Claudia vingativa... Cap 9 a 12

Claudia é uma puta vingativa 9

Passaram-se duas semanas como se nada tivesse acontecido, parecia que a Claudia tinha uns picos de tesão e quando se aliviava, precisava voltar pra vida familiar e tranquila. Na quinta-feira daquela semana, ela me avisou que a menina ia pra casa das primas, assim a gente podia ficar sozinho no fim de semana. Não falei nada, mas comecei a pensar no que ela estaria tramando. Quando as duas semanas passavam, o alerta disparava em mim. No carro, a caminho do consultório, ela me disse que na sexta ia me pagar o salário. Eu continuei calado, tinha aprendido tanto em tão pouco tempo. Ela tava satisfeita com meu silêncio. Já que na sexta você recebe, vai me convidar pra jantar num restaurante bem chique, já fiz as reservas, como você pode imaginar, convidei o Exe, quero que ele jante com a gente. Senti uma onda de raiva crescendo em mim, mas me segurei, ela me olhou séria e não disse nada diante do meu silêncio. Depois de um tempo, ela falou.
— Você não se preocupa, eu vou controlar a situação. Vou ir contando pro Exe tudo que decidi, e você vai seguir tudo que eu disser e fizer. Tá claro? — fiquei calado e meu silêncio irritou ela. — Te fiz uma pergunta? — eu continuava, mesmo querendo, sem conseguir falar. Ela parou o carro e me mandou descer, disse que naquela noite não me queria em casa, que quando eu soubesse o que queria, ligasse pra ela. Desci do carro cheio de raiva, não sabia o que fazer, me senti mal, não tinha dinheiro. Caminhei um pouco, me acalmei e liguei pro consultório. Duas vezes a secretária eletrônica atendeu, depois de meia hora liguei de novo e ela atendeu.
— Consultório… boa tarde…
— Me desculpa… não sei o que deu em mim…
— Tá tudo bem, não se preocupa… vem buscar um dinheiro que quero que você passe pra pegar uma lingerie que encomendei. Fizemos isso, a lingerie era uma delícia, da renda mais delicada. Na sexta, ela se arrumou pro jantar, me fez colocar a lingerie nela, me fez fazer bem devagar, acariciando ela, e me falava:
— Sabe que você tá me vestindo pro Exe me comer… cê gosta?
— Gosto. Incomoda um pouco…
—Já vai se acostumar… ainda me deve muita dor naquele ano que você foi embora… aos poucos você vai aprendendo…

Tinha escolhido um restaurante caríssimo e caprichou em pedir os pratos mais caros, meu salário mal ia dar conta. Ela estava com um vestido super decotado e marcava a bunda dela de um jeito delicioso. Quando Exequiel viu, não acreditou, a gente conversou um tempão sobre besteiras. Depois de um tempo, Claudia tomou a palavra.

—Bom, Exequiel, você deve estranhar eu ter te convidado pra jantar junto com meu marido… —ele não disse nada.— Vou explicar rapidinho. Meu marido, que eu amo demais… já não consegue mais me satisfazer como antes… a gente se ama muito e não quero trair ele… então pensei… bom, em ter um amante e ele saber… —os olhos de Exequiel brilhavam de alegria. Eu abaixei a cabeça e não falei nada.— Quero que meu marido esteja presente… mesmo que seja em outro quarto… não quero que ele fique fantasiando coisas estranhas… —que filha da puta, pensei.— Sei lá… o que você acha… você toparia ser meu amante? —o cara fez uma pausa bem calculada e falou—

—Você é uma mulher gostosa e seria uma honra… mas a situação é estranha…

—Fica tranquilo que meu marido não vai incomodar a gente… ele vai colaborar em tudo… Né, amor…?

—Sim, meu bem…

Durante o jantar, só conversamos e nada mais. No carro, Claudia pediu pra eu dirigir, que ela ia atrás com o Exe pra começarem a se conhecer. Eles se pegavam feito dois putinhos, se esfregavam e se tocavam por todo lado, estavam completamente loucos. Acelerei o caminho até em casa.

Chegando em casa, e já tendo entrado, eles se apalparam mais um pouco. Claudia me olhou e disse: —Me tira a roupa, deixa só de lingerie pra ele ficar tranquilo. Tirei o vestido dela bem devagar, como ela mandou. Exequiel estava encantado. Eles foram se apertando até o quarto e fecharam a porta. Eu ouvi os gemidos dela quase a noite toda, me enfiava a cabeça no sofá, mas os barulhos continuavam. Na manhã seguinte, acordei com o barulho da porta, Claudia caminhava… nua indo pro quarto, ela tava com a mão na buceta, me viu acordado e mandou eu ir pro quarto. Me fez montar nela, tava com uma depilação recente na buceta. Comecei a comer ela devagar e suave.
—Você não sabe como foi gostoso, meu amor… obrigada pelo jantar… pena que você gastou todo o salário… —ela logo me virou na cama e subiu em cima. — Foi uma delícia, transei tranquilo na nossa cama… sente o cheiro de sexo no quarto… ele me comeu gostoso a noite toda… ficava louco porque você tava do lado… disse que adoraria que você estivesse olhando… que te odiava profundamente… —eu continuei comendo ela em silêncio, muito tesudo e segurando pra não gozar. — Tô muito feliz… obrigada, meu amor… você vai se animar pra mais? Hããã? —ela falou exagerando a voz de puta.
—Não ia gostar de ver como ele te fode…
—Mas se você tá ouvindo… bom… vamos indo devagar… no começo só vamos ficar de amasso na sua frente… e depois a gente vê… o que acha… primeiro ver como eu chupo ele bem gostoso… assim aos poucos… outro dia ver como ele mete em mim… olhando bem… devagar… outro dia quando ele come com força… outro quando ele goza na minha boca e eu engulo tudo… —gozei como alguém que tivesse passado mil anos preso. Claudia teve um orgasmo muito profundo, me beijou na boca, senti o cheiro acre dela. E depois deitou do meu lado e dormimos abraçados.

Claudia é uma puta vingativa, nota 10.

Aí veio o encontro com Exequiel. Uma tarde no consultório, depois de atender, Claudia veio andando sensual na minha direção, começou a me beijar, fez eu colocar a mão na bunda dela, tava com uma tanga minúscula que sumia na bunda dela, nos beijamos e acariciamos por um tempão. Depois ela se afastou um pouco de mim, que ainda tava segurando ela pela cintura, me olhou nos olhos e falou:
—Vou dar pra ele num hotel com o Exe… fala pra Luci que tô de plantão no hospital… —apertou meu pau que ainda tava bem duro— Não quero te fazer sofrer tendo que ficar ouvindo ou vendo nada… vou colocar o aparelho em você… só pra garantir Não vá fazer bagunça por aí ou pegar alguma vadia… eh… - eu não respondi, peguei aquele troço de plástico, me despi da cintura pra baixo e enquanto colocava, eu olhava pra chave pendurada na correntinha no pescoço dela e fiquei duro. Ela disse que assim não dava. Que eu me acalmasse um pouco. Fechei os olhos, pensei em outra coisa e finalmente ela fez. Me senti naquela tarde mais doente do que nunca, me senti estranho. Saí do consultório e fui andando até em casa, umas cinquenta quadras. Caminhei olhando as árvores, sentindo o vento da primavera no rosto e também sentindo aquele troço que me incomodava pra caralho, fazia tempo que não brincava de colocar aquilo. No jantar, enquanto comia com a Luci, me sentia desconfortável, ela ia sair com o namorado. Ela saiu depois do jantar, terminei a garrafa de vinho sem perceber e apaguei no sofá. Acordei de madrugada, a Lúcia dormia no quarto dela e a Cláudia não tinha chegado.
Dormi na cama e acordei com o barulho da Cláudia, ela acendeu a luz do quarto, me deu um beijo de língua, senti o cheiro ácido dela e uns restos de alguma coisa na boca, que imaginei o que era.
- Chupei ele na porta do carro… me excitou saber que algum vizinho podia me ver… ele me comeu a noite inteira, então não tinha muito pra me dar… espremi as bolas dele… - ela continuou se despindo e ficou de lingerie, andou um pouco desfilando pra mim e deitou do meu lado. Me disse pra dormir mais um pouco. Pensei que ia tirar aquele troço de mim, mas não tirou.
Acordei e acordei a Lúcia pra ir pro colégio, fiz o café da manhã pra ela e fiquei um tempão no computador à toa, mais tarde a Cláudia levantou, entrou no banheiro e queria que eu fosse dar banho nela, ensaboei o corpo dela com calma, ela tinha marcas pelo corpo todo e principalmente ao redor dos mamilos. Meu pau doía com aquele troço e eu olhava pra chave na corrente pendurada no pescoço dela. Depois do banho, ela me mandou deitar e esperar ela deitado na cama. Ela veio nua pro meu lado e tirou aquele negócio chato. adminículo.
—Olha, eu tava pensando muito… ontem eu sondiei o Exe… — ela falava, se interrompendo de vez em quando pra me beijar fundo, enquanto com a mão direita acariciava minhas bolas sem tocar no meu pau que tava duríssimo. — Você viu que eu nunca estive com dois homens… quero saber como é… A puta da Mary diz que é uma delícia se sentir preenchida dos dois lados… — meu pau dava uns pulinhos. — Mas já percebi que com o Exe é impossível… pensei no senhor do cartório… mas tenho medo de ficar sozinha… e não quero te ameaçar dizendo que vou te mandar embora… isso me faz mal… como se a gente não fosse uma família… O que decidi é que até você concordar, não vou mais te tocar… não vamos transar e você vai usar esse aparelho ridículo… — ela parou de me beijar e mandou eu me acalmar um pouco pra ela colocar de novo. Naquela tarde a gente não trabalhava, não tinha consulta, a Cláudia vestiu uma tanguinha bem pequena e uma legging por cima que marcava aquele rabão lindo dela. Ela queria que a gente fosse passear. Eu fui pro carro dela, mas ela disse que não, que queria ir de ônibus. Subimos num que ia lotado. Todo mundo apertado, ela me beijava, eu de pé contra o vidro, enquanto ela empinava a bunda. Tinha um homem mais velho atrás dela que não saiu do lugar. Não sei o que tava rolando, mas alguma coisa tava acontecendo e meu pau doía, ficando duro dentro daquela prisão. Descemos do busão e fomos andando até a Praça França. Ela rebolava a bunda num ritmo gostoso, sentamos num banco e ela sentou de lado, me beijando e mostrando aquele rabão, e quem passava devorava ela com os olhos.
— Viu como me olham, amor… O aparelhinho tá te incomodando? Olha a chavezinha… posso te libertar na hora… é tão simples… pra que continuar aguentando se você sabe que vai acabar dizendo que sim? Não é melhor evitar o sofrimento? — eu só ficava calado.
Ela levantou e disse pra eu esperar, que ia comprar um refrigerante e já voltava. Falou com o vendedor e sorriu pra ele, andava exagerando o balanço dos quadris, parou pra conversar com um homem que tava comendo um cachorro-quente. No local, ela sorria pra mim e a gente conversava de boa, mas meu tesão era maior. Ela veio de novo caminhando sensual na minha direção.
— E aí, meu céu…? Decidiu alguma coisa…? — eu continuei em silêncio, ela pegou o celular e discou.
— Alô, Dr. Blanco… como cê tá… eu tô com tesão… preciso de uma boa pica… conhece alguém que possa me dar… ha… ha… ha… que louco você é… não dá… beleza, em uma hora… tô na Plaza Francia… passa com o carro… te espero… — desligou e me olhou. — Tenho que ir urgente pra clínica… tem um problema… sabe a pica que vou comer… me sinto uma puta com esse calorzinho de primavera… — toda essa conversa num tom quase inaudível, às vezes me beijando e às vezes sussurrando no meu ouvido. O tempo demorou uma eternidade, o celular dela tocou e ela confirmou a localização, parou o carro e fomos caminhando até ele, o cara me olhava divertido, ela sentou no carro e beijou ele, acariciando o volume dele, se virou pra me olhar.
— Vai pra casa… prepara algo gostoso pra jantar… à noite a gente se vê… — a mão dela ainda tava no volume do doc. e eu vi o carro dele sumir ao longe. Fiquei mais um tempo na praça, já tava ficando tarde pra fazer as compras e cozinhar.
Chegou a noite e ela me beijou, a janta tava pronta, gosto amargo na boca dela. Ela sorriu pra mim, me acariciou e me beijou docemente, nisso passou a Lucía que sorriu, adorava ver o casalzinho feliz. Depois da janta fomos pra cama, ela deitou de barriga pra cima e me fez chegar perto pra cheirar a buceta dela.
— Não lavei… gozei dentro… ainda tem restos… — ela tirou a calcinha fio dental e tava toda manchada na parte da buceta, restos de esperma seco e outro mais líquido. Minha pica parecia que ia explodir, tava doendo a porra do negócio — vem deitar… vai custar um monte dormir com esse troço… que merda… — falou com voz de puta — e eu vou dormir bem comida e com a gozada de um dos meus amantes dentro… que mundo louco… sem amor…? — Ela virou na cama e mandou eu descansar.

Claudia é uma puta vingativa 11

A verdade é que tava difícil Horrores pra dormir, tava super quente e ficava dura o tempo todo, doía. Ia acordar a Claudia, mas achei que não podia pedir por favor nem nada do tipo, aceitava ou não o jogo dela, essa era a questão.
Na manhã seguinte, falei que não aguentava mais aquele treco, que queria que tirasse.
— Não tenho problema… você vem comigo onde eu te convidar e tiro… posso te dar muito prazer também… pode me comer bem gostoso… se você é meu marido lindo… que eu amo… — fez uma pausa calculada — Não ia gostar que eu chupasse sua pica e engolisse toda sua porra… nunca engoli a sua… não ia gostar de sentir isso… como devoro tudo que você me dá… como a pior das putas… — ficamos em silêncio, ela ia pra clínica e à tarde nos víamos no consultório. A tarde passou normal, terminamos cedo e Claudia veio me encontrar, disse que tinha uma surpresa. Dez minutos depois, a campainha tocou, ela foi abrir. Quando entrou, quase morri, era uma morena, de olhos azuis, uns peitões grandes, dava pra ver que eram naturais, não pareciam duros, tinha uma espécie de blusa semi-transparente, uma calça social justa, tinha uma bunda bonita mas uma barriguinha, que parecia envergonhá-la. Os lábios eram grossos e tinha uma cara de puta como poucas vezes vi.
— Ela é a Mary, a enfermeira que te falei… — disse e elas se beijaram na boca. Minha pica doía naquela prisão. — Não gosto de mulheres… mas com a Mary sinto algo diferente.
— Oi, você é o Carlos… o marido… é bem bonitinho… a Clau me contou que você não se decide, que pena… — disse exagerando a voz de puta — A Clau me pediu pra ajudar a convencer você… — tirou a blusa e colocou aqueles peitões sobre o sutiã rendado, oferecidos. Começou a se acariciar devagar. — Não ia gostar de chupar um pouquinho… olha que bicos lindos eu tenho… não quer provar… — Claudia me olhava encorajando. Doía a porra do treco. —
— Clau… esse troço tá me matando…
— E tiro… que melhor… mas não Você vai usar mais... mudamos o contrato, não quer...?
- Tô dodói, love... me dá a chave, por favor... - Mary falou.
- Você não ia querer bater uma entre esses peitos... eu adoraria te punhetar e sentir seu gozo quentinho... se liga, bombom... enche eles de porra... vai... - pedi pra Claudia tirar o aparelho de mim. Ela tava com cara de vitória. Mary sentou numa cadeira e me fez chegar perto, enfiou primeiro até a garganta, ninguém nunca tinha me engolido daquele jeito. Depois encaixou entre os peitos dela e, com o tesão acumulado, não aguentei muito. A puta da Mary abriu a boca tentando pegar o máximo de porra que conseguia e engolia como se fosse caramelo, lambia os lábios depois e esfregava o resto do gozo nos próprios peitos. Levantou em seguida e me deu um beijo foda, a língua dela tava quente, bem grossa, senti um choque nas bolas, era uma gostosa, além de forte, era hiper tesuda.

Quando a gente se recompôs, Claudia falou pra eu ir pra casa, que elas me alcançavam depois, pra eu preparar o jantar. O jantar foi espetacular, com as duas gostosas e a Luci, me senti no céu, Mary era muito gente boa e em dois minutos já era amigona da Luci, dava conselhos sobre como tratar os namoradinhos, com muito humor e classe, parecia outra pessoa. Depois do jantar, Luci foi dormir, num momento Claudia foi ao banheiro, cheguei perto da Mary e beijei ela, ela devolveu o beijo enfiando a língua até minha garganta, comecei a apalpar aqueles peitos deliciosos que estavam de novo sobre o sutiã e chupei eles com gosto. Claudia saiu do banheiro e falou pra eu ir pro quarto pelo menos, que a menina podia aparecer. Fomos pro quarto e nos amassamos mais um pouco, mas Claudia não queria que eu transasse com a Mary. Não achava certo. Eu não merecia. Mary me olhou com cara de puta.
- Outro dia, bombom... você vai sentir que buceta gostosa que eu tenho... se a mulher da sua esposa deixar...

Saíram rindo e desceram juntas, Claudia demorou um pouco. demorou pra subir. Quando entro no quarto, não falamos, ela só montou em mim e começou a me foder como a gente não fazia há muito tempo.
– Viu que puta que é… todo mundo quer comer ela… nunca conheci alguém tão sensual… você gostaria que eu deixasse você comer ela… hein, safado?... você gostaria…
– Sim, adoro… ela é uma puta impressionante…
– Bom, fico feliz que você goste… se você se comportar direitinho comigo… talvez… um dia que ela esteja boa… – Ela começou a se mexer em cima de mim, tava toda tesuda também, me disse pra não gozar, que avisasse se não aguentasse. Mas a descarga da tarde e a excitação do momento me faziam durar horrores e ficar ainda mais tesudo. Ela pegou minha mão e levou até a bunda dela, queria meus dedos no cu dela. Enfiei quatro e foi numa boa. Mostrava o nível da excitação dela.
Claudia chegou perto do meu ouvido. E começou a falar num sussurro:
– Já acertamos com o senhor do cartório… a gente vai fazer primeiro uma festinha entre nós duas… você vai ser nosso serviçal… ele tá encantado com a ideia… e depois ele vai organizar uma festa com quatro amigos dele, da idade dele, nenhum pivete… como ele disse pra Mary… tudo velho coroa tarado… você gosta, amor…? Ehhhh…? Você gosta…?
– Não sei, não sei
– Você não tem vontade de comer a Mary…?
– Adoraria… ela é uma puta linda…
– Então… eu vou deixar você comer ela… mas falta um tempo… você tem que aguentar… como aguenta agora… ser obediente… combinado, né?
– Tá bom…
– Muito bem, amor… esse sábado a gente vai na casa dele… vou comprar um terno de garçom ou algo assim… pra deixar claro seu lugar… goza se quiser… – ela disse, já entrando num orgasmo profundo, e o meu não demorou pra acompanhar.

Claudia é uma puta vingativa 12

Finalmente esse bom homem teve que viajar a trabalho, um congresso não sei onde diabos e a festinha foi suspensa. Fiquei com uma mistura de sensações, queria ver a Mary, sonhava com aquela puta, não via a hora de poder foder ela. No sábado à noite, enquanto a gente jantava, a campainha tocou. Era Exequiel. O enfermeiro tava lá embaixo, mas a menina jantou com a gente. A Cláudia falou que ia descer pra pegar o que ele trouxe. Demorou um pouco, quando subiu, cochichou no meu ouvido que ele tinha dito pra ela, quando a menina saísse com o namorado, mandar uma mensagem avisando, pra ele ir tomar um café ou algo assim. A menina foi se trocar, e a Cláudia me contou:

— Ele tá insuportável, incomoda ele me ver com a Mary, ele desconfia de algo, não sei o que fazer pra parar… na real, me excita muito… e adoro como ele me fode… gosto de ser a putinha dele… não te incomoda eu te contar, né? — Eu fiquei em silêncio, já tinha aprendido direitinho quando falar e quando calar. — Quando a menina for embora, ele vai subir pra me comer… pode fazer o que quiser… não se sinta preso… se quiser dar uma volta, tudo bem… se ficar… bom… já que ele tá puto… acho que vai me comer gostoso… vê o que você quer. — Mudou de assunto rápido e continuou falando de trabalho e coisas do tipo. Meia hora depois, a campainha tocou, era o namorado da menina. Ele veio buscá-la com os pais, que eram conhecidos nossos, iam pra uma festa e depois dormir na casa deles. Noite livre e a puta que os pariu, pensei. Tava excitado e não me decidia a ir embora. A Cláudia tava se vestindo e se arrumando, tava de matar, apertei ela um pouco e ela me rejeitou, disse que não se arrumava pra mim. E mesmo sem querer admitir, isso me excitava mais.

— E aí, vai fazer o quê… vai ficar ou vai embora?
— Vou ficar… — vi o sorriso dela no espelho.
— Eu vou agir como se você não estivesse aqui… vou me sentir totalmente à vontade… tá claro, né?
— Sim… — mandei uma mensagem pro celular dela. Quando o cara chegou, ela mandou eu abrir a porta. Subimos no elevador num silêncio pesado. Quando entramos, a Cláudia mandou eu servir algo pra eles beberem.
— Não quero te ver mais com aquela puta…
— Ah… Exe… ela não faz nada…
— Ela é uma puta… todo mundo no hospital come ela…
— E você…?
— Eu não gosto de putas fáceis como ela… eu gosto de mulheres como você… casadas e vadias… mas leais… não sei, é uma mistura de coisas…
-Tô te entendendo… -Claudia colocou música e começaram a dançar se agarrando gostoso, foram se despindo e ela jogou ele no sofá, eu não conseguia parar de olhar, era a primeira vez que acontecia comigo e eu tava voando de tesão. Exequiel tava ainda mais tarado com a minha presença. Ela tava de pernas abertas no sofá e ele metia forte enquanto chupava a boca dela.
-Quero te fazer um filho… quando você vai parar de se cuidar…?
-Que isso, tá maluco…? –disse Claudia enquanto cruzava as coxas atrás das coxas de Exequiel, prendendo ele mais- eu sou casada…
-É, você é uma puta casada… tem uma idade boa pra ser mãe de novo… não ia gostar que eu enchesse sua barriga…
-Aaaaaaaaaahhhhhhhhhhhhh… que isso… meu marido tá aqui… o que ele vai pensar… -e começou a ter um orgasmo que parecia não ter fim.-
-Com sua idade e cheinha, sabe como eu te comeria… todo dia… você é uma delícia… puta linda…
-Não, é muito arriscado… já tô velha… além disso, tenho um diu…
-E tira ele e pronto… te encho bem cheia… hein, puta?
-Sou sua puta… me come gostoso, vai… -disse enquanto empurrava ele pra dentro com as pernas que continuavam cruzadas atrás dele.
-Vai parar de se cuidar…?
-aiiiiiii… não sei… não sei… –dava pra ver que ela tava cada vez mais tesuda, meu pau por um destino estranho tava duro como poucas vezes.-
-Vai, puta… minha puta… sabe como te encho rápido, né… te fodo até sair gozo pela boca, puta…
-Ai não fala assim comigo… pareço uma puta…
-É minha puta… minha mulher… só falta te encher…
-aaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa…. Me enche agora, vai… treina…
-Quer dizer que a gente vai tentar?
-Não sei… me come, vai… não vamos mais falar, me faz gozar de novo… explode bem dentro… como se eu não me cuidasse… vai, me faz um filho… -Exequiel ficou louco, bombava freneticamente, meteu forte por mais um tempo e quando gozou parecia um animal, os bufos que ele dava. Ficou um tempão parado e quando saiu dela, jorros de porra começaram a escorrer. Claudia se Levo a mão até a buceta dela, ela se acariciou um pouco e continuava no orgasmo. Exequiel foi pro banheiro, eu olhava pra buceta da Claudia, sem saber o que fazer. Ela me olhou.
—Que impulsivo esse garoto… não sei o que vamos fazer… né, meu amor?
Eu fiquei em silêncio. Exequiel saiu do banheiro na hora que o celular dele tocou, era a namorada cobrando, ele disse que em meia hora tava em casa. Deu o pau dele pra Claudia chupar enquanto falava com a namorada.
—Nada, amor, tive que passar pra deixar uns remédios pra Dra. Claudia… não seja besta… pra quê te passar com o marido… — passou o celular pra mim enquanto Claudia continuava chupando o pau dele.
—Alô, quem é… ah, tá bom, fica tranquila… não tá mentindo pra você… já tá indo embora… — falei enquanto o filho da puta enchia a boca da Claudia de porra. Acompanhei ele até a porta, ele subiu primeiro no elevador, eu virei de costas mas ainda sentia o sorriso sarcástico dele, parecia que eu tava vendo. Na porta, ele apertou minha mão, com aquele sorriso estampado no rosto. Quando subi pro apartamento, a Claudia me chamava do nosso quarto.

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