Claudia é uma puta vingativa 9
Passaram-se duas semanas como se nada tivesse acontecido, parecia que Claudia tinha picos de tesão e, quando se aliviava, precisava voltar pra vida familiar tranquila. Na quinta-feira daquela semana, ela me avisou que a menina ia pra casa das primas, assim a gente podia ficar sozinho no fim de semana. Não falei nada, mas comecei a pensar no que ela estaria tramando. Quando as duas semanas passavam, o alarme disparava em mim. No carro, a caminho do consultório, ela me disse que na sexta ia me pagar o salário. Eu continuei calado, tinha aprendido tanto em tão pouco tempo. Ela tava satisfeita com meu silêncio. Já que na sexta você recebe, vai me convidar pra jantar num restaurante bem chique, já fiz as reservas, como você pode imaginar, convidei o Exe, quero que ele jante com a gente. Senti uma onda de raiva crescendo em mim, mas me segurei, ela me olhou séria e não disse nada diante do meu silêncio. Depois de um tempo, ela falou.
— Você não se preocupa, eu vou controlar a situação. Vou ir contando pro Exe tudo que resolvi, e você vai me seguir em tudo que eu disser e fizer. Tá claro? — fiquei calado e meu silêncio irritou ela. — Te fiz uma pergunta? — eu continuava, mesmo querendo, sem conseguir falar. Ela parou o carro e mandou eu descer, que naquela noite não me queria em casa, e quando eu soubesse o que queria, que ligasse pra ela. Desci do carro cheio de raiva, não sabia o que fazer, me senti mal, não tinha dinheiro. Caminhei um pouco, me acalmei e liguei pro consultório. Duas vezes a secretária eletrônica atendeu, depois de meia hora liguei de novo e ela atendeu.
— Consultório… boa tarde…
— Me desculpa… não sei o que deu em mim…
— Tá tudo bem, não se preocupa… vem buscar um dinheiro que quero que você passe pra pegar uma lingerie que encomendei. Fizemos isso, a lingerie era uma delícia, da renda mais delicada. Na sexta, ela se arrumou pro jantar, me fez colocar a lingerie nela, mandou eu fazer bem devagar, acariciando ela, e me falava:
— Sabe que você tá me vestindo pro Exe me comer… cê gosta?
— Gosto. Incomoda um pouco…
—Você vai se acostumar… ainda me deve muita dor naquele ano que você foi embora… aos poucos você vai aprendendo…
Tinha escolhido um restaurante caríssimo e caprichou em pedir os pratos mais caros, meu salário mal ia dar. Ela estava usando um vestido decotadíssimo que marcava a bunda deliciosamente. Quando Exequiel viu, não acreditou, a gente conversou um tempão sobre bobeiras. Depois de um tempo, Claudia tomou a palavra.
—Bom, Exequiel, deve te chamar a atenção eu ter te convidado pra jantar junto com meu marido… —ele não disse nada.— Vou explicar rapidinho. Meu marido, que eu amo demais… já não consegue mais me satisfazer como antes… a gente se ama muito e não quero trair ele… então pensei… bom, em ter um amante e ele saber… —os olhos de Exequiel brilhavam de alegria. Eu abaixei a cabeça e não falei nada.—Quero que meu marido esteja presente… mesmo que seja em outro quarto… não quero que ele fique fantasiando coisas estranhas… —que filha da puta, pensei— Não sei… o que você acha… você toparia ser meu amante? —o cara fez uma pausa bem ensaiada e falou—
—Você é uma mulher gostosa e seria uma honra… mas a situação é estranha…
—Fica tranquilo que meu marido não vai incomodar a gente… ele vai colaborar em tudo… Né, amor…?
—Sim, meu bem…
Durante o jantar a gente só conversou e nada mais. No carro, Claudia pediu pra eu dirigir que ela ia atrás com o Exe pra começarem a se conhecer. Estavam se pegando igual uns putões, se esfregando e se tocando por todo lado, totalmente alucinados. Acelerei o caminho até em casa.
Chegando em casa, e já tendo entrado, ficaram se apalpando mais um pouco. Claudia me olhou e disse: —Me tira a roupa, deixa só de lingerie pra ele ficar tranquilo. Tirei o vestido dela bem devagar, como ela mandou. Exequiel estava encantado, foram se apertando até o quarto e fecharam a porta. Eu ouvi os gemidos dela quase a noite toda, me escondia a cabeça no sofá mas os barulhos continuavam. Na manhã seguinte, acordei com o barulho da porta, Claudia vinha andando… nua indo pro quarto, ela tinha a mão na buceta, me viu acordado e mandou eu ir pro quarto. Me fez montar nela, tinha uma descarga recente na buceta. Comecei a comer ela devagar e suave.
—Você não sabe como foi lindo, meu céu… obrigada pelo jantar… pena que você gastou todo o salário… —ela me virou na cama e subiu em cima. —Foi maravilhoso, tranquei tranquila na nossa cama… sente o cheiro de sexo no quarto… ele me comeu gostoso a noite toda… ficava louco por você estar ali do lado… disse que adoraria que você estivesse olhando… que te odiava profundamente… —eu continuei comendo ela em silêncio, muito tesudo e me segurando pra não gozar. —Tô muito feliz… obrigada, meu amor… vai se animar pra mais? Hãã? —ela falou exagerando a voz de puta.
—Não ia gostar de ver como ele te fode…
—Mas se você tá ouvindo… bom… vamos devagar… no começo só vamos nos pegar na sua frente… e depois a gente vê… o que acha? Primeiro ver como eu chupo ele por um bom tempo… assim, aos poucos… outro dia ver como ele mete… olhando bem… devagar… outro dia quando ele come gostoso… outro quando goza na minha boca e eu engulo tudo… —gozei como alguém que tivesse passado mil anos preso. Claudia teve um orgasmo profundo, me beijou na boca, senti o cheiro acre dela. E depois deitou do meu lado e dormimos abraçados.
Claudia é uma puta vingativa, nota 10.
Aí veio o encontro com Exequiel. Uma tarde no consultório, depois de atender, Claudia veio andando sensual na minha direção, começou a me beijar, fez eu colocar a mão na bunda dela, tinha uma tanguinha bem pequena que sumia na bunda dela, nos beijamos e acariciamos por um bom tempo. Depois ela se afastou um pouco de mim, que ainda segurava ela pela cintura, me olhou nos olhos e disse:
—Vou transar num hotel com o Exe… fala pra Luci que tô de plantão no hospital… —apertou meu pau que ainda tava bem duro— Não quero te fazer sofrer tendo que ficar ouvindo ou vendo nada… vou colocar o aparelho em você… não vá que… Não vá fazer bagunça por aí ou pegar alguma vadia… eh… - eu não respondi, peguei aquele troço de plástico, me despi da cintura pra baixo e enquanto colocava, eu olhava pra chave pendurada na correntinha no pescoço dela e fiquei duro. Ela disse que assim não dava. Pra eu me acalmar um pouco. Fechei os olhos, pensei em outra coisa e finalmente ela fez. Naquela tarde, me senti mais doente do que nunca, me senti estranho. Saí do consultório e fui andando até em casa, umas cinquenta quadras. Caminhei olhando as árvores, sentindo o vento da primavera no rosto e também sentindo aquele troço que me incomodava pra caralho, fazia tempo que não brincava de colocar aquilo. No jantar, enquanto comia com a Luci, me sentia desconfortável, ela ia sair com o namorado. Ela saiu depois do jantar, terminei a garrafa de vinho sem perceber e apaguei no sofá. Acordei de madrugada, a Lúcia dormia no quarto dela e a Cláudia não tinha chegado.
Dormi na cama e acordei com o barulho da Cláudia, ela acendeu a luz do quarto, me deu um beijo de língua, senti o cheiro ácido dela e uns restos de alguma coisa na boca, que imaginei o que era.
- Chupei ele na porta do carro… me excitou saber que algum vizinho podia me ver… ele me comeu a noite inteira, então não tinha muito pra me dar… espremi as bolas dele… - ela continuou se despindo e ficou de calcinha e sutiã, andou um pouco desfilando pra mim e deitou do meu lado. Disse pra eu dormir mais um pouco. Pensei que ia tirar aquele troço de mim, mas não tirou.
Acordei e acordei a Lúcia pra ir pra escola, fiz o café da manhã pra ela e fiquei um tempinho no computador à toa, mais tarde a Cláudia levantou, entrou no banheiro e queria que eu fosse dar banho nela, ensaboei o corpo dela com calma, ela tinha marcas pelo corpo todo e principalmente ao redor dos mamilos. Meu pau doía com aquele troço e eu olhava pra chave na correntinha pendurada no pescoço dela. Depois do banho, ela disse pra eu deitar e esperar ela deitado na cama. Ela veio nua do meu lado e tirou aquele negócio chato. acessório.
—Olha, eu pensei muito… ontem eu sondiei o Exe… —ela falava, se interrompendo de vez em quando pra me beijar fundo, enquanto com a mão direita acariciava minhas bolas sem tocar no meu pau que tava duríssimo.— Você viu que nunca fiquei com dois homens… quero saber como é… a puta da Mary diz que é uma delícia se sentir preenchida dos dois lados… —meu pau dava pulinhos.— mas já percebi que com o Exe é impossível… pensei no senhor do cartório… mas tenho medo de ficar sozinha… e não quero te ameaçar que vou te botar pra fora… me faz sentir mal… como se não fôssemos uma família… o que decidi é que até você concordar, não vou mais te tocar… não vamos transar e você vai usar esse aparelho ridículo… —ela parou de me beijar e disse pra eu me acalmar um pouco pra ela colocar de novo. Naquela tarde a gente não trabalhava, não tinha consulta, a Cláudia vestiu uma tanga bem pequena e uma legging por cima que marcava a rabeta linda dela. Ela queria que a gente fosse passear. Eu fui pro carro dela e ela disse que não, que queria ir de ônibus. Subimos num que ia lotado. Todo mundo apertado, ela me beijava, eu encostado no vidro, enquanto empinava a bunda, tinha um homem mais velho atrás dela que não se mexia. Não sei o que rolava, mas alguma coisa tava rolando e meu pau doía, ficando duro dentro daquela prisão. Descemos do busão e fomos caminhando até a Praça França. Ela rebolava a bunda devagar, sentamos num banco e ela sentou de lado, me beijando e mostrando a rabeta, quem passava devorava com os olhos.
—Viu como me olham, amor… o aparelhinho te incomoda? Olha a chavezinha… posso te liberar na hora… é tão simples… pra que continuar aguentando se você sabe que vai acabar dizendo que sim… não é melhor evitar o sofrimento…? —eu só ficava calado—
Ela se levantou e disse pra eu esperar que ia comprar um refrigerante e voltava, falava com o vendedor e sorria, caminhava exagerando o balanço do quadril, começou a conversar com um homem que comia um cachorro-quente. No local, ela sorria pra mim e a gente conversava de boa, mas minha tara era maior. Ela veio de novo andando sensual na minha direção.
— E aí, meu céu…? Decidiu alguma coisa…? — eu continuei em silêncio, ela pegou o celular e discou.
— Alô, Dr. Blanco… como cê tá… eu tô com tesão… preciso de uma boa pica… conhece alguém que possa me dar… ha… ha… ha… que louco você é… não dá… beleza, daqui a uma hora… tô na Praça França… passa com o carro… te espero… — desligou e me olhou. — Tenho que ir urgente pra clínica… tem um problema… sabe a pica que eu vou comer… me sinto uma puta com esse calorzinho de primavera… — toda essa conversa num tom quase inaudível, às vezes me beijando, às vezes sussurrando no meu ouvido. O tempo demorou uma eternidade, o celular dela tocou e ela confirmou a localização, parou o carro e fomos andando até ele, o cara me olhava divertido, ela sentou no carro e beijou ele, acariciando o volume dele, virou pra me olhar.
— Vai pra casa… prepara algo gostoso pra jantar… à noite a gente se vê… — a mão dela ainda tava no volume do doutor, e eu vi o carro sumir ao longe. Fiquei mais um tempo na praça, já tava ficando tarde pra fazer as compras e cozinhar.
Chegou a noite e ela me beijou, a janta tava pronta, gosto amargo na boca dela. Ela sorriu pra mim, me acariciou e me beijou docemente, aí passou a Lucía que sorriu, adorava ver o casalzinho feliz. Depois da janta fomos pra cama, ela deitou de barriga pra cima e me fez chegar perto pra cheirar a buceta dela.
— Não lavei… gozei dentro… ainda tem resto… — ela tirou a calcinha fio dental e tava toda melada na parte da buceta, resto de porra seca e outra mais líquida. Minha pica parecia que ia explodir, tava doendo a porra do negócio — vem deitar… vai custar um monte dormir com esse troço… que merda… — falou com voz de puta — e eu vou dormir bem comida e com a gozada de um dos meus amantes dentro… que mundo louco… sem amor…? — Ela virou na cama e mandou eu descansar.
Claudia é uma puta vingativa 11
A verdade é que eu tava penando Horrores pra dormir, tava super quente e ficava dura o tempo todo, doía. Ia acordar a Claudia, mas achei que não dava pra pedir por favor nem nada do tipo, ela aceitava ou não o jogo dela, essa era a questão.
Na manhã seguinte, falei que não aguentava mais aquele treco, queria que tirasse.
— Eu não tenho problema… vem comigo onde eu te convidar e tiro… posso te dar muito prazer também… pode me comer bem gostoso… se você é meu marido lindo… que eu amo… — fez uma pausa calculada — Não ia gostar que eu chupasse sua pica e engolisse toda sua porra… nunca engoli a sua… não ia gostar de sentir isso… como devoro tudo que você me dá… como a pior das putas… — ficamos em silêncio, ela ia pra clínica e à tarde nos víamos no consultório. A tarde foi normal, terminamos cedo e Claudia veio me encontrar, disse que tinha uma surpresa. Dez minutos depois, a campainha tocou, ela foi abrir. Quando entrou, quase morri, era uma morena, de olhos azuis, uns peitões grandes, dava pra ver que eram naturais, não pareciam duros, usava uma espécie de blusa semitransparente, uma calça social justa, tinha uma bunda bonita mas uma barriguinha, que parecia envergonhá-la. Os lábios eram grossos e ela tinha uma cara de puta como poucas vezes vi.
— Ela é a Mary, a enfermeira que te falei… — disse, e elas se beijaram na boca. Minha pica doía naquela prisão. — Não gosto de mulheres… mas com a Mary sinto algo diferente.
— Oi, você é o Carlos… o marido… é bem bonitinho… a Clau me contou que você não se decide, que pena… — disse exagerando a voz de puta — A Clau me pediu pra ajudar a convencer você… — tirou a blusa e colocou aqueles peitões sobre o sutiã rendado, oferecidos. Começou a se acariciar devagar. — Não ia gostar de chupar um pouquinho… olha que bicos lindos que tenho… não quer provar… — a Claudia me olhava, me incentivando. Doía a porra do treco. —
— Clau… esse troço tá me matando…
— E tiro… que tal… mas não Vai usar mais... mudamos o contrato, não quer...?
- Tô dodói, love... me dá a chave, por favor... - Mary falou.
- Não ia te dar tesão fazer uma punheta entre esses peitos... eu adoraria bater uma pra você e sentir seu gozo quentinho... anima, bombom... enche eles de porra... vai... - pedi pra Claudia tirar o aparelho de mim. Ela tava com cara de vitória. Mary sentou numa cadeira e me fez chegar perto, enfiou primeiro até a garganta, ninguém nunca tinha me engolido daquele jeito. Depois encaixou entre os peitos e com o tesão acumulado não aguentei muito. A puta da Mary abriu a boca tentando pegar o máximo de porra que conseguia e engolia como se fosse caramelo, passava a língua nos lábios depois e esfregava o resto da gozada nos peitos. Levantou depois e me deu um beijo foda, a língua dela tava quente, era bem grossa, senti como um choque nas bolas, era uma gostosona, além de forte era hiper tesuda.
Quando a gente se recompôs, Claudia falou pra eu ir pra casa, que elas depois me alcançavam, pra eu preparar o jantar. O jantar foi espetacular, com as duas gostosas e a Luci, me sentia no céu, Mary era muito gente boa e em dois minutos já era amigona da Luci, dava conselhos sobre como tratar os namoradinhos, fazia isso com muito humor e classe, parecia outra pessoa. Depois do jantar a Luci foi dormir, num momento Claudia foi no banheiro, cheguei perto da Mary e beijei ela, ela devolveu o beijo enfiando a língua até a garganta, comecei a apalpar aqueles peitos deliciosos que estavam de novo sobre o sutiã e chupei com gosto. Claudia saiu do banheiro e falou pra eu ir pro quarto pelo menos, que a menina podia aparecer. Fomos pro quarto e nos amassamos mais um pouco, mas Claudia não queria que eu transasse com a Mary. Não achava certo. Eu não merecia. Mary me olhou com cara de puta.
- Outro dia, bombom... você vai sentir que buceta gostosa que eu tenho... se a garota da sua esposa deixar...
Saíram rindo e desceram juntas, Claudia demorou um pouco. demorou pra subir. Quando entro no quarto, a gente não fala nada, ela só monta em mim e começa a me foder como a gente não fazia há muito tempo.
— Viu que mulher que é… todo mundo quer comer ela… nunca conheci alguém tão sensual… você gostaria que eu deixasse você comer ela… hein, safado?... você gostaria…
— Sim, adoro… é uma mulher impressionante…
— Bom, fico feliz que você goste… se você se comportar direitinho comigo… talvez… um dia que ela estiver a fim… — Ela começou a se mexer em cima de mim, tava toda tesuda também, me disse pra não gozar, pra avisar se não aguentasse. Mas a descarga da tarde e a excitação do momento me faziam durar pra caralho e ficar ainda mais tesudo. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela, queria meus dedos no cu dela. Enfiei quatro e foi numa boa. Isso mostrava o quanto ela tava com tesão.
Claudia chegou perto do meu ouvido. E começou a falar num sussurro:
— Já acertamos com o senhor do cartório… a gente vai fazer primeiro uma festinha só entre nós duas… você vai ser nosso serviçal… ele adorou a ideia… e depois ele vai organizar uma festa com quatro amigos dele, da idade dele, nenhum pivete… como ele disse pra Mary… tudo velho tarado… você gosta, amor…? Heinnnn…? Você gosta…?
— Não sei, não sei…
— Não tem vontade de comer a Mary…?
— Adoraria… ela é uma puta linda…
— Então… eu vou deixar você comer ela… mas falta um tempo… você tem que aguentar… como aguenta agora… ser obediente… combinado, né?
— Tá bom…
— Muito bem, amor… esse sábado a gente vai na casa dele… vou comprar um uniforme de garçom ou algo assim… pra deixar claro seu lugar… goza se quiser… — ela disse, já entrando num orgasmo profundo, e o meu não demorou pra acompanhar.
Claudia é uma puta vingativa 12
Finalmente esse bom homem teve que viajar a trabalho, um congresso não sei onde, e a festinha foi suspensa. Fiquei com uma mistura de sensações, queria ver a Mary, sonhava com aquela puta, não via a hora de poder macetar ela. No sábado à noite, enquanto a gente jantava, a campainha tocou. Era Exequiel. O enfermeiro estava lá embaixo, mas a menina jantou com a gente. A Cláudia disse que ia descer pra pegar o que ele trouxe. Demorou um pouco, quando subiu, falou no meu ouvido que ele tinha dito que, quando a menina saísse com o namorado, ela mandasse uma mensagem pra avisar, pra ele ir tomar um café ou algo assim. A menina foi se trocar, e a Cláudia me contou:
— Ele tá insuportável, incomoda ele me ver com a Mary, ele desconfia de alguma coisa, não sei o que fazer pra parar isso... na real, me excita muito... e adoro como ele me come... gosto de ser a putinha dele... não te incomoda eu te contar, né? — Eu fiquei em silêncio, já tinha aprendido direitinho quando falar e quando calar a boca. — Quando a menina for embora, ele vai subir pra me foder... pode fazer o que quiser... não se sinta preso... se quiser dar uma volta, tudo bem... se ficar... bom... já que ele tá puto... acho que vai me comer gostoso... vê o que você quer. — Mudou de assunto rapidinho e continuou falando de trabalho e coisas assim. Meia hora depois, a campainha tocou, era o namorado da menina. Ele veio buscá-la com os pais, que eram conhecidos nossos, iam pra uma festa e depois ficavam na casa dele. Noite livre e a puta que os pariu, pensei. Eu tava excitado e não me decidia a ir embora. A Cláudia tava se vestindo e se arrumando, tava de matar, apertei ela um pouco e ela me rejeitou, disse que não se arrumava pra mim. E, mesmo sem querer admitir, isso me excitava ainda mais.
— E aí, o que vai fazer... vai ficar ou vai embora?
— Vou ficar... — vi o sorriso dela no espelho.
— Vou agir como se você não estivesse aqui... me sinto totalmente à vontade... tá claro, né?
— Sim... — Mandei uma mensagem pro celular dela, quando o cara chegou, ela me mandou abrir a porta. Subimos no elevador num silêncio pesado. Quando entramos, a Cláudia mandou eu servir algo pra eles beberem.
— Não quero te ver mais com aquela puta...
— Ah... Exe... ela não faz nada...
— É uma puta... todo mundo no hospital come ela...
— E você...?
— Eu não gosto de vagabunda fácil igual aquela... eu gosto de mulher igual você... casada e cachorra... mas leais… não sei, é uma mistura de coisas…
—Te entendo… —Claudia colocou música e começaram a dançar se agarrando gostoso, foram se despindo e ela jogou ele no sofá, eu não conseguia parar de olhar, era a primeira vez que acontecia comigo e tava voando de tesão. Exequiel tava ainda mais excitado com a minha presença. Ele deixou ela de pernas abertas no sofá e metia forte enquanto beijava a boca dela.
—Quero te fazer um filho… quando você vai parar de se cuidar…?
—Que isso, tá maluco…? —disse Claudia enquanto cruzava as coxas atrás das coxas de Exequiel, prendendo ele mais— eu sou casada…
—Pois é, uma puta casada… você tem uma idade boa pra ser mãe de novo… não ia gostar que eu enchesse sua barriga…
—Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh… que isso… meu marido tá aqui… o que ele vai pensar… —e começou a ter um orgasmo que parecia não ter fim.—
—Na sua idade e cheinha, sabe como eu te comeria… todo dia… você é uma delícia… puta linda…
—Não, é muito arriscado… já tô velha… além disso, tenho diu…
—E tira ele, pronto… te encho bem cheia… hein, puta?
—Sou sua puta, me come forte, vai… —disse enquanto empurrava ele pra dentro dela com as pernas que continuavam cruzadas atrás dele.
—Você vai parar de se cuidar…?
—Aiiiiiii… não sei… não sei… —dava pra ver que ela tava cada vez mais excitada, meu pau, por um estranho desígnio do destino, duro como poucas vezes.—
—Vai, puta… minha puta… sabe como te encho rapidinho, né… te fodo até sair gozo pela boca, puta…
—Ah, não fala assim comigo… pareço uma puta…
—Você é minha puta… minha mulher… só falta te encher…
—Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… me enche agora, vai… treina…
—Quer dizer que vamos tentar?
—Não sei… me come, vai… não vamos mais falar, me faz gozar de novo… explode bem dentro… como se eu não me cuidasse… vai, me faz um filho… —Exequiel ficou louco, bombava freneticamente, meteu forte ainda por um tempo e quando gozou parecia um animal com os bufos que dava. Ficou um tempão parado e quando saiu dela, jorros de sêmen começaram a escorrer. Claudia se Levo a mão até a buceta dela, ela se acariciou um pouco e continuava no orgasmo. Exequiel foi pro banheiro, eu olhava pra buceta da Claudia, sem saber o que fazer. Ela me olhou.
—Que impulsivo esse moleque… não sei o que vamos fazer… não é, meu amor?
Eu fiquei em silêncio. Exequiel saiu do banheiro na hora que o celular dele tocou, era a namorada cobrando, ele disse que em meia hora tava em casa. Deu o pau dele pra Claudia chupar enquanto falava com a namorada.
—Nada, amor, tive que passar pra deixar uns remédios pra Dra. Claudia… não seja besta… pra quê te passar com o marido… — passou o celular pra mim enquanto Claudia continuava chupando o pau dele.
—Oi, quem é… ah, tá bom, fica tranquila… ele não tá mentindo… já tá indo embora… — falei na hora que o filho da puta enchia a boca da Claudia de porra. Acompanhei ele até a porta, ele subiu primeiro no elevador, eu virei de costas, mas ainda sentia o sorriso sarcástico dele, parecia que eu tava vendo. Na porta, ele apertou minha mão, com aquele sorriso estampado na cara. Quando subi pro apartamento, a Claudia me chamava do nosso quarto.
Passaram-se duas semanas como se nada tivesse acontecido, parecia que Claudia tinha picos de tesão e, quando se aliviava, precisava voltar pra vida familiar tranquila. Na quinta-feira daquela semana, ela me avisou que a menina ia pra casa das primas, assim a gente podia ficar sozinho no fim de semana. Não falei nada, mas comecei a pensar no que ela estaria tramando. Quando as duas semanas passavam, o alarme disparava em mim. No carro, a caminho do consultório, ela me disse que na sexta ia me pagar o salário. Eu continuei calado, tinha aprendido tanto em tão pouco tempo. Ela tava satisfeita com meu silêncio. Já que na sexta você recebe, vai me convidar pra jantar num restaurante bem chique, já fiz as reservas, como você pode imaginar, convidei o Exe, quero que ele jante com a gente. Senti uma onda de raiva crescendo em mim, mas me segurei, ela me olhou séria e não disse nada diante do meu silêncio. Depois de um tempo, ela falou.
— Você não se preocupa, eu vou controlar a situação. Vou ir contando pro Exe tudo que resolvi, e você vai me seguir em tudo que eu disser e fizer. Tá claro? — fiquei calado e meu silêncio irritou ela. — Te fiz uma pergunta? — eu continuava, mesmo querendo, sem conseguir falar. Ela parou o carro e mandou eu descer, que naquela noite não me queria em casa, e quando eu soubesse o que queria, que ligasse pra ela. Desci do carro cheio de raiva, não sabia o que fazer, me senti mal, não tinha dinheiro. Caminhei um pouco, me acalmei e liguei pro consultório. Duas vezes a secretária eletrônica atendeu, depois de meia hora liguei de novo e ela atendeu.
— Consultório… boa tarde…
— Me desculpa… não sei o que deu em mim…
— Tá tudo bem, não se preocupa… vem buscar um dinheiro que quero que você passe pra pegar uma lingerie que encomendei. Fizemos isso, a lingerie era uma delícia, da renda mais delicada. Na sexta, ela se arrumou pro jantar, me fez colocar a lingerie nela, mandou eu fazer bem devagar, acariciando ela, e me falava:
— Sabe que você tá me vestindo pro Exe me comer… cê gosta?
— Gosto. Incomoda um pouco…
—Você vai se acostumar… ainda me deve muita dor naquele ano que você foi embora… aos poucos você vai aprendendo…
Tinha escolhido um restaurante caríssimo e caprichou em pedir os pratos mais caros, meu salário mal ia dar. Ela estava usando um vestido decotadíssimo que marcava a bunda deliciosamente. Quando Exequiel viu, não acreditou, a gente conversou um tempão sobre bobeiras. Depois de um tempo, Claudia tomou a palavra.
—Bom, Exequiel, deve te chamar a atenção eu ter te convidado pra jantar junto com meu marido… —ele não disse nada.— Vou explicar rapidinho. Meu marido, que eu amo demais… já não consegue mais me satisfazer como antes… a gente se ama muito e não quero trair ele… então pensei… bom, em ter um amante e ele saber… —os olhos de Exequiel brilhavam de alegria. Eu abaixei a cabeça e não falei nada.—Quero que meu marido esteja presente… mesmo que seja em outro quarto… não quero que ele fique fantasiando coisas estranhas… —que filha da puta, pensei— Não sei… o que você acha… você toparia ser meu amante? —o cara fez uma pausa bem ensaiada e falou—
—Você é uma mulher gostosa e seria uma honra… mas a situação é estranha…
—Fica tranquilo que meu marido não vai incomodar a gente… ele vai colaborar em tudo… Né, amor…?
—Sim, meu bem…
Durante o jantar a gente só conversou e nada mais. No carro, Claudia pediu pra eu dirigir que ela ia atrás com o Exe pra começarem a se conhecer. Estavam se pegando igual uns putões, se esfregando e se tocando por todo lado, totalmente alucinados. Acelerei o caminho até em casa.
Chegando em casa, e já tendo entrado, ficaram se apalpando mais um pouco. Claudia me olhou e disse: —Me tira a roupa, deixa só de lingerie pra ele ficar tranquilo. Tirei o vestido dela bem devagar, como ela mandou. Exequiel estava encantado, foram se apertando até o quarto e fecharam a porta. Eu ouvi os gemidos dela quase a noite toda, me escondia a cabeça no sofá mas os barulhos continuavam. Na manhã seguinte, acordei com o barulho da porta, Claudia vinha andando… nua indo pro quarto, ela tinha a mão na buceta, me viu acordado e mandou eu ir pro quarto. Me fez montar nela, tinha uma descarga recente na buceta. Comecei a comer ela devagar e suave.
—Você não sabe como foi lindo, meu céu… obrigada pelo jantar… pena que você gastou todo o salário… —ela me virou na cama e subiu em cima. —Foi maravilhoso, tranquei tranquila na nossa cama… sente o cheiro de sexo no quarto… ele me comeu gostoso a noite toda… ficava louco por você estar ali do lado… disse que adoraria que você estivesse olhando… que te odiava profundamente… —eu continuei comendo ela em silêncio, muito tesudo e me segurando pra não gozar. —Tô muito feliz… obrigada, meu amor… vai se animar pra mais? Hãã? —ela falou exagerando a voz de puta.
—Não ia gostar de ver como ele te fode…
—Mas se você tá ouvindo… bom… vamos devagar… no começo só vamos nos pegar na sua frente… e depois a gente vê… o que acha? Primeiro ver como eu chupo ele por um bom tempo… assim, aos poucos… outro dia ver como ele mete… olhando bem… devagar… outro dia quando ele come gostoso… outro quando goza na minha boca e eu engulo tudo… —gozei como alguém que tivesse passado mil anos preso. Claudia teve um orgasmo profundo, me beijou na boca, senti o cheiro acre dela. E depois deitou do meu lado e dormimos abraçados.
Claudia é uma puta vingativa, nota 10.
Aí veio o encontro com Exequiel. Uma tarde no consultório, depois de atender, Claudia veio andando sensual na minha direção, começou a me beijar, fez eu colocar a mão na bunda dela, tinha uma tanguinha bem pequena que sumia na bunda dela, nos beijamos e acariciamos por um bom tempo. Depois ela se afastou um pouco de mim, que ainda segurava ela pela cintura, me olhou nos olhos e disse:
—Vou transar num hotel com o Exe… fala pra Luci que tô de plantão no hospital… —apertou meu pau que ainda tava bem duro— Não quero te fazer sofrer tendo que ficar ouvindo ou vendo nada… vou colocar o aparelho em você… não vá que… Não vá fazer bagunça por aí ou pegar alguma vadia… eh… - eu não respondi, peguei aquele troço de plástico, me despi da cintura pra baixo e enquanto colocava, eu olhava pra chave pendurada na correntinha no pescoço dela e fiquei duro. Ela disse que assim não dava. Pra eu me acalmar um pouco. Fechei os olhos, pensei em outra coisa e finalmente ela fez. Naquela tarde, me senti mais doente do que nunca, me senti estranho. Saí do consultório e fui andando até em casa, umas cinquenta quadras. Caminhei olhando as árvores, sentindo o vento da primavera no rosto e também sentindo aquele troço que me incomodava pra caralho, fazia tempo que não brincava de colocar aquilo. No jantar, enquanto comia com a Luci, me sentia desconfortável, ela ia sair com o namorado. Ela saiu depois do jantar, terminei a garrafa de vinho sem perceber e apaguei no sofá. Acordei de madrugada, a Lúcia dormia no quarto dela e a Cláudia não tinha chegado.
Dormi na cama e acordei com o barulho da Cláudia, ela acendeu a luz do quarto, me deu um beijo de língua, senti o cheiro ácido dela e uns restos de alguma coisa na boca, que imaginei o que era.
- Chupei ele na porta do carro… me excitou saber que algum vizinho podia me ver… ele me comeu a noite inteira, então não tinha muito pra me dar… espremi as bolas dele… - ela continuou se despindo e ficou de calcinha e sutiã, andou um pouco desfilando pra mim e deitou do meu lado. Disse pra eu dormir mais um pouco. Pensei que ia tirar aquele troço de mim, mas não tirou.
Acordei e acordei a Lúcia pra ir pra escola, fiz o café da manhã pra ela e fiquei um tempinho no computador à toa, mais tarde a Cláudia levantou, entrou no banheiro e queria que eu fosse dar banho nela, ensaboei o corpo dela com calma, ela tinha marcas pelo corpo todo e principalmente ao redor dos mamilos. Meu pau doía com aquele troço e eu olhava pra chave na correntinha pendurada no pescoço dela. Depois do banho, ela disse pra eu deitar e esperar ela deitado na cama. Ela veio nua do meu lado e tirou aquele negócio chato. acessório.
—Olha, eu pensei muito… ontem eu sondiei o Exe… —ela falava, se interrompendo de vez em quando pra me beijar fundo, enquanto com a mão direita acariciava minhas bolas sem tocar no meu pau que tava duríssimo.— Você viu que nunca fiquei com dois homens… quero saber como é… a puta da Mary diz que é uma delícia se sentir preenchida dos dois lados… —meu pau dava pulinhos.— mas já percebi que com o Exe é impossível… pensei no senhor do cartório… mas tenho medo de ficar sozinha… e não quero te ameaçar que vou te botar pra fora… me faz sentir mal… como se não fôssemos uma família… o que decidi é que até você concordar, não vou mais te tocar… não vamos transar e você vai usar esse aparelho ridículo… —ela parou de me beijar e disse pra eu me acalmar um pouco pra ela colocar de novo. Naquela tarde a gente não trabalhava, não tinha consulta, a Cláudia vestiu uma tanga bem pequena e uma legging por cima que marcava a rabeta linda dela. Ela queria que a gente fosse passear. Eu fui pro carro dela e ela disse que não, que queria ir de ônibus. Subimos num que ia lotado. Todo mundo apertado, ela me beijava, eu encostado no vidro, enquanto empinava a bunda, tinha um homem mais velho atrás dela que não se mexia. Não sei o que rolava, mas alguma coisa tava rolando e meu pau doía, ficando duro dentro daquela prisão. Descemos do busão e fomos caminhando até a Praça França. Ela rebolava a bunda devagar, sentamos num banco e ela sentou de lado, me beijando e mostrando a rabeta, quem passava devorava com os olhos.
—Viu como me olham, amor… o aparelhinho te incomoda? Olha a chavezinha… posso te liberar na hora… é tão simples… pra que continuar aguentando se você sabe que vai acabar dizendo que sim… não é melhor evitar o sofrimento…? —eu só ficava calado—
Ela se levantou e disse pra eu esperar que ia comprar um refrigerante e voltava, falava com o vendedor e sorria, caminhava exagerando o balanço do quadril, começou a conversar com um homem que comia um cachorro-quente. No local, ela sorria pra mim e a gente conversava de boa, mas minha tara era maior. Ela veio de novo andando sensual na minha direção.
— E aí, meu céu…? Decidiu alguma coisa…? — eu continuei em silêncio, ela pegou o celular e discou.
— Alô, Dr. Blanco… como cê tá… eu tô com tesão… preciso de uma boa pica… conhece alguém que possa me dar… ha… ha… ha… que louco você é… não dá… beleza, daqui a uma hora… tô na Praça França… passa com o carro… te espero… — desligou e me olhou. — Tenho que ir urgente pra clínica… tem um problema… sabe a pica que eu vou comer… me sinto uma puta com esse calorzinho de primavera… — toda essa conversa num tom quase inaudível, às vezes me beijando, às vezes sussurrando no meu ouvido. O tempo demorou uma eternidade, o celular dela tocou e ela confirmou a localização, parou o carro e fomos andando até ele, o cara me olhava divertido, ela sentou no carro e beijou ele, acariciando o volume dele, virou pra me olhar.
— Vai pra casa… prepara algo gostoso pra jantar… à noite a gente se vê… — a mão dela ainda tava no volume do doutor, e eu vi o carro sumir ao longe. Fiquei mais um tempo na praça, já tava ficando tarde pra fazer as compras e cozinhar.
Chegou a noite e ela me beijou, a janta tava pronta, gosto amargo na boca dela. Ela sorriu pra mim, me acariciou e me beijou docemente, aí passou a Lucía que sorriu, adorava ver o casalzinho feliz. Depois da janta fomos pra cama, ela deitou de barriga pra cima e me fez chegar perto pra cheirar a buceta dela.
— Não lavei… gozei dentro… ainda tem resto… — ela tirou a calcinha fio dental e tava toda melada na parte da buceta, resto de porra seca e outra mais líquida. Minha pica parecia que ia explodir, tava doendo a porra do negócio — vem deitar… vai custar um monte dormir com esse troço… que merda… — falou com voz de puta — e eu vou dormir bem comida e com a gozada de um dos meus amantes dentro… que mundo louco… sem amor…? — Ela virou na cama e mandou eu descansar.
Claudia é uma puta vingativa 11
A verdade é que eu tava penando Horrores pra dormir, tava super quente e ficava dura o tempo todo, doía. Ia acordar a Claudia, mas achei que não dava pra pedir por favor nem nada do tipo, ela aceitava ou não o jogo dela, essa era a questão.
Na manhã seguinte, falei que não aguentava mais aquele treco, queria que tirasse.
— Eu não tenho problema… vem comigo onde eu te convidar e tiro… posso te dar muito prazer também… pode me comer bem gostoso… se você é meu marido lindo… que eu amo… — fez uma pausa calculada — Não ia gostar que eu chupasse sua pica e engolisse toda sua porra… nunca engoli a sua… não ia gostar de sentir isso… como devoro tudo que você me dá… como a pior das putas… — ficamos em silêncio, ela ia pra clínica e à tarde nos víamos no consultório. A tarde foi normal, terminamos cedo e Claudia veio me encontrar, disse que tinha uma surpresa. Dez minutos depois, a campainha tocou, ela foi abrir. Quando entrou, quase morri, era uma morena, de olhos azuis, uns peitões grandes, dava pra ver que eram naturais, não pareciam duros, usava uma espécie de blusa semitransparente, uma calça social justa, tinha uma bunda bonita mas uma barriguinha, que parecia envergonhá-la. Os lábios eram grossos e ela tinha uma cara de puta como poucas vezes vi.
— Ela é a Mary, a enfermeira que te falei… — disse, e elas se beijaram na boca. Minha pica doía naquela prisão. — Não gosto de mulheres… mas com a Mary sinto algo diferente.
— Oi, você é o Carlos… o marido… é bem bonitinho… a Clau me contou que você não se decide, que pena… — disse exagerando a voz de puta — A Clau me pediu pra ajudar a convencer você… — tirou a blusa e colocou aqueles peitões sobre o sutiã rendado, oferecidos. Começou a se acariciar devagar. — Não ia gostar de chupar um pouquinho… olha que bicos lindos que tenho… não quer provar… — a Claudia me olhava, me incentivando. Doía a porra do treco. —
— Clau… esse troço tá me matando…
— E tiro… que tal… mas não Vai usar mais... mudamos o contrato, não quer...?
- Tô dodói, love... me dá a chave, por favor... - Mary falou.
- Não ia te dar tesão fazer uma punheta entre esses peitos... eu adoraria bater uma pra você e sentir seu gozo quentinho... anima, bombom... enche eles de porra... vai... - pedi pra Claudia tirar o aparelho de mim. Ela tava com cara de vitória. Mary sentou numa cadeira e me fez chegar perto, enfiou primeiro até a garganta, ninguém nunca tinha me engolido daquele jeito. Depois encaixou entre os peitos e com o tesão acumulado não aguentei muito. A puta da Mary abriu a boca tentando pegar o máximo de porra que conseguia e engolia como se fosse caramelo, passava a língua nos lábios depois e esfregava o resto da gozada nos peitos. Levantou depois e me deu um beijo foda, a língua dela tava quente, era bem grossa, senti como um choque nas bolas, era uma gostosona, além de forte era hiper tesuda.
Quando a gente se recompôs, Claudia falou pra eu ir pra casa, que elas depois me alcançavam, pra eu preparar o jantar. O jantar foi espetacular, com as duas gostosas e a Luci, me sentia no céu, Mary era muito gente boa e em dois minutos já era amigona da Luci, dava conselhos sobre como tratar os namoradinhos, fazia isso com muito humor e classe, parecia outra pessoa. Depois do jantar a Luci foi dormir, num momento Claudia foi no banheiro, cheguei perto da Mary e beijei ela, ela devolveu o beijo enfiando a língua até a garganta, comecei a apalpar aqueles peitos deliciosos que estavam de novo sobre o sutiã e chupei com gosto. Claudia saiu do banheiro e falou pra eu ir pro quarto pelo menos, que a menina podia aparecer. Fomos pro quarto e nos amassamos mais um pouco, mas Claudia não queria que eu transasse com a Mary. Não achava certo. Eu não merecia. Mary me olhou com cara de puta.
- Outro dia, bombom... você vai sentir que buceta gostosa que eu tenho... se a garota da sua esposa deixar...
Saíram rindo e desceram juntas, Claudia demorou um pouco. demorou pra subir. Quando entro no quarto, a gente não fala nada, ela só monta em mim e começa a me foder como a gente não fazia há muito tempo.
— Viu que mulher que é… todo mundo quer comer ela… nunca conheci alguém tão sensual… você gostaria que eu deixasse você comer ela… hein, safado?... você gostaria…
— Sim, adoro… é uma mulher impressionante…
— Bom, fico feliz que você goste… se você se comportar direitinho comigo… talvez… um dia que ela estiver a fim… — Ela começou a se mexer em cima de mim, tava toda tesuda também, me disse pra não gozar, pra avisar se não aguentasse. Mas a descarga da tarde e a excitação do momento me faziam durar pra caralho e ficar ainda mais tesudo. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela, queria meus dedos no cu dela. Enfiei quatro e foi numa boa. Isso mostrava o quanto ela tava com tesão.
Claudia chegou perto do meu ouvido. E começou a falar num sussurro:
— Já acertamos com o senhor do cartório… a gente vai fazer primeiro uma festinha só entre nós duas… você vai ser nosso serviçal… ele adorou a ideia… e depois ele vai organizar uma festa com quatro amigos dele, da idade dele, nenhum pivete… como ele disse pra Mary… tudo velho tarado… você gosta, amor…? Heinnnn…? Você gosta…?
— Não sei, não sei…
— Não tem vontade de comer a Mary…?
— Adoraria… ela é uma puta linda…
— Então… eu vou deixar você comer ela… mas falta um tempo… você tem que aguentar… como aguenta agora… ser obediente… combinado, né?
— Tá bom…
— Muito bem, amor… esse sábado a gente vai na casa dele… vou comprar um uniforme de garçom ou algo assim… pra deixar claro seu lugar… goza se quiser… — ela disse, já entrando num orgasmo profundo, e o meu não demorou pra acompanhar.
Claudia é uma puta vingativa 12
Finalmente esse bom homem teve que viajar a trabalho, um congresso não sei onde, e a festinha foi suspensa. Fiquei com uma mistura de sensações, queria ver a Mary, sonhava com aquela puta, não via a hora de poder macetar ela. No sábado à noite, enquanto a gente jantava, a campainha tocou. Era Exequiel. O enfermeiro estava lá embaixo, mas a menina jantou com a gente. A Cláudia disse que ia descer pra pegar o que ele trouxe. Demorou um pouco, quando subiu, falou no meu ouvido que ele tinha dito que, quando a menina saísse com o namorado, ela mandasse uma mensagem pra avisar, pra ele ir tomar um café ou algo assim. A menina foi se trocar, e a Cláudia me contou:
— Ele tá insuportável, incomoda ele me ver com a Mary, ele desconfia de alguma coisa, não sei o que fazer pra parar isso... na real, me excita muito... e adoro como ele me come... gosto de ser a putinha dele... não te incomoda eu te contar, né? — Eu fiquei em silêncio, já tinha aprendido direitinho quando falar e quando calar a boca. — Quando a menina for embora, ele vai subir pra me foder... pode fazer o que quiser... não se sinta preso... se quiser dar uma volta, tudo bem... se ficar... bom... já que ele tá puto... acho que vai me comer gostoso... vê o que você quer. — Mudou de assunto rapidinho e continuou falando de trabalho e coisas assim. Meia hora depois, a campainha tocou, era o namorado da menina. Ele veio buscá-la com os pais, que eram conhecidos nossos, iam pra uma festa e depois ficavam na casa dele. Noite livre e a puta que os pariu, pensei. Eu tava excitado e não me decidia a ir embora. A Cláudia tava se vestindo e se arrumando, tava de matar, apertei ela um pouco e ela me rejeitou, disse que não se arrumava pra mim. E, mesmo sem querer admitir, isso me excitava ainda mais.
— E aí, o que vai fazer... vai ficar ou vai embora?
— Vou ficar... — vi o sorriso dela no espelho.
— Vou agir como se você não estivesse aqui... me sinto totalmente à vontade... tá claro, né?
— Sim... — Mandei uma mensagem pro celular dela, quando o cara chegou, ela me mandou abrir a porta. Subimos no elevador num silêncio pesado. Quando entramos, a Cláudia mandou eu servir algo pra eles beberem.
— Não quero te ver mais com aquela puta...
— Ah... Exe... ela não faz nada...
— É uma puta... todo mundo no hospital come ela...
— E você...?
— Eu não gosto de vagabunda fácil igual aquela... eu gosto de mulher igual você... casada e cachorra... mas leais… não sei, é uma mistura de coisas…
—Te entendo… —Claudia colocou música e começaram a dançar se agarrando gostoso, foram se despindo e ela jogou ele no sofá, eu não conseguia parar de olhar, era a primeira vez que acontecia comigo e tava voando de tesão. Exequiel tava ainda mais excitado com a minha presença. Ele deixou ela de pernas abertas no sofá e metia forte enquanto beijava a boca dela.
—Quero te fazer um filho… quando você vai parar de se cuidar…?
—Que isso, tá maluco…? —disse Claudia enquanto cruzava as coxas atrás das coxas de Exequiel, prendendo ele mais— eu sou casada…
—Pois é, uma puta casada… você tem uma idade boa pra ser mãe de novo… não ia gostar que eu enchesse sua barriga…
—Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh… que isso… meu marido tá aqui… o que ele vai pensar… —e começou a ter um orgasmo que parecia não ter fim.—
—Na sua idade e cheinha, sabe como eu te comeria… todo dia… você é uma delícia… puta linda…
—Não, é muito arriscado… já tô velha… além disso, tenho diu…
—E tira ele, pronto… te encho bem cheia… hein, puta?
—Sou sua puta, me come forte, vai… —disse enquanto empurrava ele pra dentro dela com as pernas que continuavam cruzadas atrás dele.
—Você vai parar de se cuidar…?
—Aiiiiiii… não sei… não sei… —dava pra ver que ela tava cada vez mais excitada, meu pau, por um estranho desígnio do destino, duro como poucas vezes.—
—Vai, puta… minha puta… sabe como te encho rapidinho, né… te fodo até sair gozo pela boca, puta…
—Ah, não fala assim comigo… pareço uma puta…
—Você é minha puta… minha mulher… só falta te encher…
—Aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa… me enche agora, vai… treina…
—Quer dizer que vamos tentar?
—Não sei… me come, vai… não vamos mais falar, me faz gozar de novo… explode bem dentro… como se eu não me cuidasse… vai, me faz um filho… —Exequiel ficou louco, bombava freneticamente, meteu forte ainda por um tempo e quando gozou parecia um animal com os bufos que dava. Ficou um tempão parado e quando saiu dela, jorros de sêmen começaram a escorrer. Claudia se Levo a mão até a buceta dela, ela se acariciou um pouco e continuava no orgasmo. Exequiel foi pro banheiro, eu olhava pra buceta da Claudia, sem saber o que fazer. Ela me olhou.
—Que impulsivo esse moleque… não sei o que vamos fazer… não é, meu amor?
Eu fiquei em silêncio. Exequiel saiu do banheiro na hora que o celular dele tocou, era a namorada cobrando, ele disse que em meia hora tava em casa. Deu o pau dele pra Claudia chupar enquanto falava com a namorada.
—Nada, amor, tive que passar pra deixar uns remédios pra Dra. Claudia… não seja besta… pra quê te passar com o marido… — passou o celular pra mim enquanto Claudia continuava chupando o pau dele.
—Oi, quem é… ah, tá bom, fica tranquila… ele não tá mentindo… já tá indo embora… — falei na hora que o filho da puta enchia a boca da Claudia de porra. Acompanhei ele até a porta, ele subiu primeiro no elevador, eu virei de costas, mas ainda sentia o sorriso sarcástico dele, parecia que eu tava vendo. Na porta, ele apertou minha mão, com aquele sorriso estampado na cara. Quando subi pro apartamento, a Claudia me chamava do nosso quarto.
0 comentários - Claudia vingativa... Caps 9 a 12