Fala aí, galera do Poringa! Sou novo por aqui e pensei: que jeito melhor de começar do que mandando esse relato de como minha esposa Cristina me traiu........................
Vou contar como minha esposa Cristina me traiu. Preciso deixar claro que todas essas vezes foram, digamos... com meu consentimento. Depois de um tempo experimentando troca de casais num clube, ela resolveu fazer isso fora de lá. No começo, eu deixei, mas depois a coisa saiu do controle e, num piscar de olhos, Cristina começou a dar pra outros caras, com ou sem minha permissão. E agora não consigo mais parar essa situação. Deixa eu contar algumas dessas histórias pra vocês.
Uma delas foi há pouco tempo, em meados de dezembro, num sábado. Acontece que uns vizinhos do lado organizaram uma festa e convidaram a Cristina. Então, naquele dia, desde as quatro da tarde, ela foi pra casa dos vizinhos pra ver no que podia ajudar. Eu, por minha vez, decidi ficar em casa, porque quando sua esposa resolve virar uma mulher de pernas abertas, você nunca sabe onde ela vai acabar dando.
- Então, corno, vou pra casa do lado. A vizinha disse que precisava de ajuda pra preparar umas coisas. Sei que você não vai, então deixei um pouco de comida na cozinha. Tchau, valeu.
E sem dizer mais nada, saiu de casa. A casa da vizinha do lado tem um quintal pequeno que dá pra ver da janela do nosso quarto. Então é só abrir um pouco a janela pra enxergar o quintal da vizinha. E foi o que eu fiz. Subi pro quarto e vi quando Cristina entrava na casa, atravessava aquele quintal e ia pra dentro. Sabia que, além de ajudar, ela ia atrás de algum amante casual. Mas, sem ter outra opção, saí do quarto de novo, desci e fui sentar no sofá. Passei o resto da tarde vendo TV, até que umas 7 da noite a porta se abriu e Cristina entrou. Ela me cumprimentou e... Passo rapidinho por mim, indo pro banheiro, então meio curioso pra saber como tava a pousada, levantei e perguntei:
— Por que tanta pressa, Cristina...???
— Como assim por que — ela reclamou meio exaltada — Tenho que tomar banho, ou você queria o quê...??? Que eu tomasse banho na casa da vizinha, e que os amigos dela esfregassem minhas costas ou minhas pernas, ou melhor ainda..!! Minha bunda..!!
E sem dizer mais nada, entrou no banheiro, batendo a porta na minha cara.
Percebi que a Cristina já tava cheirando a álcool, era muito cedo pra começar a beber, então imaginei que já tinha encontrado algum cara e isso ia acabar com ela na cama com alguém.
Aí resolvi me servir de um drink e voltar pro sofá pra esperar. Passaram uns minutos e ouvi ela fechar o chuveiro, sair do banheiro e entrar no nosso quarto. Não quis ir perguntar nada, já tinha uma ideia do que ia rolar, então decidi esperar. E foi isso mesmo, não demorou pra porta do quarto abrir e a Cristina sair em direção à sala. Ela ainda vinha secando o cabelo e meio vestida, parou na minha frente e disse:
— Sabe de uma coisa, corno, conheci melhor a vizinha e a gente se deu super bem. Ela é divorciada e tem muitos amigos, e alguns vão vir pra festa, e então... você já imagina.
— Já imaginei sim. — respondi.
— Kkkkkkkk... — riu a Cristina, enquanto voltava pro quarto.
Sim, era lógico, a Cristina ia acabar na cama com alguém, mas isso já era normal. E como éramos novos na rua, a oportunidade tava mais do que certa.
A Cristina não parava de ir do quarto pro banheiro, e eu continuava sentado no meu sofá bebendo. Até que, depois de alguns minutos, ela saiu do quarto. Notei que já tava vestida: usava uma legging preta bem justa, que marcava perfeitamente a forma da bunda dela, e por cima tinha colocado um suéter de gola alta, manga longa, e uns sapatos de salto. Ela foi até onde eu estava e... Ela parou de novo na minha frente e me disse:
— Bem, corno, vou embora...!!! Não bebe muito ou vai perder o show...!!! E dizendo isso, levou a mão até a cintura, baixou um pouco a legging e me deixou ver que não estava de calcinha.
— Tô mais que pronta pra arranjar uma boa trepada e quero que você saiba... que por baixo do suéter não tem nada, tô de entrega imediata... hahahaha... —
Depois de me dizer isso, virou as costas, pegou a jaqueta e saiu de casa.
Levantei do sofá, subi as escadas rápido e fui direto pra janela. Consegui ver a Cristina atravessando o quintal rapidinho. Nessa hora, já tinha mais gente do lado de fora, e ela sumiu de vista num instante. Fiquei uns minutos olhando pra ver se rolava mais alguma coisa, mas ela não apareceu de novo, então decidi voltar pra sala.
Nas horas seguintes, só se ouvia a vozearia do povo. Mas depois de um tempo, a música começou a aumentar, então pensei que a festa já tava melhorando e fui de novo pra janela. Percebi que o quintal já tava quase lotado e alguns já estavam dançando. Comecei a procurar a Cristina no meio da galera, e depois de alguns segundos varrendo o quintal com o olhar, encontrei ela num canto, sentada conversando com três caras. Tinha um copo numa mão e um cigarro na outra. Conhecendo a Cristina, sabia que ela já tinha achado a trepada da noite, porque tava conversando e rindo animada com todos eles. Então resolvi esperar pra ver qual dos três ia ser o sortudo que ia comer a Cristina. Fiquei um bom tempo na expectativa, vendo o que ia rolar. Os quatro continuavam sentados, acho que por causa do frio da noite, não queriam se mexer. Até que, de repente, um deles levantou, foi até a Cristina e puxou ela pra dançar. Ela, toda gostosa, pegou na mão dele e foram pro meio do quintal.
Tudo normal. Cristina dançava com um, depois com outro, e assim iam se divertindo entre os três, mas ninguém queria passar dos limites. Então decidi dar um tempo pra eles, fui pegar outra bebida e voltei pra janela. Já era mais ou menos uma da manhã, quando de repente alguém colocou uma daquelas músicas românticas, e Cristina estava dançando de novo com um dos caras. Mas agora sim, consegui perceber como o cara que tava dançando passou as mãos na cintura dela e puxou ela pra perto, e ela respondeu passando os braços no pescoço dele, e os dois começaram a dançar devagar. Cristina parecia bem à vontade, rebolando no ritmo dele e de vez em quando falando algo no ouvido dele.
Sabia que era só questão de tempo pra rolar alguma coisa. E sim, depois de alguns minutos dançando, o cara começou a descer as mãos lentamente até a bunda de Cristina. E ela, claro, não se importou nem um pouco. Pelo contrário, notei que apertou o pescoço dele com mais força.
Nessa altura, acho que por causa das bebidas, já tava começando a ficar de pau duro, e decidi continuar olhando. O cara não tirava as mãos da bunda de Cristina, e ela, além de deixar ele apalpar, também começou a mexer a bunda de um lado pro outro. Os outros dois caras não paravam de olhar pra eles e cochichavam entre si, mas Cristina não tava nem aí, porque continuava se mexendo de um jeito gostoso. De repente, um dos outros caras levantou, se aproximou deles e pediu pra dançar com Cristina. O amigo dele aceitou e soltou Cristina, e agora ela tava sendo abraçada por outro homem, que sorriu pra ela sem dizer nada e segurou ela do mesmo jeito que o anterior, colocando as mãos na bunda de Cristina.
Nessa hora, já quase não tinha ninguém no pátio, e aproveitando isso, o segundo cara começou a massagear a bunda de Cristina. Primeiro, passou a mão de cima pra baixo devagar, percorrendo tudo, e depois começou a fazer movimentos circulares, esfregando e acariciando. Por completo, dava pra ver que ele tava mesmo tentando aproveitar ao máximo a bunda da Cristina, e ela também mexia os quadris de um lado pro outro, até que de repente notei que os dois se separavam um pouco, trocavam umas palavras, a Cristina balançou a cabeça rapidamente de um lado pro outro e depois começaram a rir.
Era óbvio, pensei. Depois de tanto ficar acariciando ela, ele percebeu que ela não tava de calcinha, o que fez ele ficar ainda mais excitado, porque a partir daquele momento, as carícias ficaram mais ousadas. Ele começou a passar a mão e apertar mais forte a bunda da Cristina, e não só isso: começou a dar uns tapinhas leves nela, enquanto os outros dois não paravam de olhar. Depois de um tempo, o terceiro cara se aproximou deles e a mesma coisa se repetiu, mas agora eles pararam por um instante, trocaram algumas palavras, e a Cristina levou as mãos até os próprios glúteos e os acariciou de leve.
Acho que ele tinha contado pro amigo que a Cristina não tava de calcinha. Os filhos da puta estavam tentando aproveitar ela ao máximo.
Quando esse outro cara pegou a Cristina, a primeira coisa que fez foi segurar ela pela cintura com uma mão e, com a outra, começar a percorrer devagar a bunda dela. Depois, virou a cabeça pro outro lado do pátio e, vendo que não tinha mais ninguém, puxou ela pra um canto onde quase não tinha luz. Assim que a colocou lá, passou as duas mãos na bunda da Cristina e, igual aos amigos, começou a apertar forte os glúteos dela. Mas ele não só agarrou a bunda da Cristina: também começou a passar as mãos pelas costas dela, descendo de cima pra baixo, mas de um jeito descarado e muito safado. Os amigos, vendo aquele espetáculo, começaram a se aproximar daquele canto.
Não acreditei: os três estavam se revezando pra passar a mão nela, e a Cristina tava deixando fazerem tudo.
E depois de alguns minutos, ele se aproximou de novo. Outro cara foi praquele canto, e o que tava com a Cristina se separou dela, deixando o lugar pra esse último. Mas agora, esse cara não abraçou ela pela cintura; em vez disso, virou ela de forma brusca, deixando ela de frente pro muro, e a envolveu com os braços, colocando as mãos nos peitos dela. Cristina só apoiou as mãos na parede enquanto o corpo dela se contorcia entre os braços daquele homem. De onde eu tava, dava pra ver as mãos dele subindo e descendo pelo corpo todo dela, enquanto ele esfregava a cintura contra a bunda dela. Mas alguma coisa fez com que aquele homem soltasse ela de repente. Na hora, pensei que tinham me visto, então me afastei um pouco da janela, sem parar de observar. Mas não, não era eu que tinha feito aquele homem soltar ela. Me ajeitei de novo e virei o olhar pra casa. A vizinha tinha saído, e nem eu, que tava lá em cima, tinha visto ela. Rapidamente, um dos caras que tava olhando foi encontrar ela. E tanto a Cristina quanto o cara que tava apalpando ela saíram devagar daquele canto como se nada tivesse acontecido e se encostaram nuns tanques de lavar roupa. Conhecendo a Cristina, sabia que ela já tava bem excitada. O cabelo dela tava meio bagunçado, e ela agitava as mãos na frente do rosto, se abanando. Depois de um tempo, o outro cara voltou pro grupo e continuaram bebendo. Pensei que já tinha acabado tudo, mas decidi esperar mais um pouco. Fui pegar outro gole pra tentar baixar a ereção que eu tava. Quando voltei, os três continuavam no mesmo lugar, mas já tinham chegado mais perto dela. Um deles tinha a mão na cintura da Cristina, outro tava na frente, e o terceiro tava do outro lado. Os três conversavam de boa, parecia que tavam convencendo ela de alguma coisa, porque a Cristina ficava olhando pros três direto, e de vez em quando olhava pra nossa janela. Sabia que eu tava observando ela, e isso fascinava ela. Depois de uns minutos, um dos caras se separou do grupo e se aproximou. Na entrada da casa, dei uma olhada rápida lá dentro e depois fechei a porta pela metade e fui até onde a Cristina estava. Os quatro começaram a andar, mas agora até o outro canto do quintal, onde tinha um daqueles brinquedos infantis. Era uma casinha na árvore, mais ou menos uns dois metros de altura. Do lado do quintal tinha a entrada, e de um lado dava pra ver uma janela. Chegando lá, colocaram os copos em cima do telhado da casinha. Depois, Cristina olhou pros três e rapidamente entrou na casinha. Uns segundos depois, um dos caras foi até uma das janelas e dois ficaram na porta.
Demorei pra sacar o que tava rolando, até que vi o cara da janela abaixando o zíper e se aproximando da casinha. Como eu falei, demorei pra perceber o que tava acontecendo. A puta da Cristina tinha entrado na casinha e tava chupando o pau do cara que tava na janela, enquanto os outros dois batiam papo de boa parados na porta. Assim, se alguém aparecesse, dava pra ver como se eles só estivessem conversando. Cristina tava se comportando que nem uma puta mesmo.
Nos minutos seguintes, o cara que tava na janela não se mexia nada. Só colocou o braço no telhado da casinha e apoiou a cabeça ali. De vez em quando, ele pegava o copo da Cristina e passava pela janela, depois tirava de novo.
De onde eu tava, tentava ver a Cristina, mas não conseguia. Só dava pra ver, de vez em quando, parte do cabelo preto dela balançando de um lado pro outro. A putinha tava de joelhos mamando o pau.
Depois de uns minutos, o cara que tava de pé aproximou mais o quadril da janela e começou a se mexer de um jeito estranho. Tinha gozado. Depois, rapidinho, passou o copo pra ela, o que me fez suspeitar que ele tinha gozado dentro da boca da Cristina. Aí ele se afastou e, na hora, outro cara se posicionou na frente da janela, abaixou o zíper e se encostou o máximo que pôde.
Não acreditava até onde ela ia. capaz de chegar a Cristina só pra satisfazer os desejos dela, tinha engolido uma rola e já tava na segunda, e faltava outra, o que mais ela seria capaz de fazer….
Nos minutos seguintes, o ritual se repetiu, o cara recarregava e de vez em quando passava o copo pra Cristina, e depois colocava de novo no telhado da casa, tavam nessa quando de repente os que estavam na porta se afastaram um pouco e eu consegui ver tudo dentro daquela casa, Cristina tava ajoelhada e a cabeça dela balançava freneticamente pra frente e pra trás, a puta parecia desesperada, tavam chupando e chupando e de novo o da janela se encostou bem na parede e depois se afastou de repente, tinha terminado e Cristina tinha tomado a segunda porção de porra, rapidamente o terceiro se posicionou na frente da janela, abaixou o zíper e se encostou o máximo que pôde,
Nessa hora eu já tava com a rola na mão, pensando na Cristina, como ela tava lá dentro metendo e tirando aquelas rolas da boca dela, e como os amantes dela jogavam toda a porra na boca dela,
Esse último demorou um pouco mais pra gozar, mas igual aos outros dois, depois de um tempo se aproximou o máximo que pôde da janela e depois de alguns segundos se afastava rapidamente,
Não acreditei, Cristina tinha engolido porra de três rolas diferentes, era inacreditável o quão puta ela tinha se tornado
Rapidamente ajudaram a Cristina a sair, ela saiu meio curvada e com as pernas abertas, então um deles passou o copo pra ela, que pegou apressadamente, ajudaram ela a se sacudir um pouco e de novo voltaram pro outro canto, Cristina já parecia completamente recuperada e conversavam animadamente,
Pensei mais uma vez que já tinham terminado de usar a Cristina, mas mais uma vez me enganei, porque os três começaram a andar em direção à casa, entraram e fecharam a porta atrás de si e depois de alguns minutos, as luzes de baixo se apagaram, mas no andar de cima Acendeu a luz num dos quartos, tinha uma janela grande mas não dava pra ver nada porque uma cortina branca cobria tudo, mas era óbvio que não iam dormir, então resolvi esperar um pouco. Não demorou muito pra aquela cortina ser puxada de lado, deixando ver a Cristina de pé, completamente pelada. A filha da puta só tinha espiado pra ter certeza de que eu tava vendo, depois deixou a cortina aberta e apagaram as luzes.
Fiquei uns minutos observando aquela janela, dava pra ver só um sofazinho que era ocupado por um dos caras, que depois de um tempo levantava e era ocupado por outro. Era óbvio que tavam comendo ela entre dois, igual no pátio, tavam se revezando pra usar a Cristina.
A Cristina chegou em casa bem cedo, tava com uma olheira danada, a legging dela tava meio suja nos joelhos, o suéter mostrava manchas brancas em várias partes, principalmente no peito e nas mangas, a cara dela também tava meio brilhosa. Era óbvio que tinha levado várias gozadas pelo corpo todo. Ela parou na minha frente e falou:
— Foi uma noite foda, tava vendo tudo, né, corno… hahahaha… você é um cuck olheiro e tarado… hahahahaha… mas não se preocupa, um dos caras é irmão da vizinha e ano que vem ele muda de cidade, então nunca mais vai ver ele… e os outros dois, bem… talvez um dia… hahahahaha… vou tomar um banho e dormir.
Essa é a primeira história, depois conto outras. Falou, e até mais…
Vou contar como minha esposa Cristina me traiu. Preciso deixar claro que todas essas vezes foram, digamos... com meu consentimento. Depois de um tempo experimentando troca de casais num clube, ela resolveu fazer isso fora de lá. No começo, eu deixei, mas depois a coisa saiu do controle e, num piscar de olhos, Cristina começou a dar pra outros caras, com ou sem minha permissão. E agora não consigo mais parar essa situação. Deixa eu contar algumas dessas histórias pra vocês.
Uma delas foi há pouco tempo, em meados de dezembro, num sábado. Acontece que uns vizinhos do lado organizaram uma festa e convidaram a Cristina. Então, naquele dia, desde as quatro da tarde, ela foi pra casa dos vizinhos pra ver no que podia ajudar. Eu, por minha vez, decidi ficar em casa, porque quando sua esposa resolve virar uma mulher de pernas abertas, você nunca sabe onde ela vai acabar dando.
- Então, corno, vou pra casa do lado. A vizinha disse que precisava de ajuda pra preparar umas coisas. Sei que você não vai, então deixei um pouco de comida na cozinha. Tchau, valeu.
E sem dizer mais nada, saiu de casa. A casa da vizinha do lado tem um quintal pequeno que dá pra ver da janela do nosso quarto. Então é só abrir um pouco a janela pra enxergar o quintal da vizinha. E foi o que eu fiz. Subi pro quarto e vi quando Cristina entrava na casa, atravessava aquele quintal e ia pra dentro. Sabia que, além de ajudar, ela ia atrás de algum amante casual. Mas, sem ter outra opção, saí do quarto de novo, desci e fui sentar no sofá. Passei o resto da tarde vendo TV, até que umas 7 da noite a porta se abriu e Cristina entrou. Ela me cumprimentou e... Passo rapidinho por mim, indo pro banheiro, então meio curioso pra saber como tava a pousada, levantei e perguntei:
— Por que tanta pressa, Cristina...???
— Como assim por que — ela reclamou meio exaltada — Tenho que tomar banho, ou você queria o quê...??? Que eu tomasse banho na casa da vizinha, e que os amigos dela esfregassem minhas costas ou minhas pernas, ou melhor ainda..!! Minha bunda..!!
E sem dizer mais nada, entrou no banheiro, batendo a porta na minha cara.
Percebi que a Cristina já tava cheirando a álcool, era muito cedo pra começar a beber, então imaginei que já tinha encontrado algum cara e isso ia acabar com ela na cama com alguém.
Aí resolvi me servir de um drink e voltar pro sofá pra esperar. Passaram uns minutos e ouvi ela fechar o chuveiro, sair do banheiro e entrar no nosso quarto. Não quis ir perguntar nada, já tinha uma ideia do que ia rolar, então decidi esperar. E foi isso mesmo, não demorou pra porta do quarto abrir e a Cristina sair em direção à sala. Ela ainda vinha secando o cabelo e meio vestida, parou na minha frente e disse:
— Sabe de uma coisa, corno, conheci melhor a vizinha e a gente se deu super bem. Ela é divorciada e tem muitos amigos, e alguns vão vir pra festa, e então... você já imagina.
— Já imaginei sim. — respondi.
— Kkkkkkkk... — riu a Cristina, enquanto voltava pro quarto.
Sim, era lógico, a Cristina ia acabar na cama com alguém, mas isso já era normal. E como éramos novos na rua, a oportunidade tava mais do que certa.
A Cristina não parava de ir do quarto pro banheiro, e eu continuava sentado no meu sofá bebendo. Até que, depois de alguns minutos, ela saiu do quarto. Notei que já tava vestida: usava uma legging preta bem justa, que marcava perfeitamente a forma da bunda dela, e por cima tinha colocado um suéter de gola alta, manga longa, e uns sapatos de salto. Ela foi até onde eu estava e... Ela parou de novo na minha frente e me disse:
— Bem, corno, vou embora...!!! Não bebe muito ou vai perder o show...!!! E dizendo isso, levou a mão até a cintura, baixou um pouco a legging e me deixou ver que não estava de calcinha.
— Tô mais que pronta pra arranjar uma boa trepada e quero que você saiba... que por baixo do suéter não tem nada, tô de entrega imediata... hahahaha... —
Depois de me dizer isso, virou as costas, pegou a jaqueta e saiu de casa.
Levantei do sofá, subi as escadas rápido e fui direto pra janela. Consegui ver a Cristina atravessando o quintal rapidinho. Nessa hora, já tinha mais gente do lado de fora, e ela sumiu de vista num instante. Fiquei uns minutos olhando pra ver se rolava mais alguma coisa, mas ela não apareceu de novo, então decidi voltar pra sala.
Nas horas seguintes, só se ouvia a vozearia do povo. Mas depois de um tempo, a música começou a aumentar, então pensei que a festa já tava melhorando e fui de novo pra janela. Percebi que o quintal já tava quase lotado e alguns já estavam dançando. Comecei a procurar a Cristina no meio da galera, e depois de alguns segundos varrendo o quintal com o olhar, encontrei ela num canto, sentada conversando com três caras. Tinha um copo numa mão e um cigarro na outra. Conhecendo a Cristina, sabia que ela já tinha achado a trepada da noite, porque tava conversando e rindo animada com todos eles. Então resolvi esperar pra ver qual dos três ia ser o sortudo que ia comer a Cristina. Fiquei um bom tempo na expectativa, vendo o que ia rolar. Os quatro continuavam sentados, acho que por causa do frio da noite, não queriam se mexer. Até que, de repente, um deles levantou, foi até a Cristina e puxou ela pra dançar. Ela, toda gostosa, pegou na mão dele e foram pro meio do quintal.
Tudo normal. Cristina dançava com um, depois com outro, e assim iam se divertindo entre os três, mas ninguém queria passar dos limites. Então decidi dar um tempo pra eles, fui pegar outra bebida e voltei pra janela. Já era mais ou menos uma da manhã, quando de repente alguém colocou uma daquelas músicas românticas, e Cristina estava dançando de novo com um dos caras. Mas agora sim, consegui perceber como o cara que tava dançando passou as mãos na cintura dela e puxou ela pra perto, e ela respondeu passando os braços no pescoço dele, e os dois começaram a dançar devagar. Cristina parecia bem à vontade, rebolando no ritmo dele e de vez em quando falando algo no ouvido dele.
Sabia que era só questão de tempo pra rolar alguma coisa. E sim, depois de alguns minutos dançando, o cara começou a descer as mãos lentamente até a bunda de Cristina. E ela, claro, não se importou nem um pouco. Pelo contrário, notei que apertou o pescoço dele com mais força.
Nessa altura, acho que por causa das bebidas, já tava começando a ficar de pau duro, e decidi continuar olhando. O cara não tirava as mãos da bunda de Cristina, e ela, além de deixar ele apalpar, também começou a mexer a bunda de um lado pro outro. Os outros dois caras não paravam de olhar pra eles e cochichavam entre si, mas Cristina não tava nem aí, porque continuava se mexendo de um jeito gostoso. De repente, um dos outros caras levantou, se aproximou deles e pediu pra dançar com Cristina. O amigo dele aceitou e soltou Cristina, e agora ela tava sendo abraçada por outro homem, que sorriu pra ela sem dizer nada e segurou ela do mesmo jeito que o anterior, colocando as mãos na bunda de Cristina.
Nessa hora, já quase não tinha ninguém no pátio, e aproveitando isso, o segundo cara começou a massagear a bunda de Cristina. Primeiro, passou a mão de cima pra baixo devagar, percorrendo tudo, e depois começou a fazer movimentos circulares, esfregando e acariciando. Por completo, dava pra ver que ele tava mesmo tentando aproveitar ao máximo a bunda da Cristina, e ela também mexia os quadris de um lado pro outro, até que de repente notei que os dois se separavam um pouco, trocavam umas palavras, a Cristina balançou a cabeça rapidamente de um lado pro outro e depois começaram a rir.
Era óbvio, pensei. Depois de tanto ficar acariciando ela, ele percebeu que ela não tava de calcinha, o que fez ele ficar ainda mais excitado, porque a partir daquele momento, as carícias ficaram mais ousadas. Ele começou a passar a mão e apertar mais forte a bunda da Cristina, e não só isso: começou a dar uns tapinhas leves nela, enquanto os outros dois não paravam de olhar. Depois de um tempo, o terceiro cara se aproximou deles e a mesma coisa se repetiu, mas agora eles pararam por um instante, trocaram algumas palavras, e a Cristina levou as mãos até os próprios glúteos e os acariciou de leve.
Acho que ele tinha contado pro amigo que a Cristina não tava de calcinha. Os filhos da puta estavam tentando aproveitar ela ao máximo.
Quando esse outro cara pegou a Cristina, a primeira coisa que fez foi segurar ela pela cintura com uma mão e, com a outra, começar a percorrer devagar a bunda dela. Depois, virou a cabeça pro outro lado do pátio e, vendo que não tinha mais ninguém, puxou ela pra um canto onde quase não tinha luz. Assim que a colocou lá, passou as duas mãos na bunda da Cristina e, igual aos amigos, começou a apertar forte os glúteos dela. Mas ele não só agarrou a bunda da Cristina: também começou a passar as mãos pelas costas dela, descendo de cima pra baixo, mas de um jeito descarado e muito safado. Os amigos, vendo aquele espetáculo, começaram a se aproximar daquele canto.
Não acreditei: os três estavam se revezando pra passar a mão nela, e a Cristina tava deixando fazerem tudo.
E depois de alguns minutos, ele se aproximou de novo. Outro cara foi praquele canto, e o que tava com a Cristina se separou dela, deixando o lugar pra esse último. Mas agora, esse cara não abraçou ela pela cintura; em vez disso, virou ela de forma brusca, deixando ela de frente pro muro, e a envolveu com os braços, colocando as mãos nos peitos dela. Cristina só apoiou as mãos na parede enquanto o corpo dela se contorcia entre os braços daquele homem. De onde eu tava, dava pra ver as mãos dele subindo e descendo pelo corpo todo dela, enquanto ele esfregava a cintura contra a bunda dela. Mas alguma coisa fez com que aquele homem soltasse ela de repente. Na hora, pensei que tinham me visto, então me afastei um pouco da janela, sem parar de observar. Mas não, não era eu que tinha feito aquele homem soltar ela. Me ajeitei de novo e virei o olhar pra casa. A vizinha tinha saído, e nem eu, que tava lá em cima, tinha visto ela. Rapidamente, um dos caras que tava olhando foi encontrar ela. E tanto a Cristina quanto o cara que tava apalpando ela saíram devagar daquele canto como se nada tivesse acontecido e se encostaram nuns tanques de lavar roupa. Conhecendo a Cristina, sabia que ela já tava bem excitada. O cabelo dela tava meio bagunçado, e ela agitava as mãos na frente do rosto, se abanando. Depois de um tempo, o outro cara voltou pro grupo e continuaram bebendo. Pensei que já tinha acabado tudo, mas decidi esperar mais um pouco. Fui pegar outro gole pra tentar baixar a ereção que eu tava. Quando voltei, os três continuavam no mesmo lugar, mas já tinham chegado mais perto dela. Um deles tinha a mão na cintura da Cristina, outro tava na frente, e o terceiro tava do outro lado. Os três conversavam de boa, parecia que tavam convencendo ela de alguma coisa, porque a Cristina ficava olhando pros três direto, e de vez em quando olhava pra nossa janela. Sabia que eu tava observando ela, e isso fascinava ela. Depois de uns minutos, um dos caras se separou do grupo e se aproximou. Na entrada da casa, dei uma olhada rápida lá dentro e depois fechei a porta pela metade e fui até onde a Cristina estava. Os quatro começaram a andar, mas agora até o outro canto do quintal, onde tinha um daqueles brinquedos infantis. Era uma casinha na árvore, mais ou menos uns dois metros de altura. Do lado do quintal tinha a entrada, e de um lado dava pra ver uma janela. Chegando lá, colocaram os copos em cima do telhado da casinha. Depois, Cristina olhou pros três e rapidamente entrou na casinha. Uns segundos depois, um dos caras foi até uma das janelas e dois ficaram na porta.
Demorei pra sacar o que tava rolando, até que vi o cara da janela abaixando o zíper e se aproximando da casinha. Como eu falei, demorei pra perceber o que tava acontecendo. A puta da Cristina tinha entrado na casinha e tava chupando o pau do cara que tava na janela, enquanto os outros dois batiam papo de boa parados na porta. Assim, se alguém aparecesse, dava pra ver como se eles só estivessem conversando. Cristina tava se comportando que nem uma puta mesmo.
Nos minutos seguintes, o cara que tava na janela não se mexia nada. Só colocou o braço no telhado da casinha e apoiou a cabeça ali. De vez em quando, ele pegava o copo da Cristina e passava pela janela, depois tirava de novo.
De onde eu tava, tentava ver a Cristina, mas não conseguia. Só dava pra ver, de vez em quando, parte do cabelo preto dela balançando de um lado pro outro. A putinha tava de joelhos mamando o pau.
Depois de uns minutos, o cara que tava de pé aproximou mais o quadril da janela e começou a se mexer de um jeito estranho. Tinha gozado. Depois, rapidinho, passou o copo pra ela, o que me fez suspeitar que ele tinha gozado dentro da boca da Cristina. Aí ele se afastou e, na hora, outro cara se posicionou na frente da janela, abaixou o zíper e se encostou o máximo que pôde.
Não acreditava até onde ela ia. capaz de chegar a Cristina só pra satisfazer os desejos dela, tinha engolido uma rola e já tava na segunda, e faltava outra, o que mais ela seria capaz de fazer….
Nos minutos seguintes, o ritual se repetiu, o cara recarregava e de vez em quando passava o copo pra Cristina, e depois colocava de novo no telhado da casa, tavam nessa quando de repente os que estavam na porta se afastaram um pouco e eu consegui ver tudo dentro daquela casa, Cristina tava ajoelhada e a cabeça dela balançava freneticamente pra frente e pra trás, a puta parecia desesperada, tavam chupando e chupando e de novo o da janela se encostou bem na parede e depois se afastou de repente, tinha terminado e Cristina tinha tomado a segunda porção de porra, rapidamente o terceiro se posicionou na frente da janela, abaixou o zíper e se encostou o máximo que pôde,
Nessa hora eu já tava com a rola na mão, pensando na Cristina, como ela tava lá dentro metendo e tirando aquelas rolas da boca dela, e como os amantes dela jogavam toda a porra na boca dela,
Esse último demorou um pouco mais pra gozar, mas igual aos outros dois, depois de um tempo se aproximou o máximo que pôde da janela e depois de alguns segundos se afastava rapidamente,
Não acreditei, Cristina tinha engolido porra de três rolas diferentes, era inacreditável o quão puta ela tinha se tornado
Rapidamente ajudaram a Cristina a sair, ela saiu meio curvada e com as pernas abertas, então um deles passou o copo pra ela, que pegou apressadamente, ajudaram ela a se sacudir um pouco e de novo voltaram pro outro canto, Cristina já parecia completamente recuperada e conversavam animadamente,
Pensei mais uma vez que já tinham terminado de usar a Cristina, mas mais uma vez me enganei, porque os três começaram a andar em direção à casa, entraram e fecharam a porta atrás de si e depois de alguns minutos, as luzes de baixo se apagaram, mas no andar de cima Acendeu a luz num dos quartos, tinha uma janela grande mas não dava pra ver nada porque uma cortina branca cobria tudo, mas era óbvio que não iam dormir, então resolvi esperar um pouco. Não demorou muito pra aquela cortina ser puxada de lado, deixando ver a Cristina de pé, completamente pelada. A filha da puta só tinha espiado pra ter certeza de que eu tava vendo, depois deixou a cortina aberta e apagaram as luzes.
Fiquei uns minutos observando aquela janela, dava pra ver só um sofazinho que era ocupado por um dos caras, que depois de um tempo levantava e era ocupado por outro. Era óbvio que tavam comendo ela entre dois, igual no pátio, tavam se revezando pra usar a Cristina.
A Cristina chegou em casa bem cedo, tava com uma olheira danada, a legging dela tava meio suja nos joelhos, o suéter mostrava manchas brancas em várias partes, principalmente no peito e nas mangas, a cara dela também tava meio brilhosa. Era óbvio que tinha levado várias gozadas pelo corpo todo. Ela parou na minha frente e falou:
— Foi uma noite foda, tava vendo tudo, né, corno… hahahaha… você é um cuck olheiro e tarado… hahahahaha… mas não se preocupa, um dos caras é irmão da vizinha e ano que vem ele muda de cidade, então nunca mais vai ver ele… e os outros dois, bem… talvez um dia… hahahahaha… vou tomar um banho e dormir.
Essa é a primeira história, depois conto outras. Falou, e até mais…
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