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Bom, vou me apresentar: sou o Franchesco e essa semana tava planejando me mudar depois da minha separação. Fui morar com um amigo gay que me ajudou pra caralho com o rolo da separação, mas... isso é história pra outro dia.
Era uma sexta de manhã e, por um acaso, eu não tava trabalhando, então resolvi procurar apartamento em áreas mais perto do meu trampo, já que por enquanto tava morando no interior, na casa do meu amigo, depois de ter terminado com minha mina com quem fiquei três anos. Bom, encontrei um que me pareceu interessante, não tão caro quanto os da região, um dois cômodos ideal pra mim. Vi as fotos e eram fantásticas. O prédio fica em Palermo, e meu trampo também, e como todo mundo sabe, Palermo é uma área gostosa porque tem putaria pra caralho, tanto de gatinhas quanto de caras, e como sou bi, era perfeito pra mim.
Com tudo isso na cabeça, ligo pra imobiliária, quem atende é a Haydee. E nada, combinamos de fazer uma visita ao apartamento pra ver qual era a do imóvel, se era tudo igual às fotos, sabe, aquelas visitas normais de apê. Marcamos de nos encontrar às 11 na porta do Alto Palermo. Eu tava felizão porque eles abriram uma exceção pra me mostrar o apê, já que eles não trabalham aos sábados. Tipo, cheguei às 10:30 e me ligam, um cara falando que a Haydee não podia vir, que ele ia fazer a visita comigo. Falei que esperava ele tomando café no pátio de alimentação — não vou dar pala do nome do lugar porque não vem ao caso. Cinco minutos depois, me ligam e ele diz que já tava lá, me pergunta que roupa eu tava usando e eu vejo ele.
Falei: "Meu Deus, um loirinho, bundão, olhos verdes, uma raba digna de monumento" (pra minha alegria maior, era um passivo que dava pra identificar a dez quarteirões). Ele tava usando uma calça justa que parecia uma leggings, destacando a bunda pra caralho, com uma camiseta colada no corpo, e eu babando. Comecei a conversar com o Santi e convidei ele. Café da manhã pra ver o que eu podia descobrir sobre ele. Eu já tava preparando minha emboscada. Bom, ele aceitou, começamos a falar do apartamento e comecei a notar que ele olhava pro meu peito porque os pelos apareciam... (vou me descrever pra vocês terem uma ideia de como sou: tenho corpo musculoso, pernas muito boas, uma bunda incrível que é zero km porque só sou ativo, braços bons e peitorais muito bons. Sou moreno e tenho olhos verdes, sou bem gato)... e, como vocês dizem, notei o olhar dele, óbvio, porque eu tava atento a tudo que ele fazia... e então, jogada de mestre: desabotoei um botão da minha camisa com a desculpa de "nossa, que calor que tá", e aí vi que ele grudou ainda mais os olhos em mim, e eu falei:
F: Viu só? É isso que acontece quando você tem pelo no peito, sua mais, embora eu apareça por estética...
S: (se derrete) É, eu não tenho, sou lisinho e adoro quem tem, passa um ar muito másculo, igual você...
F: É, como é comum, eu apareço porque queria não ter. Admiro os magros que não têm, me enlouquecem... quer dizer, me refiro a que adoraria não ter, se é que me entende. Bom, a gente se provocou mais um pouco, e minha sondagem já mostrava que o cara ia cair e que já era quase meu... Chegamos no prédio, tínhamos que ir pro 11º andar e subimos no elevador, que era bem pequeno. Aí entra uma senhora, e a gente ficou apertado. Então, minha oportunidade: Santi se ajeita e deixa a bunda espetacular dele apoiada no meu pau, que já tava num estado terrível. E aquela viagem foi uma das melhores viagens de elevador que já fiz, porque Santi também fazia a parte dele, se esfregava mais em mim e mexia a bunda dele contra o meu pau. Bom, entramos no apê. Apesar de ser um prédio velho, o apartamento tava reformado, novinho, com móveis muito legais e uma decoração maneira. E aí chega o momento mágico de ver o quarto. Eu falo: "Gostei, mas posso testar a cama?" Ele responde: "Claro que pode." Aí eu digo:
F: Tá bem, mas é porque tô sozinho e não pretendo dormir todas as noites sozinho. Me faz um favor? Você se deita do meu lado pra ver se o colchão não desce.
S: sim, claro, mas vamos tirar os tênis, senão vamos sujar os lençóis... deita de barriga pra cima.
F: olha, vira de costas pra mim... e aí, fudeu, minha chance. Abracei ele, virei a cabeça dele e beijei a boca dele, óbvio que ele correspondeu, e na hora ele desabotoou minha camisa e disse: "nem pense em tirar esses pelos, que eu adoro e te deixam muito gostoso". Ele chupava meus peitorais, descendo até minha calça, que ele manejou do jeito que quis. Tinha uma facilidade pra soltar cinto e botões... hehe. Chupou um pouco minha rola, o que me deixou mais louco ainda, pelo jeito que ele engolia, parecia que tinha brânquias, porque nunca se engasgava, um mestre mesmo... mas eu sempre sou o dominante, e dessa vez não ia ser exceção. Então virei ele, agarrei os dois braços dele por cima da cabeça, segurando com uma mão só. As diferenças corporais eram muito evidentes, então não tive problema nenhum... tirei a camisa dele, depois a calça, e com o que me deparo?
Uma tanga masculina... quando vi aquilo, fiquei a mil. Então virei ele, deixando a bunda dele macia, perfeita, lisinha, do meu jeito... comecei a beijar... puxei o fiozinho da tanga e continuei chupando até ele começar a gritar e gemer que nem uma mulher, pedindo por favor pra eu meter... como sou muito condescendente, fiz o que ele pediu, mas eu queria estrear tudo no apartamento, então bombeei uns 2 minutos e, feito uma estrela pornô, levantei ele no colo e, metendo, levei ele pra sala de estar... ele gritava e gemia que nem uma putinha. E eu tenho um problema: demoro muito, muito tempo pra gozar. Então, ele gozou e eu pensei: "uh, porra, ferrou, vai me dispensar". Pra minha surpresa, ele quis continuar. Em um minuto, o pau dele endureceu de novo, e quando eu tava prestes a gozar, ele gozou também. Então fizemos uma bagunça de porra violenta... e assim o apartamento passou no teste de que eu poderia morar lá. E é isso, agora quando eu me mudar, vou ter que convidar pra inauguração já que fechei o contrato, já o Santy passou pra minha lista de contatos...
Bom, vou me apresentar: sou o Franchesco e essa semana tava planejando me mudar depois da minha separação. Fui morar com um amigo gay que me ajudou pra caralho com o rolo da separação, mas... isso é história pra outro dia.
Era uma sexta de manhã e, por um acaso, eu não tava trabalhando, então resolvi procurar apartamento em áreas mais perto do meu trampo, já que por enquanto tava morando no interior, na casa do meu amigo, depois de ter terminado com minha mina com quem fiquei três anos. Bom, encontrei um que me pareceu interessante, não tão caro quanto os da região, um dois cômodos ideal pra mim. Vi as fotos e eram fantásticas. O prédio fica em Palermo, e meu trampo também, e como todo mundo sabe, Palermo é uma área gostosa porque tem putaria pra caralho, tanto de gatinhas quanto de caras, e como sou bi, era perfeito pra mim.
Com tudo isso na cabeça, ligo pra imobiliária, quem atende é a Haydee. E nada, combinamos de fazer uma visita ao apartamento pra ver qual era a do imóvel, se era tudo igual às fotos, sabe, aquelas visitas normais de apê. Marcamos de nos encontrar às 11 na porta do Alto Palermo. Eu tava felizão porque eles abriram uma exceção pra me mostrar o apê, já que eles não trabalham aos sábados. Tipo, cheguei às 10:30 e me ligam, um cara falando que a Haydee não podia vir, que ele ia fazer a visita comigo. Falei que esperava ele tomando café no pátio de alimentação — não vou dar pala do nome do lugar porque não vem ao caso. Cinco minutos depois, me ligam e ele diz que já tava lá, me pergunta que roupa eu tava usando e eu vejo ele.
Falei: "Meu Deus, um loirinho, bundão, olhos verdes, uma raba digna de monumento" (pra minha alegria maior, era um passivo que dava pra identificar a dez quarteirões). Ele tava usando uma calça justa que parecia uma leggings, destacando a bunda pra caralho, com uma camiseta colada no corpo, e eu babando. Comecei a conversar com o Santi e convidei ele. Café da manhã pra ver o que eu podia descobrir sobre ele. Eu já tava preparando minha emboscada. Bom, ele aceitou, começamos a falar do apartamento e comecei a notar que ele olhava pro meu peito porque os pelos apareciam... (vou me descrever pra vocês terem uma ideia de como sou: tenho corpo musculoso, pernas muito boas, uma bunda incrível que é zero km porque só sou ativo, braços bons e peitorais muito bons. Sou moreno e tenho olhos verdes, sou bem gato)... e, como vocês dizem, notei o olhar dele, óbvio, porque eu tava atento a tudo que ele fazia... e então, jogada de mestre: desabotoei um botão da minha camisa com a desculpa de "nossa, que calor que tá", e aí vi que ele grudou ainda mais os olhos em mim, e eu falei:
F: Viu só? É isso que acontece quando você tem pelo no peito, sua mais, embora eu apareça por estética...
S: (se derrete) É, eu não tenho, sou lisinho e adoro quem tem, passa um ar muito másculo, igual você...
F: É, como é comum, eu apareço porque queria não ter. Admiro os magros que não têm, me enlouquecem... quer dizer, me refiro a que adoraria não ter, se é que me entende. Bom, a gente se provocou mais um pouco, e minha sondagem já mostrava que o cara ia cair e que já era quase meu... Chegamos no prédio, tínhamos que ir pro 11º andar e subimos no elevador, que era bem pequeno. Aí entra uma senhora, e a gente ficou apertado. Então, minha oportunidade: Santi se ajeita e deixa a bunda espetacular dele apoiada no meu pau, que já tava num estado terrível. E aquela viagem foi uma das melhores viagens de elevador que já fiz, porque Santi também fazia a parte dele, se esfregava mais em mim e mexia a bunda dele contra o meu pau. Bom, entramos no apê. Apesar de ser um prédio velho, o apartamento tava reformado, novinho, com móveis muito legais e uma decoração maneira. E aí chega o momento mágico de ver o quarto. Eu falo: "Gostei, mas posso testar a cama?" Ele responde: "Claro que pode." Aí eu digo:
F: Tá bem, mas é porque tô sozinho e não pretendo dormir todas as noites sozinho. Me faz um favor? Você se deita do meu lado pra ver se o colchão não desce.
S: sim, claro, mas vamos tirar os tênis, senão vamos sujar os lençóis... deita de barriga pra cima.
F: olha, vira de costas pra mim... e aí, fudeu, minha chance. Abracei ele, virei a cabeça dele e beijei a boca dele, óbvio que ele correspondeu, e na hora ele desabotoou minha camisa e disse: "nem pense em tirar esses pelos, que eu adoro e te deixam muito gostoso". Ele chupava meus peitorais, descendo até minha calça, que ele manejou do jeito que quis. Tinha uma facilidade pra soltar cinto e botões... hehe. Chupou um pouco minha rola, o que me deixou mais louco ainda, pelo jeito que ele engolia, parecia que tinha brânquias, porque nunca se engasgava, um mestre mesmo... mas eu sempre sou o dominante, e dessa vez não ia ser exceção. Então virei ele, agarrei os dois braços dele por cima da cabeça, segurando com uma mão só. As diferenças corporais eram muito evidentes, então não tive problema nenhum... tirei a camisa dele, depois a calça, e com o que me deparo?
Uma tanga masculina... quando vi aquilo, fiquei a mil. Então virei ele, deixando a bunda dele macia, perfeita, lisinha, do meu jeito... comecei a beijar... puxei o fiozinho da tanga e continuei chupando até ele começar a gritar e gemer que nem uma mulher, pedindo por favor pra eu meter... como sou muito condescendente, fiz o que ele pediu, mas eu queria estrear tudo no apartamento, então bombeei uns 2 minutos e, feito uma estrela pornô, levantei ele no colo e, metendo, levei ele pra sala de estar... ele gritava e gemia que nem uma putinha. E eu tenho um problema: demoro muito, muito tempo pra gozar. Então, ele gozou e eu pensei: "uh, porra, ferrou, vai me dispensar". Pra minha surpresa, ele quis continuar. Em um minuto, o pau dele endureceu de novo, e quando eu tava prestes a gozar, ele gozou também. Então fizemos uma bagunça de porra violenta... e assim o apartamento passou no teste de que eu poderia morar lá. E é isso, agora quando eu me mudar, vou ter que convidar pra inauguração já que fechei o contrato, já o Santy passou pra minha lista de contatos...
2 comentários - Testando o quarto novo do apê...