
Capítulo Dezoito—Já vai…— A campainha continuava tocando insistentemente. Fui até a porta com um certo medo, mas resignado. Um dia eu teria que pagar por todas as coisas que fiz. Abri a porta e, para minha surpresa, quem estava parado ali não era nenhuma das opções que eu tinha imaginado.
—Oi, cunhadinho…— Disse aquele monumento à voluptuosidade. O pecado em forma de mulher.
—Luciana…— Falei, observando ela.
—Eu e minha garrafa de tequila estávamos entediadas e pensamos: por que não nos divertir com nosso cunhadinho do coração?— Olhei para Luciana. Ela tinha uma garrafa de tequila na mão e estava tão puta quanto sempre. Uns minishorts jeans, uma regata preta com um decaço enorme, botas texanas, a cabeleira loira solta… Que diferença fazia? Deixei ela entrar. Ela, como se estivesse na própria casa, foi até a cozinha preparar sei lá o quê. E olha que era a primeira vez que pisava na minha casa.
—Vou tomar um banho…— Falei, pra clarear a mente. Me tranquei no banheiro e deixei a água cair na minha cabeça. Não queria pensar muito. Com certeza a Luciana tinha ficado sabendo de tudo e veio chutar cachorro morto. Levei uns 10 minutos no chuveiro. Enrolei uma toalha na cintura e saí do banheiro em direção ao meu quarto pra pegar uma roupa.
—Ei, safadinho do meu coração, que porra é essa?— Disse Luciana, me mostrando um estojo vazio.
—Ah… A Jazmín me deu esse CD ontem à noite…— Falei, sem muita vontade.
—Do que eu perdi?— Ela disse, meio surpresa. Algo estranho estava rolando.
—Não perdeu nada, são as fotos que você tirou da gente e…— Luciana soltou uma gargalhada.
—Haha, você nem viu o que tem nesse disco?— Disse ela, rindo. Eu não tava entendendo nada.
—Não… Por quê?— Tinha certeza de que eram as fotos. Não podia ser outra coisa. O que mais poderia ser?
—Oh, oh! Só vi um pouquinho, mas vai te surpreender tanto quanto a mim…— As coisas estavam realmente estranhas, não eram muitas as coisas que surpreendiam a Luciana. Ela pegou minha mão e me empurrou. Caí sentado no sofá.
—Fica aí, já volto— Disse e saiu. Rápido pra cozinha. As botas texanas dela ecoaram no assoalho de madeira. O que será que ela estava tramando? Olha só como ela entrava na cozinha. Que rabo enorme que a puta tinha. Meu Deus, com toda a confusão que eu tava e eu ali olhando a bunda dela. Luciana voltou com a garrafa de tequila, umas rodelas de limão, sal e copos. Sentou do meu lado animada e serviu dois tragos.
— Então, desde quando a Jazmín sabe de tudo? — Ela me perguntou sorrindo, como se aquilo fosse algo bom ou divertido.
— Sei lá... ontem à noite ela soltou tudo, as coisas foram pro caralho... — Falei meio sem vontade.
— Mmmm... Vamos brindar — Ela disse, me dando um copo de tequila.
— Pra que vamos brindar?... acho que não tenho motivo pra brindar... — Luciana me olhou com os olhos brilhando de empolgação.
— Vamos brindar porque nem tudo tá tão ruim quanto você pensa... — Dito isso, nós dois viramos a tequila de uma vez. O álcool queimou minha garganta. Mas fez bem, eu precisava sentir algo forte.
— Mais um! — Disse Luciana e serviu outro gole. A gente bebeu mais rápido que o primeiro.
— E agora... que comece o show — Ela disse e apertou o play no aparelho de DVD. A imagem estava preta. Luciana serviu mais um trago.
A imagem apareceu de repente na TV. Era um vídeo caseiro... Demorei uns segundos pra perceber que a câmera estava no quarto da Jessie. A câmera se mexia, alguém tava ajustando. Apontava pra cama, mas não tinha ninguém. A luz da lua entrava pela janela, dando uma iluminação romântica e cinematográfica pra imagem.Sobe na cama…Essa era a voz da Jasmim? Jessie apareceu na câmera. Tava com o uniforme da escola. Parecia nervosa. Sentou na cama e ficou parada, sem saber bem o que fazer. Que vídeo era esse?-Fala a sua, Jessie…-Era a voz da Jasmim. Com certeza era dela. Jessie demorou uns segundos, mas olhou pra câmera e disse:Oi… sou uma puta… adoro roubar namorados e quero que você me veja fazendo minhas coisas de vadia…Minha mente não entendia nada. Luciana olhava pra mim, depois olhava pra TV, se divertindo. Jazmín entrou no quadro. Vestia uma saia preta e uma camisa branca. Tava com o cabelo solto. Foi até a cama e sentou do lado da Jessie. Passou o braço no ombro da irmã. As duas agora olhavam pra câmera. Jessie desviava o olhar pra baixo, mas quando encarava a câmera, era como se tivesse olhando pra mim.—Todo mundo tem uma obsessão pela minha irmãzinha, a princesinha, a boneca da família. Minha mãe, meu pai, a Luciana, você… e eu sei o que todo mundo vê… sei muito bem… Não é mesmo, Jessie?E dito isso, Jasmim inclinou o rosto na direção de Jessie. Não podia acreditar no que tava vendo. Jasmim encostou os lábios nos de Jessie, sua irmã mais nova. Começou a beijá-la. Jessie não se mexia, ficava ali parada, se deixando beijar. Mas aí vi que as mãos dela seguravam Jasmim pela cintura. As duas foram se deitando na cama. Jessie já não tava mais parada, aos poucos começava a beijar a irmã com a mesma paixão que ela. Eu não podia acreditar no que tava vendo.
— Pena que não me chamaram… Mais um? — disse Luciana, me dando outro copo de tequila. Tomei sem hesitar. Ela pegou outro. Meus olhos estavam arregalados. Jasmim devorava a boca de Jessie com uma paixão que eu nunca tinha visto. Jessie abraçava a irmã e se deixava levar. Dava pra ver que aos poucos ela tava curtindo aquilo. As mãos de Jasmim iam pra lá e pra cá. Percorriam o corpo da irmã rapidinho. Acariciavam as pernas dela e amassavam os peitos por cima do uniforme da escola.-Ohhmmmm… mmmmm…-
-Gostosa do jeito que você é, fica excitada com qualquer coisinha...-Luciana aumentou o volume da TV. Os gemidos de Jessie e Jazmín invadiram a sala. Jazmín, com as mãos, abriu a camisa de Jessie de uma só vez. Os botões da camisa voaram pra todos os lados. Os peitos generosos de Jessie pularam pra fora. Jazmín, fora de si, puxou o sutiã da irmã pra baixo e começou a devorar os peitos dela. Jessie parecia surpresa, mas também não fazia nada pra evitar a situação. Quando ficava excitada, se perdia.
Olhei pro meu lado e Luciana estava com uma perna em cima do sofá. Ela tava vestida com uma regata e um minishort jeans. Tinha a mão entre as pernas, já tinha desabotoado o short e aberto o zíper, enfiando a mão dentro da calcinha fio dental e se masturbando. Ela olhava fixo pra TV. Luciana nunca teve problema em fazer o que quisesse, onde quisesse e quando quisesse. Deixei ela fazer o dela.
Deus, não dava pra acreditar no que tava vendo. Jazmín tirou a camisa e a saia, ficando pelada. Agora Jessie beijava ela com a mesma intensidade. Jessie beijava o pescoço da irmã e tocava os peitos dela, as pernas. Jazmín, aos poucos, ia despindo ela... as duas se reviravam na cama com uma suavidade e uma paixão que tava me deixando louco. Os corpos delas se sincronizavam como se soubessem bem o que estavam fazendo.
Senti as mãos de Luciana na minha cintura. Ela abriu a toalha e meu pau ficou exposto como um mastro. Já tava duríssimo, nem tinha percebido que ver aquele vídeo tinha me deixado de pau duro. Ver Jazmín e Jessie daquele jeito tava me deixando louco de tesão. Sem muito preâmbulo, Luciana deu uma lambida no meu pau. Sem mais, engoliu ele pra começar a chupar rápido. Mas não parava de olhar pra TV. E também não parava de se masturbar. Ela tinha uma das mãos entre as pernas e mexia freneticamente.-...Você é uma puta e dá vontade de te comer toda…
-Aaahhh… Mmmmmm….-Os gemidos da Jessie, a voz da Jazmín. As duas estavam completamente peladas. Tinham as pernas cruzadas. Uma perna da Jazmín entre as pernas da Jessie. Uma perna da Jessie entre as pernas da Jazmín. As duas se mexiam como se estivessem se penetrando, esfregando as coxas nas bucetas. A Jazmín amassava os peitos da Jessie e chupava eles igual uma loba faminta. A Jessie arranhava as costas da Jazmín e gemia cada vez mais alto.-Agora... hora vem a parte boa....Disse Jasmim, levantando-se da cama. Jessie ficou ali, deitada, ofegante. Jasmim saiu de cena.—Masturba...Mando a Jazmín sair do quadro. Jessie olhou por trás da câmera e arregalou os olhos de surpresa. Jazmín entrou no quadro de novo. Mas dessa vez ela tava usando um cinto... um cinto com uma rola de plástico bem grande, preta e brilhante.
A boca da Luciana chupava minha rola numa velocidade danada. Ela subia e descia a cabeça sem parar, lambia, chupava e ainda me mamava nas bolas. Quando a Luciana viu o que tava rolando na tela, parou de me chupar pra olhar atentamente pra tela.-Fica de quatro...-
-Mas, Jasmim...-
-Se você gosta... não pode negar...-Jessie se colocou de quatro na cama. Tava toda pelada com aquele rabo lindo apontado pra Jazmín. Luciana tava rindo, se divertindo com a cena. Jazmín jogou lubrificante naquela rola de plástico, grossa e comprida, pendurada entre as pernas dela. Parecia que ela tava se masturbando. Ela se posicionou atrás da Jessie e apontou aquele consolo. Apontou pro cuzinho, aquele cuzinho que eu sempre quis meter, mas por um motivo ou outro nunca consegui...-Por aí não... Pelo amor...-
-Sim... por aqui sim... se te enlouquece por aí...-Jazmín empurrou e, aos poucos, aquele consolo de fogo foi entrando no cu de Jessie. Ela se agarrava aos lençóis da cama e rangia os dentes.
Não aguentei mais. Peguei a Luciana, que estava vidrada na cena, e joguei ela no chão. Ela riu, se divertindo.
— Adoro quando você vira um puto animal… — disse ela, se ajoelhando de quatro e olhando pra trás. A bunda incrível dela, redonda e firme, estava à minha disposição. Fiquei imponente, deixei a toalha cair e fiquei completamente nu. Peguei meu pau com a mão como se empunhasse uma arma. E, me colocando atrás de Luciana, puxei a calcinha fio dental dela e enfiei na buceta dela com uma estocada violenta e rápida.
— Aaai, meu Deus! Assim, filho da puta! — gritou Luciana, e comecei a meter forte. Nós dois não parávamos de olhar a TV. Jessie recebia sem piedade aquele consolo longo e grosso no cu. Aquele cu que eu tanto desejei e que agora a Jazmín tinha tomado pra ela. Jazmín tinha um sorrisão e dava pra ver que ela adorava o que tava fazendo… possuir a irmã dela.
— Mais forte, puto, mais forte! — gritava Luciana, se mexendo sozinha pra se enfiar ainda mais. Eu segurava Luciana pela cintura e metia de um jeito brutal. Meu pau entrava e saía a toda velocidade da buceta dela. A bunda dela vibrava a cada estocada.-Aaaahmmmm... mmmmmmm....-
-Como eu adoro rasgar essa bunda perfeita... todo mundo queria ela e agora... agora é minha.... -Jazmín dizia, fora de si, penetrando analmente a Jessie com brutalidade. As bochechas da bunda de Jessie vibravam a cada estocada da irmã dela. Tirei meu pau de dentro da Luciana e, sem mais, apoiei ele na entrada do cu dela.
—Sem piedade! —gritou Luciana, e os desejos dela eram ordens. De um só impulso, enfiei meu pau inteiro no cu dela e comecei a foder ela que nem um animal possesso. Não conseguia parar de olhar pra tela. Jazmín fodendo a Jessie... era demais. Elas tinham trocado de posição. Jessie tava de barriga pra cima, com as pernas juntas de um lado. Jazmín metia devagar, mas com força, enquanto amassava os peitos dela.-Ô! Meu Deeeus! Meuuu Deeeus! -
-Adoraria encher essa bunda de porra... adoraria...-Dizia Jasmim pra Jessie enquanto essa tinha um orgasmo violento. Sentia Jessie tremendo. Jasmim se deitou sobre ela e começou a beijá-la. Jessie correspondia com paixão, com luxúria. Devorava a boca da irmã.
Luciana e eu estávamos suando de tão forte que estávamos transando. Eu não ia aguentar muito mais. Luciana gemia alto e me provocava pra mais e mais.
— Assim, viado! Mais forte! Me dá mais, me destrói, vagabundo! Enterra mais fundo essa vara de carne, mais forte! — Ela continuava gritando, começando a gemer num orgasmo evidente.-¡¡¡Ahhh.. aahhhhh… ahhhhhhhhhh!!!-A TV tava ligada. Jessie e Jasmim gemiam mais forte. As duas tavam descontroladas se beijando. Ambas tavam gozando e apertando os corpos. Jessie arqueava o corpo e tremia. Jasmim gemia com a cabeça jogada pra trás. Não aguentei mais, dei duas estocadas fortes na Luciana e enfiei meu pau até o fundo. Comecei a gozar violentamente. Luciana gemia e se agarrava no tapete num orgasmo potente. Depois de encher ela com meu esperma quente, caí ofegante no sofá. Luciana ficou deitada no tapete respirando pesado e com um sorriso de satisfação na cara. Nós dois continuávamos olhando a TV.
Jasmim e Jessie tavam se beijando docemente. Vimos devagar aquele consolo enorme saindo da bunda da Jessie. O beijo que elas davam era longo e profundo. Depois de um tempo (Luciana e eu olhávamos hipnotizados) Jasmim levantou da cama e desligou a câmera. Assim terminava o vídeo.
— Gosto de ver esse tipo de documentário. E você? — Disse Luciana servindo mais duas doses de tequila. Não consegui evitar rir. As coisas tinham tomado um rumo inesperado.
Luciana era difícil de satisfazer por completo. Mas depois de mais duas transas, além de todo o tequila que continuamos bebendo, caímos no sono. Acabei num estado de sonho. Não queria pensar muito no que tinha visto naquele vídeo. No final, de um jeito ou de outro, todo mundo tava obcecado pela Jessie… E Jessie não fazia nada pra evitar.
Quando acordei, Luciana dormia do meu lado tranquilamente. Observei a mulher incrível que tinha na minha cama. Como foi que tudo isso aconteceu? Melhor não pensar. Tomei outro banho e depois preparei algo pra comer. O que eu devia fazer? Nem sabia como reagir agora. E não podia simplesmente sumir… Ou podia? Sumir com a Jessie e começar do zero…
— Pensando num plano maligno pra não perder nada e ficar com tudo? — Luciana me tirou dos pensamentos. Ela saía do banho só enrolada numa toalha. Não respondi. Ela foi até se trocar. Depois de um tempo, ela voltou e sentou pra tomar café da manhã comigo.
—Cunhado… vamos falar sério… — disse Luciana servindo café pra ela.
—Justo você me diz isso… — Luciana riu, divertida.
—É, eu sei. Mas, o que você pretende fazer? Não vou negar que tudo isso me diverte pra caralho, mas… como eu tô te falando. Eu achava que tinha o controle de tudo, e agora vejo que não é bem assim… — ela me disse, pensativa.
—Não esperava que a Jazmín reagisse desse jeito… o lógico seria que, assim que ela soubesse de tudo, tudo acabasse, né? — Tudo era bem confuso.
—Essa não é uma história comum e qualquer, seu bobinho, e se ela tem um final, tem que ser explosivo… — Luciana fez uma careta imitando uma explosão.
—Se seus pais descobrirem, sou homem morto — falei meio nervoso, pensando nessa possibilidade.
—Bom, sim, mas acho que eles não vão descobrir, pelo menos por um bom tempo. Você realmente achou que eu poderia falar alguma coisa? — Luciana tinha razão. Ela ameaçava, mas no fundo eu sabia muito bem que ela não queria um escândalo. Só… queria participar do jogo.
—Pensa um pouco… — continuou Luciana. —… uma pessoa normal, ao saber disso, faria um escândalo. E a gente tem algum escândalo aqui? Não, nenhum. E o que isso quer dizer? Que eu posso ser muito puta, e adoro isso, e uso esse título com muito orgulho. Mas minhas irmãs também são. Você já sentiu que a Jessie se recusou firmemente a isso? Não, a putinha adora se fazer de santa. E a Jazmín, tão elegante e lady, em vez de te punir por todas as merdas que você fez… vai lá e te dá um presente. Te manda um vídeo lésbico com a irmãzinha dela…
O que a Luciana dizia fazia muito sentido. Por que eu nunca tinha visto por esse lado?
—… É muito simples isso, cunhado… todas nós gostamos dessa situação… — Nem eu teria dito melhor.
—Então, o que você acha que vai acontecer? O que eu tenho que fazer? — perguntei pra Luciana, que parecia ter resposta pra tudo.
—Nada. Agora que a Jazmín moveu as peças dela, você não pode fazer nada. Você é um fantoche. Eu não quero casar com você, só É que essa situação me fascina. A Jessie te manipula do jeito dela... e a Jazmín também tá te manipulando. Então enfia na sua cabeça que você não toma nenhuma decisão sobre isso, a gente te usa, te dá ordens, te fala o que fazer, quando e como. E você não pode fazer nada além de obedecer... e você é muito obediente, sabia?
- Mas... - Não parecia a Luciana falando tudo aquilo. Nunca tinha conversado com ela desse jeito.
- Mas nada. Porque você não tá passando mal. Então aproveita, seu bobinho. É só um jogo... - Ela disse, encerrando o assunto.
A Luciana tinha razão. Sempre achei que ela não pensava em nada e fazia tudo por impulso. Mas a verdade é que ela tinha tudo friamente calculado. Tudo que ela disse era verdade. O que eu podia fazer a respeito? Nada, só esperar que me dissessem o que fazer. E minhas ordens não demoraram a chegar. Meu celular tocou naquele instante. Era uma mensagem de texto.
"Vem às 20h em casa."
Era uma mensagem da Jazmín e só dizia isso. E eu não tinha outra opção a não ser ir. A Luciana leu a mensagem e deu uma gargalhada.
- Te falei, não? - Essa situação não tinha fim.
Por sorte, a Luciana foi embora um tempo depois. Eu precisava de um pouco de paz e pensar. Mas por mais que eu revirasse minha cabeça, não encontrava solução pra nada. E me assustava a ideia de não poder ficar com a Jessie, eu tava caindo na real de que realmente tava apaixonado por ela. Mas será que era amor? Depois de tudo que fiz ela fazer... Era amor o que eu sentia pela Jessie ou só um tesão do caralho?
Me joguei na cama e dormi quase até as 6 da tarde. E pela primeira vez em muito tempo, senti nervoso, uma dor na barriga que me lembrava quando eu era um adolescente inexperiente.
Meia hora antes das 20h, parti pra casa das três irmãs. Tudo teria sua resolução naquele dia. Eu pressentia.Capítulo DezenoveCheguei na casa das três loiras e fiquei uns cinco minutos parado na porta sem fazer nada. Tava com medo de apertar a campainha. Tinha a imagem do pai das minhas saindo com uma arma e estourando meus miolos. Precisava me controlar e encarar todas as minhas culpas e pecados. Isso mesmo, senhores, se tem alguém que vai direto pro inferno, sou eu.
Respirei fundo e apertei a campainha. Ding Dong.
A porta se abriu e, pra minha surpresa, não ouvi gritos de raiva nem uma arma apontada pra mim. Em vez disso, saiu aquela cabeleira amarela, aquela carinha de anjo com olhos cor de céu. Jessie abriu a porta e ficou me encarando. Fiquei olhando pra ela uns instantes. Tava uma gostosa como sempre. Vestia uma jeans (nunca tinha visto ela de jeans) que marcava toda a bunda e a cintura fina. E uma regatinha vermelha que, mesmo sendo solta, não escondia os peitões dela. O cabelo tava solto.
— Oi… — Ela falou tímida, com um sorriso e um pouco corada. E me fez entrar.
— A gente tá tendo uma reunião de família. Afinal, você já é da família, né? — Disse Luciana sentada num dos sofás da sala. Tava tão puta quanto de costume. Uma minissaia de couro preto, uns saltos agulha e a regata branca que pouco fazia pra esconder as tetas enormes dela. Tudo era muito estranho. Jessie não chegava perto de mim. Luciana me seguia com o olhar igual um leão seguindo a presa.
— Chegou na hora certa pro jantar… — Disse Jazmín atrás de mim. Tava na porta da cozinha. Me olhava com uma cara sem expressão. Não dava pra saber se tava puta, triste ou algo assim. Só me encarava. Tava com uma camisa branca e uma saia bem delicada. O cabelo preso num coque que deixava ela linda e moderna.
— Hora de comer, venham pra mesa… — Disse Jazmín, e ninguém falou nada. Jessie e Luciana foram e sentaram sem mais. Luciana tava se divertindo pra caralho com a situação. Jazmín sentou na cabeceira da mesa.
— Senta aí — Jazmín me indicou, e eu sentei. Sentei na frente dela. Cada um tinha um prato de macarrão que a minha... namorada? Jessie tinha preparado. Ela estava como congelada, olhando pro colo.
—Seus pais? — Finalmente me animei a perguntar. Jasmim me olhou por uns segundos e respondeu.
—Tão viajando por uns dias, então a casa é toda nossa — Tinha um tom sarcástico e um olhar frio que me deixava sem saber o que dizer.
—Comam antes que esfrie… — Disse Jasmim, e foi como uma ordem. Jessie pegou o garfo e começou a comer bem devagar. Luciana comia normalmente, sem nenhum problema. Jasmim me encarava.
—A salsa tá uma delícia? — Ela perguntou.
—Tá muito boa… — Falei sem saber bem o que dizer. Tudo parecia um teste.
—Tão delícia quanto as tetonas da Luciana? — Perguntou Jasmim sem nenhum pudor. Quase cuspi o macarrão que tava mastigando.
—Ou talvez os peitões grandes e redondos da Jessie? Quais são mais gostosos no seu gosto? — Não sabia o que responder. Luciana continuava comendo com um sorriso na boca e parecia prestes a cair na gargalhada. Jessie mexia o garfo devagar, mas também me olhava, esperando minha resposta.
—Acho que dá pra falar aberto sobre essas coisas, né? Se você consegue transar com minhas irmãs, essa conversa deve ser mamão com açúcar. Me responde… — Jasmim não se abalava. A resposta era fácil pra mim, era só falar o da Jessie. Mas eu sentia que não devia responder aquilo.
—As três têm um gosto particular… — Respondi tentando evitar a resposta.
—Você não é bom em mentir na minha cara… — Jasmim tinha razão. Falando cara a cara, eu não conseguia mentir pra ela.
—Jessie… — Respondi. Jessie me olhou e sorriu. Jasmim olhou pra ela, e Jessie rapidamente apagou o sorriso.
—Bom, vejo que você gosta de pele jovem... — Afirmou Jasmim.
—Meus peitos tão muito putos com você, cunhadinho… — Disse Luciana rindo. Jasmim continuava me olhando e comia normalmente. Como se essa fosse a conversa mais normal do mundo.
—E quem beija melhor? — Continuou com o interrogatório.
—Você, Jasmim… — Respondi sem duvidar. E era verdade. Os melhores beijos eram os da Jasmim. Jessie beijava incrível… mas só por ser a Jessie. E eu nunca tinha beijado muito a Luciana. Acho que Jasmim não esperava aquela resposta, porque desviou o olhar meio sem graça.
— Tem coisas melhores pra fazer, beijar não é importante — disse Luciana.
— Isso não é verdade! — disse Jessie de repente. Depois percebeu o que disse e baixou o olhar envergonhada.
— Pelo visto você não beija muito bem, Jessie — disse Jasmim pra irmã mais nova. Jessie olhou pra ela e depois pra mim, sem saber o que dizer.
— Que coisas são melhores do que beijar, Luciana? — perguntou Jasmim pra irmã mais velha. Luciana mastigou o macarrão que tinha na boca e depois disse, toda calma:
— Chupar uma boa rola é melhor do que beijar — falou, categórica.
— Você gosta de chupar rola, Jessie? — perguntou pra irmã. Jessie ficou totalmente vermelha.
— Ela não experimentou muitas, digamos — comentou Luciana. Jessie olhava pra mim, olhava pra Jasmim, olhava pra Luciana, sem saber o que fazer. Eu não dizia nada, com medo de piorar as coisas.
— Como assim? — perguntou Jasmim.
— Claro, ela só chupa a dele. Só tem uma rola no currículo. Desculpa, duas, você chupou a do meu namorado naquela vez, não foi? — acusou Luciana, divertida.
— Não fiz isso! — disse Jessie, meio brava e envergonhada, sem saber onde se esconder.
— Ela não chupou a do seu namorado — esclareci.
— Tem razão, mas tava com vontade, disso tenho certeza… — afirmou Luciana, segura.
— A neném da família… — comentou Jasmim, olhando pra Jessie.
— Vai ser mais puta do que eu, não tenham dúvidas — respondeu Luciana.
— Isso vai ser difícil… — respondi em defesa dela.
— Difícil?… você já transformou ela numa puta épica, nem eu na idade dela fiz tudo que minha irmãzinha fez… bom, não tanto quanto eu, mas quase… — disse Luciana, divertida. E ela tinha razão… eu transformei ela em tudo que era agora. Jessie era consequência dos meus atos. Mas Jessie… Jessie não dizia nada.
— O que mamãe e papai fariam se soubessem o que a neném faz? — comentou Jasmim com malícia. Jessie arregalou os olhos. assustada.
—Tava acabando com a diversão… — comentou Luciana.
—Acho que tô começando a entender por que você acha isso tão divertido… — disse Jasmim, pensativa. — …Vamo fazer o seguinte… parem de comer e vão pra sala… — ordenou Jasmim. Jessie não reclamou nem se recusou, levantou da mesa e foi pra sala. Luciana seguiu, se divertindo. Jasmim me olhou, mas não disse nada. Só me fulminou com o olhar.
—Agora que todo mundo tá aqui, vocês duas vão sentar ali… — ordenou Jasmim pras irmãs, fazendo elas sentarem num dos sofás. — …Você, naquele sofá… — me indicou uma poltrona. Jasmim foi até a cozinha e voltou com um copo d’água.
—Toma isso… — me deu um comprimido e o copo.
—O que é? — perguntei, desconfiado.
—Não é veneno, idiota, toma — ela disse. Tomei o comprimido e engoli, depois bebi a água. Era melhor obedecer.
—Era Viagra, espero que faça um bom efeito… — disse Jasmim, saindo de novo. Luciana observava tudo de braços cruzados e com um sorriso. Jessie olhava ansiosa e nervosa ao lado dela.
—Ele vai te torturar… — me disse Luciana, rindo. Jasmim voltou naquele momento com uma câmera de vídeo. Sentou na outra poltrona. Apontou a câmera pras irmãs e vi a luz vermelha acender. Tava gravando.
—Faz a tua parte, Luciana… — disse Jasmim pra irmã.
—E qual é a minha parte? — respondeu Luciana, rindo.
—Sabe? Melhor não. Você, Jessie. Beija sua irmã… — ordenou Jasmim. Jessie olhou pra ela e balançou a cabeça.
—Não se faz de santinha… você sabe o que vai acontecer se não obedecer, além do mais, você gosta… — Jessie respirou fundo e, como alguém que caminha pra ser executada, se aproximou de Luciana. Bem devagar, foi aproximando a cabeça da da irmã mais velha. Luciana observava, muito divertida. Jessie, quando tava a milímetros do rosto dela, deu um beijinho rápido nos lábios e nada mais.
—Isso não é um beijo, irmãzinha… — disse Luciana, e pegou Jessie pela cabeça. Mandou um beijo apaixonado. Jessie se surpreendeu no começo, Luciana, sem mais, tava devorando a boca dela. boca. Mas aos poucos Jessie foi relaxando. Dava pra ver claramente que ela também beijava a irmã com cada vez mais paixão. Jazmín gravava tudo com a câmera em detalhes. Minha mente não sabia o que fazer. Olhava pra Jazmín e tentava entender o que ela estava tramando. Depois olhava pra Jessie e Luciana se beijando… ai meu deus… minha mente viajava… não conseguia evitar começar a sentir um calor danado…
- Levanta a blusa dela - Ordenou Jazmín pra Luciana. E ela não negou nada. Empurrou Jessie no sofá deixando ela deitada e levantou a blusa. Jessie só olhava pra ela, respirando ofegante e com as bochechas vermelhas. Luciana pegou as tetas suculentas de Jessie e massageou por cima do sutiã. Jessie respirava cada vez mais ofegante. Luciana tinha um sorriso perverso na cara. Adorava o que tava fazendo.
- Chupa as tetas da princesa… - Continuava dando ordens Jazmín. Luciana tirou o sutiã de Jessie e deixou as tetonas dela no ar. Sem mais delongas, se jogou nelas e começou a chupar, sugando com paixão. Vi como os lábios carnudos de Luciana chupavam e sugavam os mamilos de Jessie. Eles ficaram duros feito espinhos. Jessie já tava mais que excitada. As tetas dela eram ultra sensíveis e Luciana fazia um bom trabalho com a boca. Meu pau tava duríssimo dentro da calça. Ver tudo aquilo tava me enlouquecendo. E o viagra que eu tinha tomado deixava ele duro que nem pedra. Doía, precisava tirar ele pra fora.
- Você é uma putinha, irmãzinha, já tá tão excitada… nem sequer negou tudo isso - Dizia Jazmín pra Jessie sem parar de gravar em vídeo. Luciana se contorcia em cima de Jessie chupando as tetas. Jessie ainda tinha um certo pudor de se deixar levar completamente pelas sensações. Além disso, eu sabia bem como as tetas de Jessie eram sensíveis e o que provocavam nela.
- Tira teu pau e bate uma - Me ordenou Jazmín. Não questionei. Precisava fazer isso. Abri o zíper da minha calça e, quase desesperado, libertei meu pau. Nunca senti ele tão duro. tesão. Meu pau ardia e tremia.
—Você gosta do jeito que aquelas duas estão se beijando? — Jasmim perguntou, e eu virei a câmera pra mim.
—Sim… — Jessie já estava abraçando Luciana e ofegava com os carinhos. As duas estavam se beijando no sofá com paixão.
—O que você gosta no que tá vendo?… — Jasmim perguntava. Minha mente já não tava boa. Não conseguia pensar direito. Só pensava em sexo e mais sexo.
—Me dá um tesão danado ver elas se esfregando assim… — As palavras saíam da minha boca sem eu conseguir evitar. Minha mão subia e descia no meu pau e meus olhos não conseguiam desgrudar das duas irmãs.
—Você gosta de ver elas assim? — Jasmim continuava.
—Fico louco vendo Jessie ser comida pela irmã dela… — Porra, isso tava me deixando excitado demais.
—Luciana te dá tesão? — Jasmim perguntou.
—Ela tem uma bunda enorme e esses peitões são inacreditáveis… — Isso era demais, demais pra ser real.
—O que você faria com ela? — Jasmim continuou.
—Quero arrombar essa buceta com força, destruir ela com meu pau e fazer ela gritar até pedir pra parar… — Não acreditava que eu tava falando essas coisas pra Jasmim. Luciana me olhou por uns segundos com um sorriso perverso e continuou beijando Jessie. Uma mão dela tava entre as pernas da irmã, enfiada dentro da calça jeans, e ela a masturbava. Jessie se contorcia, ofegando e gemendo.
—E a Jessie? — Jasmim continuou.
—Jessie é incrível… é perfeita… — Jasmim semicerrrou os olhos me encarando.
—O que ela tem de perfeita? — Ela disse, com um tom de ciúme na voz.
—Ela tem uns peitos que me deixam louco, uma bunda redonda maravilhosa, uma carinha que me fascina… — Falei sem hesitar. Tudo era verdade.
—O que você faria com a Jessie? — Jessie, enquanto ofegava e gozava com a chupada e a masturbação que a irmã tava dando, me olhou.
—Quero fazer ela minha… transar com ela a noite toda sem parar… — Jessie me deu um sorriso.
—Você fica tão excitado com as duas? — Jasmim continuou.
—Elas tão me deixando louco… ver elas assim me enlouquece… — E era verdade.
—Você gostou do vídeo? O que você quer que eu mande?
- Jasmim não me dava sossego.
- Não consigo parar de pensar naquele vídeo… nunca fiquei tão excitado vendo um vídeo…
- Minha pica pulsava e queimava na minha mão.
Jasmim gravava tudo com a câmera. Ia do meu rosto pras duas irmãs, fazia um plano da minha mão batendo punheta pra uma das irmãs se esfregando no sofá. Tudo, cada detalhe do que tava rolando era capturado pela câmera de vídeo.
- Me arromba logo! – gritou Luciana, ofegante, enquanto tirava tudo: a minissaia, a tanga, a regata. Jessie, enquanto isso, beijava o pescoço da irmã mais velha. Depois amassava os peitões e chupava eles.
- E você, o que quer, Jessie? – perguntou Jasmim. Jessie olhou pra minha pica e os olhinhos azuis dela expressavam desejo e safadeza.
- Quero… quero… – ela disse, se lambendo. – …Quero chupar a pica dele… – falou como se tivesse hipnotizada.
- Então chega perto como a gata vadia que você é até a pica dele… – disse Jasmim pra Jessie. Jessie desceu do sofá e, de quatro, se arrastou até onde eu tava.
- Você também, Luciana. Quero ver as duas putinhas das minhas irmãs gateando… – Meu Deus, meus olhos quase saltaram das órbitas ao ver Jessie e Luciana vindo como gatas na minha direção. Minha pica tremia de tesão. Jessie parecia possuída. Tinha uma carinha de safada incrível. Da Luciana nem precisava falar muito. As duas chegaram até mim e me olharam como lobas famintas. Luciana pegou minha pica com uma mão. Meu Deus, que delícia. Jessie não aguentou mais e deu uma longa lambida na minha pica.
- Tava morrendo de vontade de fazer isso, não é, vadia? – disse Jasmim. Ela tinha se levantado do sofá e gravava tudo de mais perto. Jessie deu outra lambida. Luciana entrou na brincadeira e, quando uma terminava de lamber, a outra fazia o mesmo. A sensação era sublime. Nunca senti nada igual na minha vida. Uma lambida da Jessie, uma lambida da Luciana. Cada vez mais rápido. Depois Luciana começou a chupar minhas bolas… Jessie, sem mais, abriu a boca e engoliu a cabeça da minha pica e começou a chupar.
- Até o fundo… – disse Jasmim, empurrando a cabeça da Jessie forçando ela a engolir minha pica inteira. Jessie engasgava, mas Jazmín não soltava. Depois de um tempo, ela liberou.
-Mmmmssshphhaaagg...- Jessie soltou, cuspindo saliva quando tirou minha pica da boca. E sorriu.
-Caralho, que putas que vocês são, se matam por uma pica...- As garotas pareciam não ouvir. Ou se ouviam, ficavam mais excitadas. As duas chupavam minha pica de um jeito que me enlouquecia. Jessie engolia minha pica inteira e Luciana engolia minhas bolas. Depois, as duas passavam os lábios e a língua pra lá e pra cá na minha pica. Ter essas duas bocas ali me levava ao céu. Não sei como coordenaram, mas Luciana e Jessie colocaram os lábios na minha pica, uma de cada lado. E começaram a se mover ao mesmo tempo, rápido. Porra! Minha pica não aguentava mais.
-Parecem atrizes pornô...- Jazmín dizia. As duas bocas na minha pica faziam estragos. Não aguentava mais. Senti meu orgasmo chegando. Minha pica endureceu. Nunca pensei que veria Jessie tão sem vergonha. Ela tava fora de si. Mal conseguia respirar de tesão.
-Para... Para! Caralho, preciso gritar pra vocês pararem?- Jazmín disse pras irmãs, e elas, obedientes, se afastaram da minha pica. Minha pica continuava duríssima, pulsando. Só precisava de mais uma lambida pra gozar. O Viagra tava fazendo efeito em mim.
-Você vai pedir pra gente parar...- Jazmín disse. -...Vocês duas... vão se trocar...- Ela ordenou. Jessie e Luciana saíram sem reclamar.
-Não entendo... Não te entendo, Jazmín...- Falei, ofegante, sem saber o que fazer. Minha pica doía, precisava gozar... mas sentia que se eu me masturbasse pra isso, algo ruim ia acontecer.
-Por acaso você não gosta?- Ela perguntou.
-Sim, mas...- Tentei entender. Jazmín me olhou com um sorriso triunfante.
-Vou te explicar em poucas palavras. Não vou foder minha família por causa disso. Não vou fazer escândalo, mesmo sabendo que você merece. E se você acha que foi esperto o bastante pra chegar até aqui... tá enganado. E faço isso por mim, não por você...- Ela não entendia, não entendia nada do que tava rolando.
—Você é tão ingênuo... ainda não sacou nada...—
E dito isso, saiu da sala me deixando sozinho.Continua!...
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Parte I
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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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14 comentários - A gostosa da família Parte 9 -Remasterizada-