FOTOGRAFIA – sessão erótica -.
Quando eu era estudante de faculdade, o currículo da minha universidade incluía obrigatoriamente uma oficina, à escolha. Não importava quando nem qual oficina fosse, mas era um requisito para a formatura ter cumprido os créditos correspondentes a uma oficina. Quando eu estava no sétimo semestre, decidi me matricular numa oficina. Fotografia. Era verdade que as oficinas eram uma matéria de encher linguiça e um mero requisito, mas eu não queria cair numa oficina de qualquer outra coisa mais chata, tipo: culinária, leitura e redação, futebol, dança, etc.
Na oficina, nos inscrevemos eu e uma colega e companheira minha, que vou chamar de Karla. Ela era uma garota simpática, eu gostava dela. Sempre que a gente se encontrava, a gente se divertia. Ela costumava rir das minhas besteiras, e às vezes até incentivava eu continuar falando minhas besteiras.
Além da oficina que a gente teria em comum, por acaso ficamos juntos num grupo de trabalho pra uma matéria comum. E ao longo do semestre, a gente tinha que fazer uma apresentação e um ensaio entre todo o grupo.
A oficina tinha um plano simples: a gente veria o básico de fotografia; enquadramento, iluminação, perspectiva e terminaríamos com edição digital. Pra concluir, a gente tinha que apresentar três trabalhos emoldurados e expô-los na galeria central da universidade. Os temas a entregar eram três: paisagem, retrato e um terceiro trabalho livre. Desde que cumprissem o que foi visto no curso e incluíssem edição fotográfica.
Quando o curso começou, era simples e parecia fácil. Mas no final, quando o tempo tava acabando, essas três fotografias ameaçavam ferrar com o cumprimento total e, consequentemente, a obtenção desses créditos.
Uma noite, conversando com a Karla sobre isso, a gente concordou que seria uma puta merda conseguir ter tudo pronto em tão pouco tempo. Naquela época, a gente ainda usava o já descontinuado Messenger, e então a Karla teve uma ideia simples. pra que nós dois pudéssemos cumprir. Mais ou menos começou assim:
— Já tem sua parte do ensaio que eu preciso anexar pro nosso trabalho final? — Karla falava de um ensaio que a gente tinha que fazer entre 4 pessoas do mesmo grupo, que tinha que apresentar sobre o tal tema.
— Tô fazendo — falei pra ela. Tô fazendo agora, mas acho que não vou conseguir terminar hoje.
— Tá bom. Amanhã você me entrega à tarde, vai?
— Sim, amanhã te entrego.
— Dá pra trazer lá em casa? É que não consigo sair pra imprimir e senão não vai dar tempo. Era uma questão de logística que todo mundo entendia perfeitamente, se vocês não entenderem, não se preocupem, é algo complicado de explicar e só quem tava no grupo entenderia.
— Tá bom, sim — falei pra ela.
— Ei... e você já tem suas três fotografias? — ela me perguntou, lembrando daquela merda do trabalho da oficina.
— Uuuh, não. Não tenho. Só tenho uma. A da paisagem.
— Poxa. Eu tô sem o retrato — ela me disse. Com isso, quis dizer que já tinha as outras duas. O curso tava seriamente ameaçado se a gente não conseguisse as outras fotos, mas já não tinha muito tempo. Então Karla teve uma ideia maravilhosa. Ela falou:
— Ei, se quiser amanhã quando vier aqui em casa, eu tiro uma sua e você tira uma minha e aí a gente já tem os retratos.
— Ok. Boa ideia — falei pra ela. Afinal, é uma matéria de encher linguiça.
— E qual vai ser seu tema livre? — ela me perguntou.
— Bom... talvez erotismo — respondi, numa das minhas piadas de sempre. E ela só respondeu:
— Kkkkk tá bom. Ei, se quiser traz uma das suas guitarras e tira uma foto aqui, lá em casa tem uma salinha num quarto quase vazio, mas fica bom pra fotos, tem uma janelona que dá uma luz boa e tem madeira em alguns lugares. Assim você tira duas de uma vez e já cumpre pra ter os créditos.
— Bom, a gente vê... — respondi e ficou por isso. No dia seguinte eu iria na casa dela e entregaria o trabalho e Nós tiraríamos as fotos. Com isso, eu terminava todo o meu trabalho e ficava livre para o fim do semestre, que era algo que quase todos nós ansiamos. As férias.
No dia seguinte, fui na casa da Karla. E ela me abriu a porta. Me surpreendi como ela estava vestida. Porque a Karla não era uma garota espetacularmente gostosa, daquelas que fazem os pedreiros babarem, mas também não era feia. Era uma garota de compleição pequena, magra, com cabelo loiro e olhos castanhos escuros. Em contraste com a magreza, ela tinha uns peitões grandes, que nela pareciam enormes, mas quase não tinha bunda. Era mais reta atrás. Era uma garota bonitinha, mas como eu disse antes, não era de tirar o fôlego.
No entanto, quando ela me abriu a porta, vi que tinha se arrumado e estava mais gostosa do que de costume. Ela estava maquiada com uma maquiagem natural, os lábios pareciam sensuais num tom rosa carne, o tom natural dela, mas parecia diferente. Ela usava uma blusa branca de botão, no estilo executiva, e os peitos dela estavam cheios num decote que os exibia sem pudor. Vi que ela usava um sutiã que devia ter uns enfeites ou detalhes, porque através da blusa marcavam umas figuras indecifráveis. Ela usava uma saia preta bem justa, marcava a silhueta, destacava a magreza dela, mas como estava de salto alto, parecia sensual.
Nós entramos e ela ia na minha frente, só vi que ela apontou pro quarto e eu passei pra lá. Depois ela voltou com o laptop pra baixar o arquivo que eu tinha no meu pendrive e com isso terminar o ensaio. Depois disso, ela disse que ia pegar uma coisa no quarto dela e saiu. Fazendo um eco sonoro com os saltos, vi ela se afastando pela porta.
Dava pra ver uma bundinha pequena, mas apetitosa. Com aquele movimento harmônico de quadril e em sintonia com o barulho do salto. Sem dúvida, a Karla estava mais arrumada do que de costume.
Quando ela voltou, trouxe com ela a câmera digital com a qual faria as fotos. Era uma câmera semi-profissional, de marca boa. Ela a trouxe pendurada no pescoço, a cada passo que dava, balançava nos peitos dela, fazendo eles tremerem de um jeito natural, e ela tava muito sensual e gostosa. Quando vi ela vindo, só consegui sorrir porque a cena me achava engraçada; Karla, caminhando sensual, rebolando a bunda no ritmo do próprio salto e a câmera quicando nos peitos dela, aquilo tinha que ver pra entender!
Pensei que não íamos levar nem dez minutos pras fotos. E no fim, levamos pouco mais de duas horas.
Ela me disse pra escolher onde eu ia sentar pro retrato. Tinha o sofá de três lugares e o love seat pequeno de um lugar só. Escolhi o love seat. Sentei lá e ela ficou na minha frente. Se inclinou um pouco e, quando fez isso, o decote dela abriu mais e os peitos apareceram ainda mais. De repente, senti o flash na minha cara.
Ela olhou a foto no visor da câmera e riu.
— Será que fico tão ruim assim? — perguntei, rindo um pouco também.
— É que você fechou os olhos. Olha, fica à vontade que vou tirar outra.
Eu me sentei largado no sofá e sorri um pouco pra foto. Ela se ajoelhou de novo e o decote apareceu outra vez. Era impossível não olhar pra lá, mas tentei focar na lente. Ela tirou a foto. Olhou e riu de novo.
Colocou uma mão na cintura e me explicou com paciência: Olha — disse — pra um retrato ficar bom, às vezes é melhor a pessoa não saber que vai ser fotografada, aí sai mais natural. Mais espontâneo e natural, mas nesse caso é preciso trabalhar mais a foto. O truque de um retrato é captar a essência, não só o corpo. Ou seja, tem que pegar os gestos que mostram a personalidade e, com isso, o retrato diz "algo" sobre o sujeito. Você não trouxe seu violão?
— Não, claro que não — respondi — porque não sabia que íamos demorar tanto pra um simples retrato.
— Ok, me espera aqui que vou pegar o violão do meu irmão. Dito isso, saiu pela porta de novo, rebolando a bunda no ritmo do Taconeo. Era uma imagem bonita. Quando ela voltou, trouxe um estojo rígido com o violão dentro e a câmera pendurada entre os peitos, balançando a cada passo. E quando andava, colocava um pé na frente do outro, fazendo o movimento do quadril ficar maior, e com isso aumentava o balanço dos peitos. Era uma imagem sensual.
Ela me entregou o estojo e pediu pra eu tirar o violão.
Abri o estojo e vi o violão. Era uma guitarra elétrica de corpo semi-oco, da marca Epiphone, um estilo bem vintage, era uma Epiphone Dot Casino na cor sunburst. Era uma guitarra linda, eu tirei ela e coloquei na frente dos meus olhos, surpreso. Era uma guitarra sem dúvida linda.
Ela pediu pra eu tocar alguma coisa, enquanto ela tentaria fazer a foto. Eu coloquei ela entre minhas pernas, como se deve fazer, e comecei a tocar uma escala simples. A guitarra soava linda. Mesmo sendo uma guitarra elétrica, por ser semi-oca, ela soa sem estar conectada, dando um som acústico bem jazzístico. Depois disso, toquei um pouco de "Canción para mi muerte" do Charly García. Ela se colocou na minha frente e se inclinou de um jeito que dava pra ver os peitos dela por completo, eu via entre os dois até a parte onde se vê o sutiã, ali onde as duas taças se encontram.
— Continua tocando — ela me disse num sussurro, como se não quisesse me interromper.
Eu continuei tocando e não sei, se foi o fato de ter aquela guitarra nas minhas mãos ou o lugar, ou talvez a imagem sensual dela, mas me senti inspirado. E cantei um pouco da música — com minha voz horrível — enquanto fazia isso, fechei os olhos e continuei cantando. Enquanto cantava, ouvia os cliques da câmera e um ou outro flash, era desconfortável.
Quando terminei a música, ela bateu palmas um par de vezes e me disse:
— Perfeito, perfeito. Mas a foto nunca ficou boa.
— Então o que você esteve fazendo durante o show inteiro? — perguntei brincando, e nós dois rimos.
— Olha, é preciso que você se sinta mais à vontade. E que escolha uma pose mais natural. Menos travada. O Retrato é mais do que só capturar o boneco, lembra, tem que capturar a personalidade e a "alma" do sujeito. Olha — ela me disse enquanto se aproximava de mim — melhor coloca o violão assim, e pegou minha mão esquerda e abaixou um pouco, enquanto me arrumava desse jeito, pude sentir o roçar dos peitos dela no meu ombro, eram macios mas firmes. Depois, com a outra mão, tocou meu queixo e inclinou um pouco pra eu pegar melhor a luz, eu virei um pouco e vi o decote dela ali, perto de mim, e dessa vez pude perceber um pouco mais, como eu suspeitava, o sutiã dela tinha detalhes com renda preta e umas figurinhas marcavam por cima da blusa que parecia apertada segurando os peitos dela. Ela se afastou um pouco e pediu pra eu tocar do jeito que ela tinha me arrumado.
A pose era meio desconfortável, mas eu tentei tocar e "sentir" a música. Então toquei um pouco de blues, porque era o que mais inspirava aquele violão, toquei "All My Love in Vain" do Robert Johnson, mas com os arranjos do Clapton, e o violão soava muito bem. Eu me deixei levar e continuei tocando, ela dava voltas em volta de mim e tirava fotos de todos os lados, eu fechei os olhos e toquei, me deixei levar. Pra fechar, toquei o turnaround clássico de blues e ela aplaudiu de novo.
— Consegui, parece que já tenho o retrato. — Ela disse enquanto tirava a câmera, e ao fazer isso, os peitos dela balançavam desiguais, um pra baixo e o outro pra cima.
Ela se aproximou de mim e me mostrou algumas fotos. Era uma boa fotógrafa, tinha várias poses e tinha pegado uns ângulos legais. Eu olhava as fotos e desviava o olhar pro decote dela. Por mais que tentasse, era impossível não olhar.
— Agora é a sua vez de tirar minhas fotos. Onde você quer que eu me sente? — Ela disse.
— Senta onde você quiser. — E enquanto isso, peguei minha câmera compacta, uma câmera comum mesmo. Ela sentou no sofá grande e se inclinou a três quartos pra eu fotografar ela. Em dois segundos, já tinha a foto. E falei pra ela:
— Pronto.
— Tão rápido? Deixa eu ver...
E eu mostrei a foto pra ela. Ela disse que estavam boas, mas que era melhor eu testar com a câmera dela. E colocou ela nas minhas mãos, pedi pra ela me ensinar rapidinho como mexer naquilo e ela se aproximou de mim, veio por trás de mim pra explicar, enquanto com uma mão me mostrava como fazer com cada botão e eu segurava a câmera. Senti de novo o roçar dos peitos dela nas minhas costas e braço. Eram toques inocentes, mas me causavam um impacto sensual. Claro, depois de ter visto o decote dela algumas vezes.
Ela sentou de novo e se ajeitou enquanto eu tirava as fotos.
— Terminamos — falei. E vimos as fotografias. Tinha um par de fotos boas, onde ela realmente aparecia gostosa.
— Pronto — ela disse — Agora você não trouxe sua modelo pra fotografia erótica, trouxe? Ao falar isso, tive a impressão de que ela se erguia de um jeito que os peitos dela ficavam ainda mais expostos. Eu vi, mas tentei disfarçar e só ri.
— Não, pô... ela não pôde vir. Nós dois rimos da besteira.
— Ok. Então me espera aqui. E ela saiu de novo. Vi como ela rebolava a bunda enquanto se afastava. Quando voltou, trazia algo nas mãos, mas não consegui identificar o que era. Ela sentou e me pediu pra pegar a câmera.
Eu obedeci. Ela tirou os saltos. Eu não sabia o que ela ia fazer, mas ainda na minha idiotice, falei de brincadeira:
— Não tira não, assim tá bom... assim posso tirar as fotos.
Ela me olhou e sorriu.
— Idiota, agora vai tirar as fotos. E começou a colocar uma meia: primeiro enfiou o pé, depois com as duas mãos puxava a meia pra cima. E sorria pra mim.
— Você não vai tirar nada?
Eu liguei a câmera e comecei a me aproximar das mãos dela, tentando enquadrar a perna inteira, ela estava linda. Ela subiu a meia e, enquanto desenrolava mais, quando chegou no topo, vi que a meia tinha uma parte grossa com renda e detalhes, algo delicioso ao toque. Sem dúvida. Ela só sorria. E colocou a outra meia:
— De tão longe não vai sair nada... chega mais perto — ela disse. E começou a desenrolar a outra. media.
Eu me aproximei e comecei a tirar fotos pra todo lado. Tentava capturar cada detalhe. Fiquei na frente dela e vi os peitos redondos e grandes por baixo do decote, ela me olhou e sorriu. Eu estava com a câmera pra baixo.
Quando ela terminou de colocar as meias, pensei que já tinha acabado, e ela se aproximou pra ver as fotos. Chegou pelo meu lado direito e eu senti ela esfregar os peitos em mim. Viu umas fotos e me perguntou: "Isso basta ou você quer tentar umas fotos mais eróticas?" Falou isso enquanto mordia o lábio de um jeito irresistível, porque além disso eu sentia os peitos dela me pressionando. Era óbvio que ela tava me seduzindo com gosto, desde quando? que eu mal tinha percebido.
— Não sei, o que mais você tem em mente? — falei.
Ela pegou umas ligas e disse: "então olha e aproveita." Levantou um pouco a saia e colocou a liga na meia, enquanto me olhava de um jeito sensual, eu tentei tirar a foto. Depois foi subindo a saia devagar, mais e mais, até prender a liga na calcinha. Não vi tudo, mas era uma calcinha cinza com detalhes pretos. Aí ela se virou e colocou a da outra perna. Eu tirava fotos, com luz, contra a luz, do jeito que desse... no fim já tava excitado e começando a sentir o pau endurecer. Ela ficou de costas pra mim, levantou uma perna numa mesinha e se virou pra me olhar enquanto eu tirava a foto. Virou de frente e sentou no love seat, e começou a abrir mais a blusa, deixando o sutiã aparecer. Cinza com detalhes de renda preta. E eu, vendo aquilo, mordi o lábio e tirei várias fotos. Ela abriu mais uns botões da blusa.
— Já? — ela perguntou.
— Sim, acho que já. Valeu.
Me inclinei pra mostrar as fotos pra ela, e ela não fechou a blusa, só olhou e riu.
— Bom, eu sou bonita e sou gostosa. Mas já é isso? Essas são suas fotos eróticas? — perguntou num tom que queria me provocar a pedir mais.
— Bom, é... é que não sei. — não terminei de falar quando ela me interrompeu.
— Ok. Continuam as minhas. Para. começa tirando a camisa.
– Eh...
– Vai, eu já te mostrei algo. Você fez suas fotos e não pediu poses. Eu vou te pedir coisas. Ela disse com um tom sensual e imperativo. Vamos, tira a camisa. Comecei a desabotoar minha camisa. E ela tirava fotos, das minhas mãos, dos meus braços. Tirei a camisa e coloquei no sofá. Embora estivesse usando uma camiseta branca por baixo, por causa do frio.
– Agora coloca sua mão como se fosse tirar o cinto.
– Como? – Perguntei entre não ter ouvido direito e não acreditar no que ouvi.
Ela se aproximou de mim e pegou minhas mãos, colocando uma no cinto. Foi um toque sensual. Ela se afastou e tirou a foto.
– Tira ele. – Ela disse.
E eu tirei o cinto.
– Abre a calça jeans...
Comecei a abrir a calça jeans. Ainda estava com a camiseta branca, e ao abrir a calça aparecia minha cueca preta por baixo. Ela se aproximou de mim e pediu para eu abaixar mais a calça. Tirou a foto.
Tirei a calça jeans. Ela me colocou perto da janela e tirou uma foto contra a luz. A foto era da minha pélvis, marcando o volume do meu pau meio ereto. Ela tirou a blusa de vez e eu vi os peitos dela dentro de um sutiã cinza com detalhes pretos. Suspirei.
– Gostou?
– É bonito... fica bem em você. – Falei. E ela me entregou a câmera. Vai, tira sua foto erótica.
Eu me aproximei dela e peguei nos peitos dela, duas ou três vezes. Pedi para ela colocar uma mão perto como se fosse tirar o sutiã. Ela pediu para eu indicar a pose. Eu me aproximei e peguei a mão dela, coloquei sobre o sutiã... e ela sorriu. Vi que ela estava respirando ofegante quando me aproximei. Era óbvio que os dois já estavam excitados.
– Tiro ele? – Ela perguntou enquanto passava a língua nos lábios. Ela sabia do seu potencial.
– Não, melhor tira a saia. – Falei. E ela começou a desabotoar, puxando o zíper. Abriu e deixou a saia cair sensualmente. Pedi para ela não tirar os pés dali, me abaixei e tirei uma foto dos saltos dela com a saia no chão. Ela tirou os pés dali. Eu Ela tirou a câmera.
Me pediu pra tirar o jeans e os tênis completamente. Eu fiz. Ela se ajoelhou na minha frente e filmou de vários ângulos. Eu via ela se mexer e via os peitos dela com a calcinha combinando. Era uma gostosa. Tava durasso total. Ela se aproximou e começou a baixar minha cueca, me pediu pra segurar ela ali, eu segurei. Tirou a foto. Me deu a câmera. Pedi pra ela tirar o sutiã de um lado, só baixar a alça. Ela fez. Cheguei perto dela, ela virou de costas. Vi a bundinha pequena dela e me aproximei. Encostei nela, fiz ela sentir minha ereção e ela gemeu um pouco.
— Vamos largar a câmera... falei e entreguei pra ela colocar na mesinha. Enquanto ela se abaixava, pressionei a bunda dela mais com minha pélvis. Ela gemeu de novo.
— Nossa, cê tá duro... — ela disse.
— Você me deixou assim... gostosa. Falei e rimos os dois. Como se já tivéssemos feito isso várias vezes.
— O que mais você inventa? — ela perguntou. Eu só respondi: Isso. Enquanto encostava meu pau ereto, dentro da cueca, e abraçava ela por trás, pegando nos peitos dela pra acariciar. Finalmente pude sentir a textura do sutiã dela, brinquei com aquilo enquanto ela encostava a bunda mais em mim e jogou uma mão pra trás pra tentar pegar meu pau. Eu falei pra ela fazer. Ela fez, pegou meu pau. Dei um beijo no pescoço dela. Ela gemeu. Se virou e a gente se beijou. Ela segurou meu pau com firmeza. E eu deixei. Ela se abaixou, ajoelhou na minha frente e baixou a cueca me olhando. Tirou o pau, que tava molhado. Olhou pra ele e me encarou enquanto deu umas punhetadas. Levantou.
Eu virei ela de costas e meti meu pau entre as tiras da lingerie e da calcinha. Enfiei por trás e ela apalpou com a mão. Gemeu.
— Cê gosta, Karlita?
— Siiiim — fala —, cê gosta de sentir minha bunda?
— Sim. Respondi, embora os dois soubéssemos que a bunda dela não era o forte. Mas nunca tinha reparado e, sentindo assim, era perfeita. Ela pegava meu pau de um jeito que... enquanto eu me movia e beijava seus ombros, suas costas e seu pescoço, parecia que ela me masturbava.
Eu gozei. Ali dentro da calcinha dela. Meu esperma quente saiu. Ela gemeu ao sentir meu calor sujando ela. Não disse nada, só gemeu. E se virou. Eu beijei os seios dela. Ainda por cima do sutiã, ela gostou disso, mas eu já estava desabotoando por trás. Tirei o sutiã.
Vi os mamilos dela durinhos. A auréola grande. Eram uns peitos espetaculares, como já disse, em contraste com o corpo magro dela, e isso fazia eles parecerem muito maiores. Chupei eles, lambi eles. Já tinha esquecido que tinha gozado uma vez. Desci cada vez mais. Beijei o umbigo dela, enfiando minha língua, e ela gemeu entre risadas.
Quando desci até a calcinha dela, só passei o dedo de lado e vi a buceta dela, depilada quase toda, exceto por uma linha de pelos. Chupei e mordisquei um pouco. Ela tirou a calcinha. Enfiei minha língua, chupei, beijei e mais. Ela gemia e começou a se contorcer.
— Aaah sim, continua. Continua. — Ela dizia.
Eu continuei.
— Aaah, vou gozar, vou gozar. — Ela disse. E senti os espasmos dela rápidos, e então ela levantou a pélvis bem alto e se deixou cair no sofá. Ela gozou.
Ficamos um tempinho nos olhando. Olhamos o relógio e só tinha passado uma hora e vinte desde que eu tinha chegado. Sorrimos.
Ela tirou a calcinha, que estava suja porque eu tinha gozado por trás. E me disse no ouvido, num sussurro:
— Você vai me fazer amor?
Eu respondi com um beijo.
* * * * *
Depois do beijo que dei na Karla como resposta à pergunta sussurrada dela "Você vai me fazer amor?", a Karla saiu e me disse para esperar que não demorava nem dez minutos. Então eu fiquei sentado, olhando a salinha pequena, enquanto tentava não relembrar cada coisa que a gente tinha acabado de fazer; uma sessão de fotografia erótica que tinha virado uma sessão de esfregação e sexo oral, tudo espetacular. Mas agora a Karla tinha me perguntado se eu ia fazer amor com ela, e eu estava ali sentado esperando ela.
Na minha mente desfilaram um monte de coisas, desde as absurdas até as lindas. Eu tentava não focar no sexual, porque se fizesse isso, ficaria dez minutos duro e gastando minha energia numa fantasia. Já não era mais preciso ter sonhos eróticos, porque tinha tido uma sessão real com ela. E só me restava esperar por ela.
Ouvi ela descendo, dava pra escutar o taconear sensual dela na escada. Isso começou a me excitar, eu que nunca antes tinha me importado com o som de uns saltos, agora era um estímulo direto pra minha entreperna. Igualzinho um cachorrinho de Pavlov bem condicionado, meu pau começava a ficar inquieto com aquele som.
De repente ela apareceu, pela porta. Vestida com um roupão de banho e dava pra ver o cabelo dela molhado, cheirava muito bem.
— Tomei um banho, rápido. — Ela disse — Que bom que você esperou. Puta merda, Karla era realmente louca, porque como é que eu não ia esperar por ela depois do que a gente fez, se me esperava a promessa do ato amoroso aos pés dela?
É estranho, como às vezes uma pessoa em que você nunca teria reparado acaba de repente sendo um gancho perfeito pro seu desejo e sua sensualidade. Agora eu a desejava. Queria fazer amor com ela e queria sentir de novo o roçar das bundinhas dela na minha pélvis. Pequenas mas inesquecíveis, uma delícia ao toque.
— Tá bom, você cheira a recém-tomada banho. — Respondi enquanto imaginava que debaixo daquele roupão estava o corpo nu dela. Meu desejo.
— Não quer tomar um banho? — Ela me perguntou enquanto apontava pra cima. Eu realmente pensei, mas me perguntava: e se chegasse alguém? A gente já tava lá há mais de uma hora, e não era comum ela ficar sozinha em casa. Então perguntei se não tinha essa possibilidade, de chegar alguém.
— Não, eles foram viajar três dias. Desde ontem. — Ela explicou — Eu não pude ir por causa dos exames de fim de ano e tal. Eles estão com meus avós. Ela explicou que os avós moravam longe e que era impossível, a menos que o acaso quisesse, que alguém aparecesse.
Então aceitei tomar o banho. Por dois motivos: um era que eu me sentia meio sujo por causa do ato anterior, e o outro era que queria mais alguns minutos pra me acalmar e poder fazer amor com ela. Além disso, pensando bem, tinha um terceiro motivo: não seria muito cavalheiro transar pela primeira vez com alguém que acabou de se banhar e você não. Se ela tinha tomado banho, era sinal de que queria fazer tudo limpinho. Achei que era o melhor a fazer.
Ela me mandou usar o banheiro à vontade e disse que enquanto isso prepararia algo na cozinha. Já estava entardecendo e dava pra considerar aquilo um jantar pro estômago.
Quando saí do banho, me enxuguei com a toalha que ela tinha me emprestado. E vesti minha roupa — afinal, não tinha outra opção, era a única que eu tinha comigo, mas tava limpa. Minha gozada tinha ido parar toda na parte de trás da calcinha dela. Ao pensar nisso, não consegui segurar um sorriso, que, visto no espelho, me surpreendeu um pouco. Fazia quanto tempo que eu não sorria de verdade? Não sei.
Quando desci, a Karla estava arrumando a mesa. Mas ainda estava sem roupa, só de roupão. Me aproximei dela, nos olhamos e demos um beijo. Enquanto isso, ela apontou pra mesa arrumada. Era algo simples e leve. Um sanduíche médio cortado em triângulo e uma maçã em cubinhos junto com morangos, iogurte e granola. Sentamos à mesa e jantamos.
Embora o jantar fosse meio improvisado — eu imaginei —, estava uma delícia. Tinha um certo capricho naquilo: o sanduíche parecia ter alguma receita secreta, porque, embora qualquer um possa fazer um sanduíche, este tinha um gosto especial, um não-sei-o-quê que ainda não consigo decifrar. Lembrei que uma vez um professor tinha comentado na aula que, quando uma mulher se esmera em preparar comida pro homem, é porque ela se sente satisfeita e disposta a se entregar ou continuar fazendo isso. Sorri de novo com esse pensamento, nos olhamos, nos aproximamos e demos um beijo.
Ela se levantou e eu Por educação, fiz o mesmo. Ajudei ela a levar meu prato pra cozinha. E então a Karla pegou na minha mão e me levou pra sala. Quando chegamos na sala, a gente se beijou. Eu ainda tava impaciente pra sentir o corpo dela e descobrir tudo por baixo daquele roupão que cobria ela. Depois de alguns beijos, a Karla mudou de ideia, pegou minha mão e falou:
— Melhor no meu quarto, vem.
Eu segui ela de mãos dadas. E enquanto subíamos as escadas, ela na minha frente, percebi o toque suave das mãos dela, eram um pouco menores que as minhas, mas encaixavam perfeitamente, eu e ela de mãos dadas.
Entramos no quarto dela e vi que tava limpo e arrumado. As coisas estavam bem organizadas, era um quarto simples, bem iluminado com um abajur de luz branca. A cama dela tava coberta com um edredom branco com detalhes pretos e, bem na frente, uma estante com uma televisão e um aparelho de som.
A gente se beijou e eu comecei a tirar a camisa puxando pra cima. Ela me ajudou com ela. Me deu outro beijo e me jogou na cama com um empurrãozinho suave, enquanto sorria e ria. Eu olhei pra ela, acho que também com um sorriso.
Ela virou de costas pra mim e foi mexer no aparelho de som. Colocou algum álbum de música. E depois de um tempo começou a tocar, ela baixou o volume. A música não ia ser o centro das atenções, isso tava claro. Não lembro o que ela colocou, na verdade nunca soube. Só sabia que era algo de jazz contemporâneo, mas não identifiquei bem qual álbum era.
Depois, na minha frente, ela começou a desamarrar o roupão. E eu já tava esperando o roupão cair pra me mostrar generosamente os peitos dela como uma oferenda pro meu prazer. Mas não, ela não tava nua. Por baixo do roupão, que ela começou a abrir devagar, vi que ela tava usando um conjunto de lingerie simples, um sutiã com flores, preto. E uma calcinha combinando. Dessa vez não tinha detalhes de renda, mas mesmo assim achei uma delícia.
— Uau! — exclamei — eu pensei que você tava nua por baixo do roupão...
— Você não Gostou assim? - ela me perguntou enquanto se ajoelhava e, sobre a cama, avançava feito uma putinha na minha direção.
- Claro... é melhor. - falei - tanto faz, você é gostosa e me surpreende.
- Te surpreendi?
Ela perguntou enquanto acariciava meu volume por baixo da calça jeans.
- Agora é sua vez de me surpreender... - ela disse, e foi a última frase coerente e lógica que se ouviu no quarto. Apagou a luz do teto e, no lugar, acendeu umas luzinhas indiretas. Ela estava linda pra caralho envolta naquela tonalidade vermelha, enquanto se aproximava pra me beijar.
A gente se beijou, eu me levantei um pouco e beijei os peitos dela, ainda com o sutiã florido. Senti um gostinho de roupa limpa, deu pra perceber o sabor do amaciante. Depois tentei me levantar, mas ela me empurrou pra eu ficar deitado ali. E sentou na minha pélvis. Senti de novo o contato da bundinha dela, sentia como ela se mexia num vai e vem suave, tipo uma onda num mar calmo. Eu segurei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. Beijei ela, a gente se beijou. Enrolamos as línguas e, nesse ato, começamos a desenrolar os mitos do mundo; ela tinha acabado de derrubar mil mitos. O da beleza perfeita num 90-60-90 e, de quebra, varria em cada toque todos os meus medos e dúvidas. Eu desejava ela, soube que a desejava. Nunca tinha desejado ela, admito agora, mas ela tratou de gerar esse desejo em mim. Derramou a colheradas um desejo em mim.
Me levantei um pouco e passei as mãos pelos seios dela, acariciando o sutiã e sentindo os peitos dela durinhos por dentro. Cheios, firmes. Levei as mãos pra trás e comecei a procurar o fecho do sutiã dela, ela entendeu o que eu queria fazer e me ajudou a desabotoar o sutiã. Quando desabotoou, fechou os dois braços e as alças caíram enquanto ela segurava as taças, depois tirou as duas mãos devagar e o sutiã caiu na cama, e os peitos dela ficaram expostos no ar. Vi como os bicos estavam duros, tentei me levantar pra beijá-los, mas ela me empurrou de novo e, na sequência, me jogou o Sutiã na cara.
E então ela estava em cima de mim, me beijou. Senti o roçar dos seios dela no meu peito. Senti o mamilo dela endurecer e aí sim consegui descer até eles e os beijei. Depois chupei devagar enquanto ela gemia e dava um pulinho no meu quadril, e senti as nádegas dela se esfregando no meu pau já duro.
Desabotoei minha calça e ela rapidamente me ajudou a tirar. Depois deslizou para baixo, senti ela descer pelas minhas pernas enquanto tirava a calça, e então subiu devagar. Olhei ela se aproximando de mim, parou na minha pélvis e beijou meu pau ereto dentro da cueca, depois colocou na boca e chupou devagar, até finalmente tirar.
Segurou meu pau entre as mãos e passou a língua no prepúcio, lambendo toda a glande. Enfiou entre os lábios dela e segurou ali, enquanto com a língua acariciava e massageava toda a glande, fazendo semicírculos e depois levando a língua para cima e para baixo.
Eu toquei as bochechas dela com uma mão. Depois afastei ela do meu pau. Se ela continuasse, ia me fazer gozar ali mesmo e não ia ter penetração, disso eu tinha certeza. Porque já estava muito excitado. Até senti um pouco de líquido pré-seminal saindo.
Ela entendeu. Se afastou. Eu me levantei, agarrei ela pela cintura, virei ela e deitei na cama. Me joguei em cima dela, meu pau bateu na pélvis dela por cima da calcinha, senti uma dorzinha quando afastei meu pau dela, porque a glande molhada grudou na calcinha, beijei ela. Nos beijamos.
E ela, num tom de voz superexcitada, disse:
— Faz amor comigo, mete em mim. Não aguento mais.
— Você quer? — perguntei, enquanto segurava meu pau pela base e batia na bucetinha dela por cima da calcinha.
— Siiim, agorrrra.
Eu deslizei para baixo e tirei a calcinha dela, depois mordisquei toda a bucetinha, começando pelos lábios maiores, abrindo com os dedos e depois chupando o clitóris. Ela começou a mexer a pélvis involuntariamente enquanto dizia entre gemidos:
— Agora, ah sim, agorrrra. Mete... ah.
E gozou mais uma vez, bem na minha boca. Senti como ela se mexia violentamente e soltava os sucos dela, eu saboreei extasiado o sal dela. Ela parou um pouco. E se deixou cair. Me pediu de novo pra penetrar ela, que não aguentava mais.
Eu subi até a boca dela e calei ela com um beijo. Enquanto ajustava meu pau pra fora da buceta dela. Ela pegou ele com a mão e começou a encaixar no buraquinho dela: empurrou pra dentro.
Senti como entrava devagar e deslizava fácil, as paredes dela estavam molhadas e meu pau também. Devagar senti entrando, sentia como a escuridão e a umidade dela me abraçavam. Era uma sensação indescritível. Sentia como, ao entrar a haste do meu pau, a veia mais grossa que tenho se apertava quando ela contraía a buceta dela. Daí comecei a mexer meu quadril pra dentro e pra fora, devagar. E ela também mexia a pélvis dela. Não íamos demorar pra gozar assim.
Ela levou a mão dela até o clitóris pra acariciar enquanto eu penetrava ela, e gemia.
Tirei um pouco o pau e segurei pela base e sacudi dentro da buceta dela. Suave, mas fazia ela vibrar. Ela começou a se contorcer quando eu fazia isso. E gozou ali.
— Aaah sim, continua. Tô gozando. Faz isso de novo, faz vibrar.
Eu obedeci e ela gozou. Selvagemente. Eu respeitei o gozo dela. Daí tirei meu pau e desci pra beijar a buceta dela de novo. Beijei. Chupei.
Ela se levantou e ficou de quatro. Eu entendi rápido e fiquei atrás dela. Aproximei meu pau da buceta dela por trás e de novo ela direcionou e começou a meter.
Eu senti de novo como se abria, mas dessa vez a buceta toda dela estava menos rígida. Entrei fácil. Daí, quando enfiei o pau todo até o fundo, coloquei minha mão na lombar dela e apertei pra ela deitar na cama, ela ficou deitada mas com a bunda levantada, eu penetrava ela e mexia meu quadril pra fora e pra dentro, pra fora e pra dentro. Ela começou a gemer e eu tava quase gozando junto com ela.
— Aaah sim, continua... continua... me dá... Ahhh mais. Maaaaais, ela dizia.
—Vou... ahhh já vou gozar, espera, já...
—Antes faz ela vibrar, de novo vamooo---ooos — ela disse — eu obedeci, ou seja, tirei um pouco o pau e depois com a mão fiz ele vibrar dentro dela. Enquanto isso, ela gemia de um jeito gutural, mas cortando o som:
—Aaaa-aa----aaaa mmmm aaaa-- siiiim.
Eu senti que ia gozar, cada vez que vibrava sentia o esperma subindo e prestes a explodir. Então comecei a meter e tirar tudo, ou seja, tirava o pau inteiro e depois metia inteiro de novo, ela gemia.
—Jáááá. goooorza, não aguento mais. — ela dizia e se esfregava violentamente o clitóris com a mão.
Eu meti até o fundo e senti que explodi. Duas explosões, depois comecei a tirar e espirrei nela um terceiro jatinho, nas bundinhas dela.
Nós nos deixamos cair na cama. Extasiados. Eu já não aguentava mais, minhas pernas tremiam. Ela também estava exausta, percebi pela respiração profunda. Deitamos juntos e nos demos as mãos, nenhum de nós dizia nada, não queríamos quebrar o silêncio. E por mim, nem sabia o que dizer. Como tudo tinha virado essa situação de prazer extremo?
O que dizer nesse caso? Nada, não podia dizer nada.
Ficamos um tempão deitados na cama. Depois ela se levantou e ouvi ela abrir o chuveiro. Sem dizer nada, fui com ela e tomamos banho juntos.
No dia seguinte na escola, quando entregamos nossos trabalhos em grupo. E começamos a nos despedir por causa do fim do semestre, me deu na telha de cantar a plenos pulmões:
—"Quando eu morrer e tiverem que me enterrar, quero que seja com uma das suas fotos pra eu não ter medo de ficar lá embaixo"...
Ninguém entendeu meu surto de alegria, mas a Karla sorriu pra mim e se aproximou pra pedir se a gente ficava naquela noite, em vez de ir jantar com todo mundo...
J.R. 2016
E aí? Comentem.
Quando eu era estudante de faculdade, o currículo da minha universidade incluía obrigatoriamente uma oficina, à escolha. Não importava quando nem qual oficina fosse, mas era um requisito para a formatura ter cumprido os créditos correspondentes a uma oficina. Quando eu estava no sétimo semestre, decidi me matricular numa oficina. Fotografia. Era verdade que as oficinas eram uma matéria de encher linguiça e um mero requisito, mas eu não queria cair numa oficina de qualquer outra coisa mais chata, tipo: culinária, leitura e redação, futebol, dança, etc.
Na oficina, nos inscrevemos eu e uma colega e companheira minha, que vou chamar de Karla. Ela era uma garota simpática, eu gostava dela. Sempre que a gente se encontrava, a gente se divertia. Ela costumava rir das minhas besteiras, e às vezes até incentivava eu continuar falando minhas besteiras.
Além da oficina que a gente teria em comum, por acaso ficamos juntos num grupo de trabalho pra uma matéria comum. E ao longo do semestre, a gente tinha que fazer uma apresentação e um ensaio entre todo o grupo.
A oficina tinha um plano simples: a gente veria o básico de fotografia; enquadramento, iluminação, perspectiva e terminaríamos com edição digital. Pra concluir, a gente tinha que apresentar três trabalhos emoldurados e expô-los na galeria central da universidade. Os temas a entregar eram três: paisagem, retrato e um terceiro trabalho livre. Desde que cumprissem o que foi visto no curso e incluíssem edição fotográfica.
Quando o curso começou, era simples e parecia fácil. Mas no final, quando o tempo tava acabando, essas três fotografias ameaçavam ferrar com o cumprimento total e, consequentemente, a obtenção desses créditos.
Uma noite, conversando com a Karla sobre isso, a gente concordou que seria uma puta merda conseguir ter tudo pronto em tão pouco tempo. Naquela época, a gente ainda usava o já descontinuado Messenger, e então a Karla teve uma ideia simples. pra que nós dois pudéssemos cumprir. Mais ou menos começou assim:
— Já tem sua parte do ensaio que eu preciso anexar pro nosso trabalho final? — Karla falava de um ensaio que a gente tinha que fazer entre 4 pessoas do mesmo grupo, que tinha que apresentar sobre o tal tema.
— Tô fazendo — falei pra ela. Tô fazendo agora, mas acho que não vou conseguir terminar hoje.
— Tá bom. Amanhã você me entrega à tarde, vai?
— Sim, amanhã te entrego.
— Dá pra trazer lá em casa? É que não consigo sair pra imprimir e senão não vai dar tempo. Era uma questão de logística que todo mundo entendia perfeitamente, se vocês não entenderem, não se preocupem, é algo complicado de explicar e só quem tava no grupo entenderia.
— Tá bom, sim — falei pra ela.
— Ei... e você já tem suas três fotografias? — ela me perguntou, lembrando daquela merda do trabalho da oficina.
— Uuuh, não. Não tenho. Só tenho uma. A da paisagem.
— Poxa. Eu tô sem o retrato — ela me disse. Com isso, quis dizer que já tinha as outras duas. O curso tava seriamente ameaçado se a gente não conseguisse as outras fotos, mas já não tinha muito tempo. Então Karla teve uma ideia maravilhosa. Ela falou:
— Ei, se quiser amanhã quando vier aqui em casa, eu tiro uma sua e você tira uma minha e aí a gente já tem os retratos.
— Ok. Boa ideia — falei pra ela. Afinal, é uma matéria de encher linguiça.
— E qual vai ser seu tema livre? — ela me perguntou.
— Bom... talvez erotismo — respondi, numa das minhas piadas de sempre. E ela só respondeu:
— Kkkkk tá bom. Ei, se quiser traz uma das suas guitarras e tira uma foto aqui, lá em casa tem uma salinha num quarto quase vazio, mas fica bom pra fotos, tem uma janelona que dá uma luz boa e tem madeira em alguns lugares. Assim você tira duas de uma vez e já cumpre pra ter os créditos.
— Bom, a gente vê... — respondi e ficou por isso. No dia seguinte eu iria na casa dela e entregaria o trabalho e Nós tiraríamos as fotos. Com isso, eu terminava todo o meu trabalho e ficava livre para o fim do semestre, que era algo que quase todos nós ansiamos. As férias.
No dia seguinte, fui na casa da Karla. E ela me abriu a porta. Me surpreendi como ela estava vestida. Porque a Karla não era uma garota espetacularmente gostosa, daquelas que fazem os pedreiros babarem, mas também não era feia. Era uma garota de compleição pequena, magra, com cabelo loiro e olhos castanhos escuros. Em contraste com a magreza, ela tinha uns peitões grandes, que nela pareciam enormes, mas quase não tinha bunda. Era mais reta atrás. Era uma garota bonitinha, mas como eu disse antes, não era de tirar o fôlego.
No entanto, quando ela me abriu a porta, vi que tinha se arrumado e estava mais gostosa do que de costume. Ela estava maquiada com uma maquiagem natural, os lábios pareciam sensuais num tom rosa carne, o tom natural dela, mas parecia diferente. Ela usava uma blusa branca de botão, no estilo executiva, e os peitos dela estavam cheios num decote que os exibia sem pudor. Vi que ela usava um sutiã que devia ter uns enfeites ou detalhes, porque através da blusa marcavam umas figuras indecifráveis. Ela usava uma saia preta bem justa, marcava a silhueta, destacava a magreza dela, mas como estava de salto alto, parecia sensual.
Nós entramos e ela ia na minha frente, só vi que ela apontou pro quarto e eu passei pra lá. Depois ela voltou com o laptop pra baixar o arquivo que eu tinha no meu pendrive e com isso terminar o ensaio. Depois disso, ela disse que ia pegar uma coisa no quarto dela e saiu. Fazendo um eco sonoro com os saltos, vi ela se afastando pela porta.
Dava pra ver uma bundinha pequena, mas apetitosa. Com aquele movimento harmônico de quadril e em sintonia com o barulho do salto. Sem dúvida, a Karla estava mais arrumada do que de costume.
Quando ela voltou, trouxe com ela a câmera digital com a qual faria as fotos. Era uma câmera semi-profissional, de marca boa. Ela a trouxe pendurada no pescoço, a cada passo que dava, balançava nos peitos dela, fazendo eles tremerem de um jeito natural, e ela tava muito sensual e gostosa. Quando vi ela vindo, só consegui sorrir porque a cena me achava engraçada; Karla, caminhando sensual, rebolando a bunda no ritmo do próprio salto e a câmera quicando nos peitos dela, aquilo tinha que ver pra entender!
Pensei que não íamos levar nem dez minutos pras fotos. E no fim, levamos pouco mais de duas horas.
Ela me disse pra escolher onde eu ia sentar pro retrato. Tinha o sofá de três lugares e o love seat pequeno de um lugar só. Escolhi o love seat. Sentei lá e ela ficou na minha frente. Se inclinou um pouco e, quando fez isso, o decote dela abriu mais e os peitos apareceram ainda mais. De repente, senti o flash na minha cara.
Ela olhou a foto no visor da câmera e riu.
— Será que fico tão ruim assim? — perguntei, rindo um pouco também.
— É que você fechou os olhos. Olha, fica à vontade que vou tirar outra.
Eu me sentei largado no sofá e sorri um pouco pra foto. Ela se ajoelhou de novo e o decote apareceu outra vez. Era impossível não olhar pra lá, mas tentei focar na lente. Ela tirou a foto. Olhou e riu de novo.
Colocou uma mão na cintura e me explicou com paciência: Olha — disse — pra um retrato ficar bom, às vezes é melhor a pessoa não saber que vai ser fotografada, aí sai mais natural. Mais espontâneo e natural, mas nesse caso é preciso trabalhar mais a foto. O truque de um retrato é captar a essência, não só o corpo. Ou seja, tem que pegar os gestos que mostram a personalidade e, com isso, o retrato diz "algo" sobre o sujeito. Você não trouxe seu violão?
— Não, claro que não — respondi — porque não sabia que íamos demorar tanto pra um simples retrato.
— Ok, me espera aqui que vou pegar o violão do meu irmão. Dito isso, saiu pela porta de novo, rebolando a bunda no ritmo do Taconeo. Era uma imagem bonita. Quando ela voltou, trouxe um estojo rígido com o violão dentro e a câmera pendurada entre os peitos, balançando a cada passo. E quando andava, colocava um pé na frente do outro, fazendo o movimento do quadril ficar maior, e com isso aumentava o balanço dos peitos. Era uma imagem sensual.
Ela me entregou o estojo e pediu pra eu tirar o violão.
Abri o estojo e vi o violão. Era uma guitarra elétrica de corpo semi-oco, da marca Epiphone, um estilo bem vintage, era uma Epiphone Dot Casino na cor sunburst. Era uma guitarra linda, eu tirei ela e coloquei na frente dos meus olhos, surpreso. Era uma guitarra sem dúvida linda.
Ela pediu pra eu tocar alguma coisa, enquanto ela tentaria fazer a foto. Eu coloquei ela entre minhas pernas, como se deve fazer, e comecei a tocar uma escala simples. A guitarra soava linda. Mesmo sendo uma guitarra elétrica, por ser semi-oca, ela soa sem estar conectada, dando um som acústico bem jazzístico. Depois disso, toquei um pouco de "Canción para mi muerte" do Charly García. Ela se colocou na minha frente e se inclinou de um jeito que dava pra ver os peitos dela por completo, eu via entre os dois até a parte onde se vê o sutiã, ali onde as duas taças se encontram.
— Continua tocando — ela me disse num sussurro, como se não quisesse me interromper.
Eu continuei tocando e não sei, se foi o fato de ter aquela guitarra nas minhas mãos ou o lugar, ou talvez a imagem sensual dela, mas me senti inspirado. E cantei um pouco da música — com minha voz horrível — enquanto fazia isso, fechei os olhos e continuei cantando. Enquanto cantava, ouvia os cliques da câmera e um ou outro flash, era desconfortável.
Quando terminei a música, ela bateu palmas um par de vezes e me disse:
— Perfeito, perfeito. Mas a foto nunca ficou boa.
— Então o que você esteve fazendo durante o show inteiro? — perguntei brincando, e nós dois rimos.
— Olha, é preciso que você se sinta mais à vontade. E que escolha uma pose mais natural. Menos travada. O Retrato é mais do que só capturar o boneco, lembra, tem que capturar a personalidade e a "alma" do sujeito. Olha — ela me disse enquanto se aproximava de mim — melhor coloca o violão assim, e pegou minha mão esquerda e abaixou um pouco, enquanto me arrumava desse jeito, pude sentir o roçar dos peitos dela no meu ombro, eram macios mas firmes. Depois, com a outra mão, tocou meu queixo e inclinou um pouco pra eu pegar melhor a luz, eu virei um pouco e vi o decote dela ali, perto de mim, e dessa vez pude perceber um pouco mais, como eu suspeitava, o sutiã dela tinha detalhes com renda preta e umas figurinhas marcavam por cima da blusa que parecia apertada segurando os peitos dela. Ela se afastou um pouco e pediu pra eu tocar do jeito que ela tinha me arrumado.
A pose era meio desconfortável, mas eu tentei tocar e "sentir" a música. Então toquei um pouco de blues, porque era o que mais inspirava aquele violão, toquei "All My Love in Vain" do Robert Johnson, mas com os arranjos do Clapton, e o violão soava muito bem. Eu me deixei levar e continuei tocando, ela dava voltas em volta de mim e tirava fotos de todos os lados, eu fechei os olhos e toquei, me deixei levar. Pra fechar, toquei o turnaround clássico de blues e ela aplaudiu de novo.
— Consegui, parece que já tenho o retrato. — Ela disse enquanto tirava a câmera, e ao fazer isso, os peitos dela balançavam desiguais, um pra baixo e o outro pra cima.
Ela se aproximou de mim e me mostrou algumas fotos. Era uma boa fotógrafa, tinha várias poses e tinha pegado uns ângulos legais. Eu olhava as fotos e desviava o olhar pro decote dela. Por mais que tentasse, era impossível não olhar.
— Agora é a sua vez de tirar minhas fotos. Onde você quer que eu me sente? — Ela disse.
— Senta onde você quiser. — E enquanto isso, peguei minha câmera compacta, uma câmera comum mesmo. Ela sentou no sofá grande e se inclinou a três quartos pra eu fotografar ela. Em dois segundos, já tinha a foto. E falei pra ela:
— Pronto.
— Tão rápido? Deixa eu ver...
E eu mostrei a foto pra ela. Ela disse que estavam boas, mas que era melhor eu testar com a câmera dela. E colocou ela nas minhas mãos, pedi pra ela me ensinar rapidinho como mexer naquilo e ela se aproximou de mim, veio por trás de mim pra explicar, enquanto com uma mão me mostrava como fazer com cada botão e eu segurava a câmera. Senti de novo o roçar dos peitos dela nas minhas costas e braço. Eram toques inocentes, mas me causavam um impacto sensual. Claro, depois de ter visto o decote dela algumas vezes.
Ela sentou de novo e se ajeitou enquanto eu tirava as fotos.
— Terminamos — falei. E vimos as fotografias. Tinha um par de fotos boas, onde ela realmente aparecia gostosa.
— Pronto — ela disse — Agora você não trouxe sua modelo pra fotografia erótica, trouxe? Ao falar isso, tive a impressão de que ela se erguia de um jeito que os peitos dela ficavam ainda mais expostos. Eu vi, mas tentei disfarçar e só ri.
— Não, pô... ela não pôde vir. Nós dois rimos da besteira.
— Ok. Então me espera aqui. E ela saiu de novo. Vi como ela rebolava a bunda enquanto se afastava. Quando voltou, trazia algo nas mãos, mas não consegui identificar o que era. Ela sentou e me pediu pra pegar a câmera.
Eu obedeci. Ela tirou os saltos. Eu não sabia o que ela ia fazer, mas ainda na minha idiotice, falei de brincadeira:
— Não tira não, assim tá bom... assim posso tirar as fotos.
Ela me olhou e sorriu.
— Idiota, agora vai tirar as fotos. E começou a colocar uma meia: primeiro enfiou o pé, depois com as duas mãos puxava a meia pra cima. E sorria pra mim.
— Você não vai tirar nada?
Eu liguei a câmera e comecei a me aproximar das mãos dela, tentando enquadrar a perna inteira, ela estava linda. Ela subiu a meia e, enquanto desenrolava mais, quando chegou no topo, vi que a meia tinha uma parte grossa com renda e detalhes, algo delicioso ao toque. Sem dúvida. Ela só sorria. E colocou a outra meia:
— De tão longe não vai sair nada... chega mais perto — ela disse. E começou a desenrolar a outra. media.
Eu me aproximei e comecei a tirar fotos pra todo lado. Tentava capturar cada detalhe. Fiquei na frente dela e vi os peitos redondos e grandes por baixo do decote, ela me olhou e sorriu. Eu estava com a câmera pra baixo.
Quando ela terminou de colocar as meias, pensei que já tinha acabado, e ela se aproximou pra ver as fotos. Chegou pelo meu lado direito e eu senti ela esfregar os peitos em mim. Viu umas fotos e me perguntou: "Isso basta ou você quer tentar umas fotos mais eróticas?" Falou isso enquanto mordia o lábio de um jeito irresistível, porque além disso eu sentia os peitos dela me pressionando. Era óbvio que ela tava me seduzindo com gosto, desde quando? que eu mal tinha percebido.
— Não sei, o que mais você tem em mente? — falei.
Ela pegou umas ligas e disse: "então olha e aproveita." Levantou um pouco a saia e colocou a liga na meia, enquanto me olhava de um jeito sensual, eu tentei tirar a foto. Depois foi subindo a saia devagar, mais e mais, até prender a liga na calcinha. Não vi tudo, mas era uma calcinha cinza com detalhes pretos. Aí ela se virou e colocou a da outra perna. Eu tirava fotos, com luz, contra a luz, do jeito que desse... no fim já tava excitado e começando a sentir o pau endurecer. Ela ficou de costas pra mim, levantou uma perna numa mesinha e se virou pra me olhar enquanto eu tirava a foto. Virou de frente e sentou no love seat, e começou a abrir mais a blusa, deixando o sutiã aparecer. Cinza com detalhes de renda preta. E eu, vendo aquilo, mordi o lábio e tirei várias fotos. Ela abriu mais uns botões da blusa.
— Já? — ela perguntou.
— Sim, acho que já. Valeu.
Me inclinei pra mostrar as fotos pra ela, e ela não fechou a blusa, só olhou e riu.
— Bom, eu sou bonita e sou gostosa. Mas já é isso? Essas são suas fotos eróticas? — perguntou num tom que queria me provocar a pedir mais.
— Bom, é... é que não sei. — não terminei de falar quando ela me interrompeu.
— Ok. Continuam as minhas. Para. começa tirando a camisa.
– Eh...
– Vai, eu já te mostrei algo. Você fez suas fotos e não pediu poses. Eu vou te pedir coisas. Ela disse com um tom sensual e imperativo. Vamos, tira a camisa. Comecei a desabotoar minha camisa. E ela tirava fotos, das minhas mãos, dos meus braços. Tirei a camisa e coloquei no sofá. Embora estivesse usando uma camiseta branca por baixo, por causa do frio.
– Agora coloca sua mão como se fosse tirar o cinto.
– Como? – Perguntei entre não ter ouvido direito e não acreditar no que ouvi.
Ela se aproximou de mim e pegou minhas mãos, colocando uma no cinto. Foi um toque sensual. Ela se afastou e tirou a foto.
– Tira ele. – Ela disse.
E eu tirei o cinto.
– Abre a calça jeans...
Comecei a abrir a calça jeans. Ainda estava com a camiseta branca, e ao abrir a calça aparecia minha cueca preta por baixo. Ela se aproximou de mim e pediu para eu abaixar mais a calça. Tirou a foto.
Tirei a calça jeans. Ela me colocou perto da janela e tirou uma foto contra a luz. A foto era da minha pélvis, marcando o volume do meu pau meio ereto. Ela tirou a blusa de vez e eu vi os peitos dela dentro de um sutiã cinza com detalhes pretos. Suspirei.
– Gostou?
– É bonito... fica bem em você. – Falei. E ela me entregou a câmera. Vai, tira sua foto erótica.
Eu me aproximei dela e peguei nos peitos dela, duas ou três vezes. Pedi para ela colocar uma mão perto como se fosse tirar o sutiã. Ela pediu para eu indicar a pose. Eu me aproximei e peguei a mão dela, coloquei sobre o sutiã... e ela sorriu. Vi que ela estava respirando ofegante quando me aproximei. Era óbvio que os dois já estavam excitados.
– Tiro ele? – Ela perguntou enquanto passava a língua nos lábios. Ela sabia do seu potencial.
– Não, melhor tira a saia. – Falei. E ela começou a desabotoar, puxando o zíper. Abriu e deixou a saia cair sensualmente. Pedi para ela não tirar os pés dali, me abaixei e tirei uma foto dos saltos dela com a saia no chão. Ela tirou os pés dali. Eu Ela tirou a câmera.
Me pediu pra tirar o jeans e os tênis completamente. Eu fiz. Ela se ajoelhou na minha frente e filmou de vários ângulos. Eu via ela se mexer e via os peitos dela com a calcinha combinando. Era uma gostosa. Tava durasso total. Ela se aproximou e começou a baixar minha cueca, me pediu pra segurar ela ali, eu segurei. Tirou a foto. Me deu a câmera. Pedi pra ela tirar o sutiã de um lado, só baixar a alça. Ela fez. Cheguei perto dela, ela virou de costas. Vi a bundinha pequena dela e me aproximei. Encostei nela, fiz ela sentir minha ereção e ela gemeu um pouco.
— Vamos largar a câmera... falei e entreguei pra ela colocar na mesinha. Enquanto ela se abaixava, pressionei a bunda dela mais com minha pélvis. Ela gemeu de novo.
— Nossa, cê tá duro... — ela disse.
— Você me deixou assim... gostosa. Falei e rimos os dois. Como se já tivéssemos feito isso várias vezes.
— O que mais você inventa? — ela perguntou. Eu só respondi: Isso. Enquanto encostava meu pau ereto, dentro da cueca, e abraçava ela por trás, pegando nos peitos dela pra acariciar. Finalmente pude sentir a textura do sutiã dela, brinquei com aquilo enquanto ela encostava a bunda mais em mim e jogou uma mão pra trás pra tentar pegar meu pau. Eu falei pra ela fazer. Ela fez, pegou meu pau. Dei um beijo no pescoço dela. Ela gemeu. Se virou e a gente se beijou. Ela segurou meu pau com firmeza. E eu deixei. Ela se abaixou, ajoelhou na minha frente e baixou a cueca me olhando. Tirou o pau, que tava molhado. Olhou pra ele e me encarou enquanto deu umas punhetadas. Levantou.
Eu virei ela de costas e meti meu pau entre as tiras da lingerie e da calcinha. Enfiei por trás e ela apalpou com a mão. Gemeu.
— Cê gosta, Karlita?
— Siiiim — fala —, cê gosta de sentir minha bunda?
— Sim. Respondi, embora os dois soubéssemos que a bunda dela não era o forte. Mas nunca tinha reparado e, sentindo assim, era perfeita. Ela pegava meu pau de um jeito que... enquanto eu me movia e beijava seus ombros, suas costas e seu pescoço, parecia que ela me masturbava.
Eu gozei. Ali dentro da calcinha dela. Meu esperma quente saiu. Ela gemeu ao sentir meu calor sujando ela. Não disse nada, só gemeu. E se virou. Eu beijei os seios dela. Ainda por cima do sutiã, ela gostou disso, mas eu já estava desabotoando por trás. Tirei o sutiã.
Vi os mamilos dela durinhos. A auréola grande. Eram uns peitos espetaculares, como já disse, em contraste com o corpo magro dela, e isso fazia eles parecerem muito maiores. Chupei eles, lambi eles. Já tinha esquecido que tinha gozado uma vez. Desci cada vez mais. Beijei o umbigo dela, enfiando minha língua, e ela gemeu entre risadas.
Quando desci até a calcinha dela, só passei o dedo de lado e vi a buceta dela, depilada quase toda, exceto por uma linha de pelos. Chupei e mordisquei um pouco. Ela tirou a calcinha. Enfiei minha língua, chupei, beijei e mais. Ela gemia e começou a se contorcer.
— Aaah sim, continua. Continua. — Ela dizia.
Eu continuei.
— Aaah, vou gozar, vou gozar. — Ela disse. E senti os espasmos dela rápidos, e então ela levantou a pélvis bem alto e se deixou cair no sofá. Ela gozou.
Ficamos um tempinho nos olhando. Olhamos o relógio e só tinha passado uma hora e vinte desde que eu tinha chegado. Sorrimos.
Ela tirou a calcinha, que estava suja porque eu tinha gozado por trás. E me disse no ouvido, num sussurro:
— Você vai me fazer amor?
Eu respondi com um beijo.
* * * * *
Depois do beijo que dei na Karla como resposta à pergunta sussurrada dela "Você vai me fazer amor?", a Karla saiu e me disse para esperar que não demorava nem dez minutos. Então eu fiquei sentado, olhando a salinha pequena, enquanto tentava não relembrar cada coisa que a gente tinha acabado de fazer; uma sessão de fotografia erótica que tinha virado uma sessão de esfregação e sexo oral, tudo espetacular. Mas agora a Karla tinha me perguntado se eu ia fazer amor com ela, e eu estava ali sentado esperando ela.
Na minha mente desfilaram um monte de coisas, desde as absurdas até as lindas. Eu tentava não focar no sexual, porque se fizesse isso, ficaria dez minutos duro e gastando minha energia numa fantasia. Já não era mais preciso ter sonhos eróticos, porque tinha tido uma sessão real com ela. E só me restava esperar por ela.
Ouvi ela descendo, dava pra escutar o taconear sensual dela na escada. Isso começou a me excitar, eu que nunca antes tinha me importado com o som de uns saltos, agora era um estímulo direto pra minha entreperna. Igualzinho um cachorrinho de Pavlov bem condicionado, meu pau começava a ficar inquieto com aquele som.
De repente ela apareceu, pela porta. Vestida com um roupão de banho e dava pra ver o cabelo dela molhado, cheirava muito bem.
— Tomei um banho, rápido. — Ela disse — Que bom que você esperou. Puta merda, Karla era realmente louca, porque como é que eu não ia esperar por ela depois do que a gente fez, se me esperava a promessa do ato amoroso aos pés dela?
É estranho, como às vezes uma pessoa em que você nunca teria reparado acaba de repente sendo um gancho perfeito pro seu desejo e sua sensualidade. Agora eu a desejava. Queria fazer amor com ela e queria sentir de novo o roçar das bundinhas dela na minha pélvis. Pequenas mas inesquecíveis, uma delícia ao toque.
— Tá bom, você cheira a recém-tomada banho. — Respondi enquanto imaginava que debaixo daquele roupão estava o corpo nu dela. Meu desejo.
— Não quer tomar um banho? — Ela me perguntou enquanto apontava pra cima. Eu realmente pensei, mas me perguntava: e se chegasse alguém? A gente já tava lá há mais de uma hora, e não era comum ela ficar sozinha em casa. Então perguntei se não tinha essa possibilidade, de chegar alguém.
— Não, eles foram viajar três dias. Desde ontem. — Ela explicou — Eu não pude ir por causa dos exames de fim de ano e tal. Eles estão com meus avós. Ela explicou que os avós moravam longe e que era impossível, a menos que o acaso quisesse, que alguém aparecesse.
Então aceitei tomar o banho. Por dois motivos: um era que eu me sentia meio sujo por causa do ato anterior, e o outro era que queria mais alguns minutos pra me acalmar e poder fazer amor com ela. Além disso, pensando bem, tinha um terceiro motivo: não seria muito cavalheiro transar pela primeira vez com alguém que acabou de se banhar e você não. Se ela tinha tomado banho, era sinal de que queria fazer tudo limpinho. Achei que era o melhor a fazer.
Ela me mandou usar o banheiro à vontade e disse que enquanto isso prepararia algo na cozinha. Já estava entardecendo e dava pra considerar aquilo um jantar pro estômago.
Quando saí do banho, me enxuguei com a toalha que ela tinha me emprestado. E vesti minha roupa — afinal, não tinha outra opção, era a única que eu tinha comigo, mas tava limpa. Minha gozada tinha ido parar toda na parte de trás da calcinha dela. Ao pensar nisso, não consegui segurar um sorriso, que, visto no espelho, me surpreendeu um pouco. Fazia quanto tempo que eu não sorria de verdade? Não sei.
Quando desci, a Karla estava arrumando a mesa. Mas ainda estava sem roupa, só de roupão. Me aproximei dela, nos olhamos e demos um beijo. Enquanto isso, ela apontou pra mesa arrumada. Era algo simples e leve. Um sanduíche médio cortado em triângulo e uma maçã em cubinhos junto com morangos, iogurte e granola. Sentamos à mesa e jantamos.
Embora o jantar fosse meio improvisado — eu imaginei —, estava uma delícia. Tinha um certo capricho naquilo: o sanduíche parecia ter alguma receita secreta, porque, embora qualquer um possa fazer um sanduíche, este tinha um gosto especial, um não-sei-o-quê que ainda não consigo decifrar. Lembrei que uma vez um professor tinha comentado na aula que, quando uma mulher se esmera em preparar comida pro homem, é porque ela se sente satisfeita e disposta a se entregar ou continuar fazendo isso. Sorri de novo com esse pensamento, nos olhamos, nos aproximamos e demos um beijo.
Ela se levantou e eu Por educação, fiz o mesmo. Ajudei ela a levar meu prato pra cozinha. E então a Karla pegou na minha mão e me levou pra sala. Quando chegamos na sala, a gente se beijou. Eu ainda tava impaciente pra sentir o corpo dela e descobrir tudo por baixo daquele roupão que cobria ela. Depois de alguns beijos, a Karla mudou de ideia, pegou minha mão e falou:
— Melhor no meu quarto, vem.
Eu segui ela de mãos dadas. E enquanto subíamos as escadas, ela na minha frente, percebi o toque suave das mãos dela, eram um pouco menores que as minhas, mas encaixavam perfeitamente, eu e ela de mãos dadas.
Entramos no quarto dela e vi que tava limpo e arrumado. As coisas estavam bem organizadas, era um quarto simples, bem iluminado com um abajur de luz branca. A cama dela tava coberta com um edredom branco com detalhes pretos e, bem na frente, uma estante com uma televisão e um aparelho de som.
A gente se beijou e eu comecei a tirar a camisa puxando pra cima. Ela me ajudou com ela. Me deu outro beijo e me jogou na cama com um empurrãozinho suave, enquanto sorria e ria. Eu olhei pra ela, acho que também com um sorriso.
Ela virou de costas pra mim e foi mexer no aparelho de som. Colocou algum álbum de música. E depois de um tempo começou a tocar, ela baixou o volume. A música não ia ser o centro das atenções, isso tava claro. Não lembro o que ela colocou, na verdade nunca soube. Só sabia que era algo de jazz contemporâneo, mas não identifiquei bem qual álbum era.
Depois, na minha frente, ela começou a desamarrar o roupão. E eu já tava esperando o roupão cair pra me mostrar generosamente os peitos dela como uma oferenda pro meu prazer. Mas não, ela não tava nua. Por baixo do roupão, que ela começou a abrir devagar, vi que ela tava usando um conjunto de lingerie simples, um sutiã com flores, preto. E uma calcinha combinando. Dessa vez não tinha detalhes de renda, mas mesmo assim achei uma delícia.
— Uau! — exclamei — eu pensei que você tava nua por baixo do roupão...
— Você não Gostou assim? - ela me perguntou enquanto se ajoelhava e, sobre a cama, avançava feito uma putinha na minha direção.
- Claro... é melhor. - falei - tanto faz, você é gostosa e me surpreende.
- Te surpreendi?
Ela perguntou enquanto acariciava meu volume por baixo da calça jeans.
- Agora é sua vez de me surpreender... - ela disse, e foi a última frase coerente e lógica que se ouviu no quarto. Apagou a luz do teto e, no lugar, acendeu umas luzinhas indiretas. Ela estava linda pra caralho envolta naquela tonalidade vermelha, enquanto se aproximava pra me beijar.
A gente se beijou, eu me levantei um pouco e beijei os peitos dela, ainda com o sutiã florido. Senti um gostinho de roupa limpa, deu pra perceber o sabor do amaciante. Depois tentei me levantar, mas ela me empurrou pra eu ficar deitado ali. E sentou na minha pélvis. Senti de novo o contato da bundinha dela, sentia como ela se mexia num vai e vem suave, tipo uma onda num mar calmo. Eu segurei ela pela cintura e puxei pra perto de mim. Beijei ela, a gente se beijou. Enrolamos as línguas e, nesse ato, começamos a desenrolar os mitos do mundo; ela tinha acabado de derrubar mil mitos. O da beleza perfeita num 90-60-90 e, de quebra, varria em cada toque todos os meus medos e dúvidas. Eu desejava ela, soube que a desejava. Nunca tinha desejado ela, admito agora, mas ela tratou de gerar esse desejo em mim. Derramou a colheradas um desejo em mim.
Me levantei um pouco e passei as mãos pelos seios dela, acariciando o sutiã e sentindo os peitos dela durinhos por dentro. Cheios, firmes. Levei as mãos pra trás e comecei a procurar o fecho do sutiã dela, ela entendeu o que eu queria fazer e me ajudou a desabotoar o sutiã. Quando desabotoou, fechou os dois braços e as alças caíram enquanto ela segurava as taças, depois tirou as duas mãos devagar e o sutiã caiu na cama, e os peitos dela ficaram expostos no ar. Vi como os bicos estavam duros, tentei me levantar pra beijá-los, mas ela me empurrou de novo e, na sequência, me jogou o Sutiã na cara.
E então ela estava em cima de mim, me beijou. Senti o roçar dos seios dela no meu peito. Senti o mamilo dela endurecer e aí sim consegui descer até eles e os beijei. Depois chupei devagar enquanto ela gemia e dava um pulinho no meu quadril, e senti as nádegas dela se esfregando no meu pau já duro.
Desabotoei minha calça e ela rapidamente me ajudou a tirar. Depois deslizou para baixo, senti ela descer pelas minhas pernas enquanto tirava a calça, e então subiu devagar. Olhei ela se aproximando de mim, parou na minha pélvis e beijou meu pau ereto dentro da cueca, depois colocou na boca e chupou devagar, até finalmente tirar.
Segurou meu pau entre as mãos e passou a língua no prepúcio, lambendo toda a glande. Enfiou entre os lábios dela e segurou ali, enquanto com a língua acariciava e massageava toda a glande, fazendo semicírculos e depois levando a língua para cima e para baixo.
Eu toquei as bochechas dela com uma mão. Depois afastei ela do meu pau. Se ela continuasse, ia me fazer gozar ali mesmo e não ia ter penetração, disso eu tinha certeza. Porque já estava muito excitado. Até senti um pouco de líquido pré-seminal saindo.
Ela entendeu. Se afastou. Eu me levantei, agarrei ela pela cintura, virei ela e deitei na cama. Me joguei em cima dela, meu pau bateu na pélvis dela por cima da calcinha, senti uma dorzinha quando afastei meu pau dela, porque a glande molhada grudou na calcinha, beijei ela. Nos beijamos.
E ela, num tom de voz superexcitada, disse:
— Faz amor comigo, mete em mim. Não aguento mais.
— Você quer? — perguntei, enquanto segurava meu pau pela base e batia na bucetinha dela por cima da calcinha.
— Siiim, agorrrra.
Eu deslizei para baixo e tirei a calcinha dela, depois mordisquei toda a bucetinha, começando pelos lábios maiores, abrindo com os dedos e depois chupando o clitóris. Ela começou a mexer a pélvis involuntariamente enquanto dizia entre gemidos:
— Agora, ah sim, agorrrra. Mete... ah.
E gozou mais uma vez, bem na minha boca. Senti como ela se mexia violentamente e soltava os sucos dela, eu saboreei extasiado o sal dela. Ela parou um pouco. E se deixou cair. Me pediu de novo pra penetrar ela, que não aguentava mais.
Eu subi até a boca dela e calei ela com um beijo. Enquanto ajustava meu pau pra fora da buceta dela. Ela pegou ele com a mão e começou a encaixar no buraquinho dela: empurrou pra dentro.
Senti como entrava devagar e deslizava fácil, as paredes dela estavam molhadas e meu pau também. Devagar senti entrando, sentia como a escuridão e a umidade dela me abraçavam. Era uma sensação indescritível. Sentia como, ao entrar a haste do meu pau, a veia mais grossa que tenho se apertava quando ela contraía a buceta dela. Daí comecei a mexer meu quadril pra dentro e pra fora, devagar. E ela também mexia a pélvis dela. Não íamos demorar pra gozar assim.
Ela levou a mão dela até o clitóris pra acariciar enquanto eu penetrava ela, e gemia.
Tirei um pouco o pau e segurei pela base e sacudi dentro da buceta dela. Suave, mas fazia ela vibrar. Ela começou a se contorcer quando eu fazia isso. E gozou ali.
— Aaah sim, continua. Tô gozando. Faz isso de novo, faz vibrar.
Eu obedeci e ela gozou. Selvagemente. Eu respeitei o gozo dela. Daí tirei meu pau e desci pra beijar a buceta dela de novo. Beijei. Chupei.
Ela se levantou e ficou de quatro. Eu entendi rápido e fiquei atrás dela. Aproximei meu pau da buceta dela por trás e de novo ela direcionou e começou a meter.
Eu senti de novo como se abria, mas dessa vez a buceta toda dela estava menos rígida. Entrei fácil. Daí, quando enfiei o pau todo até o fundo, coloquei minha mão na lombar dela e apertei pra ela deitar na cama, ela ficou deitada mas com a bunda levantada, eu penetrava ela e mexia meu quadril pra fora e pra dentro, pra fora e pra dentro. Ela começou a gemer e eu tava quase gozando junto com ela.
— Aaah sim, continua... continua... me dá... Ahhh mais. Maaaaais, ela dizia.
—Vou... ahhh já vou gozar, espera, já...
—Antes faz ela vibrar, de novo vamooo---ooos — ela disse — eu obedeci, ou seja, tirei um pouco o pau e depois com a mão fiz ele vibrar dentro dela. Enquanto isso, ela gemia de um jeito gutural, mas cortando o som:
—Aaaa-aa----aaaa mmmm aaaa-- siiiim.
Eu senti que ia gozar, cada vez que vibrava sentia o esperma subindo e prestes a explodir. Então comecei a meter e tirar tudo, ou seja, tirava o pau inteiro e depois metia inteiro de novo, ela gemia.
—Jáááá. goooorza, não aguento mais. — ela dizia e se esfregava violentamente o clitóris com a mão.
Eu meti até o fundo e senti que explodi. Duas explosões, depois comecei a tirar e espirrei nela um terceiro jatinho, nas bundinhas dela.
Nós nos deixamos cair na cama. Extasiados. Eu já não aguentava mais, minhas pernas tremiam. Ela também estava exausta, percebi pela respiração profunda. Deitamos juntos e nos demos as mãos, nenhum de nós dizia nada, não queríamos quebrar o silêncio. E por mim, nem sabia o que dizer. Como tudo tinha virado essa situação de prazer extremo?
O que dizer nesse caso? Nada, não podia dizer nada.
Ficamos um tempão deitados na cama. Depois ela se levantou e ouvi ela abrir o chuveiro. Sem dizer nada, fui com ela e tomamos banho juntos.
No dia seguinte na escola, quando entregamos nossos trabalhos em grupo. E começamos a nos despedir por causa do fim do semestre, me deu na telha de cantar a plenos pulmões:
—"Quando eu morrer e tiverem que me enterrar, quero que seja com uma das suas fotos pra eu não ter medo de ficar lá embaixo"...
Ninguém entendeu meu surto de alegria, mas a Karla sorriu pra mim e se aproximou pra pedir se a gente ficava naquela noite, em vez de ir jantar com todo mundo...
J.R. 2016
E aí? Comentem.
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