Na minha casa, vivia tendo problema; minha irmã comigo, minha irmã com meus pais, minha irmã com o vizinho, minha irmã com o mundo inteiro. Ela é uma mina bem enérgica, saideira, extrovertida, fala pra caralho e às vezes é bem bocuda, o que normalmente causa treta com o pessoal em geral.
A real é que na minha família a Belén era uma preocupação pros meus velhos, eu não tava nem aí, contanto que não fosse eu que ela enchesse o saco. Ela e a Milena são melhores amigas desde pequenas, a gente nunca se mudou, igual a família da Mile; ela aqui em casa era mais uma filha, passava mais tempo com a gente do que na casa dela, coisa que com o tempo foi fazendo eu gostar e me atrair cada vez mais por ela.
De ver ela em foto pequena com dois rabinhos de cabelo brincando, pra ver agora: alta, cabelo comprido sempre solto, castanho escuro, da mesma cor dos olhos dela, quase café; e nem preciso falar das mudanças no corpo lindo dela agora. Uma bunda forjada na academia e no hóquei, mais um par de peitões grandes e lindos. E por respeito a ser a melhor amiga da minha irmã, nunca cheguei nela ou conversei com outra intenção que não fosse a de sempre: amigável.
Na última primavera, meus pais tiveram que viajar os dois pro Brasil, e como sou o mais velho dos dois, tive que ficar no comando pra garantir que a fera da minha irmã não começasse uma guerra no bairro ou algo assim. Quando os velhos foram embora, começaram as negociações com ela; tinha sido fácil pra ela insinuar e fazer nossos pais acreditarem que ia me obedecer antes deles irem, mas agora que a gente tava sozinho, era diferente.
— Bom, agora que já foram, pode voltar a ser a mesma de sempre. —
— Bobão. — ela falava entre risadas. — Não vou fazer nada, não sei por que me trata como se eu fosse alguma ladra, condenada ou algo do tipo. —
— Porque eu sei como você é. Falaram que hoje não podia sair, vai me obedecer? —
— Sim, me deixa. pensar nisso... – ela ficou quieta por dois segundos. – Não. Vou encontrar com a Mile.
– Te desejo sorte achando a chave. – falei e fui embora.
Senti que ela começou a gritar pra eu devolver a chave dela, que precisava sair de casa, o fim de semana já tinha começado e que ela não ia ficar. Sou um cuzão, se fosse um bom irmão, teria deixado ela sair, mas eu tinha coisas pra fazer, estudar principalmente. Tentei, nesse fim de semana pelo menos, já que meus pais iam estar fora, conseguir controlar ela. Mas não demorou muito pra ela tornar minha vida um inferno. Eu estava confortável no meu quarto vendo TV quando ela entrou sem mais nem menos.
– Julián, me dá minhas chaves. Você não vai me deixar trancada aqui o fim de semana inteiro.
– É só hoje à noite. É hoje que você não pode sair e você sabe disso. Amanhã eu devolvo.
– Mas não seja tão idiota! Preciso ir pra casa da Mile. – e bateu a porta com força, o que não me afetou nem um pouco, já estava acostumado com isso.
– Isso não adianta nada, Belén. Você não pode sair. Fala com a Mile pelo celular ou pelo computador, ela não vai a lugar nenhum hoje.
Ela me olhava com uma cara de poucos amigos, e pode soar estranho, mas às vezes eu sentia que estava pisando na bola, cada vez mais. Eu sou mais velho, tenho vinte e três anos e sou três anos mais velho que ela, também fisicamente. Minha irmã tem altura média, cabelo comprido meio ondulado nas pontas e castanho, uns olhos azuis enormes que teve a sorte de herdar da nossa mãe; e fisicamente, eu não me atrevia a mencionar muito até o que aconteceu depois, mas... ela tem uns peitos normais, meio pequenos mas firmes, e uma bunda linda que não passava despercebida.
Voltando ao momento em que ela queria me enforcar pelas chaves. Ela foi se aproximando de mim, pegou o controle da mesa de cabeceira, desligou a TV e sentou no meu corpo, apoiando a bunda dela na minha virilha e com um pouco de força, diga-se de passagem. Foi aí que tudo mudou. Ela estava com um shortinho bem curto, tipo de tecido jeans, de bermuda; e uma regata, curiosamente sem sutiã. Apoiou as duas mãos nos meus ombros e me olhava com a típica raiva que ela tem quando não deixam ela fazer o que quer. Começou a pedir a chave de novo, porque senão ia fugir pulando o portão, o que não podia fazer, mas ia dar um jeito. Falei que não ia fazer isso.
Quando a fase da fúria não adianta, começam as ameaças. Que não ia mais falar comigo, que ia contar coisas minhas pra minha ex (como se fosse me causar algum problema) e que ia falar pra Milena que eu pensava nela e que gostava dela, coisa que também não me incomodava e não mostrei sinal de fraqueza nenhum. Vinha a próxima fase: meditação e reconciliação. Ela é muito expressiva na hora de falar, faz muitos gestos tanto com o rosto quanto com o corpo, e cada movimento, com a raiva que fazia, fazia a buceta dela roçar mais e mais na minha pica. Eu sentia e pensava assim, mas não podia pensar desse jeito da minha irmã.
— Vou me acalmar um pouco, mas preciso que me dê a chave, quero sair. É fim de semana. Não quero ficar aqui, por favor.
— Se os velhos estivessem aqui, você teria feito todo esse barraco? — falei, e ela fez uma cara que eu não conhecia. — Então...? Por que comigo sim e com eles não? Tenho a mesma responsabilidade sobre você agora, desculpa, Belu.
— Você é um idiota, te odeio! Que tipo de irmão você é que não me apoia no que preciso?!
Aquela cara que eu não reconhecia era uma fase nova: chorar e se render, suponho. Ela gritou isso chorando, e me deu um soco que eu sabia que se quisesse bater mais forte, batia; e saiu batendo a porta ao fechar. Deixei ela quieta porque a conhecia, tínhamos o mesmo gênio, então de certo modo sabia como lidar com ela. Me senti um merda porque queria que ela saísse, que encontrasse a Mile, mas os pais dela iam dedurar se vissem ela na casa.
Depois de algumas horas, desci pra fazer alguma coisa comer. Tentei fazer algo que reconciliasse o momento com minha irmã, então fiz a comida favorita dela... hambúrgueres. Com os dois hambúrgueres prontos, fui até o quarto dela, o único cômodo da casa que eu praticamente só visitava uma vez por mês, se fosse muito necessário. Bati na porta várias vezes, mas não obtive resposta, então decidi entrar; estava tudo completamente escuro, me virei até a cama da minha irmã usando o celular.
No caminho, tropecei em algumas coisas que só descobri o que eram quando acendi a luz depois que saí, e minha surpresa foi ainda maior quando a primeira coisa que iluminei ao chegar na cama dela foi a bunda linda dela, descoberta entre os lençóis. Eu já tinha visto ela de biquíni inúmeras vezes no verão, e aquilo parecia obviamente normal, mas por que dessa vez era diferente? Senti meu pau pulsar, uma e outra vez, como um coração acelerado; e aos poucos foi endurecendo.
Eu estava ficando excitado com a bunda da minha irmã, e não era para menos: aquelas nádegas lindas e redondas, e uma calcinha rosa pequena que as separava; sem falar no volume que se marcava um pouco mais na frente, pelos lábios vaginais apertadinhos no tecido. Não podia acordá-la e deixar que ela soubesse que eu estive ali olhando, então sutilmente tentei cobri-la, deixei os lençóis cobrirem aquela bunda linda e, depois de um minuto, comecei a acordá-la.
Quando ela me viu, não hesitou em se virar para não me ver e pedir para eu ir embora, o que era normal, mas o cheiro do hambúrguer a fez reagir. Me deu graça que com comida eu pudesse resolver essa situação, pelo menos temporariamente. Ela se sentou na cama, apoiada em um travesseiro, e acendeu o abajur da mesinha, onde estavam os hambúrgueres. Não hesitou em pegar um e dar uma mordida. Eu gostava dessas coisas nela: apesar de ser a princesinha da casa, minha irmã e toda uma mulher... fazia coisas como comer na cama e não reclamar que o quarto dela cheirasse a Típica barraquinha de comida que você encontra em qualquer esquina. Terminamos o primeiro hambúrguer sem trocar uma palavra, só olhando ridiculamente pras coisas no quarto dela até acabar.
– Você tava certo... se eu fosse na casa da Mile, os pais dela iam contar pro papai e pra mamãe. – ela falou mais calma, ainda saboreando o hambúrguer.
– Cê acha mesmo que eu fazia isso porque não queria? Por mim, fica o fim de semana inteiro com ela, mas me disseram que você não podia e... – e ela se jogou em mim pra me abraçar.
– Valeu por não me odiar, sou a pior. Te amo. – ela disse entre lágrimas.
Ficamos um tempão abraçados, eu sentia ela chorando, provavelmente arrependida pelo que tinha me dito, era a primeira vez que via ela assim. Com o impulso da cama dela, ela ficou de joelhos no colchão na minha frente... e apesar do momento frágil e sensível, minha mente não conseguiu evitar de olhar por cima do ombro dela as duas montanhas que formavam aquela bunda gostosa e a calcinha que passava bem no meio.
Quando parou de chorar, ela levantou e vestiu um short que tava jogado no chão e, com o hambúrguer na mão, fomos terminar de jantar lá embaixo, ver um filme e quase dormir no sofá da sala. Amanhã ia ser um dia diferente, ela fora, eu mais tranquilo em casa estudando, como qualquer outro dia, e tudo que aconteceu ia ser esquecido.
Fui acordar ela ao meio-dia pra almoçar alguma coisa, e deixei a chave dela do lado do prato com a comida. A cara dela era outra, tava feliz e ganhei de novo aquele abraço, dessa vez com um beijo na bochecha. Comeu com tudo e era a Belén que todo mundo conhecia. Não demorou pra ir pra casa da Mile, que morava na diagonal da nossa casa, e eu fiquei parte da tarde estudando e no PC.
Quase no anoitecer, minha irmã voltou cheia de energia pra casa, me dizendo que ia pra festa de sei lá quem, e eu não podia impedir ela de ir, o dia de castigo já tinha passado, então não falei nada, só deixei ela ir. tranquila e que não voltasse bêbada, ela respondia que não com um sorriso. Enquanto me explicava pra onde ia, a campainha toca. Atendo e era a Milena, linda como sempre, mas com uma cara estranha. – Hoje você deixa ela sair, pai? – falou num tom irônico pelo que tinha rolado no dia anterior. Só sorri. As duas se arrumaram, estavam lindas com aqueles vestidos curtos e justos no corpo. As tetas e a bunda da Milena saltavam, parecia que o vestido ia explodir, e minha irmã não ficava atrás com seus encantos. Elas se despediram e eu fiquei em casa jogando no PC e vendo uns filmes. Nem me preocupei com minha irmã, sabia que ia ficar bem, não esquentei a cabeça. Umas quatro da manhã eu apaguei no sofá do meu quarto e um barulho na casa me acordou. A porta do quarto da minha irmã tava aberta e eu via a luz saindo de lá. Espiei e o vestido dela tava jogado no chão, um sutiã e umas outras merdas, e ouvia risadas vindo do banheiro. Entrei e cheguei perto da porta que tava fechada, gritei perguntando se ela tava bem e ouvi a voz da Milena. Não entendia o que tava rolando e continuei perguntando, mas não recebia resposta de nenhuma das duas. – Entra, otário! – ouvi minha irmã falar. Entrei com a mão nos olhos, e a Milena tava rindo. – Olha pra gente, Julián. – ela disse e eu olhei. Meu primeiro estímulo foi uma ereção que parecia que tinham injetado nitro na pica. Minha irmã e a Milena praticamente peladas e se abraçando, as tetas delas se roçando uma na outra, não acreditava no que tava vendo. – Tira foto da gente, Juli! – minha irmã falou, acariciando as próprias tetas e apontando o celular com o olhar. Ela me excitava, eu a via comível, tava praticamente nua na minha frente com a melhor amiga, mas não deixava de ser minha irmã e obviamente eu tava era louco pra chupar. – Eu Meninas... vou indo, deixo vocês continuarem brincando...
– Não, Juli, não seja mau! – disse Milena fazendo biquinho pra mim.
– Não seja idiota, vem aqui e tira umas fotos nossas. – insistia minha irmã.
– Ah, tá bom. – aceitei, torcendo pra que no dia seguinte elas não lembrassem de nada.
– Além disso, queremos brincar com você, não sozinhas. – dizia Milena.
Virei as costas por alguns segundos pra pegar o celular e, de quebra, ajeitar a pica dentro da calça; sentia elas rindo. Não sabia que porra tava fazendo naquele banheiro com minha irmã e a amiga dela peladas. Me virei já apontando a câmera e vi as duas se beijando, Milena passando a mão na bunda da minha irmã e ela apertando um peito da amiga. Quando olharam pra mim, se separaram e sorriram, abraçadas; Milena já nua e minha irmã tampando a bunda dela e a de Milena com a camisola que usava normalmente quando saía do banho.
Tirei umas fotos delas, sorrindo pra mim, satisfeitas com o que estavam fazendo. Os bicos dos peitos da minha irmãzinha roçavam nos da Milena, os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, e da minha irmã, era a primeira vez em tanto tempo que eu via os peitinhos dela, lindos do mesmo jeito, independente do tamanho. Elas trocaram uns beijinhos tímidos, com certeza por minha causa. Minha irmã é sapatão? Eu não sabia, ou talvez fosse por causa da bebida. Milena pegou a camisola que cobria minha irmã e, com um puxão, deixou cair no chão. Ela me olhou envergonhada, trocamos olhares diferentes, mas ela se deixou levar pela situação e pelo apoio da amiguinha. — É seu irmãozinho, em casa você é uma fofa... e aqui tá toda encabulada? — disse Milena, dando um tapinha na bunda dela. Elas se olharam, se beijaram e sorriram pra mim, se tocando todas.
Elas se acariciavam suavemente e percorriam cada cantinho dos corpos uma da outra, faziam isso sem surpresas, como se fosse algo do dia a dia. Percebia que a Milena tinha fascinação pela bunda pequena da minha irmã, e ela obcecada pelas tetas da amiga. Eu tava duro, pasmo; às vezes entendia o que tava rolando e outras achava que tava vivendo o melhor sonho dos meus vinte e três anos de vida.
Entre risadas, minha irmã virava o corpo da Milena. – Mostra você agora, que você adora. – falou minha irmãzinha brincalhona, deixando à vista a raba da Milena e o que me deixou de pau duro de uma vez por todas, a xota peludinha da minha irmã ao fundo e, claro, a raba deliciosa da Milena. Dava pra ver os lábios da buceta dela e o furinho da raba que me tentavam a beijar, tomar posse daquele corpo.
O dedinho da minha irmã acariciava suavemente o cu da Milena, que já dava uns gemidinhos baixos. E num movimento surpresa, ela agarrou minha irmã pelos braços – Mostra pra esse teu irmãozinho essa bucetinha minúscula! – e minha irmã, com um gritinho de vergonha, se virou. Eu não tava reparando tanto nela quanto na Milena até que ela provocou. – Usa as mãozinhas, abre esses cachezinhos, vagabunda. – falou ela, apoiando cada mão em cada metade da raba da minha irmã, e a Belén também fez o mesmo, abriu os dois lados pra deixar exposto aquele cuzinho pequeno dela. E o proibido me dominava, eu já imaginava comendo ela de forma selvagem, ela tava tão linda, tão vulnerável, tão novinha.
Sem perder mais tempo, entraram no chuveiro. Milena prendia o cabelo, deixava os peitos dela totalmente à mostra, lindos, e o mesmo com a minha irmãzinha, que me sorria tímida ao se ver completamente pelada. A água acariciava os corpinho delas, adolescentes, fervendo com a situação, e Milena dava um jeito de sempre deixar a Belu exposta ao meu olhar. Ela ficava inibida, mas ao mesmo tempo a excitava mais saber que se mostrava toda nua pra mim.
Continuavam brincando debaixo do chuveiro e eu continuava parado no banheiro, olhando elas se espirrarem feito crianças. Os beijos não paravam, as carícias eram constantes e as poses exageradas pra eu continuar tirando foto atrás de foto. Por uns momentos eu esquecia, ver as duas, especialmente minha irmãzinha daquele jeito, me fazia esquecer onde eu estava e o que eu fazia existindo na Terra. Elas riam como crianças brincando de boneca e começavam a interagir comigo também. – Vai, fotógrafo! Essas poses não te convencem pra umas fotos? – dizia Milena, apoiando a perna na banheira e me mostrando toda a sua buceta pra umas fotos.
Minha irmã ficava olhando ela se divertindo em me expor a rabeta daquele jeito, mostrando a bucetinha dela bem molhada pela água. Sinto que por uns momentos ela se sentiu meio sem protagonismo e me fez saber disso. – Eu, eu! Eu também quero fotos, maninho! – ela disse com uma voz que eu nunca tinha ouvido, uma voz de menininha que me derretia. Milena se ajeitou e me fez um sinal com os olhos pra eu prestar atenção nela. – Que bundinha linda! – Milena falou dando um tapa nela, e minha irmãzinha abriu as nádegas de novo pra eu tirar uma foto. Aquele buraquinho fechado, pequeno, e a buceta da minha irmã me deixavam louco de tesão.
Começaram a brincar com o sabonete líquido. Minha irmã começou tudo se colocando atrás da Milena com o frasco na mão e deixando o sabão escorrer no meio das tetonas dela. – Parece porra... – falou a Milena no ouvido, me olhando de canto. Elas sorriam pra mim e eu achei que era a hora certa de tirar a foto. O corpo da Mile era excepcional, de outro mundo.
Elas continuaram se abraçando, se apalpando da cabeça aos pés, se beijando e se lambendo por inteiro. Não me importava de não participar diretamente das carícias, só de ver as duas em ação, se divertindo tanto com o que faziam, já era um prazer total, um sonho. Dessa vez, com a ideia de poder guardar as fotos de algum jeito, tirei cada vez mais, todas que conseguia, já que minhas modelinhas estavam felizes da vida com a situação.
Ensaboaram o corpo inteiro, ajudando uma à outra no banho. Fiquei encostado na parede do banheiro, observando cada detalhe. Elas tinham total intimidade, via minha irmã passar a mão no corpo todo da Milena, acariciando com uma delicadeza dos infernos os lábios da buceta dela, e a Milena curtia, dava pra ver no olhar e no jeito que se mexiam. Ver a Milena acariciar a buceta, a raba, os peitos da minha irmã era um tormento gostoso. A água morna, os corpos delas e meu tesão faziam do banheiro uma sauna. De vez em quando se olhavam, cochichavam segredos e me encaravam, mas eu tava pouco me fodendo, porque tava vidrado nos corpos gostosos delas. – Uma foto, Juli, essa é por nossa conta! – falou minha irmã, e as duas se inclinaram um pouco, mostrando aquelas rabas lindas. Começaram a se beijar enquanto se exibiam pra mim, puxando as bundas pra eu não perder nenhum detalhe.
Tirei umas fotos daquele momento épico. O que não daria pra ter aquelas duas bundinhas pra foder era o sonho de qualquer cara na face da Terra. Depois daquela pose e daquele momento especial, minha irmã fechou a água do chuveiro e eu vi as duas saindo. A Milena ajudava minha irmã a se secar, passando uma toalha na buceta dela, ela sorria, fazia cócegas. Eu continuei ali parado, olhando pra elas e aproveitando.
Passaram do meu lado me olhando de um jeito muito estranho. A Milena enganchou a mão no colarinho da minha camiseta e me levou com elas. Minha irmã procurava a roupa dela nas gavetas e a Milena dentro de uma mochila no chão. Ela se abaixou pra pegar, deixando de propósito toda aquela bunda na minha cara. Eu imaginava metendo naquela rabeta minúscula, mas tava longe disso, já que as duas eram sapatão. Ela vestiu uma fio dental rosa bem fininha e chegou perto da minha irmãzinha, que ajudou ela a colocar uma calcinha branca pequenininha, dando mais um tapa na rabeta e mordendo ela.
As duas se olhavam e riam. Minha irmãzinha me cumprimentou dando um pulo na cama dela depois de mais uma palmada da Milena, e foi deitar assim mesmo, pelada. A Milena apagou a luz principal do quarto e deitou do lado da minha irmã na cama. Eu continuei ali parado, feito uma estátua, esperando alguma instrução...
— Bom, Juli... já viu o suficiente. — ela disse, se cobrindo e cobrindo minha irmã.
— Demais... — falei, pelo show que elas tinham feito.
— Não tranca mais minha gatinha aqui. — ela disse, fingindo uma carinha de brava e furiosa pelo que eu tinha feito. — Amanhã cê faz o café da manhã pra gente?
— Vou ver... — falei, sorrindo, e saí do quarto, sabendo que já não devia estar ali.
— Julião... — ela chamou, e eu me virei pra olhar.
— Meu leitinho, meu leitinho gostoso... com dois de chocolate e dois de açúcar, por favor... — ela disse com uma voz que alimentava minha safadeza. — E eu gosto das que têm doce de leite. — ela sorriu pra mim.
Percebi que ela não parava quieta, e minha irmã olhava fixo pro rosto dela. Ela me encarava com aqueles olhos penetrantes e paralisantes. — Pra você não esquecer que com sua irmãzinha a gente quer um café da manhã gostoso. — ela disse e jogou alguma coisa em mim. Estiquei a mão e peguei: era a fio dental que ela tinha vestido segundos atrás na minha frente. Rosa, pequena e quentinha, tinha estado há milésimos de segundo enfiada entre... no meio dessa bunda linda.
– Dois de açúcar e dois de chocolate então? – repeti.
– Por favor... – e me mandou um beijo de longe.Fonte de informação:O conteúdo escrito é de minha autoria; já o conteúdo gráfico, as fotos não me pertencem.
Simples amador na escrita. Qualquer tipo de comentário, opinião ou crítica será mais que bem-vindo.
¡SPOILER!(selecione o texto escrito em branco depois da seta para ler) →Esta história não é real, é total e completamente da minha imaginação.
A real é que na minha família a Belén era uma preocupação pros meus velhos, eu não tava nem aí, contanto que não fosse eu que ela enchesse o saco. Ela e a Milena são melhores amigas desde pequenas, a gente nunca se mudou, igual a família da Mile; ela aqui em casa era mais uma filha, passava mais tempo com a gente do que na casa dela, coisa que com o tempo foi fazendo eu gostar e me atrair cada vez mais por ela.
De ver ela em foto pequena com dois rabinhos de cabelo brincando, pra ver agora: alta, cabelo comprido sempre solto, castanho escuro, da mesma cor dos olhos dela, quase café; e nem preciso falar das mudanças no corpo lindo dela agora. Uma bunda forjada na academia e no hóquei, mais um par de peitões grandes e lindos. E por respeito a ser a melhor amiga da minha irmã, nunca cheguei nela ou conversei com outra intenção que não fosse a de sempre: amigável.
Na última primavera, meus pais tiveram que viajar os dois pro Brasil, e como sou o mais velho dos dois, tive que ficar no comando pra garantir que a fera da minha irmã não começasse uma guerra no bairro ou algo assim. Quando os velhos foram embora, começaram as negociações com ela; tinha sido fácil pra ela insinuar e fazer nossos pais acreditarem que ia me obedecer antes deles irem, mas agora que a gente tava sozinho, era diferente.
— Bom, agora que já foram, pode voltar a ser a mesma de sempre. —
— Bobão. — ela falava entre risadas. — Não vou fazer nada, não sei por que me trata como se eu fosse alguma ladra, condenada ou algo do tipo. —
— Porque eu sei como você é. Falaram que hoje não podia sair, vai me obedecer? —
— Sim, me deixa. pensar nisso... – ela ficou quieta por dois segundos. – Não. Vou encontrar com a Mile.
– Te desejo sorte achando a chave. – falei e fui embora.
Senti que ela começou a gritar pra eu devolver a chave dela, que precisava sair de casa, o fim de semana já tinha começado e que ela não ia ficar. Sou um cuzão, se fosse um bom irmão, teria deixado ela sair, mas eu tinha coisas pra fazer, estudar principalmente. Tentei, nesse fim de semana pelo menos, já que meus pais iam estar fora, conseguir controlar ela. Mas não demorou muito pra ela tornar minha vida um inferno. Eu estava confortável no meu quarto vendo TV quando ela entrou sem mais nem menos.
– Julián, me dá minhas chaves. Você não vai me deixar trancada aqui o fim de semana inteiro.
– É só hoje à noite. É hoje que você não pode sair e você sabe disso. Amanhã eu devolvo.
– Mas não seja tão idiota! Preciso ir pra casa da Mile. – e bateu a porta com força, o que não me afetou nem um pouco, já estava acostumado com isso.
– Isso não adianta nada, Belén. Você não pode sair. Fala com a Mile pelo celular ou pelo computador, ela não vai a lugar nenhum hoje.
Ela me olhava com uma cara de poucos amigos, e pode soar estranho, mas às vezes eu sentia que estava pisando na bola, cada vez mais. Eu sou mais velho, tenho vinte e três anos e sou três anos mais velho que ela, também fisicamente. Minha irmã tem altura média, cabelo comprido meio ondulado nas pontas e castanho, uns olhos azuis enormes que teve a sorte de herdar da nossa mãe; e fisicamente, eu não me atrevia a mencionar muito até o que aconteceu depois, mas... ela tem uns peitos normais, meio pequenos mas firmes, e uma bunda linda que não passava despercebida.
Voltando ao momento em que ela queria me enforcar pelas chaves. Ela foi se aproximando de mim, pegou o controle da mesa de cabeceira, desligou a TV e sentou no meu corpo, apoiando a bunda dela na minha virilha e com um pouco de força, diga-se de passagem. Foi aí que tudo mudou. Ela estava com um shortinho bem curto, tipo de tecido jeans, de bermuda; e uma regata, curiosamente sem sutiã. Apoiou as duas mãos nos meus ombros e me olhava com a típica raiva que ela tem quando não deixam ela fazer o que quer. Começou a pedir a chave de novo, porque senão ia fugir pulando o portão, o que não podia fazer, mas ia dar um jeito. Falei que não ia fazer isso.
Quando a fase da fúria não adianta, começam as ameaças. Que não ia mais falar comigo, que ia contar coisas minhas pra minha ex (como se fosse me causar algum problema) e que ia falar pra Milena que eu pensava nela e que gostava dela, coisa que também não me incomodava e não mostrei sinal de fraqueza nenhum. Vinha a próxima fase: meditação e reconciliação. Ela é muito expressiva na hora de falar, faz muitos gestos tanto com o rosto quanto com o corpo, e cada movimento, com a raiva que fazia, fazia a buceta dela roçar mais e mais na minha pica. Eu sentia e pensava assim, mas não podia pensar desse jeito da minha irmã.
— Vou me acalmar um pouco, mas preciso que me dê a chave, quero sair. É fim de semana. Não quero ficar aqui, por favor.
— Se os velhos estivessem aqui, você teria feito todo esse barraco? — falei, e ela fez uma cara que eu não conhecia. — Então...? Por que comigo sim e com eles não? Tenho a mesma responsabilidade sobre você agora, desculpa, Belu.
— Você é um idiota, te odeio! Que tipo de irmão você é que não me apoia no que preciso?!
Aquela cara que eu não reconhecia era uma fase nova: chorar e se render, suponho. Ela gritou isso chorando, e me deu um soco que eu sabia que se quisesse bater mais forte, batia; e saiu batendo a porta ao fechar. Deixei ela quieta porque a conhecia, tínhamos o mesmo gênio, então de certo modo sabia como lidar com ela. Me senti um merda porque queria que ela saísse, que encontrasse a Mile, mas os pais dela iam dedurar se vissem ela na casa.
Depois de algumas horas, desci pra fazer alguma coisa comer. Tentei fazer algo que reconciliasse o momento com minha irmã, então fiz a comida favorita dela... hambúrgueres. Com os dois hambúrgueres prontos, fui até o quarto dela, o único cômodo da casa que eu praticamente só visitava uma vez por mês, se fosse muito necessário. Bati na porta várias vezes, mas não obtive resposta, então decidi entrar; estava tudo completamente escuro, me virei até a cama da minha irmã usando o celular.
No caminho, tropecei em algumas coisas que só descobri o que eram quando acendi a luz depois que saí, e minha surpresa foi ainda maior quando a primeira coisa que iluminei ao chegar na cama dela foi a bunda linda dela, descoberta entre os lençóis. Eu já tinha visto ela de biquíni inúmeras vezes no verão, e aquilo parecia obviamente normal, mas por que dessa vez era diferente? Senti meu pau pulsar, uma e outra vez, como um coração acelerado; e aos poucos foi endurecendo.
Eu estava ficando excitado com a bunda da minha irmã, e não era para menos: aquelas nádegas lindas e redondas, e uma calcinha rosa pequena que as separava; sem falar no volume que se marcava um pouco mais na frente, pelos lábios vaginais apertadinhos no tecido. Não podia acordá-la e deixar que ela soubesse que eu estive ali olhando, então sutilmente tentei cobri-la, deixei os lençóis cobrirem aquela bunda linda e, depois de um minuto, comecei a acordá-la.
Quando ela me viu, não hesitou em se virar para não me ver e pedir para eu ir embora, o que era normal, mas o cheiro do hambúrguer a fez reagir. Me deu graça que com comida eu pudesse resolver essa situação, pelo menos temporariamente. Ela se sentou na cama, apoiada em um travesseiro, e acendeu o abajur da mesinha, onde estavam os hambúrgueres. Não hesitou em pegar um e dar uma mordida. Eu gostava dessas coisas nela: apesar de ser a princesinha da casa, minha irmã e toda uma mulher... fazia coisas como comer na cama e não reclamar que o quarto dela cheirasse a Típica barraquinha de comida que você encontra em qualquer esquina. Terminamos o primeiro hambúrguer sem trocar uma palavra, só olhando ridiculamente pras coisas no quarto dela até acabar.
– Você tava certo... se eu fosse na casa da Mile, os pais dela iam contar pro papai e pra mamãe. – ela falou mais calma, ainda saboreando o hambúrguer.
– Cê acha mesmo que eu fazia isso porque não queria? Por mim, fica o fim de semana inteiro com ela, mas me disseram que você não podia e... – e ela se jogou em mim pra me abraçar.
– Valeu por não me odiar, sou a pior. Te amo. – ela disse entre lágrimas.
Ficamos um tempão abraçados, eu sentia ela chorando, provavelmente arrependida pelo que tinha me dito, era a primeira vez que via ela assim. Com o impulso da cama dela, ela ficou de joelhos no colchão na minha frente... e apesar do momento frágil e sensível, minha mente não conseguiu evitar de olhar por cima do ombro dela as duas montanhas que formavam aquela bunda gostosa e a calcinha que passava bem no meio.
Quando parou de chorar, ela levantou e vestiu um short que tava jogado no chão e, com o hambúrguer na mão, fomos terminar de jantar lá embaixo, ver um filme e quase dormir no sofá da sala. Amanhã ia ser um dia diferente, ela fora, eu mais tranquilo em casa estudando, como qualquer outro dia, e tudo que aconteceu ia ser esquecido.
Fui acordar ela ao meio-dia pra almoçar alguma coisa, e deixei a chave dela do lado do prato com a comida. A cara dela era outra, tava feliz e ganhei de novo aquele abraço, dessa vez com um beijo na bochecha. Comeu com tudo e era a Belén que todo mundo conhecia. Não demorou pra ir pra casa da Mile, que morava na diagonal da nossa casa, e eu fiquei parte da tarde estudando e no PC.
Quase no anoitecer, minha irmã voltou cheia de energia pra casa, me dizendo que ia pra festa de sei lá quem, e eu não podia impedir ela de ir, o dia de castigo já tinha passado, então não falei nada, só deixei ela ir. tranquila e que não voltasse bêbada, ela respondia que não com um sorriso. Enquanto me explicava pra onde ia, a campainha toca. Atendo e era a Milena, linda como sempre, mas com uma cara estranha. – Hoje você deixa ela sair, pai? – falou num tom irônico pelo que tinha rolado no dia anterior. Só sorri. As duas se arrumaram, estavam lindas com aqueles vestidos curtos e justos no corpo. As tetas e a bunda da Milena saltavam, parecia que o vestido ia explodir, e minha irmã não ficava atrás com seus encantos. Elas se despediram e eu fiquei em casa jogando no PC e vendo uns filmes. Nem me preocupei com minha irmã, sabia que ia ficar bem, não esquentei a cabeça. Umas quatro da manhã eu apaguei no sofá do meu quarto e um barulho na casa me acordou. A porta do quarto da minha irmã tava aberta e eu via a luz saindo de lá. Espiei e o vestido dela tava jogado no chão, um sutiã e umas outras merdas, e ouvia risadas vindo do banheiro. Entrei e cheguei perto da porta que tava fechada, gritei perguntando se ela tava bem e ouvi a voz da Milena. Não entendia o que tava rolando e continuei perguntando, mas não recebia resposta de nenhuma das duas. – Entra, otário! – ouvi minha irmã falar. Entrei com a mão nos olhos, e a Milena tava rindo. – Olha pra gente, Julián. – ela disse e eu olhei. Meu primeiro estímulo foi uma ereção que parecia que tinham injetado nitro na pica. Minha irmã e a Milena praticamente peladas e se abraçando, as tetas delas se roçando uma na outra, não acreditava no que tava vendo. – Tira foto da gente, Juli! – minha irmã falou, acariciando as próprias tetas e apontando o celular com o olhar. Ela me excitava, eu a via comível, tava praticamente nua na minha frente com a melhor amiga, mas não deixava de ser minha irmã e obviamente eu tava era louco pra chupar. – Eu Meninas... vou indo, deixo vocês continuarem brincando...
– Não, Juli, não seja mau! – disse Milena fazendo biquinho pra mim.
– Não seja idiota, vem aqui e tira umas fotos nossas. – insistia minha irmã.
– Ah, tá bom. – aceitei, torcendo pra que no dia seguinte elas não lembrassem de nada.
– Além disso, queremos brincar com você, não sozinhas. – dizia Milena.
Virei as costas por alguns segundos pra pegar o celular e, de quebra, ajeitar a pica dentro da calça; sentia elas rindo. Não sabia que porra tava fazendo naquele banheiro com minha irmã e a amiga dela peladas. Me virei já apontando a câmera e vi as duas se beijando, Milena passando a mão na bunda da minha irmã e ela apertando um peito da amiga. Quando olharam pra mim, se separaram e sorriram, abraçadas; Milena já nua e minha irmã tampando a bunda dela e a de Milena com a camisola que usava normalmente quando saía do banho.
Tirei umas fotos delas, sorrindo pra mim, satisfeitas com o que estavam fazendo. Os bicos dos peitos da minha irmãzinha roçavam nos da Milena, os peitos dela eram maiores do que eu imaginava, e da minha irmã, era a primeira vez em tanto tempo que eu via os peitinhos dela, lindos do mesmo jeito, independente do tamanho. Elas trocaram uns beijinhos tímidos, com certeza por minha causa. Minha irmã é sapatão? Eu não sabia, ou talvez fosse por causa da bebida. Milena pegou a camisola que cobria minha irmã e, com um puxão, deixou cair no chão. Ela me olhou envergonhada, trocamos olhares diferentes, mas ela se deixou levar pela situação e pelo apoio da amiguinha. — É seu irmãozinho, em casa você é uma fofa... e aqui tá toda encabulada? — disse Milena, dando um tapinha na bunda dela. Elas se olharam, se beijaram e sorriram pra mim, se tocando todas.
Elas se acariciavam suavemente e percorriam cada cantinho dos corpos uma da outra, faziam isso sem surpresas, como se fosse algo do dia a dia. Percebia que a Milena tinha fascinação pela bunda pequena da minha irmã, e ela obcecada pelas tetas da amiga. Eu tava duro, pasmo; às vezes entendia o que tava rolando e outras achava que tava vivendo o melhor sonho dos meus vinte e três anos de vida.Entre risadas, minha irmã virava o corpo da Milena. – Mostra você agora, que você adora. – falou minha irmãzinha brincalhona, deixando à vista a raba da Milena e o que me deixou de pau duro de uma vez por todas, a xota peludinha da minha irmã ao fundo e, claro, a raba deliciosa da Milena. Dava pra ver os lábios da buceta dela e o furinho da raba que me tentavam a beijar, tomar posse daquele corpo.
O dedinho da minha irmã acariciava suavemente o cu da Milena, que já dava uns gemidinhos baixos. E num movimento surpresa, ela agarrou minha irmã pelos braços – Mostra pra esse teu irmãozinho essa bucetinha minúscula! – e minha irmã, com um gritinho de vergonha, se virou. Eu não tava reparando tanto nela quanto na Milena até que ela provocou. – Usa as mãozinhas, abre esses cachezinhos, vagabunda. – falou ela, apoiando cada mão em cada metade da raba da minha irmã, e a Belén também fez o mesmo, abriu os dois lados pra deixar exposto aquele cuzinho pequeno dela. E o proibido me dominava, eu já imaginava comendo ela de forma selvagem, ela tava tão linda, tão vulnerável, tão novinha.
Sem perder mais tempo, entraram no chuveiro. Milena prendia o cabelo, deixava os peitos dela totalmente à mostra, lindos, e o mesmo com a minha irmãzinha, que me sorria tímida ao se ver completamente pelada. A água acariciava os corpinho delas, adolescentes, fervendo com a situação, e Milena dava um jeito de sempre deixar a Belu exposta ao meu olhar. Ela ficava inibida, mas ao mesmo tempo a excitava mais saber que se mostrava toda nua pra mim.
Continuavam brincando debaixo do chuveiro e eu continuava parado no banheiro, olhando elas se espirrarem feito crianças. Os beijos não paravam, as carícias eram constantes e as poses exageradas pra eu continuar tirando foto atrás de foto. Por uns momentos eu esquecia, ver as duas, especialmente minha irmãzinha daquele jeito, me fazia esquecer onde eu estava e o que eu fazia existindo na Terra. Elas riam como crianças brincando de boneca e começavam a interagir comigo também. – Vai, fotógrafo! Essas poses não te convencem pra umas fotos? – dizia Milena, apoiando a perna na banheira e me mostrando toda a sua buceta pra umas fotos.
Minha irmã ficava olhando ela se divertindo em me expor a rabeta daquele jeito, mostrando a bucetinha dela bem molhada pela água. Sinto que por uns momentos ela se sentiu meio sem protagonismo e me fez saber disso. – Eu, eu! Eu também quero fotos, maninho! – ela disse com uma voz que eu nunca tinha ouvido, uma voz de menininha que me derretia. Milena se ajeitou e me fez um sinal com os olhos pra eu prestar atenção nela. – Que bundinha linda! – Milena falou dando um tapa nela, e minha irmãzinha abriu as nádegas de novo pra eu tirar uma foto. Aquele buraquinho fechado, pequeno, e a buceta da minha irmã me deixavam louco de tesão.
Começaram a brincar com o sabonete líquido. Minha irmã começou tudo se colocando atrás da Milena com o frasco na mão e deixando o sabão escorrer no meio das tetonas dela. – Parece porra... – falou a Milena no ouvido, me olhando de canto. Elas sorriam pra mim e eu achei que era a hora certa de tirar a foto. O corpo da Mile era excepcional, de outro mundo.
Elas continuaram se abraçando, se apalpando da cabeça aos pés, se beijando e se lambendo por inteiro. Não me importava de não participar diretamente das carícias, só de ver as duas em ação, se divertindo tanto com o que faziam, já era um prazer total, um sonho. Dessa vez, com a ideia de poder guardar as fotos de algum jeito, tirei cada vez mais, todas que conseguia, já que minhas modelinhas estavam felizes da vida com a situação.
Ensaboaram o corpo inteiro, ajudando uma à outra no banho. Fiquei encostado na parede do banheiro, observando cada detalhe. Elas tinham total intimidade, via minha irmã passar a mão no corpo todo da Milena, acariciando com uma delicadeza dos infernos os lábios da buceta dela, e a Milena curtia, dava pra ver no olhar e no jeito que se mexiam. Ver a Milena acariciar a buceta, a raba, os peitos da minha irmã era um tormento gostoso. A água morna, os corpos delas e meu tesão faziam do banheiro uma sauna. De vez em quando se olhavam, cochichavam segredos e me encaravam, mas eu tava pouco me fodendo, porque tava vidrado nos corpos gostosos delas. – Uma foto, Juli, essa é por nossa conta! – falou minha irmã, e as duas se inclinaram um pouco, mostrando aquelas rabas lindas. Começaram a se beijar enquanto se exibiam pra mim, puxando as bundas pra eu não perder nenhum detalhe.
Tirei umas fotos daquele momento épico. O que não daria pra ter aquelas duas bundinhas pra foder era o sonho de qualquer cara na face da Terra. Depois daquela pose e daquele momento especial, minha irmã fechou a água do chuveiro e eu vi as duas saindo. A Milena ajudava minha irmã a se secar, passando uma toalha na buceta dela, ela sorria, fazia cócegas. Eu continuei ali parado, olhando pra elas e aproveitando.
Passaram do meu lado me olhando de um jeito muito estranho. A Milena enganchou a mão no colarinho da minha camiseta e me levou com elas. Minha irmã procurava a roupa dela nas gavetas e a Milena dentro de uma mochila no chão. Ela se abaixou pra pegar, deixando de propósito toda aquela bunda na minha cara. Eu imaginava metendo naquela rabeta minúscula, mas tava longe disso, já que as duas eram sapatão. Ela vestiu uma fio dental rosa bem fininha e chegou perto da minha irmãzinha, que ajudou ela a colocar uma calcinha branca pequenininha, dando mais um tapa na rabeta e mordendo ela.As duas se olhavam e riam. Minha irmãzinha me cumprimentou dando um pulo na cama dela depois de mais uma palmada da Milena, e foi deitar assim mesmo, pelada. A Milena apagou a luz principal do quarto e deitou do lado da minha irmã na cama. Eu continuei ali parado, feito uma estátua, esperando alguma instrução...
— Bom, Juli... já viu o suficiente. — ela disse, se cobrindo e cobrindo minha irmã.
— Demais... — falei, pelo show que elas tinham feito.
— Não tranca mais minha gatinha aqui. — ela disse, fingindo uma carinha de brava e furiosa pelo que eu tinha feito. — Amanhã cê faz o café da manhã pra gente?
— Vou ver... — falei, sorrindo, e saí do quarto, sabendo que já não devia estar ali.
— Julião... — ela chamou, e eu me virei pra olhar.
— Meu leitinho, meu leitinho gostoso... com dois de chocolate e dois de açúcar, por favor... — ela disse com uma voz que alimentava minha safadeza. — E eu gosto das que têm doce de leite. — ela sorriu pra mim.
Percebi que ela não parava quieta, e minha irmã olhava fixo pro rosto dela. Ela me encarava com aqueles olhos penetrantes e paralisantes. — Pra você não esquecer que com sua irmãzinha a gente quer um café da manhã gostoso. — ela disse e jogou alguma coisa em mim. Estiquei a mão e peguei: era a fio dental que ela tinha vestido segundos atrás na minha frente. Rosa, pequena e quentinha, tinha estado há milésimos de segundo enfiada entre... no meio dessa bunda linda.
– Dois de açúcar e dois de chocolate então? – repeti.
– Por favor... – e me mandou um beijo de longe.Fonte de informação:O conteúdo escrito é de minha autoria; já o conteúdo gráfico, as fotos não me pertencem.
Simples amador na escrita. Qualquer tipo de comentário, opinião ou crítica será mais que bem-vindo.
¡SPOILER!(selecione o texto escrito em branco depois da seta para ler) →Esta história não é real, é total e completamente da minha imaginação.
13 comentários - • Mi hermanita juguetona.