Claudia é uma puta vingativa, 25 anos.
Nem preciso dizer que Claudia mudou de novo, se arrumou outra vez, usava aqueles vestidos curtos, tangas que se enfiavam bem na bunda. Ela tava gostosa de novo. Dava pra ver de longe, era uma puta safada, mas ainda só esperava pelo Exequiel, por enquanto nada com mais ninguém. O cara tinha me falado, o amigo existia, tinha uns trinta anos como ele, mas como a gente ia fazer isso, já que a bebê tava complicando bastante. Além disso, em casa não dava, na real eu achava que não ia ter problema, combinamos que eu avisaria quando desse e ele acertaria com o amigo. Esperamos um fim de semana que a Lucia saísse com a amiga Mariana, falei pra Claudia que tinha encomendado um jantar especial, que queria que a gente jantasse junto e tivesse uma noite completa, ela se arrumou linda, colocou os brincos grandes. Perto das nove tocou a campainha, me disseram que tava aberto lá embaixo, mandei subir. Quando tocaram a campainha do apartamento, pedi pra Claudia abrir, ela ficou chocada mas dava pra ver o tesão dela, os dois entraram, Exequiel comeu a boca dela e apresentou o amigo que deu um beijo na bochecha dela, o cara se chamava Carlos, olha só. Aí a gente ficou esperando o jantar, chegou e a gente comeu de boa, nada rolava por enquanto, eu levantei e coloquei uma música suave, bem na hora a neném acordou, fui no quarto e trouxe ela, entreguei pra mãe e preparei a mamadeira que dessa vez ela tomou no colo da mãe. O tal do Carlos tava meio perdido, era tudo estranho demais pra ele. Claudia foi com a Nerea pro quarto e voltou depois de um tempo, eu puxei ela pra dançar e depois fiz sinal pro Exequiel vir, eles começaram a se beijar e se acariciar, indiquei pro Carlos chegar por trás, ele envolveu a Claudia por trás e colocou as mãos nos peitos dela, acariciando de leve enquanto apoiava ela, nenhum dos três se virava, ficaram parados, Claudia se pegando de língua com o Exequiel enquanto ele Cara, o Carlos tava apalpando ela por trás. A Claudia ajoelhou e começou a chupar a pica do Exequiel, o Carlos levantou um pouco o vestido dela e ficou com aquela vista linda da bunda dela com a tanguinha enfiada. Ela ficou de quatro e ele brincava de meter, mas tava totalmente vestido. A Claudia tava nas nuvens com a situação. O Carlos se levantou e soltou uma pica comum do confinamento, a Claudia virou pra chupar e o Exequiel puxou a tanguinha dela e meteu agora de verdade, como uma putinha. A Claudia tirava a pica da boca de vez em quando pra gemer e reclamar que nem uma puta no cio. Ela pediu pro Carlos colocar uma camisinha e sentar no sofá, foi se ajeitando em cima dele com o vestido ainda no lugar, a bunda oferecida, olhando pro Exequiel.
— Vou pegar essa bundinha minúscula… quer? — O Exequiel avançou nela e foi enfiando devagar, bem devagar. A Claudia mordia a boca do Carlos pra não fazer barulho, tava encantada entre as duas picas. O Exequiel metia forte e firme num ritmo bem gostoso, tentando prolongar o momento. Depois saiu e disse que podiam ir pra cama, primeiro olhou pra mim e falou:
— Carlos, tira a roupa dela pra gente… pra gente comer ela direito… pra eu deixar ela cheia do meu leite… — Tirei a roupa dela devagar, deixei ela só de tanguinha e fomos pro quarto. Ela jogou o Exe na cama e montou nele, falou pro Carlos que agora era a vez da bunda dele. O cara, todo feliz, foi se ajeitando e enfiando devagar, bem devagar, os três ficaram parados. A Claudia se beijando com o Exequiel. Ninguém se mexia, todos encantados com a situação, parecia que encaixavam perfeitamente.
O Carlos falou pra ela:
— Não vai deixar eu tirar a camisinha… não gosto de cuspir meu leite nesse troço… quero encher essa bundinha linda que você tem…
— É muito perigoso… não sei… me sinto uma puta…
— Sabe o leite que venho guardando pra hoje… não ia gostar de sentir, hein, bunduda…
— Aaaai… não sei… aiii… me sinto uma puta… — Ela tirou a camisinha e enfiou de novo, mas agora metendo de verdade. bem duro até enfiar fundo quando chegava. Com a explosão do Carlos, Exequiel também não aguentou mais e encheu ela, Claudia tava perdida em outra galáxia. Foram desfazendo o abraço aos poucos e continuaram se beijando e se acariciando, depois de lado Carlos se acomodou entre as pernas de Claudia e Exequiel atacou ela por trás, ficaram um tempão assim, eu num momento saí do quarto e fui ver a Nerea, dormia como um anjo, longe da nossa loucura. Fiquei um bom tempo no quarto com ela, quando voltei o cheiro de sexo no quarto tava muito forte. Os três descansavam de novo. Finalmente eles foram, voltei de acompanhar eles lá embaixo e cobri ela com o lençol, Claudia dormia com uma cara de prazer e relaxamento como há muito tempo. Eu fui tomar um banho, depois me servi um uísque e fiquei um tempo na sala, a menina continuava dormindo, decidi deitar, me acomodei na cama e Claudia acordou.
Me beijou fundo na boca
– Te amo meu amor… – ela ia começar a chorar de novo –
– Chupa bem se me ama vai… engole meu gozo… que você não engoliu muitas vezes vai puta chupa… – e ela tava de novo encantada, que eu aceitasse ela depois dessas tretas organizava a vida dela. – Chupa puta vai… cu arrombado… – ela levou a mão na buceta dela e começou a se masturbar. – Vai safada… puta fácil chupa… como você gosta que te arrebentem o cu… vai suja… aaaa… engole tudo puta… vai… – nem preciso dizer não sobrou nem uma gota. Ela engoliu até o último e depois me beijou, me falou de novo que me amava.
Claudia é uma puta vingativa, 26
Passou o tempo Claudia não tinha querido mais nada com ninguém, tava tranquila, eu esperava que algo rolasse, ela se vestia sempre muito elegante e provocante mas nada acontecia. Uma noite na cama no meio da foda ela me falou que tinha um amigo da Lucía que a excitava muito, achava ele muito tímido, mas adorava, se eu quisesse brincar de novo ia fazer tudo que ela mandasse, nem preciso dizer, respondi que já tava fazendo isso há um tempão. que ela queria e eu vi ela sorrir encantada com aquela cara de puta enquanto chegava ao orgasmo.
Uma tarde, esse garoto, Sebastian, estava lá, tinha estudado com Lucia e Claudia convidou ele pra jantar, ele ficou encantado em ficar. Lucia e Sebastian conversavam tranquilos na sala de jantar, com Claudia fomos pra cozinha e ela achou uma posição de onde Sebastian nos via, mas Lucia não. Ela ficou de frente pra mim e de costas pra sala e começou a me beijar, falava no meu ouvido. Tava usando um vestido preto curto. A bebê, nisso tudo, dormia tranquilamente no quarto dela.
— Levanta meu vestido devagar enquanto acaricia minha bunda… devagar… bem devagar… não olha pra sala… eu percebo quando ele fica de olho na minha raba… não vai ser a primeira vez… só quero esquentar ele um pouco mais… levanta bem o vestido, vai… — acariciei ela e a bunda dela ficou quase no ar, devia dar pra ver a fio dental bem enfiada nela. Ela me fez passar a mão nela por mais um tempo e depois ir pra sala. A cara do garoto tava toda vermelha.
Depois de um tempo, Claudia trouxe o jantar, jantamos tranquilos. Num momento, Claudia perguntou se ele tinha namorada.
— Não, senhora, por enquanto não…
— Não vai demorar muito… você é um garoto muito bonito… com certeza as meninas devem morrer por você… diz que a Lucia tem namorado…
— Não, na verdade não sou tão atraente assim…
— Que besteira… dá pra ver que você é bem másculo… não é, Luci?
— Bom, não sei, mãe… pra mim ele é um amigo…
E o assunto morreu ali, mas ela continuava jogando lenha na fogueira. Depois do jantar, pediu se ele não ajudava com a louça e na cozinha ficava esbarrando nele o tempo todo, como sem querer. Eu fiquei com a Luci na sala, tentava escutar o que falavam na cozinha. Falavam bem baixo. Luci via TV e eu falei que ia ver como tava a bebê. Fui no quarto e a Nerea dormia. Abri a porta do quarto e, como tava mais perto da cozinha, fiquei escutando.
— Você não sabe quantas mulheres da minha idade adorariam sair com alguém como você… você é tão másculo… —silêncio do garoto— Os jovens são muito fogosos… sabe o quanto me custa pra eu esquentar meu marido… com certeza você me responderia na hora… não é?
—Bom… a senhora é mãe de uma amiga…
—Não me trate de senhora… me chama de Cláudia… ou pode me chamar de mamãe também… como você preferir… como você gosta…?
—Não sei, senhora…
Cláudia saiu da cozinha com um sorriso, levando o sorvete pra sala. Sebastian saiu atrás dela, com a cara toda vermelha. O resto do jantar foi tranquilo, Cláudia parecia ter esquecido do assunto. Quando ele já ia indo embora, Lúcia disse que o acompanhava até lá embaixo. Cláudia deu um beijo na bochecha dele, encostando bem o corpo no dele.
—Vem quando quiser… essa casa é sua…
—Obrigado, senhora…
Assim que fecharam a porta, Cláudia foi cuidar da menina, depois veio pra cama querendo dar uma trepada, tava muito tarada.
—Como eu gosto daquele guri… que forte ele é… vai ser o próximo que eu vou comer… adoro… aaaaa… que gostoso ele parece… — ficamos um tempão em silêncio, com Cláudia montada em mim, me comendo com meus dedos bem enfiados no cu dela. Eu comecei a me soltar.
—Que puta que você é… como você gosta de esquentar paus…
—Sim… adoro… e mais as que esquentam fácil… que gostoso, moleque… tenho que aproveitar… depois não vão me dar bola… aaaaa… — e ela teve um orgasmo bem profundo. Depois de um tempo, Nerea tava chorando, e eu fiquei quente e sem gozar.
Na próxima vez que ele veio, uma semana depois, Lúcia tinha saído com umas amigas. Eu atendi o porteiro e desci pra abrir. Quando subimos, Cláudia tava só de lingerie, uma fio dental que se enfiava igual um barbante no cu dela.
—Amor, me avisa que você tava com alguém — ela me deu um beijo e entrou no banheiro, e a cara do garoto ficou toda vermelha de novo. Cláudia saiu do banheiro depois de um tempo, tinha vestido um vestido florido e não tava de sutiã, os bicos dos peitos bem duros. A gente conversou um pouco na sala como se tudo fosse normal, Sebastian continuava muito vermelho. De repente, a menina… começou a chorar e a Cláudia veio com ela até a sala de jantar, ficou de peitos de fora e começou a amamentar, o Sebastião tava morrendo de tesão. Quando terminou de amamentar, me entregou a menina e limpou os peitos devagar, só depois vestiu o vestido de novo, e daí a pouco chegou a Lúcia.
A Cláudia foi terminar de se trocar, colocou um sutiã e jantamos tranquilos. A Cláudia pediu pra ele ajudar ela na cozinha de novo, dessa vez não escutei o que falavam. De novo, quando o cara foi embora, a gente transou como desesperados. A Cláudia me disse que roçou nele várias vezes na cozinha e que sentiu a pica dele bem dura. Ele tinha comentado que entendia de eletricidade e ela perguntou se ele podia vir dar uma olhada no interruptor do quarto, que pra ela tava em curto. Ele disse que esperava na terça à tarde, que não trabalhava, umas 15h. A Lúcia tinha ginástica e o marido não tava.
A Cláudia é uma puta vingativa, 27 anos.
Nem preciso dizer que a Cláudia esperava a terça como uma desesperada. Me pediu pra sair com a menina pra algum lugar, já que a Lúcia não tava, pra aproveitar e ficar a sós com ele, assim era mais fácil. Ela tinha me mandado cortar um fio lá em cima, que ia pro bocal da lâmpada. Quando cheguei em casa à noite, ela me contou a história, mas na cama, enquanto transávamos.
— Ele chegou bem pontual, cinco minutos antes das três… eu tava com o vestido preto curtinho, uma tanguinha bem enfiada na bunda… e sem sutiã… — eu tava deitado na cama de barriga pra cima e ela foi se acomodando em cima do meu pau, que tava com camisinha. Queria que eu não gozasse logo. — Ela recebeu ele e logo percebeu que ele tava nervoso. Mandou ele entrar no quarto e foi buscar algo pra ele beber. Ele já tinha começado a mexer no interruptor e achava tudo normal.
— Deve ser lá em cima, no bocal… — ela disse e mostrou onde tava a escada, uma daquelas de tesoura que sobe pelos dois lados. Ele subiu e a Cláudia subiu pelo outro lado. Falava bem perto do rosto dele, segurava na mão dele pra apontar algum fio ou… algo.— vem pra cá que eu te mostro… acho que tem um fio cortado… vai, vem… não vou te morder… — ele foi subindo pelo lado onde ela estava, ficou bem perto dela. — Sobe aí, falei, e ele ficou quase encostado em mim… vê aqui em cima… chega mais… e eles se roçavam o tempo todo na escada… ela virou a cabeça e beijou ele, ele ficou paralisado na escada, ela desceu um pouco e ficou com a cabeça na altura da braguilha dele, tirou a pica do cativeiro e começou a chupar devagar, saboreando, sem falar nada, ele só gemia que nem um desesperado e não aguentou nada, logo encheu a boca dela com uma porra abundante e grossa. Quando acabou, se recompos, desceu da escada e disse pra Claudia que tava atrasado e saiu como um louco, quase tremendo. Claudia desceu da escada, como me contou, se jogou na cama e fez uma baita punheta. Depois dormiu uma sesta bem tranquila, até eu chegar e ela matar a vontade de transar. Quando a gente tava jantando, o telefone tocou, era ele. Claudia fez um sinal pra eu chegar perto e escutar. Não ouvia direito, mas entendi que ele pedia desculpas por ter ido embora assim, que tinha se assustado.
— Bom… mas você tem que terminar o que começou… terça que vem não tenho consultório… te espero?
E claro que ela esperava. De novo me fez ir com a menina, ela esperava ele de lingerie e mais nada.
— Fica tranquilo, amor, que não vai rolar nada… já sabe… é muito pequeno…
De novo ela me jogou na cama. Montou em mim e me contou.
Quando abri a porta pra ele, ele quase morreu, mas na hora a gente se beijava e se apalpava por todo lado, fomos direto pro quarto e joguei ele na cama, despi ele devagar, bem devagar, e chupei só um pouco, não queria que ele gozasse logo. Depois montei nele do jeito que tava, só puxando a calcinha pro lado, e comecei a trepar devagar, marcando meu ritmo, ele gemia que nem um desesperado, não aguentou muito, senti quando ele jorrou uma porra grossa dentro de mim. palavra: buceta, mas o pau dele continuava bem duro, me inclinei sobre ele e chupei a boca dele.
—Veeeeee... Isso é... meu marido fica mole na hora que goza... não tem essa dureza... entende... que pau bonito você tem... eu te agrado...?
—Sim... você é gostosa... uma mulher impressionante...
—Então você tem sorte... porque preciso de um amante jovem... igual você...
Aí começaram a se beijar de boca e ela deixou ele subir, ele comeu ela como se estivesse desesperado, estava totalmente louco, tarado, não acreditava na mulher que estava comendo.
—Você vai me dar mais porra...? Tudo pra mim...?
—Sim, vou te dar toda minha porra...
—Que legal que você vai se soltando... as garotas gostam de homens corajosos... e com o pau duro igual você... —depois ela saiu de cima dele e se virou feito uma puta, rebolava a bunda no ar e disse— vem comer sua puta... mete forte... o que tá esperando... —ele estava doido, metia bem forte e aguentava sem gozar. Mordia agora o pescoço dela, os ombros, tava pegando fogo de tesão.
—Você gosta da sua putinha...? Vai encher ela de porra quentinha... hein
—Sim, puta, sim... vou te encher de porra... mas ainda não... quero que dure mais... adoro te comer...
—Fica tranquilo... vai me comer quando quiser... você gosta...
—Sim, adoro... você é uma puta gostosa... no primeiro dia que vim e vi essa rabuda fiquei louco, não acredito que tô montando em você assim, gata...
Ela rebolava a bunda à vontade.
—Sim... sim, sou sua putinha... pra você me foder igual um cachorro... você gosta...?
Ele continuou bombando até gozar de novo, ela foi chupar ele e limpou bem, o pau começava a endurecer de novo, mas tava ficando tarde. Lúcia estava quase voltando da ginástica. Ela levou ele pro banheiro, colocou ele na pia de lavar as mãos e por trás lavava o pau dele devagar, acariciando com o sabão. Depois virou ele, secou bem, ajoelhou e chupou mais um pouco. Mandou ele se vestir e acompanhou até a porta, ela foi tomar banho e daí a pouco Lúcia chegou.
—O seu amigo Sebastian esteve aqui, tentando arrumar a luz do quarto... não Conseguiu ainda… -dizia pra Lucía enquanto se punhetava no chuveiro.
À noite a gente trepou, enquanto ela me contava, tava muito tesuda, tinha adorado e se sentia grata e feliz. Dormimos satisfeitos os dois.
Claudia é uma puta vingativa, 28
Nem preciso dizer que se viam toda terça, não era suficiente, os dois precisavam de mais tempo pra se ver, Claudia tava irritada com isso, queria aproveitar ao máximo o que durasse a relação, uma noite me disse pra esperar na cama, tava contente, sorrindo, parecia feliz. Me amarrou as mãos na cabeceira da cama, me despiu, me chupou um pouco e depois foi se ajeitando em cima de mim, ficou parada e aproximou a boca do meu ouvido.
-Já resolvi, amor…
-O que você resolveu…
-Bom… o Sebastião precisa de um emprego… -filha da puta, pensei, na hora já sabia onde isso ia dar.
-E eu vou fazer o quê…
-Você fica em casa… limpa… cuida da menina… -fez uma pausa mais longa, calculada- e nas terças vai limpar o consultório… -filha da puta, pensei, mas a humilhação me deixava louco de tesão, tava quase gozando.-
-Tenho secretário novo… mais novinho… -me deu um beijo profundo na boca.- me dá um beijo pra comemorar… você tá feliz…?
-Se você tá feliz…
-Eu tou feliz… finalmente vou poder trepar com ele direitinho… aproveitar… espremer aquela pica enorme… -meu pau começou a jorrar porra na risada sarcástica da Claudia. Ela não tinha gozado, mas não ficou brava.
-Fica tranquilo… amanhã eu chego com certeza…
E foi assim que ele começou a trabalhar como secretário dela, ela tentava sair rápido do hospital pra chegar antes de qualquer paciente e pelo menos se apalpar um pouco, os dois estavam encantados com a situação. Sebastião tinha um salário que dava pra estudar e trepava com Claudia quando queria. Claudia começou a sentir falta de me humilhar, então às vezes pedia pra ele não fazer barulho, que queria falar comigo enquanto trepavam. Eu ouvia a voz dela cheia de tesão e ficava louco de excitação.
-Oi Love, como você está…?
—Bem, e você…?
—Aqui acabou de sair o último paciente… termino umas coisas e vou… tô com saudade, love… —ela dizia, com a voz quente e, como me contou depois, estava sentada no pau do Sebastian, subindo e descendo.
Com o tempo, ele foi se soltando. Às vezes, quando ela chegava, tirava a calcinha fio dental dela e deixava ela pelada por baixo do vestido. Ele adorava ter ela assim, e a Claudia amava. Ela fazia questão de deixar ele com ciúme quando tinha algum paciente homem, falando umas coisas tipo:
—Olha que o paciente é bem gostoso… ele vai sentir o cheiro de sexo que a gente deixou no consultório… e quando eu levantar pra examinar ele, talvez perceba que não tô de calcinha… quem sabe ele me apalpa meio sem querer…
—Você dá um tapa nele… não vai se deixar apalpar por qualquer um…
—Mas, amorzinho… se o cara ficar de pau duro por minha causa, o que eu vou fazer…?
—Corta ele na hora… nem brincando… —e nessa hora ela mimava ele, dizendo que era só uma brincadeira. Pra ele não ficar bravo.
Uma dessas noites, ela voltou do consultório morrendo de tesão. Perguntei o que tinha rolado, e ela disse: “depois na cama te conto”. Enquanto a gente transava, ela me contou que o Jorge, o ex-marido, tinha ligado querendo vê-la. Ela marcou com ele no consultório, mandou ele se passar por paciente. Tava doida de tesão só de pensar em dar pra ele ali mesmo, na frente do outro amante. Além disso, sentia falta do jeito do Jorge. Precisava dele.
No dia seguinte, o Jorge foi ao consultório e se passou por paciente. Quando entrou, a Claudia tirou o jaleco e ficou de pé do lado dele, que tava sentado. Ele meteu a mão por baixo do vestido dela e percebeu que ela não tava de calcinha.
—Que delícia, putinha… vamos pra maca… —apoiou ela na borda da maca, levantou um pouco o vestido e foi enfiando devagar no cu dela. Bem devagar, do jeito que ele gostava. A Claudia tava louca de tesão, ainda mais sabendo que o Sebastian tava lá fora. —Cada dia mais bonita essa sua bunda… como eu adoro comer ela… —ela Gemia que nem uma puta no cio, que nem uma puta gostosa, mas tentando não fazer muito barulho. Depois ele sentou na maca e colocou ela em cima dele, falando baixinho no ouvido dela.
— Senti sua falta, sua puta… tava precisando de um rabo que aguentasse toda a minha pica…
— Que filho da puta você é…
— Cala a boca, cuzão, e mexe essa bunda… vai, até me espremer todo — e foi assim que ela fez, foi se sentando sozinha, apertando o cu pra tirar toda a porra que ele despejou bem fundo no rabo dela. Depois ficaram se beijando e se acariciando. Ele se ajeitou e saiu do consultório. Quando tava saindo com a porta entreaberta, ela pediu pra ele marcar uma consulta pra daqui a quinze dias, que precisava checar os progressos. Sebastian tava sério e não percebia nada. Claudia me contou que, quando fechou a porta do consultório, se masturbou e teve vários orgasmos. Não tinha conseguido gozar antes por causa do nervosismo, mas agora teve uns orgasmos muito gostosos. Depois saiu e, como não tinha pacientes, deu uns beijos no Sebastian, fazendo ele acariciar a buceta dela bem devagar, suave e lentinho. Teve outro orgasmo de novo. Aí se ajoelhou na frente dele e, liberando o pau dele do aperto, parou numa chupada bem funda e lenta, olhando nos olhos com cara de submissa. O cara tava louco de tesão. Ela chupou até espremer as bolas dele. Naquela noite, quando chegou em casa, só tomou banho e foi dormir, tava cansada.
Nem preciso dizer que Claudia mudou de novo, se arrumou outra vez, usava aqueles vestidos curtos, tangas que se enfiavam bem na bunda. Ela tava gostosa de novo. Dava pra ver de longe, era uma puta safada, mas ainda só esperava pelo Exequiel, por enquanto nada com mais ninguém. O cara tinha me falado, o amigo existia, tinha uns trinta anos como ele, mas como a gente ia fazer isso, já que a bebê tava complicando bastante. Além disso, em casa não dava, na real eu achava que não ia ter problema, combinamos que eu avisaria quando desse e ele acertaria com o amigo. Esperamos um fim de semana que a Lucia saísse com a amiga Mariana, falei pra Claudia que tinha encomendado um jantar especial, que queria que a gente jantasse junto e tivesse uma noite completa, ela se arrumou linda, colocou os brincos grandes. Perto das nove tocou a campainha, me disseram que tava aberto lá embaixo, mandei subir. Quando tocaram a campainha do apartamento, pedi pra Claudia abrir, ela ficou chocada mas dava pra ver o tesão dela, os dois entraram, Exequiel comeu a boca dela e apresentou o amigo que deu um beijo na bochecha dela, o cara se chamava Carlos, olha só. Aí a gente ficou esperando o jantar, chegou e a gente comeu de boa, nada rolava por enquanto, eu levantei e coloquei uma música suave, bem na hora a neném acordou, fui no quarto e trouxe ela, entreguei pra mãe e preparei a mamadeira que dessa vez ela tomou no colo da mãe. O tal do Carlos tava meio perdido, era tudo estranho demais pra ele. Claudia foi com a Nerea pro quarto e voltou depois de um tempo, eu puxei ela pra dançar e depois fiz sinal pro Exequiel vir, eles começaram a se beijar e se acariciar, indiquei pro Carlos chegar por trás, ele envolveu a Claudia por trás e colocou as mãos nos peitos dela, acariciando de leve enquanto apoiava ela, nenhum dos três se virava, ficaram parados, Claudia se pegando de língua com o Exequiel enquanto ele Cara, o Carlos tava apalpando ela por trás. A Claudia ajoelhou e começou a chupar a pica do Exequiel, o Carlos levantou um pouco o vestido dela e ficou com aquela vista linda da bunda dela com a tanguinha enfiada. Ela ficou de quatro e ele brincava de meter, mas tava totalmente vestido. A Claudia tava nas nuvens com a situação. O Carlos se levantou e soltou uma pica comum do confinamento, a Claudia virou pra chupar e o Exequiel puxou a tanguinha dela e meteu agora de verdade, como uma putinha. A Claudia tirava a pica da boca de vez em quando pra gemer e reclamar que nem uma puta no cio. Ela pediu pro Carlos colocar uma camisinha e sentar no sofá, foi se ajeitando em cima dele com o vestido ainda no lugar, a bunda oferecida, olhando pro Exequiel.
— Vou pegar essa bundinha minúscula… quer? — O Exequiel avançou nela e foi enfiando devagar, bem devagar. A Claudia mordia a boca do Carlos pra não fazer barulho, tava encantada entre as duas picas. O Exequiel metia forte e firme num ritmo bem gostoso, tentando prolongar o momento. Depois saiu e disse que podiam ir pra cama, primeiro olhou pra mim e falou:
— Carlos, tira a roupa dela pra gente… pra gente comer ela direito… pra eu deixar ela cheia do meu leite… — Tirei a roupa dela devagar, deixei ela só de tanguinha e fomos pro quarto. Ela jogou o Exe na cama e montou nele, falou pro Carlos que agora era a vez da bunda dele. O cara, todo feliz, foi se ajeitando e enfiando devagar, bem devagar, os três ficaram parados. A Claudia se beijando com o Exequiel. Ninguém se mexia, todos encantados com a situação, parecia que encaixavam perfeitamente.
O Carlos falou pra ela:
— Não vai deixar eu tirar a camisinha… não gosto de cuspir meu leite nesse troço… quero encher essa bundinha linda que você tem…
— É muito perigoso… não sei… me sinto uma puta…
— Sabe o leite que venho guardando pra hoje… não ia gostar de sentir, hein, bunduda…
— Aaaai… não sei… aiii… me sinto uma puta… — Ela tirou a camisinha e enfiou de novo, mas agora metendo de verdade. bem duro até enfiar fundo quando chegava. Com a explosão do Carlos, Exequiel também não aguentou mais e encheu ela, Claudia tava perdida em outra galáxia. Foram desfazendo o abraço aos poucos e continuaram se beijando e se acariciando, depois de lado Carlos se acomodou entre as pernas de Claudia e Exequiel atacou ela por trás, ficaram um tempão assim, eu num momento saí do quarto e fui ver a Nerea, dormia como um anjo, longe da nossa loucura. Fiquei um bom tempo no quarto com ela, quando voltei o cheiro de sexo no quarto tava muito forte. Os três descansavam de novo. Finalmente eles foram, voltei de acompanhar eles lá embaixo e cobri ela com o lençol, Claudia dormia com uma cara de prazer e relaxamento como há muito tempo. Eu fui tomar um banho, depois me servi um uísque e fiquei um tempo na sala, a menina continuava dormindo, decidi deitar, me acomodei na cama e Claudia acordou.
Me beijou fundo na boca
– Te amo meu amor… – ela ia começar a chorar de novo –
– Chupa bem se me ama vai… engole meu gozo… que você não engoliu muitas vezes vai puta chupa… – e ela tava de novo encantada, que eu aceitasse ela depois dessas tretas organizava a vida dela. – Chupa puta vai… cu arrombado… – ela levou a mão na buceta dela e começou a se masturbar. – Vai safada… puta fácil chupa… como você gosta que te arrebentem o cu… vai suja… aaaa… engole tudo puta… vai… – nem preciso dizer não sobrou nem uma gota. Ela engoliu até o último e depois me beijou, me falou de novo que me amava.
Claudia é uma puta vingativa, 26
Passou o tempo Claudia não tinha querido mais nada com ninguém, tava tranquila, eu esperava que algo rolasse, ela se vestia sempre muito elegante e provocante mas nada acontecia. Uma noite na cama no meio da foda ela me falou que tinha um amigo da Lucía que a excitava muito, achava ele muito tímido, mas adorava, se eu quisesse brincar de novo ia fazer tudo que ela mandasse, nem preciso dizer, respondi que já tava fazendo isso há um tempão. que ela queria e eu vi ela sorrir encantada com aquela cara de puta enquanto chegava ao orgasmo.
Uma tarde, esse garoto, Sebastian, estava lá, tinha estudado com Lucia e Claudia convidou ele pra jantar, ele ficou encantado em ficar. Lucia e Sebastian conversavam tranquilos na sala de jantar, com Claudia fomos pra cozinha e ela achou uma posição de onde Sebastian nos via, mas Lucia não. Ela ficou de frente pra mim e de costas pra sala e começou a me beijar, falava no meu ouvido. Tava usando um vestido preto curto. A bebê, nisso tudo, dormia tranquilamente no quarto dela.
— Levanta meu vestido devagar enquanto acaricia minha bunda… devagar… bem devagar… não olha pra sala… eu percebo quando ele fica de olho na minha raba… não vai ser a primeira vez… só quero esquentar ele um pouco mais… levanta bem o vestido, vai… — acariciei ela e a bunda dela ficou quase no ar, devia dar pra ver a fio dental bem enfiada nela. Ela me fez passar a mão nela por mais um tempo e depois ir pra sala. A cara do garoto tava toda vermelha.
Depois de um tempo, Claudia trouxe o jantar, jantamos tranquilos. Num momento, Claudia perguntou se ele tinha namorada.
— Não, senhora, por enquanto não…
— Não vai demorar muito… você é um garoto muito bonito… com certeza as meninas devem morrer por você… diz que a Lucia tem namorado…
— Não, na verdade não sou tão atraente assim…
— Que besteira… dá pra ver que você é bem másculo… não é, Luci?
— Bom, não sei, mãe… pra mim ele é um amigo…
E o assunto morreu ali, mas ela continuava jogando lenha na fogueira. Depois do jantar, pediu se ele não ajudava com a louça e na cozinha ficava esbarrando nele o tempo todo, como sem querer. Eu fiquei com a Luci na sala, tentava escutar o que falavam na cozinha. Falavam bem baixo. Luci via TV e eu falei que ia ver como tava a bebê. Fui no quarto e a Nerea dormia. Abri a porta do quarto e, como tava mais perto da cozinha, fiquei escutando.
— Você não sabe quantas mulheres da minha idade adorariam sair com alguém como você… você é tão másculo… —silêncio do garoto— Os jovens são muito fogosos… sabe o quanto me custa pra eu esquentar meu marido… com certeza você me responderia na hora… não é?
—Bom… a senhora é mãe de uma amiga…
—Não me trate de senhora… me chama de Cláudia… ou pode me chamar de mamãe também… como você preferir… como você gosta…?
—Não sei, senhora…
Cláudia saiu da cozinha com um sorriso, levando o sorvete pra sala. Sebastian saiu atrás dela, com a cara toda vermelha. O resto do jantar foi tranquilo, Cláudia parecia ter esquecido do assunto. Quando ele já ia indo embora, Lúcia disse que o acompanhava até lá embaixo. Cláudia deu um beijo na bochecha dele, encostando bem o corpo no dele.
—Vem quando quiser… essa casa é sua…
—Obrigado, senhora…
Assim que fecharam a porta, Cláudia foi cuidar da menina, depois veio pra cama querendo dar uma trepada, tava muito tarada.
—Como eu gosto daquele guri… que forte ele é… vai ser o próximo que eu vou comer… adoro… aaaaa… que gostoso ele parece… — ficamos um tempão em silêncio, com Cláudia montada em mim, me comendo com meus dedos bem enfiados no cu dela. Eu comecei a me soltar.
—Que puta que você é… como você gosta de esquentar paus…
—Sim… adoro… e mais as que esquentam fácil… que gostoso, moleque… tenho que aproveitar… depois não vão me dar bola… aaaaa… — e ela teve um orgasmo bem profundo. Depois de um tempo, Nerea tava chorando, e eu fiquei quente e sem gozar.
Na próxima vez que ele veio, uma semana depois, Lúcia tinha saído com umas amigas. Eu atendi o porteiro e desci pra abrir. Quando subimos, Cláudia tava só de lingerie, uma fio dental que se enfiava igual um barbante no cu dela.
—Amor, me avisa que você tava com alguém — ela me deu um beijo e entrou no banheiro, e a cara do garoto ficou toda vermelha de novo. Cláudia saiu do banheiro depois de um tempo, tinha vestido um vestido florido e não tava de sutiã, os bicos dos peitos bem duros. A gente conversou um pouco na sala como se tudo fosse normal, Sebastian continuava muito vermelho. De repente, a menina… começou a chorar e a Cláudia veio com ela até a sala de jantar, ficou de peitos de fora e começou a amamentar, o Sebastião tava morrendo de tesão. Quando terminou de amamentar, me entregou a menina e limpou os peitos devagar, só depois vestiu o vestido de novo, e daí a pouco chegou a Lúcia.
A Cláudia foi terminar de se trocar, colocou um sutiã e jantamos tranquilos. A Cláudia pediu pra ele ajudar ela na cozinha de novo, dessa vez não escutei o que falavam. De novo, quando o cara foi embora, a gente transou como desesperados. A Cláudia me disse que roçou nele várias vezes na cozinha e que sentiu a pica dele bem dura. Ele tinha comentado que entendia de eletricidade e ela perguntou se ele podia vir dar uma olhada no interruptor do quarto, que pra ela tava em curto. Ele disse que esperava na terça à tarde, que não trabalhava, umas 15h. A Lúcia tinha ginástica e o marido não tava.
A Cláudia é uma puta vingativa, 27 anos.
Nem preciso dizer que a Cláudia esperava a terça como uma desesperada. Me pediu pra sair com a menina pra algum lugar, já que a Lúcia não tava, pra aproveitar e ficar a sós com ele, assim era mais fácil. Ela tinha me mandado cortar um fio lá em cima, que ia pro bocal da lâmpada. Quando cheguei em casa à noite, ela me contou a história, mas na cama, enquanto transávamos.
— Ele chegou bem pontual, cinco minutos antes das três… eu tava com o vestido preto curtinho, uma tanguinha bem enfiada na bunda… e sem sutiã… — eu tava deitado na cama de barriga pra cima e ela foi se acomodando em cima do meu pau, que tava com camisinha. Queria que eu não gozasse logo. — Ela recebeu ele e logo percebeu que ele tava nervoso. Mandou ele entrar no quarto e foi buscar algo pra ele beber. Ele já tinha começado a mexer no interruptor e achava tudo normal.
— Deve ser lá em cima, no bocal… — ela disse e mostrou onde tava a escada, uma daquelas de tesoura que sobe pelos dois lados. Ele subiu e a Cláudia subiu pelo outro lado. Falava bem perto do rosto dele, segurava na mão dele pra apontar algum fio ou… algo.— vem pra cá que eu te mostro… acho que tem um fio cortado… vai, vem… não vou te morder… — ele foi subindo pelo lado onde ela estava, ficou bem perto dela. — Sobe aí, falei, e ele ficou quase encostado em mim… vê aqui em cima… chega mais… e eles se roçavam o tempo todo na escada… ela virou a cabeça e beijou ele, ele ficou paralisado na escada, ela desceu um pouco e ficou com a cabeça na altura da braguilha dele, tirou a pica do cativeiro e começou a chupar devagar, saboreando, sem falar nada, ele só gemia que nem um desesperado e não aguentou nada, logo encheu a boca dela com uma porra abundante e grossa. Quando acabou, se recompos, desceu da escada e disse pra Claudia que tava atrasado e saiu como um louco, quase tremendo. Claudia desceu da escada, como me contou, se jogou na cama e fez uma baita punheta. Depois dormiu uma sesta bem tranquila, até eu chegar e ela matar a vontade de transar. Quando a gente tava jantando, o telefone tocou, era ele. Claudia fez um sinal pra eu chegar perto e escutar. Não ouvia direito, mas entendi que ele pedia desculpas por ter ido embora assim, que tinha se assustado.
— Bom… mas você tem que terminar o que começou… terça que vem não tenho consultório… te espero?
E claro que ela esperava. De novo me fez ir com a menina, ela esperava ele de lingerie e mais nada.
— Fica tranquilo, amor, que não vai rolar nada… já sabe… é muito pequeno…
De novo ela me jogou na cama. Montou em mim e me contou.
Quando abri a porta pra ele, ele quase morreu, mas na hora a gente se beijava e se apalpava por todo lado, fomos direto pro quarto e joguei ele na cama, despi ele devagar, bem devagar, e chupei só um pouco, não queria que ele gozasse logo. Depois montei nele do jeito que tava, só puxando a calcinha pro lado, e comecei a trepar devagar, marcando meu ritmo, ele gemia que nem um desesperado, não aguentou muito, senti quando ele jorrou uma porra grossa dentro de mim. palavra: buceta, mas o pau dele continuava bem duro, me inclinei sobre ele e chupei a boca dele.
—Veeeeee... Isso é... meu marido fica mole na hora que goza... não tem essa dureza... entende... que pau bonito você tem... eu te agrado...?
—Sim... você é gostosa... uma mulher impressionante...
—Então você tem sorte... porque preciso de um amante jovem... igual você...
Aí começaram a se beijar de boca e ela deixou ele subir, ele comeu ela como se estivesse desesperado, estava totalmente louco, tarado, não acreditava na mulher que estava comendo.
—Você vai me dar mais porra...? Tudo pra mim...?
—Sim, vou te dar toda minha porra...
—Que legal que você vai se soltando... as garotas gostam de homens corajosos... e com o pau duro igual você... —depois ela saiu de cima dele e se virou feito uma puta, rebolava a bunda no ar e disse— vem comer sua puta... mete forte... o que tá esperando... —ele estava doido, metia bem forte e aguentava sem gozar. Mordia agora o pescoço dela, os ombros, tava pegando fogo de tesão.
—Você gosta da sua putinha...? Vai encher ela de porra quentinha... hein
—Sim, puta, sim... vou te encher de porra... mas ainda não... quero que dure mais... adoro te comer...
—Fica tranquilo... vai me comer quando quiser... você gosta...
—Sim, adoro... você é uma puta gostosa... no primeiro dia que vim e vi essa rabuda fiquei louco, não acredito que tô montando em você assim, gata...
Ela rebolava a bunda à vontade.
—Sim... sim, sou sua putinha... pra você me foder igual um cachorro... você gosta...?
Ele continuou bombando até gozar de novo, ela foi chupar ele e limpou bem, o pau começava a endurecer de novo, mas tava ficando tarde. Lúcia estava quase voltando da ginástica. Ela levou ele pro banheiro, colocou ele na pia de lavar as mãos e por trás lavava o pau dele devagar, acariciando com o sabão. Depois virou ele, secou bem, ajoelhou e chupou mais um pouco. Mandou ele se vestir e acompanhou até a porta, ela foi tomar banho e daí a pouco Lúcia chegou.
—O seu amigo Sebastian esteve aqui, tentando arrumar a luz do quarto... não Conseguiu ainda… -dizia pra Lucía enquanto se punhetava no chuveiro.
À noite a gente trepou, enquanto ela me contava, tava muito tesuda, tinha adorado e se sentia grata e feliz. Dormimos satisfeitos os dois.
Claudia é uma puta vingativa, 28
Nem preciso dizer que se viam toda terça, não era suficiente, os dois precisavam de mais tempo pra se ver, Claudia tava irritada com isso, queria aproveitar ao máximo o que durasse a relação, uma noite me disse pra esperar na cama, tava contente, sorrindo, parecia feliz. Me amarrou as mãos na cabeceira da cama, me despiu, me chupou um pouco e depois foi se ajeitando em cima de mim, ficou parada e aproximou a boca do meu ouvido.
-Já resolvi, amor…
-O que você resolveu…
-Bom… o Sebastião precisa de um emprego… -filha da puta, pensei, na hora já sabia onde isso ia dar.
-E eu vou fazer o quê…
-Você fica em casa… limpa… cuida da menina… -fez uma pausa mais longa, calculada- e nas terças vai limpar o consultório… -filha da puta, pensei, mas a humilhação me deixava louco de tesão, tava quase gozando.-
-Tenho secretário novo… mais novinho… -me deu um beijo profundo na boca.- me dá um beijo pra comemorar… você tá feliz…?
-Se você tá feliz…
-Eu tou feliz… finalmente vou poder trepar com ele direitinho… aproveitar… espremer aquela pica enorme… -meu pau começou a jorrar porra na risada sarcástica da Claudia. Ela não tinha gozado, mas não ficou brava.
-Fica tranquilo… amanhã eu chego com certeza…
E foi assim que ele começou a trabalhar como secretário dela, ela tentava sair rápido do hospital pra chegar antes de qualquer paciente e pelo menos se apalpar um pouco, os dois estavam encantados com a situação. Sebastião tinha um salário que dava pra estudar e trepava com Claudia quando queria. Claudia começou a sentir falta de me humilhar, então às vezes pedia pra ele não fazer barulho, que queria falar comigo enquanto trepavam. Eu ouvia a voz dela cheia de tesão e ficava louco de excitação.
-Oi Love, como você está…?
—Bem, e você…?
—Aqui acabou de sair o último paciente… termino umas coisas e vou… tô com saudade, love… —ela dizia, com a voz quente e, como me contou depois, estava sentada no pau do Sebastian, subindo e descendo.
Com o tempo, ele foi se soltando. Às vezes, quando ela chegava, tirava a calcinha fio dental dela e deixava ela pelada por baixo do vestido. Ele adorava ter ela assim, e a Claudia amava. Ela fazia questão de deixar ele com ciúme quando tinha algum paciente homem, falando umas coisas tipo:
—Olha que o paciente é bem gostoso… ele vai sentir o cheiro de sexo que a gente deixou no consultório… e quando eu levantar pra examinar ele, talvez perceba que não tô de calcinha… quem sabe ele me apalpa meio sem querer…
—Você dá um tapa nele… não vai se deixar apalpar por qualquer um…
—Mas, amorzinho… se o cara ficar de pau duro por minha causa, o que eu vou fazer…?
—Corta ele na hora… nem brincando… —e nessa hora ela mimava ele, dizendo que era só uma brincadeira. Pra ele não ficar bravo.
Uma dessas noites, ela voltou do consultório morrendo de tesão. Perguntei o que tinha rolado, e ela disse: “depois na cama te conto”. Enquanto a gente transava, ela me contou que o Jorge, o ex-marido, tinha ligado querendo vê-la. Ela marcou com ele no consultório, mandou ele se passar por paciente. Tava doida de tesão só de pensar em dar pra ele ali mesmo, na frente do outro amante. Além disso, sentia falta do jeito do Jorge. Precisava dele.
No dia seguinte, o Jorge foi ao consultório e se passou por paciente. Quando entrou, a Claudia tirou o jaleco e ficou de pé do lado dele, que tava sentado. Ele meteu a mão por baixo do vestido dela e percebeu que ela não tava de calcinha.
—Que delícia, putinha… vamos pra maca… —apoiou ela na borda da maca, levantou um pouco o vestido e foi enfiando devagar no cu dela. Bem devagar, do jeito que ele gostava. A Claudia tava louca de tesão, ainda mais sabendo que o Sebastian tava lá fora. —Cada dia mais bonita essa sua bunda… como eu adoro comer ela… —ela Gemia que nem uma puta no cio, que nem uma puta gostosa, mas tentando não fazer muito barulho. Depois ele sentou na maca e colocou ela em cima dele, falando baixinho no ouvido dela.
— Senti sua falta, sua puta… tava precisando de um rabo que aguentasse toda a minha pica…
— Que filho da puta você é…
— Cala a boca, cuzão, e mexe essa bunda… vai, até me espremer todo — e foi assim que ela fez, foi se sentando sozinha, apertando o cu pra tirar toda a porra que ele despejou bem fundo no rabo dela. Depois ficaram se beijando e se acariciando. Ele se ajeitou e saiu do consultório. Quando tava saindo com a porta entreaberta, ela pediu pra ele marcar uma consulta pra daqui a quinze dias, que precisava checar os progressos. Sebastian tava sério e não percebia nada. Claudia me contou que, quando fechou a porta do consultório, se masturbou e teve vários orgasmos. Não tinha conseguido gozar antes por causa do nervosismo, mas agora teve uns orgasmos muito gostosos. Depois saiu e, como não tinha pacientes, deu uns beijos no Sebastian, fazendo ele acariciar a buceta dela bem devagar, suave e lentinho. Teve outro orgasmo de novo. Aí se ajoelhou na frente dele e, liberando o pau dele do aperto, parou numa chupada bem funda e lenta, olhando nos olhos com cara de submissa. O cara tava louco de tesão. Ela chupou até espremer as bolas dele. Naquela noite, quando chegou em casa, só tomou banho e foi dormir, tava cansada.
3 comentários - Claudia vingativa... Cap 25 a 28
pero no te olvides de los nuevos capitulos