Os capítulos antigos que estou postando são porque alguns leitores me pediram para deixá-los organizados, não são reescrita, amigo Misko. Obrigado a todos.
Claudia é uma puta vingativa 106
E aos poucos fomos entrando na rotina, quando Carlos vinha com a Lucía, ele olhava pra Claudia de outro jeito, às vezes quando se cruzavam na cozinha, passava a mão na bunda dela e Claudia adorava, não falava nada, só se deixava fazer. Um dia ele ligou pra ela e disse que queria sentir o gosto de uma buceta de novo. Que a filha dele era uma frígida. Claudia marcou com ele no consultório dela, só pra conversar, ela disse, tinha sido um deslize de férias, mas nada mais, ele era o namorado da filha dela e isso e aquilo. Conhecendo ela, assim que sentisse a pica dura dele por perto, sentisse o tesão do cara, não ia resistir nem um pouco. De propósito, naquela manhã, antes de sair de casa, eu falei:
— Hoje ele vai te comer de novo... o namorado da sua filha...
— Que isso... vou deixar tudo bem claro...
Eu não quis saber de nada. Quando ela chegou à noite, jantamos em silêncio. Na cama, eu me deitei sem falar nada, esperando ela falar.
— Tá me olhando o quê? Agora é o tal esperto, seu idiota?
Ela me amarrou forte na cama, meus pulsos bem apertados. Colocou uma camisinha em mim e montou.
— Acho que você se perdeu feio... nunca mais quero ouvir uma merda igual a de hoje de manhã... tá claro?
— O que eu falei? — Ela saiu de cima de mim. Mandou eu virar de costas, amarrou minhas mãos bem forte, mas agora eu tava de bunda pra cima. Pegou o celular dela.
— Alô, Mário... como você tá, quanto tempo... o que você anda fazendo? Quero que você venha aqui em casa agora... pode? Então, pega um táxi... — Desligou, pegou uma tanga dela e colocou em mim. — Agora o Mário vai vir... vou pedir pra ele te comer... não quero ouvir você.
— Mas, amor... — Ela deu um tapa forte na minha bunda.
— Não quero ouvir você — falou bem séria. — Em mais ou menos meia hora o Mário chega. Ela foi abrir a porta pra ele. Quando entraram no quarto, Claudia puxou minha tanga pro lado. — Preciso que você coma ele... bem gostoso. Feito… que ele aproveite bem… tem que aprender o idiota…
-Mas… -ele disse-
-Me obedece… eu mando nessa casa… -ela começou a lubrificar meu cu, ele foi se ajeitando e meteu- devagar… aproveita… vai com calma… você gosta, viado… hein… gosta… -eu não respondia, meu pau tava bem duro. Sentia como se fosse a Cláudia que tava me comendo.- mete fundo… aguenta, meu preto… mete bem… que ele aproveite… deixa só a cabeça dentro… deixa assim um tempo… sim… você gosta, viado… não quer falar agora, hein…? –a Cláudia se masturbava agora por cima da calcinha fio dental. Empurrou ele pelo quadril pra ele me enfiar de novo.
Fura ele duro… vai… assim suja minha calcinha… a porca… quero ver ele gozar sem se tocar… como excita sentir teu pau no cu dele… -e assim, com a bombada dele, eu gozei sem me tocar, só com o atrito contra a cama, a Cláudia apertou meu pau.- isso, suja toda sua roupinha… maricona de merda… gosta de ter pau no cu… pra ver se aprende a calar a boca…
Ela mandou ele sair e pediu pra ele ir se limpar um pouco, depois foram pro quarto que era da Lúcia, não sei quanto tempo ficaram, eu fiquei nu e amarrado na cama, a Cláudia voltou depois que ele foi embora. Me soltou e colocou a buceta dela na minha boca.
-Chupa direito… pra isso você tem língua… vai, porca… trabalha… -eu chupava ela e ela se acariciava o grelo.- quanto tempo que não via o preto… não pensava em chamar ele de novo… mas como ele gosta do teu cu… -meu cu tava doendo, ele tinha um tronco realmente grosso.- você não pode mais falar nunca… talvez você queira ir embora… agora que a Lúcia não tá…
-O que cê tá dizendo… eu te amo…
-então não se faz de esperto… não pode bancar o sabichão comigo como hoje de manhã…. Se eu como o cara ou faço outra coisa é problema meu… você acompanha e aprova… e se quiser, prova depois… mas não faz gracinha… você não é engraçado…
-me desculpa, meu anjo… não quis te ofender…
-faz o que quiser… mas não reclama se teu cu doer… você gosta no cu… dá pra ver… Mais que você se faz de machão… agora dorme… descansa um pouco…
De manhã ela me trouxe o café na cama. Me deu uns beijos, a Silvia chegou na hora certa pra cuidar das crianças, levei a Claudia de ambulância pro hospital e comecei meu dia de trabalho. O Javier me ligou, queria ver a Claudia. Convidei ele pra jantar, não ia trabalhar. Levei todas as crianças pra casa dos meus sogros. Quando voltei, fiz o jantar e me vesti de garçom. A Claudia não sabia de nada, ele chegou antes dela. Quando a Claudia entrou, viu a mesa posta, a gente tava tomando uma taça de vinho na cozinha, quando ela entrou na cozinha não acreditou, foi pro pescoço dele e se comeram de boca, foram se jogar primeiro na cama e depois vieram comer, enquanto comiam eu debaixo da mesa chupava a buceta da Claudia limpando a descarga dele. Eles conversavam como se nada e contavam histórias das férias. Depois foram pro quarto, ele esperava ela com a pica apontando pro teto, ela montou e foi enfiando devagar no cu.
— Que pica linda você tem, amorzinho…
— É toda sua… de mais ninguém…
— Vai cuspir muita porra no meu cuzinho… que eu adoro…
— Sim, tudo pra você, céu…
— Mas me come muito primeiro… me faz sentir sua… sua putinha… quero que um dia me leve na moto e me faça um boquete numa praça… não ia gostar…?
— Sim, adoraria, rainha…
— Que me deixe como uma vadiazinha… e me dê a porra no cu… me deixe bem cheia… e me traga na moto sentindo sua porra quente escorrendo pelo meu cu… tô com muita vontade, sabe…
— Amanhã passo pra te buscar…
Claudia é uma puta vingativa 106
E aos poucos fomos entrando na rotina, quando Carlos vinha com a Lucía, ele olhava pra Claudia de outro jeito, às vezes quando se cruzavam na cozinha, passava a mão na bunda dela e Claudia adorava, não falava nada, só se deixava fazer. Um dia ele ligou pra ela e disse que queria sentir o gosto de uma buceta de novo. Que a filha dele era uma frígida. Claudia marcou com ele no consultório dela, só pra conversar, ela disse, tinha sido um deslize de férias, mas nada mais, ele era o namorado da filha dela e isso e aquilo. Conhecendo ela, assim que sentisse a pica dura dele por perto, sentisse o tesão do cara, não ia resistir nem um pouco. De propósito, naquela manhã, antes de sair de casa, eu falei:
— Hoje ele vai te comer de novo... o namorado da sua filha...
— Que isso... vou deixar tudo bem claro...
Eu não quis saber de nada. Quando ela chegou à noite, jantamos em silêncio. Na cama, eu me deitei sem falar nada, esperando ela falar.
— Tá me olhando o quê? Agora é o tal esperto, seu idiota?
Ela me amarrou forte na cama, meus pulsos bem apertados. Colocou uma camisinha em mim e montou.
— Acho que você se perdeu feio... nunca mais quero ouvir uma merda igual a de hoje de manhã... tá claro?
— O que eu falei? — Ela saiu de cima de mim. Mandou eu virar de costas, amarrou minhas mãos bem forte, mas agora eu tava de bunda pra cima. Pegou o celular dela.
— Alô, Mário... como você tá, quanto tempo... o que você anda fazendo? Quero que você venha aqui em casa agora... pode? Então, pega um táxi... — Desligou, pegou uma tanga dela e colocou em mim. — Agora o Mário vai vir... vou pedir pra ele te comer... não quero ouvir você.
— Mas, amor... — Ela deu um tapa forte na minha bunda.
— Não quero ouvir você — falou bem séria. — Em mais ou menos meia hora o Mário chega. Ela foi abrir a porta pra ele. Quando entraram no quarto, Claudia puxou minha tanga pro lado. — Preciso que você coma ele... bem gostoso. Feito… que ele aproveite bem… tem que aprender o idiota…
-Mas… -ele disse-
-Me obedece… eu mando nessa casa… -ela começou a lubrificar meu cu, ele foi se ajeitando e meteu- devagar… aproveita… vai com calma… você gosta, viado… hein… gosta… -eu não respondia, meu pau tava bem duro. Sentia como se fosse a Cláudia que tava me comendo.- mete fundo… aguenta, meu preto… mete bem… que ele aproveite… deixa só a cabeça dentro… deixa assim um tempo… sim… você gosta, viado… não quer falar agora, hein…? –a Cláudia se masturbava agora por cima da calcinha fio dental. Empurrou ele pelo quadril pra ele me enfiar de novo.
Fura ele duro… vai… assim suja minha calcinha… a porca… quero ver ele gozar sem se tocar… como excita sentir teu pau no cu dele… -e assim, com a bombada dele, eu gozei sem me tocar, só com o atrito contra a cama, a Cláudia apertou meu pau.- isso, suja toda sua roupinha… maricona de merda… gosta de ter pau no cu… pra ver se aprende a calar a boca…
Ela mandou ele sair e pediu pra ele ir se limpar um pouco, depois foram pro quarto que era da Lúcia, não sei quanto tempo ficaram, eu fiquei nu e amarrado na cama, a Cláudia voltou depois que ele foi embora. Me soltou e colocou a buceta dela na minha boca.
-Chupa direito… pra isso você tem língua… vai, porca… trabalha… -eu chupava ela e ela se acariciava o grelo.- quanto tempo que não via o preto… não pensava em chamar ele de novo… mas como ele gosta do teu cu… -meu cu tava doendo, ele tinha um tronco realmente grosso.- você não pode mais falar nunca… talvez você queira ir embora… agora que a Lúcia não tá…
-O que cê tá dizendo… eu te amo…
-então não se faz de esperto… não pode bancar o sabichão comigo como hoje de manhã…. Se eu como o cara ou faço outra coisa é problema meu… você acompanha e aprova… e se quiser, prova depois… mas não faz gracinha… você não é engraçado…
-me desculpa, meu anjo… não quis te ofender…
-faz o que quiser… mas não reclama se teu cu doer… você gosta no cu… dá pra ver… Mais que você se faz de machão… agora dorme… descansa um pouco…
De manhã ela me trouxe o café na cama. Me deu uns beijos, a Silvia chegou na hora certa pra cuidar das crianças, levei a Claudia de ambulância pro hospital e comecei meu dia de trabalho. O Javier me ligou, queria ver a Claudia. Convidei ele pra jantar, não ia trabalhar. Levei todas as crianças pra casa dos meus sogros. Quando voltei, fiz o jantar e me vesti de garçom. A Claudia não sabia de nada, ele chegou antes dela. Quando a Claudia entrou, viu a mesa posta, a gente tava tomando uma taça de vinho na cozinha, quando ela entrou na cozinha não acreditou, foi pro pescoço dele e se comeram de boca, foram se jogar primeiro na cama e depois vieram comer, enquanto comiam eu debaixo da mesa chupava a buceta da Claudia limpando a descarga dele. Eles conversavam como se nada e contavam histórias das férias. Depois foram pro quarto, ele esperava ela com a pica apontando pro teto, ela montou e foi enfiando devagar no cu.
— Que pica linda você tem, amorzinho…
— É toda sua… de mais ninguém…
— Vai cuspir muita porra no meu cuzinho… que eu adoro…
— Sim, tudo pra você, céu…
— Mas me come muito primeiro… me faz sentir sua… sua putinha… quero que um dia me leve na moto e me faça um boquete numa praça… não ia gostar…?
— Sim, adoraria, rainha…
— Que me deixe como uma vadiazinha… e me dê a porra no cu… me deixe bem cheia… e me traga na moto sentindo sua porra quente escorrendo pelo meu cu… tô com muita vontade, sabe…
— Amanhã passo pra te buscar…
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