Olá, sou a Laurita, casada, 42 anos, de Bahía Blanca. Tenho um corpo bonito, sou muito simpática e o que mais agrada é minha bunda. Nunca imaginei as coisas que passei nos últimos anos e, com a ajuda do meu amigo Mirko, quero contar minhas histórias de puta.
Eu escrevo os rascunhos e ele posta, porque pessoalmente tenho vergonha, kkkk...
Numa tardinha de verão, fui na casa de um vizinho para pedir pra usar o telefone e, por acaso, reencontrei um rapaz que conhecia desde os anos 90. Foi uma alegria encontrar o Mirko depois de tanto tempo. Contei um pouco da minha vida, e ele, dizendo que eu estava mais gostosa do que antes, não perdeu a chance de lembrar daqueles verões na praia tentando me conquistar, também da época que fui promotora. Sem me dar muito tempo, ele se aproximou e pediu pra ver minha bunda, como nos tempos das promoções na praia. Me ajudou disfarçadamente a levantar o vestido, revelando uma minúscula tanga amarela tipo fio dental, com uma borboletinha que estava bem enfiada no meio das minhas nádegas, na frente e atrás. Como eu não estava preparada, meus lábios escapavam daquela peça minúscula. Enquanto isso, meu vizinho L, em outro cômodo da casa, olhava de canto de olho e, com um gesto de cumplicidade, mostrava um aparelho de som pro meu filho, que sempre me acompanhava, pra ficar coberta dos comentários do bairro, claro. Depois desse primeiro encontro, combinamos de nos ver um dia. Eu precisava de trabalho e talvez ele pudesse ajudar.
Numa semana santa, fui visitar o M no escritório que fica no centro, porque queria saber se tinha alguma promoção que eu pudesse encaixar. Precisava trabalhar com alguma coisa. Me vesti com uma calça jeans e uma jaqueta bem justinhas, por baixo um belo conjunto de sutiã e calcinha vermelha, cabelo liso e ruivo bem arrumado, e minhas lentes de contato azuis. Tava pra namorar, acho. Quando cheguei lá, o M estava me esperando. Tudo foi muito normal, com um grande abraço ele me Recebeu e de quebra aproveitou pra me apalpar um pouco. Lembramos dos tempos de praia e contei alguns detalhes da minha vida, da minha separação e do meu novo parceiro. Depois subimos pro escritório e ele pediu pra me ver como em Monte. Não me surpreendeu, claro que foi o começo da primeira aproximação íntima. Fiquei de frente pro M e, com movimentos leves, comecei a me despir. Primeiro, desabotoei minha calça, abrindo um pouco o zíper. Depois me virei e, me abaixando, deixei toda a minha raba à vista dele. Ele se aproximou e me tocou de leve entre as pernas. Num instante, fiquei com a calça nos joelhos, a tanga vermelha molhadinha e deslocada pelas carícias do M, deixando à mostra minha virilha bem depilada e quente. Sentei num sofá, Mirko tirou uma perna da minha calça, abriu minhas pernas, afastou a tanga e beijou minha buceta pela primeira vez. Senti a língua quente dele percorrendo meu sexo, do clitóris ao cu, com movimentos que me fizeram gozar de calcinha vestida. Fiquei com muita vontade de ser penetrada dessa vez, mas pelo lugar onde estávamos, não dava pra fazer muito. Acariciei o volume dele, bem visível, desabotoei a jeans dele, me ajoelhei como quem pede ao céu e comecei com o primeiro boquete de respeito, com todos os atributos: da ponta até o final dos testículos, assim várias vezes, com minha língua fazendo círculos na cabecinha dele até levá-la à boca. Uma garganta profunda (minha especialidade) e massageando o pau dele com as duas mãos. Em pouco tempo, comecei a sentir os jatos de porra que inundaram minha língua e meus lábios. Brinquei mais um pouco e o soldado caiu, enquanto M pedia pra eu continuar. Já tinha passado quase uma hora e eu precisava voltar pra casa. De qualquer forma, isso foi pra ele não se esquecer de mim. E realmente foi assim: essa relação que hoje já dura vários anos de experiências ininterruptas, e com quem compartilhamos um grande carinho, contando um ao outro os segredos mais íntimos... continua...
Eu escrevo os rascunhos e ele posta, porque pessoalmente tenho vergonha, kkkk...
Numa tardinha de verão, fui na casa de um vizinho para pedir pra usar o telefone e, por acaso, reencontrei um rapaz que conhecia desde os anos 90. Foi uma alegria encontrar o Mirko depois de tanto tempo. Contei um pouco da minha vida, e ele, dizendo que eu estava mais gostosa do que antes, não perdeu a chance de lembrar daqueles verões na praia tentando me conquistar, também da época que fui promotora. Sem me dar muito tempo, ele se aproximou e pediu pra ver minha bunda, como nos tempos das promoções na praia. Me ajudou disfarçadamente a levantar o vestido, revelando uma minúscula tanga amarela tipo fio dental, com uma borboletinha que estava bem enfiada no meio das minhas nádegas, na frente e atrás. Como eu não estava preparada, meus lábios escapavam daquela peça minúscula. Enquanto isso, meu vizinho L, em outro cômodo da casa, olhava de canto de olho e, com um gesto de cumplicidade, mostrava um aparelho de som pro meu filho, que sempre me acompanhava, pra ficar coberta dos comentários do bairro, claro. Depois desse primeiro encontro, combinamos de nos ver um dia. Eu precisava de trabalho e talvez ele pudesse ajudar.
Numa semana santa, fui visitar o M no escritório que fica no centro, porque queria saber se tinha alguma promoção que eu pudesse encaixar. Precisava trabalhar com alguma coisa. Me vesti com uma calça jeans e uma jaqueta bem justinhas, por baixo um belo conjunto de sutiã e calcinha vermelha, cabelo liso e ruivo bem arrumado, e minhas lentes de contato azuis. Tava pra namorar, acho. Quando cheguei lá, o M estava me esperando. Tudo foi muito normal, com um grande abraço ele me Recebeu e de quebra aproveitou pra me apalpar um pouco. Lembramos dos tempos de praia e contei alguns detalhes da minha vida, da minha separação e do meu novo parceiro. Depois subimos pro escritório e ele pediu pra me ver como em Monte. Não me surpreendeu, claro que foi o começo da primeira aproximação íntima. Fiquei de frente pro M e, com movimentos leves, comecei a me despir. Primeiro, desabotoei minha calça, abrindo um pouco o zíper. Depois me virei e, me abaixando, deixei toda a minha raba à vista dele. Ele se aproximou e me tocou de leve entre as pernas. Num instante, fiquei com a calça nos joelhos, a tanga vermelha molhadinha e deslocada pelas carícias do M, deixando à mostra minha virilha bem depilada e quente. Sentei num sofá, Mirko tirou uma perna da minha calça, abriu minhas pernas, afastou a tanga e beijou minha buceta pela primeira vez. Senti a língua quente dele percorrendo meu sexo, do clitóris ao cu, com movimentos que me fizeram gozar de calcinha vestida. Fiquei com muita vontade de ser penetrada dessa vez, mas pelo lugar onde estávamos, não dava pra fazer muito. Acariciei o volume dele, bem visível, desabotoei a jeans dele, me ajoelhei como quem pede ao céu e comecei com o primeiro boquete de respeito, com todos os atributos: da ponta até o final dos testículos, assim várias vezes, com minha língua fazendo círculos na cabecinha dele até levá-la à boca. Uma garganta profunda (minha especialidade) e massageando o pau dele com as duas mãos. Em pouco tempo, comecei a sentir os jatos de porra que inundaram minha língua e meus lábios. Brinquei mais um pouco e o soldado caiu, enquanto M pedia pra eu continuar. Já tinha passado quase uma hora e eu precisava voltar pra casa. De qualquer forma, isso foi pra ele não se esquecer de mim. E realmente foi assim: essa relação que hoje já dura vários anos de experiências ininterruptas, e com quem compartilhamos um grande carinho, contando um ao outro os segredos mais íntimos... continua...
0 comentários - LauritaC 1 - Encontro com Mirko