri as pernas dela e bati na buceta, ela se contorcia de prazer – aaaaaaaaah... uffffff... me bate – bati na buceta e nos peitos – aaaaaaaaaa siiiiiim... pelo amor de deus... aaaaah... me fode... me fode... aaai... siiiim... aaaah... me fode que nem uma puta... aaaaaaaaai
Na mesma hora bateram na porta.
- Vou abrir pra eles, você arruma a roupa e espera eu te chamar. Lembra que você é a Putette.
Foi tudo tesão e sexo sujo. O amigo do meu avô queria intimidade, então foram sozinhos, a Pilar e ele, pra foder. Eu e meu avô fomos pro quartinho ao lado pra poder ver sem eles saberem.
Uma puta autêntica. Tava adorando. O cara tava meio nervoso no começo, mas ela teve paciência, chupou o pau dele um bom tempo, de joelhos, ele sentado na cama, deixou os peitos de pera pra ele aproveitar à vontade, sentada sobre os joelhos dele e enfiando eles na boca, sussurrando, acariciando o pau dele enquanto se escancarava na cama pra ele chupar a buceta o quanto quisesse também. Finalmente, com o pau duro, colocou ela de quatro na cama com os joelhos no chão e meteu no cu dela.
A gente viu o espetáculo maravilhoso, eles estavam de frente pro espelho que dava pro quartinho escuro e a gente via bem a trepada e as caras deles. Ele não era muito falador, mas era tarado e quis saber se o marido dela metia no cu.
- Ummm não, querido, meu marido não deixo, mas você sim. Ummmmm, eu gosto... e você?
- Minha mulher nunca deixou – ele bombava o cu dela e ela gemia alto. – siiiim… ah… sim… eu gosto… posso gozar dentro do teu cu?
– Hummm sim, amor, sim, aproveita, goza, enche meu cu de porra… – uma puta excelente – eu fico excitada com sêmen… siiiim
Ele foi embora encantado e me pagou generosamente. Agradeceu ao meu avô.
– Essa mina é boa pra caralho, porra. Vamos ver quando repetimos.
Meu avô e eu comemos ela juntos, como bons parceiros. A Putette estava tomando banho.
– Tô com vontade de meter o pau no cu dessa gata enquanto você fode a buceta dela.
– Ela é uma cachorra perdida, já vai ver. Primeiro a gente brinca um pouco. Ela curte ser obscena, em casa é uma santinha. Putette! Vem aqui, por favor.
– Melhor pelada, Putette, querida, só de meia – disse meu avô – vamos ver o material que você tem pra gente.
Ela se despiu sem hesitar. Pensei, porra, se o filho dela visse…
– Hum, linda, e pernas lindas – ela estava de pé na frente dele – vira de costas, por favor.
Ela mostrou a bunda, meu avô deu um tapinha leve – bunda boa, vou adorar comer o cu de uma mina como você, Putette. Você é gostosa. E parece que é bem puta e curte umas putaria, né?
– Hummm sim, sou bem puta e curto umas putaria, vai ser um prazer levar no cu.
– O cu dilatado, hein? Meu amigo já te comeu por trás, né?
– Hum, sim, e ele gostou muito…
– Muito melhor. Assim vou entrar mais fácil. Você gosta de chupar pau?
– Hum sim, gosto de chupar pau – ela ficava excitada em dizer isso.
– Chupa o do meu neto. Dá pra ele, Roger, faz o favor. – Claro, fiquei na frente, tirei ele pela braguilha e coloquei na boca dela.
– Chupa minha pica, puta – ela fez gulosamente, enquanto meu avô dedilhava a buceta e o cu dela – devagar, Putette, devagar – ela tava descontrolada, rebolando a buceta e engolindo meu pau – porra, falei devagar – tirei ele e dei um tapa nela, ela gemeu, toda excitada.
– Aaai – os olhos dela brilhavam.
– Não se mexe – meu avô levantou, ficou na frente dela, tirou o pau morecilhão e colocou nos lábios dela – já que você gosta de chupar… rabo, abre essa boquinha, Putette – ele meteu – ummmm boca boa – ela me olhou – você tem uma puta excelente, neto, já me deixou duro na hora.
- Faz pouco tempo que eu nem sabia o que era chupar uma pica.
- Agora chupa duas de uma vez, hahaha. – ela chupava com gosto – deusss, como essa puta engole!
Levantei e amarrei os peitos dela de novo enquanto ela chupava o pau do meu avô. Aproveitei pra dar uns tapas que estralaram e fizeram ela gemer de boca cheia de pica.
- Você gosta de comer a pica do meu avô, Putette?
- Ummm sim, gosto de comer a piroca grossa do seu avô, um – continuou chupando. Meu avô entrava e saía da boca dela. Fiquei atrás e meti na buceta dela até o saco. Ela gritou. – Aaayyyyy… você me fode…
- Vamos ver se você é tão boa quanto parece, Putette, aguenta que vou meter tudo – ela aguentou – porraaaa, até o saco ufff…- ele tirou – uma chupada do caralho. Leva ela pra cama, neto, que vou comer ela gostoso.
- Vamos, puta, já ouviu, é hora de foder teu cu. – ela se levantou, e de quebra dei dois tapas nos peitos inchados dela – toma, putarrona.
- Aaay sim, sim, Ummmm, sou uma indecente – fez uma pausa – quero ser montada, sim, ficar montada igual uma puta.
Deitei na cama de barriga pra cima.
- Enfia essa porra, seu putão.
- Assim, bem enfiada no meu neto, vou te comer o cu, Putette – daqui a pouco meu avô já tava metendo fundo – toma dois paus bons.
Ela ficava louca de tesão, gemia, gritava, e gozou escandalosamente. A gente metia sem dó, ela se largou em cima de mim, toda mole, os peitos esmagados, só recebendo os dois paus.
- Vou encher sua buceta de porra, vagabunda, vou te engravidar, grávida e de cu cheio.
Enchemos ela de porra quase ao mesmo tempo. Ela gemia de tesão.
Depois de tomar banho, meu avô ficou carinhoso com ela antes de ir.
- Você é um anjo, Putette. A gente vai se ver de novo.
Ela também beijou ele.
- Foi muito gostoso estar com vocês dois.
Naquela tarde, ela apareceu, logo depois ter encontrado com meu avô, meu amigo Sebas. Nem imaginava que pouco antes eu tinha combinado que a gente ia meter no cu da mãe dele em três caras. Minha mãe atendeu ele educada, mas meio distante, não queria que ele pensasse que podia comer ela sempre. Ele só tinha olhos pra minha mãe, então falei na cara.
- Porra, cara. Dá pra ver demais que você gosta da minha mãe, quer foder ela, é?
- Hã? Não, não, que isso, que loucura você fala, é sua mãe.
- Buceta, sim, mas é uma mulherão, além disso, sem problema, eu também queria comer a sua.
- Não fode, se ela não tem graça nenhuma, é sem sal, chata e não é gostosa – Esse cara é idiota, pensei – A sua sim é uma mulher bonita.
- Você nunca viu sua mãe pelada?
- Não fode, é uma freira, nem pelada nem nada. Nem nada de nada.
Ummm, pensei, tô bolando uma parada perversa, muito perversa. Capaz de eu armar pra um dia você comer sua mãe sem saber. E ainda meter no cu dela com seu pau gordo e curto.
- Então ela deve ter uns peitinhos durinhos e um biquinho gostoso.
- Ufa, cara, sei lá, que nada, a sua sim que tem um par de melões bem duros e um bico da porra.
- Buceta! Você viu os bicos da minha mãe? – ele ficou vermelho – Como sabe que os peitos dela são duros?
- Porra…sei não… – tava enrascado – imagino… dá pra ver…tipo, certeza que deve ter eles duros…
- Ah, porra, tinha me preocupado, pensei que talvez você tivesse comido ela e eu sem saber. E pior, sem comer a sua.
- Não, porra, que nada – tava me divertindo.
- Tenho uma loirinha francesa que talvez você curta. Uma mulher casada que curte um putaria. Bem gostosa, daquelas que fazem de tudo sem problema. Tem um marido que não dá muita bola pra ela e ela precisa de sexo. Bom, depois me fala.
- Porra, cara, claro que interessa. Preciso enfiar o pau, tó louco.
- Te aviso quando der, e ela se livrar do marido e dos filhos. Mas vai te custar 2 verdinhas. Preciso comprar umas coisas pra ela. – Me pareceu Do mais tarado, me pagar pra comer a mãe dele.
- Dois conto?
- A tia vale a pena, é uma gostosa e muito puta, com certeza deixa dar no cu.
- Porra, com a vontade que tô de experimentar um cu. Me falaram que é do caralho, mas que as minas não deixam.
- Prepara a grana que vou te servir de bandeja um cu de uma coroa gostosa pra caralho –, uffa, que tesão, pensei, você vai me pagar pra comer o cu da sua própria mãe.
Por enquanto ele foi embora de rabo entre as pernas, minha mãe não tava a fim. Se fosse diferente, ele podia ter na própria casa o cu que tanto queria.
Tudo tava dando certo. Liguei pra Sara pra chamar ela pra dar um rolê de moto. Propus que depois a gente podia vir pra minha casa, ela ficar pra jantar e, se quisesse, dormir comigo.
- E seus pais? Eles não vão achar legal.
- Vão achar ótimo, não se preocupa, só se você quiser. Nunca dormimos juntos, talvez você goste. Não somos namorados, mas o pessoal acha que sim.
- Bom, por enquanto o resto do plano, tô a fim de ir na sua casa e jantar com vocês. Quero ver essa motona que você tem.
Como eu disse. Tudo certo. Adorei levar uma gata como a Sara na moto, ela vestiu uma minissaia, um espetáculo lindo. As pernas e as coxas dela. E claro, toda vez que subia e descia, mostrava a mini tanga, com a bundinha fina excitante e a bucetinha marcada. Ela realmente tinha mudado, mas acho que era mais por inconsciência do que por vontade, era mais inocente do que o exibicionismo dela indicava. Dava alegria ver uma mulherzinha assim. E eu tava com ela.
Em casa, meu irmão ficou pasmo de ver a Sara tão sexy, ficou apaixonado quando ela deu dois beijos nele, toda carinhosa e alegre.
Claro, meu pai também, os dois passaram o olho nela. Minha mãe ria do impacto que ela causava, obviamente, pra ela era familiar causar esse impacto quando queria.
Ficamos conversando sobre assuntos normais, a Sara tava feliz e um pouco atordoada. Pela sensualidade da minha mãe, que usava só um vestidinho leve de ficar em casa. Ficar em casa não significa feio ou sem graça, aberto com botões na frente, curto, deixando entrever os peitos lindos dela e as coxas. Levei ela pro meu quarto.
- Curto muito tua mãe, parceira. É a mulher mais sensual e voluptuosa que existe. Você já sabe que eu prefiro as minas, uff, que mãe tu tem...
- Sim, minha mãe é uma boa mulher. Na real, percebi que você era sapatão pelo jeito que olhava pra ela, parceira. Você quer ela?
- Porra. Parceira, que sonho pra mim dormir com tua mãe. Me excita pra caralho. Mas acho difícil.
- Tudo é possível, parceira. Tudo pode ser conversado.
- Porra, parceira, isso seria o máximo pra mim, mesmo que fosse só uma vez, que peitos tão... tão... uff, mas cê tá me zoando.
- Tô falando sério, parceira, talvez eu possa falar com ela, temos muita intimidade – você não faz ideia do quanto – mas você teria que me fazer um favor.
- Uffff se você conseguir, faço o que você mandar – ela me olhou, excitada – já fico molhada só de pensar em acariciar essas tetas da tua mãe e me esfregar nela – abracei ela e beijei na boca.
- Eu me comprometo a conseguir. Mas preciso que você ajude meu irmão, ele é um cara muito inseguro, tímido demais, tem medo de chegar nas garotas. Você pode fazer algo por ele, vai aumentar muito a autoestima dele se a que ele acha que é namorada do irmão se sentir atraída por ele.
- Porra, mano, o que cê quer, que eu coma teu irmãozinho? Ufff não sei...
- Não, parceira, não tanto, bastaria fazer ele se sentir seguro, com uma punheta já basta, e que ele pudesse te apalpar, ele ainda não conhece a pele de uma garota, que ele saiba o que são uns peitos e uma buceta. E uma boca sensual. Você seria a primeira mina do meu irmão, ele lembraria de você pra sempre, ainda mais se deixar ele chupar esses bicos gostosos.
- Ufffff você é um demônio, parceira, sabe como me excitar – ela fez uma pausa – mas não prometo nada.
- Vai sim, eu vou conseguir fazer você ficar com minha mãe, nós três, ela, você e eu. Além disso, também não vai te custar muito, parceiro, se não passa de um garoto tímido, no fim das contas, uma esfregada e uma punheta não são grande coisa pra você.
Sugeri ao meu irmão que mostrasse pra Sara os desenhos que ele fazia. A verdade é que ele era um artista de verdade, desenhava como um profissional. Ele ficou super feliz, levou ela pro quarto dele e ficaram um tempão lá, Sara soltava expressões de admiração a toda hora e ria, alegre.
Meu pai lia um livro na sala e eu fui com minha mãe pra cozinha. Levantei o vestido dela e acariciei a bunda dela, ela me olhou com cara de reprovação.
- Não, não filho, pelo amor de Deus – sem dar bola, puxei a calcinha dela pra baixo e tirei – por favor, filho…
Inclinei ela pra frente, nem precisei abrir as coxas dela, ela mesma separou as pernas, sem dizer mais nada, puxei a pica e enfiei na buceta dela de uma só vez, ela mordeu os lábios pra não gritar.
- Deus, mãe, que tesão que dá te foder com a casa cheia – sussurrei pra ela.
Bombei forte umas quantas vezes e tirei. Tudo voltou ao normal, menos a respiração da minha mãe e minha pica dura. Sem mais, dei um tapa na bunda dela e antes de sair da cozinha.
- Você é minha puta. Entro por onde saí quando eu quiser.
- Ufff, mas toma cuidado, filho.
Meu pai continuava lendo e do quarto do meu irmão saíam as vozes da Sara e dele.
Fui ver como tava, ela tava sentada na cama do meu irmão olhando os desenhos. A primeira coisa que vi foi a microcalcinha fio dental dela, ela tava com as pernas encolhidas e não se preocupava em se cobrir, ocupada olhando os desenhos, oferecendo pro meu irmão a vista linda das pernas nuas dela e a buceta quase descoberta, sem se importar. Meu irmão devorava ela com os olhos mas ficava longe. Acho que devia estar de pau duro.
- Seu irmão é um artista foda, como ele desenha bem, adoro, que sorte ter essa habilidade.
- Por que você não faz um desenho bonito pra ele, mano, vai.
- Um retrato? – ela disse
- Melhor um desenho de corpo inteiro. Inteiro.
- Aaaah sim, você ia querer fazer isso pra mim?
- Claro, eu gosto de desenhar a figura humana, você já viu.
- Você é um anjo – ela se levantou e abraçou ele pra dar um beijo na bochecha, ao se afastar olhou pra braguilha dele, era óbvio que tinha notado a ereção – você tá feliz em me ver – sorriu pra ele, meu irmão ficou vermelho que nem pimenta.
- Normal, Sara – falei pra acalmar ele – você tava muito gostosa ali na cama dele, qualquer um ficaria – dei um tapinha no ombro do meu irmão e pisquei o olho – não incomoda nem eu também, mano, somos irmãos. Vai Sara, dá um beijo no seu cunhado de verdade, que você deixou ele envergonhado – Sara olhou pra mim, depois olhou pra ele e sorriu.
- Desculpa, cunhado, não queria te incomodar – ela chegou perto dele, passou os braços no pescoço dele e colou os lábios nos dele, claro, se apertando contra a ereção dele, afastou um pouco a boca sem soltar o abraço – não vai me abraçar, cunhado? – meu irmão passou as mãos nas costas dela, obediente, alucinado – beija sua cunhada com carinho – eles juntaram os lábios devagar, mais tempo do que seria normal pra uns cunhados, mas sem língua, meu irmão não sabia, quase da mesma altura então a pica do meu irmão tava bem no meio da buceta da Sara, que se mexia um pouco, depois de um minuto ela se separou mas ficou perto, sem mais se abraçarem.
- Uaaau, como você beija bem, adoro beijar – ela olhou pra mim e sorriu – seu irmão beija maravilhosamente bem – mentiu – parei porque ia ficar a tarde inteira – veio até mim e também me beijou, mas dessa vez eu coloquei um pouco de língua – uff, que par de irmãozinhos.
Meu irmão tava como se tivesse levado um choque, sem acreditar no que tava rolando. Era o primeiro beijo dele numa mina e era a “namorada” do irmão dele, e ainda tinha conseguido esfregar a pica.
- Bom, não vai fazer um primeiro esboço do desenho dela? Ainda falta pra janta.
- Bom, sei lá – disse meu irmão olhando pra mim – teria que me preparar…
- Vai, mano, isso se prepara rapidinho. Além disso, tem que achar a posição certa e tal, aí você começa e continua outro dia.
- Como é que eu fico? Sentada, de pé...
- Tem que testar várias posições pra ver qual te dá mais jeito – disse meu irmão – vamos tentar deitada, igual à maja de Goya.
- Nesse caso, a maja nua, né? – falei.
- NUUUUA? – disse meu irmão.
- Claro, não acha, Sara? Melhor assim, você vai ter uma lembrança pra sempre.
- Hum, acho que bem melhor sim. Mas não sei se seu irmão vai achar legal – olhou pra ele – o que ele vai pensar se no primeiro dia que venho na sua casa, eu fico pelada.
- Então ele vai pensar que você é muito gostosa, e vai adorar desenhar um nu feminino – olhei pra ele – não é mesmo? Não vai ser nada desagradável pra ele, Sara.
- Nããão, nada desagradável. Do jeito que vocês quiserem, mas não sei se vou conseguir. Já fiz uns esboços, mas não de modelo ao vivo, só de fotos.
- Não quer tentar? Acho que a Sara pode ser uma boa modelo.
- Béeem... isso aí, sim, ok.
- Onde eu tiro a roupa?
- Vai pro meu quarto, veste meu roupão e vem.
Quando a Sara saiu, eu falei:
- Ela é muito gostosa, hein? E é super alegre e liberal. Você vai se acabar de ver ela pelada. Hehehe, te deixou de pau duro, né?
- Porra, cara, que mina. Não te incomoda...
- Não, qual é, somos irmãos, e você já viu como ela adora beijar. Gostou de beijar ela?
- Uffff, incrível, é a primeira mina que me beija assim, caralho. Cê quer mesmo que eu desenhe ela pelada?
- Sim, toda nua, e desenha bem os peitos e a buceta dela, deixa aparecer a xereca. E se ela quiser te beijar, deixa. Sei que você ainda não ficou com nenhuma mina, acho que não vai cair a coroa dela se você apalpar um pouco, a pele dela é fina, fina.
A Sara entrou com meu roupão por cima, sobrava pra todo lado, mas saber que por baixo tava pelada era um tesão.
- Como é que eu fico? – a gente tava os três de pé, bem juntos, o espaço não era muito grande.
- Ali na cama, deitada – a cama tava encostada na Parede, ela me olhou – sem o roupão, claro – desabotoou o roupão devagar, depois olhou pro meu irmão e deixou ele escorrer até ficar completamente nua, de frente pra ele, a menos de um metro. Nós dois sentimos o cheiro dos peitos dela, uma boneca linda, com umas tetas boas e a buceta raspada. Meu irmão só tinha olhos pra ela, ela olhava pra ele, os mamilos dela endureceram. – Você tá linda, já vai ver como ele te desenha bem.
- Ufffff, espera um pouco, me sinto meio desconfortável assim nessa situação, nua, tenho que me acostumar – ela sorriu. Abracei ela com carinho, acariciei o cabelo e os ombros dela.
- Você tá em família, Sara, fica tranquila – levantei o queixo dela e beijei ela suavemente, ela abriu a boca e eu dei um pouco da minha língua, o suficiente pro meu irmão ver bem – você é uma princesa.
- Tô meio nervosa, a gente quase não se conhece.
- Eu... eu... também tô um pouco, nunca vi uma mina tão de perto.
- Calma, os dois, é questão de se acostumar um pouco – acariciei a bunda da Sara – e de relaxar, que não é um drama. Principalmente você, mano, senão não vai sair nem um traço direito. Naturalidade acima de tudo. E tudo fica em família.
- Seu irmão me agrada – ela me disse – ele é um anjo – sem parar de se olharem – te deixo nervoso, cunhado, você tá desconfortável? Eu tô um pouco nervosa – ela pegou a mão dele, carinhosa, vi meu irmão engolir seco.
- Se familiarize com a Sara. Acaricia ela que não tem problema – ri – ela não queima nem morde.
Dessa vez meu irmão abraçou ela, ela se grudou nele, os mamilos dela contra o peito dele e o púbis pelado contra o pau dele, boa puta, pensei, juntaram os lábios mas dessa vez a Sara abriu a boca e ele deu língua, igual tinha me visto fazer, e meu irmão acariciava as costas dela, ávido por sensações, pela pele dela, sem ousar descer pra bunda dela. Eu continuava com o pau duro desde que tinha metido na minha mãe, isso ainda me deixava mais duro, eles iam se comendo de boca. Interrompi eles.
- Ei, que você tem que desenhar ela – ri. Pararam de se beijar, ofegantes, mas ela não soltava ele, e ele também não, continuava acariciando as costas dela.
- Agora vocês já estão mais relaxados.
- Sim, agora muito melhor – disse Sara – o beijo foi gostoso, é preciso ganhar confiança, e que mãos macias, adorei – ela se virou, mas ficou grudada no meu irmão, agora a bunda dela contra o pau dele – gosto das suas mãos – ela olhou pra mim – são mãos de artista – pegou as mãos dele e colocou na barriga dela – não se importa, né... col... digo, Roger?
- Claro que não, é preciso relaxar e ganhar confiança – ela levantou os braços pra trás e enlaçou o pescoço do meu irmão, realmente ela mandava bem. Meu irmão acariciava timidamente a barriga e o estômago dela, até a beirada dos peitos.
- Hummmmmm que delícia de mãos... sobe mais...
Ela se reclinou, meu irmão disse que ela precisava ficar mais de frente pra ele.
- Coloca ela do jeito que tem que ficar – eu falei.
Ele colocou as pernas dela semiabertas, os braços atrás da cabeça, os peitos dela em todo esplendor, mas ainda não estava passando a mão abertamente, resolvi deixar eles sozinhos.
- Bom, daqui a pouco volto pra ver como vai o desenho – ao sair, pisquei o olho pro meu irmão.
Me dava tesão ter visto aquilo, mas tinha certeza que meu irmão não teria coragem de fazer nada na minha frente, era como se eu estivesse sendo corno. Tesão.
Fui pra sala, meu pai tinha caído no sono no sofá. Fui pra cozinha, minha mãe estava finalizando o jantar, na bancada de mármore, cortando salada.
- Acho que minha "namorada" pode ajudar meu irmão com esse negócio de perder o medo de garotas.
- É? Que bom, porque ele precisa de segurança e autoestima – me aproximei e passei a mão na bunda dela – não começa de novo, você já teve o suficiente.
- Papai tá dormindo e aqueles dois vão ficar ocupados um tempinho, ele tá fazendo um desenho de corpo inteiro dela – levantei o vestido dela e toquei a buceta dela por trás, ela tinha tirado a calcinha antes – que clitóris gordo você tem, mãe – ela se abriu um pouco – você Gosta da Sara?
- Hummmmm, você é um demônio… sim, gosto, ela é uma garota lindíssima e muito natural, aaaah… deixa meu clitóris em paz… ufffff… seu pai pode acordar… - não só não parei como também tirei a pica
- Sabe, mãe? Vamos ter que fazer um ménage com a Sara, queria foder vocês duas ao mesmo tempo – abri as pernas dela – adoro foder minha mãe – encostei a pica na buceta – ela gosta muito de você, já sabe que ela é bem sapatão – empurrei e entrei com parte da pica – deussss, mãe, que delícia que você entra, você tem buceta fácil – meti inteira – e buceta fácil.
- Ufffff filho… não sei se vou aguentar, mas se você quiser… uffff me larga pelo amor de deus… ooooooooooo que gostoso deussss… se seu pai acordar… ufffff… que dura que tá sua pica, filho…
- Minha “namorada” tá pelada com meu irmão no quarto dele, preciso meter a pica na sua buceta, mãe, tá explodindo. – bombava – até meu pai olhava pra Sara… uff mãe… toma pica… toma pica, mãe…
- Ufffff… Sara é muito gostosa… aaaaaaahhh filho… ummmmmmmmm… me dá pica, amor, fode sua mãe, meu menino… - vi que ia demorar pra gozar e pensei que não era prudente, então tirei – uffffff… que indecente isso, meu filho… - ela arrumou a saia e saiu pra ver meu pai. Ele ainda estava cochilando – vamos que tenho que terminar o jantar, ufffff… fodida assim do nada… então um ménage com a Sara… não sei, não sou muito fã de mulheres, você sabe…
- Já sei, mas ela tá fazendo uma punheta pro meu irmão porque assim poderia transar com você, eu falei pra ela. Não custa tanto, além disso eu vou estar lá pra te dar pica. E vou dar pra ela também. Pra vocês duas, e vou comer o cu de vocês. Vocês duas gostam.
- Você é perverso, filho… ufff. Vamos, põe a mesa que o jantar tá quase pronto e chama aqueles dois.
Fui até o quarto do meu irmão e bati na porta sem entrar.
- Jantar, vamos, deem uma acelerada.
Arrumei a mesa e ouvi a Sara indo pro meu quarto se vestir.
O jantar foi uma alegria, todo mundo feliz, meu pai especialmente. simpático e meu irmão como se estivesse no nirvana, com um sorriso que não saía do rosto dele.
Depois da janta, minha mãe se ofereceu pra fazer café e eu fui ajudar ela. A Sara entrou na cozinha com a desculpa de trazer alguns pratos.
- Valeu pela janta, Catarina, tava uma delícia – ela se aproximou.
- Não precisa agradecer, Sara, você é uma moça muito simpática – minha mãe virou pra ela – e além disso, ficou muito gostosa.
A Sara tava nervosa, mas a vontade da minha mãe dava força pra ela.- Você é que é gostosa, muito gostosa – ele me olhou – eu gostaria…
(CONTINUA...)
2 http://www.poringa.net/posts/relatos/2461664/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-2-para-18.html
3 http://www.poringa.net/posts/relatos/2464293/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-3-para-18.html
4 http://www.poringa.net/posts/relatos/2465770/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-4-para-18.html
5 http://www.poringa.net/posts/relatos/2466746/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-5-para-18.html
6 http://www.poringa.net/posts/relatos/2469607/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-6-para-18.html
7 http://www.poringa.net/posts/relatos/2472629/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-7-para-18.html
8 http://www.poringa.net/posts/relatos/2475301/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-8-para-18.html
9 http://www.poringa.net/posts/relatos/2479502/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-9-para-18.html
10 http://www.poringa.net/posts/relatos/2483800/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-10-para-18.html
11 http://www.poringa.net/posts/relatos/2493449/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-11-para-18.html
12 http://www.poringa.net/posts/relatos/2498486/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-12-para-18.html
13 http://www.poringa.net/posts/relatos/2503286/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-13-para-18.html
14 http://www.poringa.net/posts/relatos/2556970/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-14-para-18.html
15 http://www.poringa.net/posts/relatos/2587198/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-15-para-18.html
16 http://www.poringa.net/posts/relatos/2818394/Mi-madre-paso-a-ser-mi-mujer-16-para-18.html
- E aí, como foi, mãe? – assim que saímos da loja-oficina do pai da Sara. Caminhando pela rua, acompanhando minha mãe como um bom filho.
- Bom, não foi ruim. É um homem educado. Ele curtiu comigo.
- Tenho certeza que ele te curtiu, mãe. Foi difícil fazer ele gozar?
- Bom, você sabe, filho, essas coisas são como são, mas tô feliz de ter servido pra sua moto.
- Ele era obcecado por você. Você é um símbolo sexual pra ele. Que tesão. Você deu Gozou bem, né?
- Sua mãe foi uma boa puta. Gozou bem. Do jeito que você queria.
- Adoro, você é minha mãe, vai fodida como qualquer vagabunda. Melhor, vai recém-fodida.
- Você gosta, hein? – ela me olhou – faço de puta por você, sou o que você quiser que eu seja – sorriu.
- Me excita ter minha mãe bem comida, sim. E você faz de puta porque gosta de ser – eu tava ficando excitado só de falar assim com ela – deu a teta pra ele?
- Ele deixou elas meio doloridas de tanto amassar e chupar, enquanto sussurrava: “porra, que tetas, finalmente tenho as tetas da Catalina”.
- A fantasia comum de todos os pais do colégio, chupar as tetas da “Melões”. Esse era um dos poucos que ainda te faltavam – ela me olhou com a testa meio franzida – me diz que não é verdade, vai, suas tetas já passaram por todas as mãos de lá.
- Filho… – sempre me excitava falar assim com minha mãe.
- Chuparam seu leite e te ordenharam, promíscua – ela evitava meu olhar direto, fiz uma pausa – uma experiência única pra eles. E você adora que mexam nas suas tetas.
- Uffff filho… é que sobrava leite, eu sempre ia vazando leite pelos bicos e todo mundo percebia, ficavam muito excitados, me dava tesão… me excitava.
- …e, claro, de quebra te fodiam. Te usavam. E você gozando.
- É que ficavam tão duros… sei lá… Todos diferentes, uns tímidos outros agressivos, paus grandes, pequenos, gozadores precoces, um pouco de tudo…
Chegamos no ponto do ônibus que levava pra casa. Eu tava com o pau durasso. O ônibus tava lotado como sempre. Empurrei ela, apertando a gente contra o povo, e coloquei ela na frente de um cara mais velho, uns 50 anos, vestido de trabalho, parecia operário de luz ou água. Eu fiquei atrás dela, apertando meu pau contra a bunda dela e ela contra o cara. Falei baixinho.
- Como ele te comeu? Você gozou, com certeza. – O decote generoso da minha mãe a pouca distância do cara, até roçando nele. E eu empurrando com os movimentos. bruscos do ônibus.
- Ele tava a fim de me foder de quatro feito uma puta, foi bom, eu gostei – ela falava baixinho também.
- Ele gostou de ver suas tetas balançando – passei minha mão na frente dela, pela barriga e subi até o estômago, o cara deve ter sentido minha mão.
- Ele agarrou elas enquanto me penetrava – subi a mão dela, acariciando o começo do peito por baixo, o cara me olhou e eu sorri pra ele, cúmplice. Ele olhou pra minha mãe, mas ela tava olhando pela janela, a gente era empurrado pra todo lado. – Depois eu montei no pau dele, por cima, enquanto ele apertava minhas tetas.
- E você gozou – subi a mão e acariciei suavemente por cima do mamilo. O cara olhou pro decote dela, dava pra ver uma boa parte da teta, e também viu minha mão, me olhou e eu pisquei pra ele, fazendo um movimento leve com a cabeça como confirmando.
- É que eu excito na hora, você sabe, tive um orgasmo com ele assim. – Eu já tava com o pau duro contra a bunda dela. O cara olhava o decote dela, me olhava e eu percebi que ele subia a mão pra outra teta da minha mãe. Comecei a apertar ela com os dedos de leve, cuidando pra ele ver. Notei que minha mãe respirava mais ofegante. Vi que a mão do cara já tava na outra teta da minha mãe.
- Onde ele gozou em você, mãe? – O cara já apertava a teta sem disfarçar.
- Na boca – ela gemeu baixinho – Engoli o leite dele. – Agora o cara podia ouvir o que a gente tava falando.
- Muito? – Agora a gente apertava as duas tetas dela – E você gostou.
- Ufa, sim, muito leite e eu gostei – ela soltou um gemido baixo mas audível – Aaah…
- O que foi, mãe?
- Pelo amor de deus, filho, esse cara tá me apalpando lá embaixo… uff – olhei pra ele, a expressão dele era um poema, tava excitado, com os olhos brilhando olhando pra minha mãe.
- Você gosta – me aproximei do ouvido dela – você gosta de ser apalpada por qualquer estranho. Isso te excita…
- Uff filho… aaah – ela gemia baixinho, eu apertava meu pau contra a bunda dela. Desci a mão pra acariciar a coxa dela, o cara tava apalpando ela por cima da roupa. Sem pensar por quê, só se Me deu na telha de levantar a saia dela, o cara sacou na hora.
- Uuuug, pelo amor de Deus – gemeu minha mãe. Sabia que eu tava passando a mão direto na buceta dela, minha mãe deu um pulo – uuuugff… aaah – percebi que eu tava enfiando um dedo.
- Chegamos no nosso ponto – falei alto. Tudo voltou ao normal, dentro do possível. Pedindo licença, saímos do ônibus.
- Se continuasse mais duas paradas, você gozava, mãe.
- Você é um filho da puta, filho. – Caminhamos um pouco em silêncio – que tesão do caralho.
- Não me diga que nunca fez isso com estranhos.
- Não tô dizendo isso, mas assim, entregue pelo meu próprio filho, não. É muito obsceno.
- Vamos repetir, mãe, e muito melhor. – Ela não queria, mas me contou que na lua de mel com meu pai, tinha transado com um completo estranho. Tinham ficado nuns bangalôs, lá pela Andaluzia. Parece que transavam pra caralho.
- Você sabe que quanto mais eu tenho, mais eu quero, não consigo evitar.
Uma tarde meu pai foi nadar no mar e ela ficou cochilando na cama. No bangalô ao lado, tinham dois italianos jovens. Naquela tarde, os dois comeram ela, um atrás do outro.
- Porra, mãe, recém-casada… por que fez isso?
- Nada, filho, sei lá… entrou um, parece que seu pai tinha deixado a porta mal fechada, abri os olhos e vi ele na minha frente, sorrindo, era gostoso… pelado… me olhando… já tava com o pau bem duro… falou que precisava de mim… eu tava nua e molhada… sonolenta… de repente me vi sendo penetrada… muito tesão… gozei pra caralho. Depois entrou o outro… sei lá… quase sem falar nada.
- O que mais você combinou com o pai da Sara?
- Vou pagar mais algumas parcelas pra ele. Não é desagradável nem difícil. E você já tem sua moto. Tá feliz com sua mãe puta?
- Amo minha mãe puta. Mais uma rola te comendo. Adoro ter a mãe mais comida. E mais passada a mão…
A gente ia conversando de boa, qualquer um diria que era uma conversa banal entre mãe e filho. Minha mãe era assim, fascinante. Chegar em casa, ela tomou banho e se vestiu como dona de casa, mas nada sem graça, minha mãe sempre foi gostosa e sempre provocando pra fazer alguma coisa com ela. Entrei na cozinha com ela e comecei a passar a mão.
- Me excita que você acabou de dar, mãe.
- Uffff, quieto agora, filho, que seu pai e seu irmão estão quase chegando, não dá tempo – ela tinha razão. Paciência – ela acariciou meu volume e apertou minhas bolas por cima da roupa – quero esse esperma bem dentro de mim.
- Ummmmmmm, o esperma, hein? – Ela riu e não disse nada. E eu pensei em como seria excitante vê-la grávida.
- Aliás, mãe, meu irmão precisa de ajuda, ele se acaba na punheta e é tão tímido e medroso que não tem coragem com nenhuma garota. Talvez você possa fazer algo por ele. Uma punheta ou um boquete já bastava.
- De jeito nenhum, filho, seu irmão não é igual a você, ele é como seu pai, um artista sensível, uma graça, eles despertam ternura, você não. Acho que faria mais mal do que bem. Você já nasceu um filho da puta, dava pra ver, eu já intuía que você era perigoso. Seu irmão é um anjo, uma pessoa adorável, me preocupa vê-lo assim, mas não vou fazer nada. Ele não entenderia.
Ela tinha toda a razão. Ia ter que inventar alguma coisa.
Liguei pro meu avô, fazia dias que não nos víamos e queria propor uma sessão com a Pilar. Ele tinha o cuidado de me emprestar o apartamento dele pra mim e minhas gozadas, e eu queria retribuir com a bunda da Pilar. Até sugeri se ele tinha algum amigo precisando de mulher nova.
- Porra, sim, tenho um amigo viúvo que tá desesperado, há meses sem mulher.
- Ofereço uma mulher nova, não chega aos 40, uma gostosa que eu como de vez em quando. Casada, adúltera, safada, tarada, mas com discrição, porque o marido é um corno manso sem saber.
- Ele vai ficar doido, aliás, como é que tá sua mãe?
- Como sempre, vô, você conhece ela, cada dia mais bonita.
- Faz tempo que não temos uma "sessão em família" nós três, temos que fortalecer os laços emocionais, neto. Principalmente por ela.
- Sim, temos que cuidar da sua querida nenenzinha e fazer ela se sentir bem.
Ficou combinado. Um dia, sessão com a Pilar e outro, íntimo, com a nossa garota, mãe e filha ao mesmo tempo.
A sessão com a Pilar foi fantástica. Fiz ela se vestir com uma saia plissada de colegial, uma camisa branca, uma gravatinha e meias brancas, tinha certeza que eles iam adorar comer o cu de uma colegial. Umas pernas perfeitas, ainda por cima.
Realmente os peitos dela eram diferentes, estreitos na base e redondos no final, achatados na região da aréola, de onde saía o mamilo comprido. Pensei que apertar os peitos dela na base e exagerar o formato de pêra ia dar muito mais tesão, também tinha certeza que ela ia gostar dessa dor leve e que esticaria a pele da aréola e o mamilão estreito e comprido, e que ela ficava excitada quando eu batia nos peitos dela, isso aumentava o prazer dela.
- Fica de quatro, na cama, com os peitos pendurados, você vai ver que puta você vai estar pros meus clientes – ela estava vestida de colegial, mas a camisa desabotoada, me deixando acesso aos peitos dela pela frente.
Ela obedecia sem reclamar. Só gemeu um pouco enquanto eu amarrava os peitos dela com tiras de lenço de seda, quando terminei me afastei pra olhar. O formato realmente exagerado.
- Essas sim são duas peras, Pilar. Tá doendo?
- Uffff, um pouco, mas é excitante, como ficaram duras. Me sinto estranha com esses peitos.
- Porque você gosta de ser uma puta. Se olha no espelho, de frente. Você é uma adúltera indecente. De quatro, meio vestida de puta e à mercê do amigo do seu filho – fiquei do lado dela e meti a mão nos peitos pendurados dela, acariciando e balançando – Tá gostando? – dei uns tapas.
- Aaaaay… Ummm, sim, tô gostando. Tô gostando de mim.
- Seu filho diz que você é uma freira, se ele soubesse que a mãe dele é uma vagabunda – ela se mexia de forma sensual, os peitos balançavam de um jeito excitante – como eles ficam duros assim, putinha – agarrei os mamilos dela e puxei, ela gemeu entre prazer e dor – te vendi Uns caras que vão te comer o cu, se comporta direitinho com teus clientes. E vou te trazer mais, como você mesma pediu, você precisa de prazer de puta – com os mamilos longos e finos entre meus dedos, eu continuava puxando pra vários lados.
- AAAAh... sim, sim, amor, vou me comportar, me traz mais... aaai... mais homens, preciso de prazer... aaaah... recuperar o tempo perdido... prazer de puta – eu adorava ouvir ela falar isso, dei dois tapas nos peitos dela – Aaaaaaaaihh... ufffff... me excita... me dá – deixei ela quente que nem brasa, abri as pernas dela e bati na buceta, ela se contorcia de prazer – aaaaaaaaah... uffffff... me bate – bati na buceta e nos peitos – aaaaaaaaaa siiiiiim... pelo amor de deus... aaaaah... me fode... me fode... aaai... siiiim... aaaah... me fode que nem uma puta... aaaaaaaaai
Na mesma hora bateram na porta.
- Vou abrir pra eles, você arruma a roupa e espera eu te chamar. Lembra que você é a Putette.
Foi tudo tesão e sexo sujo. O amigo do meu avô queria intimidade, então foram sozinhos, a Pilar e ele, pra foder. Eu e meu avô fomos pro quartinho ao lado pra poder ver sem eles saberem.
Uma puta autêntica. Tava adorando. O cara tava meio nervoso no começo, mas ela teve paciência, chupou o pau dele um bom tempo, de joelhos, ele sentado na cama, deixou os peitos de pera pra ele aproveitar à vontade, sentada sobre os joelhos dele e enfiando eles na boca, sussurrando, acariciando o pau dele enquanto se escancarava na cama pra ele chupar a buceta o quanto quisesse também. Finalmente, com o pau duro, colocou ela de quatro na cama com os joelhos no chão e meteu no cu dela.
A gente viu o espetáculo maravilhoso, eles estavam de frente pro espelho que dava pro quartinho escuro e a gente via bem a trepada e as caras deles. Ele não era muito falador, mas era tarado e quis saber se o marido dela metia no cu.
- Ummm não, querido, meu marido não deixo, mas você sim. Ummmmm, eu gosto... e você?
- Minha mulher nunca deixou – ele bombava o cu dela e ela gemia alto. – siiiim… ah… sim… eu gosto… posso gozar dentro do teu cu?
– Hummm sim, amor, sim, aproveita, goza, enche meu cu de porra… – uma puta excelente – eu fico excitada com sêmen… siiiim
Ele foi embora encantado e me pagou generosamente. Agradeceu ao meu avô.
– Essa mina é boa pra caralho, porra. Vamos ver quando repetimos.
Meu avô e eu comemos ela juntos, como bons parceiros. A Putette estava tomando banho.
– Tô com vontade de meter o pau no cu dessa gata enquanto você fode a buceta dela.
– Ela é uma cachorra perdida, já vai ver. Primeiro a gente brinca um pouco. Ela curte ser obscena, em casa é uma santinha. Putette! Vem aqui, por favor.
– Melhor pelada, Putette, querida, só de meia – disse meu avô – vamos ver o material que você tem pra gente.
Ela se despiu sem hesitar. Pensei, porra, se o filho dela visse…
– Hum, linda, e pernas lindas – ela estava de pé na frente dele – vira de costas, por favor.
Ela mostrou a bunda, meu avô deu um tapinha leve – bunda boa, vou adorar comer o cu de uma mina como você, Putette. Você é gostosa. E parece que é bem puta e curte umas putaria, né?
– Hummm sim, sou bem puta e curto umas putaria, vai ser um prazer levar no cu.
– O cu dilatado, hein? Meu amigo já te comeu por trás, né?
– Hum, sim, e ele gostou muito…
– Muito melhor. Assim vou entrar mais fácil. Você gosta de chupar pau?
– Hum sim, gosto de chupar pau – ela ficava excitada em dizer isso.
– Chupa o do meu neto. Dá pra ele, Roger, faz o favor. – Claro, fiquei na frente, tirei ele pela braguilha e coloquei na boca dela.
– Chupa minha pica, puta – ela fez gulosamente, enquanto meu avô dedilhava a buceta e o cu dela – devagar, Putette, devagar – ela tava descontrolada, rebolando a buceta e engolindo meu pau – porra, falei devagar – tirei ele e dei um tapa nela, ela gemeu, toda excitada.
– Aaai – os olhos dela brilhavam.
– Não se mexe – meu avô levantou, ficou na frente dela, tirou o pau morecilhão e colocou nos lábios dela – já que você gosta de chupar… rabo, abre essa boquinha, Putette – ele meteu – ummmm boca boa – ela me olhou – você tem uma puta excelente, neto, já me deixou duro na hora.
- Faz pouco tempo que eu nem sabia o que era chupar uma pica.
- Agora chupa duas de uma vez, hahaha. – ela chupava com gosto – deusss, como essa puta engole!
Levantei e amarrei os peitos dela de novo enquanto ela chupava o pau do meu avô. Aproveitei pra dar uns tapas que estralaram e fizeram ela gemer de boca cheia de pica.
- Você gosta de comer a pica do meu avô, Putette?
- Ummm sim, gosto de comer a piroca grossa do seu avô, um – continuou chupando. Meu avô entrava e saía da boca dela. Fiquei atrás e meti na buceta dela até o saco. Ela gritou. – Aaayyyyy… você me fode…
- Vamos ver se você é tão boa quanto parece, Putette, aguenta que vou meter tudo – ela aguentou – porraaaa, até o saco ufff…- ele tirou – uma chupada do caralho. Leva ela pra cama, neto, que vou comer ela gostoso.
- Vamos, puta, já ouviu, é hora de foder teu cu. – ela se levantou, e de quebra dei dois tapas nos peitos inchados dela – toma, putarrona.
- Aaay sim, sim, Ummmm, sou uma indecente – fez uma pausa – quero ser montada, sim, ficar montada igual uma puta.
Deitei na cama de barriga pra cima.
- Enfia essa porra, seu putão.
- Assim, bem enfiada no meu neto, vou te comer o cu, Putette – daqui a pouco meu avô já tava metendo fundo – toma dois paus bons.
Ela ficava louca de tesão, gemia, gritava, e gozou escandalosamente. A gente metia sem dó, ela se largou em cima de mim, toda mole, os peitos esmagados, só recebendo os dois paus.
- Vou encher sua buceta de porra, vagabunda, vou te engravidar, grávida e de cu cheio.
Enchemos ela de porra quase ao mesmo tempo. Ela gemia de tesão.
Depois de tomar banho, meu avô ficou carinhoso com ela antes de ir.
- Você é um anjo, Putette. A gente vai se ver de novo.
Ela também beijou ele.
- Foi muito gostoso estar com vocês dois.
Naquela tarde, ela apareceu, logo depois ter encontrado com meu avô, meu amigo Sebas. Nem imaginava que pouco antes eu tinha combinado que a gente ia meter no cu da mãe dele em três caras. Minha mãe atendeu ele educada, mas meio distante, não queria que ele pensasse que podia comer ela sempre. Ele só tinha olhos pra minha mãe, então falei na cara.
- Porra, cara. Dá pra ver demais que você gosta da minha mãe, quer foder ela, é?
- Hã? Não, não, que isso, que loucura você fala, é sua mãe.
- Buceta, sim, mas é uma mulherão, além disso, sem problema, eu também queria comer a sua.
- Não fode, se ela não tem graça nenhuma, é sem sal, chata e não é gostosa – Esse cara é idiota, pensei – A sua sim é uma mulher bonita.
- Você nunca viu sua mãe pelada?
- Não fode, é uma freira, nem pelada nem nada. Nem nada de nada.
Ummm, pensei, tô bolando uma parada perversa, muito perversa. Capaz de eu armar pra um dia você comer sua mãe sem saber. E ainda meter no cu dela com seu pau gordo e curto.
- Então ela deve ter uns peitinhos durinhos e um biquinho gostoso.
- Ufa, cara, sei lá, que nada, a sua sim que tem um par de melões bem duros e um bico da porra.
- Buceta! Você viu os bicos da minha mãe? – ele ficou vermelho – Como sabe que os peitos dela são duros?
- Porra…sei não… – tava enrascado – imagino… dá pra ver…tipo, certeza que deve ter eles duros…
- Ah, porra, tinha me preocupado, pensei que talvez você tivesse comido ela e eu sem saber. E pior, sem comer a sua.
- Não, porra, que nada – tava me divertindo.
- Tenho uma loirinha francesa que talvez você curta. Uma mulher casada que curte um putaria. Bem gostosa, daquelas que fazem de tudo sem problema. Tem um marido que não dá muita bola pra ela e ela precisa de sexo. Bom, depois me fala.
- Porra, cara, claro que interessa. Preciso enfiar o pau, tó louco.
- Te aviso quando der, e ela se livrar do marido e dos filhos. Mas vai te custar 2 verdinhas. Preciso comprar umas coisas pra ela. – Me pareceu Do mais tarado, me pagar pra comer a mãe dele.
- Dois conto?
- A tia vale a pena, é uma gostosa e muito puta, com certeza deixa dar no cu.
- Porra, com a vontade que tô de experimentar um cu. Me falaram que é do caralho, mas que as minas não deixam.
- Prepara a grana que vou te servir de bandeja um cu de uma coroa gostosa pra caralho –, uffa, que tesão, pensei, você vai me pagar pra comer o cu da sua própria mãe.
Por enquanto ele foi embora de rabo entre as pernas, minha mãe não tava a fim. Se fosse diferente, ele podia ter na própria casa o cu que tanto queria.
Tudo tava dando certo. Liguei pra Sara pra chamar ela pra dar um rolê de moto. Propus que depois a gente podia vir pra minha casa, ela ficar pra jantar e, se quisesse, dormir comigo.
- E seus pais? Eles não vão achar legal.
- Vão achar ótimo, não se preocupa, só se você quiser. Nunca dormimos juntos, talvez você goste. Não somos namorados, mas o pessoal acha que sim.
- Bom, por enquanto o resto do plano, tô a fim de ir na sua casa e jantar com vocês. Quero ver essa motona que você tem.
Como eu disse. Tudo certo. Adorei levar uma gata como a Sara na moto, ela vestiu uma minissaia, um espetáculo lindo. As pernas e as coxas dela. E claro, toda vez que subia e descia, mostrava a mini tanga, com a bundinha fina excitante e a bucetinha marcada. Ela realmente tinha mudado, mas acho que era mais por inconsciência do que por vontade, era mais inocente do que o exibicionismo dela indicava. Dava alegria ver uma mulherzinha assim. E eu tava com ela.
Em casa, meu irmão ficou pasmo de ver a Sara tão sexy, ficou apaixonado quando ela deu dois beijos nele, toda carinhosa e alegre.
Claro, meu pai também, os dois passaram o olho nela. Minha mãe ria do impacto que ela causava, obviamente, pra ela era familiar causar esse impacto quando queria.
Ficamos conversando sobre assuntos normais, a Sara tava feliz e um pouco atordoada. Pela sensualidade da minha mãe, que usava só um vestidinho leve de ficar em casa. Ficar em casa não significa feio ou sem graça, aberto com botões na frente, curto, deixando entrever os peitos lindos dela e as coxas. Levei ela pro meu quarto.
- Curto muito tua mãe, parceira. É a mulher mais sensual e voluptuosa que existe. Você já sabe que eu prefiro as minas, uff, que mãe tu tem...
- Sim, minha mãe é uma boa mulher. Na real, percebi que você era sapatão pelo jeito que olhava pra ela, parceira. Você quer ela?
- Porra. Parceira, que sonho pra mim dormir com tua mãe. Me excita pra caralho. Mas acho difícil.
- Tudo é possível, parceira. Tudo pode ser conversado.
- Porra, parceira, isso seria o máximo pra mim, mesmo que fosse só uma vez, que peitos tão... tão... uff, mas cê tá me zoando.
- Tô falando sério, parceira, talvez eu possa falar com ela, temos muita intimidade – você não faz ideia do quanto – mas você teria que me fazer um favor.
- Uffff se você conseguir, faço o que você mandar – ela me olhou, excitada – já fico molhada só de pensar em acariciar essas tetas da tua mãe e me esfregar nela – abracei ela e beijei na boca.
- Eu me comprometo a conseguir. Mas preciso que você ajude meu irmão, ele é um cara muito inseguro, tímido demais, tem medo de chegar nas garotas. Você pode fazer algo por ele, vai aumentar muito a autoestima dele se a que ele acha que é namorada do irmão se sentir atraída por ele.
- Porra, mano, o que cê quer, que eu coma teu irmãozinho? Ufff não sei...
- Não, parceira, não tanto, bastaria fazer ele se sentir seguro, com uma punheta já basta, e que ele pudesse te apalpar, ele ainda não conhece a pele de uma garota, que ele saiba o que são uns peitos e uma buceta. E uma boca sensual. Você seria a primeira mina do meu irmão, ele lembraria de você pra sempre, ainda mais se deixar ele chupar esses bicos gostosos.
- Ufffff você é um demônio, parceira, sabe como me excitar – ela fez uma pausa – mas não prometo nada.
- Vai sim, eu vou conseguir fazer você ficar com minha mãe, nós três, ela, você e eu. Além disso, também não vai te custar muito, parceiro, se não passa de um garoto tímido, no fim das contas, uma esfregada e uma punheta não são grande coisa pra você.
Sugeri ao meu irmão que mostrasse pra Sara os desenhos que ele fazia. A verdade é que ele era um artista de verdade, desenhava como um profissional. Ele ficou super feliz, levou ela pro quarto dele e ficaram um tempão lá, Sara soltava expressões de admiração a toda hora e ria, alegre.
Meu pai lia um livro na sala e eu fui com minha mãe pra cozinha. Levantei o vestido dela e acariciei a bunda dela, ela me olhou com cara de reprovação.
- Não, não filho, pelo amor de Deus – sem dar bola, puxei a calcinha dela pra baixo e tirei – por favor, filho…
Inclinei ela pra frente, nem precisei abrir as coxas dela, ela mesma separou as pernas, sem dizer mais nada, puxei a pica e enfiei na buceta dela de uma só vez, ela mordeu os lábios pra não gritar.
- Deus, mãe, que tesão que dá te foder com a casa cheia – sussurrei pra ela.
Bombei forte umas quantas vezes e tirei. Tudo voltou ao normal, menos a respiração da minha mãe e minha pica dura. Sem mais, dei um tapa na bunda dela e antes de sair da cozinha.
- Você é minha puta. Entro por onde saí quando eu quiser.
- Ufff, mas toma cuidado, filho.
Meu pai continuava lendo e do quarto do meu irmão saíam as vozes da Sara e dele.
Fui ver como tava, ela tava sentada na cama do meu irmão olhando os desenhos. A primeira coisa que vi foi a microcalcinha fio dental dela, ela tava com as pernas encolhidas e não se preocupava em se cobrir, ocupada olhando os desenhos, oferecendo pro meu irmão a vista linda das pernas nuas dela e a buceta quase descoberta, sem se importar. Meu irmão devorava ela com os olhos mas ficava longe. Acho que devia estar de pau duro.
- Seu irmão é um artista foda, como ele desenha bem, adoro, que sorte ter essa habilidade.
- Por que você não faz um desenho bonito pra ele, mano, vai.
- Um retrato? – ela disse
- Melhor um desenho de corpo inteiro. Inteiro.
- Aaaah sim, você ia querer fazer isso pra mim?
- Claro, eu gosto de desenhar a figura humana, você já viu.
- Você é um anjo – ela se levantou e abraçou ele pra dar um beijo na bochecha, ao se afastar olhou pra braguilha dele, era óbvio que tinha notado a ereção – você tá feliz em me ver – sorriu pra ele, meu irmão ficou vermelho que nem pimenta.
- Normal, Sara – falei pra acalmar ele – você tava muito gostosa ali na cama dele, qualquer um ficaria – dei um tapinha no ombro do meu irmão e pisquei o olho – não incomoda nem eu também, mano, somos irmãos. Vai Sara, dá um beijo no seu cunhado de verdade, que você deixou ele envergonhado – Sara olhou pra mim, depois olhou pra ele e sorriu.
- Desculpa, cunhado, não queria te incomodar – ela chegou perto dele, passou os braços no pescoço dele e colou os lábios nos dele, claro, se apertando contra a ereção dele, afastou um pouco a boca sem soltar o abraço – não vai me abraçar, cunhado? – meu irmão passou as mãos nas costas dela, obediente, alucinado – beija sua cunhada com carinho – eles juntaram os lábios devagar, mais tempo do que seria normal pra uns cunhados, mas sem língua, meu irmão não sabia, quase da mesma altura então a pica do meu irmão tava bem no meio da buceta da Sara, que se mexia um pouco, depois de um minuto ela se separou mas ficou perto, sem mais se abraçarem.
- Uaaau, como você beija bem, adoro beijar – ela olhou pra mim e sorriu – seu irmão beija maravilhosamente bem – mentiu – parei porque ia ficar a tarde inteira – veio até mim e também me beijou, mas dessa vez eu coloquei um pouco de língua – uff, que par de irmãozinhos.
Meu irmão tava como se tivesse levado um choque, sem acreditar no que tava rolando. Era o primeiro beijo dele numa mina e era a “namorada” do irmão dele, e ainda tinha conseguido esfregar a pica.
- Bom, não vai fazer um primeiro esboço do desenho dela? Ainda falta pra janta.
- Bom, sei lá – disse meu irmão olhando pra mim – teria que me preparar…
- Vai, mano, isso se prepara rapidinho. Além disso, tem que achar a posição certa e tal, aí você começa e continua outro dia.
- Como é que eu fico? Sentada, de pé...
- Tem que testar várias posições pra ver qual te dá mais jeito – disse meu irmão – vamos tentar deitada, igual à maja de Goya.
- Nesse caso, a maja nua, né? – falei.
- NUUUUA? – disse meu irmão.
- Claro, não acha, Sara? Melhor assim, você vai ter uma lembrança pra sempre.
- Hum, acho que bem melhor sim. Mas não sei se seu irmão vai achar legal – olhou pra ele – o que ele vai pensar se no primeiro dia que venho na sua casa, eu fico pelada.
- Então ele vai pensar que você é muito gostosa, e vai adorar desenhar um nu feminino – olhei pra ele – não é mesmo? Não vai ser nada desagradável pra ele, Sara.
- Nããão, nada desagradável. Do jeito que vocês quiserem, mas não sei se vou conseguir. Já fiz uns esboços, mas não de modelo ao vivo, só de fotos.
- Não quer tentar? Acho que a Sara pode ser uma boa modelo.
- Béeem... isso aí, sim, ok.
- Onde eu tiro a roupa?
- Vai pro meu quarto, veste meu roupão e vem.
Quando a Sara saiu, eu falei:
- Ela é muito gostosa, hein? E é super alegre e liberal. Você vai se acabar de ver ela pelada. Hehehe, te deixou de pau duro, né?
- Porra, cara, que mina. Não te incomoda...
- Não, qual é, somos irmãos, e você já viu como ela adora beijar. Gostou de beijar ela?
- Uffff, incrível, é a primeira mina que me beija assim, caralho. Cê quer mesmo que eu desenhe ela pelada?
- Sim, toda nua, e desenha bem os peitos e a buceta dela, deixa aparecer a xereca. E se ela quiser te beijar, deixa. Sei que você ainda não ficou com nenhuma mina, acho que não vai cair a coroa dela se você apalpar um pouco, a pele dela é fina, fina.
A Sara entrou com meu roupão por cima, sobrava pra todo lado, mas saber que por baixo tava pelada era um tesão.
- Como é que eu fico? – a gente tava os três de pé, bem juntos, o espaço não era muito grande.
- Ali na cama, deitada – a cama tava encostada na Parede, ela me olhou – sem o roupão, claro – desabotoou o roupão devagar, depois olhou pro meu irmão e deixou ele escorrer até ficar completamente nua, de frente pra ele, a menos de um metro. Nós dois sentimos o cheiro dos peitos dela, uma boneca linda, com umas tetas boas e a buceta raspada. Meu irmão só tinha olhos pra ela, ela olhava pra ele, os mamilos dela endureceram. – Você tá linda, já vai ver como ele te desenha bem.
- Ufffff, espera um pouco, me sinto meio desconfortável assim nessa situação, nua, tenho que me acostumar – ela sorriu. Abracei ela com carinho, acariciei o cabelo e os ombros dela.
- Você tá em família, Sara, fica tranquila – levantei o queixo dela e beijei ela suavemente, ela abriu a boca e eu dei um pouco da minha língua, o suficiente pro meu irmão ver bem – você é uma princesa.
- Tô meio nervosa, a gente quase não se conhece.
- Eu... eu... também tô um pouco, nunca vi uma mina tão de perto.
- Calma, os dois, é questão de se acostumar um pouco – acariciei a bunda da Sara – e de relaxar, que não é um drama. Principalmente você, mano, senão não vai sair nem um traço direito. Naturalidade acima de tudo. E tudo fica em família.
- Seu irmão me agrada – ela me disse – ele é um anjo – sem parar de se olharem – te deixo nervoso, cunhado, você tá desconfortável? Eu tô um pouco nervosa – ela pegou a mão dele, carinhosa, vi meu irmão engolir seco.
- Se familiarize com a Sara. Acaricia ela que não tem problema – ri – ela não queima nem morde.
Dessa vez meu irmão abraçou ela, ela se grudou nele, os mamilos dela contra o peito dele e o púbis pelado contra o pau dele, boa puta, pensei, juntaram os lábios mas dessa vez a Sara abriu a boca e ele deu língua, igual tinha me visto fazer, e meu irmão acariciava as costas dela, ávido por sensações, pela pele dela, sem ousar descer pra bunda dela. Eu continuava com o pau duro desde que tinha metido na minha mãe, isso ainda me deixava mais duro, eles iam se comendo de boca. Interrompi eles.
- Ei, que você tem que desenhar ela – ri. Pararam de se beijar, ofegantes, mas ela não soltava ele, e ele também não, continuava acariciando as costas dela.
- Agora vocês já estão mais relaxados.
- Sim, agora muito melhor – disse Sara – o beijo foi gostoso, é preciso ganhar confiança, e que mãos macias, adorei – ela se virou, mas ficou grudada no meu irmão, agora a bunda dela contra o pau dele – gosto das suas mãos – ela olhou pra mim – são mãos de artista – pegou as mãos dele e colocou na barriga dela – não se importa, né... col... digo, Roger?
- Claro que não, é preciso relaxar e ganhar confiança – ela levantou os braços pra trás e enlaçou o pescoço do meu irmão, realmente ela mandava bem. Meu irmão acariciava timidamente a barriga e o estômago dela, até a beirada dos peitos.
- Hummmmmm que delícia de mãos... sobe mais...
Ela se reclinou, meu irmão disse que ela precisava ficar mais de frente pra ele.
- Coloca ela do jeito que tem que ficar – eu falei.
Ele colocou as pernas dela semiabertas, os braços atrás da cabeça, os peitos dela em todo esplendor, mas ainda não estava passando a mão abertamente, resolvi deixar eles sozinhos.
- Bom, daqui a pouco volto pra ver como vai o desenho – ao sair, pisquei o olho pro meu irmão.
Me dava tesão ter visto aquilo, mas tinha certeza que meu irmão não teria coragem de fazer nada na minha frente, era como se eu estivesse sendo corno. Tesão.
Fui pra sala, meu pai tinha caído no sono no sofá. Fui pra cozinha, minha mãe estava finalizando o jantar, na bancada de mármore, cortando salada.
- Acho que minha "namorada" pode ajudar meu irmão com esse negócio de perder o medo de garotas.
- É? Que bom, porque ele precisa de segurança e autoestima – me aproximei e passei a mão na bunda dela – não começa de novo, você já teve o suficiente.
- Papai tá dormindo e aqueles dois vão ficar ocupados um tempinho, ele tá fazendo um desenho de corpo inteiro dela – levantei o vestido dela e toquei a buceta dela por trás, ela tinha tirado a calcinha antes – que clitóris gordo você tem, mãe – ela se abriu um pouco – você Gosta da Sara?
- Hummmmm, você é um demônio… sim, gosto, ela é uma garota lindíssima e muito natural, aaaah… deixa meu clitóris em paz… ufffff… seu pai pode acordar… - não só não parei como também tirei a pica
- Sabe, mãe? Vamos ter que fazer um ménage com a Sara, queria foder vocês duas ao mesmo tempo – abri as pernas dela – adoro foder minha mãe – encostei a pica na buceta – ela gosta muito de você, já sabe que ela é bem sapatão – empurrei e entrei com parte da pica – deussss, mãe, que delícia que você entra, você tem buceta fácil – meti inteira – e buceta fácil.
- Ufffff filho… não sei se vou aguentar, mas se você quiser… uffff me larga pelo amor de deus… ooooooooooo que gostoso deussss… se seu pai acordar… ufffff… que dura que tá sua pica, filho…
- Minha “namorada” tá pelada com meu irmão no quarto dele, preciso meter a pica na sua buceta, mãe, tá explodindo. – bombava – até meu pai olhava pra Sara… uff mãe… toma pica… toma pica, mãe…
- Ufffff… Sara é muito gostosa… aaaaaaahhh filho… ummmmmmmmm… me dá pica, amor, fode sua mãe, meu menino… - vi que ia demorar pra gozar e pensei que não era prudente, então tirei – uffffff… que indecente isso, meu filho… - ela arrumou a saia e saiu pra ver meu pai. Ele ainda estava cochilando – vamos que tenho que terminar o jantar, ufffff… fodida assim do nada… então um ménage com a Sara… não sei, não sou muito fã de mulheres, você sabe…
- Já sei, mas ela tá fazendo uma punheta pro meu irmão porque assim poderia transar com você, eu falei pra ela. Não custa tanto, além disso eu vou estar lá pra te dar pica. E vou dar pra ela também. Pra vocês duas, e vou comer o cu de vocês. Vocês duas gostam.
- Você é perverso, filho… ufff. Vamos, põe a mesa que o jantar tá quase pronto e chama aqueles dois.
Fui até o quarto do meu irmão e bati na porta sem entrar.
- Jantar, vamos, deem uma acelerada.
Arrumei a mesa e ouvi a Sara indo pro meu quarto se vestir.
O jantar foi uma alegria, todo mundo feliz, meu pai especialmente. simpático e meu irmão como se estivesse no nirvana, com um sorriso que não saía do rosto dele.
Depois da janta, minha mãe se ofereceu pra fazer café e eu fui ajudar ela. A Sara entrou na cozinha com a desculpa de trazer alguns pratos.
- Valeu pela janta, Catarina, tava uma delícia – ela se aproximou.
- Não precisa agradecer, Sara, você é uma moça muito simpática – minha mãe virou pra ela – e além disso, ficou muito gostosa.
A Sara tava nervosa, mas a vontade da minha mãe dava força pra ela.- Você é que é gostosa, muito gostosa – ele me olhou – eu gostaria…
(CONTINUA...)
0 comentários - Minha mãe virou minha mulher (17) (+18)