Irmãos sem tabu - cap 2

Oi!! bom, aqui vai a segunda parte e espero que vocês se divirtam muito se souberem do que tô falando kkkk,

o capítulo um tá no meu perfil :phttp://www.poringa.net/posts/relatos/2828169/Hermanos-sin-tabu.htmlMeu irmão chegou na hora certa no dia seguinte, cedo, enquanto a gente ainda tava tomando café. Mamãe foi abrir a porta e quando a gente viu ele entrar, fui a primeira a me jogar nos braços dele e sentir aquela musculatura do caralho. Ele me apertou forte e me deu um beijo carinhoso no pescoço.
— Alec! Que bom que você chegou!
— Como você tá grande, Andrea. Cresceu tudo em você.
Pisquei o olho pra ele com um pouco de safadeza. Mesmo ele sendo meu irmão, não dava pra negar que era um homem extremamente gostoso. Depois de mim, ele abraçou minha gêmea, e depois a Estefy, que não perdeu tempo e esfregou os peitos no peito dele.
— Mamãe, papai, tô feliz de voltar. Pelo menos só nas férias.
— Fica o quanto quiser, Alec — disse minha mãe e deu um beijinho de leve nos lábios dele —. Seu quarto já tá pronto.
— E de quebra a gente pensou em ir pra praia — completou meu pai —. Acho que você tá morrendo de fome. Vem comer.

Meu pai levou as malas pro quarto e meu irmão sentou com a gente. Mamãe, faladeira como sempre, pediu pra ele contar como tava indo na escola, e enquanto ele conversava, percebi que tanto a Estefy quanto a Ângela não tiravam os olhos dele. Nos olhos delas tinha um brilho de tesão, o que não podia ser possível porque as duas sabiam que ele era nosso irmão e que a gente não podia fazer nada com ele, por mais vontade que tivesse. Além disso, ele tinha cuidado da gente quando éramos crianças e era a pessoa mais especial depois dos nossos pais.
— A comida tava uma delícia, mamãe.

— Vai descansar. Mais tarde a gente vai fazer compras.
Minhas irmãs e eu seguimos ele até o quarto, e assim que ele entrou, se jogou na cama. Me adiantando às outras, deitei do lado dele e ele colocou um braço debaixo do meu pescoço. Quando éramos crianças, a gente costumava dormir junto, e foi nessa época que desenvolvi um gosto genuíno por ele. Me sentia tão protegida no meio da força dele.
— Puxa. Fico um ano fora e as três ficam umas gostosas, irmãs.
Assim era o Alec. Não perdia tempo elogiando as irmãs.
— Eu já fui Seus peitos cresceram mais" —disse Estefy enquanto Ângela trançava seu cabelo loiro.
—Não seria ruim dar uma olhada.
—Idiota. Eu sou só uma garotinha inocente.
—Você é meio putinha —comentou Ângela com um sorriso safado.
—E alguém já tem namorado? Se sim, morro de vontade de conhecer.
—Eu tenho uma namorada —contou Ângela com toda naturalidade. Estefy e eu tivemos que aceitar que continuávamos solteiras.

Mais tarde, a família foi ao shopping comprar roupas e coisas para o passeio na praia. Acontece que um dos amigos do meu irmão tinha uma casinha de verão e não ia usá-la por enquanto. Isso foi perfeito pra gente, porque poderíamos ficar lá e não num hotel. Assim, teríamos mais dinheiro pra gastar.

Alec e meu pai foram pra outro lado enquanto minhas irmãs e minha mãe compravam biquínis. Como eu não queria ficar com elas, mas sim com meu irmão, segui os dois e me pendurei no braço dele como se fosse… a namorada dele. Ele me deu um beijo estalado na bochecha.
—Vocês dois continuam tão grudados como sempre —disse meu pai rindo.
—Bom, se alguém puser a mão na minha irmã, eu quebro a cara do sujeito.
—Acho que já puseram mais mãos do que você imagina.
—Pai! —reclamei. Quando se tratava de me envergonhar, ele era o melhor.
—Não me diga que você já não é mais virgem, Andrea.
—Só faço anal.
—Que gostoso —completou meu pai e soltou uma gargalhada. Alec ficou vermelho—. Filhos, vão comer alguma coisa por aí. Eu vou ficar aqui na loja de ferramentas. Preciso de umas coisas.

Ele nos deu dinheiro, e Alec e eu fomos tomar um café. Era exatamente o que eu queria. Ficar a sós com meu irmão. Sentamos frente a frente numa mesinha pequena com nossas bebidas geladas na frente. Ele não parava de me olhar, especialmente os peitos, porque eu estava com uma blusa meio decotada e uma saia curta bonita.

—Você vai me engravidar com o olhar, Alec.
—Bom, você também não parou de me olhar desde que cheguei.

Fiquei vermelha e acariciei o braço dele.
—Você gosta de mim? Irmãozinho?
— Já vi melhores.
— Ai! Vai se foder. Tô mais gostosa que a Estefy e a Ângela.
— Beleza, não vou negar. Com essa raba aí, cê já deve ter se divertido pra caralho... cê ainda é virgem mesmo?
— A Estefy também é.
— Como cê sabe?
— Uhm... — ri, toda safada —. Mamãe me deixou responsável pela educação sexual dela. Ela não é mais criança, mas não sabe se masturbar, então como irmã mais velha, é minha função.
— Ensina ela a fazer oral.
— Não tem pau disponível.

Alec quase se engasgou com o café e me olhou cheio de tesão. Sabia o que ele tava pensando: dar de mamar pra nossa irmã mais nova. Mas só a ideia já me encheu de ciúmes.
— Cê ficou vermelha, Andrea.
— Cala a boca. Se a Estefy quiser mamar, ela que arrume algo.
— Vem. Tive uma ideia.

Ele me pegou pela mão e entramos numa sex shop. Fiquei meio sem graça porque nunca tinha entrado num lugar assim. Tinha de tudo, desde filme pornô até brinquedos estranhos que eu nunca tinha visto. Minha mãe tinha um dildo enorme só pra ela, que usava quando meu pai viajava a trabalho. Eu também tinha um, e até a Estefy. Só que minha irmã mais nova preferia chupar ele e passar no corpo do que enfiar.

— O que cê vai comprar?
— Algo pra Estefy e pra Ângela.

Não deu pra negar. Quando vi aqueles consolos enormes, fiquei excitada. Enquanto Alec escolhia algo pras irmãs dele, não conseguia parar de pensar em como eu me divertiria com ele se rolasse algo sério entre a gente. Essa ideia me deu vergonha, porque até aquele dia nunca tinha tido pensamentos sexuais com meu próprio irmão. Sim, eu sentia vontade às vezes, mas tentava esconder esses sentimentos.

— Esse aqui é pra Estefy — ele disse, apontando pras bolas chinesas —, e esse aqui é pra Ângela e a namorada dela. Pra elas, ele comprou um dildo duplo, especialmente pra lésbicas. Sabia que minha irmã ia se divertir porque meus pais convidaram a namorada dela, a Lorena, pra vir com a gente.
— E pra mim não tem nada?
— Bom, o que cê quer?
— Deixa eu ver... — na hora escolhi algo que ia me agradar: umas algemas, um Chicotinho, umas bolinhas chinesas e lubrificante vaginal com sabor de uva.
—Isso vai me sair caro pra caralho —meu irmão, rindo, pagou e saímos da sexshop.
Depois fomos ao cinema pra curtir. Meus pais foram pra parte mais afastada da sala, bem no escuro pra ficar se pegando, com certeza. Eu sentei do lado da Estefy, cuja minissaia subiu e mostrou um belo par de pernas longas. Ela cruzou as pernas, meio sem graça, porque ainda era meio caretona e só por pressão minha e da Ângela aceitou se vestir mais de acordo com a feminilidade dela. Do meu lado estava o Alec, e logo depois minha gêmea. Meu irmão abraçou nós duas e ambas encostamos a cabeça nele.
—Não que é muito lésbica —sussurrou a Estefy.
—Cala a boca, anã.

Nós rimos. O Alec era muito sortudo por ter nós três, porque a gente adorava ele. Elas iam gostar ainda mais quando vissem os brinquedos gostosos que ele tinha comprado pra elas.
Resumindo, voltamos pra casa na hora certa pra jantar. Meus pais pediram pizza e depois foram os dois pro chuveiro. A Estefy, que tinha um certo gosto por espiar os outros, estava na porta do banheiro com o ouvido colado e um sorrisinho safado no rosto.
—O que você tá fazendo? —perguntei.
—Shh. Acho que tão transando no chuveiro.
—Voyeurzinha.

Eu ouvi umas risadas. Não estavam transando. Só brincando com os corpos enquanto tomavam banho como um casal recém-casado. Mas já bastava pra excitar a Estefy. O Alec chegou por trás dela e deu um tapa sonoro na bunda dela. A menina se assustou.
—Ai! Alec!
—Gente? —perguntou minha mãe, e nós três corremos pra nos enfiar no meu quarto, morrendo de rir.

Apesar de nossos pais serem liberais pra caralho, a gente respeitava a privacidade deles e nunca tínhamos visto eles transando, nem tava afim até a Estefy ter essa ideia.
Nós três sentamos no chão do meu quarto. O Alec, aliás, tava sem camisa e mostrava uns abdominais fortões. Nossa irmã mais nova tava babando. Ela tava vestida com uns shortinhos minúsculos e uma blusa de alças. Eu só estava de camisola e minha tanga.
—Tô falando que eu vi —disse Estefy —. Eles tão pegando gostoso.
—Ah, sim, claro —falei cética —. Só na sua imaginação, boba.
—É verdade. Vi quando o papai gozou na boca dela.
Eu fiquei vermelha.
—Acho que ela tá falando a verdade —Alec deu um tapinha no joelho da minha irmã e depois moveu minha mesa, que tava encostada na parede —. Olha isso.
A gente chegou perto e viu um buraquinho que atravessava a parede e saía do outro lado, bem no quarto dos meus pais.
—Eles não sabem?
—Não. O buraco já tava lá quando compraram a casa. Dá pra ver tudo.

Pra Estefy, aquilo era o paraíso, e enquanto a gente olhava, vimos meus pais entrando. Por instinto, a gente recuou, mas não demorou pra gente espiar de novo. Eu fui a primeira. Vi minha mãe enrolada numa toalha e meu pai de cueca box. De repente, ela tirou a toalha e os peitões enormes dela ficaram à mostra. Na hora, ela se ajoelhou de quatro feito uma putinha e ofereceu a bunda pro marido.

—Deixa eu ver! —Estefy me empurrou bem na hora que meu pai ia encostar a boca na bunda da mulher dele.
—O que você tá vendo?
—Ah, sim. É disso que eu tava falando.
Alec e eu deixamos ela olhar e subimos no beliche de cima. Eu não tirava os olhos do corpo musculoso dele, e ele também não parava de olhar minhas pernas.
—Mamãe tá chupando ele —anunciou Estefy, que pra ver melhor se ajoelhou de quatro e levantou a bunda. Alec devorou ela com os olhos e depois, limpando a garganta, olhou pra mim.
—Senti sua falta, Andrea.
—Eu também, irmão. Sem você foi horrível. Tô com saudade. Aliás, como você tá gostoso sem camisa.
—É. Notei que até a Ângela me deu uma olhada.
—Ela diz que é lésbica, mas ainda gosta de pica.
—Mamãe sabe fazer um boquete fundo!
Estefy tava super animada espiando nossos pais, e eu também comecei a ficar excitada. Alec, cujo pau já tava aparecendo por baixo do short dele, Também ficou excitada. E três irmãos assim num quarto só não dá certo. De repente, coloquei a mão no joelho dele e olhei com o que eu achava que era um olhar sedutor. Alec sorriu e deixou minha mão percorrer a perna forte dele, subindo cada vez mais até quase, quase conseguir enfiar a mão na virilha dele.

—Vem ver isso —disse Estefy, e Alec, que tava mais a fim de ver nossos pais, me deixou na mão. Agora era a vez dele espiar e ele se acomodou. Estefy subiu no meu beliche. Tava vermelha e animada. Me abraçou e sussurrou no meu ouvido —. Me masturba um pouco, vai?

—Maluquinha. Faz você.

—Não, você.

Revirei os olhos.

—Alec tá aqui —sussurrei —. Você não vai querer que ele te veja.

—E daí?

A safada da Estefy baixou o short e se cobriu com o lençol pra que o irmão não visse ela. Bom, Alec tava mais excitado vendo nossos pais transando. Como eu não conseguia deixar minha irmã sem prazer, e ela ainda tava toda excitada, aceitei masturbar ela um pouquinho. Deitei do lado dela e levei a mão até a buceta dela, que já tava tão molhada que minha mão escorregou no clitóris. Ela fechou os olhos e colocou as mãos atrás da cabeça.

Comecei com movimentos circulares dentro da vagina da minha irmãzinha. As bochechas dela ficaram vermelhas. Ela abriu as pernas um pouquinho pra me dar espaço. Eu cuidei pra Alec não nos ver, mas ele tava mais concentrado no que rolava do outro lado da porta.

Estefy soltou um gemido quando apertei os lábios dela e isso chamou a atenção de Alec, que virou na hora.

—O que vocês tão fazendo?

—Hã… nada.

Meu irmão levantou uma sobrancelha.

—O que vocês tão fazendo? —perguntou de novo e, num pulo, levantou e tirou o lençol de Estefy —Ai, meu Deus!

Nossa irmã mais nova ficou nua, com as pernas bem abertas. Alec riu. A gente ficou vermelha.

—Acho que a lésbica não é só a Ângela. Fico um ano fora e vocês já começam a se pegar.

—É diferente —Estefy sentou na borda do beliche, as perninhas ainda separadas —. Ela tá me ensinando a me masturbar.
—O que tu precisa é outra coisa — Alec baixou o olho até a buceta da irmã dele. Eu lancei um olhar severo pra ele.
—Tira essa ideia da cabeça, mano.
—Não tava pensando em nada.
—Tava sim — Estefy, com as pernas abertas e mostrando a xereca dela, não ajudava muito a acalmar o Alec — quer me provar?
—Não, ele não quer — me apressei em puxar a Estefy pra perto de mim, e antes que eu percebesse, nós duas já tava se estapeando que nem duas pirralhas na cama. De algum jeito consegui tirar a blusa dela, e os peitos dela ficaram à mercê de qualquer um.
Ela, se rachando de rir, começou a apertar meus peitos e fazer cócegas por baixo da roupa. Alec também se meteu no meio pra tentar nos separar, e no meio da confusão, as mãos dele tocavam a gente. Tudo ficou mais explícito quando ele deitou e a Estefy subiu em cima dele. Eu, do lado, recuperava o fôlego e arrumava a calcinha fio-dental que quase tinha descido.
— Nossa, assim que eu gosto de ficar — disse Estefy, arqueando as costas pra fazer os peitos dela pularem mais. As mãos do Alec foram pras cadeiras dela e, de repente, ele puxou ela pra perto e mordiscou o biquinho do peito dela com a boca.
Isso espalhou um calorão pelo meu corpo todo. Ver teu irmão mais velho chupando os peitos da mais nova é sem dúvida a coisa mais excitante do mundo. E a Estefy já não era mais uma pirralha, mesmo que continuasse agindo como tal. Uma parte de mim queria parar eles, mas a outra queria continuar vendo. Meu irmão apertava os peitos dela e passava a língua neles ao mesmo tempo. Eu engoli seco e toquei as costas da minha irmãzinha, que tava pegando fogo de tão quente. Vi ela começar a esfregar a rachinha dela em cima da pica do meu irmão.

— Nossa, como ela tá dura.
— É tu que deixa ela assim.
Alec fez menção de baixar o short, e já ia fazer isso. Achei que vi a cabeça da pica dele, quando minha mãe entrou no quarto.
— O que vocês tão fazendo?!
Estefy deu um grito de susto. Alec ficou duro que nem uma estátua e eu, apavorada. Mamãe aguentava que a gente se tocasse entre a gente, as meninas, mas nunca tinha visto nosso irmão daquele jeito. Vi o rosto dele ficar vermelho.
— Alec, vai pro teu quarto. Estefy, você dorme com a gente e a Ângela vem pra cá — ela falou com severidade.
A coitada da Estefy pegou o shortinho curto dela e vestiu. Mamãe aproveitou pra dar um tapão na bunda dela. Depois fulminou o Alec com o olhar e eu também tomei.
— Cuidado, Andrea. Cuidado.
— Des… culpa. A gente tava brincando.
Minha mãe suspirou, um pouco mais calma.
— Ai, crianças. Que não se repita.
Eu concordei e, quando ela foi embora, fiquei deitada no beliche, com o tesão no limite e imaginando como seria ver a Estefy sendo comida no cu pela pica do Marco. Só de pensar já fiquei toda molhada.

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xD eu bem que queria ter um irmão assim que brincasse comigo. Bom, espero que tenham gostado e comentem coisinhas pra ver o que acharam do capítulo de hoje. Se não têm pontos, não importa, gente, com um comentário já basta e sobra, hehe, abraços e beijinhos!

32 comentários - Irmãos sem tabu - cap 2

No me eperaba que lo postees tan rapido linda, lastima que no pueda darte puntos
Voy a disfrutar leerlo
ah no te preocupes por los puntos 🙂 con el comentario me basta y que te guste la historia jeje
dmn94rp +1
Quede al palo no veo la hora que cojan los hermanitos
jaja trancquilo, relax, vamos lento y dspacio
me gustó mucho el relato, pero me bajó la calentura con tu madre entrando, yo queria q se cojan entre los 3
xD despreocupate, ya falta poco para que se arme la fiesta, uno a uno van a ir pasando jajaja, saludos y siento bajarte la calentura
Siii me moje toda!!! Mall van 10 !!
xD gracias ya somos dos jaja me alegra haberte mojado con mis escritos 🙂
Muy bueno....calentura a full a esperar a ver como sigue....
Gracias! tanta calentura debe ser mala ajaja
excelente esèramos el siguiente
De nada ) a ustedes poer leer 🙂
zarpado el relato; los chicos se me alborotaron!!!
jajaj chicos? hay que calmarlos un poco
gracias y saludos 🙂
Me calentó muchísimo.... me la imagino a la más chiquita toda excitada!!!
xD pobre inexperta jaja gracias por leer y que bueno que estefy te haya hecho entrar en calor
Cuales son las edades? Para asi darme una idea 😏
xD usa tu imaginación. Hay quienes prefieren a las milfs, otras a las teen, a las morenas, a las rubias, a las pelirrojas, altas, chaparras, gorditas, flaquitas, esqueléticas, término medio:p así que no me gusta limitarles con detalles y que todo se de paso en su mente
djsv18
Laura, como siempre, con los mejores relatos! recién me pongo al día con todos jaja están buenísimos, me encantan!
Por aca actualizando los puntos que tenia pendiente
Gracias por compartir y llenarnos de tanto placer