Fui a comprar y me ligue una empleada

Fala galera, hoje vim contar uma história que eu amei, aconteceu comigo hoje e foi sem querer, vou contar pra vocês.

Tudo aconteceu hoje, eram 11 da manhã e eu tinha que ir comprar algo pra comer porque não tinha ninguém em casa, então eu ia ter que cozinhar. Saí andando de casa até um mercadinho que fica a uma quadra.

Chego no mercadinho e entro, como já sei onde fica o que procuro, tava mexendo no celular trocando ideia com uma gostosa que conheci no baile sábado passado quando de repente trombei com uma das funcionárias. Era uma mina baixinha, sem peito mas com uma bunda do caralho. Tava agachada arrumando as prateleiras e eu ia distraído com o celular, então não vi ela e acabei esbarrando nela com tudo. A funcionária, Ana, levanta na hora e me dá um tapa (por sorte o mercadinho tava vazio e ninguém viu isso) e grita — Que que cê tá fazendo, sem noção! Idiota! — e eu tentei explicar que foi sem querer, mas ela não queria ouvir, então virei as costas e comecei a ir embora, mas quando tava na porta ela me agarra e fala — Me desculpa, é que não tive um bom dia ontem e como tô sozinha não tenho com quem falar nem desabafar — aí eu respondi — Tá tudo bem, também foi culpa minha que não olhava por onde andava, então não te vi e te esbarrei sem querer. — Ana responde — Viu? Nem pra me esbarrar de propósito serve, minha vida é uma merda — e começa a cair umas 2 ou 3 lágrimas, ela tava visivelmente mal mesmo.

Aí eu falei pra ela — Se quiser, pode contar comigo — e ela pede pra eu esperar meia hora que ela ia fechar o mercado e ir embora, então fiquei esperando ela lá fora.

Quando Ana fecha, fomos pra casa dela que era a três quadras e começamos a tomar mate. Ela me conta que terminou com o namorado faz pouco tempo porque ele tava traindo ela com a irmã dela, e que o ex-namorado a demitiu do emprego anterior pra dar o cargo pra irmã dela. Depois de umas 2 horas conversando sobre a vida dela, eu toco no assunto e falo — Eu, Ani... Sobre aquilo — Você falou lá no bar, eu te apoiei sem querer, mas isso não quer dizer que eu não queira te apoiar de verdade — ela me olha, sorri e diz — Quanto tempo que eu não faço isso — e se joga em cima de mim, me beija de boca aberta, me agradece e me beija de novo. Eu agarro a bunda dela, levanto ela no colo e levo pro quarto, onde jogo ela na cama e falo — Agora vai com vontade, hein — e ela começa a baixar a calça devagar pra eu poder chupar uma das bucetas mais gostosas que já provei. Eu chupo ela suavemente e começo a enfiar um dos meus dedos na boceta molhada dela.

Depois que fica bem molhadinha, ela senta na cama na minha frente, começa a me despir e põe na boca pra chupar meu pau (ela tinha uma língua muito brincalhona, haha) até que ela fala — Já chega, preciso de algo grande e bom dentro de mim — então eu peguei minha calça, tirei a camisinha e coloquei, deitei ela, levei os joelhos dela até o ombro e comecei a meter devagar. Eu queria ir devagar porque não sabia como ela gostava, mas ela falou — Mais forte, gostoso, você é novo e não aguenta mais? — Isso foi o suficiente pra eu enlouquecer e começar a meter com muita força.

Ana não parava de gemer e gritar — Isso!! Como você fode bem, magrelo!! Meu Deus!! — e cada vez que ela gritava isso, mais eu ficava excitado e mais forte metia. Num momento, eu agarrei ela e coloquei de quatro na cama, chupei ela mais um pouco e continuei fodendo. Meu pau entrava e saía muito rápido, ela não aguentava mais e eu também não, mas a gente continuava segurando. Até que ela fala — Vou gozar — então eu tirei e perguntei se ela praticava sexo anal. Ela disse que não, mas que se eu quisesse, ela chupava. Então eu deitei na cama e ela, bem brincalhona, tirou a camisinha e começou a me bater uma punheta, e começou a chupar meu pau, brincava com a cabeça, deixou minhas bolas banhadas de saliva e eu não aguentei mais, não consegui avisar.

Gozei na cara dela, ela começa a rir e leva tudo pra boca. O que ficou no rosto dela. Vou espalhar tudo como se fosse creme. Engole toda a porra e me diz: —Que bela pica tu tem, cara, espero ter te agradado, porque você me destruiu— eu rio e falo: —Você também foi foda, mas acho que seus peitos estão muito secos—.
A Ana tinha os mamilos mais duros que pedra e eu não queria desperdiçá-los, então comecei a lamber eles.
Quando terminamos, nos vestimos e eu falo: —Você me deu o melhor dia de todo o verão— e ela responde: —Você também, espero te ver esse fim de semana na balada, que eu vou sair sozinha pra chupar, e não álcool—. Eu digo ok e vou embora.

É isso aí, galera. Definitivamente o melhor dia de todas as minhas férias, pelo menos até agora. Espero que vocês gostem e enfiem uma rola. Um abraço.

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